Categoria: Notícias

  • Anvisa alerta para riscos do uso indiscriminado de paracetamol

    A Anvisa alerta que o uso indiscriminado de paracetamol para alívio de dores e febre após a vacinação contra Covid-19 pode levar a eventos adversos graves, incluindo hepatite medicamentosa e morte. Portanto, o uso do medicamento deve ser feito com cautela, sempre observando a dose máxima diária e o intervalo entre as doses, conforme as recomendações contidas na bula, para cada faixa etária. 

    O alerta é da Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON), que recomenda aos profissionais de saúde e à população que notifiquem à Anvisa os casos de reações indesejadas após o uso do medicamento.    

    As principais reações observadas após a vacinação contra Covid-19 são febre e dores de cabeça e no corpo, que variam de leves a moderadas. Mas é bom lembrar que esses efeitos devem desaparecer em poucos dias. 

    Notificação  

    A ocorrência de quaisquer efeitos indesejados após a utilização de paracetamol e de outros medicamentos deve ser imediatamente registrada?por meio do VigiMed, sistema da Anvisa destinado às notificações de eventos adversos, tanto por cidadãos quanto por serviços de saúde. Já as suspeitas de desvios de qualidade (queixas técnicas) referentes a fármacos em instituições de saúde devem ser registradas por meio do Notivisa 

    É de suma importância que a notificação contenha um conjunto de informações, como a identificação detalhada do medicamento suspeito, dados do fabricante, concentração e lote, bem como a dose e o seu tempo de uso 

    Atenção ao uso correto  

    De acordo com a GGMON, o paracetamol vem sendo utilizado para aliviar sintomas de eventos adversos pós-vacinais, como febre e dores de cabeça. Entretanto, a utilização incorreta pode causar eventos adversos graves, incluindo hepatite medicamentosa com desfecho fatal, quando o uso é prolongado ou acima da dose máxima diária. 

    Deve-se ter em mente que para qualquer medicamento existe um risco associado ao seu consumo. Por isso, é fundamental que o produto seja utilizado de forma correta, seguindo as recomendações da bula e as orientações dos profissionais de saúde.  

    Recomendações 

    Confira abaixo as informações sobre dose máxima diária de paracetamol para cada faixa etária, conforme a bula do medicamento: 

    • adultos e crianças acima de 12 anosdose máxima de 4 gramas em um dia;
    • crianças entre 2 e 11 anos: não devem ser utilizados mais de 50-75 mg/kg em um dia (24 horas); 
    • para crianças abaixo de 11 kg ou 2 anos ou com menos de 20 kg: consulte o médico antes de usar. 

    Para mais informações sobre as recomendações de uso dos medicamentos, consulte a bula disponível no Bulário Eletrônico da Anvisa 

    Confira a íntegra do alerta sobre o uso indiscriminado de paracetamol.   

    Fonte: Anvisa

  • Anvisa promove webinar sobre medicina tradicional chinesa

    A Anvisa irá promover na próxima segunda-feira (31/5), a partir das 10h, um seminário virtual para divulgar os entendimentos e as orientações da Agência relativos às ações de fiscalização de produtos da medicina tradicional chinesa (MTC), com base na?Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 21/2014. 

    Na ocasião, os participantes poderão esclarecer dúvidas sobre o tema. Nesse sentido, a Agência recomenda a leitura prévia da 1ª edição das Perguntas e Respostas sobre a fabricação e a comercialização de produtos da medicina tradicional chinesa (MTC). 

    Para participar do encontro virtual basta clicar nlink abaixo, no dia e horário agendados. Não é preciso fazer cadastro prévio.

    Dia 31/5, às 10h –Webinar: Produtos da MTC: ações de fiscalização no âmbito da RDC 21/2014

    Webinar

    O Webinar é um seminário virtual que tem como objetivo fortalecer as iniciativas de transparência da Anvisa, levando conteúdo e conhecimento atualizado ao público. A transmissão é via web e a interação com os usuários é feita em tempo real, por um chat realizado durante o evento. A gravação fica disponível para visualização, no mesmo link da transmissão, após o seu término.

