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  • Medicamento para diabetes combate Alzheimer?

    Medicamento para diabetes combate Alzheimer?

    A maior parte das pessoas diagnosticadas com diabetes tipo 2 em vários países, incluindo Estados Unidos e Brasil, toma o medicamento metformina (vendido com vários nomes) para ajudar a controlar a glucose no sangue. A droga, usada por milhões de pacientes, é considerada bastante segura e apresenta poucos efeitos colaterais além do desconforto gastrointestinal que provoca em parte dos usuários. Outra vantagem é que seu custo é acessível. A novidade agora é que, segundo novos estudos, há indícios de que a metformina possa ajudar a proteger o cérebro de desenvolver doenças do envelhecimento, mesmo em não diabéticos.

    Pesquisadores já sabem que o diabetes é considerado um fator para o surgimento de doenças neurodegenerativas. Porém, o uso de metformina está associado a uma redução radical na incidência dessas patologias. No estudo mais abrangente até agora sobre os efeitos da metformina, a cientista Qian Shi e suas colegas da Universidade Tulane acompanharam 6 mil veteranos diabéticos e demostraram que, quanto mais tempo um paciente utilizava metformina, menores eram as chances de desenvolver as doenças de Alzheimer e Parkinson e outros tipos de demência e comprometimento cognitivo. As descobertas apresentadas na reunião das Sessões Científicas da Associação Americana de Diabetes, nos Estados Unidos, mostram que, assim como já tinham revelado alguns trabalhos anteriores menores sobre uso de metformina a longo prazo, no novo estudo pacientes que utilizavam a droga por mais de quatro anos apresentavam um quarto da incidência da doença em comparação com pacientes que só faziam uso de insulina ou a insulina associada a alguma outra medicação, trazendo o nível de risco de diabetes para um nível correspondente àquele da população geral.

    “Mesmo na ausência de diabetes, os pacientes com Alzheimer costumam apresentar sensibilidade à insulina reduzida no cérebro”, diz a neurocientista Suzanne Craft, que estuda resistência à insulina em doenças degenerativas na Faculdade de Medicina Wake Forest. A substância desempenha muitos papéis neurológicos, está envolvida na formação da memória e ajuda a manter as sinapses livres de acúmulo de proteína, incluindo os emaranhados de tau e placas amiloides que se acumulam na doença de Alzheimer, diz Craft. Essa associação levou algumas pessoas a chamar Alzheimer de “diabetes tipo 3″.

    A esperança de pesquisadores é que a metformina possa ajudar a corrigir os problemas ligados à insulina no cérebro em processo de envelhecimento. Pesquisas em animais mostram que o efeito da droga nas célulastronco neurais pode ser a chave para novas descobertas nessa área. Os neurocientistas Jing Wang e Freda Miller, ambos então no Hospital de Toronto para Crianças, mostraram que, quando se administra metformina a ratos não diabéticos, sua memória melhora devido a um aumento na população de células-tronco neurais e maior número delas que se desenvolvem de forma saudável no hipocampo, o centro da memória no cérebro.

    Estudos clínicos humanos também acenam com promessas no tratamento de Alzheimer na fase inicial da patologia. O neurologista Steven E. Arnold, do Hospital Geral Massachusetts, demonstrou recentemente que pacientes diagnosticados com a doença apresentavam melhoras pequenas, mas significativas – na capacidade mnêmica e no funcionamento cognitivo – após ingerir metformina por oito semanas, em comparação àqueles que tomavam placebo. O imageamento do cérebro revelou também algumas melhoras no metabolismo neural. Os efeitos modestos são a norma quando se trata de Alzheimer: mesmo as drogas já aprovadas e utilizadas apresentam somente uma pequena eficácia e por um período limitado. “Essa é uma das grandes motivações para encontrar novas terapias”, diz Craft.

