Category: Notícias

  • Arapiraca: Seccional estará fechada de 01 a 05 de março

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que a seccional Arapiraca estará fechada dos dias 01 a 05 de março porque a nossa colaboradora está afastada por motivos de saúde. Sugerimos aos farmacêuticos da região que optem por fazer por e-mail os serviços de justificativa de processo administrativo e fiscal, baixa de RT, alteração de endereço e emissão de boletos.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Anvisa publica nova resolução sobre critérios para antimicrobianos

    Foi publicada no Diário Oficial da União da quarta-feira, 24 de fevereiro, a RDC N° 471/2021 da Anvisa, que revoga a RDC n° 20/2011. A nova resolução dispõe sobre os critérios para prescrição, dispensação, controle, embalagem e rotulagem de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos de uso sob prescrição, isolados ou em associação, listradas em instrução normativa específica.

    Clique aqui e confira a RDC N° 471/2021.

    Acesse também a Instrução Normativa n° 83/2021 clicando aqui.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • Nova resolução altera fiscalização do exercício farmacêutico

    Foi publicada no dia 19 de fevereiro, no Diário Oficial da União, a Resolução CFF nº 700, que altera a resolução 648, de 2017, e traz uma série de atualizações ao procedimento de fiscalização dos conselhos regionais de Farmácia. As mudanças foram propostas pela Comissão de Fiscalização do Exercício Profissional (Cofisc/CFF) e aprovadas pelo Plenário após muita discussão para aperfeiçoar o trabalho dos fiscais.

    O presidente da Cofisc e conselheiro federal pelo Acre, Romeu Neto, avalia as alterações como um marco legal da fiscalização. Entre as modificações, destaca-se uma nova ferramenta criada para que o fiscal possa notificar o estabelecimento farmacêutico para corrigir alguma situação antes de aplicar um auto de infração. “Essa notificação é disciplinar com intuito de chamar atenção para pequenas correções e se aplica a situações que não sejam tão gravosas para a sociedade”, destaca.

    Romeu também explica que houve mudanças nas métricas de avaliação do perfil que é atribuído a cada empresa. Os estabelecimentos que se enquadram no perfil 1, possuem profissional devidamente registrado e habilitado e, na grande maioria das vezes, os profissionais estão presentes no momento da fiscalização. “O perfil 1 variava numa escala de 71% a 100% e baixou de 71 para 66%. E o fiscal agora é obrigado a considerar o perfil já no ato da fiscalização, sem abertura de processo administrativo”.

    A questão das substituições de responsáveis técnicos nos estabelecimentos farmacêuticos será regulamentada por meio de uma nova resolução, que será apresentada e debatida em breve.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • GT de farmacêutico proprietário realiza mais uma reunião

    O Grupo de Trabalho de farmacêuticos proprietários esteve reunido no dia 19 de fevereiro na sede do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas para apresentar demandas específicas deste segmento, entre elas estava um pedido de deliberação para horário de recebimento de mercadorias.

    Robert Nicácio, presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, se comprometeu em levar ao jurídico o pedido para regular esse horário de recebimento das mercadorias conforme as legislações já existentes. “Sabemos que os farmacêuticos proprietários tem situações do dia a dia diferentes dos demais colegas. Para nós enquanto instituição, conhecer essa rotina é importante para minimizar as dificuldades enfrentadas por eles”, pontuou.

    Na reunião foi apresentada proposta de seguros para os farmacêuticos proprietários e seus estabelecimentos com uma empresa que o CRF/AL está firmando convênio com descontos de 15 a 50% para toda a categoria.

    O farmacêutico proprietário, Bruno Noé, que é conselheiro regional, destaca a relevância deste tipo de encontro entre os colegas que também são empresários. “Esse tipo de encontro só fortalece a categoria, ao mesmo tempo, que estimula o empreendedorismo entre os farmacêuticos. Quem ganha com isso é a população porque terá à frente do negócio um profissional capacitado para prestar um melhor atendimento aos seus clientes”, revelou.

