Category: Notícias

  • Concurso terá prosseguimento após decisão judicial

    Concurso terá prosseguimento após decisão judicial

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) conseguiu na tarde desta terça-feira, 05, derrubar a decisão liminar do juiz de 1°grau que suspendia a realização do concurso público. O Agravo de Instrumento impetrado pelo jurídico do CRF/AL foi julgado pela 4ª turma do Tribunal Regional Federal da 5º Região que decidiu por unanimidade que o regime de contratação é o celetista, mandando a imediata continuação do concurso.

    “Os Conselhos de Profissão são autarquias sui generis, que exercem atribuição publica por delegação, mas tem gestão e leis próprias, bem como não recebem verbas ou incentivos dos cofres públicos, assim sua administração e pessoal não estão regidos pela Lei Única dos servidores públicos (lei 8112/90)”, falou o desembargador-relator durante o julgamento.

    O setor jurídico do CRF/AL já entrou em contato com a empresa Quadrix (responsável pela realização do concurso) para que ela dê prosseguimento a realização do certame.

    Alexandre Correia, presidente do CRF/AL, comemorou a decisão da justiça. “A realização desse concurso é fundamental para o Conselho, nosso quadro de servidores precisa acompanhar o crescimento da nossa instituição”, pontuou. A expectativa do presidente é que essa prova seja realizada o mais rápido possível.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Nova diretoria do CRF/AL é empossada e diplomada

    No dia 01 de dezembro tomou posse na sede do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL), a nova diretoria e os conselheiros eleitos para a gestão 2018- 2021. A solenidade foi conduzida pelo presidente da Comissão Regional Eleitoral, Daniel Fortes, e pela diretora secretária, Paula Lacerda que realizou a diplomação e posse aos candidatos eleitos.

    “Tivemos uma eleição tranquila, transparente e justa para todos os candidatos”, comentou o presidente da Comissão.

    O atual presidente do CRF/AL, Alexandre Correia, parabenizou a nova diretoria. “Sabemos que os novos conselheiros irão continuar trabalhando em prol da categoria farmacêutica”, comentou. De acordo com ele, a renovação no quadro de conselheiros mostra que novos projetos estarão surgindo nos próximos quatro anos.

    Mônica Meira, presidente eleita, garantiu o cumprimento de suas propostas de campanha. “Já estamos realizando reuniões para o nosso planejamento de 2018. Nestes quatro anos queremos avançar ainda mais em prol da categoria farmacêutica”, afirmou.

    Foram diplomados e empossados:

    Mônica Meira- presidente

    Robert Nicácio- vice-presidente

    Alexandre Correia- diretor  secretário

    Lizete Vitorino- diretora tesoureira

    Flávia Dabbur – Conselheira

    Bruno Rocha- Conselheiro

    Roberto Galdino- Conselheiro

    Rene Gondim- Conselheiro

     

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • Farmacêuticos discutem sobre falta de acompanhamento do uso de canabióides

    Farmacêuticos discutem sobre falta de acompanhamento do uso de canabióides

    De acordo com dados oficiais, cerca de duas mil pessoas usam medicamentos a base de canabinóides no Brasil. / São pacientes que conseguem autorização na justiça para o uso de substâncias que têm como base o princípio ativo da maconha. Para a farmacêutica Margarete Kish, apesar de a discussão sobre o uso da planta Cannabis sativa ainda gerar polêmica, o Brasil precisa ampliar o debate sobre o assunto. E é por isso que o tema estará em debate hoje, 24 de novembro, no auditório Ruy Barbosa, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, num evento promovido pela instituição, com o apoio do Conselho Federal de Farmácia.

    As pessoas que utilizam o canabinóides geralmente sofrem de dores intensas e têm doenças como neuropatias e eplepsias. Também há os que foram submetidos a tratamento pós-traumatismo craniano e de câncer. Margarete Kish destaca que os canabinóides têm ação sobre o sistema nervoso central e o uso concomitante de opióides, como a morfina, para controle da dor, muito comum em alguns dessas doenças, exige cuidado. “É preciso uma adequação de dose e conversar melhor com o paciente”, alerta.

