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  • Prévias carnavalescas: CRF/AL alerta para os riscos da mistura de medicamentos e bebidas alcoólicas

    Um estudo divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em novembro de 2024, revela que o consumo de álcool causa, em média, 12 mortes por hora no Brasil. Os homens representam 86% desses casos, sendo que quase metade das mortes está relacionada ao consumo de álcool combinado com doenças cardiovasculares, acidentes e episódios de violência. Já as mulheres correspondem a 14% das mortes, e, em mais de 60% dos casos, o álcool esteve associado ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares e diferentes tipos de câncer.

    Com a chegada das prévias carnavalescas, é fundamental reforçar os cuidados. O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL), Daniel Fortes, alerta que a combinação de álcool com medicamentos pode ser perigosa, tanto para quem faz uso contínuo de fármacos para tratamento de condições como hipertensão e diabetes, quanto para aqueles que utilizam medicamentos de forma ocasional.

    “Dependendo da classe do medicamento, a interação com o álcool pode provocar efeitos adversos como sangramento gástrico, sonolência excessiva, depressão respiratória e outros problemas. Alguns antibióticos, como o metronidazol, quando ingeridos com bebidas alcoólicas, podem causar vômitos e arritmia cardíaca. Além disso, há medicamentos cujo efeito pode ser reduzido devido à interação com o álcool”, explica.

    Outro grupo de fármacos que requer atenção são os anti-inflamatórios não esteroides, como o ácido acetilsalicílico (AAS) e o ibuprofeno. Quando combinados com álcool, eles aumentam o risco de úlceras gástricas e hemorragias. Já analgésicos de venda livre, como dipirona e paracetamol, podem potencializar os efeitos do álcool e, em alguns casos, causar hepatite medicamentosa. Além disso, a ingestão de bebidas alcoólicas associada a medicamentos para tratamento do diabetes pode levar a quadros de hipoglicemia.

    Daniel Fortes ressalta que a quantidade de álcool ingerida é um fator determinante no nível de interação medicamentosa. “Cada medicamento pode interagir de forma diferente com o álcool, podendo ter seu efeito potencializado ou reduzido, dependendo do princípio ativo. O ideal é que, antes de consumir qualquer um dos dois, o folião consulte um farmacêutico”, orienta.

    Ressaca

    Para minimizar os efeitos do consumo excessivo de álcool, o presidente do CRF/AL recomenda intercalar a ingestão de bebidas alcoólicas com água. A fim de manter a hidratação adequada, a recomendação é ingerir entre 0,035 e 0,050 litros de água por quilo de peso corporal ao longo do dia. Por exemplo, uma pessoa que pesa 60 kg deve consumir entre 2,1 e 3 litros de água diariamente. Além disso, uma alimentação equilibrada, rica em frutas, legumes e vegetais, pode ajudar a reduzir os efeitos do álcool no organismo e amenizar os sintomas da ressaca.

    Caso ocorra um quadro de ressaca, a orientação é evitar o uso de medicamentos e priorizar a hidratação para auxiliar na recuperação do corpo.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL alerta sobre a escolha de maquiagens para o carnaval

    Carnaval chegando e os looks vão muito além da customização de abadás. A maquiagem também ganha destaque trazendo ainda mais criatividade e personalidade para a folia. Contudo, o uso de maquiagens de procedência duvidosa pode trazer riscos à saúde.

    A secretária geral do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Flavia Dabbur, explica que maquiagens sem registro na Anvisa podem causar reações alérgicas na pele e/ou irritação ocular. Um exemplo, no caso dos cílios, o uso de colas instantâneas para fixar cílios e unhas postiças podem ser um potente irritante.

    Sombras, rímel, lápis e delineador em especial, que sejam de origem duvidosa e baixa qualidade podem causar conjuntivite, irritabilidade ocular, blefarite dentre outros problemas. Por se tratar de um produto que fica em contato com a área dos olhos por longo período, os metais pesados que podem estar associados aos pigmentos dessas maquiagens, podem ser absorvidos, lembrando que não são eliminados pelo nosso corpo, sendo acumulados ao longo da vida.

