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  • CRF/AL promove manhã de beleza em comemoração ao Dia da Mulher

    CRF/AL promove manhã de beleza em comemoração ao Dia da Mulher

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas realizou uma manhã de beleza para comemorar o dia Internacional da Mulher. As farmacêuticas que foram a sede do CRF em Maceió puderam cuidar do cabelo, em parceria com o salão de beleza Erika Cabelos e cuidados com a pele com a consultoria da Mary Kay. 

    A farmacêutica Maria Graciela foi uma das que aprovou a iniciativa da instituição, que valorizou a mulher, sobretudo as farmacêuticas. “Hoje estamos sendo homenageadas, foi muito boa essa ação. Nós nos sentimos importantes e isso nos motiva e é incentivo para que a gente lembre do quanto somos importantes. Eu adorei”, comemorou a farmacêutica.

    Alexandre Correia, presidente do CRF/AL, pontuou que a mulher tem um papel importante na sociedade com uma dupla função, cuidando da família e do seu trabalho. “Nada mais justo do que oferecer um cuidado especial as mulheres que muitas vezes, por conta da sua rotina, não tem tempo de cuidar de si mesmo e foi isso que o CRF/AL promoveu, um dia para que ela fosse ao trabalho mais bonita”, argumentou.

    Também foram distribuídos botões de rosas para as mulheres que foram ao Conselho.

    Fonte: Ascom-CRF/AL

  • Oncologia: acompanhamento do paciente é feito pela farmacêutica Rafaela Ribeiro.

    Oncologia: acompanhamento do paciente é feito pela farmacêutica Rafaela Ribeiro.

    No dia Internacional da Mulher nós vamos conhecer a farmacêutica Rafaela Ribeiro, que vai falar como é a sua rotina de trabalho no Centro de Tratamento de Câncer da Medradius, no segmento de manipulação. 

    Rafaela faz atendimento aos pacientes oncológicos e o seu dia a dia é fazer o controle dos ciclos deste paciente. Ao chegar para o tratamento o paciente passa pela enfermagem onde é feita a pesagem e a verificação dos sinais vitais, encaminhando as informações para a farmácia, onde é feito o cálculo para verificar a prescrição médica. “Eu faço a checagem da prescrição, observando a interação medicamentosa, se a diluição está de acordo com o medicamento prescrito e se os medicamentos que antecedem a quimioterapia são necessários”, pontuou.

    Como esses pacientes são de tratamento contínuo, a farmacêutica revela que alguns deles fazem uso de medicamentos em casa, por isso, é fundamental que esse paciente converse com o farmacêutico. “Aqui eu faço um trabalho de orientação e reconciliação medicamentosa ao paciente e acompanho todas as etapas que antecedem a manipulação”, informou.

    Ao chegar à manipulação, onde é feita a preparação da quimioterapia, a farmacêutica antes de dispensar o medicamento para enfermagem faz uma última conferência para saber se ficou de acordo com a prescrição. “Observo a característica fisicoquímica do medicamento, se a quimioterapia está correta e libero para enfermagem, que é responsável pela administração ao mesmo tempo em que eu faço a orientação ao paciente”, explicou.

    Ela revelou que é importante saber quais os medicamentos que ele está tomando, até porque, segundo ela, alguns pacientes continuam tomando ainda que o médico já tenha suspendido. “O trabalho de orientação também acontece sob as excretas da quimioterapia, como vai ser o manuseio, sobre as reações adversas que ele vai ter em casa e sobre o mecanismo de ação da droga, ou seja, como ela vai agir no organismo e o tipo de tratamento. É um trabalho junto ao paciente para tudo o que diz respeito ao medicamento nós (farmacêuticos) estarmos inseridos”, comentou.

    O atendimento é tão personalizado, que Rafaela revelou que deixa inclusive o número de telefone caso o paciente necessite. “O paciente recebe alguns informativos e se ele tiver alguma dúvida pode entrar em contato e assim, o tratamento acaba se tornando mais humanizado e com resultados positivos porque ele não terá insegurança sobre o que está sendo feito”, garantiu.

