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  • Diretoria do CRF/AL participa de Encontro de Diretores dos CRF´S em SP

    Os diretores do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas participaram do Encontro dos Diretores dos Conselhos Regionais de Farmácia, nos dias 18 e 19 de agosto, na cidade de São Paulo. Durante os dois dias, os presidentes, vice-presidentes, secretários-gerais e diretores-tesoureiros dos conselhos de Farmácia do país apresentaram iniciativas, debateram sobre procedimentos, sugeriram alterações e novas ações para promover o melhor acesso aos serviços de cada entidade, assim como fortalecer a profissão farmacêutica nos mais diferentes aspectos.

    Temas como teleconsulta farmacêutica, interface com parlamentares, solicitação de exames laboratoriais por farmacêuticos, padronização e definição de estratégias da fiscalização nos Estados, atendimentos presenciais e via eletrônica, funcionamento dos Grupos Técnicos de Trabalho, prazos de certidões de regularidades, uniformização dos registros, procedimentos e rotinas, fundo de assistência, foram alguns dos assuntos discutidos no evento.

    Fábio Pacheco, presidente do CRF/AL, afirma que participar destes encontros é importante, pois há uma troca de experiências com regionais que possuem um estrutura maior do que a nossa. “Apesar de sermos de um estado pequeno, nós queremos oferecer um serviço de excelência, e é conhecendo as experiências de outros regionais que vamos melhorando o nosso”.

    Daniel Fortes, vice-presidente do CRF/AL, diz que os vice-presidentes são os responsáveis pela coordenação da fiscalização, que esse é uma tema sensível. “O propósito desse encontro dos vices foi elaborar um manual que padronize os procedimentos de fiscalização em todo o Brasil. A expectativa é que esse manual fique pronto até outubro e seja submetido à comissão de fiscalização do CFF. Essa iniciativa atende a reivindicações dos farmacêuticos que acabam ficando confuso com as constantes mudanças de resoluções.”.

    Carmem Arroxelas, diretora-secretária do CRF/AL, garante que voltou cheia de ideias para melhorar o atendimento prestado aos farmacêuticos alagoanos. “Foram dois dias muito produtivos, conhecer o funcionamento de outros regionais abre novos horizontes. Compartilhamos experiências e a mala veio repleta de boas ideias”.

    Fonte: Ascom CRF/AL com informações do CRF/SP

  • Nota de Falecimento: Denis Fagner Souza Lins

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, por meio dos seus diretores, conselheiros e colaboradores, vem a público expressar sua dor e sentimentos pelo falecimento do farmacêutico Denis Fagner Souza Lins. Ao tempo em que nos solidarizamos com a família e amigos, desejando força e o conforto de Deus para essa inestimável perda.

  • Agosto Dourado: farmacêutica Gabriela amamentou depois de um câncer de mama

    No mês de incentivo ao aleitamento materno, conhecido como Agosto Dourado, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas conta a história da farmacêutica Gabriela Costa que é mãe da Laura, de 11 anos e do pequeno Lucca de cinco meses.

    A farmacêutica amamentou Laura até os 11 meses de vida e segundo ela foi uma experiência maravilhosa. “O início é dolorido, porém, com paciência e doação, tudo passa e fica um momento prazeroso e gratificante”, disse. Gabriela tinha o sonho de ser mãe novamente, mas em dezembro de 2016, foi diagnosticada com câncer de mama e o sonho precisou ser interrompido.

    “Retirei a mama direita total, fiz o tratamento, terminei a parte de quimioterapia e radioterapia em outubro 2018, porém, tomava um medicamento oral e injetável para o controle da doença, o que me deixava na menopausa e sabia que seria difícil engravidar novamente”, falou.

    Em dezembro de 2020, a médica a liberou para tentar engravidar, contudo, ela sabia que não seria fácil porque estava com menopausa há 14 meses. Ainda assim, Gabriela suspendeu o tratamento (medicamentos) e em julho de 2021 engravidou. Lucca nasceu em março de 2022, e ela sabia que só poderia amamentá-lo por dois meses.

