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  • CFF participa de audiência pública para debater prescrição médica eletrônica

    Representando o presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter da Silva Jorge João, a assessora da diretoria, Josélia Frade, participou, na tarde desta segunda-feira (10.05), de audiência pública para debater prescrição médica eletrônica. A apresentação foi feita na Comissão de seguridade social e família da Câmara dos Deputados, conduzida pela Deputada Federal Adriana Ventura (Partido Novo/SP).

    Josélia Frade expôs a posição do CFF, que defende sempre o paciente como o centro deste debate. Lembrando que o dia 5 de maio é o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos, a assessora do CFF deixou claro que “não existe medicamento isento de risco!” e que erros de medicação podem ocorrer em qualquer etapa do processo de uso de medicamentos e causar danos ao paciente e aumento nos custos de saúde. A assessora alertou que “errar é humano e os erros podem ser prevenidos! Logo, não existem sistemas livres de erros. “Entretanto, é possível desenhar sistemas mais seguros, como os da aviação e indústrias químicas e nucleares. A continuidade do cuidado e os resultados em saúde dependem de um esforço integrado e resolutivo dos diferentes atores que participam do processo”.

    Segundo ela, a emissão de receita por meio eletrônico será uma contribuição importante para a melhoria do processo e uma dessas vantagens é ajudar a reduzir a ilegibilidade de receitas manuscritas. “Estima-se que cerca de 7% das prescrições manuais elaboradas em ambiente hospitalar apresentaram erros. Os erros de prescrição podem ser muito reduzidos com a adoção de um sistema de prescrição eletrônica, especialmente os que possuem suporte de decisão clínica”.

    Josélia Frade propôs à deputada Adriana Ventura que ela lidere um movimento para ampliar a discussão em torno do uso seguro de medicamentos, uma discussão que vá além da forma como os documentos da área da saúde devem ser emitidos, um debate que incorpore todos os profissionais da saúde que prescrevem e que participam do processo de uso de medicamentos e que avalie a melhor forma de utilização da tecnologia para aumentar a segurança e a efetividade deste processo, bem como a gestão no sistema de saúde. “A dispensação precisa ser ressignificada, ser compreendida e valorizada como uma etapa fundamental à continuidade do cuidado, que conecta o ato do prescritor ao paciente, para o acesso ao tratamento”, afirmou.

    Com relação ao uso de tecnologia para garantir a utilização da receita digital, Josélia lembrou que também precisa ser pensada de acordo com o produto que está sendo dispensado, pois cada um apresenta uma peculiaridade. “E, quando se fala em assinatura digital, é preciso sempre pensar em quem paga a conta, pois, pode ser que uma assinatura mais frágil também enfraqueça esse processo. Quem vai garantir que aquele profissional que assinou realmente não tem um processo ético ou está apto realmente a fazer isso? A gente vai deixar essa atribuição por conta das empresas? Acho que isso tudo também precisa ser trazido para o debate”.

    Outra iniciativa importante levantada pela assessora do CFF é parceria que está sendo articulada entre CFF e Conselho Federal de Medicina (CFM) para avaliação da Consulta Pública/Anvisa nº 1.018/2021 e elaboração de contribuição conjunta ao texto proposto pela Anvisa. Iniciou-se também uma conversa sobre a possibilidade de uma resolução conjunta sobre o tema. “Essa resolução deve abordar todas as etapas de dispensação e prescrição de medicamentos, pois elas devem sempre ser vistas de maneira indissociável”, afirmou.

    A presidente da Frente da Telessaúde, a deputada Adriana Ventura (Novo-SP), que solicitou a audiência pública, apontou para a necessidade de desenvolver a cultura do compartilhamento de informação. “A gente tem uma questão de confiança para trabalhar, este é um grande desafio”, observou.

