Categoria: Notícias

  • Estudantes de farmácia participam de palestra com o setor de fiscalização

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas recebeu na sexta-feira, 31, estudantes do curso de farmácia do sexto e oitavo período do Cesmac para participar de uma palestra promovida pelo setor de fiscalização desta instituição. A atividade faz parte das disciplinas de gestão, empreendedorismo e inovação farmacêutica e integração; e serviço ensino e comunidade ministradas pelas professoras Tatiane Accioly e Ianara de Freitas.

    Irajá Martins, gerente de fiscalização, pontou que recebeu o convite das professoras para falar um pouco como funciona a fiscalização do exercício profissional, as atribuições do Conselho, a ética profissional e atuação do farmacêutico no mercado de trabalho. “O nosso principal objetivo é que estes profissionais cheguem ao mercado de trabalho preparado, conhecendo a instituição que os representa, mas acima de tudo os deveres e direitos da sua profissão”.

    A professora Tatiane Accioly afirma que esse contato com o CRF é fundamental. “Nós já tivemos a oportunidade de trazer alunos no ano passado e a experiência foi maravilhosa, então, decidimos continuar com essa atividade para que os alunos sintam-se seguros ao ingressar no mercado de trabalho. O CRF/AL é um grande parceiro nosso”.

    A estudante de Tatiane Djalia do sexto período contou que foi um momento importante pela troca de conhecimento. “Consegui tirar muitas dúvidas e pude partilhar conhecimento, foi uma excelente experiência”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Feriado Semana Santa: CRF/AL funciona até quarta-feira, 05 de abril

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas estará funcionando até esta quarta-feira, 05 de abril, em razão do feriado da semana santa. Lembramos que os atendimentos presenciais acontecem no horário de 8h às 12h e 13h às 17h.

    O atendimento volta a ocorrer normalmente na segunda (10/04). Desejamos a todos um ótimo feriado santo, e que a Páscoa seja tempo para agradecer e compartilhar o amor com a família. Que se renove a esperança, fé e confiança de que dias melhores virão.
    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • Hospital Regional de Alto Sertão: CRF/AL participa de operação conjunta com MP/AL

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas participou, na quarta-feira, 29, da fiscalização desencadeada pelo Ministério Público do Estado de Alagoas no Hospital Regional do Alto Sertão. A ação teve como base algumas denúncias chegadas à Promotoria que decidiu averiguá-las in loco com apoio de equipes técnicas.

    Os promotores de Justiça Denis Guimarães e Paulo Henrique Prado pontuaram que a fiscalização contou com o apoio de Conselho Regionais para analisar a qualidade dos serviços disponibilizados para o cidadão no hospital que atende a toda região. “Aproveitamos a presença do Conselho de Farmácia para verificar o funcionamento da farmácia pública municipal que é o centro de distribuição de medicamentos”, relata o promotor Denis.

    Irajá Martins, gerente de fiscalização do CRF/AL, pontuou que foram verificadas condições do exercício profissional do farmacêutico no âmbito dos serviços públicos, sendo realizadas orientações aos profissionais, gestores dos estabelecimentos e autuações para as devidas regularizações. “Ações conjuntas são importantes para garantir que a população tenha um serviço de saúde com qualidade”, afirmou.

    A operação conjunta contou com representantes do Conselho Regional de Enfermagem (COREN-AL), Conselho Regional de Psicologia (CRP15), Conselho Regional de Serviço Social (CRESS-AL), Conselho Regional de Farmácia (CRF-AL), onde foi dado, um prazo de 15 dias para que os representantes dos conselhos apresentem um relatório. Caso sejam identificadas irregularidades, o Ministério Público adotará as medidas cabíveis.

    Fonte: Ascom CRF/AL com informações do MP/AL

     

     

  • Acompanhamento farmacoterapêutico é fundamental para evitar agravamento da epilepsia

    Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que mais de 50 milhões de pessoas vivem com epilepsia e as consequências físicas ou mentais desse distúrbio neurológico. No Brasil, o Sistema Único de Saúde mostrou que pelo menos 25% dos pacientes acometidos pela epilepsia são portadores em estágio grave, o que condiciona o uso de medicamentos por toda vida. No dia mundial de conscientização da doença, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, alerta para a importância do acompanhamento farmacoterapêutico destes pacientes.

