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  • CRF/AL assina convênio com desconto em plano odontológico para Maceió

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas firmou convênio com o Clube de Benefícios para Cooperativas, Associações, Conselhos, Sindicato e Seguros – CBCACSS para desconto no plano odontológico Unimed Maceió. O valor mensal é de R$ 62, 63 e contempla farmacêuticos e técnicos de farmácia que estiverem quites com o Conselho.

    Daniel Fortes, presidente do CRF/AL, destaca que as parcerias são firmadas pensando sempre em oferecer serviços de qualidade num preço acessível a todos os farmacêuticos alagoanos. “Recebemos propostas, analisamos e se for bom pra categoria a gente formaliza a parceria”, garantiu.

    Mais informações: 0800 22 7701 ou (21) 9 9839-8170

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL assina convênio para desconto em plano de saúde na região do Agreste

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas firmou convênio com o Clube de Benefícios para Cooperativas, Associações, Conselhos, Sindicato e Seguros – CBCACSS para desconto no plano de saúde Unimed Metropolitana do Agreste. Os descontos podem chegar até 30% menos que os planos individuais comercializados no mercado e são ofertados para os farmacêuticos e técnicos de farmácia que estiverem quites com o Conselho.

    Daniel Fortes, presidente do CRF/AL, destaca que as parcerias são firmadas pensando sempre em oferecer serviços de qualidade num preço acessível a todos os farmacêuticos alagoanos. “Recebemos propostas, analisamos e se for bom pra categoria a gente formaliza a parceria”, garantiu.

    O plano de saúde Unimed está disponível com desconto para as cidades de Água Branca, Arapiraca, Belo Monte, Coité do Noia, Coruripe, Craíbas, Delmiro Gouveia, Feira Grande, Feliz Deserto, Girau do Ponciano, Igreja Nova, Jacaré dos Homens, Jaramataia, Junqueiro, Lagoa da Canoa, Limoeiro de Anadia, Major Isidoro, Monteirópolis, Olho d’Água das Flores, Olho d’Água do Casado, Olho d’Água Grande, Olivença, Palestina, Pão de Açúcar, Penedo, Piaçabuçu, Piranhas, Porto Real do Colégio, São Brás, São José da Tapera, São Sebastião, Senador Rui Palmeira, Taquarana e Traipu.

    Mais informações: 0800 22 7701 ou (21) 9 9839-8170

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Piso salarial de farmacêutico do comércio varejista sofre reajuste de 4,5%

    No dia 30 de junho, o Ministério do Trabalho e Emprego homologou sob o número AL000158/2023 o novo piso salarial do farmacêutico para o comércio varejista. O salário será reajustado em 4,5%, e passará a ser aplicado a partir de 1º de maio de 2023. Esse percentual será aplicado sobre os salários definidos na Cláusula Terceira da Convenção Coletiva de Trabalho vigente no período de 1º de maio de 2023 a 30 de abril de 2024.

    § 1º As empresas que optarem por pagar apenas o piso salarial definido na cláusula terceira, ou aplicar o percentual definido no início deste, a partir do protocolo deste documento na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Alagoas ou em Cartório de Registro de Títulos e Documentos, estarão obrigadas a pagar os retroativos de uma só vez no mês seguinte ao referido protocolo, sem acréscimo ou penalidade.

    O presidente do Sindicato dos Farmacêuticos de Alagoas, Alexandre Correia, destaca que esse é mais um passo importante para esse setor farmacêutico, que emprega muitos profissionais. “A partir de agora, os colegas que forem contratados precisam estar atentos aos novos valores”, alertou.

    Alexandre ressalta que é importante que os farmacêuticos se associem, pois a luta por melhores condições de trabalho precisa do apoio de todos os profissionais. “Ainda temos outras áreas dentro da farmácia que também precisam ter seus pisos salariais definidos e respeitados. Como presidente, tenho trabalhado junto com meus dirigentes para contemplar as outras áreas da farmácia”.

