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  • Saúde redistribui produção de biológicos entre laboratórios públicos

    Saúde redistribui produção de biológicos entre laboratórios públicos

    O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (20), no Diário Oficial da União (DOU), a nova distribuição da produção de insumos biológicos no país por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP). A plataforma é uma das oito lançadas em outubro do ano passado pela Nova Política de Inovação Tecnológica da pasta. O objetivo é organizar, entre Fiocruz/Biomanguinhos, Instituto Butantan e Tecpar – laboratórios com maior expertise no tema, a elaboração de produtos biológicos estratégicos para o SUS. A organização entre essas instituições de pesquisas irá facilitar o processo de fabricação de insumos para o tratamento de artrite, câncer e doenças autoimune, por exemplo. (Veja tabela abaixo)

    Em 2016, foi iniciada a revisão das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs). Até aquele momento, sete laboratórios públicos tinham PDPs vigentes para a produção de biológicos (MABs). Desses, apenas três, Fiocruz-Biomanguinhos, Butantan e Tecpar já eram tradicionais produtores de biológicos para o ministério da Saúde e mostraram-se promissores no desenvolvimento de tecnologia monoclonal, ou seja, a tecnologia mais avançada da indústria farmacêutica, sendo os únicos laboratórios públicos que possuem pesquisas e iniciativas nesta área de atuação.

    Os demais laboratórios públicos serão especializados em outras sete plataformas: Síntese Química, hemoderivados, doenças raras, fitoterápicos, doenças negligenciadas, produtos para a saúde e medicina nuclear. O objetivo da especialização dos laboratórios por meio da Nova Política de Plataformas Inteligentes de Tecnologia em Saúde é oferecer competitividade, escala de comercialização dos produtos e capacitação dos pesquisadores. A expectativa é que haja um investimento privado de R$ 6,4 bilhões, a construção de pelo menos 3 novas fábricas, eração de mais de 7.400 vagas de empregos qualificados; além de envolver cerca de 450 doutores especializados em pesquisas para auxiliar o desenvolvimento de medicamentos e produtos para a saúde.

    REVISÃO DAS PDPs – As Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) tiveram seus primeiros critérios definidos em 2012, na gestão do ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, com o objetivo de racionalizar o poder de compra do Estado, incentivar o desenvolvimento tecnológico no país, além de focar na produção local de produtos estratégicos para o SUS. A partir daí, foram criadas normas e critérios para o estabelecimento e realização desses acordos entre as instituições públicas e entidades privadas para a transferência das tecnologias.

    Em 2014, o então ministro da Saúde, Arthur Chioro divulgou o novo marco regulatório da política, em que definiu uma lista anual com produtos considerados estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS), além de aprimoramento do processo de desenvolvimento produtivo na área da saúde, com definição de prazos para apresentação de propostas de transferência tecnológica, maior monitoramento do governo e garantia de segurança. Também foram definidas as fases de uma PDP, sendo a Fase III definida como início de aquisição do produto, as fases I e II são destinadas, respectivamente, a apresentação da proposta e implementação da mesma. A fase IV corresponde pela finalização do processo de transferência de tecnologia.

    Finalmente em 2016, na gestão Ricardo Barros, as PDP’s foram reorganizadas visando o fortalecimento da estratégia nacional de fomento à produção industrial brasileira, criando soluções tecnológicas em saúde como forma de promover o acesso integral e reduzir a vulnerabilidade do sistema de saúde, além de promover a produtividade, a competitividade e o desenvolvimento econômico e social.

    LISTA ESTRATÉGICA – Em janeiro deste ano, o Ministério da Saúde divulgou a nova lista de produtos estratégicos para o SUS. O rol consta com 52 produtos que são elegíveis para a apresentação de propostas de projetos de transferência de tecnologias no ano de 2017. Desse total, 19 são produtos biológicos que interessam ao SUS e que podem ser produzidos no Brasil.

    Para a publicação dessa nova lista, o Ministério da Saúde considerou alguns critérios essenciais, como: Produtos negligenciados, Alta tecnologia, medicamentos de alto custo, produtos mais judicializados e buscou o atendimento às plataformas que foram acordadas na política do Governo Federal de incentivo ao Complexo Industrial da Saúde – biotecnologia, doenças raras, fitoterápicos, doenças negligenciadas, produtos para a saúde, hemoderivados, medicina nuclear e síntese química. A lista está aberta a sugestões e contribuições dos laboratórios e da indústria farmacêutica e estará disponível para a síntese e atualização da lista sempre que o Ministério da Saúde autorizar.

