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  • Brasil é segundo país no mundo em casos de hanseníase

    Considerada umas das enfermidades mais antigas da humanidade, a hanseníase ainda hoje representa um problema de saúde pública. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo do mundo em número de casos novos, superado apenas pela Índia. Em 2017, foram registrados cerca de 26 mil casos.

    A doença infectocontagiosa se manifesta por meio de lesões na pele e sintomas neurológicos como dormências e diminuição de força nas mãos e nos pés. É transmitida pelas vias aéreas superiores – pela tosse ou espirros – a partir do contato próximo e prolongado com o paciente infectado. Embora o tratamento esteja disponível no sistema público , uma das principais dificuldades é a falta de adesão ao tratamento. É o que salienta o farmacêutico Carlos Augusto Sousa, do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal/Laboratório de Micobactérias (LACEN-DF). “A hanseníase está associada à resposta imunológica do paciente, independe de classe social. A hanseníase voltou a recrudescer pela queda na busca ativa de casos e pelo abandono do tratamento de alguns pacientes. O abandono é preocupante, pois, além de não curar o paciente não quebra a cadeia de transmissão da hanseníase, pode induzir a resistência do bacilo.”

    Carlos Augusto trabalha na supervisão, diagnóstico e controle da hanseníase. O farmacêutico chama a atenção para os sinais e sintomas da doença, como manchas esbranquiçadas, amarronzadas e avermelhadas, bem como perda de sensibilidade de extremidades, áreas com diminuição de pelos e suor. Ao verificar esse quadro é importante buscar o diagnóstico e o tratamento o quanto antes. “O diagnóstico é clínico com exame dermatoneurológico e, também exame baciloscópico do raspado intradérmico feito ao microscópio. Hanseníase tem cura. O tratamento é feito, assim como o diagnóstico, pelo SUS de maneira gratuita através da PQT (poliquimioterapia) preconizada pela OMS, conforme a classificação que recebe em paucibacilar ou multibacilar, levando de 6 a 12 meses de tratamento, podendo ser prolongado dependendo resposta do paciente.”

    Janeiro é o mês da campanha nacional Janeiro Roxo pela luta contra a hanseníase. O objetivo é informar e oferecer o tratamento correto para a doença.

    Comunicação CFF

  • Os desafios da Lei da Prescrição Legível

    Em 17 de dezembro de 1973 foi criada a Lei 5.991, que dispõe sobre o Controle Sanitário do Comércio de Drogas, Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos, além de definir outras providências com relação ao uso dos fármacos no país. O artigo 35, ressalta as condições em que uma receita deve ser aviada, em 45 anos de sua criação muita coisa mudou desde então, é possível observar alguns avanços, mas ainda tímidos.

    Não é difícil achar quem já tenha reclamado da tipografia do prescritor. No que tange a lei, caso a receita tenha sido preenchida a mão, a letra deve estar legível para o paciente, para os profissionais que receberão a prescrição – tanto para manipulação de produtos ou para a venda de medicamentos em drogarias -, como para quem irá administrar o remédio em hospitais.

    “É extremamente necessário o fortalecimento de campanhas que integrem os profissionais e promovam a conscientização. O objetivo é minimizar o número de receitas ilegíveis e os danos que elas podem causar. Dessa forma protegemos a população, que por muitas vezes é a maior prejudicada”. Pontuou a presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL), Mônica Meira.

    A cobrança sobre a legibilidade se faz pelo fato que, em dias atuais, existe uma dificuldade por parte dos profissionais da área da saúde e pacientes ao tentar decifrar o que foi escrito pelo prescritor. Exemplos como à compra de um fármaco errado ou a administração de uma dose incorreta para um paciente podem ocasionar o agravamento de uma doença, o retardamento de um tratamento correto, ou mesmo, uma evolução para óbito. A legibilidade faz toda a diferença para a segurança do trabalho dos farmacêuticos e enfermeiros.

    Por outro lado, são perceptíveis alguns avanços, porém a passos lentos. Mesmo com a informatização de hospitais – particulares e públicos -, clínicas e consultórios médicos, nem todos utilizam da prescrição digitalizada.