    “Eu tinha que retornar o tratamento, achei que seria difícil produzir leite suficiente para Lucca, mas Nossa Senhora operou milagres na minha vida, consegui amamentar o Lucca até os cinco meses e como voltei a trabalhar, hoje ele está tomando fórmula”, comemorou.

    Recentemente, Gabriela realizou exames de acompanhamento do seu tratamento e os resultados foram ótimos, permitindo que Lucca seja amamentado até novembro. “Amamentação é paciência, doação e amor acima de tudo. Meu Lucca continua mamando e complementando com a fórmula”, pontuou.

    Agosto Dourado

    O mês de agosto é conhecido como Agosto Dourado por simbolizar o incentivo ao aleitamento materno – a cor dourada está relacionada ao padrão ouro de qualidade do leite humano. Este ano, o Ministério da Saúde escolheu como tema da campanha: “apoiar a amamentação é cuidar do futuro”.

    Atualmente, no Brasil, a amamentação exclusiva alcança 45,8% dos bebês com até seis meses. Para as mulheres, amamentar reduz o risco de desenvolvimento do câncer de útero e câncer de mama. Para o bebê, fortalece o sistema imunológico, reduz os riscos de obesidade, desenvolvimento de diabetes, casos de diarreia, infecções respiratórias, hipertensão, colesterol alto, além de reduzir a mortalidade por causas evitáveis em crianças menores de cinco anos.

    A meta estabelecida pela Organização Mundial da Saúde é de aumentar em 50% a taxa de aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida até 2025.

    Fonte: Ascom CRF/AL com informações do Ministério da Saúde

  • Setembro Amarelo: GT de Saúde Mental realiza Simpósio para discutir temas da saúde mental

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas realiza o I Simpósio de Saúde Mental no dia 17 de setembro com o tema: das Bases da Neurociência aos Transtornos Mentais. Organizado pelo Grupo de Trabalho de Saúde Mental, o evento acontecerá de forma online e presencial, simultaneamente.

    A farmacêutica Carmem Arroxelas, líder do GT, explica que o objetivo do evento é discutir temas ligados a saúde mental. “Setembro é o mês de conscientização contra o suicídio, o setembro amarelo, e nós como profissionais de saúde não podemos negligenciar a saúde mental porque ela afeta diretamente a nossa saúde física”, pontuou.

    O encontro contará com palestrantes experientes na área da saúde mental, como farmacêuticas, psicólogo e bióloga doutora em neurofarmacologia, ou seja, uma equipe multiprofissional. Serão abordados as bases da neurobiologia, da psicologia, avanço dos tratamentos e a relação dos medicamentos em disfunções sexuais. “Realizar o evento online e presencial foi a maneira que encontramos para contemplar todos os interessados na área”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Contratação de farmacêuticos reduz em 40% gastos com medicamentos

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Fábio Pacheco, esteve na cidade de Penedo em meados de março, onde conheceu todo o complexo de assistência farmacêutica da cidade. Acompanhado pelo diretor de assistência farmacêutica e da Vigilância Sanitária Municipal, Ângelo Mendes, o presidente conheceu a CAF, a farmácia de crônicos, a farmácia central do município e as farmácias das UPAS.

    Ângelo revelou que o trabalho desenvolvido na cidade tem alcançado resultados positivos. “Nós temos sete farmacêuticos contratados e todos eles atuando na assistência farmacêutica. Fico feliz em saber que conseguimos mostrar que o farmacêutico vai muito além da dispensação”, comentou.

    De acordo com o diretor, Penedo reduziu em 40% o gasto com medicamentos, possui uma farmácia que atende as demandas administrativas e judiciais, dando apoio a procuradoria do município e oferta um serviço maior do que o preconizado em lei. “Aqui nós valorizamos o farmacêutico”, garantiu Ângelo.

    Fábio comentou que o complexo de assistência farmacêutica de Penedo é referência na região. “Estou encantando com o trabalho desenvolvido pelos farmacêuticos, tudo muito organizado, local de trabalho adequado aos profissionais, isso me deixa extremamente feliz porque sei que eles estão sendo reconhecidos e valorizados pelo seu trabalho”.

