Author: admin

  • Medicamento em spray usado para depressão exige cautela

    Já está em vigor a Resolução da Diretoria Colegiada RDC Nº 676 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que atualiza o Anexo I (Listas de Substâncias Entorpecentes, Psicotrópicas, Precursoras e Outras sob Controle Especial) da Portaria SVS/MS nº 344, de 12 de maio de 1998. A norma dispõe sobre uma alteração de grande relevância, já que traz a mudança da Cetamina da lista C1 para a lista B1, ou seja, para um controle mais rígido, receita específica e tempo determinado para uso.

    Como explica a farmacêutica Walleri Reis, membro do Grupo de Trabalho de Educação Permanente do Conselho Federal de Farmácia, a cetamina ou escetamina já era utilizada como anestésico, mas estudos recentes identificaram o potencial desse fármaco para ação em pacientes com quadro de depressão grave. “É uma inovação terapêutica importante visto que nós não tínhamos medicamentos que tivessem uma ação tão rápida (efeito em horas). Esse medicamento tem efeito antidepressivo por um mecanismo diferente dos demais antidepressivos registados e é muito rápido. Visto seus benefícios em depressão refratária, em especial nos casos graves, pós tentativa de suicídio, a formulação nasal, que é o Spravato foi aprovada. Só que ele não substitui os antidepressivos pra uso crônico porque o efeito dele não e duradouro”, ressalta Walleri.

     or ser indicado para uso de emergência, Walleri Reis esclarece que a utilização do produto precisa estar associado ao tratamento contínuo e deve ocorrer dentro de estabelecimento monitorado (hospitais ou clínicas), com acompanhamento de profissional devidamente habilitado. “Ele deve ser utilizado em casos de depressão refratária, ou seja, que já foram tentados outros esquemas terapêuticos e que esses outros esquemas terapêuticos, por exemplo: diversos antidepressivos falharam ou quando o paciente está em risco de vida”.

    O texto da resolução destaca a informação de que os medicamentos à base das substâncias cetamina e escetamina devem conter na bula, em destaque, a frase: “USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE”. A farmacêutica Walleri Reis reforça esse alerta, já que o medicamento pode causar efeitos colaterais importantes, especialmente em caso de utilização abusiva e inadequada e sem acompanhamento profissional. “Ele está associado a algumas reações adversas relacionadas ao seu uso, como por exemplo a sedação e, em alguns casos, até mesmo psicose. Então, por isso, precisa na verdade ser administrado em ambiente hospitalar, monitorado, ou em uma clínica com acompanhamento de um profissional de saúde habilitado, no caso um psiquiatra pra garantir que esse paciente vai ter uma boa evolução”, destacou.

    Ouça a matéria completa na Rádio News Farma.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • CFF defende implantação de serviços e consultório farmacêutico no Programa Farmácia Popular

    O Ministério da Saúde estabeleceu, nesta quinta-feira (12), nova forma de auditoria para o Farmácia Popular do Brasil, através de portaria que regulamenta o procedimento no caso de indícios de irregularidades no âmbito do programa. A vice-presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Lenira da Silva Costa, e a assessora da presidência, Josélia Frade, participaram do lançamento do novo modelo de fiscalização, em Brasília-DF.

    O regulamento cria o Procedimento de Análise Informatizada, que consiste na aplicação de um processo eletrônico de análise de riscos para a auditorias realizadas no programa. O método é semelhante à análise informatizada de convênios elaborada pela Controladoria-Geral da União (CGU).

    “Essa reformulação moderniza o programa e permite ampliar o acesso, focando nas boas práticas. Em razão da iniciativa, trouxemos a preocupação do Conselho Federal de Farmácia, tanto para o ministro Dr. Marcelo Queiroga quanto para a Dr.ª Sandra de Castro, Secretária de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos, enfatizando a necessidade de participação integral do farmacêutico, obtendo papel mais abrangente que a dispensação do medicamento e alcançando o monitoramento da terapêutica e o acompanhamento dos pacientes assistidos pelo Farmácia Popular”, explica Lenira da Silva Costa.

