Categoria: Notícias

  • CRF/AL funciona normalmente nesta quinta-feira, 29

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que sua sede e a seccional em Arapiraca estarão funcionando normalmente nesta quinta-feira, 29. Na sexta-feira, 30 não haverá expediente. Fica transferido para o dia 30 de junho de 2023 (Sexta-Feira) o Feriado Municipal de Marechal Floriano Peixoto (29 de junho de 2023), bem como o Feriado Estadual de São Pedro (29 de junho de 2023).

     Decisão – Transferência de Feriado

  • Seccional Arapiraca estará fechada de 03 a 19 de julho

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que a sua seccional, localizada na cidade de Arapiraca estará fechada de 03 a 19 de julho em virtude das férias da colaboradora Ana Carolina. Todas as solicitações deverão ser enviadas a sede em Maceió de forma remota pelo atendimento virtual ou presencialmente.

  • CRF/AL abre inscrição para 1º Fórum de Mulheres Farmacêuticas

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, por meio do Grupo de Trabalho de Mulheres Farmacêuticas, realiza no dia 01 de julho, o 1º Fórum de Mulheres Farmacêuticas: Luta contra a violência e discriminação e apoio ao empreendedorismo feminino. O evento acontece no auditório da Uninassau e tem como objetivo discutir casos de violência, assédios e discriminações com mulheres.

    Carmem Arroxelas, secretária-geral do CRF/AL, revela que diante de tantos casos de violência contra mulher é necessário discussões e capacitação para as mulheres farmacêuticas que sofrem violência e/ou discriminação. “Vamos trazer temas diversos que mostram o papel da justiça, do acolhimento e mostrar casos de sucesso de mulheres farmacêuticas empreendedoras”, disse.

    Estão sendo disponibilizada 100 vagas. O evento é aberto ao público em geral, farmacêuticas e estudantes de farmácia. As inscrições podem ser feitas aqui.

    Confira a programação:

    8h00- Credenciamento
    EIXO 1- VIOLÊNCIA E DISCRIMINAÇÃO CONTRA A MULHER FARMACÊUTICA

    9h00 – Mesa-redonda- O papel da justiça e da sociedade contra casos de violência e discriminação feminina
    Advogado Dr. Jhon Matias e Advogada Dra. Julia Nunes

    10h30 – Coffee-break

    10h50 – Mesa-redonda- A importância da psicoterapia em casos de violência e discriminação feminina
    Psicóloga Dra. Marluce Barboza e Farmacêutica Dra. Karina Henrique

    12h00 às 14h00 – Intervalo
    EIXO 2- EMPREENDEDORISMO DE MULHERES FARMACÊUTICAS

    14h00 – Palestra 3- O Empreendedorismo da Mulher Farmacêutica em Cursos de Capacitação
    Farmacêutica Dra. Ana Patrícia Barboza

    15h00 – Palestra 4- A Mulher Farmacêutica no Empreendedorismo em Área do Emagrecimento por meio da Estética
    Farmacêutica- Dra. Maria Costa

    16h00- Coffee-break

    16h30- Palestra 5- Práticas Integrativas e Complementares como Empreendedorismo da Mulher Farmacêutica
    Farmacêutica- Dra. Paula Cavalcante

    17h30- Palestra 6- Empreendedorismo da Mulher Farmacêutica Proprietária de Farmácia Comercial
    Farmacêutica- Dra. Liziane Nascimento

    18h30- Encerramento

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmacêutico Humberto Medeiros fala sobre o que é a doença falciforme e o seu tratamento

    Dados da Associação Alagoana de Pessoas com Doença Falciforme mostram que em Alagoas 697 pessoas sofrem com Doença Falciforme. O presidente da associação, Sidney Santos, pontua que hoje os portadores contam assistência 24h fornecida pelo Hemocentro de Alagoas (HEMOAL) com uma equipe multifuncional, inclusive com a dispensação de medicamentos na farmácia.