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • Farmacêuticas pesquisam novos medicamentos para tratamento de leishmaniose

    Dados do Ministério da Saúde mostram que em Alagoas oito pessoas morreram de leishmaniose no ano de 2020. O município de Estrela de Alagoas foi que registrou o maior número de casos com uma média de 5,33 para cada 100 mil habitante. Na Semana Nacional de Controle e Combate à Leishmaniose, instituída pela Lei nº 12.604/2012, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas apresenta a pesquisa das farmacêuticas e professoras Doutoras Magna Suzana Alexandre Moreira e Aline Cavalcanti de Queiroz no desenvolvimento de novos fármacos para o tratamento da doença.

    Coordenadoras do Laboratório de Farmacologia e Imunidade-LAFI da Universidade Federal de Alagoas, elas afirmam que o tratamento já é realizado por meio de medicamentos, contudo, alguns são bastante tóxicos, outros tem preços elevados, além da resistência dos parasitos, o que torna o tratamento ineficaz. “Nós temos nos dedicado a estudar novas entidades químicas proveniente de produtos naturais ou sintéticos para o tratamento das leishmanioses, que estão entre as doenças mais negligenciadas pela indústria farmacêutica”, falou Aline.

    De acordo com Magna, a pesquisa busca novos medicamentos com melhor índice terapêutico, já que existe uma necessidade de novas estratégias terapêuticas para essa doença que desperta grande preocupação na comunidade médica e científica mundial. “Os números são crescentes e a doença está se disseminando para áreas urbanas. Os estudos realizados na UFAL buscam entender os mecanismos de interação parasito-hospedeiro para encontrar uma melhor estratégia no desenvolvimento destes medicamentos para que tenhamos uma ferramenta farmacológica que contribua para o avanço na quimioterapia das leishmanioses”.

    A farmacêutica Aline revela que a pesquisa é desenvolvida em consonância com a política industrial farmacêutica do Brasil e conta com a expertise de alguns grupos, a exemplo do INCT- Inofar. “A partir da etapa de descoberta, o nosso objetivo é conseguir parcerias com o setor produtivo, para dar sequência as etapas subsequentes que são a avaliação pré-clínica e a fase clínica de desenvolvimento para que possamos avançar na cadeia de desenvolvimento em fármacos e medicamentos”, disse.

    Segundo Magna, a pesquisa traz a possibilidades da geração de uma nova tecnologia terapêutica, além de ferramentas qualitativas e quantitativas de disseminação de conhecimento, por meio de produção de literatura e de conhecimento. “Esses são os insumos fundamentais ao processo produtivo de uma nação, é por meio da pesquisa que nós construímos uma sociedade economicamente estratégica e sustentável, uma vez que atuamos diretamente nas cadeias produtivas, contribuindo para algumas das metas da agenda da ONU para 2030’, garantiu.

    O que são as leishmanioses?

    As leishmanioses são um grupo doenças infecciosas causadas por parasitos do gênero Leishmania e transmitidas por insetos hematófagos (que se alimentam de sangue). As fontes de infecção das leishmanioses são, principalmente, os animais silvestres e os insetos flebotomíneos (mosquito palha) que abrigam o parasita em seu tubo digestivo, podendo ter também como hospedeiro o cão doméstico e o cavalo.

    As Leishmanioses apresentam-se em três formas clínicas: a forma visceral (mais grave) que tem como sintomas febre irregular, prolongada, anemia, indisposição, palidez da pele e ou das mucosas, falta de apetite, perda de peso, inchaço do abdômen devido ao aumento do fígado e do baço; e as formas cutânea e mucocutânea : que entre duas a três semanas após a picada pelo flebótomo aparece uma pequena elevação da pele avermelhada que vai aumentando de tamanho até formar uma ferida recoberta por crosta ou secreção purulenta. As doenças também podem se manifestar como lesões inflamatórias nas mucosas do nariz ou da boca.