    Daniel Fortes, presidente do CRF/AL, destaca que essa parceria entre o Sindicato dos Farmacêuticos e o Conselho é importante, pois os colegas precisam estar informados dos novos valores para dar entrada nos processos. “Para evitar que os processos sejam refeitos, estamos divulgando essa informação e assim todos ganham agilidade”, ressaltou.

    Confira aqui os novos valores:

  • Violência contra mulher e empreendedorismo foram temas do 1º Fórum de Mulheres Farmacêuticas

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promoveu no último sábado, 01 de julho, o 1ºFórum de Mulheres Farmacêuticas: Luta contra a violência e discriminação e apoio ao empreendedorismo feminino. O evento foi dividido em dois momentos: Eixo 1-Violência e discriminação contra a mulher farmacêutica e Eixo 2- empreendedorismo de mulheres farmacêuticas.

    O advogado Jhon Matias, que foi um dos palestrantes, parabenizou o CRF/AL pela iniciativa de promover este tipo de debate na classe farmacêutica, que predominantemente é do público feminino. “O evento trouxe essa conscientização de como a mulher deve agir diante dos casos de violência doméstica porque a discriminação com a mulher é uma realidade e ela acontece diariamente”, afirmou.

    De acordo com ele, a violência doméstica é o crime com a maior incidência no Estado de Alagoas, sendo assim, é fundamental que as entidades promovam em seus ambientes de trabalho campanhas, palestras e ações para conscientizar a mulher. “A mulher precisa conhecer os tipos de violência, como proceder diante dela e com certeza quem esteve presente no evento do CRF/AL não vai permitir que situações de violência continuem acontecendo na sua casa e no seu trabalho”, disse.

    A farmacêutica Karina Henrique, membro do Grupo de Trabalho de Mulheres Farmacêuticas do CRF/AL, pontou que o evento trouxe temas relevantes para o universo feminino que vão desde a violência contra mulher até o empreendedorismo. “É muito saber que dentro da farmácia nós temos mulheres fortes e corajosas que montaram seus negócios com muita criatividade e originalidade, mostrando que é possível buscar novos caminhos e ter sucesso com ele”.

    Na avaliação de Karina, os temas de abuso contra a mulher e empoderamento feminino que também foram tratados no evento trouxe um desabrochar sobre discussões que devem estar acontecendo sempre, não apenas na farmácia. “É importante que o Conselho continue tratando do tema porque esse foi o ponto inicial e que novos eventos sejam realizados porque essa primeira edição foi muito positiva”.

    A farmacêutica empreendedora, Liziane Nascimento, revelou que ao receber o convite do CRF para compartilhar a sua história não pensou duas vezes. “Dividir o meu conhecimento e minha experiência com outras mulheres é mostrar que nós somos capazes de ser donas da nossa história, hoje, eu me sinto realizada como farmacêutica e empreendedora. Parabéns ao Conselho pelo lindo evento e que venham os próximos”.

    Ela lamentou que as farmacêuticas não tenham abraçado a causa. “Vejo muitas reclamações de que o Conselho não faz as coisas e tivemos um evento gratuito muito bem organizado, com temas diversos e infelizmente as pessoas não querem participar. Foi um sábado muito significativo com trocas de conhecimentos e quem não participou, perdeu”.

    A estudante de farmácia, Nayane Nunes, disse o 1º Fórum de Mulheres Farmacêuticas mostrou que a faculdade é apenas o início de uma grande caminhada, onde adquirir conhecimentos é de extrema importância porque ao chegar no mercado de trabalho a nossa credibilidade estará diretamente ligada aos conteúdos que aprendemos, mas acima de tudo na orientação correta que será dada ao cliente. “Quero agradecer ao CRF/AL por nos proporcionar um dia maravilhoso, foi muito com conhecer as histórias e depoimentos de cada palestrante. Eu me identifiquei com a realidade de ser mulher, mãe, esposa, empreendedora e acadêmica do curso de farmácia. Voltei pra minha casa entendendo que é importante sair da zona de conforto, precisa querer, precisa buscar um diferencial porque o simples, todos têm”.