    No dia mundial de conscientização da Doença Falciforme, 19 de junho, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas conversou com o farmacêutico, dr. Humberto Medeiros, membro do Grupo de Trabalho de Análises Clínicas do CRF/AL que falou sobre o que é a doença, quem são as pessoas mais acometidas e qual o tipo de tratamento.

    CRF/AL: O que é a doença falciforme?

     Humberto: A doença falciforme na verdade é um grupo de doenças hereditárias, ou seja, de origem genética que causa “anemia” nos indivíduos que apresentam essa alteração. As pessoas saudáveis que não apresentam essa alteração genética têm em suas células sanguíneas vermelhas uma hemoglobina denominada do tipo A em homozigose, ou seja, dois genes para Hb A. Quando um indivíduo apresenta alguma hemoglobina diferente do tipo A, essa hemoglobina é chamada de hemoglobina variante, e as doenças causadas devido essas hemoglobinas variantes são chamadas de Hemoglobinopatias. As hemoglobinas variantes mais comuns são a Hb S e a Hb C. A Hb S é a hemoglobina variante que está envolvida nas “Doenças Falciformes”. A letra “S” deriva do inglês “sickle” que significa “foice”. Este termo foi utilizado para denominar esta anemia devido ao formato que os eritrócitos destes pacientes apresentam. Eles têm o formato de uma foice, ao invés do formato de um disco bicôncavo, no eritrócito normal. Se um indivíduo apresenta Hb S em homozigose, ou seja, dois genes para Hb S ele tem uma “anemia falciforme”, porque ele tem apenas Hb do tipo “S”. Se um indivíduo apresentar Hb S em combinação com outro tipo de hemoglobina variante, como a Hb C, ele tem uma anemia denominada de “Doença falciforme” porque ele tem hemoglobinas variantes, uma do tipo S em associação com outra variante. Entretanto, se um indivíduo apresentar essa alteração genética em apenas um dos genes responsáveis pela produção de hemoglobina, o outro gene irá produzir hemoglobina normal, do tipo A, em combinação com essa variante. Se essa hemoglobina variante for a Hb S, por exemplo, esse indivíduo terá uma Hb AS, e ele será chamado de portador de “traço falcêmico”. Ele não apresentará doença e não terá anemia porque ela estará em combinação com a Hb A. Mas, ele poderá passar essa Hb S para os seus filhos. E se o pai e a mãe, ambos passarem seus genes alterados para Hb S ao seu filho, este terá uma Hb SS, e terá anemia falciforme.

    CRF/AL: Quem são as pessoas mais acometidas por ela?

    Humberto: A doença falciforme é mais prevalente nos grupos étnicos afrodescendentes. Vale lembrar que o indivíduo que tem os dois genes responsáveis pela produção da hemoglobina alterado, ambos produzindo hemoglobinas variantes apresentam hemoglobinopatias, doenças que causam anemias importantes nestes pacientes.

    CRF/AL: Ela é uma doença contagiosa?

    Humberto: Não, porque a sua origem é genética, hereditária, que é passada dos pais para os seus filhos e assim por diante.

    CRF/AL: Quais são os sintomas?

    Humberto: A sintomatologia se apresenta em graus variáveis, dependendo da combinação dessas hemoglobinas variantes, de alguns aspectos próprios de cada indivíduo. De um modo geral os sintomas são decorrentes da própria anemia, cansaço, respiração ofegante, devido a diminuição da quantidade de hemoglobina; dores nos braços, nas pernas, nas articulações, no tórax, no abdome e nas costas, infecções e febre, inchaço nos punhos, nos dedos e nas articulações. Alguns pacientes podem sofrer Acidente Vascular Cerebral (AVC), priapismo (ereção involuntária, prolongada e dolorosa), pneumonia, ulcerações: feridas dolorosas e de difícil cicatrização, devido à dificuldade de circulação que esses pacientes apresentam, por causa do formato das células vermelhas deles, que se parecem com uma “foice”, e por isso o nome da doença “falciforme”, em formato de foice, que dificulta o fluxo sanguíneo, se “prendendo” nas paredes dos vasos sanguíneos, chegando a obstruir a passagem do sangue nos vasos mais estreitos. Pode ter icterícia (amarelão) decorrente da destruição dessas células no interior das veias, liberando a hemoglobina diretamente no plasma sanguíneo, que será metabolizada e transformada em uma substância chamada de bilirrubina, responsável por uma tonalidade “amarelada” da pele desses pacientes.

