Category: Notícias

  • CRF/AL doa 50 cremes dentais e 50 sabonetes para Lar de Idosos

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas entregou na manhã desta terça-feira, 14, 50 cremes dentais e 50 sabonetes a Residência São Luiz que cuida de idosos. A arrecadação é fruto dos cursos realizados pela educação continuada do CRF/AL.

    Mônica Meira, presidente do Conselho, explica que as doações não são obrigatórias, que essa é apenas uma forma de ajudar ao próximo. “Os cursos são gratuitos, e os pedidos foram uma forma que encontramos de ajudar aqueles que precisam e ficamos felizes quando recebemos as doações porque existem muitas instituições carentes e ajudar a quem precisa também faz parte da profissão farmacêutica”, destacou.

    O abrigo atende aproximadamente 12 idosos, todos do sexo masculino.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Nota de Pesar

    A diretoria do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas vem a público expressar sua dor e sentimentos pelo falecimento da farmacêutica Maria Ednelza Miranda Tavares, na sexta-feira, dia 10 de agosto. Ao tempo em que se solidariza com a família e amigos da mesma, desejando força e o conforto de Deus para essa inestimável perda.

    CRF-AL

  • Amamentação: uso de medicamento deve ser orientado por farmacêutico

    Na semana em que se comemora o dia mundial da amamentação, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas faz um alerta as mamães que estão amamentado quanto ao risco do uso de medicamentos durante esse período.

    A farmacêutica, Eliane Campesatto, explica que o uso de medicamentos durante a amamentação deve ser feito com muito cuidado e orientação porque a quantidade de um medicamento excretado no leite materno não pode ultrapassar a 2% da dose administrada à mãe. 

    “O farmacêutico precisa estreitar os laços com a mãe, criando uma relação de confiança e corresponsabilidade, estimulando o autocuidado e a percepção de problemas. Alguns medicamentos requerem muito cuidado por conta de suas reações adversas, como por exemplo, os utilizados na quimioterapia do câncer, o álcool, as anfetaminas, a sibutramina, os hipnóticos e sedativos, os anabolizantes, as substâncias radioativas, os analgésicos opióides, entre outros”, comentou.

    A orientação da farmacêutica é embora alguns estudos indiquem que quantidades moderadas de muitos medicamentos não apresentem riscos para a criança, é fundamental a orientação médica ou farmacêutica antes que qualquer substância seja ingerida por mulheres que estejam amamentando, para evitar riscos à saúde do bebê.

    Ela pontua que se ocorrer a necessidade de usar um medicamento contraindicado na amamentação, a interrupção temporária da amamentação pode ser uma alternativa, no entanto a mãe pode ir retirando o leite, com algumas semanas de antecedência, e estocar em congelador para alimentar o bebê no período de uso do medicamento.

    “Caso isso não seja possível, é fundamental que a mãe procure o ajuda do pediatra, que orientará sobre os alimentos que o bebê pode receber”, alertou.

    De acordo com a farmacêutica, a prescrição de medicamentos para mães que estão amamentando baseia-se no conceito de risco e benefício. “Deve-se fazer opção, sempre que possível, por uma droga já́ estudada, que seja pouco excretada no leite materno e que não tenha risco aparente para a saúde da criança”, pontuou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Implantação de serviço de vacinação é tema de curso no CRF/AL

    No sábado, 04 de agosto, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, por meio do programa de Educação continuada, já trouxe para Alagoas as primeiras orientações para a implantação de vacinas nas farmácias. O curso foi ministrado pela farmacêutica Beatriz Lott que apresentou aos farmacêuticos alagoanos os benefícios da farmácia e do profissional oferecerem o serviço de vacinação.

    “Os benefícios são enormes, sobretudo, porque haverá o acesso da população para esse serviço aumentando a cobertura vacinal, que é um problema atual no nosso país”, comentou a professora.

    De acordo com a mesma, os adultos brasileiros não tem o hábito de se vacinar e os dados mais recentes mostram que o país não está atingindo a cobertura vacinal que precisa e isso inclui as crianças.Ao longo do dia, os farmacêuticos e estudantes aprenderam como a farmácia deve se estruturar para ofertar esse tipo de serviço e o farmacêutico deve atuar neste novo mercado que se abre.

    A Presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Mônica Meira, revelou que esse curso não torna o aluno habilitado pra fazer isso. “Ele tem que passar por um curso de formação complementar de no mínimo 40 horas e este, o CRF AL trará posteriormente. Mas, a realização do curso foi importante para que eles pudessem ter uma noção do que é o serviço de vacinação e como ele deve se preparar pra ofertar o serviço”, falou.