    Carmem Arroxelas, diretora secretária do CRF/AL e integrante do Grupo de Pesquisa em Epilepsia Clínica e Experimental da Universidade Federal de Alagoas revela que mesmo com o uso de medicamentos, alguns pacientes continuam apresentando crises epilépticas e esta condição levou a realização de uma pesquisa científica na busca de uma nova alternativa terapêutica para a epilepsia do lobo temporal.

     “Estes são os chamados pacientes farmacoresistentes, e para que eles tenham bem estar e qualidade de vida, a comunidade científica está em busca de novas alternativas de tratamento”, afirmou. De acordo com ela, como a epilepsia corresponde a uma síndrome, muitos são os fatores que desencadeiam uma crise epiléptica e o tratamento não adequado aos pacientes promove agravamento da doença.

    Outro ponto importante, na avaliação da farmacêutica, é que os pacientes portadores de epilepsia podem desenvolver problemas psicológicos, cardíacos e endócrinos com o não tratamento. “Infelizmente, muitos têm vergonha de sua condição, interferindo, assim, nas relações afetivas e sociais. Eles sofrem preconceito e estigma devido ao contexto histórico da doença que no passado era considerada como possessões demoníacas e doença contagiosa. Ainda há, nos dias atuais, quem acredite que a doença é questão espiritual”, disse.

    Ela pontua que anualmente 125 mil pessoas perdem a vida para a epilepsia ou pelas causas relacionadas a ela.

    O que é a epilepsia?

    A epilepsia corresponde a uma desordem neurológica caracterizada por crises espontâneas e recorrentes que ocorrem devido a uma hiperexcitabilidade neuronal. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos causando crises que podem se manifestar em convulsões ou outros sintomas, como ausências (conhecida como “desligamento”. A pessoa fica com o olhar fixo e perde contato com o meio por alguns segundos. Por ser de curtíssima duração, muitas vezes não é percebida por aqueles que estão próximos). Na maioria dos casos, as crises desaparecem espontaneamente. Ainda assim, existe uma tendência para que estas se repitam de tempos em tempos.

    “Por isso, o dia 26 de março é uma data tão importante, para que as população possa conhecer um pouco mais sobre a doença, suas causas e os cuidados mas, acima de tudo, para que tenham o respeito e acolhimento”, pontou Carmem.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Presença de farmacêutico traz segurança no uso de medicamentos

    Há poucos dias foi noticiado que um bebê de apenas dois meses faleceu após a venda de medicamento errado em uma farmácia do Estado de Goiás. O caso traz um alerta quanto ao erro no uso de medicamentos, que se dá por prescrições ilegíveis, embalagens e nomes parecidos, receitas com informações incompletas, compra ou retirada de medicamentos em estabelecimentos sem a assistência de um farmacêutico.

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Daniel Fortes, explica que a presença do farmacêutico é fundamental porque ele é o profissional que atua como a principal barreira de segurança no uso inadequado de medicamentos. “É o farmacêutico quem vai analisar as prescrições médicas, identificar o medicamento que consta prescrito no receituário e as interações medicamentosas que podem salvar a vida de um paciente”, afirmou.

    As farmácias têm como sua principal função a dispensação dos medicamentos de acordo com a prescrição médica, nas quantidades e especificações solicitadas, de forma segura e no prazo requerido, promovendo o uso seguro e correto de medicamentos. “O farmacêutico em hipótese alguma deverá efetuar a dispensação de medicamentos caso as receitas estejam ilegíveis ou possam induzir a erros ou confusão. Em caso de dúvidas, a orientação é entrar em contato com o prescritor para esclarecimentos e confirmação da receita por ele emitida”, disse Daniel.

    De acordo com ele, tomar um medicamento errado pode provocar o agravamento de uma doença,  trazer efeitos adversos graves, lesões temporárias ou permanentes, intoxicações e internações, e em casos mais graves a morte. “Para ser ter uma ideia, cerca de 10% das internações hospitalares ocorrem em função do uso incorreto de medicamentos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde”, disse.