    CRF/AL: Como é feito o diagnóstico?

    Humberto: O diagnóstico confirmatório é feito através do exame de HPLC para Hemoglobinas, Eletroforese de Hemoglobinas. A pesquisa da Hb S faz parte do Teste do pezinho, e é de extrema importância para o rastreamento de portadores da Hb S e um diagnóstico precoce dos pacientes das “Doenças falciformes”. O exame de hemograma também tem sua importância no diagnóstico dessas doenças, principalmente quando o paciente não tem acesso ao Teste do Pezinho. Isso acontecia muito no passado, quando este Teste não fazia parte do Programa de Triagem Neonatal, e ainda hoje em regiões não atendidas pelo Programa. Alguns pacientes acabam sendo diagnosticados tardiamente, somente após a realização de um exame de hemograma. O analista clínico ao realizar a microscopia do sangue, identifica a forma de foice das hemácias, que é a característica morfológica nessa doença.

    CRF/AL: Qual o tratamento?

    Humberto: O tratamento é realizado através de transfusões sanguíneas, um medicamento chamado “Hidroxiuréia” e medicamentos de suporte, de acordo com os sintomas apresentados. Lembrando que o tratamento de escolha deve ser realizado e prescrito por um profissional médico, comumente especializado em Hematologia. O serviço de saúde deve orientar o paciente no sentido de prevenir crises, evitando desidratação e exposição a temperaturas altas, tratando precocemente infecções, evitando atividades físicas intensas, mantendo o calendário de vacinas atualizado, além de outros cuidados.

    CRF/AL: A doença Falciforme tem cura?

    Humberto: Hoje em dia, a “Cura” pode ser alcançada através de “Transplante de medula óssea”. Porém, existem algumas restrições para que esse transplante seja realizado. É preciso que o paciente preencha alguns requisitos de gravidade da doença e o doador deve ser um irmão totalmente compatível e saudável.

    CRF/AL: A pessoa que possui essa doença tem uma vida normal?

    Humberto: A doença afeta de forma diferente os pacientes, de acordo com o grau da sintomatologia apresentada. Alguns apresentam sintomas mais leves e outros sintomas mais graves. Mas, mesmo os que têm sintomas mais brandos têm sua vida comprometida de alguma forma, pelas complicações crônicas da doença. Estudos realizados para avaliar a qualidade de vida dos pacientes das doenças falciformes concluíram que devido estas enfermidades serem crônicas e debilitantes afetam negativamente a “Qualidade de vida relacionada à saúde” (QVRS) deles. Os aspectos físicos, sociais, emocionais e escolares são afetados. Tanto para o paciente quanto para seus familiares. A dor da DF é a principal causa de desconforto. A excessiva preocupação com os cuidados para evitar as crises e seus sintomas, exerce uma forte pressão emocional e psicológica em pacientes e familiares. A assistência especializada é de extrema importância para a prevenção e tratamento dos episódios de crises, e também no apoio psicológico para amenizar os transtornos. O Hemocentro de Alagoas (HEMOAL) tem um Ambulatório de Hematologia, um Serviço Especializado com um Equipe Multiprofissional completa, que disponibiliza assistência plena para estes pacientes das Doenças Falciformes e de várias outras doenças hematológicas.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Aprovado projeto de lei que inclui o farmacêutico como RT de serviços de vacinação

    A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), da Câmara dos Deputados, aprovou o parecer da relatora deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do Projeto de Lei nº 1403/2019. O PL dispõe sobre o funcionamento dos serviços privados de vacinação humana, garantindo o farmacêutico como Responsável Técnico desses estabelecimentos. Caso se esgote o prazo de cinco sessões sem manifestações em contrário, o próximo passo é a remessa para sanção.

