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  • Busca por remédio abortivo cresceu 91% durante a pandemia

    Um levantamento feito pela plataforma de comparação de preços de itens de farmácia, consulta remédios, mostrou que a busca pelo princípio ativo de um medicamento abortivo, cresceu 91% durante a pandemia da Covid-19.

    O medicamento tem venda restrita no Brasil e só é utilizado em hospitais. Os dados, obtidos com exclusividade pela Exame, comparam os meses de abril a julho, com o período entre janeiro e março.

    No total, foram mais de 500 mil buscas no período em que já eram aplicadas as restrições de circulação. Somente nos primeiros 15 dias de agosto, o número de buscas pelo princípio ativo foi de 73.521.

    “Por mais que seja um medicamento de venda restrita, o que preocupa é o fato de as pessoas estarem buscando se informar sobre um produto proibido, provavelmente para saber como age e como é possível adquiri-lo”, alerta Francielle Mathias, farmacêutica responsável pela plataforma.

    Francielle ainda destaca para que o comportamento de apenas buscar sobre o princípio ativo de um remédio controlado como este, deve ser olhado com muita atenção.

    “O aumento das pesquisas foi na página de bula do princípio ativo e do medicamento relacionado, pois essas são as únicas informações disponíveis, já que é um medicamento de uso restrito hospitalar. Porém, a busca por informações sobre, indica um comportamento a ser investigado nesse momento de pandemia”, diz a farmacêutica.

    Outros números

    O levantamento da plataforma mostra ainda que as buscas por pílula do dia seguinte cresceu 104% durante a pandemia. A procura por anticoncepcionais também teve uma alta de 116%, em comparação com o começo do ano, quando o país ainda não registrava casos de covid-19.

    A plataforma Consulta Remédios tem 20 milhões de acessos por mês e registra um número aproximado de 108 farmácias cadastradas, entre lojas pequenas e redes espalhadas pelo Brasil.

    Aborto no Brasil

    O Brasil não tem uma lei que permite o aborto, mas há exceções previstas no Código Penal de 1940. Na verdade, o conjunto de normas criminaliza a prática, com penas previstas de três a dez anos de detenção, mas não pune quem realizar o procedimento em dois casos: gravidez decorrente de estupro e risco à vida da mãe.

    Há, ainda, a permissão do aborto para o caso de anencefalia do feto, que foi incluído neste rol após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Sem uma lei, a realização do aborto legal segue, portanto, normas editadas pelo Ministério da Saúde mas que não têm força legislativa.

    Fonte: Exame

  • OMS alerta para o risco de descontrole da tuberculose

    O Relatório da Organização Mundial da Saúde aponta que durante a pandemia da Covid-19, houve um retrocesso no controle da tuberculose porque muitos serviços de assistência à saúde foram interrompidos. Informações do novo relatório apontam que 200 países reduziram as notificações de casos no primeiro semestre deste ano. O fato se deu em virtude da realocação de recursos humanos, financeiros e outros auxílios direcionados anteriormente ao combate da tuberculose e que passaram à COVID-19. Os sistemas de coleta de dados e relatórios também foram impactados negativamente.

    A farmacêutica Elena Sales reforça essa preocupação com o serviço de assistência nas unidades de saúde. “Com o advento da pandemia houve sem dúvida uma quebra na assistência aos pacientes. Houve, digamos, uma desestruturação dos serviços nesses meses, com a falta de profissionais por conta do isolamento social, falta de profissionais para contato com os pacientes que já estavam diagnosticados tomando medicamento precisando da atenção dos profissionais de saúde para incentivar justamente na tentativa de não haver essa quebra e sim a adesão ao tratamento. Como também aqueles que eram só sintomáticos respiratórios mas precisavam do serviço. Houve de certa forma uma interrupção que vai trazer reflexos significativos no Brasil e no mundo.”

