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  • Thayse Cabral escolheu o segmento de logística e distribuição para atuar como farmacêutica

    Thayse Cabral escolheu o segmento de logística e distribuição para atuar como farmacêutica

    No mês da mulher, o Conselho Regional de Farmácia fala da atuação das mulheres farmacêuticas no segmento de logística e distribuidora. Thayse Cabral, que trabalha na Distribuidora MixFarma conta que no seu dia a dia, ela é responsável por acompanhar a chegada do medicamento a distribuidora, do armazenamento do produto no galpão até a distribuição para os clientes.

    Contudo, ela ressalta que esse segmento vai muito além da logística e distribuição e destaca que um dos pontos essenciais desenvolvidos pelo profissional farmacêutico são os assuntos regulatórios. 

    Segundo Thayse para que a venda seja realizada o cliente precisa estar em dia com toda a sua documentação que é verificada junto aos órgãos de controle quando ela chega distribuidora. “É importante que o profissional farmacêutico tenha um bom contato com a vigilância sanitária, com o Conselho de Farmácia e com a Anvisa para checar essa documentação é verdadeira, se o cliente está com ela regularizada para fazer a venda”, informou. Ela pontua que a documentação da indústria e da distribuidora também precisa estar em dia.

    É de responsabilidade do farmacêutico elaborar os manuais de boas práticas e os Pops (Procedimentos Operacionais Padrão) que são documentos obrigatórios as distribuidoras. Já na venda dos controlados, ela ressalta que apenas o farmacêutico é quem pode fazer esse controle. “Eles ficam num ambiente separado e fechados com chaves, que ficam de posse do profissional farmacêutico que é o responsável pela liberação. Nós prezamos pelo controle de validade dos produtos, ofertando o melhor aos nossos clientes”, comentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Diretoria do CRF/AL participa de reunião anual em Brasília

    Diretoria do CRF/AL participa de reunião anual em Brasília

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia, Alexandre Correia e o vice-presidente, Robert Nicácio e a diretora tesoureira Lizete Vitorino estão em Brasília, participando da LXII Reunião Geral dos Conselhos Federal e Regionais de 2017. O objetivo do encontro é apresentar a realidade de cada regional e deliberar sobre a uniformização das ações administrativas e, também da valorização do profissional farmacêutico.

    Nesta quarta-feira, 22, a pauta contou com 19 pontos de discussões, entre eles, a extinção da carteira profissional farmacêutico e a criação de uma ferramenta para que todas as informações nela contidas sejam inseridas no microchip existentes na identidade farmacêutica, recursos para campanhas nacionais de valorização do profissional farmacêutico, intervenção, junto a Anvisa, na liberação da venda de toxina botulínica para farmacêuticos, discussão acerca da proposta para criação do Fundo de Financiamento aos CRF’s e outros.  

    Robert Nicácio, pontuou que esse encontro anual é importante porque promove o conhecimento do que vem sendo discutido em outros Estados. “Essa reunião é uma oportunidade que os conselhos regionais têm de estreitar os laços, bem como acatar as sugestões para melhorar o funcionamento do sistema CFF-CRFs”.

    Alexandre Correia revela que serão dois dias de muito trabalho, mas a expectativa é trazer melhorias para o funcionamento do Conselho. “Ainda temos muitos assuntos que serão discutidos amanhã. As discussões são bem variadas tratando desde questões administrativas, que são importantes, assim como assuntos gerais de interesse da categoria”.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Eleição: Renê Gondim disputa vaga em comissões de Conselho Estadual de Saúde

    Eleição: Renê Gondim disputa vaga em comissões de Conselho Estadual de Saúde

    Depois de ser empossado como membro do Conselho Estadual de Saúde, em fevereiro deste ano, o representante do Conselho Regional de Farmácia, Renê Gondim, vai disputar uma vaga nas Comissões de Saúde e de Orçamento do Conselho Estadual de Saúde. Isso porque a eleição para a escolha dos membros acontece agora em abril.

