Categoria: Notícias

  • Contratação de farmacêuticos reduz em 40% gastos com medicamentos

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Fábio Pacheco, esteve na cidade de Penedo em meados de março, onde conheceu todo o complexo de assistência farmacêutica da cidade. Acompanhado pelo diretor de assistência farmacêutica e da Vigilância Sanitária Municipal, Ângelo Mendes, o presidente conheceu a CAF, a farmácia de crônicos, a farmácia central do município e as farmácias das UPAS.

    Ângelo revelou que o trabalho desenvolvido na cidade tem alcançado resultados positivos. “Nós temos sete farmacêuticos contratados e todos eles atuando na assistência farmacêutica. Fico feliz em saber que conseguimos mostrar que o farmacêutico vai muito além da dispensação”, comentou.

    De acordo com o diretor, Penedo reduziu em 40% o gasto com medicamentos, possui uma farmácia que atende as demandas administrativas e judiciais, dando apoio a procuradoria do município e oferta um serviço maior do que o preconizado em lei. “Aqui nós valorizamos o farmacêutico”, garantiu Ângelo.

    Fábio comentou que o complexo de assistência farmacêutica de Penedo é referência na região. “Estou encantando com o trabalho desenvolvido pelos farmacêuticos, tudo muito organizado, local de trabalho adequado aos profissionais, isso me deixa extremamente feliz porque sei que eles estão sendo reconhecidos e valorizados pelo seu trabalho”.

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • Farmacêuticas pesquisam novos medicamentos para tratamento de leishmaniose

    Dados do Ministério da Saúde mostram que em Alagoas oito pessoas morreram de leishmaniose no ano de 2020. O município de Estrela de Alagoas foi que registrou o maior número de casos com uma média de 5,33 para cada 100 mil habitante. Na Semana Nacional de Controle e Combate à Leishmaniose, instituída pela Lei nº 12.604/2012, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas apresenta a pesquisa das farmacêuticas e professoras Doutoras Magna Suzana Alexandre Moreira e Aline Cavalcanti de Queiroz no desenvolvimento de novos fármacos para o tratamento da doença.

    Coordenadoras do Laboratório de Farmacologia e Imunidade-LAFI da Universidade Federal de Alagoas, elas afirmam que o tratamento já é realizado por meio de medicamentos, contudo, alguns são bastante tóxicos, outros tem preços elevados, além da resistência dos parasitos, o que torna o tratamento ineficaz. “Nós temos nos dedicado a estudar novas entidades químicas proveniente de produtos naturais ou sintéticos para o tratamento das leishmanioses, que estão entre as doenças mais negligenciadas pela indústria farmacêutica”, falou Aline.

    De acordo com Magna, a pesquisa busca novos medicamentos com melhor índice terapêutico, já que existe uma necessidade de novas estratégias terapêuticas para essa doença que desperta grande preocupação na comunidade médica e científica mundial. “Os números são crescentes e a doença está se disseminando para áreas urbanas. Os estudos realizados na UFAL buscam entender os mecanismos de interação parasito-hospedeiro para encontrar uma melhor estratégia no desenvolvimento destes medicamentos para que tenhamos uma ferramenta farmacológica que contribua para o avanço na quimioterapia das leishmanioses”.

    A farmacêutica Aline revela que a pesquisa é desenvolvida em consonância com a política industrial farmacêutica do Brasil e conta com a expertise de alguns grupos, a exemplo do INCT- Inofar. “A partir da etapa de descoberta, o nosso objetivo é conseguir parcerias com o setor produtivo, para dar sequência as etapas subsequentes que são a avaliação pré-clínica e a fase clínica de desenvolvimento para que possamos avançar na cadeia de desenvolvimento em fármacos e medicamentos”, disse.

    Segundo Magna, a pesquisa traz a possibilidades da geração de uma nova tecnologia terapêutica, além de ferramentas qualitativas e quantitativas de disseminação de conhecimento, por meio de produção de literatura e de conhecimento. “Esses são os insumos fundamentais ao processo produtivo de uma nação, é por meio da pesquisa que nós construímos uma sociedade economicamente estratégica e sustentável, uma vez que atuamos diretamente nas cadeias produtivas, contribuindo para algumas das metas da agenda da ONU para 2030’, garantiu.

    O que são as leishmanioses?