    Aproximadamente 1,4 milhão de pessoas morreram por doenças relacionadas à tuberculose em 2019. Das cerca de 10 milhões de pessoas que desenvolveram a doença naquele ano, quase três milhões não foram diagnosticados ou não foram oficialmente notificadas às autoridades nacionais. A farmacêutica destaca a necessidade do diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos pacientes para evitar a disseminação da doença. “Apesar de cura o tratamento traz dificuldades. Primeiro porque o tratamento é longo, no mínimo seis meses. Hoje todas as equipes de saúde devem ser multidisciplinares, cada um com a sua importância e todos se ajudando, mas eu diria que o farmacêutico nesse programa, de uma forma geral, tem muita importância. O tratamento é feito com várias drogas que necessitam de monitoramento, em geral ele é bem tolerado, porém existem reações adversas significativas.”

    Elena Sales é sanitarista e especialista em Hematologia Clínica. É membro do Grupo de Trabalho sobre Análises Clínicas do Conselho Federal de Farmácia. A farmacêutica coordenou por oito anos o Programa de Controle da Tuberculose, em Picos, no Piauí. Ela alerta que autoridades públicas precisam não se descuidar e reestruturar os programas para que a doença não se descontrole e isso impeça o país de atingir a meta de controle global de erradicação da enfermidade até 2030.

    Fonte: Rádio News Farma

  • Grupos de Trabalho do CRF/AL se reúnem para montar estratégias de atuação

    A atual gestão do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas tem valorizado as diversas áreas de atuação do farmacêutico desde as mais tradicionais até as mais recentes. O presidente do CRF/AL, Robert Nicácio, informou que foram criados grupos de trabalho (GT) para disseminar as práticas farmacêuticas. “Os GT’s são comissões assessoras da Diretoria e suas atribuições são desenvolver projetos e propor ações voltadas ao segmento profissional da área de estudo dos grupos de trabalho e assessorar a diretoria em assuntos que exigem conhecimentos técnicos específicos, por meio de debates e pareceres”, explicou.

    Hoje, o conselho conta com 07 grupos de trabalho: Farmácia Comunitária, Farmacêuticos Proprietários, Farmácia Estética, Práticas Integrativas e Complementares, Ensino e Pesquisa, Saúde Pública e Farmácia Clínica. As reuniões acontecem periodicamente para que cada GT possa estruturar a sua forma de trabalho. “Cada GT tem um presidente, ele juntamente com os demais integrantes são responsáveis por pensar como irão realizar suas ações”, comentou Robert.

    GT de Estética

    Na tarde desta quinta-feira, 15, o GT de Estética esteve reunido na sede do CRF/AL para discutir a elaboração de um Manual Prático direcionado aos farmacêuticos alagoanos. Juliana Braga, membro do GT, informou que será feito um levantamento junto ao setor jurídico do CRF/AL quanto as legislações que respaldam a atuação do farmacêutico na estética. “O nosso principal objetivo é ampliar o número de farmacêuticos na estética. Vamos promover cursos de educação continuada para que os colegas possam conhecer essa área ainda recente pra nossa categoria”, pontuou.

    O GT de Práticas Integrativas e Complementares também esteve reunido na sede do CRF/AL na noite da quinta-feira, 15. A reunião teve como objetivo apresentar o Guia Prático de Autocuidado na Covid-19 que deve ser lançado ainda este mês de forma virtual. Segundo Kristiana Mousinho, o guia será disponibilizado para os farmacêuticos que irão participar do evento, desde que ele responda a pesquisa de mapeamento sobre as Práticas Integrativas. “Na live, quem preencher o questionário já vai receber o link para baixar o guia”, garantiu.

    GT PIC´s

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL participa de reunião sobre projeto de violência contra idoso

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas participou no último dia 07 de outubro da reunião virtual com a 59ª e 60ª promotorias de Justiça da Capital para conhecer o projeto Violência contra o Idoso: notificar é preciso.

