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  • Rastreamento feito pelo CFF constata: um em cada 5 brasileiros pode ter diabetes

    O Conselho Federal de Farmácia (CFF) divulgou nesta quarta-feira, dia 24 de abril, durante a sua 481ª Reunião Plenária, em Brasília, os resultados do Rastreamento de Casos Suspeitos de Diabetes Mellitus: Novembro Diabetes Azul 2018. Realizado no final entre 14 de novembro e 12 de dezembro do ano passado pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), com o apoio da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), o estudo foi apresentado pela assessora da Presidência, Josélia Frade, e demonstrou uma prevalência de 18,4% de glicemia elevada na população pesquisada, composta por 17.580 pessoas de todas as regiões do país. Isso significa que um em cada 5 brasileiros sem diagnóstico prévio pode ter diabetes mellitus. O estudo é um dos maiores sobre o tema já realizados no país.

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    Além de realizarem o teste de glicemia capilar, todos os participantes tiveram a circunferência abdominal, peso e altura medidos, além de serem submetidos à avaliação de risco de desenvolvimento do diabetes por meio do Finnish Diabetes Risk Score – FINDRISC. Os resultados do teste apontaram que 22,6% dos brasileiros sem diagnóstico prévio de diabetes mellitus apresenta risco alto (um brasileiro em cada três) ou muito alto (um brasileiro em cada dois) de desenvolver a doença nos próximos dez anos. Os fatores de risco mais presentes foram o sedentarismo (68%), a não ingestão de verduras e frutas todos os dias (43%) e o histórico familiar (37%).

    Participaram do Estudo, cerca de mil farmacêuticos de farmácias públicas e privadas, em 345 municípios. A maioria dos pacientes foi atendida em farmácias privadas (77,84%). Prevaleceram na amostra o público feminino (60%) e pessoas com menos de 45 anos (48%). A maior parcela da população pesquisada possuía 11 anos ou mais de estudo. Apenas 4,6% dos participantes não eram alfabetizadas.

    O presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, agradeceu os voluntários que participaram da campanha e destacou a importância dos resultados para a saúde pública. “Com base nas estatísticas apuradas, temos subsídios para ações efetivas voltadas à prevenção e ao controle do diabetes mellitus no país. Nossos próximos passos serão apresentar esses dados aos diferentes gestores de saúde no país, para que essas informações levantadas se revertam em medidas que possam de fato beneficiar a população”, destacou.

    A presidente da SBD, Hermelinda Pedrosa, acompanhou a apresentação dos dados e agradeceu a parceria feita com a entidade. Ela destacou o fato de que as estatísticas apuradas refletem a desigualdade social no país. “A gente precisa investir principalmente nas regiões mais pobres do País. O Brasil é um país rico, mas desigual, inclusive a gente vê que, metabolicamente, isso também ocorre. Os dados mostram claramente um pior controle no Norte e no Nordeste. A gente precisa educar, apoiar e transformar a vida dessas pessoas como profissionais de saúde.”

    Sobre o porcentual de 24,6% de exames alterados na Região Centro-Oeste, ela destacou que o índice certamente tem um vínculo com os dados de alta prevalência de sobrepeso e obesidade detectados na região por meio do Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde. “A partir desses dados, precisamos reinventar formas de abordagem e de ação, precisamos educar e apoiar as pessoas para que possamos transformar essa realidade.”

    Uma das pesquisadoras responsáveis pelo estudo, Josélia Frade destacou a singularidade do projeto, que permitiu também a integração e aproximação do CFF com a SBD. “O que a gente espera é que esses resultados não parem apenas no diagnóstico. Que os gestores de saúde desse país olhem com muito carinho para esses dados e, quem sabe, consigamos elaborar planos de ação para poder minimizar o risco nessa população.”

    Apresentado nesta quarta-feira, dia 24 de abril, a reunião plenária do CFF em Brasília, o estudo é um dos maiores sobre o tema já realizados no país.