    Farmacêutico na dispensação

    O deputado federal e médico Zacharias Calil (DEM/GO) deu destaque à mobilização nacional que está sendo articulada pelo CFF para evitar que o Projeto de Lei 5363/2020, do Deputado Federal Felício Laterça (PSL/RJ), que propõe assistência farmacêutica remota, seja colocado em pauta nesta quarta-feira, dia 12 de maio. “Eu vejo com muita preocupação às vezes você fazer um receituário, uma prescrição, eu morro de medo em relação a isso. Já aconteceu comigo de prescrever um determinado medicamento que eu utilizo como médico, muito indicado para a redução de tumores. Receitei 10mg por mL. Falei para a mãe: você tem que dar 1ml via oral para a criança. Ela deu dez mL (…). Então, às vezes os próprios pacientes fazem confusão em relação a isso”. Segundo o cirurgião pediátrico, a sorte foi que essa criança vomitou antes de chegar no pronto socorro, mas poderia ter sofrido graves consequências.

    Ele ainda citou casos em que presenciou erros de medicação por causa da semelhança das embalagens. “Mesmo você estando presencialmente, no centro cirúrgico ou no ambulatório, é possível pegar um frasco de determinado medicamento e confundir com outro. Por exemplo, a adrenalina: é muito comum você ter um fraco igual com outro tipo de medicamento dentro. Esses dias, fomos tratar uma pessoa com cólica renal. Era para ter sido usado buscopam, mas acabou sendo injetado cloreto de potássio na veia do paciente, que quase teve uma parada cardíaca por conta disso”.

    Calil disse não ser contra o uso de tecnologias, mas defendeu a importância de se manter todos os cuidados na prescrição, dosagem e dispensação de medicamentos “Isso têm que ser muito bem assimilado pela sociedade em geral. As pessoas devem ser muito bem esclarecidas em relação a isso, principalmente agora que já existe esse projeto propondo atendimento farmacêutico via remota”.

    A audiência virtual sobre prescrição médica eletrônica da Câmara dos Deputados também contou com a participação da coordenadora de Controle e Comércio Internacional de Produtos Controlados da Anvisa, Moema Luisa Silva Macedo, do conselheiro federal e 1º Secretário do CFM, Hideraldo Luis Souza Cabeça, do diretor do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS/SE/MS), do diretor-executivo de Relações Institucionais da Abrafarma, Renato Alencar Porto e da diretora da Saúde Digital Brasil, Renata Zobaran.

     Acesse a audiência neste link.

    Acesse a apresentação da Dra. Josélia Frade, do CFF.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • CRF/AL oferece nova ferramenta de atendimento através da Ouvidoria

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas disponibiliza mais uma plataforma de atendimento, através da ouvidoria no site oficial da instituição. A nova ferramenta ofertará serviços de abertura de processos, denúncias, reclamações e solicitação de informações.

    Robert Nicácio, presidente do CRF/AL, explica que este é mais um canal de comunicação para trazer agilidade nos atendimentos. “Na pandemia, nós ampliamos os serviços que podem ser feitos online, e com mais esta ferramenta, os farmacêuticos não precisarão se deslocar, basta acessar a plataforma e realizar o serviço que deseja”, disse.

    Para acessar a plataforma, o farmacêutico deve acessar o endereço eletrônico wordpress.crf-al.org.br/ ir na aba serviços, clicar em ouvidoria e se cadastrar. Ao entrar no sistema, ele pode escolher qual a área deseja atendimento: secretaria, jurídico, comunicação, financeiro e área técnica.

    Os atendimentos presenciais são preferencialmente para registro de pessoa física e jurídica e averbação de RT. Saibas quais são os serviços ofertados pelos setores.

    Secretaria:
    Cédula de Identidade Profissional;
    Atualização de cadastro;
    Cadastro de pessoa física e jurídica;
    Requerimento;
    Outros

    Financeiro:
    Boleto de pagamento
    Outros

    Fiscalização:
    Justificativa de ausência
    Outros

    Jurídico:
    Andamento de Processos
    Consulta jurídica (resoluções CFF)
    Negociação de dívidas
    Outros

    Área Técnica:
    Dúvidas Assuntos regulatórios
    Parecer de processos
    Outros

  • CRF/AL realiza live sobre estratégias de sucesso no empreendedorismo

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promove na próxima segunda-feira, 10 de maio, às 15h uma live com o farmacêutico Cadri Awad, diretor geral do Instituto Bulla. O evento será transmitido pelo canal do youtube do CRF/AL  e tem como objetivo conversar sobre estratégias para ter sucesso no empreendedorismo.

