Categoria: Notícias

  • Chip da Beleza: farmacêutica Maria das Graças fala dos riscos deste procedimento

    O relatório da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) mostrou que os brasileiros cada vez mais tem valorizado procedimentos estéticos que não demandam cirurgias. Nessa categoria estão incluídos a aplicação da toxina botulínica (que se tornou célebre por meio de uma de suas principais marcas fabricantes, o Botox), o ácido hialurônico, substância comumente aplicada em procedimentos de preenchimento facial e mais recentemente o conhecido chip da beleza.

    A farmacêutica Dra Maria das Graças explica que o chip da beleza é um implante subdérmico bioabsorvível (pallet) ou de silicone com indicação de uso para pacientes que têm necessidade de reposição hormonal e/ou para tratamento endometriose. Contudo, ele tem sido usado de forma desenfreada para fins estéticos, em virtude do hormônio gestrinona que promete ganho de força. “Esse hormônio promete corpos definidos, por isso, o uso dele para fins estéticos têm ganhado força e os efeitos colaterais são frequentes em pacientes que não possuem a indicação para o uso do implante hormonal”, pontuou.

    Maria pontua que os efeitos colaterais são acne, queda de cabelos e calvície, voz grossa, abcessos, um clitóris aumentado em até quatro vezes, infertilidade, alterações preocupantes nas glândulas mamárias, doença cardiovascular e danos ao fígado que podem levar à morte. “Realizar o procedimento sem a indicação de um especialista é perigoso”, alertou.

    De acordo com ela existem outros métodos que podem ser usados para ganho de massa muscular, como por exemplo, os medicamentos fitoterápicos. “Eles são prescritos de acordo com a necessidade de cada paciente, são formulados nas farmácias de manipulação e é um método seguro porque o paciente é acompanhado e se houver necessidade, o tratamento pode ser modificado ou suspenso”, garantiu.

    Alguns exemplos de fitoterápicos usados no ganho de massa são phosfator, eurycoma longfolia, turkesterone e zma. “O uso destes medicamentos precisa estar associados a uma boa alimentação e a regularidade de atividade física. Eles não são anabolizantes”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL promove VII Reunião Plenária em Arapiraca, na sexta-feira 09

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promove na próxima sexta-feira, 09, a VII Sessão Plenária Ordinária na cidade de Arapiraca. A reunião acontece no auditório do Instituto Federal de Alagoas (IFAL) e conta com uma programação de palestras no horário da manhã e a reunião no período da tarde, onde serão debatidos temas de interesse da categoria farmacêutica.

    Daniel Fortes, presidente do CRF/AL, revela que esta é a terceira edição da reunião plenária itinerante e espera que os profissionais da região estejam presentes. “Espero que todos venham participar conosco, realizar a plenária em espaços fora da sede é uma maneira de aproximar e contemplar os farmacêuticos de todo Estado”.

    No sábado, 10 de junho, o CRF/AL realizará atendimentos de saúde com os serviços de aferição da pressão arterial, glicemia capilar e orientação farmacêutica. A ação acontece a partir das 8hs na Praça Luiz Pereira Lima (antiga Praça da Prefeitura). “Este tipo de ação tem como objetivo promover o profissional farmacêutico e suas habilidades, nas cidades onde serão realizadas as plenárias itinerantes”, afirmou.

    As ações fazem parte do Programa Farmacêutico que cuida cujo objetivo é ofertar serviços de saúde em todo Estado de Alagoas, por meio de um profissional farmacêutico, nos estabelecimentos de saúde que desejarem participar.

    Programação:

    Sexta, 09/06:

    9h – Palestra código de ética farmacêutico, ministrado pelo presidente da Comissão de Ética do CRF/AL Dr Evandro Costa.
    10h30 – CRF/AL fiscalização o serviço farmacêutico, com o presidente do CRF/AL, Dr. Daniel Fortes.

    Sábado, 10/06:

    8h- Serviços de saúde na Praça Luiz Pereira Lima, antiga Praça da Prefeitura.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmacêutico Anderson Vasconcelos fala sobre o controle das infecções no ambiente hospitalar

    O dia 15 de maio foi escolhido pela Lei nº 11.723/2008 como dia Nacional do Controle das Infecções Hospitalares, cujo objetivo é conscientizar autoridades sanitárias, diretores de hospitais e trabalhadores de saúde sobre a importância do controle dessas infecções adquiridas no ambiente hospitalar. Dados da Organização Mundial de Saúde apontam que cerca de um milhão de pacientes morrem anualmente em decorrência de infecções hospitalares no mundo. No Brasil, a taxa de pacientes que adquirem infecções no hospital chega a 14%.

    As mãos dos profissionais de saúde são consideradas o principal meio de transmissão de micro-organismo em ambiente hospitalar. Outros fatores como doenças preexistentes, o uso de medicamentos, estrutura hospitalar deficiente ou mal planejada, visitas e inadequação das normas de limpeza também podem contribuir para a infecção.

    O Dr. Anderson Vasconcelos, farmacêutico do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Hospital Veredas, esclarece que fazem parte do grupo de risco para infecções multirresistentes por uso de medicamentos, em especial de antibióticos, o paciente que fez uso recente deste tipo de medicamento, se teve algum internamento recente, se tem comorbidade, se faz uso de Home Care ou mora em casa de acolhimento para idosos.

    “Estes são fatores de risco para infecção multirresistente uma vez que são paciente imunodeprimidos, por isso é importante que o médico faça uma prescrição individualizada, promova o uso racional de antibióticos e que se tenha uma rotina laboratorial de confiança para que seja adotado o melhor tratamento para o paciente”, disse.

    De acordo com o farmacêutico, as principais infecções hospitalares são pneumonias associadas à ventilação mecânica, infecções de corrente sanguínea, de trato urinário e de sítio cirúrgico. Nestes casos, os profissionais de saúde devem seguir os protocolos para diminuir os riscos das infecções. “O maior problema são as bactérias gram-negativas que apresentam uma resistência muito grande aos antibióticos”, falou.

    Anderson pontua que o aumento da resistência antimicrobiana continua a ser uma crise global. Coletivamente, patógenos resistentes a antimicrobianos causaram mais de 2,8 milhões de infecções e mais de 35.000 mortes anualmente de 2012 a 2017, de acordo com o Relatório de Ameaças da Resistência a Antibióticos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) de 2019 dos Estados Unidos.

    Segundo ele, o profissional farmacêutico tem um papel essencial no acompanhamento do tratamento do paciente. “A gente analisa se a prescrição está de acordo com o foco da infecção, faz o acompanhamento de antibiograma e do hemograma para ver se o paciente está evoluindo no antibiótico terapia, analisa a posologia do medicamento e faz a intervenção necessária junto ao prescritor quando houver necessidade”.

    O farmacêutico lembra que a infecção hospitalar tem origem multifatorial, sendo assim, para preveni-las é essencial um conjunto de práticas que devem ser seguidos rigorosamente por todos os colaboradores, inclusive por aqueles que não tem contato direto com o paciente. “O exercício do controle de infecções hospitalares é uma manifestação da excelência de um serviço, então, uma instituição que zela pelo controle das infecções hospitalares oferece um serviço de melhor padrão aos seus usuários”.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Dia das mães: curso de farmácia une mãe e filha na manipulação, docência e empreendedorismo

    No dia das mães, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas conta a história da Drª Mariana de Macedo, que decidiu ser farmacêutica por influência da mãe. Ela confessa, que mesmo sem saber a mãe foi sua inspiração. “Eu achava o máximo quando criança o local onde ela trabalhava, que era na manipulação de semi sólidos e adorava o cheiro do laboratório quando ela chegava em casa”, disse sorrindo.

    A escolha foi natural porque Mariana queria trabalhar na área de saúde e em laboratório e aí, a primeira opção foi o curso de farmácia. “No início meu pai não foi a favor, e minha mãe se manteve neutra, mas durante a graduação eles foram me incentivando e me ajudaram a conquistar tudo o que consegui e estou muito feliz na área que escolhi”, pontuou.

