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  • CRF/AL capacita mais de 30 profissionais em diabetes mellitus

    CRF/AL capacita mais de 30 profissionais em diabetes mellitus

    No último sábado, 27, cerca de 30 farmacêuticos vindos de diversas regiões do Estado puderam se capacitar sobre diabetes mellitus com ênfase em glicemia capilar. O curso, que foi ministrado pelo mestre em ciências farmacêuticas e membro de comissões do CRF/SP e SBFFC, José Vanilton Almeida, abordou as fases da doença e os respectivos tratamentos a serem dados pelo farmacêutico durante a assistência farmacêutica.

    “A ideia era provocar nos alunos o momento de debate porque a diabetes é uma doença em que grande parte das pessoas tem informações superficiais e é por meio dessas discussões junto com o conteúdo ministrado que conseguimos nos aprofundar sobre o papel do farmacêutico no tratamento da diabetes”, revelou.

    Vanilton afirmou que a farmacologia ensinada durante curso foi para que o farmacêutico possa explicar ao paciente que chega a farmácia o melhor tratamento para ele, desde a leitura da bula do remédio até a melhor seringa para aplicação de insulina, se necessário. “Eu espero que os colegas tenham saído daqui com a capacidade de mudar o comportamento do farmacêutico. Ele tem que deixar de ser o entregador do caixinha, de medicamentos, de se preocupado com a logística e passar a ajudar o paciente”, comentou.

    O professor reforça que o farmacêutico precisa reconhecer em si a mesmo a importância que ele tem para o paciente, reconhecendo as necessidades de cada paciente. “Cada dia você tem que estudar mais para que você seja melhor, e o CRF/AL está de parabéns por oferecer aos profissionais do Estado essa oportunidade de se capacitar melhorando assim a prestação de serviços em Alagoas”, afirmou.

    Para a farmacêutica Camila Andrade, que é portadora da doença há 18 anos, o curso realizado pelo CRF/AL trouxe a oportunidade dela ampliar o seu conhecimento sobre a doença. “Nesse curso houve muitas novidades e pude aprimorar o meu conhecimento porque a diabetes é assim, precisamos estar sempre se atualizando sobre a doença. Valeu a pena sair de casa, interagir com os colegas, ter essa troca de conhecimento”, comemorou.

    Camila disse que a sua experiência pessoal ajuda no aconselhamento a esse paciente portador da diabetes como ela. “O conhecimento de hoje vou levar para a minha vida pessoal e profissional”, destacou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmacêuticos do interior participam de curso de aplicação de injetáveis em Arapiraca

    Farmacêuticos do interior participam de curso de aplicação de injetáveis em Arapiraca

    Em Arapiraca, os profissionais puderam aprender um pouco mais sobre a aplicação de injetáveis. A facilitadora, Ana Patrícia Ferreira Barboza, levou para os farmacêuticos do interior toda legislação que trata da aplicação de injetáveis em estabelecimentos de farmácia e drogarias.

    “Nós precisamos estar atentos ao que preconiza a lei, desde o cuidado do profissional até o preparo dessa medicação e a sua administração. Se não ficarmos atentos, podemos trazer problemas para o paciente e para a empresa”, ressaltou.

    O curso que contou com a experiência prática sobre supervisão da professora. “Aqui é o momento de acertos e erros. Trouxe a parte prática para que os alunos sintam-se seguros na hora que o paciente precisar fazer essa aplicação”, informou.

    Natalia Ferreira, que participou da capacitação na seccional de Arapiraca, disse que o curso foi muito bom e com assuntos. “Eu pude me reciclar. Já faço a aplicação de injetáveis e para mim, participar do curso trouxe a oportunidade de adquirir novos conhecimentos. Essa iniciativa do Conselho de contemplar os farmacêuticos do interior é muito importante, o curso foi muito com, valeu a pena”, argumentou.

    A farmacêutica, Renata Correia, que também participou do curso e revelou que se sentiu triste com a ausência dos colegas. “É uma pena que os colegas não tenham participado. O curso foi excelente, tivemos a parte teórica e prática. Foi um dia bastante proveitoso em termos de conhecimento. O Conselho tem feito a sua parte, agora os colegas precisam participar mais”, lamentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • CRF/AL recebe doações para desabrigados da chuvas

    CRF/AL recebe doações para desabrigados da chuvas

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas se solidariza com as famílias que estão desabrigadas em função das fortes chuvas que caem em Alagoas.  Aproveitamos para convocar os farmacêuticos alagoanos e a população para fazer doações de colchões, agasalhos, mantimentos, roupas e itens de higiene pessoal.