    As leishmanioses são um grupo doenças infecciosas causadas por parasitos do gênero Leishmania e transmitidas por insetos hematófagos (que se alimentam de sangue). As fontes de infecção das leishmanioses são, principalmente, os animais silvestres e os insetos flebotomíneos (mosquito palha) que abrigam o parasita em seu tubo digestivo, podendo ter também como hospedeiro o cão doméstico e o cavalo.

    As Leishmanioses apresentam-se em três formas clínicas: a forma visceral (mais grave) que tem como sintomas febre irregular, prolongada, anemia, indisposição, palidez da pele e ou das mucosas, falta de apetite, perda de peso, inchaço do abdômen devido ao aumento do fígado e do baço; e as formas cutânea e mucocutânea : que entre duas a três semanas após a picada pelo flebótomo aparece uma pequena elevação da pele avermelhada que vai aumentando de tamanho até formar uma ferida recoberta por crosta ou secreção purulenta. As doenças também podem se manifestar como lesões inflamatórias nas mucosas do nariz ou da boca.

    As Leishmanioses não são contagiosas nem se transmitem diretamente de uma pessoa para outra, nem de um animal para outro, nem dos animais para as pessoas. A transmissão do parasito ocorre apenas através da picada do inseto vetor pela fêmea infectada. Na maioria dos casos, o período de incubação é de 2 a 4 meses, mas pode variar de 10 dias a 24 meses.

    O diagnóstico é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais. A leishmaniose visceral em humanos é considerada, pela Organização Mundial de Saúde, uma das principais doenças negligenciadas do planeta, pois ocorre com maior frequência em populações socialmente mais vulneráveis, principalmente em crianças. É uma doença grave e que pode levar à morte se não for tratada oportuna e adequadamente.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Educação Continuada: GT PIC´s inicia retomada de eventos presenciais

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promoveu no último dia 06 de agosto o I Simpósio de Saberes e Fazeres em Práticas Integrativas e Complementares, organizado pelo Grupo de Trabalho de Práticas Integrativas e Complementares (PIC’s).

    Fábio Pacheco, presidente do CRF/AL, ressalta que faz parte da ação 07 da proposta de campanha, que contempla a educação continuada e marca o retorno do eventos presenciais. “Depois de um período difícil que enfrentamos com a pandemia, a retomada dos cursos presenciais é gratificante porque nada substitui o contato, a energia de um curso com a presença dos profissionais fisicamente. A troca de conhecimentos é muito melhor”.

    O líder do GT, Robert Nicácio, destacou que o evento teve como objetivo difundir entre os profissionais e futuros farmacêuticos, as práticas integrativas e complementares. “Essa é uma área em crescimento e o farmacêutico, pode e deve ter um lugar de destaque em relação a elas”.

    De acordo com ele, o formato do seminário foi pensado para contemplar os dois públicos, com momento de palestras pela manhã e à tarde a realização de oficinas. “Nas palestras apresentamos todas as ferramentas para que o farmacêutico seja um empreendedor, por isso, abordamos temas que foram desde do uso da rede social como ferramenta de divulgação do seu negócio, falamos da comunicação com o paciente e mostramos como montar o seu consultório farmacêutico”.

    No período da tarde, os participantes tiveram a oportunidade de aprender e vivenciar algumas destas práticas. “Tivemos oficinas de óleos essenciais, de escalda pés e acupressão, que são algumas técnicas que os profissionais podem adotar em seus atendimentos”. Além disso, houve a apresentação do Guia de Autocuidado que foi elaborado pelo GT.

    Para a farmacêutica Paula Viviani, uma das palestrantes, o evento foi um sucesso, superando as expectativas quanto ao interesse pelo tema e na quantidade de profissionais. “Todos muito participativos, aprendendo e compartilhando seus conhecimentos sobre as áreas citadas. Como farmacêutica e terapeuta fico extremamente realizada em poder contribuir com os nosso colegas farmacêuticos”, disse.

    A estudante de farmácia Janiclécia Ferreira, que cursa o 10º período na faculdade Uninassau no polo de Arapiraca, disse que o curso foi muito bom porque trouxe uma visão muito mais ampla da atuação do farmacêutico. “A gente pode aprender com os melhores profissionais de Alagoas e tudo de forma presencial. Isso só reforça que nós não somos só entregadores de caixinha, as práticas integrativas vem ganhando espaço e nos mostra o quanto o autocuidado é importante não apenas para o outro, mas também para nós mesmos”.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • ENAF: Fiscalização em consultório farmacêutico é tema mais relevante para farmacêuticos fiscais de AL

    A equipe de fiscalização do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas esteve participando nos dias 04 e 05 de agosto do XVI Encontro Nacional de Fiscalização que aconteceu em Brasília, na sede do Conselho Federal de Farmácia.