    De acordo com Deives Galvão, representante do CRF/AL, na reunião o objetivo da reunião foi conhecer o funcionamento do projeto que tem como foco conscientizar profissionais farmacêuticos e população em geral a notificar aos órgãos de proteção indícios de crimes ou situação de risco com idosos. “As denúncias podem ser feitas através do email: [email protected] ou pelo telefone 2122-5218”, revelou.

    Além disso, ficou acordado que o CRF/AL ficará responsável por publicizar o projeto, por meio dos seus canais oficiais para que as farmácias da capital se tornem um local onde estes idosos possam buscar auxílio. “Não podemos esquecer do nosso papel enquanto agente social, nós sabemos que os idosos vão muito a farmácia, então, pra nós do CRF/AL é uma honra fazer parte de um projeto tão importante quanto este”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Grupo de Trabalho de Pic´s recebe novos integrantes que trabalham com reiki

    O Grupo de Trabalho das Práticas Integrativas e Complementares (PIC’s) nomeou dois novos farmacêuticos: Fernando Minervo e Aphra Queiroz ambos atuando com o reiki, uma técnica que consiste em estender as mãos sob partes do corpo do paciente para canalizar energia vital universal, a fim de restaurar o equilíbrio físico, regularizar suas funções vitais e equilibrar o campo mental e emocional.

    O método é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e também aplicado no Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil, através do projeto de Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, que contempla outros tratamentos alternativos, como meditação, arteterapia, musicoterapia, tratamento naturopático, quiropraxia e outros.

    Fernando explica que o Reiki funciona como uma prática integrativa para equilibrar partes do corpo físico e emocional. “É uma técnica que consiste em impor as mãos, onde o reikiano transfere a energia para o paciente trabalhando os chákras, realinhando e fazendo circular a energia do corpo”, pontuou.

    De acordo com o farmacêutico não existe restrição para este tipo de tratamento. Os benefícios vão desde o tratamento e prevenção de doenças até a manutenção da estabilidade física, mental e emocional.

    Aphra Queiroz vai mais além: “O reiki possibilita ao paciente uma mudança de valores, onde ele começa a olhar através das dificuldades da rotina, uma nova forma de viver, mais feliz e saudável”, revelou. Segundo ela, dentre os problemas mais comuns que o reiki ajuda a tratar estão o estresse, ansiedade, depressão, baixa autoestima, síndrome do pânico, dor, fadiga, náuseas e insônia.

    A farmacêutica pontua que a energia vital universal está disponível a todos, porém, devido às “sujeiras” energéticas provocadas por pensamentos, sentimentos, atitudes negativas e alimentação sem vida (industrializados), nossos canais (chákras) são obstruídos, e assim, a energia não entra por inteira, limitando a capacidade de auto cura. “O melhor deste tratamento é que não tem efeitos colaterais se aplicado da maneira correta por um terapeuta habilitado.  Só temos que doar amor”, garantiu.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Mais de 80% dos pais e/ou responsáveis praticam automedicação em crianças

    Pesquisas desenvolvidas no Brasil mostram que a automedicação por parte de pais ou responsáveis é frequente, variando entre 17,7% a 80,5% a depender da faixa etária da criança e do período considerado. Os motivos alegados para a adoção da prática são diversos, indo desde a comodidade de adquirir medicamentos em drogarias até as dificuldades de acesso a atendimento médico.

    Outro dado revelado é que os pais ou responsáveis são orientados por amigos, familiares ou balconistas de farmácia. Os principais medicamentos empregados na automedicação em crianças são os analgésicos/antipiréticos, como Dipirona e Paracetamol, antigripais, xaropes expectorantes, anti-inflamatórios não-hormonais e os antibióticos. Grande parte destes medicamentos estão classificados como MIP´s (Medicamentos Isentos de Prescrição Médicas).