    Postos de recebimento de doações:

    • Maceió –  Rua Oldemburgo da Silva Paranhos (antiga Rua Goiás), 290 – Farol.
    • Arapiraca –  Avenida Rio Branco, 480 salas 02 e 03 (1º andar) Centro.
    • Marechal Deodoro-  Rua Pref. João Farias, 226.  Drogaria Alagoana.
  • Vice-presidente do CRF/AL recebe Comenda Maurício de Nassau

    Vice-presidente do CRF/AL recebe Comenda Maurício de Nassau

    O vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Robert Nicácio, foi homenageado na manhã desta sexta-feira, 26, com a Comenda Uninassau. A escolha, segundo Daniel Fortes, coordenador dos cursos de farmácia e biomedicina, se deu pelo trabalho que ele vem desenvolvendo em prol dos farmacêuticos alagoanos.

    “Robert tem proporcionado aos profissionais cursos de capacitação por meio da comissão de educação continuada e os farmacêuticos necessitam desta constante atualização profissional. Além disso, ele tem sido um grande parceiro da instituição, promovendo a aproximação dos estudantes com a entidade de classe de sua formação. Esses foram os principais motivos da sua escolha”, analisou.

    A homenagem aconteceu durante o III Congresso Multiprofissional de Saúde. A comenda é concedida a instituições e personalidades nacionais e estrangeiras, que ou suas qualidades, destacam-se no campo educacional ou prestam relevantes serviços em prol da ciência e da tecnologia, do desenvolvimento econômico e social, do esporte, do ensino ou da cultura brasileira.

    Para ele foi uma honra receber a comenda de uma instituição de ensino de competência como a Universidade Maurício de Nassau, que tem compromisso com a ética e qualidade de ensino. “Quero agradecer a todos os envolvidos, meus familiares e todos os diretores aqui do Conselho porque essa homenagem é fruto do trabalho em equipe desenvolvido por nós”, pontuou.

    O vice-presidente em seu discurso mostrou aos estudantes que eles aproveitem os profissionais que têm a sua disposição porque eles é que ajudarão no caminho a ser trilhado por eles no mercado de trabalho. “Eu sei do valor que esses profissionais têm. Eu fui estudante e não me esqueço daqueles que me ajudaram quando fui estudante, foram eles que me aconselharam, deram ensinamento, me deram oportunidade de estágio e hoje como profissional eu faço questão de conversar com os estudantes. O Conselho está de portas abertas para recebê-los”, confirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Gestão farmacêutica foi o tema do primeiro módulo do Curso de Excelência Farmacêutica

    Gestão farmacêutica foi o tema do primeiro módulo do Curso de Excelência Farmacêutica

    Capacitar os farmacêuticos para administrar melhor seus próprios negócios, esse é um dos objetivos do curso de excelência farmacêutica que acontece nos dias 25 e 26 de maio no Conselho Regional de Farmácia de Alagoas. Neste primeiro módulo, os alunos aprenderam um pouco mais sobre gestão farmacêutica indo desde a questão financeira até ao pagamento de impostos.

    Rodrigo Magalhães, facilitador do curso, explicou que existe uma deficiência dos farmacêuticos em separar o que é a parte dele (pessoa física) e a parte da empresa (pessoa jurídica), bem como conseguir lucro com a farmácia. De acordo com ele, isso se dá porque o profissional de farmácia não sabe o que é margem de lucro e taxa de marcação, levando muitas vezes a prejuízos no negócio.

    “Percebemos que a falta de conhecimento administrativo tem levado os donos de farmácia a pagar imposto errado e com isso, o lucro do estabelecimento vai caindo. Aqui no curso nós mostramos de forma clara como o proprietário de farmácia deve resolver essa questão”, comentou.

    Após um dia inteiro de aula teórica, na sexta-feira, 26, os alunos puderam vivenciar na prática a solução dos problemas. Além disso, ele aprendeu a se remunerar de forma adequada com o trabalho que desenvolve. “O ganho do farmacêutico hoje não são os serviços que ele presta, até porque tradicionalmente nunca houve cobrança pela assistência farmacêutica. O lucro está no medicamento que ele vende e ele precisa deixar de pensar micro e passar a pensar macro”, afirmou.