    De acordo com a farmacêutica, em fevereiro de 2024, a Vigilância Sanitária já havia emitido um alerta de segurança quanto as colas do tipo instantâneas que não são regularizadas como cosméticos, e utilizadas em procedimentos de beleza e aplicação de cílios postiços.

    “É importante que o consumidor compre esses produtos em drogarias, farmácias, redes de supermercados, estabelecimentos especializados na área de cosméticos bem como sites oficiais das marcas dos cosméticos”. Na hora da compra deve-se observar como as fórmulas estão descritas nos rótulos, se existe erro gramatical ou de tradução, a qualidade da embalagem, a padronização do rótulo e principalmente número de registro ou notificação na Anvisa, pois isso demonstra que os produtos não estão de acordo com a legislação vigente.

    Outro alerta é o valor do produto. Flavia garante que não existe milagre quando o assunto é o preço: “se a maioria dos produtos está sendo vendido por um determinado valor, e outro estiver muito abaixo, o consumidor deve desconfiar da origem deste produto”, e isso serve tanto para as lojas físicas quanto para as virtuais.

    A secretária afirma que as maquiagens de origem duvidosas não passam por um controle de qualidade e para baratear a produção, a forma de fabricação e as matérias-primas, como os pigmentos, por exemplo são de baixa qualidade ou proibidos pela legislação. “Não é pra deixar de usar a maquiagem até porque os produtos cosméticos são amplamente utilizados e geralmente seguros, contudo, é importante se atentar aos pontos citados acima”.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmacêuticos estão respaldados para prescrever medicamentos categorizados como tarjados

    Resolução aprovada pelo plenário do Conselho Federal de Farmácia (CFF), nesta quinta-feira (20.02), respalda oficialmente o farmacêutico a prescrever medicamentos categorizados como tarjados. O regulamento dispõe sobre o ato profissional de estabelecer o perfil farmacoterapêutico no acompanhamento sistemático do paciente e representa mais um grande avanço para a categoria.

    “A autoridade do farmacêutico na prescrição de medicamentos fica definitivamente resguardada com a aprovação dessa resolução pelo plenário. Sem dúvida, ela representa um grande avanço para a profissão e solidifica ainda mais a presença do farmacêutico no cuidado à saúde da população”, comemorou o presidente do CFF, Walter Jorge João.

    O texto foi apresentado aos conselheiros pelos farmacêuticos clínicos Wallace Bottacin e Walleri Reis, denominados pelo presidente para trabalhar a proposta. “A prescrição de medicamentos de venda ‘sob prescrição’ sempre foi uma competência do farmacêutico. Inclusive, isso é definido nas últimas diretrizes curriculares nacionais de 2017. Lá está previsto, pelo Ministério da Educação, o que todos os cursos de farmácia devem seguir e consta, diversas vezes, que o farmacêutico deve ser formado com competência em prescrições farmacológicas”, esclarece Wallace Bottacin.

    Além disso, a Lei 13.021/2014 prevê, em seu artigo 13º, inciso 5º, que é obrigação do farmacêutico estabelecer o perfil farmacoterapêutico do paciente. De acordo com Wallace, a única forma de um farmacêutico estabelecer o perfil farmacoterapêutico do paciente para construir os planos de cuidado é através da operacionalização, ou seja, da prescrição farmacêutica. “Nossa resolução garante que o farmacêutico prescreva medicamentos tarjados, além dos de venda livre, que já são passíveis de prescrição há bastante tempo. A partir de agora, passamos a ter uma solidez maior, fundamentada na Lei Federal 13.021/2014 e alinhada a todo o contexto histórico da profissão”, complementa o especialista.