    “Essa é uma conquista para a profissão farmacêutica, pela qual todos nós, do Conselho Federal de Farmácia (CFF), trabalhamos muito” comenta o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João. Ele lembra que o projeto de lei original, de autoria do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), prévia apenas médicos como RTs. “Felizmente conseguimos reverter esse que seria um equívoco, visto que temos uma lei, a Lei nº 13.021/2014, que garante o serviço de vacinação nas farmácias, e uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a RDC n° 197/2017, que autoriza, no serviço de vacinação, a RT por farmacêutico e por enfermeiro (além dos médicos)”, informou.

    Walter Jorge João destaca a participação decisiva do CFF tanto na aprovação da lei quanto na publicação da RDC nº 197/2017 e na revogação da Portaria Conjunta Anvisa/Funasa nº 001/2000, em 20018. “Foram atos que acabaram definitivamente com o monopólio médico dos serviços de vacinação privados, monopólio este de 20 anos”, comenta o presidente do CFF, lembrando que o conselho tem investido muito na capacitação dos farmacêuticos para que eles possam ocupar os espaços de trabalho nessa área. “O curso Serviço de Vacinação por Farmacêuticos já habilitou cerca de 3 mil RTs em todo o país.”

    Outros projetos 

    Durante a manhã desta quarta-feira, 14/06, a Diretoria e o Plenário do CFF, além de lideranças farmacêuticas de diferentes unidades da federação, estiveram mobilizados na Câmara dos Deputados. O objetivo foi acompanhar a reunião da Comissão de Saúde onde seriam votados os projetos de lei n° 5443/2019, que institui a tarja azul ou prescrição farmacêutica para medicamentos isentos de prescrição (MIPs), e nº 356/2023, que autoriza o Poder Executivo a criar o Programa Nacional de Farmácia Popular Móvel- FARMARODAS. Mas ambos foram retirados de pauta e não houve votação.

    O CFF defende a aprovação do PL da tarja azul, que vem consolidar a prescrição farmacêutica regulamentada pelo conselho desde 2013. Já o segundo é visto com cautela. “Precisamos entender melhor essa proposta para assegurar que o farmacêutico seja envolvido e possa cumprir o seu papel como profissional da saúde essencial ao cuidado à saúde das pessoas”, disse o presidente Walter da Silva Jorge João. “Vamos nos manter vigilantes em relação aos temas para que cheguemos ao melhor desfecho possível.”

    Fonte: Ascom CFF

  • Fiscalização do CRF/AL ministra palestra para estudantes de farmácia do Cesmac

    O gerente de fiscalização Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Irajá Martins, esteve na terça-feira, 13, no Cesmac conversando sobre o funcionamento da fiscalização com os estudantes do primeiro período do curso de Farmácia. A atividade faz parte da disciplina estudo das ciências farmacêuticas ministrada pela professora Tatiane Accioly.

    Irajá pontuou que recebeu o convite para falar um pouco como funciona a fiscalização do exercício profissional, as atribuições do Conselho e a ética profissional. “O nosso principal objetivo apresentar a instituição que os fiscaliza, mas acima de tudo os deveres e direitos da sua profissão”.

    Tatiane Accioly disse que foi um momento importante para que os alunos conhecessem a atuação farmacêutica de um fiscal e as competências de um conselho de classe. “O CRF/AL é um parceiro nosso, e a ideia é que os alunos tenham essa percepção porque é o conselho de classe que assegura o nosso exercício profissional”.

    O estudante de farmácia, Emanuel Fidelis, revelou que a palestra foi muito importante porque mostrou o verdadeiro significado de um conselho de classe. “Eu pensei que o CRF só fazia entrega de carteiras e na palestra eu descobri que é o conselho que apura o exercício ilegal da profissão, a conduta profissional e que dá o suporte necessário a atuação profissional dentro da lei e da conduta ética. Para mim, foi muito gratificante”.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Fernanda fala sobre os benefícios da yoga no tratamento da ansiedade, depressão, osteoporose

    Em agosto de 2022, o Conselho Federal de Farmácia aprovou a resolução que regulamenta a atuação do farmacêutico nas Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICs). Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece de forma integral e gratuita 29 procedimentos de Práticas Integrativas e Complementares (PICS) à população, entre elas o yoga.