    De acordo com Rodrigo a intenção do curso é despertar o espírito empreendedor e mostrar ao farmacêutico, que ele é capaz de ter o próprio negócio e ser bem sucedido. “Até então ele estava de cabeça baixa, achando que isso não era possível, que era apenas para os grandes, as grandes redes e que ele estava excluído. Tenho certeza que após o curso ele vai enxergar que pode e tem condições de brigar no mercado”, garantiu.

    Responsável Técnico

    Outro ponto tratado neste primeiro módulo foi mostrar ao responsável técnico de cada farmácia que ele é o agente transformador daquele local quando o assunto é aumentar lucro e consequentemente aumentar a sua remuneração. “Isso é possível se ele contribuir para que o dono da farmácia faça uma gestão melhor, com uma melhor lucratividade e pague a ele por isso. Nós temos vários casos pelo Brasil aplicando essa prática com sucesso”, analisou.

    A ideia é que o farmacêutico responsável técnico consiga conversar com o dono da farmácia sobre lucro e organizar os demonstrativos para trazer melhoria financeira da empresa e assim, ele negocia um percentual sobre a melhoria de vendas e lucratividade. “Quanto mais aumenta lucro, mais eu quero participação desse lucro e isso aumenta consideravelmente o salário desse farmacêutico. Ele tem que parar de pensar que é um coitadinho e pensar que ele é um executivo com uma gama de treinamento de técnico científico muito bom e que só falta um pouco de gestão para que ele melhore o seu salário”, argumentou.

    A farmacêutica, Claudieje Barbosa, que recentemente abriu o próprio negócio fez questão de participar da capacitação. Ela elogiou a iniciativa do Conselho de Farmácia em promover esse curso voltado para área de gestão. “Para mim como proprietária saio daqui com a vontade de querer aumentar ainda mais o negócio em termos de lucro, mas sem esquecer o lado farmacêutico que é a minha área de formação”, falou.

    Desde que se formou a farmacêutica sempre teve o desejo de montar o próprio negócio para oferecer a população um serviço de qualidade voltado para a assistência farmacêutica. “Eu tenho conciliado as duas questões, administrativa com a assistência farmacêutica e após o curso a vontade é de aumentar o lucro do meu negócio”, revelou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Conselho de Farmácia visita escolas do CEPA e orienta cerca de 600 alunos

    Conselho de Farmácia visita escolas do CEPA e orienta cerca de 600 alunos

    Encerrando o mês da campanha do Uso Racional de Medicamentos, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas esteve na quarta-feira, 24, no Cepa orientando os alunos sobre o risco da automedicação. A diretoria visitou as escolas Maria José Loureiro e Dom Pedro II, conversando com aproximadamente 600 alunos nas duas unidades de ensino.

    Alexandre Correia, presidente do CRF/AL, destacou que nessa campanha o objetivo era tornar os adolescentes propagadores do risco da automedicação. “Eles é que irão conversar em casa com os irmãos, pais, tios e demais familiares e provavelmente irão sim, procurar a ajuda de um profissional farmacêutico na hora de comprar o medicamento”, revelou.

    Daniel Fortes, membro da Comissão de Ensino do CRF/AL, pontuou que os jovens estão em busca de conhecimento constantemente, então, na sua avalição esse é o melhor público para mostrar os riscos de usar medicamentos por contra própria. “Com as informações repassadas durante a nossa visita, eles ficarão mais atento, bem como, observar se os seus familiares estão buscando a orientação de um farmacêutico, seja na farmácia comunitária ou no posto de saúde”, analisou.

    Para a professora a visita do CRF/AL, Gaudênia Melo, na escola é importante porque hoje existe o uso indiscriminado de medicamentos e os jovens precisam ficar conscientes desses riscos. “Vocês estão fazendo um trabalho que vai na base e que será levada a família”, parabenizou.

    A ação contou com a participação das Comissões de Ensino e Farmácia Comunitária do CRF/AL e com alunos do curso de farmácia.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CFF realiza XIV Encontro Nacional de Fiscalização

    CFF realiza XIV Encontro Nacional de Fiscalização

    A fiscalização do exercício profissional dos farmacêuticos brasileiros será discutida nestas quinta e sexta-feira, dias 18 e 19 de maio, no XIV Encontro Nacional de Fiscalização (Enaf), promovido pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), no Windsor Hotel, em Brasília. Mais de 200 gestores e fiscais inscritos, dos 27 Conselhos Regionais de Farmácia (CRFs), reúnem-se neste encontro para dar continuidade à padronização da atuação fiscalizadora dos CRFs. O evento, que tem como tema “Afinal, que profissão realmente queremos?”, é coordenado pelo presidente da Comissão de Fiscalização (Cofisc/CFF) e secretário geral do CFF, José Gildo da Silva.