    O conteúdo desta resolução destaca a importância de outra resolução também aprovada nesta quinta-feira, que institui o Registro de Qualificação de Especialidade (RQE) para farmacêuticos. A medida busca reconhecer formalmente a qualificação dos profissionais em suas respectivas áreas de especialização. “As duas regulamentações estão interligadas, já que as atribuições do farmacêutico na prescrição de tarjados está condicionada ao RQE de farmácia clínica, de farmácia estética, de tricologia e também dispositivos importantes que garantem essa prescrição no Sistema Único de Saúde, em cenários aplicados”. 

    RQE é um número de registro nacional que certifica a formação em uma especialidade farmacêutica. Ele permite que os profissionais registrem suas especialidades nos conselhos regionais, assegurando mais segurança para a sociedade e maior valorização da profissão. Com esse novo registro, os farmacêuticos poderão comprovar oficialmente sua qualificação em diversas especialidades de atuação.

    Fonte: Ascom CFF

  • Nota de Esclarecimento

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas vem a público esclarecer e alertar a sociedade alagoana sobre o vídeo veiculado por um influenciador digital, no qual são distribuídas caixas de medicamentos na praia da Ponta Verde e em um shopping de Maceió. A prática retratada no vídeo configura graves infrações legais e sanitárias, além de representar um risco à saúde da população.

    A distribuição indiscriminada de medicamentos, como ocorrida no vídeo, viola a legislação sanitária brasileira, em especial a Lei 5.991/1973, que dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos. De acordo com o artigo 12 desta lei, a dispensação de medicamentos deve ser realizada exclusivamente por farmácias e drogarias, sob responsabilidade de um profissional habilitado.

    Além disso, o ato de distribuir medicamentos sem prescrição ou orientação profissional configura infração ao Código Penal (artigo 273), que proíbe a venda, exposição à venda ou entrega, ainda que gratuita, de produtos medicinais sem as devidas autorizações. A prática também fere a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 44/2009 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelece boas práticas para a dispensação de produtos farmacêuticos. 

    O Tadalafila é um medicamento de uso sob prescrição médica, indicado para o tratamento de disfunção erétil e hipertensão arterial pulmonar. Seu uso inadequado, sem prescrição ou acompanhamento médico, pode causar efeitos colaterais graves, como hipotensão, problemas cardiovasculares e reações alérgicas. A distribuição indiscriminada de medicamentos, especialmente em espaços públicos, banaliza seu uso e promove a automedicação, colocando em risco a saúde e a segurança da população. 

    A prática retratada no vídeo faz apologia ao uso recreativo de medicamentos, o que é extremamente preocupante, pois incentiva o consumo irresponsável de substâncias que devem ser utilizadas apenas com orientação profissional. 

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, por meio de sua assessoria jurídica, está tomando as providências necessárias para encaminhar a denúncia aos órgãos competentes, como a Vigilância Sanitária, o Ministério Público e a Anvisa, a fim de que as medidas cabíveis sejam adotadas. 

    Reforçamos o nosso compromisso com a saúde pública e com o uso racional de medicamentos, e convocamos a sociedade a se unir no combate a práticas que colocam em risco a segurança e o bem-estar da população.

    Canais de Denúncia:

       O CRF-AL reforça que a população pode e deve denunciar práticas irregulares envolvendo medicamentos. As denúncias podem ser feitas aos seguintes órgãos: 

       – Vigilância Sanitária Municipal e Estadual: responsáveis por fiscalizar o comércio e a distribuição de medicamentos. 

       – Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL): por meio do telefone (82) 99999-8624 ou e-mail fiscalizaçã[email protected]

       – Anvisa: por meio do sistema de notificações da Agência. 

  • Mulheres na ciência: conheça a história da farmacêutica/pesquisadora Marília Goulart

    ados da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam que, no mundo, apenas uma em cada três pesquisadoras é mulher. Por isso, a ONU instituiu o dia 11 de fevereiro, como o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, para promover o acesso à educação, treinamento e pesquisa.