    Atualmente, Mariana trabalha como professora universitária, mas ser professora não foi a primeira opção, no entanto, não havia outra saída. “O próprio destino se encarregou de me mostrar que é através da docência que eu consigo estar em várias áreas contribuindo com ensino e pesquisa”, afirmou.

    E quem é a responsável por tornar Mariana farmacêutica? É Drª Renalva de Macêdo, farmacêutica e química industrial. “Eu trabalhava em farmácia de manipulação, quando decidi fazer o curso superior de farmácia. Na época eu já estava casada e era mãe de duas filhas, uma de 4 anos e outra de 6 anos. Confesso que foi bem puxado para mim a tripla jornada diária até me formar, mas valeu muitíssimo, porque ao me tornar farmacêutica passei a ser Responsável Técnica (RT) da farmácia de manipulação, em seguida, me tornei sócia-proprietária de uma manipulação”, contou.

    Renalva fez duas pós-graduação e um mestrado que a levaram para a carreira universitária onde permanece até hoje. “O que era para ser exemplo passou a ser escolha de carreira profissional para minha primogênita. E para a minha surpresa e satisfação, Mariana escolheu a farmácia, então, percebi que havia despertado admiração, orgulho ou algo parecido”, falou emocionada.

    A mãe revela que a filha foi além da graduação e foi aprovada no mestrado e em seguida no programa de doutoramento em bioquímica e biologia molecular. E neste caminho profissional mais uma surpresa: Mariana se tornou docente no Cesmac. “Além, de sermos mãe e filha somos colegas de profissão, duplamente, farmacêuticas e professoras. A nossa missão é contribuir na formação de novos farmacêuticos”, expressou.

    Mariana revela que estar junto com a mãe é um aprendizado diário e uma diversão. “No dia a dia a gente se diverte bastante com os alunos e nos ajudamos, mesmo em áreas diferentes. A parceria deu tão certo que hoje somos empreendedoras e criamos uma startup que desenvolve formulações dermocosméticas veganas, chamada Bidecos”, comemorou.

    Drª Renalva é mãe de Mariana de Macedo que é farmacêutica, Paula Renée de Macedo Costa  que é engenheira química e Lívia Maria de Macedo estudante de arquitetura.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmacêutica Tatiane Acioly fala sobre RDC que amplia testes rápidos em farmácias

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou no último dia 03 de maio a RDC 302/2005 que autoriza a realização de exames laboratoriais nas farmácias. A norma entrará em vigor a partir do dia 1° de agosto e amplia para Farmácia Tipo 1 e Consultórios Isolados a possibilidade de realização de testes rápidos para triagem de várias situações de saúde.

    A farmacêutica Drª Tatiane Acioly, membro do Grupo de Trabalho de Farmácia Clínica do Conselho Regional de Farmácia, explica que são cerca de 47 testes que poderão ser realizados nos estabelecimentos. “A atual resolução leva em consideração a evolução do setor de diagnósticos, e afirma que a norma anterior ficou defasada frente à nova realidade tecnológica”.

    Ela lembra que ainda durante a pandemia houve uma autorização também por parte da Anvisa para que os testes rápidos relacionados a Covid-19 fossem realizados em farmácia, sem a vinculação com laboratório clínico como exigia a normativa, justificado pelo período pandêmico.

    “A diferença é que agora são apresentados vários requisitos que disciplinam a realização desses exames, como por exemplo, apenas profissionais treinados poderão realizá-los, é preciso utilizar uma ferramenta de controle de qualidade para checar se os kits estão funcionando adequadamente como previsto”.

    Outro ponto relevante, que a farmacêutica destaca, é que estes testes não confirmam o diagnóstico de doenças, ou seja, são apenas testes de triagem podem ser feitos com sangue coletado da ponta do dedo em que um pequeno visor indica o resultado.

    “Esta resolução faz parte de uma sequência de atualizações que já eram previstas e foram adiadas pelo cenário pandêmico que ainda assim, evidenciou a necessidade de ampliar os serviços farmacêuticos voltados ao rastreamento em saúde: testes rápidos. Não há o que retroceder agora é regulamentar, gradativamente, capacitar o farmacêutico e mostrar o potencial para a sociedade”.