    Margarete Kish ressalta a importância do acompanhamento farmacoterapêutico. Ela lembra que, como a dispensação ocorre em processo judicial, muitas vezes o paciente não recebe esse acompanhamento. “O farmacêutico deve ser inserido no atendimento a estes pacientes, pois tem competência técnica para orientar adequadamente o paciente, evitando problemas relacionados ao uso do medicamento e assegurando o melhor resultado possível do tratamento.

    Coordenadora do grupo de trabalho sobre Fitoterapia do Conselho Federal de Farmácia, Margarete Kish destaca que o debate sobre o tema é urgente e necessário. “Nós temos de tratar, sim, sobre a Cannabis sativa, sobre o uso terapêutico dela. Não podemos nos omitir. Vários países do mundo já regularizaram seu uso. Por exemplo, na Europa e nos Estados Unidos, ela é utilizada como suplemento alimentar. Outros países estão a caminho da regulamentação do uso como medicamento, casos da Colômbia, do Peru e do Brasil.”

    Fonte: Comunicação do CFF

  • Farmacêutica proprietária fala do sucesso de sua rede de negócios

    Farmacêutica proprietária fala do sucesso de sua rede de negócios

    Aceitar um novo desafio profissional. Esse foi o motivo que fez com que a farmacêutica Liliane Morais se tornasse uma das sócias da Farmácia FHN. Ela iniciou sua carreira profissional como farmacêutica do estabelecimento em Maceió e em 2012, foi convidada a se tornar uma das sócias. “Era uma empresa consolidada, idônea então, eu aceitei o desafio de ser sócia. A farmácia não nasceu comigo”, comentou.

    Liliane revelou que o tipo de negócio também foi um dos pontos fortes na sua decisão em se tornar farmacêutica proprietária, já que, segundo ela, a farmácia de manipulação permite ao farmacêutico exercer a sua atividade profissional de forma mais genuína, que é a produção de medicamentos.

    Ao longo destes anos como gestora, Liliane juntamente com a sua sócia, planejaram abrir uma nova unidade no município de Arapiraca, cuja inauguração acontece no próximo dia 30 de novembro. Segundo a farmacêutica, Arapiraca está geograficamente bem localizada e possui um potencial de crescimento, por isso, a decisão de ter uma unidade da FHN naquela localidade.

    Para ela, todo o farmacêutico deveria investir no próprio negócio porque uma farmácia cujo proprietário é um farmacêutico é melhor compreendido, deixando de ser mais comercial e passando mais a ser visto como estabelecimento de saúde. “Quando a gente é farmacêutico e proprietário, a gente muda um pouco o foco e tem um olhar diferenciado para a promoção de saúde”, analisou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Decreto vai reduzir preço de medicamentos vendidos em Alagoas

    Decreto vai reduzir preço de medicamentos vendidos em Alagoas

    O governador Renan Filho assinou na tarde desta segunda-feira (27), um decreto de ICMS que pretende incentivar o setor atacadista de medicamentos, reduzindo a carga tributária, diminuindo o valor dos medicamentos vendidos nas farmácias em Alagoas. Na prática, serão criadas condições tributárias especiais para os distribuidores, aumentando a arrecadação do ICMS em 33% em até 20% a carga tributária.

    Durante a solenidade que aconteceu no Salão de Despachos do Palácio República dos Palmares, o governador explicou que “o beneficio para o consumidor alagoano é grande, porque quando você reduz a carga tributária você permite a redução do preço e ao reduzir preço, quem toma remédio vai poder pagar um preço um pouco menor que pagava antes, além de aumentar o consumo, garantindo mais rentabilidade ao negócio dos farmacêuticos” disse.

    Além do consumidor alagoano, os setores de atacado de medicamentos e de material  médico-hospitalar de Alagoas também serão beneficiados com esse decreto.

    O decreto foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (28). Porém segundo o governador, a redução só deverá ser sentida pelo consumidor quando os estoques de cada farmácia acabarem.

    De acordo com o governador, essa redução vai diminuir a competição de outros Estados na venda de produtos e gerar mais empregos para Alagoas. “Esse ato preserva os empregos e abre espaço para a geração de novos empregos, sobretudo essa é uma demonstração que o Governo do Estado está conectado com as necessidades da iniciativa privada e toma as medidas necessárias para manter o estado de Alagoas competitivo com relação aos outros estados do Nordeste”, finalizou.