    BALANÇO – O Ministério da Saúde conta com 86 parcerias de desenvolvimento produtivo vigentes, envolvendo 18 laboratórios públicos e 43 privados para o desenvolvimento de 88 medicamentos, 4 vacinas e 13 produtos da área da saúde. Em dezembro, após reunião do GECIS, foram incorporados mais 7 parcerias ao rol já existente. As PDPs têm como objetivo transferir tecnologias para a produção nacional de medicamentos, insumos e tecnologias estratégicas para a saúde. O prazo máximo para a conclusão do projeto, com a finalização da transferência de tecnologia, será de até 10 anos.

    ANTICORPOS MONOCLONAIS E ETANERCEPT

    Fonte: Ascom/MS
    Autor: Victor Maciel, da Agência Saúde

  • Estão abertas as inscrições do IV Simpósio de Farmácia

    Estão abertas as inscrições do IV Simpósio de Farmácia

    Estão abertas as inscrições para o IV Simpósio de Farmácia. O evento se realizará nos dias 30, 31 de março e 01 de abril, no Campus Prof. Dr. Antônio Garcia Filho, da Universidade Federal de Sergipe, na cidade de Lagarto.
    No encontro serão debatidos temas desde análise clínicas, farmacotécnica, farmácia hospitalar até a assistência farmacêutica e saúde coletiva.

    Os interessados podem se inscrever pelo endereço eletrônico: http://www.simfar2017.com/

    Fonte: Comissão organizadora do evento.

    Estão abertas as inscrições para o IV Simpósio de Farmácia!
    O evento se realizará nos dias 30, 31 de março e 01 de abril, no Campus Prof.
    Dr. Antônio Garcia Filho, da Universidade Federal de Sergipe, na cidade de
    Lagarto.Estão abertas as inscrições para o IV Simpósio de Farmácia!
    O evento se realizará nos dias 30, 31 de março e 01 de abril, no Campus Prof.
    Dr. Antônio Garcia Filho, da Universidade Federal de Sergipe, na cidade de
    Lagarto.
  • Em Arapiraca, farmacêutica hospitalar se preocupa com uso racional de medicamentos em sua unidade de saúde

    Em Arapiraca, farmacêutica hospitalar se preocupa com uso racional de medicamentos em sua unidade de saúde

    Dando continuidade a atuação feminina no mercado farmacêutico, vamos apresentar o trabalho da Marivalda Barbosa que é farmacêutica hospitalar. Ela que coordena o serviço de farmácia do Hospital Daniel Houly, em Arapiraca, e faz um trabalho de controle das rotinas farmacêuticas.

    Marivalda explicou que a unidade de saúde possui uma central de abastecimento farmacêutica, um núcleo de distribuição farmacêutica (também conhecida como farmácia satélite), centro cirúrgico e atendimento de emergência. “A nossa equipe de farmácia está preparada para atender todas as demandas. O nosso trabalho acontece de forma multidisciplinar porque atuamos em conjunto com a equipe médica e a enfermagem”, informou.

    A central de abastecimento é o local onde ocorre a estocagem, conservação de medicamentos e materiais médicos. “Precisamos de um lugar adequado para garantir a segurança e qualidade desses produtos que serão usados nos pacientes”, argumentou a farmacêutica. A distribuição dos medicamentos é realizada por dose individualizada conforme a prescrição farmacêutica, com um serviço de assistência farmacêutica de 24hs todos os dias da semana, incluindo sábado e domingo.

    Uma preocupação da coordenadora é quanto ao uso racional de medicamentos. Ela revela que diariamente é feito uma triagem e validação das prescrições médicas. “Como coordenadora me preocupo com essa questão do uso racional de medicamentos, por isso, respeitamos o protocolo dos nove erros que são paciente certo, medicamento certo, via certa, hora certa, forma certa, dose certa, resposta certa, registro certo da administração e orientação correta. Assim conseguimos promover uma melhor qualidade de vida para o paciente”, garantiu.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER

    FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER

    A Diretoria do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas parabeniza todas as farmacêuticas pelo dia Internacional da Mulher. 