  • CRF/AL funciona normalmente nesta quinta-feira, 29

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que sua sede e a seccional em Arapiraca estarão funcionando normalmente nesta quinta-feira, 29. Na sexta-feira, 30 não haverá expediente. Fica transferido para o dia 30 de junho de 2023 (Sexta-Feira) o Feriado Municipal de Marechal Floriano Peixoto (29 de junho de 2023), bem como o Feriado Estadual de São Pedro (29 de junho de 2023).

     Decisão – Transferência de Feriado

  • Seccional Arapiraca estará fechada de 03 a 19 de julho

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que a sua seccional, localizada na cidade de Arapiraca estará fechada de 03 a 19 de julho em virtude das férias da colaboradora Ana Carolina. Todas as solicitações deverão ser enviadas a sede em Maceió de forma remota pelo atendimento virtual ou presencialmente.

  • CRF/AL abre inscrição para 1º Fórum de Mulheres Farmacêuticas

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, por meio do Grupo de Trabalho de Mulheres Farmacêuticas, realiza no dia 01 de julho, o 1º Fórum de Mulheres Farmacêuticas: Luta contra a violência e discriminação e apoio ao empreendedorismo feminino. O evento acontece no auditório da Uninassau e tem como objetivo discutir casos de violência, assédios e discriminações com mulheres.

    Carmem Arroxelas, secretária-geral do CRF/AL, revela que diante de tantos casos de violência contra mulher é necessário discussões e capacitação para as mulheres farmacêuticas que sofrem violência e/ou discriminação. “Vamos trazer temas diversos que mostram o papel da justiça, do acolhimento e mostrar casos de sucesso de mulheres farmacêuticas empreendedoras”, disse.

    Estão sendo disponibilizada 100 vagas. O evento é aberto ao público em geral, farmacêuticas e estudantes de farmácia. As inscrições podem ser feitas aqui.

    Confira a programação:

    8h00- Credenciamento
    EIXO 1- VIOLÊNCIA E DISCRIMINAÇÃO CONTRA A MULHER FARMACÊUTICA

    9h00 – Mesa-redonda- O papel da justiça e da sociedade contra casos de violência e discriminação feminina
    Advogado Dr. Jhon Matias e Advogada Dra. Julia Nunes

    10h30 – Coffee-break

    10h50 – Mesa-redonda- A importância da psicoterapia em casos de violência e discriminação feminina
    Psicóloga Dra. Marluce Barboza e Farmacêutica Dra. Karina Henrique

    12h00 às 14h00 – Intervalo
    EIXO 2- EMPREENDEDORISMO DE MULHERES FARMACÊUTICAS

    14h00 – Palestra 3- O Empreendedorismo da Mulher Farmacêutica em Cursos de Capacitação
    Farmacêutica Dra. Ana Patrícia Barboza

    15h00 – Palestra 4- A Mulher Farmacêutica no Empreendedorismo em Área do Emagrecimento por meio da Estética
    Farmacêutica- Dra. Maria Costa

    16h00- Coffee-break

    16h30- Palestra 5- Práticas Integrativas e Complementares como Empreendedorismo da Mulher Farmacêutica
    Farmacêutica- Dra. Paula Cavalcante

    17h30- Palestra 6- Empreendedorismo da Mulher Farmacêutica Proprietária de Farmácia Comercial
    Farmacêutica- Dra. Liziane Nascimento

    18h30- Encerramento

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmacêutico Humberto Medeiros fala sobre o que é a doença falciforme e o seu tratamento

    Dados da Associação Alagoana de Pessoas com Doença Falciforme mostram que em Alagoas 697 pessoas sofrem com Doença Falciforme. O presidente da associação, Sidney Santos, pontua que hoje os portadores contam assistência 24h fornecida pelo Hemocentro de Alagoas (HEMOAL) com uma equipe multifuncional, inclusive com a dispensação de medicamentos na farmácia.