    Fonte: Portal Cada Minuto

  • Vice-presidente do CRF/AL é um dos palestrantes III Workshop de atuação farmacêutica

    Vice-presidente do CRF/AL é um dos palestrantes III Workshop de atuação farmacêutica

    O vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Robert Nicácio, conversou na tarde deste sábado, 25, sobre a atuação do profissional farmacêutico no Nasf (Núcleo de Apoio a Saúde da Família). No encontro, ele pontuou o que é o Nasf, qual a sua composição e suas ações e falou também um pouco da sua experiência profissional no Nasf em Craíbas e em Arapiraca.

    De acordo com ele, o farmacêutico tem um papel importante dentro dos grupos formados pelo programa, a exemplo de combate ao tabagismo, dos pacientes usuários de insulina, de planejamento familiar e outros. “A maioria das ações do Nasf e da Atenção Básica que tem o medicamento como principal ator, o farmacêutico pode liderar essas ações”, afirmou.

    Robert pontua que a principal diretriz do Nasf é trabalhar a promoção da saúde com foco na prevenção e seguindo esse protocolo, o farmacêutico faz parte dessa equipe multidisciplinar.

    Lucas Vitor, um dos organizadores do encontro, revelou que a ideia foi mostrar aos estudantes onde os farmacêuticos podem atuar e o Nasf é uma delas. “A ideia é que a gente pudesse explorar esse trabalho tão importante que o farmacêutico tem dentro do Núcleo e o Robert apresentou isso de forma grandiosa”, comentou.

    Para Lucas, o encontro foi grandioso, sobretudo, porque trouxe para os futuros profissionais decidirem onde querem atuar quando chegar ao mercado de trabalho. “Falamos da atenção farmacêutica, da relação com o cliente, do Nasf e agora, com tanto conhecimento adquirido é só direcionar a área de atuação’, argumentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Para reduzir gastos, gestão Temer quer rever distribuição de remédio

    Para reduzir gastos, gestão Temer quer rever distribuição de remédio

    Um dos mais conhecidos programas do Ministério da Saúde, o Farmácia Popular, iniciativa que oferta medicamentos gratuitos ou com até 90% de desconto, deve passar por mudanças. Para o setor farmacêutico, as medidas o colocam em risco.

    Após fechar cerca de 400 farmácias da rede própria que mantinha no programa, o governo quer agora mudar o modelo de pagamento para farmácias particulares credenciadas. Hoje, há cerca de 30 mil estabelecimentos que ofertam os medicamentos no Aqui Tem Farmácia Popular, nome dado ao eixo do programa na rede particular.

    Para o ministro Ricardo Barros (Saúde), o objetivo é reduzir gastos, tidos como mais altos do que na compra centralizada de remédios no SUS.

    Representantes do setor e sanitaristas, porém, dizem que as novas propostas colocam o programa em xeque.

    Hoje, farmácias recebem um reembolso do governo a cada produto dispensado, com base em uma tabela de valores de referência pré-definidos para cada um deles.

    O governo quer renegociar esses valores. De acordo o ministro, a ideia é propor um novo cálculo, definido por um preço base no atacado e 40% de margem para compensar os custos de aquisição e distribuição dos produtos.

    Hoje, não há uma margem padrão, o que leva à diferença de valores, justifica.

    “Vamos atualizar os preços para esse momento de mercado”, disse à Folha.

    “Se fizemos essa margem, economizaremos R$ 600 milhões ao ano.” O programa, criado em 2004 no governo Lula, custa R$ 2,7 bilhões.

    Há ainda um modelo alternativo em estudo, semelhante ao aplicado nas lotéricas.

    Neste caso, as farmácias receberiam um valor fixo pelo procedimento de entrega do medicamento, não importa qual deles entregou. Neste caso, os medicamentos seriam do Ministério da Saúde.

    As mudanças, porém, dependem de negociação com o setor. Segundo Sérgio Barreto, da Abrafarma, associação que reúne as redes de farmácias, os preços sugeridos na proposta, e que preveem redução de até 60%, não compensam os custos.