    O farmacêutico fiscal Écio Matias destacou que o encontro é um excelente instrumento para a troca de experiência com outros regionais e também para capacitação dos fiscais, gerentes e coordenadores. “A atualização é importante porque ela traz aprimoramento e eficiência à fiscalização do exercício profissional no âmbito da profissão farmacêutica”.

    Para ele, um dos pontos mais relevantes discutidos no encontro foram as discussões relacionadas à regulamentação e fiscalização de Consultórios Farmacêuticos, bem como à judicialização de inspeções realizadas em Hospitais, UBSs, UPAs, dispensários e Postos de Medicamentos. “Com o debate nós contamos com uma clareza maior quanto ao entendimento jurisprudencial que veda as autuações para contratação de farmacêuticos em Hospitais com menos de 50 leitos, UBSs, UPAs e Dispensários de Medicamentos”.

    Andrezza Queiroga, farmacêutica fiscal, revelou que participar do encontro pela primeira vez e foi muito gratificante. “É um evento de grande importância, onde há a abordagem de temas relevantes e atualizados, agregado ao contato com profissionais que atuam em outras jurisdições, que vivenciam realidades diferentes na rotina de trabalho e possuem diferentes pontos de vista, o que gera boas discussões e muito conhecimento”.

    Na opinião da fiscal, as palestras sobre a fiscalização em consultórios farmacêuticos e a fiscalização na área de estética foram as que mais despertaram a sua atenção. “Apesar de não termos grande demanda nessas áreas aqui em Alagoas, esse é um segmento que tende a crescer”.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Dia Nacional da Farmácia: Drª Eline Baracho fala sobre a importância deste estabelecimento na promoção da saúde

    Alagoas conta com 1849 farmácias, entre drogarias, farmácias de manipulação, homeopáticas e públicas, cadastradas no Conselho Regional de Farmácia de Alagoas. Considerada estabelecimento de saúde com a aprovação da Lei 13021/14 “, as farmácias hoje devem possuir a presença do farmacêutico durante todo o horário de funcionamento.

    O dia 05 de agosto é dedicado a este estabelecimento que tem um papel importante na saúde da população. As primeiras farmácias eram chamadas de Botica, que era o lugar onde as pessoas se deslocavam para comprar seus medicamentos nos tempos coloniais. Eles também eram responsáveis por preparações e distribuição de medicamentos às pessoas doentes. Nessa época, as atividades médicas e farmacêuticas não se distinguiam e ao chamado boticário era atribuída a responsabilidade de se conhecer e curar as doenças, por meio do correto preparo e armazenamento de medicamentos.

    Nos dias atuais, as farmácias ainda permanecem como sendo o lugar onde as pessoas buscam orientações que refletem no bem estar e manutenção da saúde. A farmacêutica Eline Baracho ressalta que as farmácias não devem vistas como um simples comércio, mas sim como um estabelecimento de saúde. “Aos farmacêuticos cabe o papel de prestar assistência farmacêutica e de promover noções básicas de cuidados da saúde e o uso racional de medicamentos”.

    Segundo Eline, as farmácias comunitárias são as que mais geram emprego aos farmacêuticos , sobretudo, pela implantação dos serviços farmacêuticos nestes estabelecimentos. “Essa é uma realidade cada vez mais frequente, os serviços prestados vão desde a orientação na dispensação de medicamentos e promoção do uso racional deles, até a realização de serviços clínicos, como por exemplo, testes rápidos e acompanhamento farmacoterapêutico”.

    Ela pontua que isso levou a farmácia e o farmacêutico a um patamar de serviço essencial, e uma grande prova foi o período da pandemia, em que estes estabelecimentos não fecharam diferente dos demais estabelecimentos comerciais. “Nos dois últimos anos o farmacêutico teve um protagonismo na linha de frente da pandemia, com a gestão de medicamentos e outros insumos, orientação ao uso racional e realização de testes-rápidos, muitas vezes arriscando a própria saúde e a de sua família, para garantir o acesso aos serviços à população”.