    Fonte: Ascom CRF-AL

  • Semana da Mulher: CRF/AL mostra atuação feminina no mercado farmacêutico

    Semana da Mulher: CRF/AL mostra atuação feminina no mercado farmacêutico

    Na semana da mulher, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas vai fazer uma série de reportagens mostrando a atuação da profissional farmacêutica em seus respectivos segmentos.  Hoje, nós vamos conhecer a Juliana Braga que atua na farmácia popular como farmacêutica comunitária.

    Ela que faz cerca de trinta atendimentos diários revela que o seu dia a dia é trabalhar diretamente com o paciente que chega a farmácia para buscar a solução dos seus problemas. “É nesse contato com ele, que eu dou as respostas que ele precisa”, afirmou.

    Juliana contou que a orientação dada ao paciente vai desde a explicação do tipo de medicamento foi prescrito pelo médico até a melhor forma daquele paciente tomar a medicação. “Muitas vezes, o paciente não consegue ter essas respostas com o médico e a farmácia acaba sendo o lugar aonde ele vai atrás das informações. Saber o porquê dele está tomando aquele remédio”, explicou.

    Além disso, ela também acompanha os pacientes com relação à pressão arterial, glicose e aqueles que decidiram parar de fumar. “O farmacêutico comunitário faz esse tipo de atendimento, de acompanhamento e de ajuda. O meu trabalho é estar ajudando essas pessoas que vem procurando uma solução dos seus problemas”, pontuou.

    De acordo com a farmacêutica alguns pacientes chegam à farmácia em busca de serem apenas ouvidos e alguns dos problemas apresentados podem ser resolvidos apenas com algumas pequenas mudanças, a exemplo do horário de tomar aquele medicamento. “A farmácia acaba sendo o primeiro lugar que as pessoas procuram quando apresenta algum problema de saúde. É muito importante que o farmacêutico esteja preparado para atender esse paciente, e identificar esse problema pode ou não ser resolvido ali na farmácia. E se necessário, encaminhar esse paciente ao médico”, alertou.

    Fonte: Assessoria CRF/AL

  • Hospitais de alagoas descumprem legislação e empregam poucos farmacêuticos

    Hospitais de alagoas descumprem legislação e empregam poucos farmacêuticos

    Os farmacêuticos podem atuar em mais de 70 áreas distintas e uma delas é dentro dos hospitais. Atualmente, Alagoas possui 68 unidades hospitalares e somente 10% delas tem assistência farmacêutica plena, ou seja, um profissional farmacêutico atuando dentro das suas unidades em todo o seu horário de funcionamento.  

    Segundo os dados levantados pela fiscalização do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL) cada hospital deveria empregar no mínimo cinco farmacêuticos, o que daria 340 profissionais trabalhando na área hospitalar. Hoje nós temos 86 farmacêuticos dentro dos hospitais, um número aquém do desejado. “Antes da legislação 13021/2014, esse número era bem menor e com esse instrumento jurídico nós estamos conseguindo avançar na empregabilidade e transformar essa realidade dentro dos hospitais em Alagoas”, afirmou o presidente do CRF-AL, Alexandre Correia.

    Ele informa que a partir a de legislação 13021/2014, os hospitais só conseguem a certidão de regularidade técnica se prestarem assistência farmacêutica plena. “Sem a certidão, o hospital fica sem poder realizar compra de medicamentos, e em situação irregular junto ao Conselho e a Vigilância Sanitária”, alertou. O presidente garante que o CRF-AL tem fiscalizado todas essas unidades e o resultado tem sido decisões liminares a favor do Conselho para que elas cumpram a legislação.

    Jamisson Barbosa, presidente da Comissão de Farmácia Hospitalar do CRF-AL, pontua que a realidade do interior é alarmante porque muitos hospitais não querem empregar farmacêuticos em suas unidades de saúde. “Infelizmente, os gestores não entendem a importância do farmacêutico dentro do hospital, eles pensam que nós somos apenas um dispensador de medicamentos, no entanto, a nossa função é muito mais ampla, e a principal atribuição é o controle de qualidade com relação ao uso desses medicamentos e a orientação farmacêutico na assistência ao paciente”, pontuou.