    Luiz Alberto, que também é farmacêutico proprietário, valida essa iniciativa do CRF/AL criar um grupo de trabalho com os farmacêuticos proprietários. “Esse é um canal fundamental para que as nossas demandas sejam conhecidas e atendidas dentro da legislação”, disse.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Covid-19: Eventos adversos após a aplicação das vacinas devem ser notificados em até 24h

    O Conselho Federal de Farmácia (CFF) orienta os farmacêuticos e demais profissionais da saúde envolvidos diretamente na execução da campanha nacional de vacinação contra a Covid-19 a realizar devidamente o registro dos dados e notificações na plataforma do Ministério da Saúde ‘notifica.saude.gov.br’, mesmo aplicativo utilizado pelos os municípios para registrar síndromes gripais relacionadas à doença.

    O registro dos possíveis eventos adversos pós-vacinação é um mecanismo de extrema importância durante a campanha nacional de vacinação e deve acontecer em até 24h após o relato ou evento possivelmente ocasionado pela imunização, conforme os protocolos e manuais de vigilância em saúde e sanitária.

    A farmacêutica da Coordenação de Assistência Farmacêutica de Porto Alegre, Ana Lucia Ely Pitta, reitera a importância. “Para o manejo apropriado dos EAPV de uma nova vacina é essencial contar com um sistema de vigilância que permita a notificação e a investigação rápida do evento ocorrido. No caso das vacinas contra o vírus SARS-CoV-2, a farmacovigilancia dos EAPV ganha destaque devido ao ineditismo das mesmas. Importante destacar que as notificações deverão primar pela qualidade, deve-se procurar documentar o evento adverso com o maior número possível de informações, possibilitando, dessa forma, a avaliação de causalidade”, pondera.

    Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) também vem alertando os profissionais estimulando a adesão à plataforma de notificação desde o início da vacinação contra a Covid por meio da campanha: #ParaSaberMais. Caso ainda não tenha acesso faça o seu cadastro e comece a colaborar com a saúde do país.

    O que fazer para realizar o registro das notificações no sistema? Como proceder dentro do sistema?. Tire essa e outras dúvidas aqui: https://bit.ly/36Z4Oiq

    #ParaSaberMais: série de tutoriais sobre como usar o SIPNI na vacinação contra Covid-19: https://bit.ly/2Z1zyLd

    Fonte: Comunicação do CFF

  • Uso de medicamentos fora do prazo de validade pode acarretar riscos à saúde

    Não é novidade que a automedicação traz sérios riscos à saúde. O uso de remédios de maneira irracional pode provocar reações alérgicas, dependência e até a morte. Mas, além desse hábito, também existe um outro tão perigoso quanto: a ingestão de medicamentos fora do prazo de validade.

    De acordo com uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia, quase metade da população brasileira faz uso de remédios, pelo menos, uma vez por mês.

    ANTIBIÓTICOS PEDEM CUIDADOS ESPECIAIS

    A farmacêutica, Eveline Macedo, explica que o prazo de validade de um droga é estabelecido com base em pesquisas que avaliam a segurança e eficácia das fórmulas durante um determinado período de tempo.

    “Os laboratórios realizam diversos testes a partir de um controle rigoroso de qualidade. A partir do momento que eu faço uso de uma droga fora da data mencionada na embalagem, estou colocando a minha saúde em risco. Lembrando que essa prática pode ser especialmente perigosa no caso dos antibióticos, já que pode fazer com que as bactérias se tornem ainda mais resistentes”, alerta a profissional.

    O uso de medicamentos vencidos também pode provocar sintomas como náuseas, vômitos e diarreias. Eveline diz que, após o prazo de validade expirar, a droga pode se tornar tóxica, demandando o seu correto descarte.

    “Na hora de descartar remédios vencidos ou fora de uso, procure um posto de coleta autorizado. Há farmácias, hospitais e postos de saúde que prestam esse serviço”, informa a farmacêutica do Sistema Hapvida. Pomadas, comprimidos, líquidos e sprays, e caixas e bulas podem ser depositados nas estações.

    ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES DE CONSERVAÇÃO DO PRODUTO

    Eveline Macedo dá dicas para conservar a medicação e manter a vida útil do produto. A primeira é manter a caixa longe de umidade e preservar a integridade física da embalagem. Também é importante prestar atenção à temperatura de acondicionamento informada pelo fornecedor.

    “Caso observe mudança de cor, manchas ou cheiro estranho, não utilize-o. Vale ressaltar que todo medicamento só deve ser usado sob prescrição médica e qualquer dúvida a respeito do seu uso, deve-se procurar orientação de um profissional farmacêutico”, conclui.

    Fonte: Ascom Sistema Hapvida Maceió

  • Rastreabilidade segue indefinida e ameaça segurança das vacinas

    Graças à apreensão de 3 mil seringas contendo água salgada, a polícia chinesa desmantelou uma rede que pretendia vender vacinas falsas contra a Covid-19 no Exterior. No Brasil, a Polícia Civil investiga a mesma prática em sites e redes sociais. A Anvisa chegou a emitir uma nota oficial para alertar a população, mas não teve a mesma agilidade para viabilizar uma medida fundamental para evitar esses riscos.

    A rastreabilidade de medicamentos está prevista na Lei Federal nº 11.903 referente ao Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM), mas depende da publicação de uma Instrução Normativa (IN). A previsão inicial era que a IN estivesse definida até dezembro de 2020, mas a Anvisa já adiou por três vezes a decisão. Esse modelo permitiria o monitoramento de remédios e vacinas de ponta a ponta, desde a saída do fabricante até a chegada à farmácia, hospital ou posto de vacinação.

    “O SNCM entra em vigor em abril de 2022 de acordo com a lei, mas algumas companhias do setor farmacêutico e hospitalar aguardam a IN para adaptarem suas operações. A adequação pode demorar em torno de um ano, mas após constantes alterações, pedidos de vista e falta de definição sobre um assunto já pacificado, as empresas se sentem inseguras para investir nessas medidas”, adverte Vinicius Bagnarolli, diretor de operações da rfxcel, especialista em projetos de rastreabilidade de medicamentos.

    Novas tecnologias anti-fraudes

    rfxcel, inclusive, desenvolveu em sua matriz nos Estados Unidos uma solução na nuvem que possibilita a profissionais de saúde o acesso a registros de imunização em tempo real. A ferramenta também permite o monitoramento do inventário e a administração das vacinas certas para o paciente certo. “Por ser uma ferramenta automatizada, os usuários podem manipulá-la praticamente sem nenhum treinamento, o que garante uma implementação rápida em ambientes críticos como as unidades de emergência”, destaca Bagnarolli.

    O sistema acompanha a localidade, temperatura, umidade e atritos dos insumos e medicamentos à medida que eles se movem pelas cadeias de abastecimento em terra, mar e ar. Pode, inclusive, alertar desvios de rota e assegurar que os fornecedores logísticos cumpram os prazos de entrega. “A pandemia revelou deficiências em todas as cadeias de suprimentos e a corrida pela vacina aumentou a pressão sobre essa operação, o que exige avançarmos mais rapidamente em projetos como o da rastreabilidade”, observa.

    Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

  • CFF defende recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência

    Um dos grandes desafios na área da saúde é a comunicação com pessoas que possuem algum tipo de deficiência. Como orientar uma pessoa surda tendo que utilizar sinais para explicar termos técnicos? Ou ainda alguém que tem deficiência visual poder verificar qual o medicamento que está tomando ou mesmo obter conhecimento das informações da bula por conta própria? A farmacêutica Alessandra Russo, da Coordenação Técnica e Científica do Conselho Federal de Farmácia, ressalta a importância da implantação dos recursos de acessibilidade para que esse paciente possa fazer o seu tratamento com segurança.