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas parabeniza a todos os farmacêuticos que atuam nas farmácias alagoanas e orgulha-se em contribuir por uma prestação de assistência farmacêutica de qualidade a todos os alagoanos.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Coordenador e fiscais do CRF/AL participarão do Encontro Nacional de Fiscalização

    Nos próximos dias 04 e 05 de agosto acontece XVI Encontro Nacional de Fiscalização em Brasília, na sede do Conselho Federal de Farmácia. Toda a equipe de fiscalização do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas participará do encontro que está marcado para iniciar às 8h30 do dia 04 de agosto.

    Serão dois dias de debates, cujos temas vão desde a fiscalização em campos de Estágio: resultados obtidos do Convênio com MPT e perspectivas futuras, passando pela judicialização e impactos da fiscalização até a vivência de inspeção fiscal em consultório farmacêutico.

    O vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Daniel Fortes, que é o coordenador de fiscalização, pontua que encontros como estes são fundamentais já que a atividade da fiscalização é muito dinâmica e constantemente sofre mudanças. “São nestes encontros que nós conseguimos nos atualizar quanto as novas situações da fiscalização para que possamos aplicar as novas regras na prática”.

    O anúncio do encontro foi feito pelo presidente do Conselho Federal de Farmácia, José Walter, em fevereiro deste ano, durante o encontro dos presidentes, vice-presidentes e gerentes de fiscalização que aconteceu aqui em Maceió.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL realiza atendimentos de saúde na comunidade do Vergel do Lago

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas realizou no dia 28 de julho, Dia mundial de luta contra as hepatites virais, uma ação de saúde na comunidade espírita Nosso Lar de rastreamento de hepatites B e C, HIV e Sífilis, além de orientação sobre hipertensão e diabetes.

    Promovida pelos Grupos de Trabalho de Farmácia Comunitária e Análises Clínicas, o objetivo foi identificar na comunidade do Vergel do Lago pacientes que tivessem alguma destas patologias para que elas fossem tratadas logo no início. Foram atendidas 100 pessoas e deste total, três delas apresentaram resultado positivo para Sífilis e uma para hepatite C.

    Eline Baracho, integrante do Grupo de Farmácia Comunitária, diz que ações como esta mostram a importância do farmacêutico para a sociedade: “Esse contato direto com a comunidade é essencial para que a gente consiga fazer essa triagem e ao mesmo tempo, mostrar a importância da realização dos exames”.

    Dinorah Dowsley, membro do Grupo de Trabalho de Análises Clínicas, explica que quando o resultado é positivo, o paciente é encaminhado para um centro de referência para confirmação do diagnóstico e início do tratamento: “Ele vai fazer um teste confirmatório, através de outros métodos, e confirmada a patologia o tratamento é iniciado. Aqui em Maceió o centro de referência é o Hospital Dr. Hélvio Auto (antigo HDT)”.

    Para estudante de farmácia Zara Passos, participar do atendimento foi importante porque teve a oportunidade de colocar em prática o que foi aprendido em sala de aula. “A gente vai se preparando para enfrentar o mercado de trabalho. O meu foco é cuidar das pessoas e estar aqui hoje, me permitiu viver essa experiência. Foi gratificante”.

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Fábio Pacheco, revelou que estas ações fazem parte do programa Farmacêutico amigo da sociedade. “A ideia é levar os serviços de saúde às comunidades carentes, e nós começamos aqui pelo Vergel do Lago graças ao apoio da comunidade espírita Nosso Lar”.

    A ação de saúde contou com a participação dos estudantes de farmácia das faculdades Pitágoras, Uninassau e Estácio.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • PIC´s: CRF/AL promove seminário no próximo dia 06 de agosto

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, por meio do Grupo de Trabalho de Práticas Integrativas e Complementares (PIC’S), promove no próximo dia 06 de agosto o I Seminário de Saberes e Fazeres em Práticas Integrativas e Complementares. O curso acontece das 8h às 17h na sede do CRF/AL tendo como público alvo profissionais e estudantes de farmácia do 9º e 10º períodos.

    Robert Nicácio, líder do GT Pic´s, explica que o curso irá contemplar as áreas de acupuntura, aromaterapia, ventosaterapia, argiloterapia, medicina tradicional chinesa, floralterapia e outras. “O nosso objetivo é difundir essas práticas com os colegas e mostrar à população que o farmacêutico também está atuando neste segmento”, disse.

    Segundo Robert, essa é uma prática que tem crescido bastante e que tem possibilitado ao profissional empreender, ou seja, ter o seu próprio consultório. “Além de rentabilidade, o farmacêutico pode atuar de forma independente, sem um vínculo formal, ele passa ser dono do seu próprio negócio”, afirmou.

