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  • Membros da Comissão de Oncologia participam de encontro no Rio de Janeiro

    Representantes da Comissão de Farmácia Oncológica do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas estiveram presentes no II Encontro de Comissões em Oncologia dos CRF´S que aconteceu no IX Congresso Brasileiro de Farmacêuticos em Oncologia no Rio de Janeiro.

    De acordo com Rafaela Ribeiro esse primeiro encontro foi para que as comissões pudessem se conhecer e promover uma troca de experiências com ações desenvolvidas em seus Estados. “Trocamos contatos e vamos alinhando nossas atividades. Conhecendo um pouco do que cada Estado vem desenvolvendo para fortalecer o trabalho do farmacêutico oncológico”, comentou.

    A farmacêutica disse que em breve pretende se reunir com a diretoria do CRF/AL e com a comissão de ensino para propor cursos de atualização na área. “Com essa rede de contatos poderemos trazer profissionais de referência na área de oncologia para Alagoas”, comemorou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Presidente do CRF/AL participa de audiência pública sobre EAD

    A presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Mônica Meira, participou na terça-feira, 15, no Congresso Nacional, da audiência pública  que discutiu o projeto de Lei 5414/16 que proíbe o incentivo do governo ao desenvolvimento e veiculação de programas de ensino a distância em cursos da área da saúde.

    A deputada e farmacêutica, Alice Portugal e o deputado Mandetta foram os parlamentares que propuseram a discussão de forma pública. Um dos motivos é que em 2017 houve um decreto presidencial (9.057/17) cuja pretensão foi aumentar o acesso ao ensino superior flexibilizando as regras para a educação à distância (EaD), levando a uma piora na qualidade dos cursos e prejudicando a formação de futuros profissionais, como enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos e veterinários.

    Autora do projeto de lei que proíbe a autorização e o reconhecimento dos cursos de graduação na área da saúde ministrados a distância, a deputada e farmacêutica Alice Portugal, disse que vai apresentar um projeto de decreto legislativo (PDC) para suspender partes do decreto 9.057/17. Para ela, o curso à distância é importante para saberes compatíveis, como o de formação de professores.

    Mônica Meira revela preocupação com o avanço dos cursos à distância na área de saúde que apresentou um crescimento de 124% em um ano. “Que tipo de profissional se chega ao mercado com um ensino 100% à distância? Quem sofre é a população brasileira. Essa não é uma decisão classista, mas sim de coletividade e de preocupação com a saúde pública”, comentou.

    Na avaliação da presidente o que se vê é um processo de precarização, uma lógica da mercantilização do ensino superior e uma desvalorização profissional.

    Fonte: CRF/AL

  • Sindfal realiza vacinação na próxima terça-feira, 15

    Na próxima terça-feira, 15, o Sindicato dos Farmacêuticos de Alagoas em parceria com a Secretaria de Saúde de Maceió estará imunizando os profissionais de saúde de 13h30 às 17hs em frente ao Sindfal que fica localizado nas dependências do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas.

  • EAD: secretário-geral do CRF/AL participa da discussão em Brasília

    O secretário geral do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas e representante da comissão parlamentar do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Alexandre Correia, participou nesta quinta-feira, 10, da I Reunião dos Conselhos Profissionais da área de saúde sobre Educação a Distância.

    O encontro que aconteceu em Brasília teve como objetivo traçar as diretrizes que serão apresentadas na audiência pública na Câmara dos Deputados que acontece no próximo dia 15. De acordo com Alexandre, a proposta apresentada por meio de Projeto de Lei (PL) é que grande parte dos cursos de saúde sejam 100% a distância.

    A reunião contou com a participação do deputado federal Mandetta (DEM-MS), que deixou clara a sua posição contrária ao PL. “Esse projeto desde o início traz vícios de suspensão, o lobby é muito grande. Essa é uma luta pela sociedade que é quem vai sofrer os efeitos dessa política sínica que está querendo ser imposta para esta e as próximas gerações”, falou o parlamentar.