    “É de crucial importância que as embalagens e as bulas de medicamentos possam, de fato, ser acessíveis a todas as pessoas com deficiência. É sabido que os medicamentos podem ocasionar vários riscos: riscos de intoxicações, reações adversas graves, quando utilizados de maneira equivocada, seja em relação à dose, ao intervalo entre as doses, a duração do tratamento e até mesmo administrar um medicamento errado por não se ter tido a chance de saber exatamente aquilo que se está comprando ou usando por algum tipo de barreira que venha a ser imposta às pessoas com deficiência”.

    Alessandra Russo lembra que a lei 13.146, do ano de 2015, que é o Estatuto da Pessoa com Deficiência, estabelece como barreira qualquer entrave ou atitude que limite, por exemplo, a participação social da pessoa ou o acesso à informação. Em seu artigo 24, a resolução 71/2009, da Anvisa, estabelece que embalagens de medicamentos contenham em sistema Braile: o nome comercial do medicamento ou a denominação genérica de cada princípio ativo. Mas a determinação nem sempre é cumprida.

    “Como farmacêutica e usuária de medicamentos, percebo que nem sempre existe o sistema Braille impresso na embalagem do medicamento. A RDC n.º 47/2009, da Anvisa, prevê também a bula em formato especial, que seria bula fornecida à pessoa com deficiência visual em formato apropriado para atender suas necessidades. Pode ser disponibilizada: em áudio ou em texto com formato passível de conversão para áudio, impressas em Braille ou com fonte ampliada”.

    Embora não seja responsável por regular e fiscalizar a matéria, em 2019, o conselho tem sido pioneiro em ações inclusivas no Brasil. A entidade aprovou, em 2018, a Resolução CFF nº 662, que estabelece as diretrizes para a atuação do farmacêutico no atendimento à pessoa com deficiência. A primeira legislação do gênero no país. Também foi aprovada recentemente a criação de uma plataforma e um curso online de libras para farmacêuticos. Até o final do ano deve ser lançada a primeira versão do FarmaLibras – Vocabulário Terminográfico Farmacêutico bilíngue (Português- Libras).

    O FarmaLibras é uma espécie de glossário que será gravado em vídeo com apresentação de cada termo nas duas línguas. Quem dá detalhes é uma das coordenadoras do projeto, Deuzilane Muniz Nunes, que é professora da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). “Então, a gente espera que até o final de 2021 já tenhamos a primeira versão do vocabulário FarmaLibras e estamos providenciando ainda um sistema na web que vai ajudar os farmacêuticos na comunicação com as pessoas surdas. Então, todas essas ações visam tanto que o farmacêutico, que é ouvinte, possa mediar e auxiliar mais a comunicação com a pessoa surda, para que esse farmacêutico não deixe de atender a pessoa surda, assim como facilitar ainda mais a prestação da atividade farmacêutica pelo farmacêutico que é surdo”.

    Pelos menos 14 farmacêuticos surdos já foram identificados em atuação pelo país que utilizam as libras como primeira língua. A ideia é que os cursos ofertados pelo Conselho Federal também possam ser disponibilizados com tradução em libras.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • NOTA DE FALECIMENTO

    A diretoria e todos os colaboradores do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas solidarizam-se com a dor dos familiares e amigos pela inestimável perda da farmacêutica Eliane Colatino de Melo, que faleceu na manhã desta quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021. O sepultamento acontece às 16h no Parque das Flores.

  • Carnaval: CRF/AL estará fechado nos dias 15 e 16 de fevereiro

    O CRF-AL comunica que estará fechado – em Maceió e Arapiraca –  nos dias 15 e 16 de fevereiro de 2021 e retornando as atividades no dia 17 de fevereiro a partir das 13h.  O horário de funcionamento permanece até as 17h.

    Lembrando que ao se dirigir para sede em Maceió e na seccional e/ou em Arapiraca, deverão ser respeitados os protocolos de saúde, como manter distanciamento social, uso de máscara e álcool em gel. A fim de evitar aglomeração, sugerimos aos farmacêuticos optem por fazer seus serviços por e-mail.