    O presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, participou da abertura do evento, seguida de palestra do presidente da Cofisc/CFF, sobre a importância da fiscalização para a valorização da profissão farmacêutica. De acordo com José Gildo, a eficácia das ações dos CRFs é cada vez mais cobrada pela sociedade, à medida em que valorização da profissão farmacêutica avança. “Daí a importância do aperfeiçoamento e alinhamento das nossas ações em nível nacional. Será um grande momento de reflexão e de troca de experiências”.

    A Comissão de Fiscalização (Cofisc/CFF) supervisiona todas as ações de fiscalização do exercício profissional realizadas pelos conselhos regionais de Farmácia no país. Por isso, o encontro é relevante tanto do ponto de vista operacional como dos resultados. Para o presidente do CFF, a pauta tem a mais alta importância para a profissão e para a sociedade, pois reflete em resultados que serão sentidos na ponta, na qualidade do atendimento à população. 

    Walter recordou a luta pela aprovação da Lei nº 13.021/14, que dispõe sobre o exercício e fiscalização das atividades farmacêuticas, assim como a edição das resoluções nº 585/13 e nº 586/13, que dispõem sobre as atribuições clínicas do farmacêutico e sobre a prescrição farmacêutica. “Diante de todas essas conquistas e ampliação da área de atuação, nossa meta é resgatar o papel do farmacêutico como cuidador das pessoas, como profissional da Saúde. Quando se trata de fiscalização, buscamos unificar e modernizar as ações, em todo o território nacional, para ampliar a luta pela empregabilidade, que é o que garante a plenitude da profissão”.

    Programação

    Logo após a abertura, entre 10h e 12h, o consultor jurídico do CFF, Dr. Gustavo Beraldo, fará uma apresentação sobre inadequações na instrução do Processo Administrativo Fiscal. Na parte da tarde, a partir das 14 horas, haverá uma mesa redonda sobre a logística da fiscalização dos CRFs, desde o planejamento, ação e execução. Este debate será precedido pelas apresentações do farmacêutico fiscal do CRF-MS, Carlos Alberto Nunes Carneiro, da vice-presidente do CRF-MG, Elaine Cristina Coelho Baptista, e da farmacêutica fiscal do CRF-SC, Gelcimar Moresco.

    Ao final dos trabalhos do primeiro dia do encontro, Gildo apresentará a consolidação das contribuições para alteração da Resolução CFF nº 600/14, que regulamenta o procedimento de fiscalização dos CRFs. No segundo dia, 19 de maio, das 8h às 10h, a programação será de treinamentos sobre a qualidade na aplicação da Ficha de Verificação do Exercício Ético Profissional (FVEEP). Um deles, sobre FVEEP Drogaria e Manipulação, será ministrado pelo gerente de fiscalização do CRF-PR, Eduardo Antônio Pereira Pazim. O outro treinamento, sobre FVEEP Distribuidora, pelo coordenador da fiscalização externa do CRF-SP, Paulo Roberto Ribeiro de Souza. À tarde, gestores e fiscais dos regionais participarão de workshops, separados em grupos para tratar de assuntos pertinentes à evolução das ações de fiscalização. O evento será finalizado com a consolidação dos resultados desses trabalhos.

    Fonte: Ascom CFF

  • Teste de farmácia para HIV ganha registro no Brasil

    Teste de farmácia para HIV ganha registro no Brasil

    O primeiro autoteste para triagem do HIV foi registrado pela Anvisa nesta segunda-feira (15/5). O produto é destinado ao público em geral e poderá ser vendido em farmácias e drogarias. O nome do produto no Brasil será Action, da empresa Orangelife Comércio e Indústria.

    De acordo com a documentação do processo de registro do produto, o teste funciona com a coleta de gotas de sangue, semelhante aos testes já existentes para medição de glicose por diabéticos.

