O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas lamenta imensamente do estudante de farmácia Kaique Barros, na segunda-feira, 11. Desejamos muita força e o conforto de Deus para os familiares e amigos, nesse momento difícil.
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Farmacêuticos recebem carteiras profissionais
O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas entregou na segunda-feira, 11, as carteiras para os novos profissionais que chegam ao mercado. As boas vindas foi dada pela presidente do CRF/AL, Mônica Meira, informando aos farmacêuticos que o Conselho está de portas abertas para atender as demandas de todos os profissionais.
“O nosso site tem informações importantes para todos, mas nós também teremos muita satisfação em recebê- los aqui no Conselho. Voltem mais vezes. O Conselho é o órgão representativo da profissão, então tragam suas demandas e dúvidas, venham conversar conosco”, comentou.A fiscal do CRF/AL, Daiana Melo, apresentou o que é Conselho e sua área de atuação. Segundo ela, é importante que eles saibam diferenciar a função de cada instituição que os representa. “É muito comum pensar que o Conselho é o responsável pelo piso salarial, onde na verdade essa é a função do sindicato. O objetivo desse encontro é deixar claro que estamos fiscalizando o exercício da profissão”, revelou.
Fonte: Ascom CRF/AL
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Audiência Pública sobre EAD na Assembleia conta com a presença de conselheiros do CRF/AL
A presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Mônica Meira e o secretário-geral do CRF/AL, Alexandre Correia, participaram na manhã desta sexta-feira, 08, na Assembleia Legislativa Estadual, da audiência pública promovida pelo deputado estadual Rodrigo Cunha para debater o ensino à distância em Alagoas.
O parlamentar abriu a sessão dando a declaração que é favorável ao ensino à distância e revelou que o foco principal da audiência era discutir a regulação e fiscalização dos cursos EAD em Alagoas. “Quem mais sofre com isto é o consumidor e não podemos deixar que a população fique a mercê dessas situações. Hoje vamos ouvir todos os lados para resolver o problema destas pessoas”, afirmou.

Mônica em sua fala ressaltou que o ensino a distância é benéfico para algumas carreiras profissionais, no entanto, os cursos de saúde não podem ser contemplados com essa modalidade. De acordo com ela há um decreto que regulamenta os cursos da área de saúde à distância e atualmente já existem mais de 600 mil vagas no Brasil e desse total mais de oito mil são para o curso de farmácia aqui em Alagoas.
Para a presidente, o ensino à distância projetado pelo MEC (Ministério da Educação) é muito bom, mas a realidade é completamente diferente porque a fiscalização acontece somente nas sedes e o grande problema são os polos. “Foram verificados polos com endereço de padarias, com endereços residenciais e isso é uma forma de burlar a lei e oferecer ao mercado profissional sem qualquer experiência já que eles não passaram pelas aulas práticas”, alertou.
A preocupação do Conselho é quanto à qualidade desta graduação porque a população é quem vai sofrer as consequências desta formação e segundo a presidente, na modalidade presencial já são encontrados problemas. “Imagina num curso 100% a distância? O MEC tem por obrigação de fiscalizar esses polos”, comentou.
Fonte: Ascom CRF/AL
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Fiscal do CRF/AL participa de capacitação em radiofarmácia
A fiscal do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Daiana Melo, esteve nos dias 05 e 06 de junho em Brasília participando do Curso de Radiofarmácia para agentes fiscalizadores dos Conselhos Regionais e Vigilâncias Sanitárias Estaduais.
O curso promovido pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) teve como objetivo preparar os farmacêuticos dos conselhos regionais e das vigilâncias sanitárias estaduais para reforçar, em todo o país, a fiscalização do exercício da Radiofarmácia.Daiana informou que ao longo destes dois dias foram apresentados os possíveis casos de descumprimento da legislação dentro da radiofarmácia. “Tivemos uma base do que vamos encontrar na radiofarmacia ao inspecionar e em breve deveremos iniciar a fiscalização aqui em Alagoas”, pontuou.
De acordo com ela é atividade privativa do profissional farmacêutico que a produção, o controle de qualidade, o fracionamento, o armazenamento, a distribuição e a dispensação de radiofármacos.
A presidente do CRF/AL, Mônica Meira, afirma que estas capacitações são importantes porque com a fiscalização ampliando a sua área de atuação, novos postos de trabalhos serão abertos. “O que nós queremos é garantir o exercício pleno da profissão e uma prestação de serviços de qualidade para a população”, garantiu.
Fonte: Ascom CRF/AL
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Presidente do CRF/AL participa de reunião plenária em Brasília
A 470ª (CDLXX) Quadringentésima Septuagésima Reunião Plenária Ordinária do Conselho Federal de Farmácia aconteceu nos dias 24 e 25 de maio e contou com a participação da presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Mônica Meira.