    Outro dado importante do farmacêutico dentro do hospital é que ele consegue diminuir os custos na compra dos fármacos, porque é feito todo um trabalho junto à equipe multidisciplinar com relação ao uso racional de medicamentos. “A interação medicamentosa pode ser fatal e é exatamente o farmacêutico quem vai monitorar essas situações, por isso, é importante que ele esteja dentro do hospital, como já acontece nas farmácias comunitárias”, comentou Jamisson.

    Além disso, estudos mostram que mais de 80% dos erros cometidos em ambiente hospitalar são causados pela utilização inadequada de medicamentos. “Nosso trabalho não é apenas para garantir o cumprimento da legislação, mas acima de tudo garantir a segurança do paciente dentro do ambiente hospitalar”, falou.

     

    Fonte: Ascom-CRF/AL

  • Governo reúne academia e indústria em debate sobre incentivo à pesquisa clínica

    Governo reúne academia e indústria em debate sobre incentivo à pesquisa clínica

    Associações, laboratórios privados e públicos se reuniram na última semana para debater um plano de ação de incentivo e melhoria em pesquisa clínica no Brasil. Do evento, realizado pelo Ministério da Saúde, participaram a Interfarma; o grupo FarmaBrasil e a Sociedade Brasileira de Profissionais em Pesquisa Clínica (SBPPC). Entre os pontos discutidos estão as capacitações de profissionais para pesquisa clínica, aumento da infraestrutura para realização de estudos, viabilização de parcerias entre instituições públicas e privadas para realizar levantamentos epidemiológicos e realização de ações de comunicação e de plataformas para a disseminação de informações.

    O Encontro aprofunda a discussão iniciada no Fórum Pesquisa Clínica no Brasil, que contou com a presença do Ministro da Saúde, Ricardo Barros, em outubro de 2016. Na ocasião, foi apresentado um panorama da realização de estudos clínicos no país que permitiu a colaboração entre os setores interessados na busca de processos mais ágeis e de melhor infraestrutura para pesquisa clínica. “Naquele momento, nós assumimos um compromisso de alavancar a pesquisa clínica no Brasil e, para isto, vamos envolver todo o setor saúde”, afirmou o secretário da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (SCTIE/MS), Marco Fireman.

    O presidente-executivo do grupo FarmaBrasil, Reginaldo Arcuri, comemorou a interação entre governo e iniciativa privada em torno da pesquisa clínica. “É muito estimulante ver o governo cumprindo bem seu papel de coordenar, de estabelecer os nortes e dar visibilidade para as ações. O caso da pesquisa clínica é uma questão absolutamente central porque o país começou a entrar numa nova época com novos campos na pesquisa,” afirmou. A iniciativa privada também ressaltou a importância do encontro. “Estou há quinze anos na pesquisa clínica e é a primeira vez que eu me lembro de ver governo, academia e indústria no mesmo ambiente, tentando discutir essa agenda positiva”, completou o representante do laboratório Bristol-Meyers, Rafael Laurino.

    A necessidade de diminuição da burocracia e dos entraves regulatórios na autorização da realização de pesquisas com seres humanos também foi um ponto citado pelos representantes dos laboratórios. O Decit propôs levar o debate do plano de ação também à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

    Fonte: Por Agência Saúde com contribuição da Juliana Ronconi

  • Fiscais amazonenses fazem treinamento de fiscalização eletrônica no CRF/AL

    Fiscais amazonenses fazem treinamento de fiscalização eletrônica no CRF/AL

    Durante três dias, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, recebeu as fiscais amazonenses Inês Oliveira e Daiane Freitas para o treinamento do sistema de fiscalização eletrônica móvel. Écio Sales, fiscal de Alagoas, explicou que o sistema já funciona no Estado desde 2013 e cobre 100% da fiscalização. “O primeiro momento foi teórico, mostrando como é o planejamento da fiscalização e nos dois últimos dias, nós fizemos o treinamento in loco em Maceió e no interior”, pontuou.