    O CFF também reforçou a importância da inserção dos consultórios farmacêuticos nas farmácias, para que o Farmácia Popular atinja a eficácia planejada no combate ao diabetes, hipertensão, asma e todo o rol de doenças abrangido pelo programa. “Os pacientes podem usufruir de uma assistência de qualidade, perto de casa e sem sobrecarregar as unidades básicas de saúde, desde que este serviço farmacêutico seja incorporado em todas as farmácias”, reforçou a vice-presidente.

    Programa Farmácia Popular do Brasil

    O Programa Farmácia Popular do Brasil, coordenado pelo Ministério da Saúde, é mais uma alternativa de acesso da população aos medicamentos, cumprindo uma das principais diretrizes da Política Nacional de Assistência Farmacêutica.

    O Programa também se utiliza da rede privada de farmácias e drogarias comerciais credenciadas com o intuito de ampliar o acesso aos medicamentos à população brasileira, aproveitando a dinâmica da cadeia farmacêutica (produção x distribuição x varejo), por meio da parceria entre o Governo Federal e o setor privado varejista farmacêutico.

    Atualmente, o Programa abrange 4.398 municípios e 30.922 farmácias credenciadas.

    A assessora da presidência do CFF, Josélia Frade, reconheceu a importância do avanço dos mecanismos de controle para minimizar fraudes e manifestou o sonho de ver, além do aumento do acesso, a incorporação dos princípios do monitoramento da efetividade e segurança do uso de medicamentos nos diferentes programas do Ministério da Saúde. “O Programa já completou 18 anos, é mais do que hora de avançar para além da avaliação do impacto econômico. Os farmacêuticos estão prontos, podem contribuir muito na monitorização de indicadores clínicos e na prestação de diversos serviços que visam melhorar o processo de uso dos medicamentos”.

    Novo modelo

    Por meio da nova metodologia, o Denasus utilizará uma matriz que indicará, de acordo com a classificação de risco, os estabelecimentos que serão objeto de auditoria informatizada (para riscos muito baixo, baixo ou médio) ou de auditoria na forma tradicional (para riscos alto ou muito alto), explicou o diretor do Departamento Nacional de Auditoria do SUS, Cláudio Costa. O gestor disse esperar, com o novo modelo, ter auditorias executadas em prazos mais curtos, sobretudo nos casos identificados com baixo risco de suspeição, de forma que haja drástica redução do tempo entre o bloqueio da farmácia e a espera por auditoria.

    Ao dar detalhes sobre a portaria, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse “É um dever de todos nós trabalharmos juntos para evitar a corrupção. Temos que utilizar o poder do Estado para identificar aqueles que se colocam na frente da concretude das políticas públicas. Assino feliz essa portaria”.

    O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Daniel Pereira, considerou que essa ação é mais uma do governo de modernização da sua gestão. “Seguimos com a finalidade de sempre atingir a diretriz de identificar cada centavo do orçamento deste Ministério para políticas públicas efetivas para os cidadãos brasileiros”.

    A iniciativa faz parte de um conjunto de medidas implementadas pela Pasta para o aprimoramento das auditorias, que inclusive contará com ferramentas de Inteligência Artificial para impedir as possíveis fraudes no programa.

     

    Conselho Federal de Farmácia, com informações de Gustavo Frasão e Nathan Victor

    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde lança concurso sobre uso racional de medicamentos

    O Ministério da Saúde acaba de lançar a V Edição do Prêmio Nacional de Incentivo à Promoção do Uso Racional de Medicamentos “Lenita Wannmacher” – 2022. O concurso visa incentivar produções técnicas, científicas, artísticas, culturais e de intervenção social voltadas à promoção do uso racional de medicamentos com aplicação no Sistema Único de Saúde (SUS).