    Ele pontua que para trabalhar com as práticas integrativas e complementares, os farmacêuticos precisam passar pelos cursos de formação e/ou especialização na área em que deseja atuar. “Na acupuntura e medicina tradicional chinesa, o farmacêutico tem que fazer o curso de especialização, que dura dois anos e averbar junto ao Conselho para atuar. Para terapia de florais de bach é exigido o curso de formação com comprovação de carga horária de curso para poder atuar. Já em outras áreas como ventosaterapia e aromaterapia, por ser tratar de uma área livre, basta que o profissional tenha apenas o curso de formação para trabalhar”, comentou.

    Programação:

    8h30 – 9h25 – Como ter um posicionamento que vende digital

    Palestrante: Wanessa Lays da Silva – mentora de produtividade para negócios digitais

    9h30 – 10h25 – Comunicação farmacêutico- paciente

    Palestrante: Tatiane Acioly e Camila Calado – Conceito farmacêutico

    10h30 – 11h25 – Como montar seu consultório farmacêutico autônomo

    Palestrante: Robert Nicácio – farmacêutico clínico, formação em PIC´S, atuante em consultório farmacêutico

    11h30 – 12h – Apresentação do Guia Prático de Autocuidado

    12h-14h – Intervalo

    14h-16h55 – Oficina de Práticas Integrativas e Complementares

    Acupressão – Kristiana Mousinho

    Óleos de massagem/óleos essenciais – Paula Viviani e Flávia Dabbur

    Argiloterapia – Janaína Peixoto

    Fitopreparados – Gabriela Corti

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • No dia de combate às hepatites virais, farmacêutico fala sobre suas formas de transmissão

    No dia de conscientização de combate às hepatites virais, 28 de julho, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas faz um alerta quanto aos cuidados e tratamento desta patologia que atingiu mais de 7 mil pessoas em Alagoas, nos últimos 20 anos, conforme dados do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde de 2021.

    O farmacêutico Humberto Medeiros, membro do Grupo de Trabalho de Análises Clínicas do CRF/AL, explica que hepatite é o nome dado a toda inflamação ou infecção que atinge o fígado, e é causada, na maioria das vezes, por uma infecção viral. “A doença se manifesta de maneira silenciosa, e isso acaba trazendo comprometimento para o organismo, e dependendo das alterações provocadas no fígado, a doença pode ser leve, moderada ou grave”, alertou.

    Quando a doença apresenta sintomas, estes podem ser: cansaço, febre, mal estar, tontura, vômito, dor abdominal, enjoo, pele e olhos amarelados, a urina escura e fezes claras.

    As hepatites virais são classificadas em cinco tipos: A, B, C, D e E, de acordo com o tipo de vírus que provoca a doença (HAV, HBV, HCV, HDV e HEV). Estes vírus podem causar hepatite aguda e até se tornar crônica. “Os vírus das hepatites B, C, D causam hepatite crônica que podem levar a cicatrizes no fígado, conhecida como cirrose, até o desenvolvimento de um câncer primário de fígado”, pontuou.

    No caso da hepatite A, o farmacêutico revela que é uma doença viral aguda que na maioria das vezes não apresenta sintomatologia, mas que raramente evolui para a falência hepática, por isso, ela é considerada benigna. É também conhecida como hepatite infecciosa. A sua transmissão acontece por meio do consumo de água e alimentos infectados pelo vírus HAV.

    Já a hepatite B está presente no sangue e secreções, então, a sua transmissão acontece principalmente por meio de relações sexuais sem uso de preservativo, da mãe para o filho durante o parto, no compartilhamento de objetos de higiene pessoal, como por exemplo lâmina de barbear ou alicate de unha, do consumo de drogas com o compartilhamento de seringas e por meio de transfusão sanguínea.

    A hepatite C é considerada a mais grave entre as hepatites virais, se manifestando de maneira aguda ou crônica, podendo evoluir para uma cirrose hepática. “A hepatite C é a segunda forma mais frequente da doença”, disse Humberto.

    A hepatite D se desenvolve naquele paciente que tem hepatite B, é considerada a mais grave das formas crônicas, com progressão mais rápida para cirrose, maior probabilidade de progressão para descompensação, e para o câncer de fígado, podendo levar a morte do paciente.

    No caso da hepatite E, que não é comum no Brasil, o paciente apresenta uma hepatite aguda de curta duração e autolimitada, o que significa dizer que depois de um certo tempo ela desparece. “Ela pode ser grave em gestantes”, comentou.