    Alexandre Correia, vice-presidente do CRF/AL, explica que esta é uma oportunidade dos profissionais alagoanos conversarem com um farmacêutico com 25 anos de experiência no varejo farma. “Os farmacêuticos poderão identificar seus erros e transformar sua farmácia num local super lucrativo”, disse.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Anvisa alerta sobre armazenamento, preparo, dose e administração das vacinas contra Covid

    As três vacinas distribuídas pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde atualmente possuem diferenças significativas no que diz respeito ao processo de conservação e armazenamento, preparo, dose a ser utilizada e intervalo de tempo entre a aplicação das doses, o que pode ser um fator de confundimento dos profissionais e assim, aumentar riscos de eventos adversos no processo de vacinação.

    No quadro abaixo é possível verificar as principais diferenças entre elas, conforme a bula de cada vacina 1-3:

    Acesse o quadro completo e todas as informações no site da Anvisa.

     

    Vacina adsorvida covid-19 (inativada)

    Coronavac/

    Butantan

    Vacina Covid-19 Recombinante Fiocruz/Astrazeneca

    Vacina Comirnaty

    Wyeth/Pfizer

    Dose

    0,5 mL por dose 0,5 mL por dose 0,3 mL por dose

    Preparo

    Agitar o frasco-ampola antes do uso.

     

    Não diluir.

    Não agitar.

     

     

     

    Não diluir.

    Descongelar o frasco antes da diluição. Os frascos congelados devem ser transferidos para um ambiente a temperatura entre 2 °C e 8 °C para descongelar; alternativamente, os frascos congelados também podem ser descongelados durante 30 minutos a temperatura até 30 °C para uso imediato.

     

    Deixe o frasco descongelado atingir a

    temperatura ambiente e inverta-o suavemente 10 vezes antes da diluição. Não agite.

     

    Antes da diluição, a dispersão descongelada pode conter partículas amorfas e opacas de cor branca a esbranquiçada.

     

    Diluir: A vacina descongelada deve ser diluída no frasco original com 1,8 mL de solução injetável de cloreto de sódio 9 mg/mL (0,9%).

     

    Após diluição: Após a diluição, o frasco contém 2,25 mL com possibilidade de extração de 6 doses de 0,3 mL.

    – Usando técnica asséptica, limpe o batoque do frasco com um algodão antisséptico de uso único.

    -Retire 0,3 mL da vacina.

    Seringas/agulhas de baixo volume morto devem ser usadas para extrair 6 doses de um único frasco. A combinação de seringa de baixo volume morto e agulha deve ter um

    volume morto não superior a 35 microlitros.

    Se seringas e agulhas padrão forem usadas, pode não haver volume suficiente para extrair a sexta dose de um único frasco.

    – Cada dose deve conter 0,3 mL de vacina.

    – Se a quantidade de vacina restante no frasco não puder fornecer uma dose completa de 0,3 mL, descarte o frasco e qualquer volume remanescente.

    Via de Administração e Modo de usar

    Via intramuscular, na parte superior do braço Via intramuscular

    na parte superior do braço

    Via intramuscular, na parte superior do braço

     

    Esquema de vacinação

    2 doses separadas de 0,5 mL cada 2 doses separadas de 0,5 mL cada

     

    2 doses separadas de 0,3 mL cada

    Intervalo entre as doses

    2 a 4 semanas 4 a 12 semanas Maior ou igual a 3 semanas

    Condições de Armazenamento

    Sob refrigeração (2 a 8ºC).

     

    Não congelar.

     

    Proteger da luz.

     

    Sob refrigeração (2 a 8ºC).

     

    Não congelar.

     

    Proteger da luz.

     

    Congelado em Temperatura entre -90°C e -60°C, por 6 meses.

     

    Alternativamente, os frascos fechados podem ser armazenados e transportados entre -25°C a -15 °C por um período único de até 2 semanas e podem retornar a -90 °C a -60 °C.

     

    Uma vez retirada do congelador, a vacina fechada pode ser armazenada por até 5 dias entre 2°C e 8 °C.

     

    Dentro do prazo de validade de 5 dias a 2 °C a 8 °C, até 12 horas podem ser usadas para o transporte.

     

    Antes do uso, a vacina fechada pode ser armazenada por até 2 horas a temperatura de até 30°C.

     

    Contraindicações

    Alergia a qualquer um dos componentes desta vacina.

     

     

     

    Hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer dos excipientes da vacina covid-19 (recombinante).

     

    Pacientes que sofreram trombose venosa e/ou arterial importante em combinação com trombocitopenia após vacinação com qualquer vacina para a COVID-19.

    Não deve ser administrada a indivíduos com hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer um dos excipientes da vacina.

     

     

    Fonte: Anvisa

  • CRF/AL alerta sobre os riscos da automedicação com fitoterápicos e plantas medicinais

    Um estudo publicado pela revista Brazilian Journal of Health Review em fevereiro de 2021 mostrou que mais de 80% da população mundial faz uso de algum tipo de planta em busca de alívio para sintomas de várias doenças, como dores, edemas e outros. E com o advento da pandemia da Covid-19, os fitoterápicos apresentaram um crescimento nas vendas de mais de 21%. A crença popular de que são medicamentos inofensivos leva a população a consumi-los de forma indiscriminada.

    No dia do Uso Racional de Medicamentos, 05 de maio, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas alerta sobre os malefícios da automedicação com fitoterápicos e plantas medicinais. A farmacêutica, Gabriela Corti aponta que uma das causas deste consumo é o fácil acesso, o baixo custo destes medicamentos e herança cultural familiar. “Isso sem contar com aquela prática de indicar a um amigo e buscar na internet receitas de chás e informações sobre estes medicamentos”, disse.

    Segundo a farmacêutica a falta de conhecimento do uso das plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos pode levar a toxicidade uma vez que o conhecimento popular não traz informações fundamentais de como estes produtos devem ser consumidos. “As pessoas desconhecem a forma correta de preparar, por exemplo, um chá, a quantidade da planta que deve ser usadas em relação a quantidade de água, a forma de armazenamento e os problemas de intoxicação se agravam por isso”, comentou.

    Gabriela diz que também deve se levar em consideração as interações medicamentosas, sobretudo, naqueles pacientes que fazem uso de medicamentos de uso contínuo para o tratamento de doenças como diabetes e hipertensão arterial. “Não podemos esquecer também da combinação destes medicamentos com a alimentação que também pode ser perigosa. Um exemplo dos perigos de uma intoxicação é o uso de algumas espécies de cogumelos que, se consumidos, podem levar à morte”, alertou.

    De acordo com ela, esta forma de tratamento é um recurso importante para a população, possibilitando a junção do conhecimento científico e cultural, contudo, ele deve ser feito sob orientação profissional no tratamento de doenças, sendo o farmacêutico o profissional habilitado para atuar na orientação sobre estes produtos. “Ainda que sejam de origem natural, não podemos esquecer que se tratam de substâncias químicas que podem causar toxicidade. O farmacêutico é responsável por alertar a população sobre os riscos da automedicação de fitoterápicos”, reforçou.

    Fitoterápico X plantas medicinais

    O fitoterápico é um produto farmacêutico obtido através do processamento de matérias-primas ativas vegetais cuja segurança e eficácia são baseadas em evidências clínicas. Eles são administrados nas mesmas vias que os medicamentos convencionais e podem ser encontrados em cápsulas, comprimidos, soluções, cremes, pomadas, xaropes e óleos essenciais.