    “Estão partindo de uma base que não está correta. Não consigo receber menos do que paguei para a indústria.”

    Para ele, a medida pode inviabilizar o programa.

    Posição semelhante tem representantes da indústria. “Nos parece perigoso que um dos poucos êxitos seja posto em xeque e ameaçado”, diz Antônio Britto, da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).

    Para ele, não é possível comparar o valor de compras do SUS com o do Farmácia Popular, por serem situações e volumes diferentes de compra –o Ministério tem citado o exemplo da insulina, que custa R$ 10 o frasco SUS e R$ 26 no reembolso.

    “Estamos preocupados. Qualquer redução nos valores pode sim causar problemas ao programa, porque não tivemos reajustes nos últimos anos”, diz Nelson Mussolini, do Sindusfarma.

    À Folha o ministro afirma que, caso não haja um acordo, a pasta pode voltar a distribuir todos os medicamentos da lista apenas no SUS. “Se não quiserem fazer nessa margem que estamos propondo, vamos centralizar a compra e fazer a entrega na nossa rede, que já está paga.”

    Neste caso, diz, os valores pagos ao programa seriam direcionados a complementar as verbas de assistência farmacêutica, assim como ocorreu no fechamento das unidades próprias. Questionado se isso não indicaria o fim do programa, ele minimiza.

    “Tem 1.500 municípios do Brasil que não têm Farmácia Popular nem rede própria nem conveniada. E nem por isso deixam de receber os medicamentos”, diz ele, que nega prejuízos à população no acesso a remédios. “O que afeta o acesso é pagar caro por algum medicamento.”

    Já Arthur Chioro, que foi ministro da Saúde na gestão Dilma Rousseff, tem visão oposta. “O que observamos em relação ao Farmácia Popular é uma desmontagem do programa”, afirma ele, que lembra que o programa foi criado para aumentar o acesso a medicamentos para doenças mais comuns e, assim, reduzir custos com internação.

    “O Farmácia Popular não substitui o SUS. Ele foi pensado para dar retaguarda a usuários de planos que não têm garantia de cobertura de medicamentos, que tem peso significativo sobre o orçamento das famílias”, diz.

    “Extinguir o Farmácia Popular é colocar todo mundo em concorrência no SUS novamente”, completa.

    ACESSO

    Pacientes que utilizam o Farmácia Popular afirmam terem sido pegos de surpresa com o fechamento das unidades próprias do programa e relatam dificuldades de acesso a medicamentos no SUS.

    No Distrito Federal, a única unidade da rede própria que ainda havia do programa, em Sobradinho, foi fechada em 28 de agosto.

    Restou um aviso em papel, que comunica o “encerramento das atividades da Farmácia Popular do Brasil”.

    Foi com ele que se deparou o aposentado José Aparecido dos Santos, que buscava no local medicamentos para diabetes, hipertensão, entre outros. “Simplesmente cheguei aqui e estava fechada.”

    Desde então, usuários como ele se queixam da falta de informações sobre o fechamento e sobre onde ainda é possível retirar medicamentos antes disponíveis na rede.

    O maior impasse é o fato da lista de remédios ser menor nas redes particulares credenciadas ao Farmácia Popular em relação ao que era disponibilizado nas unidades próprias –enquanto a primeira tem 32, a anterior disponibilizava 112.

    Foi o que ocorreu com a técnica de laboratório Maria de Fátima Soares, 54, que pegava com o filho medicamentos para efeitos da artrite e tratamento de gota (no caso específico, ácido fólico e prednisona), na unidade de Sobradinho.

    De R$ 1,60 que pagava pelo que precisava na rede própria devido aos descontos, agora paga entre R$ 15 e R$ 34 em farmácias particulares –os medicamentos não constam na lista da rede credenciada. “Ninguém acreditou quando fechou”, relata ela, que trabalha ao lado da antiga unidade.

    O Ministério da Saúde afirma que todos os remédios que eram distribuídos nas unidades próprias também estão disponíveis no SUS.

    Na prática, há reclamações. Santos, por exemplo, relata que, após o fechamento, nem sempre encontra o que precisa no posto de saúde. “Agora tenho que ir no posto, e quando não tem, tem que comprar”, diz.