    No dia mundial de conscientização da Doença Falciforme, 19 de junho, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas conversou com o farmacêutico, dr. Humberto Medeiros, membro do Grupo de Trabalho de Análises Clínicas do CRF/AL que falou sobre o que é a doença, quem são as pessoas mais acometidas e qual o tipo de tratamento.

    CRF/AL: O que é a doença falciforme?

     Humberto: A doença falciforme na verdade é um grupo de doenças hereditárias, ou seja, de origem genética que causa “anemia” nos indivíduos que apresentam essa alteração. As pessoas saudáveis que não apresentam essa alteração genética têm em suas células sanguíneas vermelhas uma hemoglobina denominada do tipo A em homozigose, ou seja, dois genes para Hb A. Quando um indivíduo apresenta alguma hemoglobina diferente do tipo A, essa hemoglobina é chamada de hemoglobina variante, e as doenças causadas devido essas hemoglobinas variantes são chamadas de Hemoglobinopatias. As hemoglobinas variantes mais comuns são a Hb S e a Hb C. A Hb S é a hemoglobina variante que está envolvida nas “Doenças Falciformes”. A letra “S” deriva do inglês “sickle” que significa “foice”. Este termo foi utilizado para denominar esta anemia devido ao formato que os eritrócitos destes pacientes apresentam. Eles têm o formato de uma foice, ao invés do formato de um disco bicôncavo, no eritrócito normal. Se um indivíduo apresenta Hb S em homozigose, ou seja, dois genes para Hb S ele tem uma “anemia falciforme”, porque ele tem apenas Hb do tipo “S”. Se um indivíduo apresentar Hb S em combinação com outro tipo de hemoglobina variante, como a Hb C, ele tem uma anemia denominada de “Doença falciforme” porque ele tem hemoglobinas variantes, uma do tipo S em associação com outra variante. Entretanto, se um indivíduo apresentar essa alteração genética em apenas um dos genes responsáveis pela produção de hemoglobina, o outro gene irá produzir hemoglobina normal, do tipo A, em combinação com essa variante. Se essa hemoglobina variante for a Hb S, por exemplo, esse indivíduo terá uma Hb AS, e ele será chamado de portador de “traço falcêmico”. Ele não apresentará doença e não terá anemia porque ela estará em combinação com a Hb A. Mas, ele poderá passar essa Hb S para os seus filhos. E se o pai e a mãe, ambos passarem seus genes alterados para Hb S ao seu filho, este terá uma Hb SS, e terá anemia falciforme.

    CRF/AL: Quem são as pessoas mais acometidas por ela?

    Humberto: A doença falciforme é mais prevalente nos grupos étnicos afrodescendentes. Vale lembrar que o indivíduo que tem os dois genes responsáveis pela produção da hemoglobina alterado, ambos produzindo hemoglobinas variantes apresentam hemoglobinopatias, doenças que causam anemias importantes nestes pacientes.

    CRF/AL: Ela é uma doença contagiosa?

    Humberto: Não, porque a sua origem é genética, hereditária, que é passada dos pais para os seus filhos e assim por diante.

    CRF/AL: Quais são os sintomas?

    Humberto: A sintomatologia se apresenta em graus variáveis, dependendo da combinação dessas hemoglobinas variantes, de alguns aspectos próprios de cada indivíduo. De um modo geral os sintomas são decorrentes da própria anemia, cansaço, respiração ofegante, devido a diminuição da quantidade de hemoglobina; dores nos braços, nas pernas, nas articulações, no tórax, no abdome e nas costas, infecções e febre, inchaço nos punhos, nos dedos e nas articulações. Alguns pacientes podem sofrer Acidente Vascular Cerebral (AVC), priapismo (ereção involuntária, prolongada e dolorosa), pneumonia, ulcerações: feridas dolorosas e de difícil cicatrização, devido à dificuldade de circulação que esses pacientes apresentam, por causa do formato das células vermelhas deles, que se parecem com uma “foice”, e por isso o nome da doença “falciforme”, em formato de foice, que dificulta o fluxo sanguíneo, se “prendendo” nas paredes dos vasos sanguíneos, chegando a obstruir a passagem do sangue nos vasos mais estreitos. Pode ter icterícia (amarelão) decorrente da destruição dessas células no interior das veias, liberando a hemoglobina diretamente no plasma sanguíneo, que será metabolizada e transformada em uma substância chamada de bilirrubina, responsável por uma tonalidade “amarelada” da pele desses pacientes.