    Ivone Martine, coordenadora do Fórum dos Conselhos Federais da Área de Saúde (FCFAS)  em seu discurso reforça que este é assunto que tem que ser debatido até porque 70% dos eventos adversos que ocorrem na saúde são previníveis por ações com mais qualidade. “Imagina como ficaremos com a atuação de pessoas sem uma formação de qualidade pelo ensino a distância”, questionou.

    Walter Jorge, presidente do CFF, explicou  que o momento é  de unir forças em busca de qualidade  no cuidado  ao paciente  e que essa briga é de todas as profissões  da área  da saúde, já que a atuação é multidisciplinar.

    Alexandre pontuou que o discurso dos Conselhos é unificado, todos querem a manutenção dos cursos presenciais. “Não se pode afastar o principal alicerce do profissional de saúde que é ouvir, sentir e escutar o paciente isso vai trazer vários prejuízos à saúde pública do país”, comentou.

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas vai propor uma reunião com os demais conselhos de classe da área de saúde para a criação de um fórum dos conselhos de profissões no Estado para levar o debate a Assembleia Legislativa Estadual com a finalidade de sensibilizar os parlamentares. “A nossa preocupação maior é a saúde pública que hoje já vive uma situação difícil, imagina com a chegada de profissionais ao mercado que não passaram pelas atividades práticas inerentes de cada curso”, alertou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CFF convoca secretario geral do CRF/AL para debate do ensino a distância

    O secretário geral do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas e membro da comissão parlamentar do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Alexandre Correia, participa no próximo dia 10 de maio da I Reunião de Conselhos Profissionais da área de saúde para debater o ensino à distância.

    A convocação foi feita pelo Conselho Federal de Farmácia. Alexandre vai representando o CRF/AL e de acordo com ele, esse é um debate importante porque no encontro é que serão definidas as diretrizes do que iremos apresentar na audiência pública que será realizada dia 15 de maio na Câmara Federal em Brasília. “Na próxima semana, a Câmara Federal vai debater o assunto e com este documento concluído teremos mais força para que o Projeto de Lei não seja aprovado”, explicou.

    Mônica Meira, presidente do CRF/AL, lembra que essa é uma discussão que vem acontecendo há um tempo e que os cursos de saúde precisam se unir para não permitir que isso ocorra. “Eles querem um curso 100% Ead e isso é inadmissível, o curso de farmácia, por exemplo, precisa da parte prática. O estudante tem que frequentar os laboratórios e com essa formação, que profissionais nós teremos no mercado?”, questionou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Campanha atende mais de 100 pacientes em Maceió

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, por meio da Comissão de Farmácia Comunitária realizou no dia 05 de maio a ação de conscientização sobre a importância do acompanhamento farmacêutico em comemoração ao dia nacional do uso racional de medicamentos. Cerca de 100 atendimentos foram realizados na manhã de sábado.

    Farmacêuticos e estudantes orientaram a população no centro de Maceió sobre como utilizar os medicamentos, aferindo pressão e fazendo teste de glicemia capilar. Além disso, houve também a aplicação de um questionário para identificar se os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) polimedicados tem acompanhamento farmacêutico.

    Mônica Meira, presidente do CRF/AL, lembrou que ao longo deste mês farmacêuticos estarão visitando as unidades de saúde públicas para dar continuidade a coleta de informações. “A ação do sábado foi o ponta pé inicial de uma campanha importante que é identificar como anda a assistência farmacêutica em nossa capital. A ideia é que a gente consiga mostrar a esses pacientes que o farmacêutico tem um papel fundamental no tratamento da patologia”, comentou.

    Alexandre Correia, secretário geral do CRF/AL, também esteve presente na ação e destacou o envolvimento de todos os profissionais e estudantes. “É muito bom ver o engajamento da categoria numa causa tão importante como do uso racional de medicamentos porque a utilização inadequada destes medicamentos traz sérios prejuízos a saúde”, destacou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Plenária discute minuta de lei que trata de aplicação de vacinas em farmácias

    A diretoria do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas recebeu o deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB) para debater a minuta do projeto de lei que trata da regulamentação das vacinas nas farmácias do Estado de Alagoas.