    As Leishmanioses não são contagiosas nem se transmitem diretamente de uma pessoa para outra, nem de um animal para outro, nem dos animais para as pessoas. A transmissão do parasito ocorre apenas através da picada do inseto vetor pela fêmea infectada. Na maioria dos casos, o período de incubação é de 2 a 4 meses, mas pode variar de 10 dias a 24 meses.

    O diagnóstico é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais. A leishmaniose visceral em humanos é considerada, pela Organização Mundial de Saúde, uma das principais doenças negligenciadas do planeta, pois ocorre com maior frequência em populações socialmente mais vulneráveis, principalmente em crianças. É uma doença grave e que pode levar à morte se não for tratada oportuna e adequadamente.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Educação Continuada: GT PIC´s inicia retomada de eventos presenciais

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promoveu no último dia 06 de agosto o I Simpósio de Saberes e Fazeres em Práticas Integrativas e Complementares, organizado pelo Grupo de Trabalho de Práticas Integrativas e Complementares (PIC’s).

    Fábio Pacheco, presidente do CRF/AL, ressalta que faz parte da ação 07 da proposta de campanha, que contempla a educação continuada e marca o retorno do eventos presenciais. “Depois de um período difícil que enfrentamos com a pandemia, a retomada dos cursos presenciais é gratificante porque nada substitui o contato, a energia de um curso com a presença dos profissionais fisicamente. A troca de conhecimentos é muito melhor”.

    O líder do GT, Robert Nicácio, destacou que o evento teve como objetivo difundir entre os profissionais e futuros farmacêuticos, as práticas integrativas e complementares. “Essa é uma área em crescimento e o farmacêutico, pode e deve ter um lugar de destaque em relação a elas”.

    De acordo com ele, o formato do seminário foi pensado para contemplar os dois públicos, com momento de palestras pela manhã e à tarde a realização de oficinas. “Nas palestras apresentamos todas as ferramentas para que o farmacêutico seja um empreendedor, por isso, abordamos temas que foram desde do uso da rede social como ferramenta de divulgação do seu negócio, falamos da comunicação com o paciente e mostramos como montar o seu consultório farmacêutico”.

    No período da tarde, os participantes tiveram a oportunidade de aprender e vivenciar algumas destas práticas. “Tivemos oficinas de óleos essenciais, de escalda pés e acupressão, que são algumas técnicas que os profissionais podem adotar em seus atendimentos”. Além disso, houve a apresentação do Guia de Autocuidado que foi elaborado pelo GT.

    Para a farmacêutica Paula Viviani, uma das palestrantes, o evento foi um sucesso, superando as expectativas quanto ao interesse pelo tema e na quantidade de profissionais. “Todos muito participativos, aprendendo e compartilhando seus conhecimentos sobre as áreas citadas. Como farmacêutica e terapeuta fico extremamente realizada em poder contribuir com os nosso colegas farmacêuticos”, disse.

    A estudante de farmácia Janiclécia Ferreira, que cursa o 10º período na faculdade Uninassau no polo de Arapiraca, disse que o curso foi muito bom porque trouxe uma visão muito mais ampla da atuação do farmacêutico. “A gente pode aprender com os melhores profissionais de Alagoas e tudo de forma presencial. Isso só reforça que nós não somos só entregadores de caixinha, as práticas integrativas vem ganhando espaço e nos mostra o quanto o autocuidado é importante não apenas para o outro, mas também para nós mesmos”.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • ENAF: Fiscalização em consultório farmacêutico é tema mais relevante para farmacêuticos fiscais de AL

    A equipe de fiscalização do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas esteve participando nos dias 04 e 05 de agosto do XVI Encontro Nacional de Fiscalização que aconteceu em Brasília, na sede do Conselho Federal de Farmácia.

    O farmacêutico fiscal Écio Matias destacou que o encontro é um excelente instrumento para a troca de experiência com outros regionais e também para capacitação dos fiscais, gerentes e coordenadores. “A atualização é importante porque ela traz aprimoramento e eficiência à fiscalização do exercício profissional no âmbito da profissão farmacêutica”.