    O fiscal pontuou que o material usado para essa fiscalização é um tablet e uma impressora portátil que permite ao fiscal entregar o auto de infração no momento da fiscalização. Ele revelou que antes do sistema digital, as fiscalizações eram feitas manualmente, o que demandava muito tempo. “Com a fiscalização eletrônica, nós tivemos mais agilidade e maior rapidez durante as inspeções, e ao encerrar a fiscalização nós já conseguimos exportar os dados para o sistema com muita rapidez”, comemorou. Écio reforçou que Alagoas foi um dos primeiros Estados a ter 100% de cobertura digital no processo de fiscalização.


    Para Inês Oliveira, o treinamento foi proveitoso porque houve uma troca de experiência e de condutas. “Viemos para fazer o treinamento de fiscalização eletrônica móvel, aprendemos muito, fomos muito bem recebidas e vamos retornar já para implantar no nosso Estado. Essa é uma ferramenta muito importante para a fiscalização”, informou.


    A fiscal Daiana Freitas reforçou que o diferencial desse sistema é que ele traz as informações completas da empresa e isso traz uma agilidade. “Quando a gente sai com o termo manual, as informações são limitadas e muitas vezes a gente precisava entrar em contato com o Conselho para coletar outras informações e com o programa nós já temos essas informações e fiscalização torna-se mais produtiva”, analisou.

    Fonte: Ascom CRF-AL

  • Mercado Farmacêutico alagoano tem crescimento de 18% em 2016

    Mercado Farmacêutico alagoano tem crescimento de 18% em 2016

    Apesar de um cenário econômico de crise, o mercado farmacêutico apresentou um crescimento no ano de 2016. No Brasil, segundo levantamento realizado pela INTERFARMA (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), com dados da IMS Health (Consultoria Internacional de Marketing Farmacêutico), o varejo farmacêutico brasileiro cresceu 13,1% em 2016, passando de R$ 75,49 bilhões para R$ 85,35 bilhões.
     
    E Alagoas acompanhou esse crescimento. O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL) registrou 175 novas inscrições de estabelecimentos farmacêuticos. Esse número contempla a rede privada e pública. Comparado ao ano de 2015, onde 143 novas inscrições foram feitas, o crescimento no ano passado foi um pouco maior que 18%. O presidente do CRF-AL, Alexandre Correia, explica que esse quantitativo corresponde apenas as farmácias que estão de acordo com a legislação. 
     
    Ele ressaltou que o crescimento do número de estabelecimento tem um reflexo positivo para a categoria porque novos postos de trabalho são abertos. “A legislação determina que todo estabelecimento farmacêutico tenha um profissional durante todo o seu horário de funcionamento, isso significa que a farmácia só pode funcionar com a presença de um farmacêutico”, afirmou.
     
    O presidente pontua que o crescimento está atrelado ao empreendedorismo, onde os profissionais farmacêuticos têm optado ser donos do próprio negócio. “Muitos jovens que estão se formando tem decidido montar sua própria farmácia, o que para nós é muito satisfatório porque sabemos que o responsável pelo estabelecimento é um profissional capacitado”, comemorou.
     
    De acordo com o IMS Health o Brasil possui hoje 66,5 mil farmácias, cerca de 50% das quais são parte de grandes redes de varejo. Para o ano de 2017, a perspectiva do mercado farmacêutico é que este segmento deve atingir R$ 87 bilhões em vendas este ano.
     
    Fonte: Ascom CRF-AL
  • Livros do Profar já estão disponíveis

    Livros do Profar já estão disponíveis

    Todos os livros do Profar estão sendo encaminhados aos inscritos no EAD via correios imediatamente após a conclusão e aprovação no curso. Mas o prazo médio para as publicações chegarem às casas dos destinatários é de um mês. Assim, se você concluiu o curso e foi aprovado há mais de um mês, verifique o seu endereço cadastrado na plataforma. Se estiver errado, corrija.