    O diretor revelou que uma das preocupações dele nesta atual gestão é que os problemas de 2016 permaneçam que foi a falta de repasse para a assistência farmacêutica dos municípios alagoanos. “A gente espera que 2017 seja diferente. O final da gestão anterior foi bem difícil, ficamos parados cinco meses e com a publicação da portaria já demos início aos novos trabalhos”, comemorou.    

    Ele reconhece que este será um ano com muitas dificuldades já que alguns recursos que deveriam ser destinados para projetos farmacêuticos ainda não foram repassados porque o Estado não consegue localizar. “Para o projeto Farmácia Viva nós temos cerca de R$ 2 milhões que foram aprovados pelo Conselho Estadual de Saúde desde 2012 e esse dinheiro não é aplicado”, lamentou.

    O Conselho Estadual de Saúde, órgão responsável pela fiscalização das políticas de saúde em todo o estado de Alagoas. Ele é a instância de deliberação do Sistema Único de Saúde (SUS) em Alagoas de caráter permanente e deliberativo. É responsável também em promover estudos, análise, acompanhamento e compatibilização de políticas e programas de interesse para a Saúde, bem como, se aprofundar acerca de temas específicos, produzindo Relatórios/Pareceres, aperfeiçoando a dinâmica de funcionamento do CES/AL.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Workshop farmacêutico apresentou diversas áreas de atuação profissional

    Workshop farmacêutico apresentou diversas áreas de atuação profissional

    Nos dias 17 e 18 de março, o auditório do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) foi o local onde os estudantes de farmácia da Uninassau realizaram o II Workshop de atuação farmacêutica. Neste encontro os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais a atividade do profissional de farmácia em diversos campos de atuação.

    De acordo com uma das organizadoras do encontro, Hianne Alencar, o encontro foi muito proveitoso. “Ficamos felizes em saber que os colegas buscaram melhoria na qualificação profissional, ainda que estejam no âmbito acadêmico. Tivemos palestras que esgotaram as vagas”, comemorou.   

    O presidente do CRF/AL, Alexandre Correia, revelou que ver um auditório cheio de estudantes é muito satisfatório porque foram dois dias de capacitação profissional. “Vamos levar ao mercado farmacêuticos preparados. Fora que antes mesmo de ingressar no mercado eles já tiveram a oportunidade de conhecer a entidade de classe que os representa, que defende os seus direitos”, destacou.

    Um dos palestrantes, Marek Ferreira, que é perito criminal realizou um “minicurso” sobre a atuação do farmacêutico na perícia criminal. Ele revelou que essa é uma área aberta para qualquer profissional do ensino superior e que é campo de trabalho que está em crescimento para o profissional farmacêutico. “A intenção deste minicurso foi mostrar para os graduandos e para os profissionais formados que existe mais um campo de trabalho”, ressaltou.

    Marek informou que a atuação do perito criminal farmacêutico será dentro do âmbito da química e da toxicologia forense fazendo a análise de drogas ilícitas que chegam assim como a análise de fluidos corporais para verificar a presença de substâncias tóxicas. “Nada impede que um farmacêutico que tenha especialização ou um mestrado em outra área que não a farmácia, como por exemplo, a genética, microbiologia, meio ambiente, venha atuar nesses ambitos também”, comentou.

    A perícia oficial atualmente conta com apenas um profissional farmacêutico em seu quadro, o que reforça a ideia de que esse é um campo em crescimento e conforme, o perito, existe uma necessidade crescente desse profissional. “Ele fica lotado no laboratório de química e toxicologia forense e ele sozinho é responsável para fazer a analise de droga e medicamento de todo Estado”, lamentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Diga não à graduação à distância para áreas de saúde !

    Diga não à graduação à distância para áreas de saúde !

    Chegou a nossa hora de dizer BASTA! Digam NÃO à graduação à distância para as áreas da saúde!

    Esta petição trata-se do posicionamento contrário à autorização de todo e qualquer curso de graduação da área da saúde, ministrado na modalidade EAD pelos prejuízos que tais cursos podem oferecer à qualidade da formação de seus profissionais.