    Para ele, um dos pontos mais relevantes discutidos no encontro foram as discussões relacionadas à regulamentação e fiscalização de Consultórios Farmacêuticos, bem como à judicialização de inspeções realizadas em Hospitais, UBSs, UPAs, dispensários e Postos de Medicamentos. “Com o debate nós contamos com uma clareza maior quanto ao entendimento jurisprudencial que veda as autuações para contratação de farmacêuticos em Hospitais com menos de 50 leitos, UBSs, UPAs e Dispensários de Medicamentos”.

    Andrezza Queiroga, farmacêutica fiscal, revelou que participar do encontro pela primeira vez e foi muito gratificante. “É um evento de grande importância, onde há a abordagem de temas relevantes e atualizados, agregado ao contato com profissionais que atuam em outras jurisdições, que vivenciam realidades diferentes na rotina de trabalho e possuem diferentes pontos de vista, o que gera boas discussões e muito conhecimento”.

    Na opinião da fiscal, as palestras sobre a fiscalização em consultórios farmacêuticos e a fiscalização na área de estética foram as que mais despertaram a sua atenção. “Apesar de não termos grande demanda nessas áreas aqui em Alagoas, esse é um segmento que tende a crescer”.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Declínio de casos positivos para Covid-19 é esperança para var…

    Declínio de casos positivos para Covid-19 é esperança para var…

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  • Dia Nacional da Farmácia: Drª Eline Baracho fala sobre a importância deste estabelecimento na promoção da saúde

    Alagoas conta com 1849 farmácias, entre drogarias, farmácias de manipulação, homeopáticas e públicas, cadastradas no Conselho Regional de Farmácia de Alagoas. Considerada estabelecimento de saúde com a aprovação da Lei 13021/14 “, as farmácias hoje devem possuir a presença do farmacêutico durante todo o horário de funcionamento.

    O dia 05 de agosto é dedicado a este estabelecimento que tem um papel importante na saúde da população. As primeiras farmácias eram chamadas de Botica, que era o lugar onde as pessoas se deslocavam para comprar seus medicamentos nos tempos coloniais. Eles também eram responsáveis por preparações e distribuição de medicamentos às pessoas doentes. Nessa época, as atividades médicas e farmacêuticas não se distinguiam e ao chamado boticário era atribuída a responsabilidade de se conhecer e curar as doenças, por meio do correto preparo e armazenamento de medicamentos.

    Nos dias atuais, as farmácias ainda permanecem como sendo o lugar onde as pessoas buscam orientações que refletem no bem estar e manutenção da saúde. A farmacêutica Eline Baracho ressalta que as farmácias não devem vistas como um simples comércio, mas sim como um estabelecimento de saúde. “Aos farmacêuticos cabe o papel de prestar assistência farmacêutica e de promover noções básicas de cuidados da saúde e o uso racional de medicamentos”.

    Segundo Eline, as farmácias comunitárias são as que mais geram emprego aos farmacêuticos , sobretudo, pela implantação dos serviços farmacêuticos nestes estabelecimentos. “Essa é uma realidade cada vez mais frequente, os serviços prestados vão desde a orientação na dispensação de medicamentos e promoção do uso racional deles, até a realização de serviços clínicos, como por exemplo, testes rápidos e acompanhamento farmacoterapêutico”.

    Ela pontua que isso levou a farmácia e o farmacêutico a um patamar de serviço essencial, e uma grande prova foi o período da pandemia, em que estes estabelecimentos não fecharam diferente dos demais estabelecimentos comerciais. “Nos dois últimos anos o farmacêutico teve um protagonismo na linha de frente da pandemia, com a gestão de medicamentos e outros insumos, orientação ao uso racional e realização de testes-rápidos, muitas vezes arriscando a própria saúde e a de sua família, para garantir o acesso aos serviços à população”.

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas parabeniza a todos os farmacêuticos que atuam nas farmácias alagoanas e orgulha-se em contribuir por uma prestação de assistência farmacêutica de qualidade a todos os alagoanos.

    Fonte: Ascom CRF/AL