    Funcionários de unidades de saúde do DF ouvidos pela Folha confirmam casos de falta de alguns medicamentos, sobretudo dos mais indicados, como omeprazol (para problemas de estômago) e sinvastatina (para reduzir níveis de colesterol).

    Ao saber do fechamento, a dona de casa Maria Ricarda Pereira, 71, correu para adiantar as receitas médicas e obter os medicamentos. Um dos que já utilizou, o cloridrato de verapamil, diz, não consta nas farmácias credenciadas. Agora, busca os medicamentos na unidade de saúde, onde também faz acompanhamento.

    A distância, porém ficou maior. “Antes, vinha a pé. Agora, tenho que pedir para minha filha me deixar aqui para buscar”, conta.

    Para Mailza dos Santos, 48, o programa era uma opção para os momentos em que não havia medicamento no posto de saúde. “Quando não tinha, pegava aqui”, diz.

    OUTRO LADO

    Questionado, o Ministério da Saúde afirma que direcionou todos os R$ 100 milhões antes gastos com as unidades próprias do Farmácia Popular para aumentar a oferta de medicamentos na rede pública.

    A pasta atribui o fechamento ao fato de que só 20% dos cerca de R$ 100 milhões gastos com essas unidades era para compra e distribuição de remédios. O restante era para custos operacionais.

    Sobre os relatos de falta de medicamentos, afirma que o monitoramento das unidades cabe aos municípios.

    Em nota, a secretaria de saúde do Distrito Federal informa que trabalha para manter os estoques abastecidos, mas admite que pode haver “faltas pontuais” de alguns medicamentos na rede.

    “Eventualmente, podem ocorrer faltas pontuais, mas todos os citados estão em processo de aquisição, em diferentes fases dos processos licitatórios.”

    Questionada, a pasta diz ainda que já foi possível observar um aumento recente na demanda por remédios básicos nas unidades de saúde após o fechamento da Farmácia Popular.

    Entretanto, “por se tratar de uma mudança recente, ainda não foi possível contabilizar tal valor”, informa.

    Fonte: CFF

  • CRF/AL inicia campanha do Natal Farmacêutico Solidário

    CRF/AL inicia campanha do Natal Farmacêutico Solidário

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, por meio da Comissão de Farmácia Comunitária, em parceria com o Sindicato dos Farmacêuticos de Alagoas iniciam a campanha Natal Farmacêutico Solidário. O objetivo é que os farmacêuticos e a população possam contribuir com material de higiene e brinquedos para levar esperança a crianças nesse espírito de natalino, o amor, a esperança e a renovação em Cristo.

    Alexandre Correia, presidente do CRF/AL, ressalta que a campanha é destinada a população em geral. “Esperamos contar com a contribuição de todos, essa é segunda edição da nossa campanha e queremos arrecadar no mínimo o dobro do que conseguimos ano passado”, destacou.

    Os postos para doação:

    • CRF/AL em Maceió – Rua Oldemburgo da Silva Paranhos (antiga Rua Goiás) N° 290, Farol.
    • CRF/AL em Arapiraca – Monsenhor Macedo, 103 – Centro, Arapiraca – AL.
    • Farmácia do Trabalhador JM- Rua Brasília, 123 Brasília – em frente a panificadora Brasília.

     

    Mais informações: Eline Baracho 999448127

    Juliana Braga 988041743

    Marta – 99661-9718

    Claudia- 98804-8164

     

    Fonte:Ascom CRF/AL

     

  • CRF/AL realiza curso de implantação de consultório farmacêutico e interpretação de exames laboratoriais

    CRF/AL realiza curso de implantação de consultório farmacêutico e interpretação de exames laboratoriais

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) em parceria com a Uninassau promove nos dias 8 e 9 de dezembro o curso como implantar um consultório farmacêutico e interpretação clínica de exames laboratoriais.

    O vice-presidente do CRF/AL, Robert Nicácio, explicou que a ideia é mostrar aos farmacêuticos que eles podem fazer esse tipo de serviço tanto em seus negócios, como nos locais onde trabalham. “Precisamos implantar os consultórios farmacêuticos, isso é bom para o profissional, bom para o paciente e bom para a empresa porque fideliza o seu cliente”, pontuou.