  • Ministério da Saúde amplia vacinação em todas as faixas etárias

    Ministério da Saúde amplia vacinação em todas as faixas etárias

    Os postos de saúde de todo o país já estão com o novo calendário de vacinação para 2017. Neste ano, foi ampliado o público-alvo de seis vacinas: tríplice viral, tetra viral, dTpa adulto, HPV, Meningocócica C e hepatite A. A medida foi possível devido à economia de R$ 66,5 milhões, obtida pelo Ministério da Saúde, a partir da negociação e redução de até 11% no valor da dose de três vacinas: Hepatite A, HPV e dTpa. A eficiência de gestão garantiu a ampliação da cobertura vacinal e a aquisição de mais de 11,5 milhões de doses da vacina de febre amarela.

    “O Ministério da Saúde investe anualmente R$ 3,9 bilhões na compra de 300 milhões de doses de vacinas para proteger contra 20 tipos de diferentes de doenças. Estamos conseguindo negociar com os fornecedeores, inclusive os laboratórios públicos, vacinas por um menor. Só em três vacinas, economizamos R$ 66,5 milhões, e com isso, conseguimos ampliar a vacinação para diversos grupos, como por exemplo, a vacina HPV para meninos. Assim, vamos alcançar maior cobertura vacinal e mais segurança de saúde para a população”, afirmou o ministro da Saúde, Ricrado Barros.

    A coordenadora do Programa Nacional de imunização (PNI), Carla Domingues, alertou para a necessidade da população ficar atenta às vacinas que estão disponíveis durante todo o ano nos postos de saúde. “Não adianta termos todas as vacinas preconizadas pelo Organização Mundial de Saúde (OMS) disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), se a população não se conscientizar da necessidade de manter a caderneta de vacinação atualizada”, destacou Carla Domingues. Para ela, “é preciso que a população brasileira passe a considerar a vacinação como uma ação de familía, não restrita apenas aos cuidados com as crianças. Adolescentes e adulto também precisam manter esse documento de vacinação atualizada e em dia”, ressaltou.

    HEPATITE A – A vacina hepatite A passa a ser disponibilizada para crianças até 5 anos de idade. Antes, a idade máxima era até 2 anos. Essa vacina é altamente eficaz, com taxas de soroconversão de 94% a 100%. Em países que adotaram o esquema de vacinação com uma dose, houve controle da incidência da doença, principalmente em creches e instituições semelhantes, proporcionando proteção de rebanho para a população geral. Além disso, estudos também têm demonstrado que, em cerca de 95% dos vacinados, há produção de anticorpos em níveis protetores, quatro semanas após a vacinação com uma dose.

    TETRA VIRAL (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) – Em 2017, para as crianças, há ampliação da oferta da vacina tetra viral, passando a ser administrada de 15 meses até quatro anos de idade. Antes era administrada na faixa etária de 15 meses a menor de dois anos de idade. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) recomenda a vacinação das crianças com a tríplice viral (sarampo, Caxumba e rubéola) aos 12 meses de idade (primeira dose) e aos 15 meses com a tetra viral (segunda dose com a varicela). Vale reforçar que em países que adotaram esquema de uma dose contra varicela (semelhante ao do Brasil) houve queda acentuada do número total de casos da doença, de hospitalizações e de óbitos a ela relacionados.

    HPV – Também será ofertada, a partir de 2017, a vacina HPV para meninos. Desde 2014, a vacina é oferecida para meninas de 9 a 13 anos. Agora, o público-alvo incluirá também meninas de 14 anos. Ainda para este ano, além dos meninos, a vacina também será oferecida para homens vivendo com HIV e aids entre 9 e 26 anos de idade, e para imunodeprimidos, como transplantados e pacientes oncológicos. Desde 2015, as mulheres (9 e 26 anos) que vivem com HIV/Aids recebem a vacina.