    O setor de farmácias aguarda as orientações das Vigilâncias Sanitárias locais sobre os procedimentos para obtenção da licença sanitária. “O farmacêutico como profissional de saúde está habilitado para realizar e interpretar exames laboratoriais não para fins de diagnóstico, mas para acompanhamento da doença e tratamento. O farmacêutico se consolida pelo protagonismo e quem ganha é a sociedade”, comemora.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Melhores do ano: Drogaria de proprietário farmacêutico recebe prêmio em Marechal Deodoro

    No último dia 07 de maio foi a entrega do prêmio Melhores do Ano 2022/2023 de Marechal Deodoro e a Drogaria Alagoana do proprietário farmacêutico Misael Araújo foi eleita, por meio de voto popular, como a melhor drogaria de Marechal Deodoro. A votação aconteceu de forma online no site da premiação.

    Para Misael esse é um reconhecimento do seu trabalho e de toda equipe. “Nós concorremos com todas as drogarias aqui da cidade e fomos os vencedores. Para mim, como proprietário, esse é reconhecimento do nosso serviço que vem sendo prestado com muita dedicação ao longo de mais de 20 anos”, comemorou.

    Ele pontua que diariamente existem diversos profissionais que atuam na farmácia, e todos eles são parte integrante do serviço que é prestado pela drogaria alagoana. “Esse prêmio contempla o esforço de todos, desde atendente até o farmacêutico que estão aqui no dia a dia, desde a abertura até o fechamento”.

    A premiação Melhores do Ano de Marechal Deodoro tem como objetivo valorizar o comércio e os profissionais da região. Todos são escolhidos por meio de voto popular.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmacêuticas promovem ação de Uso Racional em Unidade de Saúde

    Na última sexta-feira, 05 de maio, as farmacêuticas residentes Taciane Paulina e Maíra Lima, a farmacêutica drª Michelle Almeida, juntamente com os acadêmicos do curso de farmácia da Universidade Federal de Alagoas e a profª Sabrina Joany promoveram a campanha do uso racional de medicamentos na Unidade Docente Assistencial (UDA), que é uma unidade de saúde com congestão prefeitura mais a universidade.

    Pacientes que estavam na sala de espera foram orientados sobre a importância do uso racional de medicamentos, os perigos atrelados a automedicação, a não adesão terapêutica, e o uso indiscriminados de antibióticos. “Nós, farmacêuticos, assumimos esse papel de educação em saúde. Essa orientação é fundamental porque o uso racional vai desde a aquisição, continuidade do tratamento e por fim descarte correto”.

    A Unidade Docente Assistencial (UDA) conta com uma urna de descarte para que a comunidade possa trazer os medicamentos vencidos ou sem uso. “O nosso objetivo é que estes medicamentos sejam descartados corretamente a fim de evitar maiores danos à comunidade, por meio de contaminação do solo, da água e de outras pessoas possivelmente expostas nos aterros sanitários”. De acordo com ela, a sala de espera contou com palestras e distribuição de materiais informativos que abordaram a temática de suma importância para todo o território.

    A farmacêutica Michelle Almeida revela que a unidade de saúde tem uma grande circulação de usuários e que é cada vez maior a busca dos diversos serviços ofertados, por isso, ela percebeu a necessidade orientar esses usuários quanto ao uso de medicamentos. “Vimos uma oportunidade pelo dia nacional do uso racional de medicamentos, quando abordamos a importância do descarte correto de medicamentos vencidos e uso racional de antimicrobianos, numa palestra elaborada em parceria pela UDA UFAL, a residência multiprofissional do Hospital Universitário e o curso de Farmácia da UFAL. Também recebemos importante apoio do CRF/AL no fornecimento de panfletos sobre o tema, que foram entregues aos usuários e foi muito especial pra nós farmacêuticos”.