    A farmacêutica, Drª. Fernanda Bertazolli, explica que o yoga faz parte do Programa Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) desde 2017, e que a inclusão deste tipo de tratamento permitiu ao usuário do SUS tratar de doenças como ansiedade, depressão, osteoporose, dores musculares e outros, por meio da yogaterapia. “O principal objetivo da yogaterapia é integrar o corpo e a mente para que eles entrem em harmonia, trazendo para o paciente esse equilíbrio de forma física, emocional e espiritual”, afirmou.

    As técnicas utilizadas são de respiração (pranayama) e das posturas (asanas) que promovem purificação dos sistemas, tonificação muscular, saúde dos órgãos e equilíbrio energético, regulando, as funções vitais e contribuindo diretamente para uma vida mais saudável, alegre e plena. “Qualquer pessoa pode praticar porque as técnicas independem do seu estereótipo. Isso inclui criança, adolescentes, adultos e idosos”, garantiu.

    De acordo com a farmacêutica o yoga melhora a capacidade respiratória, a postura, a insônia, auxilia na redução de dores provenientes de patologias ósseas e musculares, diminui o stress e a depressão, melhora a flexibilidade e força, ajuda a regular a pressão arterial, diabetes, asma. “Ela traz autoconsciência, disciplina e autocuidado”, disse.

    Fernanda lembra que o farmacêutico pode atuar na yogaterapia desde que ele esteja habilitado. “A nossa relação de proximidade com o paciente faz com que tenhamos uma visão mais ampla do tratamento que vai além da terapia medicamentosa. A gente sabe que os fatores emocionais interferem na relação do paciente com o medicamento e com a doença e as PICs proporcionam uma melhora mais completa”, pontuou.

    Em Maceió, a yogaterapia ainda não é ofertada pelo SUS, mas o PAM Salgadinho tem os serviços de acupuntura, homeopatia e Lian Gong. As equipes do Núcleo de Apoio da Saúde da Família (Nasf) também oferecem este tipo de tratamento. O Nasf 1 que atuam nas USF Village Campestre 1, Graciliano Ramos e Denisson Menezes oferecem os serviços de ventosaterapia, massoterapia, kinesio taping, medicina tradicional chinesa (moxaterapia, gua-sha) e Rodas de Terapia Comunitária Integrativa.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Arapiraca: CRF/AL realiza a terceira edição da reunião plenária itinerante

    O município de Arapiraca foi o escolhido para realização de mais uma reunião plenária itinerante. A reunião aconteceu, no dia 09 de junho, no auditório do Instituto Federal de Alagoas (IFAL), onde pela manhã houve palestras sobre código de ética farmacêutico e CRF/AL, fiscalização e o serviço farmacêutico.

    Durante a reunião plenária, o conselheiro dr. Alexandre Correia, membro do Grupo de Trabalho de Assuntos Parlamentares, informou que houve uma reunião dos membros do GT com os deputados estaduais Alexandre Ayres e Dudu Ronalsa para solicitar a realização de uma audiência pública para tratar do piso estadual do farmacêutico.

    Já conselheiro dr. Robert Nicácio fez um alerta quanto a divulgação de uma mentoria em estética que vem sendo divulgada na região e que os farmacêuticos que estão participando estão sendo induzidos a atuarem sem ao menos terem concluído a especialização ou ainda ter averbado a especialização no Conselho. A Conselheira Federal por Alagoas, dra. Mônica Meira, esteve presente na reunião.

    O presidente CRF/AL, Daniel Fortes, entregou a portaria de nomeação da farmacêutica dra Flávia Albuquerque como membro do Grupo de Trabalho de Farmácia Comunitária. Na reunião também foram nomeados os membros da comissão eleitoral conforme Portaria 16/23.