    Campanha

    Na oportunidade, a presidente do CRF/AL solicita aos colegas farmacêuticos que enviem as prescrições ilegíveis para [email protected], excluindo o nome do prescritor e do paciente, para que ao recolher este material o conselho dê início à campanha.

    Fonte: CRF/AL

  • Alto consumo de antibióticos no Brasil preocupa especialistas

    O número de doses de antibióticos consumidas no Brasil está entre os maiores do mundo, superando a média da Europa, Canadá e Japão. De acordo com relatório da Organização Mundial da Saúde, o nosso país ocupa a 17ª posição entre as 65 nações pesquisadas. O alto consumo desses produtos preocupa a agência pelo fato de favorecer o surgimento de bactérias multirresistentes causadoras de infecções difíceis de curar. Na avaliação do médico e pesquisador José Rúben Bonfim – que atua na área de assistência farmacêutica no estado de São Paulo – um dos grandes fatores para essa realidade é a prescrição inadequada.

    Ele explica que muitos médicos e cirurgiões dentistas ainda tendem a receitar novos antibióticos e em situações desnecessárias, como no caso de problemas respiratórios causados por vírus. “Os antibióticos não tem ação nos vírus. Então o uso continuado do tratamento de faringite, que são virais, com antibióticos leva com o tempo à seleção de bactérias que existem na garganta, na pele e no ouvido que são resistentes a esses antibióticos.”

    Ao contrário do que é geralmente noticiado, o médico lembra que o maior número de ocorrências de resistência microbiana não é verificado nos hospitais. “Acontece que os grandes especialistas em todo mundo afirmam, com prova, que o maior problema da resistência antimicrobiana não está relacionada ao hospital, que aliás responde por uma parcela mínima, 10%. Enquanto 90% é gerada na atenção básica, nos cuidados primários de saúde, ou seja, as prescrições que se fazem em ambulatórios.”

    José Rúben atua no Instituo de Saúde, órgão de pesquisa ligado à Secretaria de Saúde de São Paulo, onde avalia tecnologia de saúde. Ele também trabalha na orientação de equipes de médicos, farmacêuticos e enfermeiros no sistema público do município. O médico é também revisor dos Guias de Prática Clínica do CFF.

    Comunicação CFF

  • CRF/AL disponibiliza boletos para quitação da anuidade de 2019

    Já se encontram disponíveis, por meio do sistema online do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL), os boletos para o pagamento em cota única. Os profissionais que optarem por essa modalidade terão duas opções de vencimento, a primeira para o dia 31 de janeiro com 15% de desconto e a segunda para 28 de fevereiro com 10% de desconto. Outra opção é o parcelamento da anuidade integral de janeiro a junho.

    Os profissionais podem retirar seus boletos ao acessar a página do CRF/AL, basta clicar na aba serviços e em seguida em boletos e anuidades, depois realizar o login e imprimir a guia de pagamento. Caso este seja o primeiro acesso é necessário efetivar um cadastro rápido e simples, ou solicitar o envio do boleto através do e-mail: [email protected] .

    A anuidade é destinada as pessoas físicas e jurídicas e contam com o mesmo valor de desconto na modalidade de pagamento em cota única. A quitação da anuidade, seja em conta única ou parcelada, garante ao profissional de farmácia o livre exercício da profissão de acordo com o que determina o Conselho Federal de Farmácia (CFF) e o CRF/AL com base na Lei 3.820/60.

    Regularização

    Os profissionais que desejam regularizar parcelas que estejam em aberto podem entrar em contato com o CRF/AL e solicitar o envio da anuidade pelo e-mail, ou ir pessoalmente na sede do conselho localizada na Rua Oldemburgo da Silva Paranhos (antiga Rua Goiás), N° 290, Farol.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Campanha Nacional no combate a Diabetes chega a Maceió

    A Confederação Internacional de Diabetes divulgou, em 2017, que 425 milhões de pessoas no mundo possuem diabetes e que metade delas ainda não estão diagnosticadas. No Brasil, 5,7 milhões de brasileiros possuem diabetes e não sabem, com base nesses dados o Conselho Federal de Farmácia (CFF) lançou a campanha, Diabetes Não Tem Cara, que buscou conscientizar e realizar exames de rastreamento que identificou pessoas que possuíam diabetes e aquelas que teriam o risco de ter.