    Paulo Vicente, que é farmacêutico e presidente da SBFFC- Rio de Janeiro, vai falar da importância de se implantar um consultório farmacêutico, local, que segundo ele é onde o farmacêutico coloca em prática os seus conhecimentos. “É ali onde ele aplica os conceitos e as práticas da farmácia clínica para auxiliar o paciente na busca da sua saúde. Essa é essência da nossa profissão, e ela ficou perdida durante décadas aqui no Brasil quando a farmácia se tornou um mero estabelecimento comercial no qual não se importava com a saúde e o bem estar do paciente, mas apenas no interesse em vender para seus clientes”, pontuou.

    Ele explicou que o objetivo do curso é oferecer aos farmacêuticos as ferramentas necessárias para entender como implantar o seu consultório atendendo as normas sanitárias, legais, fiscais e profissionais. “Vamos trabalhar também o planejamento estratégico na escolha do local, layout, equipamentos, suprimentos, material de marketing. Enfim, tudo que será necessário para o farmacêutico ter o seu espaço adequado para as práticas dos serviços clínicos farmacêuticos”, garantiu.

    No intuito de fortalecer esse atendimento no consultório farmacêutico, o profissional também poderá no seu atendimento auxiliar o paciente na interpretação clínica dos exames laboratoriais. De acordo Rodolfo Fernandes, essa é uma ferramenta importante na atuação clínica do farmacêutico já que ele permite realizar o monitoramento fármaco terapêutico do paciente. “Essa é uma área que vem crescendo. Vamos fazer a discussão de casos clínicos, passando pela semiologia, farmacologia, parte clínica e exames laboratoriais”, revelou.

    Ainda durante o curso serão discutidas as solicitações dos exames laboratoriais, interpretação clínica do hemograma, dos marcadores bioquímicos, de exame de urina e EAS. “Nessas discussões nós vamos tratar de algumas patologias, a exemplo das doenças hepáticas, diabetes, doenças renais, infecções e outras que podem ser identificadas na interpretação destes exames”, comentou.

    Para participar basta fazer a sua inscrição e levar uma lata de leite no dia do curso.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Pílula digital pode mostrar se paciente toma remédios corretamente

    Pílula digital pode mostrar se paciente toma remédios corretamente

    A agência que controla alimentos e remédios nos Estados Unidos aprovou a venda da primeira pílula digital.

    O chip é um pouco maior que um grão de areia e vai lá no meio de um comprimido. A pessoa nem percebe. Na hora em que a pílula chega no estômago, ela se dissolve. O chip é ativado quando entra em contato com o ácido estomacal e emite um sinal.

    O sinal é captado por um sensor que fica em contato com a pele, como se fosse um pequeno curativo, e a informação então é enviada por celular do paciente. Se ele quiser, pode compartilhar os dados com o médico e com até quatro pessoas.

    A ideia é que todo mundo seja avisado que o sujeito realmente tomou seu remédio. Para os fabricantes, a tecnologia pode ajudar quem toma remédios de uso contínuo para controlar, por exemplo, hipertensão, diabetes, HIV.

    Poderia ser também útil para os idosos, que têm que tomar muito remédio e às vezes esquecem. A justificativa é que os prejuízos causados por pacientes que interrompem ou não seguem o tratamento à risca podem chegar a US$ 100 bilhões por ano nos Estados Unidos.

    Essa é a primeira pílula desse tipo aprovada nos Estados Unidos. O remédio é para o tratamento de pessoas com esquizofrenia.

    Alguns especialistas temem que pacientes possam ser pressionados a concordar com esse controle.

    O doutor Paul Appelbaum, diretor do departamento de psiquiatria da Universidade Columbia, em Nova York, e especialista em ética médica, alerta que essa tecnologia pode prejudicar a relação de confiança entre médico e paciente.

    E diz que há ainda o risco de que os dados venham a ser acessados sem autorização, de forma a ferir a privacidade das pessoas.

    “Espero que haja estudos sérios que mostrem que há de fato benefícios nessa nova abordagem. E se os benefícios superam os riscos”, afirmou.

    Fonte: G1