    Para a professora Beatriz essa parceria com CRF/AL é importante porque atende as demandas da própria categoria e apresenta aos profissionais a realidade deste tipo de serviço. “Com esse conhecimento inicial, do muitos podem não querer aderir ao serviço e conhecer o básico é fundamental para a decisão de ofertar a vacina na farmácia”, comentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Presidente do CRF/AL participa da reunião plenária em Brasília

    A presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Mônica Meira, esteve participando da 472ª reunião plenária do Conselho Federal de Farmácia. Na pauta foram discutidos temas importantes como cursos de estética para farmacêuticos, curso de vacinação e fiscalização dos dispensários.

    De acordo com a presidente foi analisado os projeto dos cursos de vacinação do CRF/PR e do CRF/MG servindo como referência para que os Conselhos Regionais montem seus projetos para iniciar os cursos de vacinação em seus Estados. “Aqui em Alagoas demos início a essa capacitação com a realização de um curso promovido pelo nosso programa de educação continuada no último dia 04 de agosto”, afirmou. 

    Ainda na reunião foi aprovada a versão final dos referenciais mínimos para os cursos livres na área de análises clínicas e farmácia estética. O presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter da Silva, alertou durante a reunião que os farmacêuticos precisam ser reinventar na farmácia clínica e no consultório farmacêutico.

    “Essa é uma área em expansão no nosso mercado”, falou Mônica Meira.

    Ela informou que o dr Walter solicitou aos conselhos regionais que continuassem fiscalizando os dispensários porque essa é uma função do profissional farmacêutico e algumas unidades de saúde estão colocando outros profissionais de saúde para fazer essa dispensação.

    “Já existe uma decisão judicial confirmando que o farmacêutico é quem faz essa dispensação. Aqui em Alagoas nossos fiscais já foram orientados a continuar fiscalizando os dispensários”, garantiu.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Campanha de descarte recebe 76kg de medicamentos vencidos em Maceió e Arapiraca

    Mais de 76kg de medicamentos, esse foi o resultado da ação de descarte de medicamentos realizada pelo Conselho Regional de Farmácia de Alagoas no mês de junho. Ao todo foram disponibilizados sete pontos de descartes, sendo cinco em Maceió e dois em Arapiraca. No último final de semana daquele mês um posto especial ficou disponível em um shopping da capital alagoana.

    A presidente do CRF/AL, Mônica Meira, disse que o resultado alcançado com a campanha foi muito positivo e só reforça a necessidade do Estado ter uma legislação que consiga regulamentar esse descarte corretamente. “Retirar mais de 76 kg de medicamentos do meio ambiente é contribuir para a saúde da nossa população e o nosso desejo é que exista um local permanente para que esse descarte continue sendo feito corretamente”, alertou.

    A campanha foi realizada durante o mês de junho em parceria com a Serquip. O objetivo foi orientar a população sobre os riscos do descarte do medicamento no lixo comum, através da distribuição de folders educativos mostrando os riscos dessa prática. Ao longo de quase 15 dias de campanha, estudantes e profissionais de farmácias também estiveram presentes nos postos de coletas com o intuito de fazer esse trabalho educativo.

    “Essa é uma das missões do Conselho. Além de fiscalizar o exercício da profissão, temos como um dos pilares da nossa profissão o trabalho educativo sobre o medicamento, e isso vai desde o uso até mesmo o descarte”, comentou a presidente.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Anvisa aprova genérico para tratamento do câncer de mama

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o primeiro medicamento genérico com a substância everolimo. O remédio é indicado para o tratamento de diversos tipos de câncer, incluindo câncer de mama em estágio avançado, tumores neuroendócrinos e câncer de rim.

    Por meio de nota, a Anvisa reforçou que, por se tratar de um medicamento genérico, o produto deve chegar ao mercado com um preço pelo menos 35% menor que o preço máximo do medicamento de referência.

    Fonte: Agência Brasil

  • Cessação de tabagismo é tema do curso promovido pela educação continuada

    “O tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo mundo”, afirmou a farmacêutica Cinthia Caldas que veio para Alagoas ministrar o curso sobre atuação do farmacêutico na cessação do tabagismo, que acontece no sábado, 21, na sede do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, em Maceió.

    De acordo com ela, o profissional farmacêutico faz o rastreamento para identificar quem são essas pessoas e oferecer a educação em saúde para que eles tomem a decisão de viver livre do cigarro.  “Com a decisão, o farmacêutico atua clinicamente no acompanhamento desse paciente promovendo o aconselhamento comportamental, inclusive com a prescrição de terapia de nicotina durante a avaliação desse paciente”, explicou.

    Cinthia revelou que esse acompanhamento é de caráter ambulatorial sendo feito nas unidades básicas de saúde assim como na farmácia particular, uma vez que ela é um estabelecimento de saúde. “Essa é uma oportunidade de levar saúde para população”, garantiu.

    Segundo, a farmacêutica, capacitar os profissionais de Alagoas em mais uma das atuações dos farmacêuticos é trazer segurança e permitir que ele se empoderem desta atuação clínica. “Desta forma estamos levando mais saúde para população, e cumprindo o dever de proteger a sociedade, que é uma das premissas do Conselho”, garantiu.