    Em Maceió, a ação foi executada na Unidade de Saúde da Família Rosane Collor (USF), localizada no Clima Bom, e em várias farmácia da cidade. O CFF, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da Prefeitura de Maceió acompanharam e apoiaram a campanha.

    A farmacêutica e coordenadora da campanha na USF Rosane Collor, Liliane Sampaio, explicou a importância de ações como a Diabetes Não Tem Cara. “Os números apontados na pesquisa são alarmantes, principalmente para as pessoas que não estão diagnosticadas. Realizar os exames de rastreamento para diabetes é de suma importância para dar o melhor encaminhamento aos pacientes”, pontuou Liliane.

    A campanha foi destinada a pessoas entre 20 a 79 anos que não possuíam diagnóstico prévio de diabetes com o objetivo de prevenir consequências do diagnóstico tardio, como por exemplo a automedicação, principalmente na população mais carente, pois, são os que menos têm acesso à exames deste porte.

    Os atendimentos foram feitos por uma equipe multidisciplinar como médicos, enfermeiros, agentes de saúde e farmacêuticos de outras unidades que se solidarizaram e apoiaram as atividades na USF Rosane Collor, a única unidade a realizar a campanha em Alagoas. “Foi um força-tarefa, toda a equipe de saúde da unidade e de profissionais de outros postos de saúde que abraçaram a causa”, informou Liliane.

    De acordo com a coordenadora da campanha o resultado atingido foi bastante significativo. “Ao todo, 92 pacientes compareceram a unidade para participar do rastreamento, destes 92, 84 efetivamente participaram do rastreamento de casos suspeito de diabetes. E dos 84 participantes, 31 foram encaminhados ao atendimento médico para elucidação diagnóstica. Os pacientes realizaram testes de glicose, massa corpórea, circunferência abdominal e avaliação farmacêutica. Os pacientes que manifestaram alto risco de desenvolver a diabetes farão parte de um grupo de atividade física e orientação nutricional para diminuir as chances de desenvolver a doença”, explicou.

    Além dos exames os pacientes tiveram acesso a outras atividades como corte de cabelo, design de sobrancelha, manicure e pedicure. A ação produziu bons resultados e mais farmacêuticos desejam realizar a campanha “Diabetes Não Tem Cara” em outras unidades de saúde.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Rastreamento de diabetes ultrapassa 19 mil atendimentos

    Mesmo antes de finalizar a coleta de dados, organizadores da Campanha Diabetes não tem Cara comemoram os resultados alcançados com a iniciativa. A ação teve por objetivo identificar casos suspeitos de diabetes em todo país, entre os dias 14 de novembro e 10 de dezembro.

    Organizada pelo Conselho de Farmácia (CFF), com o apoio da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a campanha superou a expectativa inicial de atendimentos, como explica o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João.

    “Foi um sucesso. Essa é a sensação para definir a campanha Diabetes Não tem Cara. Até agora, sabemos que foram realizados mais de 19 mil testes em todo o País. E vejam que a meta para a nossa pesquisa era de 11.750 testes em pessoas com idades entre 20 a 79 anos sem diagnóstico prévio. Nessa oportunidade, eu preciso agradecer a todos os que, de forma voluntária, participaram dessa campanha.”

    O pesquisador que coordenou o trabalho, Cassyano Correr, lembra que os dados coletados vão compor um relatório para contribuir para o estudo sobre a realidade brasileira. “Os farmacêuticos desempenharam um ótimo trabalho e a gente pôde ver isso pelos registros enviados. Os registros têm chegado super completos e com dados muito confiáveis. Vamos analisar o banco de dados, fazer algumas análises preliminares de limpeza desse banco, alguns procedimentos estatísticos normais pra poder divulgar os resultados na sequência e a conhecer as estimativas de pacientes com glicemia alterada e com risco de diabetes e todos os demais parâmetros acompanhados durante a campanha.”