A pauta trouxe temas importantes para o exercício da profissão, como a apresentação de ferramentas para produtividade do trabalho do farmacêutico: “sua receita digital” e “lembre do remédio”, sobre os quais o Conselho Federal irá analisar para possível validação; da minuta de Resolução sobre Radiopharmácia, após a Consulta Pública e a apresentação do Projeto “Farmacovigilância” da Anvisa.
Também foram discutidos os processos administrativos da SBRAFH – Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar – sobre o reconhecimento do Título de Especialista em Farmácia Hospitalar e do Título de Especialista em Farmácia Clínica.
Mônica revelou que o ponto mais relevante desta reunião foi a aprovação do curso de excelência farmacêutica para as farmácias comunitárias. “A farmácia comunitária é que mais emprega em nosso Estado e ter essa possibilidade de capacitar o grande número de profissionais que estão no mercado com esse curso de excelência é trazer um serviços de qualidade para a população alagoana”, comentou.
Fonte: Ascom CRF/AL
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Uso de medicamentos por gestantes
Na quarta-feira (30.05.18), a “Entrevista Farmacêutica” falará sobre o uso de medicamentos por gestantes. Para abordar o assunto, convidamos a DRA. ELIANE CAMPESATTO. Ela focalizará questões, como os riscos potenciais para a gestante e para o feto, advindos da automedicação; os critérios para tornar o uso de medicamentos mais seguro para a grávida e o bebê, os danos potenciais à saúde, os fármacos que a gestante não deve usar, em hipótese alguma, e os cuidados prestados pelos farmacêuticos às grávidas, entre outros assuntos.
A ENTREVISTADA – DRA. ELIANE CAMPESATTO é farmacêutica graduada pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UFPG). Tem mestrado e doutorado em Farmacologia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), ambas, no Paraná. Atua como professora associada de Farmacologia da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), instituição onde, também, ensina no mestrado em Ciências Farmacêuticas. A DRA. ELIANE CAMPESATTO é, ainda, presidente da Comissão de Ensino do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL) e integrante do Grupo de Trabalho em Saúde Pública do Conselho Federal de Farmácia.
A entrevista vai ao ar, ao vivo, na quarta-feira, a partir das 15h30, pela “Rádio Nacional da Amazônia” (Ondas Curtas 11.780 KHz e 6.180KHz), emissora da EBC (Empresa Brasil de Comunicação). Esta entrevista será editada e veiculada, também, por uma rede formada por 2.205 emissoras de rádio localizadas, em todo o Brasil e, também, nos Estados Unidos (Flórida e Connecticut), Argentina, Uruguai, Paraguai e Guiana. A rede é liderada pela “Agência Radioweb”.
A “Entrevista Farmacêutica” é um esforço conjunto do Conselho Federal de Farmácia (CFF) e da “Rádio Nacional da Amazônia”/EBC e tem o objetivo de levar à população informações em saúde, com um sentido de utilidade pública. É idealizada e produzida pelo jornalista Aloísio Brandão, do CFF, e apresentada pela jornalista Artemisa Azevedo, da EBC.
Para ter acesso às entrevistas gravadas, entre na página do CFF (www.cff.org.br) e acesse o link para a “Entrevista Farmacêutica”.
Autor: Por Aloísio Brandão, jornalista do Conselho Federal de Farmácia.
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CFF lança projeto Cuidado Farmacêutico na Farmácia Comunitária
Devido ao sucesso alcançado já em seu primeiro ano de funcionamento, o projeto Cuidado Farmacêutico no SUS – Capacitação em Serviços, será replicado para a rede privada. No dia 24 de maio, em sua 470ª Reunião Ordinária, o Plenário do Conselho Federal de Farmácia (CFF) aprovou por unanimidade o projeto Cuidado Farmacêutico em Farmácias Comunitárias.
“A proposta é adaptar, para os farmacêuticos da rede privada, o curso de prática clínica para a implantação de serviços farmacêuticos que contemplou, no seu primeiro ano de funcionamento, cerca de mil farmacêuticos da rede pública”, explica Valmir de Santi, conselheiro federal de Farmácia pelo estado do Paraná, coordenador dos dois projetos. “Trata-se de uma rica experiência, que abrangeu, neste período, 120 municípios de 15 polos de capacitação.”
Com uma equipe bem preparada, o projeto, a exemplo de seu coirmão, não almeja somente, uma capacitação teórica. “Pretende, também, fornecer aos farmacêuticos habilidades e atitudes para a implantação de serviços clínicos”, comenta o presidente do CFF. Walter da Silva Jorge João. Constituído de módulos teóricos, ministrados em encontros presenciais, mensais, o curso inclui um sistema de tutoria, oferecer suporte aos participantes durante todo o período de implantação dos serviços farmacêuticos nas unidades de saúde onde estes atuam.