    E, estando certo ou errado, informe ao CFF por meio do formulário de atendimento, que pode ser acessado no link www.profar-cff.org.br/atendimento.

    Fonte: CFF

  • Grupo de Trabalho se reúne para discutir sobre descarte de medicamentos

    Grupo de Trabalho se reúne para discutir sobre descarte de medicamentos

    O Grupo de Trabalho de Descarte de Medicamentos e a Logística Reversa do Conselho Federal de Farmácia (CFF) esteve reunido na sede do conselho nesta terça e quarta-feira, dias 7 e 8 de fevereiro. Encarregado de conduzir as discussões com vistas à materialização da política já aprovada e nunca implementada da logística reversa de medicamentos, o GT avaliou a resposta o Ministério do Meio Ambiente a uma nota técnica produzida por ele e encaminhada ao órgão no mês de dezembro.

    No ofício encaminhado ao CFF, o Ministério do Meio Ambiente informa que já tem elaborada uma minuta de decreto para retirar do papel o chamado Acordo Setorial. O acordo envolve três propostas apresentadas por fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes sobre logística reversa de medicamentos, mas que está sem parecer do Ministério do Meio Ambiente desde 2014.

    Nesses dois dias de reuniões, o GT realizou uma avaliação crítica das medidas que estão sendo adotadas pelo governo com vistas à proposição de mudanças que visem ao aperfeiçoamento dos resultados. Estiveram presentes à reunião, o juiz federal Clenio Jair Schulze, ex-presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e os representantes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Virgínia Maria Jorge e Jairo Sotero Nogueira de Souza, que também é suplente de conselheiro federal pelo Rio Grande do Norte.

    Ao final da reunião, os membros do GT e convidados foram recebidos pelo presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, que destacou a importância da questão. “O principal objetivo do CFF é levar o acordo setorial adiante, unindo os esforços de todas as entidades envolvidas para resolver este grande problema no país. Temos um papel fundamental neste contexto, porque o farmacêutico é o profissional que mais está ligado a questão do descarte de medicamentos”, observou.

    A avaliação feita nestes dois dias de trabalho será colocada em discussão durante a Reunião Geral, no mês de março. O Grupo de Trabalho de Descarte de Medicamentos e a Logística Reversa foi instituído pelo CFF, em outubro de 2016, para resgatar as atividades que foram realizadas sobre resíduos de medicamentos, desde a publicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

    O GT sobre Descarte de Medicamentos é composto por:

    • Rossana Freitas Spiguel – Conselheira Federal de Farmácia pelo Acre
    • Gilberto Dutra – Presidente do Conselho Regional de Farmácia do Espírito Santo (CRF-ES)
    • Clenir Sani Avanza – Comissão de Saúde da OAB/ES
    • Simone Ribas – Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba
    • Teófila Margarida Monteiro – CRF-MA
    • Thiago Coelho Saraiva – CRF-ES
    • Fabiana Pugliese – CRF-RJ
    • Josélia Frade – CFF
  • Instituto Racine amplia prazo de inscrição para participar de sorteio de bolsa de estudos

    Instituto Racine amplia prazo de inscrição para participar de sorteio de bolsa de estudos

    Atenção farmacêuticos! O Instituto Racine prorrogou o prazo de inscrição para sorteio de bolsas com descontos de 50% para os farmacêuticos que estiverem interessados em se atualizar profissionalmente.

    No total serão 12 de bolsas de estudo sendo 4 (quatro) para Cursos de Pós-Graduação e 4 (quatro) para Cursos Intensivos e 4 (quatro) para Curso de Educação Continuada. Só pode participar do sorteio aqueles que estão devidamente inscritos no Conselho Regional de Farmácia de Alagoas e que não estejam fazendo qualquer curso na instituição.

    Para participar do sorteio basta acessar o link e preencher o formulário até o dia 23 de outubro.