    A ação faz parte da campanha Farmacêutico que cuida, cujo objetivo é ofertar serviços de saúde em todo Estado de Alagoas, por meio de um profissional farmacêutico, nos estabelecimentos de saúde que desejarem participar.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • URM: Ação de Saúde atende 120 pessoas na orla da Ponta Verde

    No dia 07 de maio, farmacêuticos e estudantes de farmácia estiveram na Orla da Ponta Verde, em Maceió, realizando atendimentos de aferição arterial, glicemia capilar, cálculo do IMC (Índice de Massa Corporal) e orientação farmacêutica. Foram atendidas 120 pessoas, deste total 30 delas são hipertensas, sete diabéticas, duas hipertensa e diabética e uma pré-diabética. Ao todo foram feitos 20 encaminhamentos farmacêuticos.

    A ação faz parte das comemorações do dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos (URM) e da campanha farmacêutico que cuida, cujo objetivo é ofertar serviços de saúde em todo Estado de Alagoas, por meio de um profissional farmacêutico, nos estabelecimentos de saúde que desejarem participar.

    “A nossa ideia é realizar um rastreamento da hipertensão arterial e diabetes, presente em grande parte da população. Estes atendimentos permitem que as pessoas possam identificar a doença e buscar o tratamento adequado”, disse Daniel Fortes, presidente do CRF/AL.

    Seu José de Melo disse que viu na TV que ia ter o atendimento de saúde e chegou cedo pra ser um dos primeiros. “O atendimento foi maravilhoso, é importante a gente cuidar da saúde. Aproveitei e tirei uma dúvida sobre um medicamento que estava tomando para esquecimento, e onde eu conseguir tirar essa dúvida no fim de semana? Em canto nenhum”, disse.

    Rogério Muller, que é gaúcho e mora há quatro anos em Maceió, estava passeando na orla quando se deparou com o estande do Conselho de Farmácia e aproveitou para ser atendido. “Eu estava caminhando e aproveitei para verificar a pressão e ver a glicemia. Este tipo de atendimento é muito bom porque faz a prevenção, e é natural que a gente acabe não fazendo este tipo de acompanhamento”, pontuou.

    A estudante de farmácia, Mariana Bezerra, participou pela primeira vez de uma ação saúde. “Eu pude colocar em prática o que estou aprendendo na faculdade. Como estudante, foi muito bom trocar experiência com os profissionais que estavam presentes, valeu muito pena e o melhor de tudo é que a gente mostra a população a importância do profissional farmacêutico. Já estou na expectativa para participar da próxima”.

    O farmacêutico Deyvison Santos, que veio de Arapiraca, para participar da ação revelou que ouviu de alguns dos atendidos que os farmacêuticos estão de parabéns pela iniciativa. “Muitos deles já me perguntaram quando seria a próxima ação. Neste contato com o público a gente fortalece a nossa profissão, e aproveita para informar que esse tipo de atendimento pode ser encontrados nas farmácias, basta que eles procurem pelo profissional ao chegar no estabelecimento”.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmacêutica Jessyka Galvão fala dos principais erros da medicação

    Os erros com diagnósticos e tratamentos são as principais causas de morte e incapacidade em todo o mundo. De acordo com um levantamento realizado pela Organização Mundial de Saúde cerca de 10% dos pacientes internados sofrem algum tipo de evento adverso, sendo que, destes, 50% são evitáveis.

    No mês do Uso Racional de Medicamentos o CRF/AL conversou com a farmacêutica  Drª Jessyka Galvão para explicar os principais erros da medicação. Dados estimados pela OMS apontam que um em cada dez pacientes possa ser vítima de erros ou eventos adversos durante a assistência à sua saúde.

    Drª Jessyka explica que a reação adversa pode ser inevitável, enquanto o erro de medicação corresponde a qualquer evento evitável que pode levar ao uso inadequado de medicamento. “Isso pode acontecer independente se o medicamento se encontra sob o controle de profissionais de saúde ou do próprio paciente. Os problemas relacionados a este uso, tem trazido prejuízos consideráveis, sendo considerado um problema de saúde pública mundial”, afirmou.

    De acordo com a farmacêutica os erros acontecem desde a prescrição até a monitorização. Nos erros de prescrição, por exemplo, o que pode acontecer é que o medicamento tem interações entre os medicamentos prescritos ou com algum outro que o paciente já faz o uso, a dose ou a via de administração prescrita é incorreta ou ainda prescrições com letras ilegíveis ou incompletas.