O conteúdo programático da versão para farmácias comunitárias é um pouco menor. Serão 5 módulos: Introdução a Farmácia Clínica, Manejo de Transtornos Autolimitados, Cuidado Farmacêutico Aplicado a Pacientes com Hipertensão, Cuidado Farmacêutico Aplicado a Pacientes com Diabetes, Cessação Tabágica e Perda de Peso.
Ao final do processo, espera-se que os farmacêuticos sejam capazes de conduzir consultas farmacêuticas, utilizando os conhecimentos adquiridos na implantação de pelo menos, um serviço.
Para se inscrever, os farmacêuticos devem acessar o formulário (CLIQUE AQUI). Serão formadas turmas de 50 ou mais farmacêuticos, que poderão pertencer a um único ou a vários municípios. Serão aceitas inscrições individuais ou em grupo, e considerados como critérios de seleção dos participantes a data de conclusão de formação do polo; o número de inscritos no polo; e a disponibilidade orçamentária. Para 2018, estão previstos até 10 polos.
O prazo para inscrições vai até o dia 30 de junho. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail [email protected].
Fonte: Comunicação do CFF
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Minuta de lei sobre vacinação é entregue a deputado depois de aprovação
A presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL), Mônica Meira e o secretário geral, Alexandre Correia, estiveram na manhã desta quarta-feira, 30 reunidos com o deputado estadual Rodrigo Cunha em seu gabinete na Assembleia Legislativa Estadual.
O encontro foi para informar ao parlamentar que a minuta de lei que trata da aplicação de vacinas apresentada por ele durante a reunião plenária, no dia 04 de maio, foi aprovada por unanimidade pelos Conselheiros do CRF/AL e também pelos profissionais farmacêuticos que estiveram presentes naquela ocasião.

O deputado explicou que com a aprovação sem alterações, agora é seguir com os trâmites. “Fico feliz que a minuta tenha sido aprovada sem modificações, isso nos traz uma agilidade para apresentar o projeto de lei o quanto antes”, afirmou.
Para a presidente do CRF/AL esse apoio do parlamentar é fundamental para que as farmácias possam oferecer mais um serviço aos seus clientes. “Com a regulamentação a população é quem ganha”, garantiu.
O secretário geral reforçou junto ao parlamentar que na farmácia o responsável técnico é o farmacêutico. “Hoje os farmacêuticos já fazem a aplicação de injetáveis, então com a lei estadual nós vamos oferecer mais um serviço pra população”, comentou.
Fonte: Ascom CRF/AL
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Curso de Interpretação de exames laboratoriais atrai mais de 60 pessoas
“A interpretação de exames laboratoriais é importante em todos os setores da farmácia”, foi assim que a presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Mônica Meira, iniciou o seu curso de interpretação de exames laboratoriais na farmácia clínica. Mais de 60 alunos, entre estudantes e farmacêuticos participaram do curso promovido pelo programa de educação continuada neste sábado, 26.
Mônica Meira revela que a interpretação correta vai interferir diretamente no acompanhamento feito ao paciente, seja para um diagnóstico, um controle ou mesmo na assistência farmacêutica. “Existem vários motivos para se analisar um exame, e como o farmacêutico tem mais tempo com os pacientes e fica mais fácil orientar com base nos exames”, analisou.
De acordo com ela, algumas doenças, a exemplo da diabetes e hipertensão arterial são rotineiras para os farmacêuticos que fazem esses atendimentos na farmácia comunitária e com a volta do consultório farmacêutico a interpretação de exames laboratoriais é fundamental para que a orientação seja feita corretamente. “É com base na interpretação e comparação de um exame com outro que o farmacêutico poderá ver a evolução desse paciente, inclusive do ponto de vista farmacoterapeutico”, explicou.
Fonte: Ascom CRF/AL
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CRF/AL pede interdição de 160 farmácias em Maceió
O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) protocolou nesta sexta-feira, 25, uma denúncia no Ministério Público Estadual (MPE) pedindo apoio ao órgão para interditar 160 estabelecimentos farmacêuticos que estão irregulares e clandestinos.
Robert Nicácio, vice- presidente e coordenador da fiscalização do CRF/AL, explicou que já havia sido encaminhados ofícios a Vigilância Sanitária desde 2015, mas que até o momento não se obteve resposta. “Não podemos deixar estes estabelecimentos funcionando de forma precária ou irregular porque isso traz prejuízos à população maceioense”, comentou.
As irregularidades encontradas foram falta de certificado de regularidade técnica, alvará sanitário e ausência do profissional farmacêutico durante o horário de funcionamento. Esse pedido de interdição é baseado no descumprimento das Leis 3.820/60, 13.021/14 e do decreto 74.170/74.
A presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Mônica Meira reforça que a instituição não tem poder de polícia por isso, o apoio do MPE é fundamental neste tipo de ação. “O Conselho vem tentando coibir essas práticas e agora precisamos do apoio das instituições fiscalizadoras para interditar estes estabelecimentos”, pontuou.
Fonte: Ascom CRF/AL