    Os principais resultados da campanha foram apresentados, também , em matéria do Bom Dia Brasil, hoje 29.04 – Acesse – www.globoplay.globo.com/v/7575556/.

    Fonte: Comunicação CFF

  • Quase metade dos brasileiros que usaram medicamentos nos últimos seis meses se automedicou até uma vez por mês

    Uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), por meio do Instituto Datafolha, constatou que a automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros que fizeram uso de medicamentos nos últimos seis meses. Quase metade (47%) se automedica pelo menos uma vez por mês, e um quarto (25%) o faz todo dia ou pelo menos uma vez por semana. Inédita na história dos conselhos de Farmácia, a pesquisa investigou o comportamento dos brasileiros em relação à compra e ao uso de medicamentos, e servirá para subsidiar uma campanha nacional de conscientização, em comemoração ao dia 5 de maio, o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos.

    LEIA O RELATÓRIO COMPLETO AQUI.

    O estudo detectou ainda uma modalidade diferente de automedicação, a partir de medicamentos prescritos. Nesse caso, a pessoa passou pelo profissional da saúde, tem um diagnóstico, recebeu uma receita, mas não usa o medicamento conforme orientado, alterando a dose receitada. Esse comportamento foi relatado pela maioria dos entrevistados (57%), especialmente homens (60%) e jovens de 16 a 24 anos (69%). A principal alteração na posologia foi a redução da dose de pelo menos um dos medicamentos prescritos (37%). O principal motivo alegado foi a sensação de que “o medicamento fez mal” ou “a doença já estava controlada”. Para 17%, o motivo que justificou a atitude foi o custo do medicamento – “ele é muito caro”.

    Também foi observado que 22% dos entrevistados que utilizaram medicamentos nos últimos seis meses tiveram dúvidas, mesmo em relação aos medicamentos prescritos, principalmente no que diz respeito à dose (volume e tempo) e a alguma contraindicação contida na bula. O mais grave é que cerca de um terço dos entrevistados não procurou esclarecer as dúvidas e, desses a maioria parou de usar o medicamento. Depois do médico, a internet e a bula são as principais fontes de informação para sanar dúvidas relacionadas ao uso de medicamentos. Os farmacêuticos (que prescreveram ou dispensaram o medicamento) foram a quarta fonte mais consultada, tendo sido citados por 6% dos entrevistados.

    Ainda em relação ao uso de medicamentos sem prescrição, a frequência da automedicação é maior entre o público feminino. Mais da metade das entrevistadas (53%) informou utilizar medicamento por conta própria, pelo menos uma vez ao mês. Os mais conscientes em relação à importância de se orientar com um profissional da saúde antes de usar qualquer medicamento são os moradores da Região Sul, onde 29% dos entrevistados declaram não utilizar medicamentos por conta própria, sem prescrição. A maioria das pessoas entrevistadas afirmou que se automedica quando já usou o mesmo medicamento antes (61%). A facilidade de acesso ao medicamento foi outro fator determinante, principalmente entre o público jovem, de 16 a 24 anos (70%).

    Familiares, amigos e vizinhos foram citados como os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição, nos últimos seis meses (25%), embora, 21% dos entrevistados tenham citado as farmácias como a segunda fonte de informação e indicação. “Vamos trabalhar para que a população entenda que ela tem ao seu alcance, nas farmácias, um profissional da saúde especialista em medicamentos, que é o farmacêutico. Muita gente não sabe, mas o farmacêutico pode inclusive prescrever os medicamentos isentos de prescrição (MIPs). É sempre mais seguro contar com o auxílio desses profissionais do que utilizar medicamentos por conta própria”, comenta o presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter da Silva Jorge João.

    Medicamentos mais usados – Por meio da pesquisa foram identificados, também, os medicamentos mais utilizados pelos brasileiros nos últimos seis meses. É surpreendente o alto índice de utilização de antibióticos (42%), somente superado pelo porcentual declarado para analgésicos e antitérmicos (50%). Em terceiro lugar ficaram os relaxantes musculares (24%). O uso de antibióticos foi maior nas regiões Centro-Oeste e Norte (50%). Os medicamentos utilizados nos últimos seis meses com prescrição, em sua maioria, foram indicados pelos médicos (69%), mas a prescrição farmacêutica, regulada pelo Conselho Federal da Farmácia (CFF) em 2013, pela Resolução/CFF n° 586/2013, foi citada por 5% dos entrevistados.