    Link: http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR97416

    Fonte: Comunicação CFF

  • CRF/AL faz entrega de carteiras a novos profissionais

    CRF/AL faz entrega de carteiras a novos profissionais

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas realizou na última sexta-feira, 10 de março, a solenidade de entrega das carteiras aos novos profissionais que chegam ao mercado de trabalho. No encontro foi apresentada atuação do CRF/AL e do Sindicato dos Farmacêuticos de Alagoas, bem como dos conselhos estadual e municipal de saúde e da Vigilância Sanitária que foi apresentada por Renê Gondim e Saulo Sales, que é da Vigilância Sanitária de Arapiraca. 

    No bate papo com a diretoria do Conselho, os profissionais esclareceram suas dúvidas quanto à legislação profissional, sobretudo, com relação aos contratos de trabalho. O vice-presidente do CRF/AL, Robert Nicácio, pontuou que esse encontro é importante para evitar que eles caiam nas armadilhas das relações de trabalho. “Muitos profissionais são jovens e não tem conhecimento da legislação trabalhista, esse encontro é para que eles possam cumprir sua carga horária de trabalho conforme determina a legislação”, afirmou.

    A farmacêutica, Natalia Velasquez, fez uma palestra para os novos profissionais orientando sobre preparação de currículo, vestimenta para entrevista de emprego e claro, sobre a escolha do segmento em que eles querem trabalhar. “Nós passamos pelas principais áreas de farmácia, mostrando como o farmacêutico atua em cada uma delas para que eles pudessem definir onde querem atuar e a partir daí organizar seu currículo em busca dessa vaga de emprego”, comentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmácia magistral é a paixão de Priscilla Fonseca

    Farmácia magistral é a paixão de Priscilla Fonseca

    Na semana de comemoração ao dia das mulheres, a Priscilla Fonseca que atua na área magistral há 10 anos diz que esse é o segmento mais encantador da profissão porque é onde se vê a essência do farmacêutico, que é na arte de manipular. “A farmácia de manipulação tem essa característica de fazer uma manipulação personalizada para os pacientes”, pontuou. 

    A farmacêutica ressalta que esse segmento consegue atender as particularidades de cada paciente, como por exemplo, um paciente alérgico que não consegue encontrar determinado produto sem corante, neste caso, ele procura a farmácia magistral. “Essas soluções diferenciadas existem na indústria, mas na magistral vem crescendo gradativamente porque hoje, nós temos um perfil de paciente que vem mudando e quem tem buscado a personalização, com suas formas específicas e farmácia de manipulação consegue fazer a adequação e se ajustar a esse tipo de paciente”, afirmou.

    Priscilla revela que o seu dia a dia vai desde a assistência farmacêutica até a aquisição de matérias primas, com qualificação de fornecedores, analises físico químicas por meio do controle e qualidade dos insumos farmacêuticos e toda triagem das prescrições. “A gente vê a interação medicamentosa, se as doses estão dentro das faixas usais e alguma incompatibilidade que possa acontecer durante a manipulação. Toda essa triagem é feita antes de manipulação”, observou.

    Ela explica que no ato da dispensação do medicamento ao paciente, ela orienta como deve ser tomado o medicamento, qual o melhor horário, com ou sem alimento. “Nós tiramos todas as dúvidas durante o horário de funcionamento. São inúmeras as atividades desenvolvidas pelo profissional farmacêutico magistral”, informou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Presidente do CRF/AL participa do encontro Norte, Nordeste e Centro Oeste dos Conselhos de Farmácia

    Presidente do CRF/AL participa do encontro Norte, Nordeste e Centro Oeste dos Conselhos de Farmácia

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Alexandre Correia, esteve nos dias 9 e 10 de março em São Luiz do Maranhão participando do III Encontro Norte, Nordeste e Centro Oeste de Diretores dos Conselhos Regionais de Farmácia.