    A assessora da diretoria do CFF, Josélia Frade, está entre os pesquisadores envolvidos nesse trabalho. Ela explica que a parceria com mais de 1400 farmacêuticos, em todo o País, possibilitou esse resultado positivo. “Foi muito enriquecedora a oportunidade de participar do grupo responsável pelo planejamento e desenvolvimento dessa pesquisa. Conseguimos reunir farmacêuticos com experiência clínica e acadêmica, bem como estabelecer parceria com a (SBD). O engajamento dos voluntários e a qualidade dos atendimentos prestados durante a campanha, contribui para a consolidação do movimento clínico no Brasil. Gratidão a todos os que fizeram parte dessa corrente do bem”.

    Mônica Lenzi, que coordena o Grupo de Trabalho sobre Diabetes do CFF, enfatiza a importância do rastreamento. “Dada a grandiosidade do projeto, nosso grupo elegeu como padrão os glicosímetros que atendem os critérios da ISO 15197:2013. Estes critérios minimizam erros de resultado, de uso e interpretação”.

    A organização espera receber todos os dados até o dia 20 de dezembro. A expectativa é de que tenham sido registrados mais de 20 mil atendimentos. O resultado final da campanha será divulgado no início de janeiro.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • Câmara Técnica divulga nota sobre EAD

    A Câmara Técnica de Regulação do Trabalho em Saúde (CRTS/MS) divulgou, recentemente, uma nota pública em defesa da exigência de graduação presencial na área de Saúde. O documento foi pactuado durante a 42ª reunião plenária da CRTS/MS, realizada em setembro, com participação do Ministério da Educação, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Fórum das Entidades Nacionais dos Trabalhadores da Área da Saúde (Fentas) e dos conselhos profissionais, entre eles, o Conselho Federal Farmácia (CFF).

    “É preciso lembrar que não somos contrários aos avanços tecnológicos, mas temos que participar do debate. O tema exige discussão aprofundada e que, para os profissionais da saúde, essa discussão tem como foco a qualidade de vida e o bem-estar da população. Nenhum interesse ideológico ou financeiro deve se sobrepor à saúde do povo brasileiro. A formação do profissional que vai cuidar de um paciente deve ser humanizada! A prática em saúde exige presença”, comentou Walter Jorge João, Presidente do CFF.

    Leia da íntegra da Nota Pública sobre EaD

    Fonte: Ascom CFF

  • CFF abre consulta pública sobre atribuições do farmacêutico na logística de medicamentos

    PARTICIPE!

    Está aberta até o dia 07 de fevereiro de 2019, a Consulta Pública nº 07/18, do CFF, que dispõe sobre as atribuições do farmacêutico na logística de importação/exportação, armazenagem, operador logístico, courier, transporte nos modais terrestre, aéreo ou fluvial e demais agentes da cadeia logística de medicamentos.

    CLIQUE AQUI e acesse o formulário para envio de sugestões.

    CLIQUE AQUI e acesse o texto da proposta .

    Fonte: Ascom CFF

  • Recesso de final de ano

     

     

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que entra em recesso a partir desta quinta-feira, 13 retornando as atividades no próximo dia 02 de janeiro.

    Desejamos a todos os farmacêuticos, estudantes de farmácia e nossos colaboradores que as comemorações do Natal sejam marcadas pelo desejo de um novo viver e de um novo caminhar que nos conduza a um só objetivo: semear o amor e a paz.

  • Telefones fixos estão desativados até sexta-feira, 07

     

     

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que até a próxima sexta-feira,07, os telefones fixos de Maceió estão sem funcionar. Todo contato telefônico será apenas pelos celulares:

    Em Maceió:
    (82) 9 9999-8624 fiscalização
    (82) 9 9925-0066 contabilidade
    (82) 9 9971-0247 recepção

    Já em Arapiraca, em virtude de um problema estrutural no prédio onde o Conselho funciona, informamos que o contato ficará sendo somente por celular, até que o conserto seja realizado.
    (82) 9 99998625