    Aquisição dos medicamentos – A maioria dos brasileiros (88%) compra os medicamentos que utiliza, sendo que 30% consegue esses produtos na rede pública/SUS. Outras maneiras citadas foram o uso de amostras grátis ou doações. A obtenção de medicamentos na rede pública/SUS é maior entre pessoas com mais de 60 anos (50%) e entre moradores da Região Sul (41%). Com exceção dos medicamentos para diabetes (insulina, hipoglicemiantes orais), é mais comum a compra dos demais.

    Descarte – A pesquisa apurou também qual é a forma mais usual de descarte dos medicamentos que sobram ou vencem, e 76% dos entrevistados indicaram maneiras incorretas para a destinação final desses resíduos. Pelos resultados da pesquisa, a maioria da população descarta sobras de medicamentos ou medicamentos vencidos no lixo comum. Quase 10% afirmaram que jogam os restos no esgoto doméstico (pias, vasos sanitários e tanque.

    Metodologia – A pesquisa quantitativa foi realizada com a população brasileira a partir de 16 anos de idade e que utilizou medicamentos nos últimos seis meses. A coleta de dados foi feita pelo Datafolha, entre os dias 13 e 20 de março de 2019. Com uma amostra de 2.074 pessoas, o estudo teve abrangência nacional, incluindo capitais/regiões metropolitanas e cidades do Interior, de diferentes portes, em todas as regiões do Brasil. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.

    Campanha – Com o tema saúde não é jogo, a campanha nacional de conscientização pelo uso racional de medicamentos está sendo realizada pelo Conselho Federal de Farmácia e os 27 conselhos regionais vinculados ao Sistema CFF/CRFs, em alusão ao Dia Nacional pelo Uso Racional de Medicamentos, comemorado no dia 5 de maio. Com uma linguagem acessível, a campanha chama a atenção da população para que não se arrisque jogando o jogo da automedicação. A orientação é que ao usar qualquer medicamento, a pessoa consulte sempre um farmacêutico. A veiculação das peças será principalmente por meio da internet/mídias digitais.

    Alagoas – O Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos acontece a partir do próximo sábado (04), com a realização de uma ação social no Vale do Reginaldo, no bairro do Poço, em Maceió. No dia 11 de maio será a vez do município de Arapiraca receber a campanha, a ser executada na Praça Luiz Pereira Lima. A população alagoana terá acesso aos serviços de aferição de pressão, medição de glicemia capilar, medição do índice de massa corporal e consulta farmacêutica. Os atendimentos ocorrerão das 8h às 12h.

    Fonte: Comunicação CFF

  • #UsoRacionaldeMedicamentos

    Pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) e Instituto Datafolha revela que, quando o assunto é medicamento, a maioria da população costuma arriscar e usar sem orientação. A automedicação é hábito comum a quase 80% da população que usou medicamentos nos últimos seis meses.

    Não arrisque! Antes de usar qualquer medicamento, consulte sempre um farmacêutico.

    Quer saber mais sobre a pesquisa CFF/Datafolha e sobre a campanha nacional de conscientização “Saúde não é jogo”, iniciativa dos conselhos de Farmácia em comemoração ao dia 5 de maio, o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos, acesse o link – https://bit.ly/2GMR7GG

  • Brasília sedia o I Congresso de Ciências Farmacêuticas do Centro-Oeste

    O I Congresso de Ciências Farmacêuticas do Centro-Oeste será em Brasília nos dias 25, 26 e 27 de abril de 2019. Com o tema: “A Integralidade do Cuidado Farmacêutico”, o evento é resultado de uma parceria entre os conselhos regionais de Farmácia do Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. As atividades serão no hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, no Setor de Clubes Norte.