    Criada em 2009, a premiação visa dar destaque às ações que promovem o uso racional de medicamentos pela população, o que envolve a prescrição, a dispensação até o consumo desses produtos pelas pessoas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entende-se que há uso racional de medicamentos quando pacientes recebem medicamentos apropriados para suas condições clínicas, em doses adequadas às suas necessidades individuais, por um período adequado e ao menor custo para si e para a comunidade. “O prêmio tem a finalidade de premiar e reconhecer o mérito dos serviços de saúde e o mérito científico dos pesquisadores que investigam temas relacionados ao uso de medicamentos pelos pacientes nos diversos contextos. Podem ser inscritos trabalhos que relatem ações para inibir e reduzir o uso inadequado de medicamentos e relatos de estratégias inovadoras para monitoramento automatizado do uso de medicamentos”, destacou a farmacêutica Pâmela Saavedra, do Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos (Cebrim) e membro do Comitê Nacional de Promoção do Uso Racional de Medicamentos, organizador do prêmio.

    A premiação é realizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Podem participar pesquisadores, gestores, trabalhadores, artistas, representantes de instituições culturais e de organizações da sociedade civil com atividades desenvolvidas entre os anos de 2018 a 2022. Todas as iniciativas premiadas receberão menção honrosa, gravação de vídeo apresentando a experiência, publicação da experiência em capítulo dentro de e-book. As experiências da gestão e/ou clínica que conquistarem o primeiro lugar nas áreas prioritárias definidas no edital receberão 10 mil reais em prêmios.

    As inscrições poderão ser realizadas no período de 20 de junho até 18 de julho de 2022. Cadastramento deve ser feito exclusivamente via internet, em sistema informatizado disponível no site: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sctie/daf/eventos/2022/PremioUsoRacionalMedicamentos

    Fonte: Comunicação do CFF

  • Seis farmacêuticos estão entre os principais cientistas de Imunologia do Brasil

    A organização científica Research.com, que avalia o desempenho de cursos, universidades, publicações e pesquisadores em diferentes áreas do conhecimento, publicou a 1ª edição do ranking dos principais cientistas da área de Imunologia. Seis farmacêuticos estão no ranking que reúne os 30 principais cientistas de imunologia do Brasil. A lista é baseada num rigoroso exame feito entre 166.880 cientistas de todo o mundo, por meio do Google Scholar e do Microsoft Academic Graph.

    O ranking leva em consideração o número de publicações na área da Imonologia, total de citações do autor em artigos científicos e o índice H, ou h-index em inglês, cuja proposta é quantificar a produtividade e o impacto de cientistas, baseando-se nos seus artigos mais citados. O limite do índice h a ser considerado para aprovar um acadêmico é definido como 40 se a maioria de suas publicações for na área de Imunologia.

    O objetivo é inspirar acadêmicos, empresários e tomadores de decisão saberem onde os principais especialistas estão e fornecer uma oportunidade para toda a comunidade científica descobrir quem são os principais especialistas em campos de pesquisa específicos, em diferentes países. “É uma métrica interessante e, para mim, funciona como uma espécie de avaliação de parte da minha carreira como pesquisador que é medida pelas minhas publicações”, afirmou Alexandre Barbosa Reis, que ocupou a 27 posição no ranking.

    O farmacêutico Olindo Assis Martins Filho figura na 13ª posição entre os 30 imunologistas do Brasil e na 2.171ª colocação no ranking mundial. Olindo Assis Martins-Filho se destacou pelas contribuições à área de Imunologia, por meio de 280 publicações, 9.098 citações e valor 56 do índice H. Olindo atua como pesquisador titular da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Chefe do laboratório de Biomarcadores de Diagnóstico e Monitoração do Centro de Pesquisas René Rachou/Fiocruz-Minas.

    A farmacêutica Andréia Teixeira Carvalho, da Fundação Oswaldo Cruz, ficou na 16ª posição no ranking nacional e na 2.485ª colocação entre os imunologistas de todo o mundo. Ela se destacou com 202 publicações, 7.178 citações e valor 53 do índice H. Pesquisadora do Instituto René Rachou Fiocruz-Minas, Andréia tem experiência na área de Saúde Pública, com ênfase em Imunologia e foi coordenadora do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde do instituto (2018 a 2021).

    Na 19ª posição, está o farmacêutico José Carlos Farias Alves Filho, que se destacou com 133 publicações, 7.335 citações e valor de índice H 47. Professor Associado do Departamento de Farmacologia da Universidade de São Paulo (USP), José ocupou a 3.013ª colocação em nível mundial. Atualmente, José é membro da Sociedade Brasileira de Farmacologia e Terapêutica Experimental, da Sociedade Brasileira de Imunologia e da British Society for Immunology.