    MENINGOCÓCICA C – O Ministério da Saúde também passou a disponibilizar a vacina meningocócica C (conjugada) para adolescentes de 12 a 13 anos. A faixa-etária será ampliada, gradativamente, até 2020, quando serão incluídos crianças e adolescentes com 9 anos até 13 anos.A meta é vacinar 80% do público-alvo, formado por 7,2 milhões de adolescentes. Além de proporcionar proteção aos adolescentes, a ampliação alcançará o efeito protetor da imunidade de rebanho; ou seja, a proteção indireta das pessoas não vacinadas. O esquema vacinal para esse público será de um reforço ou uma dose única, conforme a situação vacinal.

    dTpa ADULTO – Avacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular) tipo adulto passa a ser recomendada para as gestantes a partir da 20ª semana de gestação. As mulheres que perderam a oportunidade de serem vacinadas durante a gestação, devem receber uma dose de dTpa no puerpério, o mais precoce possível. Com essa medida, o Ministério da Saúde busca garantir que os bebês possam nascer protegidos contra a coqueluche, por conta dos anticorpos que são transferidos da mãe para o feto, evitando que eles contraiam a doença até que completem o esquema de vacinação com a vacina penta, o que só ocorre aos seis meses de idade.

    Apesar da vacina dTpa poder ser aplicada no puerpério, é importante ressaltar que esta estratégia só deve ser realizada como última opção, pois ao se vacinar uma gestante após o parto, não haverá transferência de anticorpos para o feto, consequentemente, há diminuição da possibilidade de proteção das crianças contra a coqueluche nos primeiros meses de vida.

    TRIPLICE VIRAL (sarampo, caxumba e rubéola) – Outra alteração se deu para a vacina tríplice viral, com a introdução da segunda dose para a população de 20 a 29 anos de idade. Anteriormente, a segunda dose era administrada até os 19 anos de idade. Com esta mudança, busca-se a correção da falha vacinal neste grupo e também considera a situação epidemiológica da caxumba nos últimos anos, cujos surtos têm acometido, principalmente, adolescentes e adultos jovens nesta faixa etária. A adoção do esquema de duas doses para esse grupo contribuirá na redução de casos da doença. Deste modo, duas doses contra sarampo, caxumba e rubéola passam a ser disponibilizadas para pessoas de 12 meses até 29 anos de idade. Para os adultos de 30 a 49 anos permanece a indicação de apenas uma dose de tríplice viral.

    VACINAS – Atualmente são ofertadas gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) 19 vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), beneficiando todas as faixas etárias. Por ano, são disponibilizados pela rede pública de saúde de todo o país, cerca de 300 milhões de doses de imunobiológicos para combater mais de 20 doenças.

    Em 2016, o investimento do Ministério da Saúde na oferta de vacinas foi de R$ 3,9 bilhões um crescimento de 225% na comparação com o ano de 2010, quando foi investido R$ 1,2 bilhão. Para 2017 está previsto um investimento de R$ 3,9 bilhões.

    Confira o calendário de vacinação de 2017.

    Fonte: CFF

     

  • Reação às reformas, fortalecimento da união e descarte de medicamentos em discussão na Reunião Geral

    Reação às reformas, fortalecimento da união e descarte de medicamentos em discussão na Reunião Geral

    Uma palestra do Presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e da Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), Ronald Ferreira dos Santos, sobre as reformas Trabalhista e da Previdência, abriu o segundo e último dia da Reunião Geral dos Conselhos Federal e Regionais de Farmácia, realizada, em Brasília. A pauta diversa do evento contou, ainda, com uma exposição da Conselheira Federal de Farmácia pelo Acre, Rossana Santos Freitas Spiguel, sobre descarte de medicamentos, entre outros assuntos.



    Dr. Ronald Ferreira dos Santos alertou os farmacêuticos para as perdas que poderão sofrer, caso as reformas trabalhista e previdenciária sejam aprovadas como se encontram nos textos originais. Após a sua palestra, ele disse ao site do CFF, comentando a reforma trabalhista, que os farmacêuticos certamente terão prejuízos, como o aumento da jornada de trabalho, o fim do descanso semanal, a perda do Décimo Terceiro Salário e da Licença Maternidade.



    O presidente do CNS e Fenafar lembrou dados do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), do Ministério do Planejamento, para comentar os prejuízos que poderão atingir os farmacêuticos. “Segundo o IPEA, a jornada de trabalho das farmacêuticas é de 14 horas diárias, incluindo outras atividades. Vale ressaltar que 70% da categoria são formadas de mulheres. Se a reforma da previdência é cruel com os homens, com as mulheres, ela será perversa”, condenou Dr. Ronald Ferreira dos Santos.