     A programação do Congresso está repleta de conteúdos técnico-científicos e foi pensada e organizada para oferecer capacitação em áreas vitais à profissão como Farmácia Clínica, Hospitalar, Análises Clínicas, Farmácia Magistral, Farmácia Estética e Cosmética, Nutracêuticos, entre outras. Para tanto, integrou o I Congresso de Análises Clínicas e Citologia Clínica do Planalto Central, o I Simpósio de Farmacêuticos Estetas do Centro-Oeste, o II Encontro Distrital de Professores e Profissionais de Farmácia Clínica, a I Jornada de Práticas Integrativas e Complementares do Centro-Oeste, o I Encontro Distrital de Residentes em Farmácia e a II Jornada Farmacêutica de Cuidado ao Idoso.

    Mais de 1.200 participantes, entre farmacêuticos, estudantes de Farmácia e demais profissionais da saúde estão inscritos para participar do evento, que oferecerá quase 30 horas de conteúdos.

    A presidente do Conselho Regional de Farmácia do Distrito Federal (CRF/DF), Gilcilene El Chaer, acredita que Brasília merecia um grande evento científico para congregar os farmacêuticos e demais profissionais da área da saúde. “O ano de 2019 foi escolhido porque o CRF/DF comemora 50 anos de existência. Atualmente, são mais de 8.000 profissionais inscritos na autarquia, e a população brasileira, em especial a do DF, reconhece a importância desse profissional como um dos principais agentes de saúde no cuidado à saúde”.

    Para debater esses temas tão relevantes à categoria, foram convidados 80 profissionais notórios e renomados do âmbito farmacêutico nacional, que vão ministrar e gerir atividades como mesas redondas, palestras, minicursos e workshops.

    Confira a programação do I Congresso de Ciências Farmacêuticas do Centro-Oeste.

    Fonte: Comunicação CFF

  • Justiça garante atuação do farmacêutico na citologia

     O Conselho Federal de Medicina (CFM) deve se abster de impor restrição à atuação do farmacêutico na citologia clínica. Essa é a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em processo com trânsito em julgado em 10/04/2019 (ou seja, não cabe mais recurso).

    Na decisão, o TRF1 manteve o entendimento de inconstitucionalidade dos artigos 7º, 8º e 9º, da Resolução CFM nº 1823/2007, que tratavam do assunto, e reiterou a determinação que aquele conselho se abstenha de proibir a aceitação de laudos realizados por farmacêutico, bem como de não reconhecer e/ou não aceitar exames de análises clínicas assinados e/ou sob responsabilidade de farmacêutico. Outra determinação é a de que o CFM não pode divulgar quaisquer dessas restrições, conforme julgamento originário de 2010 (confira a íntegra das decisões – sentença | acórdão).

    O presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, reforça a importância de mais uma vitória para a categoria farmacêutica no âmbito da citologia clínica, ressaltando que não limitará esforços em garantir o exercício profissional farmacêutico conforme a sua formação acadêmica e previsão legal.

    Para ler a íntegra das decisões, acesse:

    SENTENÇA 

    ACÓRDÃO

  • Brasil adota “imunização e vacinação” como tema do Dia Mundial da Saúde

    No dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, o Brasil faz um alerta sobre a importância da vacinação e imunização para evitar a volta de doenças já erradicadas no mundo. O tema escolhido pelo país neste ano, se deve ao registro de baixas coberturas vacinais que permitiram o reaparecimento de doenças que já estavam eliminadas no país, como o sarampo.

    O atual governo iniciou a gestão com taxas de imunização baixas, incluindo contra o sarampo. A vacinação contra o sarampo, por exemplo, atingiu um pico em 2003, mas, no geral, vêm caindo ano a ano, até chegarem próximo a 80% no ano passado, patamar longe da meta de, no mínimo, 95%. Por isso, pela primeira vez, o Governo Federal estabeleceu a vigilância e vacinação como meta prioritária de governo.