    A farmacêutica Sabrina Neves, membro do grupo de trabalho de ensino e pesquisa do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, explica que a intoxicação acidental acontece porque os medicamentos isentos de prescrição também apresentam riscos. “Ainda que os pais entendem que esse é um ato de cuidado com os filhos, quando falamos em medicamentos há muitos riscos envolvidos, afinal, muitos deles são utilizados de forma inadequada, como por exemplo, os antibióticos para tratar infecções de etiologia viral”, comentou.

    Além disso, existem também problemas como erros na dosagem, posologia e tempo de utilização. Em populações mais vulneráveis, como é o caso de bebês e crianças, os efeitos da automedicação podem causar prejuízos mais frequentes e de maior intensidade. “Crianças estão mais susceptíveis a problemas de intoxicação, principalmente devido a erros de dose e ao consumo acidental, uma vez que esses medicamentos muitas vezes possuem sabores, aroma ou cores atrativos as crianças”, pontuou.

    Os medicamentos mais comuns das intoxicações são aqueles administrados para o estômago, tosse ou resfriados, cremes antifúngicos e paracetamol. “A orientação é que os pais ou responsáveis procurem o farmacêutico, que é o profissional de saúde habilitado para prestar esta assistência sobre o uso de medicamentos em crianças, esclarecendo sobre os riscos e benefícios e orientando quanto ao uso seguro e racional de medicamentos”, garantiu.

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • CRF/AL convida farmacêuticos a participarem de reunião com Ministério Público

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, por meio da 59ª e 60ª promotorias de Justiça da Capital do Ministério Público Estadual convidam os farmacêuticos alagoanos a participarem da reunião virtual do Projeto Violência Contra o Idoso: notificar é preciso que acontece no dia 07 de outubro às 10h.

    O objetivo é conscientizar os profissionais farmacêuticos e a população em geral, que lidam diretamente com idosos, quanto aos crimes previstos no Estatuto do Idoso e Código Penal, para que haja a notificação aos órgãos de proteção indícios de crimes ou situação de risco durante atendimento.

    O convite é direcionado aos farmacêuticos que estejam atuando nas farmácias de toda capital. Para comparecer à reunião, basta acessar o link: https://meet.google.com/yii-qohm-qyn e confirmar a presença até as 18h do dia 06 de outubro.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Nove em cada dez pacientes curados da covid-19 apresentam efeitos colaterais

    Nove em cada dez pacientes com novo coronavírus relataram ter experimentado efeitos colaterais como fadiga, perda do olfato ou paladar e distúrbios psicológicos depois de se recuperarem da doença, de acordo com um estudo preliminar sul-coreano.

    A pesquisa ocorre no momento em que o número global de mortes pela covid-19 ultrapassou 1 milhão na terça-feira, 29 de setembro, um marco sombrio em uma pandemia que devastou a economia global, sobrecarregou os sistemas de saúde e mudou a maneira como as pessoas vivem.

    Em uma pesquisa online com 965 pacientes recuperados da infecção, 879 pessoas, o equivalente a 91,1%, responderam que estavam sofrendo pelo menos um efeito colateral da doença, disse Kwon Jun-wook, autoridade da Agência de Prevenção e Controle de Doenças da Coreia (KDCA).

    A fadiga foi o efeito colateral mais comum, registrado em 26,2% dos participantes da pesquisa, seguido pela dificuldade de concentração, que se manifestou em 24,6% das pessoas, disse Kwon. Outros efeitos colaterais incluíram efeitos psicológicos ou mentais e perda do paladar ou do olfato.

    Kim Shin-woo, professor de medicina interna da Escola de Medicina da Universidade Nacional Kyungpook em Daegu, buscou comentários de 5.762 pacientes recuperados na Coreia do Sul e 16,7% deles participaram da pesquisa, afirmou Kwon.

    Embora a consulta tenha sido feita online por enquanto, o pesquisador-líder Kim publicará em breve o estudo com uma análise detalhada, disse ele.

    A Coreia do Sul também está conduzindo para o próximo ano um estudo separado com cerca de 16 organizações médicas sobre complicações potenciais da doença por meio de uma análise detalhada envolvendo tomografias em pacientes recuperados, disse Kwon em coletiva de imprensa.