    Detecção de anticorpos

    O resultado aparece na forma de linhas que indicam se há ou não presença do anticorpo do vírus HIV. A presença do anticorpo mostra que a pessoa foi exposta ao vírus que provoca a Aids O resultado leva de 15 a 20 minutos para ficar pronto. O teste funciona para os dois subtipos do vírus que provocam a Aids.

    E depois do resultado, o que devo fazer?

    O autoteste aprovado pela Anvisa demonstrou sensibilidade e efetividade de 99,9%. Porém, o produto só é capaz de indicar a presença do HIV 30 dias depois da situação de exposição. A situação de exposição é o momento em que a pessoa pode ter tido contato com o vírus da Aids, pode ter sido por uma relação sexual sem proteção ou pelo compartilhamento de agulhas, por exemplo. Esse perídoo de 30 dias é o tempo que o organismo precisa para produzir anticorpos em níveis que o autoteste consegue detectar. Se uma nova situação acontecer após esse período um novo teste precisa ser feito, respeitando o prazo necessário para detecção e as confirmações necessárias.

    • Resultado negativo: é recomendável que o teste seja repetido 30 dias depois e outra vez depois de mais 30 até completar 120 dias após a primeira exposição. O período sempre deve ser contado a partir da última situação de risco.
    • Resultado positivo: a pessoa deve procurar um serviço de saúde do SUS, para confirmação do resultado com testes laboratoriais e encaminhamento para o tratamento gratuito adequado, se for necessário. 

    A possibilidade do registro de autoteste para o HIV surgiu em 2015 quando a Anvisa regulou o tema por meio da resolução RDC 52/2015. De acordo com a regra, este tipo de teste deve trazer nas suas instruções de uso a indicação de um canal de comunicação para atendimento dos usuários que funcione 24 horas por dia e o número do Disque Saúde: 136. 

    O preço do produto será definido pelo mercado, já que no Brasil não existe regulação de preços para produtos de saúde e a Anvisa, por lei, não pode fixar este valor.

    O teste de farmácia para AIDS não poderá ser utilizado na seleção de doadores de sangue, já que, para isso, existem outros procedimentos.

    Entenda o autoteste para HIV / AIDS

    • O teste Action traz o dispositivo de teste,  um líquido reagente, uma lanceta (específica para furar o dedo), um sachê de álcool e um capilar (um tubinho para coletar o sangue).
    • O resultado leva de 15 a 20 minutos para aparecer.
    • O teste deve ser repetido após 30 dias em caso de resultado negativo.
    • Em caso positivo o resultado deve ser confirmado em um serviço de saúde.
    • O teste é capaz de identificar o HIV 30 dias depois da possível contaminação. Se houver nova exposição (situação de risco), o teste deverá ser feito novamente respeitando este prazo.

    Fonte: Anvisa

  • Desafio Global da OMS: Pacientes podem e devem participar

    Desafio Global da OMS: Pacientes podem e devem participar

    O Dia Nacional pelo Uso Racional de Medicamentos, comemorado em 5 de maio, marcou a adesão do Conselho Federal de Farmácia (CFF) e dos conselhos regionais dos 26 estados e do Distrito Federal ao Desafio Global, da Organização Mundial da Saúde (OMS). Lançado no dia 29 de março, a campanha tem como meta reduzir em 50% os danos graves e evitáveis associados a medicamentos, nos próximos 5 anos.

    Além dos farmacêuticos, que têm papel crucial nesse desafio, e dos demais profissionais da saúde, a intenção é envolver também a população, incentivando o uso correto e racional dos medicamentos e a participação do paciente na condução do seu tratamento. “Quando o paciente questiona sobre o medicamento que lhe foi recomendado ou cobra uma prescrição legível, por exemplo, está contribuindo para a prevenção de eventuais erros de medicação”, comenta o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João.

  • Medicamento clandestino é proibido pela Anvisa

    Medicamento clandestino é proibido pela Anvisa

    O produto Cáscara Sagrada EC, da empresa As Ervas Curam Ind. Ftca. Ltda., não possui registro na Anvisa, o que põe em xeque a eficácia e a procedência do medicamento. Além disso, o Cáscara Sagrada era comercializado em um site que não tem autorização da Anvisa para fazer propagandas de medicamentos.

    Por conta das irregularidades, a Agência proíbe a fabricação, distribuição, comercialização e uso do produto. Agora, a empresa As Ervas Curam terá que recolher o estoque do Cáscara Sagrada existente no mercado.

    A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira (19/05) e entrou em vigor no momento da publicação.

    Fonte: Anvisa