    A população pode se vacinar gratuitamente nas mais de 36 mil salas de vacinação localizadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de todo o país. Para isso, basta comparecer a um posto de saúde com o cartão de vacinação em mãos. Caso você tenha perdido o cartão de vacinação, o Ministério da Saúde orienta procurar o posto de saúde mais próximo onde recebeu as vacinas e resgatar o histórico, assim como, refazer uma nova caderneta. É importante lembrar que a falta da Caderneta de Vacinação não é um impeditivo para vacinar.

    Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente 19 vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação, protegendo contra 18 doenças imunopreveníveis cuja proteção inicia ainda nos recém-nascidos, podendo se estender por toda a vida.  São vacinas que contemplam crianças, adolescentes, idosos, gestantes e povos indígenas. Por ano, o Ministério da Saúde aplica mais de 300 milhões de doses de vacinas na população brasileira.

    É importante ressaltar que todas as vacinas distribuídas pelo SUS são seguras. Elas passam desde o processo de produção por avaliação de qualidade e segurança. Além disso, por validação e aprovação de instituto reguladores e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    https://www.youtube.com/watch?time_continue=26&v=oY-gjqYMZ7I

    MONITORAMENTO DA VACINAÇÃO

    Ainda no intuito de fortalecer a vacinação no país e no mundo, o Ministério da Saúde tem trabalhado na melhoria dos sistemas de informação e monitoramento para medidas de prevenção e controle; a ampliação das estratégias a adesão da população à imunização; a instituição de uma “força tarefa” para apoiar os estados e municípios na investigação e manejo de casos de doenças imunopreveníveis, entre outras ações.

    SAÚDE UNIVERSAL 

     O tema escolhido pela Organização Pan-Americana da Saúde/ Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), para a campanha do dia Mundial da Saúde de 2019 foi “Saúde para todas e todos. Em todos os lugares”.

    Os organismos internacionais chamam a atenção para a importância da saúde universal – que significa garantir que todas as pessoas e comunidades tenham acesso aos serviços de saúde sem qualquer forma de preconceito e sem sofrerem dificuldades financeiras.

    Semana “Saúde na Escola” aborda importância da vacinação

    Ações envolverão estudantes, professores e funcionários para alertar sobre a necessidade de manter a caderneta de vacinação atualizada

    Entre os dias 8 e 12 de abril, os estudantes de mais de 91 mil escolas espalhadas em todo o país realizarão atividades relacionadas à importância da imunização e do autocuidado. O assunto é o tema da Semana Saúde na Escola 2019, realizada anualmente pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Educação. O tema está alinhado com a prioridade do Governo Federal de fortalecer a vigilância para aumentar a cobertura vacinal no país.

    “A imunização é um direito das crianças e adolescentes e o Programa Saúde na Escola estimula que as equipes das unidades de saúde e das escolas realizem atividades para promover que os escolares tenham esse direito garantido”, enfatizou Michele Lessa, Coordenadora-Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.

    Na semana, as equipes de saúde e educação trabalharão juntas para informar e desenvolver ações de prevenção à saúde envolvendo os estudantes, professores, pais e funcionários. Além de apresentar o que são as vacinas, para que servem e a importância delas para a saúde, as atividades sensibilizam a comunidade sobre a importância de manter a caderneta de vacinação atualizada. Também será trabalhada a importância da vigilância em saúde por todo o ano. “A conscientização é essencial, já que doenças como rubéola, caxumba e sarampo, por exemplo, causam impacto, não só na saúde, mas também na frequência escolar”, completou Michele Lessa.

    Criado em 2007, o Programa Saúde na Escola é uma iniciativa dos Ministérios da Saúde e da Educação (MEC). Desde 2012, quando foi instituída, a semana já abordou alimentação saudável, combate ao Aedes aegypti, práticas corporais e saúde ocular. O investimento anual do Governo Federal no último ciclo do PSE foi de R$ 89 milhões. Mais de 95% dos municípios brasileiros aderiram ao Programa. As ações envolvem um universo de 22 milhões de estudantes de 91.659 escolas e todas as equipes da atenção básica do SUS.