    Durante o encontro o parlamentar destacou que essa nova lei vai trazer uma mudança de cultura e um benefício para sociedade. “A ideia é que a gente consiga elaborar uma lei que traga benefícios à população melhorando os serviços de saúde prestados sem trazer conflitos entre os profissionais de saúde”, revelou o deputado.

    O conselheiro Wbiratan de Lima Souza do Conselho Regional de Enfermagem também participou da reunião pontuando que a aplicação de vacinas é uma atividade exercida pelos enfermeiros e sugeriu que as farmácias fossem compostas por uma equipe multidisciplinar. “A ideia é que as farmácias tenham em seus quadros pelo menos um técnico de enfermagem para fazer este tipo de serviço”, comentou.

    Mônica Meira, presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, lembrou que as farmácias já oferecem os serviços de aplicação de injetáveis, demonstrando que o farmacêutico está apto para faz a aplicação de vacinas. “Mostramos ao conselheiro do Coren que não queremos retirar dos enfermeiros o serviço de aplicação de vacinas, mas dentro das farmácias o responsável é o farmacêutico”, afirmou.

    Depois de um longo debate com a categoria, os participantes de reunião deverão sugerir as alterações até segunda-feira, 07 para que seja encaminhado ao parlamentar até o final da próxima semana. “A reunião foi bastante produtiva e a presença do deputado foi muito importante porque conseguimos trazer um debate produtivo com a possibilidade real de mais um serviço de saúde dentro das farmácias”, explicou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • Comissão de Farmácia Oncológica se reúne para definir ações em 2018

    O vice-presidente do CRF/AL, Robert Nicácio se reuniu com representantes da comissão de farmácia oncológica na última quinta-feira, 26 para tratar de pautas relacionadas à capacitação para os farmacêuticos oncológicos, o apoio do CRF/AL para a Sobrafo (Sociedade Brasileira dos Farmacêuticos em oncologia) e outros assuntos.

    De acordo com Robert, as comissões estão organizando suas atividades para o ano de 2018 e esta primeira reunião teve como objetivo traçar as estratégias de ações para este ano. “Além dos cursos, vamos ser uma ponte entre o sindicato e a comissão para que eles analisem a questão da insalubridade, para os profissionais que atuam nesta área”, comentou.

    Rafaela Ribeiro, membro da comissão, lembrou que durante a reunião também foram discutidos os nomes dos demais profissionais que irão compor a comissão,  “Tratamos também de discutir uma possível parceria, que incluiria também  o Sindfal,  para que seja feita uma fiscalização com relação às condições de trabalho dos farmacêuticos oncológicos, afim de obter dados para uma real situação desse segmento, em nosso estado.”, informou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF faz campanha sobre importância do acompanhamento farmacêutico

    Os danos causados por medicamentos, além de graves, custam R$ 60 bilhões ao ano para o Sistema Único de Saúde – SUS. A cada real investido no fornecimento de medicamentos, o governo gasta cinco reais para tratar as adversidades causadas pelo uso incorreto dos medicamentos, entre eles estão as reações adversas que são responsáveis por 39,3% dos gastos, seguido pela não adesão ao tratamento com 36,9% e pelo uso de doses incorretas 16,9% dos gastos.

    A presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Mônica Meira, alerta que metade dos casos poderia ser evitada com uma supervisão mais cuidadosa e efetiva dos tratamentos, por isso, o Conselho Federal de Farmácia em parceria com CRF/AL lançam a campanha de promoção da adesão às terapias medicamentosas e ao seu uso seguro e racional. A iniciativa é em comemoração ao Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos, 5 de maio.

    “O nosso objetivo é despertar na população a consciência de que o acompanhamento farmacêutico no tratamento consegue prevenir danos para a saúde do paciente. Durante todo o mês de maio, os voluntários engajados na iniciativa buscarão serviços públicos de saúde, como as UBSs e as farmácias públicas, para verificar se pacientes polimedicados têm acesso e aderem ao tratamento medicamentoso ou não”, explicou.