    Thiago M. Cunha ficou na 20ª posição, com 158 publicações, 8.001 citações e valor H de 44. No ranking mundial, Thiago ficou em 3.224 lugar. Ele possui graduação em Farmácia-Bioquímica pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (1999-2003), mestrado (2003-2005) e doutorado (2016) em Farmacologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

    Luiza Guilherme Guglielmi ficou na posição 25, com 87 publicações, 5.087 citações e índice H 43. Ela ocupou a 3401 colocação mundial. A pesquisadora líder de grupo pelo CNPq em Imunopatologia da Febre Reumática e Desenvolvimento de Vacina contra o S. pyogenes, possui graduação em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Federal do Paraná (1976), Mestrado em Imunopatologia e Imunogenética – Universidade Paris VII (1982), doutorado em Imunologia pela Universidade de São Paulo (1992) e Livre Docência em Imunologia pelo Instituto de Ciências Biomédicas, Departamento de Imunologia, ICB-USP (2003).

    O farmacêutico Alexandre Barbosa Reis, da Universidade Federal de Ouro Preto, figura na 27ª posição nacional e 3.459ª colocação no ranking mundial. Ele se destacou com 118 publicações, 5.684 citações e valor 42 do índice H. Alexandre é professor titular de Parasitologia Clínica do Departamento de Análises Clínicas da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e pesquisador sênior do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Doenças Tropicais (INCT – DT).

    Ele conta que soube da classificação no ranking por um e-mail recebido do site research.com e comemorou por ter sido classificado entre os 30 pesquisadores brasileiros na área da Imunologia. “O ranking veio não só para me encher de vaidades, mas para reafirmar que nosso esforço enquanto pesquisadores “resilientes e guerreiros” valeu a pena, mesmo lutando contra a corrente de um país que ainda não tem uma política de Estado em ciência e tecnologia. E, por isto, sofre com governantes e políticos negacionistas que não valorizam a ciência como mola propulsora do desenvolvimento e da igualdade social, afirmou Alexandre.

    Os farmacêuticos que se destacaram:
    – Olindo Assis Martins Filho (13)
    – Andréia Teixeira Carvalho (16)
    – José Carlos Farias Alves Filho (19)
    – Thiago M. Cunha (20)
    – Luiza Guilherme Guglielmi (25)
    – Alexandre Barbosa Reis (27)

    Veja o ranking completo em https://research.com/scientists-rankings/immunology/br

    Fonte: Comunicação do CFF

  • CRF/AL promove talk show e atendimentos no dia do Uso Racional de Medicamentos

    No último dia 05 de maio, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promoveu, no shopping Maceió, uma ação em comemoração ao Uso Racional de Medicamentos. Com o tema, Medicamentos: a segurança está na informação, farmacêuticos e estudantes de farmácia estiveram durante todo horário de funcionamento do shopping atendendo a população.

    O vice-presidente do CRF/AL, Daniel Fortes, ressaltou a importância destes momentos com a população. “Nós, farmacêuticos, somos responsáveis por promover o uso racional de medicamentos, e é por meio da Educação em saúde que vamos mostrando os riscos de usá-los sem orientação de um profissional capacitado”, disse.

    Ao longo do dia foram promovidas palestras relacionadas ao tema, como, armazenamento de medicamentos em casa, uso de medicamentos em crianças, uso de medicamentos em idosos, automedicação, acompanhamento do farmacêutico no uso correto de medicamentos e outros.

    A estudante de farmácia Teresa Calantino esteve presente na ação e aprovou a iniciativa do CRF/AL. “Foi muito enriquecedor para mim, e acredito que para todos os meus colegas também. Poderíamos fazer mais ações como essas em locais públicos, para abordar realmente as pessoas e fazer o olho no olho”, pontou a estudante.

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • CRF/AL promove ação de saúde para falar sobre os riscos do uso de medicamentos em idosos e crianças

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promove no dia 05 de maio, Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos, uma ação para orientar a população sobre o risco da automedicação em idosos e crianças.