    Outro erro bastante observado está relacionado com a dispensação, que pode acontecer por conta do nome ou pronúncia similar ao medicamento prescrito, ou ainda por conta do medicamento dispensado com a concentração ou a forma farmacêutica diferente da prescrita. “Todos esses fatores aumentam o risco de lesão no paciente ou reduzem a chance do tratamento ser efetivo. Alguns podem não ter consequências mais sérias, outros podem gerar graves complicações”, pontua.

    O armazenamento inadequado dos medicamentos também contribui com os erros. Segundo a farmacêutica, uma forma bastante usual de armazenamento inadequado por parte dos pacientes é manter o armário de medicamentos no banheiro, onde estes estão sujeitos ao calor e à umidade. “Todos esses fatores podem comprometer a estabilidade e reduzir a potência do medicamento antes da data de validade estabelecida pelo fabricante”, alertou.

    Para que erros como estes sejam evitados, a orientação é educar os profissionais da saúde sobre as causas comuns dos erros de medicação, estimular a revisão das prescrições pelos farmacêuticos e incentivar a prática da conciliação medicamentosa, usar sistemas informatizados para prescrição, orientar os pacientes quanto ao uso e armazenamento correto dos medicamentos e outros.

    “É de fundamental importância que o paciente conheça o medicamento que irá tomar, evitando que haja confusão do uso ou da dose que irá ser administrada. É importante também que o paciente saiba o motivo do uso daquele medicamento, para que ele faça a adesão ao tratamento e nós, farmacêuticos desempenhamos um papel fundamental na orientação medicamentosa para o paciente”, garantiu.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • GT de Farmácia Estética do CRF/AL promoveu curso de atualização na área

    O Grupo de Trabalho de Estética do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promoveu no dia 29 de abril, o curso de atualização em estética. Juliana Braga, membro do GT, explica que o objetivo do evento foi apresentar aos profissionais e estudantes uma área de atuação que vem crescendo na categoria farmacêutica, que é a estética.

    “Nós somos o terceiro maior mercado de estética do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos e China, e como farmacêuticos nós conseguimos alinhar o conhecimento do princípio ativo dos medicamentos e as possíveis interações que podem causar no paciente, sendo assim, o profissional mais preparado para associar tratamentos e compor protocolos envolvendo cosméticos eficientes e condizentes com as necessidades dos paciente”, disse.

    Juliana reforça que existe uma resolução do Conselho Federal de Farmácia que regulamenta a atuação do farmacêutico esteta e que recentemente o CFF lançou um guia que traz todas as condições necessárias para que o profissional possa atuar neste segmento. “Esse guia é auto explicativo, nele, o farmacêutico encontra o que as exigências para ser farmacêutico esteta, bem como as dúvidas, que surgem sobre este novo mercado de trabalho na profissão”, pontuou.

    O curso

    Os participantes aprenderam um pouco sobre a harmonização dos glúteos, que é um tratamento estético desenvolvido por uma farmacêutica e sobre a prescrição durante os tratamentos estéticos. “Houve uma troca grande conhecimentos e foi muito ver que temos futuros profissionais interessados neste mercado que só cresce”, comemorou Juliana.

    O estudante de farmácia, Caio Azevedo, admitiu que a estética não era uma área que chamava muita atenção, mas que o curso, permitiu que ele conhecesse esse novo segmento dentro farmácia. “Eu me surpreendi, abri bastante a minha mente e vi que a farmácia clínica, que é uma área que gosto, está muito ligada a estética. As palestras foram maravilhosas, foi um sábado de muito conhecimento”.

    Isabele Aquino, estudante do 9º período de farmácia, pontuou que a estética é uma área em crescimento na farmácia e isso chamou a sua atenção para o tema. “Eu acho muito interessante e como já estou perto de me formar participar deste curso permitiu conhecer a atuação do farmacêutico esteta, foi muito bom”.

    Fonte: Ascom CRF/AL