    Fonte: Anvisa

  • Empregos: CRF/AL disponibiliza ferramenta para cadastro de currículo

    Com a implantação da assistência farmacêutica plena em todo o Estado de Alagoas, o Conselho Regional de Farmácia disponibilizou uma nova ferramenta de emprego no site oficial da instituição. A partir de agora, o farmacêutico pode se cadastrar e a empresa também, ofertando as suas vagas.

    É bem simples: basta clicar em empregos – que fica na parte superior direita, na página principal do site. Ao abrir, você terá duas opções: cadastrar currículo, onde o farmacêutico vai disponibilizar as informações solicitadas e vagas de emprego em que o farmacêutico pode se candidatar a vaga que ele deseja ocupar.

    Para as empresas que buscam o profissional farmacêutico ele tem as opções: cadastrar vaga, onde ele informa o perfil do profissional que deseja e lista de currículos onde ele pode buscar neste banco de dados o profissional para ocupar a sua vaga.

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Robert Nicácio, deixa claro que a ferramenta é apenas para auxiliar o acesso aos profissionais farmacêuticos. “Os processos de contato e contratação serão feitos entre a empresa e o farmacêutico, nós, enquanto Conselho estamos disponibilizando apenas este banco de informações. O nosso objetivo é que todos os estabelecimentos tenham farmacêutico durante todo o horário de funcionamento e que os farmacêuticos saibam onde existem vagas disponíveis de emprego”, pontuou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Especializa Farmacêutico: CRF/AL promove curso de capacitação em Arapiraca

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promoveu no sábado, 15 de maio, na cidade de Arapiraca o evento: Especializa farmacêutico que contou com os temas: principais alterações laboratoriais e a Covid-19 ministrado pelo prof Dr. Abel Lira e Métodos contraceptivos pelo prof Me Carlos Andrade Junior.

    A primeira palestra foi do farmacêutico Abel Pinheiro que trouxe orientações aos  farmacêuticos sobre o período de janela de cada teste, seja ele RT-PCR ou sorológico. “Conseguimos esclarecer muitas dúvidas dos profissionais que estão atuando na linha de frente e realizando testes na rede pública e privada”, falou.

    Oportunidades como esta, promovida pelo CRF/AL, valoriza os farmacêuticos alagoanos e promove uma capacitação de qualidade. “Quem ganha é a população que terá um atendimento qualificado. Além claro, de fortalecer a categoria farmacêutica”, comemorou.

    Carlos Andrade Junior fez um histórico sobre os métodos contraceptivos utilizados na humanidade, trouxe uma classificação dos métodos e por fim apresentou os métodos contraceptivos hormonais. “Conversamos não apenas sobre os métodos hormonais femininos, mas também sobre o masculino mostrando as novidades existentes no mercado”, pontuou.

    O professor também tratou da endometriose, uma doença que atinge cerca de 20% das mulheres em idade fértil e mostrou as causas e o tratamento, que segundo ele, é o uso do contraceptivo oral de forma contínua. “Por fim, mostramos os métodos contraceptivos injetáveis que podem ser mensais ou trimestrais”, disse.

    Para ele, a iniciativa do CRF/AL em promover palestras como esta é fundamental para atualização dos profissionais alagoanos. “Estou muito feliz com o resultado. O público interagiu bastante e em breve estaremos em Maceió levando também estas informações”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Covid-19: farmacêutico com curso de aplicação de injetáveis está apto para participar da vacinação

    A resolução 704/2021 do Conselho Federal de Farmácia, publicada no último dia 30 de maio, no Diário Oficial da União autoriza farmacêuticos a participar da campanha de vacinação contra a Covid-19, realizada por instituições públicas ou privadas.

    De acordo com a resolução, o profissional precisa estar inscritos no Conselho Regional e ter habilidade em aplicação de injetáveis. O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Robert Nicácio, comemora mais uma conquista da categoria. “O Conselho tem promovido cursos de injetáveis na capital e no interior para capacitar o maior número de profissionais possíveis”, afirmou.

    Ele ressalta que a sociedade é quem ganha porque serão mais profissionais de saúde disponíveis para imunizar a população. Ainda de conforme a resolução, o parágrafo único dela suspende, excepcionalmente, os referenciais mínimos obrigatórios exigidos no artigo 7º da Resolução/CFF nº 654/2018, para aplicação da vacina contra a Covid-19.