    Ele pontua que as falhas na dispensação significam o rompimento no elo da segurança do uso dos medicamentos, demonstrando fragilidade no processo de trabalho. “Para evitar erros como acontecido em Goiás, o CRF/AL realiza fiscalizações permanentes para garantir que a população tenha direito a uma assistência farmacêutica de qualidade e como preconiza a lei”.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Fiscalização conjunta do CRF/AL e Vigilância interdita sete farmácias em Maceió

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas realizou uma operação conjunta com a Vigilância Sanitária de Maceió nos dias 14 e 15 de março para coibir irregularidades sanitárias e o funcionamento de estabelecimentos sem assistência farmacêutica. Ao todo foram fiscalizados sete locais, nos bairros Clima Bom, Benedito Bentes, Canaã, Poço, Jacintinho e Centro.

    A operação resultou na interdição de sete estabelecimentos. O gerente de fiscalização do CRF/AL, Irajá Martins, explica que as interdições aconteceram porque os estabelecimentos apresentavam risco sanitário. “Nós identificamos a falta de assistência farmacêutica, a venda irregular de medicamentos antimicrobianos e medicamentos sujeitos a controle especial e a prestação de serviços farmacêuticos, como aplicação de injetáveis e outros serviços realizados por leigos, ou seja, por não farmacêuticos”, disse.

    Irajá lembra que a lei 13.021/2014 determina que as farmácias de qualquer natureza devem ter durante todo o horário de funcionamento um farmacêutico habilitado na forma da lei. “Os estabelecimentos inspecionados eram reincidentes quanto ao descumprimento da 13.021 e como alguns deles também não apresentaram a documentação legal (alvarás e certidões) para funcionamento e prestação de serviços farmacêuticos, a vigilância interditou de forma cautelar”, pontuou.

    Os estabelecimentos têm o prazo de 90 dias para se adequarem à legislação sanitária e solicitarem a desinterdição. As farmácias que foram autuadas responderão a processos administrativos.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Nota de pesar pelo assassinato da farmacêutica Marcelle Bulhões

    É com muita indignação e tristeza que o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas recebeu a notícia da morte da farmacêutica, Marcelle Bulhões, vítima de assassinato, ocorrida na madrugada deste dia 08 de março no bairro do Village Campestre, em Maceió.

    Manifestamos o nosso pesar e transmitimos nossos sinceros sentimentos à família e amigos e ao mesmo tempo cobramos das autoridades competentes agilidade e rigor na punição dos responsáveis por este crime hediondo.

    No dia que deveríamos celebrar e apoiar a luta das nossas mulheres pelo direito à dignidade, choramos a perda de mais uma delas de forma covarde, bárbara e inexplicável. O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas decretou luto de 3 dias através da portaria 004/2023.

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • Farmácia Hospitalar do HU atua na redução em 40% de gastos com antimicrobianos

    A presença do farmacêutico seja no ambiente hospitalar ou nas centrais de assistência farmacêutica tem trazido resultados positivos quando o assunto é medicamento. O Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA) registrou, no comparativo entre os primeiros semestres de 2021 e 2022, uma diminuição em torno de 40%, na ordem de R$530 mil, nos custos com o uso de antimicrobianos.

    Anna Cláudia Tomaz, chefe do setor de Farmácia Hospitalar do HU, explica que isso foi possível porque há um trabalho multiprofissional entre as equipes. “Os farmacêuticos realizam a triagem das prescrições médicas, podendo fazer intervenções em relação a tempo de tratamento, dosagem, concentração do medicamento e interações, somado ao parecer específico da infectologia para aquela prescrição de antimicrobianos”, disse.

    E deu tão certo, que o trabalho realizado no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA) em relação ao uso de antimicrobianos foi reconhecido pela sede da Ebserh, por meio de comunicação no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) registrado pela Coordenação de Suprimentos e chefe de Serviço de Gestão de Estoque.