    CRF/AL: Como é feito o diagnóstico?

    Humberto: O diagnóstico confirmatório é feito através do exame de HPLC para Hemoglobinas, Eletroforese de Hemoglobinas. A pesquisa da Hb S faz parte do Teste do pezinho, e é de extrema importância para o rastreamento de portadores da Hb S e um diagnóstico precoce dos pacientes das “Doenças falciformes”. O exame de hemograma também tem sua importância no diagnóstico dessas doenças, principalmente quando o paciente não tem acesso ao Teste do Pezinho. Isso acontecia muito no passado, quando este Teste não fazia parte do Programa de Triagem Neonatal, e ainda hoje em regiões não atendidas pelo Programa. Alguns pacientes acabam sendo diagnosticados tardiamente, somente após a realização de um exame de hemograma. O analista clínico ao realizar a microscopia do sangue, identifica a forma de foice das hemácias, que é a característica morfológica nessa doença.

    CRF/AL: Qual o tratamento?

    Humberto: O tratamento é realizado através de transfusões sanguíneas, um medicamento chamado “Hidroxiuréia” e medicamentos de suporte, de acordo com os sintomas apresentados. Lembrando que o tratamento de escolha deve ser realizado e prescrito por um profissional médico, comumente especializado em Hematologia. O serviço de saúde deve orientar o paciente no sentido de prevenir crises, evitando desidratação e exposição a temperaturas altas, tratando precocemente infecções, evitando atividades físicas intensas, mantendo o calendário de vacinas atualizado, além de outros cuidados.

    CRF/AL: A doença Falciforme tem cura?

    Humberto: Hoje em dia, a “Cura” pode ser alcançada através de “Transplante de medula óssea”. Porém, existem algumas restrições para que esse transplante seja realizado. É preciso que o paciente preencha alguns requisitos de gravidade da doença e o doador deve ser um irmão totalmente compatível e saudável.

    CRF/AL: A pessoa que possui essa doença tem uma vida normal?

    Humberto: A doença afeta de forma diferente os pacientes, de acordo com o grau da sintomatologia apresentada. Alguns apresentam sintomas mais leves e outros sintomas mais graves. Mas, mesmo os que têm sintomas mais brandos têm sua vida comprometida de alguma forma, pelas complicações crônicas da doença. Estudos realizados para avaliar a qualidade de vida dos pacientes das doenças falciformes concluíram que devido estas enfermidades serem crônicas e debilitantes afetam negativamente a “Qualidade de vida relacionada à saúde” (QVRS) deles. Os aspectos físicos, sociais, emocionais e escolares são afetados. Tanto para o paciente quanto para seus familiares. A dor da DF é a principal causa de desconforto. A excessiva preocupação com os cuidados para evitar as crises e seus sintomas, exerce uma forte pressão emocional e psicológica em pacientes e familiares. A assistência especializada é de extrema importância para a prevenção e tratamento dos episódios de crises, e também no apoio psicológico para amenizar os transtornos. O Hemocentro de Alagoas (HEMOAL) tem um Ambulatório de Hematologia, um Serviço Especializado com um Equipe Multiprofissional completa, que disponibiliza assistência plena para estes pacientes das Doenças Falciformes e de várias outras doenças hematológicas.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Aprovado projeto de lei que inclui o farmacêutico como RT de serviços de vacinação

    A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), da Câmara dos Deputados, aprovou o parecer da relatora deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do Projeto de Lei nº 1403/2019. O PL dispõe sobre o funcionamento dos serviços privados de vacinação humana, garantindo o farmacêutico como Responsável Técnico desses estabelecimentos. Caso se esgote o prazo de cinco sessões sem manifestações em contrário, o próximo passo é a remessa para sanção.