    O vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Daniel Fortes, explica que este é o público que mais sofre com as reações adversas dos medicamentos. “Estaremos no Maceió Shopping, em frente ao cinema Kinoplex, durante todo o dia, promovendo um talk show com temas que vão desde o armazenamento correto do medicamento até o acompanhamento do farmacêutico no uso correto de medicamentos”, disse.

    A ideia, segundo o vice-presidente, é orientar a população sobre o uso racional do medicamento, por isso, o tema da campanha deste ano é: Medicamentos: a segurança está na informação. “Como farmacêuticos, nós promovemos a educação em saúde e o nosso principal objetivo neste dia é conscientizar sobre os riscos do uso indiscriminado dos medicamentos”, pontuou.

    População Idosa

    Os idosos são os indivíduos que mais consomem medicamentos em uma sociedade, sendo assim, é o público que mais sofre com reações adversas, como intoxicações e interações medicamentosas. A farmacêutica, Sabrina Neves, pontua que estes são pacientes polimedicados, ou seja, que utilizam muitos medicamentos ao mesmo tempo e que também são mais sensíveis aos efeitos dos medicamentos por conta do processo fisiológico de envelhecimento.

    De acordo com ela, é importante que esse paciente tenha o acompanhamento do farmacêutico no uso destes medicamentos para que ele possa reduzir riscos de eventos adversos e obter um melhor prognóstico. “Este tipo de paciente tem uma menor capacidade de metabolização e excreção dos medicamentos em seu organismo, por isso, o acompanhamento farmacoterapêutico realizado por um farmacêutico apresenta muitas vantagens”, pontuou.

    As crianças

    Outro tipo de paciente que também sofrem com os efeitos dos riscos adversos são as crianças. A farmacêutica ressalta que é na primeira infância que algumas doenças ocorrem com maior frequência, levando ao consumo de medicamentos, muitas vezes sem orientação de um profissional de saúde. “Temos que levar em consideração a fisiologia do corpo infantil, para que seja feito o uso seguro e correto de medicamentos nos pacientes pediátricos, já que eles têm características fisiológicas distintas decorrentes do processo de crescimento”, informou.

    Sabrina lembra que a população pediátrica compreende desde os recém-nascidos até adolescentes, por conta disto, a absorção e efeito dos medicamentos em seus organismos é diferente do que acontece nos adultos. “As doses de medicamentos podem variar em até 100 vezes de um recém-nascido a um adolescente. Ter o acompanhamento do farmacêutico quanto a administração do uso de medicamentos na pediatria acaba contribui para otimização da terapia e redução dos riscos relacionados a este uso”, garantiu.

    Serviço

    Ação do Uso Racional de Medicamentos

    Data: 05 de maio

    Local: Maceió Shopping – em frente ao Kinoplex

    Atividades: atendimento à população e talk show

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL estará fechado nos dias 21 e 22 de abril

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas não funcionará na quinta-feira, 21 de abril, em virtude do feriado de Tiradentes, quando se comemora a Inconfidência Mineira. E, em cumprimento, a portaria n° 3.414 de 18 de abril de 2022, publicada no Diário Oficial da União, na sexta-feira 22 de abril, será ponto facultativo.
    Estarão fechadas a sede em Maceió e a seccional de Arapiraca. Os atendimentos retornam na segunda-feira, 25 de abril. O horário de funcionamento é de 8h às 12h e 13h às 17h.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • II Congresso Brasileiro de Ciências Farmacêuticas está com inscrições abertas

    A segunda edição do Congresso Brasileiro de Ciências Farmacêuticas (CBFC), maior congresso da profissão farmacêutica e principal evento do Conselho Federal de Farmácia, será realizada entre os dias 10 e 12 de novembro de 2022, em Foz do Iguaçu, no Paraná. A data foi anunciada no dia 23/03, durante a 67ª Reunião Geral dos Conselhos Federal e Regionais de Farmácia.