    Na palestra que fez aos farmacêuticos na Reunião Geral, nesta quinta-feira, ele conclamou os colegas a reagirem. “A luta em defesa do trabalho dos farmacêuticos deve ser de toda a sociedade, porque os serviços prestados pelos profissionais têm grande alcance social e em saúde”, pediu.



    Ronald Ferreira anunciou que os medicamentos serão o alvo de futura operação da Polícia Federal nos moldes da Operação Carne Fraca. Ele, também, condenou veementemente a aprovação, pelo Plenário da Câmara dos Deputados, nessa quarta-feira (22.03), do projeto de lei que libera a terceirização para todas as atividades (e, também, as atividades-fim) das empresas. Com a aprovação do projeto, a contratação terceirizada poderá ocorrer, sem restrições, na administração pública. “Quem está pensando em construir uma carreira no serviço público, esqueça”, concluiu.



    UNIÃO – O Presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter Jorge João, voltou a pedir, em seu discurso de abertura da Reunião Geral, que a categoria mantenha-se unida para enfrentar as dificuldades. Desde 2012, Walter Jorge vem tomando a dianteira do processo de unificação da categoria, não importando as ideologias e posições políticas dos farmacêuticos.

    O Presidente do CFF e lideranças de entidades representativas da categoria conseguiram, ao fim de dois anos – e graças à união – levar à discussão propostas fundamentais para a profissão, como a regulamentação das atribuições clínicas e a prescrição farmacêutica, aprovadas pelo Plenário do CFF, por meio de resoluções. Graças à união, a categoria farmacêutica conseguiu, ainda, sensibilizar os parlamentares federais a aprovarem a Lei 13.021/14.



    DESCARTE DE MEDICAMENTOS – Um dos assuntos que o Conselho Federal de Farmácia vem colocando em discussão e atraindo o maior número de segmentos para o debate é o descarte de medicamentos. Em 2010, foi instituída a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que prevê a criação de um acordo setorial para o descarte adequado de lâmpadas, pneus, agrotóxicos e medicamentos. “Todos os acordos foram cumpridos, à exceção do que diz respeito aos medicamentos”, disse a Dra. Rossana Freitas Spiguel, durante a exposição que fez aos participantes da Reunião Geral, nesta quinta-feira.



    Rossana Spiguel, que coordena o Grupo de Trabalho de Descarte de Medicamentos e do Farmacêutico no Sistema de Justiça do CFF, explicou que o Conselho Federal de Farmácia tomou a dianteira dos debates sobre o tema e convidou o Judiciário para evolver-se nas discussões.



    ENCONTRO – Para tanto, o Conselho realizará, em Brasília, no dia 19 de abril de 2017, o “I Encontro Interinstitucional de Logística Reversa de Resíduos de Medicamentos”. O evento será mediado pelo sistema de Justiça, que reúne os órgãos do setor. A coordenação do encontro ficará a cargo do GT de Descarte de Medicamentos e do Farmacêutico no Sistema de Justiça do CFF. “O farmacêutico é o profissional mais envolvido com esta questão em todo o ciclo do medicamento (da produção ao descarte) e ele é cobrado permanentemente pela sociedade a buscar soluções para o descarte inadequado”, concluiu a Dra. Rossana Spiguel.

    Fonte: CFF

  • Diretrizes curriculares e novo sistema de informação são alguns dos temas discutidos no segundo dia da Reunião Geral

    Diretrizes curriculares e novo sistema de informação são alguns dos temas discutidos no segundo dia da Reunião Geral

    A pauta do segundo dia da LXIII Reunião Geral dos Conselhos Federal e Regionais foi bem extensa. A manhã da quinta-feira, 23, foi reservada para apresentações de diversos projetos, dentre eles do Sistema Farmasis que deve ser implantado em todos os Conselhos Regionais, substituindo o programa atual que é o Siscom.

    “Nessa apresentação nós conhecemos o funcionamento da nova ferramenta que em breve deve entrar em uso e trazer uma maior agilidade para a nossa comunicação junto ao Conselho Federal. Acredito até que tenhamos respostas mais rápidas”, analisou o presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Alexandre Correia.