    “Essa é uma conquista para a profissão farmacêutica, pela qual todos nós, do Conselho Federal de Farmácia (CFF), trabalhamos muito” comenta o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João. Ele lembra que o projeto de lei original, de autoria do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), prévia apenas médicos como RTs. “Felizmente conseguimos reverter esse que seria um equívoco, visto que temos uma lei, a Lei nº 13.021/2014, que garante o serviço de vacinação nas farmácias, e uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a RDC n° 197/2017, que autoriza, no serviço de vacinação, a RT por farmacêutico e por enfermeiro (além dos médicos)”, informou.

    Walter Jorge João destaca a participação decisiva do CFF tanto na aprovação da lei quanto na publicação da RDC nº 197/2017 e na revogação da Portaria Conjunta Anvisa/Funasa nº 001/2000, em 20018. “Foram atos que acabaram definitivamente com o monopólio médico dos serviços de vacinação privados, monopólio este de 20 anos”, comenta o presidente do CFF, lembrando que o conselho tem investido muito na capacitação dos farmacêuticos para que eles possam ocupar os espaços de trabalho nessa área. “O curso Serviço de Vacinação por Farmacêuticos já habilitou cerca de 3 mil RTs em todo o país.”

    Outros projetos 

    Durante a manhã desta quarta-feira, 14/06, a Diretoria e o Plenário do CFF, além de lideranças farmacêuticas de diferentes unidades da federação, estiveram mobilizados na Câmara dos Deputados. O objetivo foi acompanhar a reunião da Comissão de Saúde onde seriam votados os projetos de lei n° 5443/2019, que institui a tarja azul ou prescrição farmacêutica para medicamentos isentos de prescrição (MIPs), e nº 356/2023, que autoriza o Poder Executivo a criar o Programa Nacional de Farmácia Popular Móvel- FARMARODAS. Mas ambos foram retirados de pauta e não houve votação.

    O CFF defende a aprovação do PL da tarja azul, que vem consolidar a prescrição farmacêutica regulamentada pelo conselho desde 2013. Já o segundo é visto com cautela. “Precisamos entender melhor essa proposta para assegurar que o farmacêutico seja envolvido e possa cumprir o seu papel como profissional da saúde essencial ao cuidado à saúde das pessoas”, disse o presidente Walter da Silva Jorge João. “Vamos nos manter vigilantes em relação aos temas para que cheguemos ao melhor desfecho possível.”

    Fonte: Ascom CFF

  • Fiscalização do CRF/AL ministra palestra para estudantes de farmácia do Cesmac

    O gerente de fiscalização Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Irajá Martins, esteve na terça-feira, 13, no Cesmac conversando sobre o funcionamento da fiscalização com os estudantes do primeiro período do curso de Farmácia. A atividade faz parte da disciplina estudo das ciências farmacêuticas ministrada pela professora Tatiane Accioly.

    Irajá pontuou que recebeu o convite para falar um pouco como funciona a fiscalização do exercício profissional, as atribuições do Conselho e a ética profissional. “O nosso principal objetivo apresentar a instituição que os fiscaliza, mas acima de tudo os deveres e direitos da sua profissão”.

    Tatiane Accioly disse que foi um momento importante para que os alunos conhecessem a atuação farmacêutica de um fiscal e as competências de um conselho de classe. “O CRF/AL é um parceiro nosso, e a ideia é que os alunos tenham essa percepção porque é o conselho de classe que assegura o nosso exercício profissional”.

    O estudante de farmácia, Emanuel Fidelis, revelou que a palestra foi muito importante porque mostrou o verdadeiro significado de um conselho de classe. “Eu pensei que o CRF só fazia entrega de carteiras e na palestra eu descobri que é o conselho que apura o exercício ilegal da profissão, a conduta profissional e que dá o suporte necessário a atuação profissional dentro da lei e da conduta ética. Para mim, foi muito gratificante”.

    Fonte: Ascom CRF/AL