    O país registrou 38 novas infecções até a meia-noite de segunda-feira (28), elevando a contagem nacional para 23.699 casos, com 407 mortes.

    Fonte: Agência Brasil

  • CRF/AL tem novo horário de funcionamento a partir de segunda

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que a partir da segunda-feira, 05 de outubro, voltará com atendimentos presenciais sem agendamento, em um novo horário de funcionamento das 9h às 17h. Lembrando que ao se dirigir para sede em Maceió e na seccional, em Arapiraca, deverão ser respeitados os protocolos de saúde, como manter distanciamento social, uso de máscara e álcool em gel.

    A fim de evitar aglomeração, sugerimos aos farmacêuticos optem por fazer por e-mail os serviços de justificativa de processo administrativo e fiscal, baixa de RT, alteração de endereço e emissão de boletos.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CFF realiza 495 Reunião Plenária e comemora Dia Internacional do Farmacêutico

    O Conselho Federal de Farmácia (CFF) realiza a 495 Reunião Plenária, nesta quinta e sexta-feira, dias 24 e 25 de setembro, das 9 h às 19 h, na sede da entidade, em Brasília. Esta reunião ocorre no momento em que se comemora o Dia Internacional do Farmacêutico, 25 de setembro, e no final da manhã foi feito o lançamento da campanha de agradecimento aos farmacêuticos destacando que, especialmente durante a pandemia, esses profissionais asseguraram o atendimento em farmácias e laboratórios, estão pesquisando a cura e vacinas contra o novo coronavírus, criaram tecnologias para ampliar o acesso e tornar o tratamento mais seguro e revisaram protocolos para economizar EPIs.

    O slogan deste ano é “Farmacêuticos são essenciais. E merecem nosso reconhecimento” – para acessar os materiais da campanha clique em diainternacionaldofarmaceutico2020.cff.org.br.  Durante os próximos quatro meses será veiculada reportagens de farmacêuticos contribuíram e estão contribuindo com a população nessa emergência de saúde pública.

    “Nos mais diversos postos de trabalho das mais diferentes frentes de atuação, nós, farmacêuticos, estamos prestando uma enorme contribuição à sociedade, como sempre fizemos. Em nome de todos os colegas, especialmente aqueles que estão na linha de frente do combate à Covid-19, eu digo que a nossa categoria merece, sim, todo o reconhecimento”, destacou o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João.

    Logo após a execução do Hino Farmacêutico, o presidente abriu espaço para que os conselheiros federais incluíssem pontos de pauta a serem debatidos na sessão. Foram acrescentados temas relacionados a alteração das Práticas Integrativas e Complementares (PICs) no âmbito das secretarias de saúde; pedido de esclarecimento sobre recente sentença favorável ao CFF em relação ao registro de diplomas EAD; pedido de esclarecimentos sobre as Consultas Públicas nº 911 e nº 912; Certificação Digital; Lei Geral de Proteção de Dados; e teleatendimento farmacêutico.

    Na pauta, além de informes gerais da Diretoria e dos conselheiros federais; apresentação de relatório da Junta Diretiva do CRF-MT; ampliação da forma de pagamento das anuidades dos CRFs; por cartões de crédito, débitos e aplicativos; dispensação pelo farmacêutico das prescrições dos cirurgiões dentistas nas farmácias e drogarias; lançamento da revista do projeto de educação infantil Cacilda, Saúde e Cia.; apresentação de proposta de resolução que dispõe sobre requisitos para registro e anotação de qualificação para o exercício profissional a partir de cursos de pós-graduação Lato Sensu e cursos livres de formação complementar; cursos de injetáveis.

    Os conselheiros também realizarão em torno de mil julgamentos de processos de câmaras técnicas e julgarão 61 processos administrativos éticos e não éticos.

    Fonte: Comunicação do CFF