    O congresso deverá ser muito concorrido, pois está sendo muito esperado! A periodicidade ficou prejudicada em função da pandemia. Duas edições não puderam ocorrer. A retomada foi comemorada pelo presidente do CFF, Walter Jorge João, durante o lançamento. “A Covid-19 nos surpreendeu quando estávamos com tudo praticamente pronto, e o projeto precisou ser engavetado. Agora, finalmente poderemos nos reunir neste que é o mais importante congresso do nosso sistema. Espero todos vocês lá”. Walter Jorge João explicou também porque o evento não será realizado em Belém, no Pará, conforme havia sido anunciado. “O único espaço que comportaria os 4 mil participantes esperados, não apresentou os pré-requisitos exigidos para a contratação, o que nos fez optar por Foz do Iguaçu.”

    Um dos coordenadores da Comissão Científica do evento, o farmacêutico Wellington Barros, explicou que a programação original foi atualizada, assim como o tema, que agora será Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade na Assistência à Saúde. Ele falou sobre a escolha. “A inovação tecnológica é cada vez mais relevante para que as organizações obtenham sucesso e diferencial competitivo. No entanto, as inovações precisam resultar em tecnologias focadas em sustentabilidade, de modo a alcançar equilíbrio entre o ambiental, o social e o econômico. Ao abordar o valor dos temas tecnologia, inovação e sustentabilidade para o campo da saúde, pensamos no presente, mas, principalmente, no futuro. Tudo o que está chegando ao mercado para melhorar a qualidade de vida deverá trazer, no final, mais segurança e benefícios aos pacientes e aos sistemas público e privado de saúde.”

    Paralelamente, ao II CBFC serão realizados o III Congresso Brasileiro de Farmácia Estética, o Simpósio Brasileiro sobre Clínicas e Consultórios Farmacêuticos, o Encontro Brasileiro de Farmacêuticos em Serviços de Vacinação, o Encontro Brasileiro de Farmacêuticos da Indústria e Varejo, o Seminário Farmacêutico de Medicina Tradicional Chinesa e a Conferência Nacional de Análises Clínicas CFF/SBAC. A grade científica do II CBCF será bem diversificada e extensa, com opções para todas as áreas contempladas. Serão 72 Palestras, 36 Mesas-redondas e Painéis, 32 Minicursos, 12 Oficinas, 4 Casos Clínicos Interativos, 4 Conferências, 4 Talk shows, 4 Circuito de Práticas e 12 Workshops Empresariais. “Além desses eventos previstos, teremos outras atividades como reuniões abertas e fechadas, integração, sessão coordenada e encontros”, comenta Roberto Canquerini, que também está coordenando a Comissão Científica.

    O programa científico do Congresso está estruturado em uma matriz que correlaciona os eixos temáticos e os diferentes campos de conhecimento. Essa correlação contempla todas as áreas de atuação do farmacêutico ao longo da cadeia de provisão de insumos, produtos e serviços para a saúde e bem estar das pessoas. Neste contexto, emprega-se a tecnologia e a inovação como ferramenta para ampliar o potencial de cada profissional em ampliar a sustentabilidade e a segurança dos sistemas de saúde. “Esperamos que, além de trocar experiências, possamos fazer do congresso um momento para gerar conhecimento. E isso somente será possível com a ampla participação da categoria. Nesse sentido, conclamo cada um de vocês a propagar as informações sobre o congresso, para que possamos obter a maior participação possível”, disse o secretário-geral e coordenador-geral do Congresso, Gustavo Pires.

    Foz do Iguaçu a cidade escolhida para sediar o II CBCF dispõe de infraestrutura para realização de grandiosos eventos aliados às atrações turísticas, aos transportes e malha aérea existentes e aos aspectos geográficos, com a proximidade do Paraguai e Argentina, que fazem de Foz do Iguaçu uma ótima opção. Além da sua natureza exuberante e, ao mesmo tempo, acolhedora, com ampla infraestrutura para eventos, esta cidade aguarda os farmacêuticos brasileiros e latino-americanos para este encontro marcante.