    IMUNIZAÇÃO E VACINAÇÃO

    O atual governo iniciou a gestão com taxas de imunização muito baixas, que no geral vêm caindo ano a ano, até chegarem a perto de 80% no ano passado, patamar longe da meta de, no mínimo, 95% na maioria das vacinas. Por isso, pela primeira vez, o Governo Federal estabeleceu a vigilância e vacinação como meta prioritária de governo.

    Fonte: Agência Saúde

  • Ministério da Saúde abre cursos para Qualificação da Assistência Farmacêutica no SUS

    O Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (DAF/SCTIE/MS), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz/Brasília, abrem inscrições para o curso Políticas de Saúde e Assistência Farmacêutica no SUS, o qual tem como objetivo apresentar os princípios e as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), bem como as políticas relacionadas à assistência farmacêutica (AF).

    Ofertado na modalidade ensino à distância (EAD) e direcionado aos profissionais que atuam na AF e no serviço público de saúde, o curso tem carga horária de 40h e está organizado em quatro aulas: i) breve histórico da saúde no Brasil; ii) SUS em construção; iii) estruturação e organização da AF no SUS e iv) planejamento, financiamento e monitoramento da gestão da AF.

    Espera-se que ao final do curso os participantes saibam aplicar os princípios e as diretrizes gerais dos SUS na gestão da AF, reconheçam a importância do planejamento estratégico como ferramenta de gestão, utilizem ferramentas de informação na tomada de decisão e promovam o acesso e o uso racional de medicamentos.

    As inscrições abrem hoje, 09 de abril (terça-feira), encerram 30 de junho (domingo) e podem ser feitas pelo link: https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/politicas-de-saude-e-assistencia-farmaceutica-no-sus/. O curso poderá ser concluído até 31 de julho (quarta-feira) de 2019.

    Este é o primeiro curso desta linha de aprendizagem para qualificação da assistência farmacêutica no SUS. Outros dois cursos estão em desenvolvimento, a saber: Ciência de dados para a integração e qualificação da assistência farmacêutica no SUS; e Planejamento em saúde e gestão da Assistência Farmacêutica. A ação educacional faz parte do eixo educação do Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica – Qualifar-SUS, do Ministério da Saúde.

    Fonte: Ministério da Saúde

  • Justiça reconhece o farmacêutico nas distribuidoras de medicamentos

    As distribuidoras de medicamentos devem manter a presença e assistência de técnico responsável farmacêutico inscrito no Conselho Regional de Farmácia de sua jurisdição durante todo o período de funcionamento do estabelecimento (art. 15 da Lei nº 5.991/73 e MP n. 2.190).
    Foi o que decidiu o desembargador Federal José Amílcar Machado, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região – TRF1 ao julgar agravo de instrumento interposto pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) contra decisão anterior favorável à Associacão Brasileira de Distribuicão e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan).
    “O CFF se mantém firme na defesa do âmbito de atuação do farmacêutico e da saúde da população. Não podemos e nem devemos permitir que medicamentos sejam armazenados e transportados sem a supervisão permanente do farmacêutico”, disse o presidente do CFF, Walter Jorge João.
    Confira AQUI a íntegra da decisão.
    Fonte: Conselho Federal de Farmácia
  • Farmacêuticos recebem certificados do curso Cuidado Farmacêutico no SUS

    O coordenador nacional do curso Cuidado Farmacêutico no Sistema Único de Saúde, Valmir de Santi, esteve na sede do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL), na última quinta-feira (04), para a solenidade de entrega dos certificados dos profissionais farmacêuticos formados no curso. O evento contou com a presença da presidente do CRF-AL, Mônica Meira, do Conselheiro Federal por Alagoas, Gildo da Silva, representando o secretário municipal de Saúde, o farmacêutico Venício Teixeira, da coordenadora do curso em Alagoas, Cláudia Aires e da  professora universitária e membro  da comissão de ensino do CRF, Eliane Campesatto.

    Ascom CRF-AL