    Ainda pela manhã foram debatidos os temas da certidão de regularidade digital, padronização dos prazos obrigatórios para a guarda de documentos físicos, do protesto de Certidões de Dívida Ativa, dos Portais de Transparência dos CRFs e outros. “Nossa manhã foi voltada para questões mais administrativas com relação ao funcionamento dos conselhos regionais”, pontuou.

    Pela tarde um dos pontos relevantes foi a discussão acerca de uma nova proposta das diretrizes curriculares para o curso de farmácia, apresentada pelo Conselho Nacional de Educação, que realizará uma audiência pública para debater o assunto. “Também fizemos uma revisão do Código de Ética Farmacêutica, discutimos algumas decisões judiciais com relação à atuação dos técnicos de farmácia. Foram dois dias de atividades intensas, mas com um debate muito proveitoso em prol da melhoria da prestação de serviço do Conselho, bem como da valorização profissional”, destacou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Conselho Federal de Farmácia lança capacitação em serviços de cuidado farmacêutico no SUS

    Conselho Federal de Farmácia lança capacitação em serviços de cuidado farmacêutico no SUS

    Dentro da programação da 63ª reunião geral dos conselhos federal e regionais de Farmácia, na tarde de quarta-feira, dia 22, em Brasília, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) lançou o “Projeto de Cuidado Farmacêutico no Sistema Único de Saúde (SUS) – Capacitação em Serviços. O objetivo é oferecer capacitação para que farmacêuticos conheçam, compreendam e apliquem o raciocínio clínico, para aprimorar o cuidado farmacêutico no âmbito do SUS.

    O projeto foi elaborado pelo GT sobre saúde pública/CFF sob a coordenação geral do vice-presidente do CFF, Dr. Valmir de Santi e começará a receber inscrições a partir do dia 1º de abril.

    A metodologia desenvolvida permite ao CFF, por meio dos conselhos Regionais, reunir dezenas de farmacêuticos nos municípios para participar da capacitação e implantar os cuidados farmacêuticos em sua cidade, com o acompanhamento de tutores que darão consultoria após o curso. Confira aqui os critérios para seleção e saiba como participar.

    A capacitação terá carga horária total de 80 horas, distribuídas em cinco módulos presenciais de 16 horas, que serão ministrados a cada 15 dias. O projeto prevê a criação de 14 centros de formação, em 2017, para atender cerca de 300 municípios com a capacitação e implantação de serviços de cuidados farmacêuticos nos postos de saúde do SUS.

    Necessidade de mercado

    De acordo com Dr. Valmir de Santi, existe atualmente centenas de farmacêuticos que já prestam assistência farmacêutica com orientações ao paciente nos postos de saúde do SUS, mas ainda há muitas regiões carentes desses serviços. “A nossa ideia é colocar o Conselho Federal ativamente neste processo, para que muitos municípios brasileiros possam de fato implantar o cuidado farmacêutico dentro das farmácias do SUS”.

    Em cinco etapas de formação, o projeto terá início com a capacitação de farmacêuticos para praticar a semiologia farmacêutica e atenção ao paciente. Depois, eles aprenderão a trabalhar com transtornos menores, em eles poderão entender a prescrição farmacêutica dentro do SUS. “Às vezes, uma criança vai a um posto de saúde com um simples resfriado e o farmacêutico poderia prescrever uma medicação, mas não há protocolos ou legislação definindo essa atuação na secretaria de saúde. Então, a ideia é mostrar desde o aspecto legislativo à formação na área da prescrição”, explica o coordenador.

    Outras etapas capacitarão farmacêuticos que atuam no SUS a implantar processos de cuidado a pacientes com hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus, que são os pacientes mais frequentes nas unidades básicas de saúde. “Aqui a gente pretende que o farmacêutico possa fazer a parte clínica e acompanhar esses pacientes, podendo preencher todas as informações do tratamento em prontuários eletrônicos, tendo um acesso direto ao acompanhamento desses pacientes dentro do posto de saúde”, detalha Valmir.