    A farmacêutica, Ana Patrícia, é uma das profissionais que ministra cursos de injetáveis e está habilitada para participar da campanha explica que a nova resolução permite ao profissional ter apenas a habilidade em aplicação de injetáveis e está inscrito no CRF. “Antes da pandemia, os requisitos mínimos para aplicação de vacinas para farmacêuticos era a formação em um curso prático complementar em vacinas com uma carga horária excepcionalmente maior e presencial”, pontuou.

    Na avaliação da farmacêutica a nova resolução traz benefícios no combate a pandemia. “Estamos enfrentando uma crise sanitária e a nova resolução permitirá que estes serviços possam ser realizados por mais um profissional de saúde contribuindo para desafogar o SUS, além de ofertar um serviço com profissionalismo e técnica no combate à nova pandemia”, falou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CFF participa de audiência pública para debater prescrição médica eletrônica

    Representando o presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter da Silva Jorge João, a assessora da diretoria, Josélia Frade, participou, na tarde desta segunda-feira (10.05), de audiência pública para debater prescrição médica eletrônica. A apresentação foi feita na Comissão de seguridade social e família da Câmara dos Deputados, conduzida pela Deputada Federal Adriana Ventura (Partido Novo/SP).

    Josélia Frade expôs a posição do CFF, que defende sempre o paciente como o centro deste debate. Lembrando que o dia 5 de maio é o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos, a assessora do CFF deixou claro que “não existe medicamento isento de risco!” e que erros de medicação podem ocorrer em qualquer etapa do processo de uso de medicamentos e causar danos ao paciente e aumento nos custos de saúde. A assessora alertou que “errar é humano e os erros podem ser prevenidos! Logo, não existem sistemas livres de erros. “Entretanto, é possível desenhar sistemas mais seguros, como os da aviação e indústrias químicas e nucleares. A continuidade do cuidado e os resultados em saúde dependem de um esforço integrado e resolutivo dos diferentes atores que participam do processo”.

    Segundo ela, a emissão de receita por meio eletrônico será uma contribuição importante para a melhoria do processo e uma dessas vantagens é ajudar a reduzir a ilegibilidade de receitas manuscritas. “Estima-se que cerca de 7% das prescrições manuais elaboradas em ambiente hospitalar apresentaram erros. Os erros de prescrição podem ser muito reduzidos com a adoção de um sistema de prescrição eletrônica, especialmente os que possuem suporte de decisão clínica”.

    Josélia Frade propôs à deputada Adriana Ventura que ela lidere um movimento para ampliar a discussão em torno do uso seguro de medicamentos, uma discussão que vá além da forma como os documentos da área da saúde devem ser emitidos, um debate que incorpore todos os profissionais da saúde que prescrevem e que participam do processo de uso de medicamentos e que avalie a melhor forma de utilização da tecnologia para aumentar a segurança e a efetividade deste processo, bem como a gestão no sistema de saúde. “A dispensação precisa ser ressignificada, ser compreendida e valorizada como uma etapa fundamental à continuidade do cuidado, que conecta o ato do prescritor ao paciente, para o acesso ao tratamento”, afirmou.

    Com relação ao uso de tecnologia para garantir a utilização da receita digital, Josélia lembrou que também precisa ser pensada de acordo com o produto que está sendo dispensado, pois cada um apresenta uma peculiaridade. “E, quando se fala em assinatura digital, é preciso sempre pensar em quem paga a conta, pois, pode ser que uma assinatura mais frágil também enfraqueça esse processo. Quem vai garantir que aquele profissional que assinou realmente não tem um processo ético ou está apto realmente a fazer isso? A gente vai deixar essa atribuição por conta das empresas? Acho que isso tudo também precisa ser trazido para o debate”.

    Outra iniciativa importante levantada pela assessora do CFF é parceria que está sendo articulada entre CFF e Conselho Federal de Medicina (CFM) para avaliação da Consulta Pública/Anvisa nº 1.018/2021 e elaboração de contribuição conjunta ao texto proposto pela Anvisa. Iniciou-se também uma conversa sobre a possibilidade de uma resolução conjunta sobre o tema. “Essa resolução deve abordar todas as etapas de dispensação e prescrição de medicamentos, pois elas devem sempre ser vistas de maneira indissociável”, afirmou.