    De acordo com o farmacêutico, a prevenção para as Hepatites Virais se faz por medidas gerais de higiene e saneamento básico, sexo seguro e vacinas para a as Hepatites A e B.

    A atuação farmacêutico na hepatite

    As unidades básicas de saúde realizam o rastreamento de infecção por hepatites virais B e C. “Qualquer usuário do SUS pode procurar a unidade de saúde mais próxima a sua residência e solicitar a realização do teste rápido. É um teste indolor, onde é feito um pequeno furo no dedo e em poucos minutos o resultado já é entregue ao usuário. Caso seja positivo, ele será encaminhado para unidade de referência para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento.

    O diagnóstico da doença é feito por meio de exames de sangue, onde se detectam anticorpos produzidos pelo organismo quando se tem o vírus.

    E o tratamento é direcionado conforme o tipo de vírus que o paciente apresenta. Alguns destes vírus tem tratamento específico, e em alguns são tratados apenas os sintomas apresentados.

     “Como farmacêuticos, nós podemos realizar esses testes e fazer a análise dos resultados, e também atuar no tratamento com a dispensação do medicamento, tanto nas farmácias, como nos hospitais, quando os pacientes estão internados. Nós atuamos desde a suspeição até o tratamento”, afirmou.

    Realização de testes

    No dia 28 de julho, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas estará no Centro Espírita Nosso Lar realizando testes para hepatite de forma gratuita das 13h às 17h. A ação será promovida pelo Grupos de Trabalhos de Farmácia Comunitária e Análises Clínicas do CRF/AL.

    Eline Baracho, líder do GT de Farmácia Comunitária, explica que o objetivo da ação é detectar as hepatites virais e encaminhar esses pacientes para tratamento. “Quero agradecer a comunidade do Nosso Lar por nos receber e permitir que a gente possa prestar esse serviço à comunidade que já é assistida por eles”, agradeceu.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Conselheiro do CRF/AL representa Alagoas em evento no Maranhão

    O Conselheiro do CRF/AL, Renê Gondim, esteve nos dias 07 e 08 de julho em São Luiz do Maranhão participando do evento do Projeto Integra, que reuniu conselheiros de saúde dos estados Maranhão, Bahia, Piauí, Amapá, Alagoas, Pernambuco e Rondônia, integrantes de entidades da sociedade civil organizada, profissionais e gestores da saúde, professores, pesquisadores e estudantes, para debater temas relevantes para a saúde pública do país.

    De acordo com ele, o encontro aconteceu para discutir dois temas importantes da área de saúde: atenção básica e vigilância em saúde e inovação em saúde e incorporação de medicamentos. “Foram dois dias de discussões, e finalizada a fase de problematização, duas propostas foram elaboradas aprovadas e serão apresentadas no 9° Simpósio Nacional de Ciência e Tecnologia e Assistência Farmacêutica, que será realizado nos dias 15 e 16 de setembro, na sede da Fiocruz, no Rio de Janeiro”.

    Renê explica que as deliberações também serão apresentadas na 17ª Conferência Nacional de Saúde que devem ser contempladas no próximo ciclo de planejamento da União e servir de subsídio para a elaboração do Plano Nacional de Saúde e Plano Plurianual de 2024- 2027. O Conselheiro esteve representando o Estado de Alagoas por indicação do Conselho Estadual de Saúde de Alagoas – CES/AL e o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas.

    “O nosso maior propósito é ter políticas públicas de saúde que consigam atender as necessidades da população, e são por meio destes encontros que nós conseguimos unificar ideias contemplando a necessidade de cada região”, afirmou. A 17ª Conferência Nacional de Saúde que será realizada de 2 a 5 de julho de 2023 pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), juntamente com o Ministério da Saúde em Brasília com o tema “Garantir Direitos e Defender o SUS, a Vida e a Democracia – Amanhã vai ser outro dia.

    O Integra é um projeto de formação de lideranças e mobilização social, cujo objetivo é promover estratégias para integração de políticas e práticas da Vigilância em Saúde, Assistência Farmacêutica, Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde no âmbito da gestão participativa e dos movimentos sociais. Ele é promovido pela Fundação Osvaldo Cruz (Fio Cruz), pelo Conselho Nacional de Saúde e pela Escola Nacional dos Farmacêuticos.

    Fonte: Ascom CRF/AL