    Ao longo destes dois dias foram debatidos assuntos relevantes como o andamento do projeto Farmasis, a cobrança de anuidades de filiais sem capital social, a unificação dos valores das multas de acordo com o grau da infração e a discussão e esclarecimento sobre a resolução do Conselho Federal de Farmácia nº 616, 586, 623, 576 entre outros.
    Alexandre revelou que esse encontro é importante porque é o momento em que os conselhos discutem uma maneira de se uniformizar as ações administrativas. “Discutimos várias resoluções do CFF, conhecemos a realidade de cada uma das regionais e saímos daqui com muitas pautas para o encontro geral dos conselhos federal e regionais que acontecerá em Brasília”, pontuou.
    Fonte: Ascom CRF-AL

  • No serviço público, o farmacêutico atua desde a logística até a atenção básica

    No serviço público, o farmacêutico atua desde a logística até a atenção básica

    A farmacêutica Walquiria Ramalho atua no segmento serviço público, no complexo Lourenço Vasconcelos, em Maceió. Ela explica que o profissional de farmácia que trabalha no Sistema Único de Saúde (SUS) tem uma rotina de atividade muito ampla que vai desde a logística até a atenção farmacêutica. 

    No seu dia a dia, ele faz a seleção de medicamentos que vão constar na farmácia, faz a solicitação pra central de abastecimento e a checagem desse medicamento quando chega a farmácia, fazendo controle de validade dele. “O médico faz a prescrição, o paciente vai à farmácia e nós fazemos a orientação farmacêutica necessária no ato da dispensação”, comentou.

    Ela explica que o SUS possui uns programas específicos para o tratamento de algumas patologias, como por exemplo, osteoporose, tuberculose, hanseníase, onde a função do farmacêutico é fazer a orientação aos paciente quanto ao uso do medicamento. “A gente faz um trabalho com toda equipe multidisciplinar, médicos, agentes de saúde, enfermeiros, dentistas e ainda estamos inseridos na equipe de saúde que faz os testes de HIV e Sífilis”, pontuou.

    Walquiria ressalta que a principal função do farmacêutico do SUS é não deixar faltar medicamentos na unidade de saúde, contudo, ela ressalta que o trabalho feito pelo profissional de farmácia não é apenas de fornecimento, mas também todo o controle e orientação referente a ele. “Os medicamentos disponíveis nas unidades depende da demanda daquela comunidade em que ela está inserida. Você pode encontrar certos medicamentos em uma unidade e na outra não ter porque não é o perfil”, analisou.

    Fonte: Ascom-CRF/AL

  • Farmacêutica se preocupa com uso racional de medicamentos

    Farmacêutica se preocupa com uso racional de medicamentos

    Dando continuidade a atuação feminina no mercado farmacêutico, vamos apresentar o trabalho da Marivalda Barbosa que é farmacêutica hospitalar. Ela que coordena o serviço de farmácia do Hospital Daniel Houly, em Arapiraca, e faz um trabalho de controle das rotinas farmacêuticas. 

    Marivalda explicou que a unidade de saúde possui uma central de abastecimento farmacêutica, um núcleo de distribuição farmacêutica (também conhecida como farmácia satélite), centro cirúrgico e atendimento de emergência. “A nossa equipe de farmácia está preparada para atender todas as demandas. O nosso trabalho acontece de forma multidisciplinar porque atuamos em conjunto com a equipe médica e a enfermagem”, informou.

    A central de abastecimento é o local onde ocorre a estocagem, conservação de medicamentos e materiais médicos. “Precisamos de um lugar adequado para garantir a segurança e qualidade desses produtos que serão usados nos pacientes”, argumentou a farmacêutica. A distribuição dos medicamentos é realizada por dose individualizada conforme a prescrição farmacêutica, com um serviço de assistência farmacêutica de 24hs todos os dias da semana, incluindo sábado e domingo.

    Uma preocupação da coordenadora é quanto ao uso racional de medicamentos. Ela revela que diariamente é feito uma triagem e validação das prescrições médicas. “Como coordenadora me preocupo com essa questão do uso racional de medicamentos, por isso, respeitamos o protocolo dos nove erros que são paciente certo, medicamento certo, via certa, hora certa, forma certa, dose certa, resposta certa, registro certo da administração e orientação correta. Assim conseguimos promover uma melhor qualidade de vida para o paciente”, garantiu.

    Fonte: Ascom CRF/AL