    A presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Mônica Meira, revelou que a cada curso realizado pela instituição são apresentadas as diversas áreas de atuação do farmacêutico. “Estamos encorajando o farmacêutico a assumir o seu papel como profissional de saúde no acompanhamento dos pacientes, inclusive na parte clínica”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CFF participa da construção da Política Nacional de Vigilância em Saúde

    A Política Nacional de Vigilância em Saúde foi aprovada pelo plenário do Conselho Nacional de Saúde (CNS), na 307ª Reunião Ordinária, nesta quinta-feira, 12 de julho. “A aprovação de uma política pública inédita para as vigilâncias sanitária, epidemiológica, ambiental e saúde do trabalhador é de extrema importância para a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), trazendo garantia da eficácia e segurança dos produtos e serviços ofertados à população”, explica o farmacêutico Bráulio César de Sousa.

    Conselheiro federal de Farmácia pelo estado do Pernambuco, Bráulio César de Sousa fala com propriedade sobre a nova política. Ele é coordenador do Grupo de Trabalho sobre Vigilância Sanitária do Conselho Federal de Farmácia (GT Visa/CFF), que contribuiu na elaboração do documento, quando membro da Comissão Intersetorial de Vigilância em Saúde do CNS. Também participou da comissão organizadora da I Conferência Nacional de Vigilância em Saúde, realizada entre 27 de fevereiro e 2 de março de 2018, que culminou na aprovação do texto.

    A atual represente do CFF na Comissão Intersetorial de Vigilância em Saúde do CNS, Hortência Müller Tierling, destaca que entre os principais artigos que compõem a política está a garantia do financiamento específico para assegurar os recursos e tecnologias necessárias ao cumprimento do papel institucional das três esferas de gestão. “A política trata, ainda, da inserção das ações de vigilância em saúde em toda rede de atenção como coordenadora do cuidado. Conseguimos contemplar, também, reivindicações históricas da categoria farmacêutica e demais trabalhadores de vigilância em saúde, que são os responsáveis pela execução diária das ações, contribuindo na promoção e proteção da saúde pública”.

    O presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter da Silva Jorge João, reafirma que a aprovação da política é fundamental para a saúde pública. “O CFF, enquanto instância máxima de regulamentação da profissão, não poderia deixar de apoiar e incentivar a participação dos farmacêuticos neste importante espaço de discussão e construção de uma política há muito esperada tanto pelos profissionais quanto pela sociedade.”

    Já para o farmacêutico e presidente do CNS, Ronald Ferreira dos Santos “a política é um instrumento que traz luz para um novo modelo de atenção, sem o foco na doença, mas na prevenção e na promoção da saúde”.

    O Grupo de Trabalho sobre Vigilância Sanitária do Conselho Federal de Farmácia comemora a aprovação dessa política, esperada há mais de 20 anos, e convoca toda a categoria farmacêutica a trabalhar pela consolidação nas três esferas de governo.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • Ciência e Tecnologia aprova letra legível em receitas

    A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática aprovou proposta que obriga os médicos e dentistas a colocarem por extenso em letra manuscrita legível ou texto impresso, nas prescrições, a posologia e a forma de uso dos medicamentos, além de sua Denominação Comum Brasileira (DCB) ou, na sua falta, a Denominação Comum Internacional (DCI).

    O texto foi aprovado na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Vitor Lippi (PSDB-SP), ao Projeto de Lei 7476/06, do Executivo, e cinco apensados. O texto altera a Lei 5.991/73, para conferir validade em todo o País a receitas e notificações de receitas médicas e odontológicas, para fins de comercialização de medicamentos.

    “As receitas, que determinam como as drogas devem ser utilizadas, devem ser de fácil e clara leitura e compreensão para evitar questionamentos ou mesmo erros que podem afetar a integridade física dos pacientes”, disse o relator. “A validade das prescrições para todo o território nacional facilita a vida de quem viaja”, continuou.

    A DCB padroniza a nomenclatura e a tradução de termos relacionados a fármacos (princípio ativo) e excipientes usados em medicamentos. As DCBs são utilizadas em registros de medicamentos, rastreamento de insumos e prescrição médica. A finalidade é garantir ao paciente os dados relativos ao medicamento e as informações sobre como deve proceder, de forma a não haver erros na compra e venda dos remédios.

    Tramitação 
    Como havia sido aprovada pela Comissão de Defesa do Consumidor e rejeitada pela Comissão de Seguridade Social e Família, a proposta perdeu o caráter conclusivo da tramitação. Agora, seguirá para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e, se aprovada, será votada em Plenário.

    Mais informações no site da Câmara dos Deputados

    Fonte: Agência Câmara Notícias
    Autor: Ralph Machado