    Reconhecendo a importância da mulher na comunidade científica, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas traz a história da farmacêutica e pesquisadora Marília Goulart, doutora em ciência. Marília pontua que fazer ciência independe do gênero, contudo, um dos entraves para as mulheres é que o reconhecimento da cientista-mulher é falho.

    “Para as mulheres, historicamente, e, em várias partes do mundo, existe desigualdade de oportunidades em educação, especialmente no tocante à ciência. Há carência de modelos femininos indicativos de que se possa fazer e bem. Devido aos papéis tradicionais da mulher-profissional-educadora-mãe, em três turnos, sem divisão adequada de tarefa, há necessidade de mudanças de hábitos, políticas públicas, para assegurar que ela cumpra bem as suas múltiplas funções.

    De acordo com ela, a ciência exige dedicação, colaboração, empatia, resiliência e entusiasmo associados às habilidades técnicas e circunstâncias favoráveis para que se possa seguir em frente. “Como mulher, professora, cientista, companheira, mãe e avó, me sinto agraciada. Como farmacêutica, sigo os passos de minha mãe Haydée, e fortemente estimulada pela família e ambiente, me divido entre dois mundos, o da química e o da saúde”.

    A pesquisa de Marília é realizada na Universidade Federal de Alagoas e conta com o apoio de alunos e ex-alunos. Ela pontua que o seu trabalho em produtos naturais, química orgânica, eletroquímica, nutrição e doenças baseadas em estresse oxidativo (conhecido mais comumente como a luta contra radicais livres danosos à saúde), a levou do laboratório químico à pesquisa clínica, agregando valor a inúmeros produtos naturais oriundos de fontes vegetais e seguros, que têm grande potencial de utilização na terapêutica de doenças, entre elas as gastrointestinais e materno-infantis.

    “Nós conseguimos com o uso de metodologias cada vez mais abrangentes, em matrizes ambientais e biológicas, gerar, por exemplo, a partir de sementes do maracujá, e uma série de compostos químicos, formulações nutracêuticas aplicáveis. Isso nos traz a perspectiva de gerar conhecimentos, de formar recursos humanos, e de aplicações biotecnológicas em saúde única”, falou a pesquisadora.

    A pesquisadora destaca que existem mudanças em cursos, promovidas por mulheres, e condições mais favoráveis solicitadas por elas. Para ela, a divulgação científica das conquistas femininas, do resgate histórico das mesmas, é importante porque serve de referência para que mais mulheres e meninas façam ciência e inovação e contribuam para o desenvolvimento do país.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmacêutica Mônica Caetano conta sua trajetória na descoberta do lipedema

    Segundo dados do Instituto Lipedema Brasil, cerca de 10% da população feminina do mundo tem lipedema. No Brasil, ao menos 5 milhões de mulheres apresentam os sintomas, mas poucas sabem que se trata de uma doença. Foi o que aconteceu com a farmacêutica, Mônica Caetano que descobriu a doença aos 35 anos.

    A farmacêutica relatou que foi diagnostica em 2023, após sentir fortes dores nos membros inferiores. “Depois de passar por muitos médicos, consegui o diagnóstico correto e desde então convivo com o lipedema do tipo 5, grau 1”, disse.

    O lipedema é um crescimento do tecido adiposo de característica desordenada, isso é, uma gordura com crescimento acelerado e desproporcional, que muitas vezes é confundido com celulite. Ele acomete nádegas e quadril, braços, pernas, joelhos e panturrilha e se divide em cinco tipos e quatro graus.

    “Eu percebia que a minha área afetada não diminuía mesmo com a prática de exercício físico e isso já estava influenciando em meu convívio social e profissional. Eu tinha alta sensibilidade ao toque, hematomas, cansaço excessivo e sensação de pernas pesadas onde a gordura estava acumulada, então, por orientação médica realizei a lipoaspiração nas pernas, joelhos, panturrilhas e tornozelos”.