    No dia 05 de maio, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas estará no centro de Maceió, em frente ao antigo Produban, das 8 às 12hs, realizando uma ação de orientação à população sobre como utilizar os seus medicamentos e oferecendo também os serviços de aferição de pressão e teste de glicemia capilar. Tudo gratuito.

    Segundo o Ministério da Saúde cerca de 82% dos pacientes que utilizavam 5 ou mais medicamentos de uso contínuo o faziam de forma incorreta ou demonstravam baixa adesão ao tratamento. Um em cada três pacientes abandonou algum tratamento, 54% omitiram doses, 33% usaram medicamentos em horários errados, 21% adicionaram doses não prescritas e 13% não iniciaram algum tratamento prescrito.

    “Com a campanha na rua, a gente espera contribuir de forma mais efetiva para a reversão dessas estatísticas. Em paralelo estamos trabalhando para inserir o cuidado farmacêutico na rotina das unidades básicas de saúde”, comentou a presidente.

     

    – Serviço

    Ação do Uso Racional de Medicamentos

    Data: 05 de maio

    Local: Centro de Maceió – em frente ao antigo Produban

    Horário: 8 às 12hs.

  • Mais de 50 farmacêuticos participam do último dia de curso de valorização profissional

    Na manhã do domingo, 29, cerca de 60 farmacêuticos participaram do último dia do curso de valorização profissional cujos temas foram introdução à Prescrição Farmacêutica com José Vanilton de Almeida e Cuidados Farmacêuticos na Obesidade e Dislipidemias com Amouni Mourad.

    Fechando o ciclo das doenças que fazem parte do grupo da síndrome metabólica, a farmacêutica Amouni tratou da obesidade e dislipidemias e explicou que os pacientes portadores de uma destas patologias estão mais sujeitos a desenvolver danos cardiovasculares severos. “Se o farmacêutico identifica e trata de forma adequada, você minimiza os impactos, aumenta a sobrevida e a qualidade de vida”, afirmou.

    Ela ressalta que quando um dos problemas é detectado, há uma grande possibilidade de se desenvolver os demais e a ideia é que os farmacêuticos percebam que estas doenças são integradas e ao tratar bem de uma destas patologias existem chances de diminuir a consequência dos outros ou até mesmo evitar a chegada dela. “Os farmacêuticos sabem e podem fazer a diferença”, garantiu.

    Após uma overdose de conhecimentos de sintomas e tratamentos para os portadores de síndrome metabólica, Vanilton explica que o farmacêutico precisa assumir o seu papel na prescrição dos medicamentos. “O farmacêutico brasileiro não tem esse hábito de documentar, mas de alguma forma eles já fizeram a indicação de algum medicamento, mas que não registrou no papel”, comentou.

    Segundo Vanilton o farmacêutico precisa ter esse raciocínio clínico e registrar aquilo que ele está indicando até porque esse registro traz uma relação mais profissional entre o farmacêutico e o seu paciente. “Todos indicam medicamentos dentro da farmácia.  A diferença acontece quando o farmacêutico pede alguns minutos deste paciente, faz as perguntas necessárias e a documentação e o resultado final é que esse paciente vai relatar que o atendimento foi feito por um farmacêutico, trazendo uma maior segurança para o paciente”, garantiu.

    Ele lembra que o farmacêutico não vai substituir o médico e diz que neste processo de documentar pode ser feito o encaminhamento a outro profissional de saúde, inclusive com carta fechada descrevendo os sintomas informados pelo paciente na consulta farmacêutica. “Em quase cinco anos de legislação muito pouca gente prescreveu.  Muita gente já faz curso de prescrição e ainda assim não costuma  prescrever. O farmacêutico precisa tomar pra si a sua responsabilidade. É  isso que ele precisa ter em mente”, alertou.

    A presidente do CRF/AL, Mônica Meira, destaca o sucesso do curso. “Nestes três dias tivemos um auditório lotado. É muito gratificante ver a participação dos profissionais e estudantes nestas qualificações. Quero agradecer a presença de todos e reforçar o convite de que participem sempre da educação continuada”, convidou.

    Fonte: Ascom CRF/AL