    Daniel Fortes explica que o objetivo das reuniões plenárias itinerantes é permitir que os farmacêuticos da região participem presencialmente dos debates que acontecem durante a reunião. “Aqui em Arapiraca tivemos discussões importantes e foi muito bom ver os colegas participando conosco dos cursos e da plenária”, falou.

    Ação de Saúde

    No sábado 10, estudantes de farmácia e farmacêuticos, participaram de mais uma ação de saúde promovida pela CRF/AL. Foram oferecidos serviços de aferição de pressão arterial e glicemia capilar. Marisa Amália, de 66 anos, estava passando pela praça quando viu a ação do Conselho. “Eu achei a iniciativa maravilhosa, no atendimento de hoje, vi que estou com a pressão alta e com diabetes. Eu já estive muitas vezes no posto de saúde e não consigo ser atendida porque nunca tem vaga e esta ação hoje foi muito importante, eu gostaria que tivesse outras vezes”.

    A estudante de farmácia do quinto período, Vanessa Maria, revelou que participar deste tipo de ação permite conhecer como funciona o atendimento farmacêutico. “Isso é muito importante porque a gente traz o conhecimento de sala de aula para prática. Saio desta ação hoje com um novo olhar para a farmácia e vou estudar ainda mais”, disse.

    Maria Clívia, estudante de farmácia, revelou que esta é a primeira vez que ela participa de uma ação de saúde. “O contato com as pessoas é muito bom porque a gente faz uma troca de conhecimentos e   vou participar das próximas ações porque sem dúvidas ela agrega muito na minha formação”, garantiu.

  • Dia nacional da imunização: farmacêutica Emanuelle fala da importância da vacinação

    O dia 09 de junho foi escolhido como Dia Nacional da Imunização. A data tem por objetivo conscientizar a população brasileira sobre a importância das vacinas, tanto para o indivíduo como para a saúde coletiva. A história das vacinas no Brasil começa em 1904, com Oswaldo Cruz e em 1975 foi criado o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde.

    A farmacêutica Drª Emanulle Pimentel ressalta que o programa do MS é considerado o melhor e mais abrangente programa de saúde pública de imunização do mundo em virtude da oferta de vacinas que são disponibilizadas para a população. “Cerca de 90% destas vacinas são produzidas nacionalmente e hoje o país possui mais de 34 mil salas de vacinação”, disse.

    Emanuelle pontua que as vacinas estimulam o sistema imunitário do organismo a proteger a pessoa contra infecções ou doenças. “A imunização previne a doença, a incapacidade e a morte por doenças evitáveis através da vacinação. Manter a vacinação em dia, mesmo na fase adulta, é um dos melhores métodos para evitar doenças e infecções”.

    No entanto, nos últimos anos houve um declínio da cobertura vacinal e segundo ela, isso se deu por conta das notícias falsas ou fake news cujas informações divulgadas eram de que a vacina provocava o surgimento de doenças e transtornos do desenvolvimento intelectual, como o autismo, além do medo de reações adversas e até mortes.

    “O farmacêutico pode atuar para desmistificar as questões equivocadas que são lançadas ao público em relação à importância da vacinação, destacando como a vacinação ainda é a melhor estratégia e uma forma segura e eficaz de se evitar a transmissão e o contágio por doenças de etiologia viral e bacteriana”, afirmou.

    Ela lembra que a RDC nº 197 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o serviço de imunização nas farmácias, ou seja, os farmacêuticos clínicos, desde que habilitados poderão atuar na prestação desse serviço de saúde. No Brasil a atividade farmacêutica na vacinação é regulamentada pela Anvisa e pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) que determinou as atribuições e competências do farmacêutico na dispensação e aplicação de vacinas.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL funciona até a quarta-feira, 07 de junho

    O Conselho Regional de Farmácia do Estado de Alagoas informa que não haverá expediente nos dias 8 e 9 de junho de 2023, em virtude do feriado de Corpus Christi e ponto facultativo estabelecidos pelas Portarias ME 11.090/2022 e MGI 2.386/2023.