    O diagnóstico da doença é feito através da história do paciente, ou seja, relato de dor, hematomas, dificuldade de perda da gordura e piora após momentos de mudanças hormonais. Apesar de não existir um exame específico para o diagnóstico de lipedema, é possível estudar a distribuição da gordura corporal e descartar outras patologias que são frequentemente confundidas com lipedema, tais como varizes ou problemas linfáticos.

    “Estou compartilhando a minha história para alertar mulheres de qualquer idade, que estejam com sintomas característicos de lipedema a procurarem um profissional especializado, pois quanto mais cedo você identificar a doença, melhor será o tratamento. Esta é uma doença crônica, que não tem cura”, disse.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Curso de vacinação: farmacêuticos tem até 28 de fevereiro para se matricular

    Estão abertas as matrículas para o curso teórico-prático de vacinação, oferecido gratuitamente pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Até dia 28/02, farmacêuticos de todo o Brasil podem se inscrever pela plataforma edufarma.cff.org.br. Após essa data, apenas os alunos matriculados terão acesso ao curso. 

    O curso Serviço de Vacinação por Farmacêuticos oferece habilitação como Responsável Técnico em serviços de vacinação (Teórico-Prático) e tem início com a etapa on-line. Podem participar apenas farmacêuticos com registro ativo no Conselho Regional de Farmácia da jurisdição do interessado.

    Os farmacêuticos matriculados terão até 31 de maio de 2025 para completar a carga horária de 80 horas de aulas teóricas e realizar a prova de conhecimento. Os aprovados, ou seja, aqueles que obtiverem aproveitamento mínimo exigido de 60%, terão a oportunidade de se matricular na etapa prática, a medida que as turmas forem abertas. Quanto mais rápido os profissionais de uma região concluírem a etapa on-line, mais rápido o módulo prático será ofertado naquele polo.

    O presidente do conselho, Walter da Silva Jorge João, destaca que o curso é uma oportunidade para os farmacêuticos de todo o país. “Os colegas que fazem concluem o curso já saem com certificado para habilitação imediata como RT em serviços de vacinação. Sem dúvida, isso representa um diferencial no currículo de qualquer  farmacêutico”, afirma.

    Fonte: Ascom CFF

  • Presidente e corpo técnico do CRF/AL se reúnem com secretário de saúde de Campestre

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Daniel Fortes e o vice-presidente do CRF/AL, Robert Nicácio, juntamente com seu corpo técnico estiveram reunidos na tarde desta quinta-feira, 23, na sede do CRF/AL, com o secretário de saúde do município de Campestre, Ednaldo Trajano e com a presidente da Câmara de Vereadores daquele município Claudiane Maria para discutir a regularização das unidades de dispensação de medicamentos da cidade.

    “Viemos ao CRF/AL para nos informar sobre a situação da nossa CAF – Central de Abastecimento Farmacêutico. O nosso objetivo é regularizar a situação e para isso, agendamos essa reunião cujo objetivo foi tirar todas dúvidas e receber as orientações de como devemos proceder para organizar a nossa CAF dentro dos parâmetros legais”, pontuou o secretário de saúde.

    Daniel Fortes revela que toda relação dos documentos e requerimentos necessários para regularização foram entregues aos representantes do município. “Durante a reunião todas as dúvidas foram esclarecidas, inclusive com a explicação de todo trâmite processual/administrativo que será realizado no CRF/AL”.