    A presidente da Frente da Telessaúde, a deputada Adriana Ventura (Novo-SP), que solicitou a audiência pública, apontou para a necessidade de desenvolver a cultura do compartilhamento de informação. “A gente tem uma questão de confiança para trabalhar, este é um grande desafio”, observou.

    Farmacêutico na dispensação

    O deputado federal e médico Zacharias Calil (DEM/GO) deu destaque à mobilização nacional que está sendo articulada pelo CFF para evitar que o Projeto de Lei 5363/2020, do Deputado Federal Felício Laterça (PSL/RJ), que propõe assistência farmacêutica remota, seja colocado em pauta nesta quarta-feira, dia 12 de maio. “Eu vejo com muita preocupação às vezes você fazer um receituário, uma prescrição, eu morro de medo em relação a isso. Já aconteceu comigo de prescrever um determinado medicamento que eu utilizo como médico, muito indicado para a redução de tumores. Receitei 10mg por mL. Falei para a mãe: você tem que dar 1ml via oral para a criança. Ela deu dez mL (…). Então, às vezes os próprios pacientes fazem confusão em relação a isso”. Segundo o cirurgião pediátrico, a sorte foi que essa criança vomitou antes de chegar no pronto socorro, mas poderia ter sofrido graves consequências.

    Ele ainda citou casos em que presenciou erros de medicação por causa da semelhança das embalagens. “Mesmo você estando presencialmente, no centro cirúrgico ou no ambulatório, é possível pegar um frasco de determinado medicamento e confundir com outro. Por exemplo, a adrenalina: é muito comum você ter um fraco igual com outro tipo de medicamento dentro. Esses dias, fomos tratar uma pessoa com cólica renal. Era para ter sido usado buscopam, mas acabou sendo injetado cloreto de potássio na veia do paciente, que quase teve uma parada cardíaca por conta disso”.

    Calil disse não ser contra o uso de tecnologias, mas defendeu a importância de se manter todos os cuidados na prescrição, dosagem e dispensação de medicamentos “Isso têm que ser muito bem assimilado pela sociedade em geral. As pessoas devem ser muito bem esclarecidas em relação a isso, principalmente agora que já existe esse projeto propondo atendimento farmacêutico via remota”.

    A audiência virtual sobre prescrição médica eletrônica da Câmara dos Deputados também contou com a participação da coordenadora de Controle e Comércio Internacional de Produtos Controlados da Anvisa, Moema Luisa Silva Macedo, do conselheiro federal e 1º Secretário do CFM, Hideraldo Luis Souza Cabeça, do diretor do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS/SE/MS), do diretor-executivo de Relações Institucionais da Abrafarma, Renato Alencar Porto e da diretora da Saúde Digital Brasil, Renata Zobaran.

     Acesse a audiência neste link.

    Acesse a apresentação da Dra. Josélia Frade, do CFF.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • CRF/AL realiza live sobre estratégias de sucesso no empreendedorismo

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promove na próxima segunda-feira, 10 de maio, às 15h uma live com o farmacêutico Cadri Awad, diretor geral do Instituto Bulla. O evento será transmitido pelo canal do youtube do CRF/AL  e tem como objetivo conversar sobre estratégias para ter sucesso no empreendedorismo.

    Alexandre Correia, vice-presidente do CRF/AL, explica que esta é uma oportunidade dos profissionais alagoanos conversarem com um farmacêutico com 25 anos de experiência no varejo farma. “Os farmacêuticos poderão identificar seus erros e transformar sua farmácia num local super lucrativo”, disse.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL oferece nova ferramenta de atendimento através da Ouvidoria

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas disponibiliza mais uma plataforma de atendimento, através da ouvidoria no site oficial da instituição. A nova ferramenta ofertará serviços de abertura de processos, denúncias, reclamações e solicitação de informações.

    Robert Nicácio, presidente do CRF/AL, explica que este é mais um canal de comunicação para trazer agilidade nos atendimentos. “Na pandemia, nós ampliamos os serviços que podem ser feitos online, e com mais esta ferramenta, os farmacêuticos não precisarão se deslocar, basta acessar a plataforma e realizar o serviço que deseja”, disse.

    Para acessar a plataforma, o farmacêutico deve acessar o endereço eletrônico wordpress.crf-al.org.br/ ir na aba serviços, clicar em ouvidoria e se cadastrar. Ao entrar no sistema, ele pode escolher qual a área deseja atendimento: secretaria, jurídico, comunicação, financeiro e área técnica.

    Os atendimentos presenciais são preferencialmente para registro de pessoa física e jurídica e averbação de RT. Saibas quais são os serviços ofertados pelos setores.

    Secretaria:
    Cédula de Identidade Profissional;
    Atualização de cadastro;
    Cadastro de pessoa física e jurídica;
    Requerimento;
    Outros

    Financeiro:
    Boleto de pagamento
    Outros

    Fiscalização:
    Justificativa de ausência
    Outros

    Jurídico:
    Andamento de Processos
    Consulta jurídica (resoluções CFF)
    Negociação de dívidas
    Outros

    Área Técnica:
    Dúvidas Assuntos regulatórios
    Parecer de processos
    Outros

  • Anvisa alerta sobre armazenamento, preparo, dose e administração das vacinas contra Covid

    As três vacinas distribuídas pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde atualmente possuem diferenças significativas no que diz respeito ao processo de conservação e armazenamento, preparo, dose a ser utilizada e intervalo de tempo entre a aplicação das doses, o que pode ser um fator de confundimento dos profissionais e assim, aumentar riscos de eventos adversos no processo de vacinação.

    No quadro abaixo é possível verificar as principais diferenças entre elas, conforme a bula de cada vacina 1-3:

    Acesse o quadro completo e todas as informações no site da Anvisa.

     

    Vacina adsorvida covid-19 (inativada)

    Coronavac/

    Butantan

    Vacina Covid-19 Recombinante Fiocruz/Astrazeneca

    Vacina Comirnaty

    Wyeth/Pfizer

    Dose

    0,5 mL por dose 0,5 mL por dose 0,3 mL por dose

    Preparo

    Agitar o frasco-ampola antes do uso.

     

    Não diluir.

    Não agitar.

     

     

     

    Não diluir.

    Descongelar o frasco antes da diluição. Os frascos congelados devem ser transferidos para um ambiente a temperatura entre 2 °C e 8 °C para descongelar; alternativamente, os frascos congelados também podem ser descongelados durante 30 minutos a temperatura até 30 °C para uso imediato.

     

    Deixe o frasco descongelado atingir a

    temperatura ambiente e inverta-o suavemente 10 vezes antes da diluição. Não agite.

     

    Antes da diluição, a dispersão descongelada pode conter partículas amorfas e opacas de cor branca a esbranquiçada.

     

    Diluir: A vacina descongelada deve ser diluída no frasco original com 1,8 mL de solução injetável de cloreto de sódio 9 mg/mL (0,9%).

     

    Após diluição: Após a diluição, o frasco contém 2,25 mL com possibilidade de extração de 6 doses de 0,3 mL.

    – Usando técnica asséptica, limpe o batoque do frasco com um algodão antisséptico de uso único.

    -Retire 0,3 mL da vacina.

    Seringas/agulhas de baixo volume morto devem ser usadas para extrair 6 doses de um único frasco. A combinação de seringa de baixo volume morto e agulha deve ter um

    volume morto não superior a 35 microlitros.

    Se seringas e agulhas padrão forem usadas, pode não haver volume suficiente para extrair a sexta dose de um único frasco.

    – Cada dose deve conter 0,3 mL de vacina.

    – Se a quantidade de vacina restante no frasco não puder fornecer uma dose completa de 0,3 mL, descarte o frasco e qualquer volume remanescente.

    Via de Administração e Modo de usar

    Via intramuscular, na parte superior do braço Via intramuscular

    na parte superior do braço

    Via intramuscular, na parte superior do braço

     

    Esquema de vacinação

    2 doses separadas de 0,5 mL cada 2 doses separadas de 0,5 mL cada

     

    2 doses separadas de 0,3 mL cada

    Intervalo entre as doses

    2 a 4 semanas 4 a 12 semanas Maior ou igual a 3 semanas

    Condições de Armazenamento

    Sob refrigeração (2 a 8ºC).

     

    Não congelar.

     

    Proteger da luz.

     

    Sob refrigeração (2 a 8ºC).

     

    Não congelar.

     

    Proteger da luz.

     

    Congelado em Temperatura entre -90°C e -60°C, por 6 meses.

     

    Alternativamente, os frascos fechados podem ser armazenados e transportados entre -25°C a -15 °C por um período único de até 2 semanas e podem retornar a -90 °C a -60 °C.

     

    Uma vez retirada do congelador, a vacina fechada pode ser armazenada por até 5 dias entre 2°C e 8 °C.

     

    Dentro do prazo de validade de 5 dias a 2 °C a 8 °C, até 12 horas podem ser usadas para o transporte.

     

    Antes do uso, a vacina fechada pode ser armazenada por até 2 horas a temperatura de até 30°C.

     

    Contraindicações

    Alergia a qualquer um dos componentes desta vacina.

     

     

     

    Hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer dos excipientes da vacina covid-19 (recombinante).

     

    Pacientes que sofreram trombose venosa e/ou arterial importante em combinação com trombocitopenia após vacinação com qualquer vacina para a COVID-19.

    Não deve ser administrada a indivíduos com hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer um dos excipientes da vacina.

     

     

    Fonte: Anvisa

  • CRF/AL alerta sobre os riscos da automedicação com fitoterápicos e plantas medicinais

    Um estudo publicado pela revista Brazilian Journal of Health Review em fevereiro de 2021 mostrou que mais de 80% da população mundial faz uso de algum tipo de planta em busca de alívio para sintomas de várias doenças, como dores, edemas e outros. E com o advento da pandemia da Covid-19, os fitoterápicos apresentaram um crescimento nas vendas de mais de 21%. A crença popular de que são medicamentos inofensivos leva a população a consumi-los de forma indiscriminada.

    No dia do Uso Racional de Medicamentos, 05 de maio, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas alerta sobre os malefícios da automedicação com fitoterápicos e plantas medicinais. A farmacêutica, Gabriela Corti aponta que uma das causas deste consumo é o fácil acesso, o baixo custo destes medicamentos e herança cultural familiar. “Isso sem contar com aquela prática de indicar a um amigo e buscar na internet receitas de chás e informações sobre estes medicamentos”, disse.

    Segundo a farmacêutica a falta de conhecimento do uso das plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos pode levar a toxicidade uma vez que o conhecimento popular não traz informações fundamentais de como estes produtos devem ser consumidos. “As pessoas desconhecem a forma correta de preparar, por exemplo, um chá, a quantidade da planta que deve ser usadas em relação a quantidade de água, a forma de armazenamento e os problemas de intoxicação se agravam por isso”, comentou.

    Gabriela diz que também deve se levar em consideração as interações medicamentosas, sobretudo, naqueles pacientes que fazem uso de medicamentos de uso contínuo para o tratamento de doenças como diabetes e hipertensão arterial. “Não podemos esquecer também da combinação destes medicamentos com a alimentação que também pode ser perigosa. Um exemplo dos perigos de uma intoxicação é o uso de algumas espécies de cogumelos que, se consumidos, podem levar à morte”, alertou.

    De acordo com ela, esta forma de tratamento é um recurso importante para a população, possibilitando a junção do conhecimento científico e cultural, contudo, ele deve ser feito sob orientação profissional no tratamento de doenças, sendo o farmacêutico o profissional habilitado para atuar na orientação sobre estes produtos. “Ainda que sejam de origem natural, não podemos esquecer que se tratam de substâncias químicas que podem causar toxicidade. O farmacêutico é responsável por alertar a população sobre os riscos da automedicação de fitoterápicos”, reforçou.

    Fitoterápico X plantas medicinais

    O fitoterápico é um produto farmacêutico obtido através do processamento de matérias-primas ativas vegetais cuja segurança e eficácia são baseadas em evidências clínicas. Eles são administrados nas mesmas vias que os medicamentos convencionais e podem ser encontrados em cápsulas, comprimidos, soluções, cremes, pomadas, xaropes e óleos essenciais.

    As plantas medicinais são aquelas que apresentam ação farmacológica, ou seja, ajudam na cura ou tratamento de várias doenças. Ela é utilizada de forma in natura em preparações caseiras, como os chás, por exemplo.

    Fonte: Ascom CRF/AL