    As plantas medicinais são aquelas que apresentam ação farmacológica, ou seja, ajudam na cura ou tratamento de várias doenças. Ela é utilizada de forma in natura em preparações caseiras, como os chás, por exemplo.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • NOTA DE ESCLARECIMENTO

    NOTA DE ESCLARECIMENTO

    A diretoria do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas vem a público esclarecer alguns pontos sobre a veiculação de imagens e vídeos da fachada da sede do CRF/AL.

    Em 2019 foi solicitado à Prefeitura de Maceió o alvará de aprovação do projeto de execução de obra da reforma da sede. Contudo, ele não foi liberado porque existem pendências no projeto decorrente de uma reforma de ampliação da sede que aconteceu há 14 anos sem o alvará da Prefeitura de Maceió.

    Além disso, é do conhecimento de todos que alguns bairros de Maceió vêm sofrendo com a desocupação desde o início do ano passado e diante deste cenário de incertezas esta diretoria optou por não realizar a reforma orçada no valor de aproximadamente R$ 400.000,00.

    Na quarta-feira, 27 de abril, o portal de notícias Gazeta web, publicou a notícia de que 50% da área de Hospital Portugal Ramalho sofre efeitos da movimentação do solo. A unidade de saúde é localizada no mesmo endereço do CRF/AL, isso só reforça, que talvez, num futuro próximo poderemos ser obrigados a desocupar o local e não receber o valor real do imóvel.

    Reconhecendo a necessidade de uma manutenção predial, em janeiro de 2021 foi solicitado ao setor responsável a abertura de um processo para que sejam feitos todos os serviços necessários. Em casos de dúvidas, a atual gestão está disposição para apresentar todos os documentos a fim de que sejam esclarecidos os eventuais questionamentos.

    Por fim, a diretoria do CRF/AL e os conselheiros regionais repudiam a publicação realizada com intuito eleitoreiro, buscando promover sensacionalismo e revolta junto a categoria, incluindo imagem da fachada de um terreno baldio que não faz parte do prédio.

     

    Diretoria do CRF/AL

    Maceió, 01 de maio de 2021

     

  • Covid-19: Farmacêutico alagoano fala da importância da segunda dose da vacina

    Um levantamento realizado pela Secretaria de Saúde de Maceió, no início do mês de abril, mostrou que mais de cinco mil pessoas deixaram de tomar a segunda dose na capital. O farmacêutico e membro do Grupo de Trabalho de Saúde Pública do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Fábio Pacheco, explica que uma única dose pode não gerar a maturidade e memória imunológica para que o indivíduo fique protegido da Covid-19.

     “A vacina de Oxford foi testada para ter uma dose, mas durante os experimentos, comprovou-se que precisava das duas doses. É de extrema importância que seja seguido o que foi previsto experimentalmente, porque não temos dados de que uma dose é suficiente”, alertou.

    De acordo com ele, o atraso de um ou dois dias não prejudica a imunização em si, mas pode atrapalhar a logística da unidade de saúde em que a pessoa recebeu a vacina. A orientação é que a pessoa procure o local onde foi vacinado dentro do prazo, que pode variar entre vinte dias a três meses, a depender da vacina que foi aplicada.

    “O período máximo para a aplicação da segunda dose da vacina do Butantan (Corona Vac) é de até 28 dias. Para a vacina de Oxford/AstraZeneca, esse intervalo pode ser de até três meses, mas tem que receber a segunda dose”, pontuou.

    E por que são necessárias duas doses? Um imunizante geralmente demora de duas a três semanas para fazer efeito. As duas vacinas (Coronavac e Oxford/AstraZeneca) disponíveis no Brasil precisam de duas doses para atingir a eficácia total. “Para que o indivíduo fique protegido da doença, o sistema imunológico precisa criar a imunidade protetora, composta por anticorpos neutralizantes, que impedem a entrada do vírus na célula”, disse.

    O farmacêutico ressalta que com duas semanas, já é possível detectar a proteção, mas a maior quantidade de anticorpos é registrada um mês após o término da vacinação, com variações individuais, afinal, as formulações se distinguem:  a de Oxford/AstraZeneca é feita com vetor viral e CoronaVac é feita com vírus inativado.