    O presidente lembra que a regularização dos estabelecimentos públicos é uma das prioridades dessa gestão. “A maioria deles já possui farmacêuticos nos estabelecimentos, no entanto, ainda não registraram no CRF”, explicou Daniel.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Dia Nacional do Farmacêutico, CRF/AL destaca uso de Inteligência Artificial na profissão farmacêutica

    A Inteligência Artificial (IA) tem o potencial de revolucionar a profissão farmacêutica, tornando o cuidado com os pacientes mais eficiente, preciso e personalizado. Essa ferramenta tecnológica é o ponto central da campanha do dia nacional do farmacêutico, comemorado em 20 de janeiro e promovida pelo Conselho Regional de Farmácia de Alagoas: Farmacêutico e a Inteligência Artificial: potencializando o cuidado com o paciente.

    Daniel Fortes, presidente do CRF/AL, explica que a IA traz desafios para a profissão, mas ao mesmo tempo, transforma a assistência farmacêutica, sem deixar de lado as práticas éticas e seguras. “Algumas atividades burocráticas e de logística, que são desenvolvidas pelos farmacêuticos, com a chegada da IA passam a ser automatizadas e o profissional tem mais tempo para se dedicar ao atendimento clínico”.

    No Sistema Único de Saúde, a Inteligência Artificial tem sido usada nos prontuários eletrônicos e com os dados integrados é possível monitorar as informações dos pacientes e das unidades de saúde de modo a evitar desabastecimento de medicamentos e perda por vencimento.

    De acordo com o presidente, o farmacêutico não precisa ter medo da IA, muito pelo contrário ele tem que abraçar as oportunidades apresentadas pela Saúde Digital e pela Inteligência Artificial porque ele vai se beneficiar de uma maior precisão na tomada de decisões, ter uma gestão de tempo mais eficaz e melhorar a segurança dos pacientes.

    “Com todos estes benefícios, Inteligência Artificial não substitui o papel do farmacêutico, mas complementa suas habilidades, permitindo que um desempenho mais estratégico na saúde do paciente”.

    Resolução CFF

    O Conselho Federal de Farmácia publicou em agosto de 2024 a resolução CFF Nº 10 DE 02/07/2024 que regulamenta as atribuições do farmacêutico na Saúde Digital e na Inteligência Artificial. O objetivo é estabelecer diretrizes e incentivar ações que promovam a participação ativa dos farmacêuticos na Saúde Digital e Inteligência Artificial.

    Um ponto importante da resolução é que ela inova ao estabelecer o conceito de medicamentos digitais, digicêuticos e terapêuticos digitais. Estas são formas de tratamentos que utilizam software para tratar, gerenciar ou prevenir doenças, que podem funcionar de forma independente ou em conjunto com medicamentos convencionais.

    Fonte: Asscom CRF/AL

  • Oferta de empregos para farmacêuticos cresceu 80% comparado ao mesmo período do ano passado

    Dados das plataformas 99 Jobs, InfoJobs e Vagas.com apontam que a oferta de empregos para farmacêuticos teve um crescimento de mais 80% comparado ao mesmo período do ano passado. Em Maceió, a unidade hospitalar Medradius é um dos estabelecimentos de saúde que ampliou o quadro de profissionais farmacêuticos.

    O farmacêutico Ademar Solon, gerente de suprimentos, revelou que sete novas contratações foram feitas no período de quatro meses. O hospital conta com profissionais atuando na gerência de suprimentos, na coordenação do serviço de farmácia, na clínica, na CAF (Central de Abastecimento Farmacêutico), no centro cirúrgico, na medicina nuclear, na controladoria/custos, na oncologia e nos plantões noturnos.

    “Nosso principal objetivo é garantir que o paciente seja bem cuidado, então, se conseguimos ter ao menos um profissional em cada área que lide com medicamentos, a possibilidade de erros diminui. Como farmacêutico, me sinto orgulhoso em ver que a nossa profissão tem ganhado novos postos de trabalho”.

    De acordo com Ademar, as novas contratações estão em consonância com a visão de negócio estabelecida pela Medradius: inovação tecnológica e segurança do paciente, com foco nos resultados de qualidade e custo/efetividade dos processos.

    Fonte: Ascom CRF/AL

    Foto: Ascom Medradius