    De acordo com ela, o HU vem sendo referência no uso de antimicrobianos, contribuindo, inclusive com melhorias para o Aplicativo de Gestão para Hospitais Universitários (AGHUX). “É um trabalho multiprofissional, que envolve todas as equipes: assistenciais, médicas e administrativas. Ficamos felizes porque reflete o êxito de todo um trabalho que vem sendo realizado e ter o reconhecimento da sede nos deixa muito grato, motivando-nos a seguir em frente e aplicar mais melhorias.”, ressalta a chefe do Setor de Farmácia Hospitalar.

    Fonte: Ascom CRF/AL com informações HUPAA-UFAL

  • Conselheiro, Renê Gondim, participa de audiência pública na Câmara de Vereadores de Maceió

    A Câmara de Vereadores de Maceió realizou na quinta-feira, 02, a primeira audiência pública de Prestação de Contas do Relatório Quadrimestral da Gestão da Saúde Municipal onde foram apresentados os investimentos realizados no segundo quadrimestre de 2022 e o terceiro quadrimestre de 2022.

    A audiência foi presidida pelo vereador Dr. Valmir Gomes (PT), presidente da Comissão de Higiene, Saúde Pública e Assistência Social, e contou com a participação de representantes da Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Governança, Conselho Municipal de Saúde e sociedade civil organizada.

    Durante a audiência foram apresentadas as necessidades de alguns segmentos dos profissionais de saúde e da população para melhoria na prestação de serviços de saúde à população maceioense. Rennê Gondim, conselheiro do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, foi convidado para compor a mesa representando o Conselho Municipal de Saúde, uma vez que não havia representante da instituição na audiência.

    De acordo com o conselheiro, o grande problema da saúde chama-se contratualização. “Fica difícil a gente avançar porque Estado e município precisam andar juntos, se um deles não avança, o outro também não avança”, disse.

    E lamentou que o projeto criado pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) nunca foi implantado em nenhum dos Conselhos de Saúde do Estado de Alagoas. “O foco da discussão hoje é a implantação da Comissão de Vigilância em Saúde e Atenção básica, para uma discussão ampla sobre a qualidade dos Serviços de Saúde de Maceió, que são a porta de entrada do Sistema Único de Saúde – SUS. A ação em saúde está ultrapassada”, afirmou.

    Renê afirma que é o momento de correr atrás dos recursos públicos que voltaram por má gestão, ocasionada por governos anteriores.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Dia mundial da obesidade: farmacêutica fala sobre os riscos de medicamentos para emagrecer

    Dados da Organização Mundial de Saúde estimam que 2,3 bilhões de adultos ao redor do mundo estejam acima do peso, em 2025. No Brasil, o Ministério da Saúde no ano de 2021 mostrou que 22% da população brasileira adulta apresentava obesidade.

    No dia mundial da obesidade, comemorado em 04 de março, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas traz um alerta quanto ao uso de medicamentos para emagrecer. A última pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia e Instituto Data Folha (junho de 2022) apontam que 24% dos brasileiros já usaram alguma substância para emagrecer, principalmente o chá.

    A farmacêutica Kátia Rúbia explica que o emagrecimento é um processo complexo, que envolve mudança de hábitos, acompanhamento multidisciplinar e aderência ao tratamento. Estudos apontam que o tratamento medicamentoso isolado não oferece vantagens duradouras no tratamento da obesidade, pois não trata as suas causas.

    “Os fármacos aprovados pela Anvisa, têm ainda sua condição de utilização, existe um parâmetro legal para início do tratamento, sempre levando em consideração o uso racional deles já que apresentam um grande risco a saúde e a vida, se for feito de maneira indiscriminada e sem acompanhamento médico e farmacêutico”, alertou.

    Ela revela que o uso de medicamentos como instrumento para emagrecer, motivada por uma busca imediatista contrapõe-se à sua função real de bem-estar e saúde, pois pode promover distúrbio alimentar, compulsão, irregularidades metabólicas e até morte, principalmente por automedicação.

    “A obesidade é considerada uma doença crônica não transmissível (DCNT) de crescente prevalência no mundo, caracterizada por múltiplos e complexos fatores, além de diferentes etiologias, que percorrem a variação genética até a vida adulta. A minha orientação, como profissional de saúde, é adotar uma mudança de hábito para ter uma vida saudável e emagrecer da maneira correta, ganhando assim uma qualidade de vida”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL