Category: Notícias

  • Nota de falecimento da farmacêutica Andressa Oliveira

    É com a pesar que a diretoria do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas comunica o falecimento da farmacêutica, Andressa Oliveira, ocorrido na madrugada desta quarta-feira (17), devido a complicações geradas pela covid-19. Manifestamos nossos sentimentos e condolências aos familiares e amigos pelo falecimento da nossa colega.

    Andressa foi uma profissional dedicada e corajosa e muito amada por todos. Ela deixa três filhos. Perdemos uma companheira e fazemos o alerta para a prevenção e cuidados com esse vírus. Fiquem em casa, usem a máscara, higienizem as mãos com água e sabão e usem álcool 70%.

  • Farmacêuticos de 55 a 74 estão sendo vacinados em Maceió

    Iniciou na manhã desta quarta-feira, 17, a vacinação para os profissionais de saúde na faixa etária de 55 a 74 anos na cidade de Maceió. O horário de vacinação foi ampliado até as 16h e os postos continuam os mesmos das etapas anteriores.

    É importante que o farmacêutico leve o comprovante de atuação na área, documento de identificação com foto e CPF. Em 08 de janeiro de 2021, o CRF encaminhou um ofício ao gabinete do Secretário de Saúde de Maceió, Pedro Madeiro, solicitando que os farmacêuticos da capital fizessem parte do grupo prioritário da vacinação da Covid-19 na primeira fase da imunização.

    O pedido foi feito para todos os profissionais, incluindo, o setor privado, a exemplo dos laboratórios, farmácias e outros. A vacina é o único caminho para vencermos a batalha contra a Covid-19. Sendo igualmente importante proteger quem trabalha cuidando da nossa saúde.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL renova convênio com IPOG com desconto para farmacêuticos

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas renovou o convênio com o Instituto de Pós-Graduação & Graduação – IPOG – que oferece cursos na área de saúde. Para pós-graduação na modalidade presencial e remota o desconto de até 20%. Nos cursos de curta duração e de EAD o desconto é de 10% no valor total do curso, independente do desconto de R$ 30,00 para o pagamento até o dia 10 de cada mês

    Robert Nicácio, presidente do CRF/AL, explica que cada convênio firmado é sempre pensando no crescimento profissional dos farmacêuticos alagoanos. “A gente sabe a importância destas capacitações. O profissional de saúde precisa se atualizar e nós firmamos esse convênio para que ele tenha acesso a cursos de qualidade e num preço justo”, pontuou.

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    • Atenção Farmacêutica e Farmácia Clinica
    • Farmácia Oncológica e Hospitalar
    • MBA Assuntos Regulatórios – Regularização de Empresas e Produtos
    • Saúde Estética e Cosmetologia Avançada

    Mais informações:   https://api.whatsapp.com/send?phone=558299780013 , Consultora Adriana Faleiro.

  • Nota de pesar pelo falecimento de Marcos Hilário

    A diretoria do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas lamenta a morte do biomédico, Marcos Hilário, da pai da farmacêutica Ana Renata, ao mesmo tempo em que externa o sincero pesar e sentimentos aos familiares e amigos. Marcos foi profissional renomado na região do agreste alagoano, proprietário de um laboratório, e esteve atuando na linha de frente durante a pandemia da Covid-19,  sempre priorizou a vida humana.

    Ele é mais uma vítima dessa fase difícil que estamos vivendo, enfrentando um inimigo invisível, o que nos leva a reforçar os cuidados e prevenção.

     

  • CRF: seccional funciona em novo endereço a partir de quarta, 17

    A seccional do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, localizada na cidade de Arapiraca, estará funcionando em um novo local a partir da quarta-feira, 17 de março. O novo prédio fica localizado na Rua Delmiro Gouveia, 1382 sala 01 – 1°andar, bairro Senador Teotonio Vilela no Posto Bosque das Arapiracas.

    Nos dias 15 e 16 de março, o atendimento presencial estará suspenso em virtude da mudança. O telefone para atendimento é 9 9999-8625 ou pelo email: [email protected].

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Remdesivir: medicamento aprovado pela Anvisa é de alto custo e de uso exclusivo para hospitais

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na manhã desta sexta-feira, 12, a utilização do antiviral Remdesivir para o tratamento da Covid-19 no Brasil. A recomendação é que ele seja administrado em adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos e com peso corporal de, pelo menos, 40 kg e em paralelo deve ser usado oxigênio de baixo ou alto fluxo, ou outra ventilação não invasiva no início do tratamento.

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Robert Nicácio, ressalta que este é um medicamento de uso exclusivo para hospitais. “As farmácias não terão este medicamento disponível para venda por dois motivos: ele é de administração hospitalar e o custo é muito alto”, informou. Nos EUA, em outubro do ano passado, o tratamento com este medicamento era de US$ 3,2 mil por paciente, o equivalente a acerca de R$ 18 mil.

    Robert comenta que este medicamento já foi testado em outras patologias, como por exemplo, o ébola e os resultados não foram satisfatórios. “Ele é uma novidade no mercado brasileiro, como os custos para a fabricação de um novo medicamento é muito alto, as farmacêuticas estão aplicando testes nos produtos já existentes”, explicou.

    A orientação ainda é que a população continue seguindo todas as recomendações de saúde: como uso de máscara, álcool gel, lavagem das mãos e distanciamento social. “E aos grupos que estão contemplados com a vacina, não deixem de tomar porque ela é quem vai proteger a sua saúde”, pontuou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Veja quais medicamentos já foram testados contra o coronavírus

    Pouco menos de um ano desde que a Covid-19 foi declarada uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 11 de março de 2020, não há tratamento 100% viável para tratar casos graves e com risco de vida.

    Embora o fornecimento de vacinas para gerar resistência imunológica tenha crescido, vários medicamentos têm tentado atender à necessidade de tratamento para os casos existentes. Medicamentos como dexametasona, hidroxicloriquina e remdisivir tentaram fazer isso, com vários graus de sucesso e insucessos.

    O uso de dexametasona, originalmente usado como um antiinflamatório e imunossupressor para o tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatóide, é recomendado para o tratamento contra Covid-19. Conclusões preliminares da OMS publicadas em outubro de 2020 indicam que é eficaz na redução da mortalidade em até um terço em pacientes com ventilação assistida.

    O caso oposto é o da hidroxicloroquina, um medicamento projetado para o tratamento da malária. No último relatório da OMS sobre o assunto, afirma-se que não há benefícios substanciais desse medicamento como terapia contra o Covid-19. E mais, aponta os efeitos colaterais potencialmente perigosos para pacientes com esta doença.

    A viabilidade do remdisivir, originalmente desenvolvido para hepatite C, como um tratamento antiviral para Covid-19 ainda é incerta. Embora cerca de 50 agências nacionais, incluindo a Comissão Federal para a Proteção contra Riscos Sanitários (Cofepris) no México, tenham aprovado seu uso de emergência, a OMS emitiu uma recomendação condicional para não fazê-lo. Parte do estudo Solidarity, lançado pela OMS, com 7 mil pacientes mostraram que esse medicamento não tem efeito significativo sobre a mortalidade e gravidade da doença.

    Em 2 de março de 2021, a empresa francesa de biotecnologia Abivax anunciou que iniciará a fase de pesquisa clínica de um novo medicamento conhecido como ABX464. Este medicamento com ação antiviral, antiinflamatória e reparadora de tecidos tem comprovado sua eficácia no tratamento de inflamações causadas pela colite ulcerosa. Por meio do estudo miR-AGE, que conta com a participação do México e a aprovação do Cofepris, eles avaliarão a viabilidade do ABX464 como um tratamento antiinflamatório em pacientes graves com Covid-19.

    Desde sua aparição em Wuhan no final de 2019, a Covid-19 já infectou mais de 114 bilhões de pessoas e ceifou 2.544.000 vidas em todo o mundo, de acordo com números da Universidade Johns Hopkins. Com uma parte significativa dos esforços globais voltados para a prevenção e imunização contra o vírus, existem relativamente poucas opções farmacológicas para pacientes já infectados. Porém, ainda é necessário encontrar soluções voltadas para a melhoria das taxas de recuperação desses pacientes, bem como das internações.

    Fonte: Istoé Dinheiro

  • CRF/AL faz entrega de fraldas geriátricas para abrigo de idosos em Arapiraca

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas fez a entrega de 34 pacotes de fraldas geriátricas para o lar Antônio Jorge na tarde da quarta-feira, 03. Os pacotes foram arrecadados durante o curso de vacinação promovido pelo CRF/AL em Arapiraca.

    Robert Nicácio, presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, pontuou que a instituição desenvolve um trabalho assistencial importante e sério. “Em um momento tão difícil como o que estamos enfrentando, penso que a entrega destas fraldas seja um estímulo para que o lar continue desenvolvendo o seu trabalho”, afirmou.

    Valter Acioly, que é conselheiro da Fundação Lar Antônio Jorge, agradeceu a iniciativa do CRF/AL, sobretudo, porque neste momento de pandemia as doações diminuíram bastante. “O lar sobrevive destas doações e a entrega destas fraldas é importantíssima porque contribuem para a qualidade de vida dos nossos idosos. Nós estamos muito gratos com a ajuda do Conselho de Farmácia”, pontuou.

    Fundação Antônio Jorge

    É um lar que atende 55 idosos, entre homens e mulheres, vítimas de violência doméstica, financeira e em situação de rua. Quem quiser ajudar, basta ligar: 9 9639- 2991 ou fazer as doações através da conta:

    Caixa Econômica Federal

    Ag: 056

    Op.003

    Conta:3251-4

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL promove curso de injetáveis com foco em vacinas, na cidade de Arapiraca

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promoveu nos dias 26 e 27 de fevereiro na cidade de Arapiraca, o curso de aplicação de injetáveis com foco em vacinas. O curso foi ministrado pelos farmacêuticos Gerson Augusto Pereira, da Universidade Federal do Ceará e Antônia Fernanda Cunha da Silva farmacêutica da Maternidade Escola Assis Chateaubriand, instituição vinculada à Universidade Federal do Ceará.

    O professor parabeniza a diretoria do CRF/AL por levar este tipo de capacitação aos profissionais que atuam no interior do Estado. “Assim como os farmacêuticos da capital, contemplar os colegas que não estão na capital, é valorizar a profissão e promover conhecimento a estes colegas que também estão atuando na linha de frente da Covid-19”, comentou.

    A farmacêutica Andreia Albuquerque revela que os professores trouxeram técnicas importantes que podem ser utilizadas nas farmácias para aplicação de medicamentos intramusculares e subcutâneo. “Já estamos modificando nosso POP de aplicação de injetáveis e elaborando um treinamento de reciclagem com nossos colaboradores”, falou.

    No sábado, 27, os farmacêuticos aplicaram aproximadamente 200 doses de vacinas, dividida entre hepatite B, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e H1N1, H3N2 e Influenza B, como parte prática do curso. A ação aconteceu no Arapiraca Garden Shopping.

    Para Adriana Pereira, iniciativas como esta são importantes porque é uma oportunidade de atualizar a nossa carteira de vacinação. “A gente acaba deixando para lá, não procura colocar as vacinas em dia e por conta da ação, acabei tomando as vacinas que estavam faltando”, disse ela.

    Adriano Acioly, por sua vez, vê que neste momento de pandemia é fundamental que a população se conscientize sobre o cuidado com a saúde. “Tomando as vacinas aqui, estamos nos cuidando e cuidando dos nossos familiares, e é muito bom ter tido essa oportunidade hoje”, pontuou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • Farmacêutica trata endometriose com medicina tradicional chinesa

    Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 8 milhões de brasileiras sofrem de endometriose. No mês da mulher e de conscientização desta doença, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas conversou com a farmacêutica Paula Cavalcante, que é membro do Grupo de Trabalho de Práticas Integrativas e Complementares (PIC’s) do CRF/AL, que trata a patologia baseada na medicina tradicional chinesa.

    Segundo a farmacêutica, a endometriose atinge entre 10 e 15% das mulheres em idade fértil e tem como principais sintomas fortes cólicas menstruais, dores na relação sexual e ovulação, além da dificuldade em engravidar. “As dores podem ser tão intensas, que as mulheres ficam incapacitadas de realizar suas atividades diárias e alguns casos, ela pode ser assintomática, ou seja, sem dores, porém a infertilidade está presente”, pontuou.

    Paula explica que na visão da medicina chinesa, a endometriose ocorre por alguns desequilíbrios (deficiências, estagnações) em meridianos específicos como fígado, rim e em alguns casos o baço-pâncreas. “O que acontece é que esta mulher agrega tantos papéis na sua vida, que acaba se fragilizando, ou seja, se desvitalizando”.

    Na medicina tradicional chinesa, a mulher é vista de forma integral, ou seja, ela possui um potencial YIN, que aquele que nutre, que é intuitivo e fértil e o potencial Yang que é aquele trabalha, faz e acontece e quando esse desequilíbrio ocorre, recursos diversos são usados no tratamento. “O tratamento é por meio de dieta, fitoterapia e também com a liberação de memórias traumáticas e psicossomáticas para sustentar essa mulher e promover um processo mais saudável para ela”, assegurou.

    A farmacêutica revela que as técnicas de tratamento têm como objetivo desbloquear esses meridianos para que a energia e o sangue fluam e diminuam os quadros de dores. “É por meio do equilíbrio da mente que conseguimos melhorar a receptividade do endométrio, ajudando na realização do sonho de gestar”, comentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL