Dezembro vermelho: farmacêutica destaca importância da educação em saúde

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Dados do Ministério da Saúde apontam que o Brasil registrou um total de 41.919 novos casos de infectados pelo HIV, que comparado ao ano passado representa uma queda de 7% de novas infecções. Homossexuais e bissexuais são os grupos que apresentaram o maior contingente de novos infectados.

A farmacêutica Fernanda Bertazolli informa que as unidades básicas de saúde e Centro de Testagem de Aconselhamento (CTA) oferecem os testes de forma gratuita. De acordo com ela, é um teste simples, sem dor, onde é colhida uma amostra do sangue por meio de um pequeno furo no dedo. “O teste está disponível para qualquer usuário, inclusive de forma anônima e o resultado sai em 30 min”, pontuou. A orientação é que ele seja realizado em até 60 dias após a exposição ao vírus.

Ela explica que pessoas que compartilharam seringas e agulhas e fizeram sexo não seguro (sem uso da camisinha) estão mais expostas a infecção. Durante a fase da gestação, as mulheres também fazem o teste do HIV para evitar a transmissão para a criança, bem como durante o parto e a amamentação. “O farmacêutico atua desde o aconselhamento pré-teste, tirando todas as dúvidas com relação ao teste e pós-teste onde é feito o encaminhamento deste paciente para um centro de referência para o tratamento, caso o resultado seja positivo”, falou.

Fernanda ressalta que a importância da realização do teste rápido é a detecção precoce do vírus e o encaminhamento para o tratamento, além claro, da interrupção da transmissão. “A AIDS mata mais de 10 mil pessoas por ano no Brasil, por isso, o trabalho do farmacêutico na educação em saúde é fundamental, orientando desde as formas de transmissão até a prevenção.”, garantiu.

Fonte: Ascom CRF/AL

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