    Outro ponto importante, lembrado por Fábio, é que o Plano Nacional de Imunização (PNI) prevê o uso de diferentes imunizantes, mas não a utilização da chamada intercambialidade de doses, que é receber a primeira injeção de um imunizante e a segunda, de outro.

     “Mesmo que estejam vacinados, o uso de máscara, álcool gel, lavagem das mãos e distanciamento social devem continuar porque não sabemos se as vacinas vão conseguir impedir a transmissão e tirar o novo coronavírus de circulação ou se apenas impedirão que as pessoas vacinadas tenham a forma mais leve da COVID-19. Nenhuma vacina do mundo garante proteção imune total”, falou.

    O que são as vacinas?

    A vacina é uma preparação biológica que, ao ser aplicada, estimula o organismo a produzir anticorpos e/ou células de defesa que protegem a pessoa vacinada contra doenças infecciosas, em geral causadas por vírus ou por bactérias. Atualmente, existem numerosas vacinas que são adotadas pelos países para a prevenção de uma série de doenças. Essas doenças são chamadas imunopreveníveis, ou seja, que podem ser evitadas por um processo de resposta imune induzido pela vacinação.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL promove simpósio alagoano sobre Uso Racional de Medicamentos

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, promove nos dias 04 e 05 de maio, o I Simpósio Alagoano do Uso Racional de Medicamentos. O evento conta com a participação de palestrantes locais com temas voltados na área clínica, educação em saúde, segurança do paciente e outros.

    Daniel Fortes, secretário geral do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, explica que a ideia do simpósio é valorizar os profissionais alagoanos que tem estudos sobre o Uso Racional de Medicamentos. “Neste momento de pandemia, optamos por valorizar o farmacêutico alagoano. Sabemos da capacidade técnica dos colegas e essa é a oportunidade que todos também conheçam o melhor de Alagoas”, afirmou.

    O simpósio faz parte da ação do Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos, comemorado em 05 de maio. Em virtude da pandemia, o Simpósio acontecerá de forma online pelo canal do youtube do CRF/AL. As inscrições podem ser feitas por meio do endereço eletrônico: https://doity.com.br/simposio-alagoano-de-uso-racional-de-medicamentosinscricao/inscricao

    Confira a programação:

                

     

    Campanha

    O Conselho tem feito um convite aos farmacêuticos alagoanos para gravar um vídeo de até 30 segundos falando sobre a importância do uso racional de medicamentos. Para participar basta enviar o vídeo para [email protected]  que eles serão publicados nas nossas redes sociais.

     

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Resoluções CFF: mudanças na fiscalização acontecem a partir de maio

    Em maio entra em vigor as resoluções n° 700 e 701 do Conselho Federal de Farmácia que trata da fiscalização. Entre as mudanças, pode-se destacar: o formato da certidão de regularidade técnica, a mudança no perfil de assistência farmacêutica e o prazo para afastamento provisório.

    A partir de agora, o formato da Certidão de Regularidade Técnica (CRT) contém no cabeçalho o Registro no CRF e o regional. As informações de validade e autenticidade só serão disponibilizadas através da leitura do QR-Code. Conforme as resoluções, o perfil de assistência farmacêutica sofreu alterações nos índices de avaliação.

    Quanto ao afastamento provisório anteriormente o prazo máximo para protocolar era de 48h e agora passa a ser de 12h. Outro ponto importante é quanto a aplicação de penalidades àqueles que comunicarem, por meio de redes sociais, que a fiscalização está acontecendo na sua cidade.

    Clique aqui para ver as resoluções:

    RESOLUCAO No 700 DOU

    Resolução 701

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL estará fechado na quarta-feira, 21 de abril

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que na quarta-feira, 21 de abril, estará fechado em virtude do feriado nacional de Tiradentes .  Os atendimentos serão retomados na quinta-feira, 22 de abril, das 9 às 12h, das 13h às 17h.