    Segundo o coordenador, o módulo final será sobre fitoterápicos, já que existe uma gama desses medicamentos no SUS e muitas vezes nem o médico prescreve, nem o farmacêutico. “A ideia é possibilitar que farmacêuticos possam, nas unidades de saúde, prescrever os fitoterápicos e os outros medicamentos isentos de prescrição (MIP), dentro do que prevê a Resolução CFF nº 585/2013”.

    Ao todo, serão cinco meses de curso e mais seis meses de acompanhamento por meio de consultoria virtual, fase em que o tutor acompanhará toda a execução do projeto. Isso possibilitará que os farmacêuticos, ao implantar o cuidado farmacêutico, tenha a quem recorrer sempre que se depararem com dificuldades. “E se houver dificuldades que necessitem do apoio do Conselho Federal, o tutor passará essa informação para nós, por meio do GT sobre Saúde Pública/CFF, e nós poderemos ajudar dando o apoio necessário a ele”, afirma Valmir.

    Para o presidente do CFF, Dr. Walter Jorge João, com a realização desse projeto, que demandará ao todo 11 meses de trabalho, o CFF fornecerá todo o apoio necessário e terá condições de acompanhar todo o desenvolvimento da assistência farmacêutica nos municípios brasileiros. “O custo-benefício disso, para o CFF, é muito interessante, e para o farmacêutico, uma chance de participar de um projeto desburocratizado, intermediado pelo CRF da sua região, e conseguir implantar o cuidado farmacêutico, tornando este profissional muito mais útil para a sua região, já que muitos farmacêuticos, que atuam no SUS, sentem-se subutilizados em funções administrativas”, explica o presidente.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • CRF/AL participa de Projeto Social em Arapiraca

    CRF/AL participa de Projeto Social em Arapiraca

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, seccional Arapiraca, participou, no sábado 01 de abril, do projeto social quatro estações promovido pela igreja Presbiteriana do Brasil, cujo objetivo foi proporcionar para a população do bairro da primavera um dia de cidadania, contemplando os atendimentos de saúde, beleza e lazer.

    Fernando Rodrigues, presbítero e responsável pelo Projeto, ressaltou que a participação do CRF/AL foi fundamental para que o projeto alcançasse um grande número de pessoas. “Eu quero agradecer a presença do Conselho Regional de Farmácia pelo apoio que nos foi dado e pelas doações que foram feitas”, pontuou.

    Robert Nicácio, vice-presidente do CRF/AL, informou que no atendimento foi feito de forma compartilhada com uma equipe multidisciplinar formada por farmacêutico, médico e enfermeiro. “Cerca de 200 pessoas estiveram conosco e ao longo de todo o dia trabalhamos com orientação e promoção à saúde, bem como serviços como aferição de pa, glicemia capilar, circunferência abdominal e IMC”, comentou.

    O vice-presidente destacou que apoiar essas ações sociais é importante porque aproxima a atuação profissional da população, levando até ela os serviços farmacêuticos. “Essa é uma população carente e levar os serviços farmacêuticos a eles é muito bom porque, além da ação social, nós mostramos que o farmacêutico está disponível para fazer esse atendimento de forma gratuita em qualquer farmácia e nas unidades básicas de saúde”, disse.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Dia da beleza acontece em 31 de março na sede do CRF/AL em Maceió

    Dia da beleza acontece em 31 de março na sede do CRF/AL em Maceió

    Em virtude da grande procura no dia das Mulheres, o Conselho Regional de Farmácia decidiu dar mais uma chance às farmacêuticas que não puderam participar do Dia da Beleza e realiza no próximo dia 31 de março um dia inteiro para que elas venham ficar ainda mais bonita.

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia, Alexandre Correia, informou que nesta segunda versão, o dia de beleza será durante todo o horário de funcionamento do Conselho. “Da outra vez fizemos somente pela manhã e muitas farmacêuticas que trabalham neste horário não puderam participar conosco. Agora a nossa ideia é contemplar todas as nossas farmacêuticas, por isso, a diretoria decidiu fazer um dia inteiro de beleza”.

    Ele ressalta que a parceria com a Mary Kay foi de fundamental importância para a realização deste segundo dia. “O evento é gratuito e está aberto para todas as nossas farmacêuticas”, afirmou o presidente.

    Fonte: Ascom- CRF/AL