    FAÇA JÁ SUA INSCRIÇÃO: www.congressobrasileiro.org.br

    Fonte: Comunicação do CFF

  • Curso de vacinação do CFF encerra inscrições no dia 31 de maio

    O curso Serviço de Vacinação por Farmacêuticos, oferecido pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) por meio da plataforma edufarma.cff.org.br, encerrará suas inscrições no dia 31 de maio. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 24/05, durante a 67ª Reunião Geral do Sistema Conselhos Federal e Regionais de Farmácia (Sistema CFF/CRFs), pela coordenadora Josélia Frade, que é também assessora da Presidência do Conselho Federal de Farmácia (CFF). O motivo é o grande número de inscritos. “Já são mais de 12 mil inscritos na etapa on-line, que ainda precisarão passar pela etapa presencial”, explicou Josélia Frade. Até o momento, 30 turmas presenciais foram formadas, das quais, 6 estão concluídas.
    Quem tem interesse ainda pode se inscrever. Para isso é obrigatório ser farmacêutico com registro ativo no conselho regional de Farmácia. Josélia explica que o curso não é aberto para estudantes porque prepara e habilita o profissional para a prestação de serviços de vacinação. Ela destaca que esse é o grande diferencial do curso. “Nosso curso não ensina apenas aplicar vacinas, mas forma o farmacêutico para prestar o serviço de vacinação e ser responsável técnico por este serviço”, comenta. O conteúdo é extenso e diverso, contemplando aspectos como legislação e normativas sanitárias, armazenamento e transporte de vacinas e até experiências exitosas de farmacêuticos nesta área.
    A carga-horária total do curso é de 60 horas. O conteúdo on-line é autoinstrucional e soma 40 horas. Ao final da etapa, é necessário alcançar a nota mínima de 60% na avaliação e anexar um mapa mental para cada módulo, para conseguir se matricular na etapa presencial. “O módulo presencial soma 20 horas de total imersão, sendo realizado sempre às sextas-feiras e sábados, de 7 às 19 horas. É um momento especial, em que os alunos têm contato com facilitadores  altamente capacitados e material didático de excelente qualidade e para possibilitar um melhor aproveitamento foram preparadas por meio de metodologias ativas diversas atividades”, observa Josélia. “Tem sido muito gratificante ouvir os depoimentos dos participantes. Eles ficam extremamente satisfeitos e tivemos casos de colegas que concluíram o curso já com serviços de vacinação estruturados, prontos para iniciarem a prestação desse serviço. Fomos também informados que existem estabelecimento solicitando a conclusão no nosso curso para efetivação de contratação.”
    Para a inscrição, é necessário que todos os dados que constam do cadastro do farmacêutico no CRF estejam atualizados, e que essas informações tenham sido encaminhadas ao CFF. A plataforma utiliza dados fornecidos pelos CRFs. Qualquer inconsistência pode inviabilizar a inscrição. Josélia Frade pediu ajuda dos diretores dos conselhos para aumentarem a frequência no envio dos dados ao CFF, para que a plataforma edufarma.cff.org.br opere com qualidade e que divulguem as informações sobre o curso, especialmente entre os alunos que se matricularam e ainda não concluíram a etapa on-line. “As turmas presenciais, sempre de 30 alunos, são formadas na medida em que há aprovados na etapa virtual em número suficiente para isso”, explica ela. Ao final manifestou gratidão a toda a grande equipe de voluntários que se dedicaram a construção do curso.
    Ao decidir ofertar o curso Serviço de Vacinação por Farmacêuticos, o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, destaca que o conselho procurou cumprir seu papel legal de zelar pela saúde pública e promover a assistência farmacêutica.  “Nessa pandemia, não poderíamos nos furtar de dar nossa contribuição à categoria farmacêutica e à sociedade, considerando que a saúde pública está tão carente de profissionais da saúde habilitados a prestação de serviços de vacinação. Somente com a garantia da pronta e adequada imunização dos cidadãos, poderemos vencer a Covid-19”, assinala Walter Jorge João, lembrando que o curso é gratuito, oferece materiais didáticos exclusivos, especialmente preparados para a capacitação de farmacêuticos.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • CRF/AL funciona até esta quarta-feira, 13 de abril

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que em virtude do feriado da semana santa, nos dias 14 e 15 de abril estará fechado. As atividades voltam a normalidade, na segunda-feira, 18 de abril.