    Arnold pretende conduzir um estudo maior que possa avaliar melhor a eficácia da metformina, mas financiamentos têm sido um problema. É que, como a medicação é genérica, as indústrias farmacêuticas têm pouca motivação em termos de lucro para testála. “Trata-se de um medicamento simples, comum e barato que pode afetar um aspecto importante do comprometimento cognitivo em adultos idosos, e há uma razão científica convincente para examiná-la. Agora só precisamos realmente estudá-la de modo que nos forneça uma resposta clara quanto à sua verdadeira utilidade”, diz Arnold. Ele acredita que, se houvesse interesse financiamento, um estudo definitivo poderia ser concluído em dois anos.

    Os grupos de pesquisa de Craft e Arnold trabalham atualmente para encontrar também biomarcadores de Alzheimer, sinais biológicos mensuráveis da patologia, para que pacientes com alto risco de desenvolver doenças degenerativas possam ser identificados precocemente – e tratados. Essas pessoas poderiam ser potenciais candidatos ao uso da metformina e outros sensibilizadores de insulina para impedir seu aparecimento.

    Fonte: Revista Mente e Cérebro

  • Problemas de segurança em um de cada três fármacos nos EUA

    Problemas de segurança em um de cada três fármacos nos EUA

    Quase um de cada três novos fármacos aprovados nos Estados Unidos apresenta um problema de segurança após sua saída ao mercado ser autorizada, disseram na terça-feira pesquisadores americanos.

    Embora raramente estas questões sejam suficientemente sérias para decidir pela retirada do medicamento do mercado, os pesquisadores disseram que os novos produtos deveriam ser monitorados durante anos depois de serem disponibilizados ao público.

    Terapias de vanguarda conhecidas, como produtos biológicos, medicamentos psiquiátricos e remédios que saíram pela via rápida da agência de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos (FDA) eram mais propensos a requerer advertências de segurança adicionais após a aprovação, disse o estudo publicado na revista Journal of American Medical Association (JAMA).

    Para o estudo, pesquisadores da Universidade de Yale analisaram 222 novos medicamentos aprovados entre 2001 e 2010, acompanhando-os ao longo de 2017.

    No total, 32% (71) dos novos remédios tiveram um resultado deficiente de segurança após a aprovação, segundo a pesquisa.

    Três fármacos foram retirados por motivos de risco para a saúde: Valdecoxib, um anti-inflamatório; Tegaserod, utilizado para o tratamento da síndrome do intestino irritável; e Efalizumab, uma droga usada para tratar a psoríase.

    “Muito raramente há uma retirada de drogas (do mercado), mas existe, mais comumente, uma caixa preta de advertência, ou um comunicado para avisar sobre a segurança de um fármaco emitido pela FDA”, disse Joseph Ross, professor de medicina e saúde pública na Universidade de Yale.

    Fonte: UOL

  • Consulta discute regra para farmácia fazer vacinação

    Consulta discute regra para farmácia fazer vacinação

    As regras para o funcionamento dos serviços de vacinação estão em discussão pela Anvisa. O principal motivo é adequar as normas atuais para que as farmácias também apliquem vacinas com o mesmo controle e segurança que já é adotado nos serviços tradicionais de vacinação.

    A previsão deste tipo de serviço foi criada pela Lei 13.021/2014. Porém, a norma atual não se aplica de forma clara para as farmácias e drogarias. Esses locais não têm um histórico de armazenamento e aplicação, por isso, precisam fazer adequações caso queiram oferecer o serviço.

    As vacinas são medicamentos específicos que necessitam de condições especiais de conservação, além da aplicação por um profissional habilitado para este trabalho. As farmácias e drogarias que pretendem fazer vacinação deverão ter uma infraestrutura específica que inclui a sala de imunização com equipamento de refrigeração exclusivo para vacina e recipiente para o descarte de materiais perfurocortantes, entre outros.

    Os serviços de vacinação, incluindo as farmácias, também precisam ter um sistema de controle para garantir a conservação desses medicamentos em casos de falta de energia ou necessidade de transporte.

    Participe agora da Consulta Pública de Serviços de Vacinação

    Consulta Pública 328/17: Veja o texto proposto da norma.

    Prazo: até o próximo dia 31 de maio.

    Como contribuir: acesse formulário eletrônico.

    As Consultas Públicas são o principal instrumento de participação social utilizado pela Anvisa para recolher contribuições dos interessados sobre as propostas regulatórias e assim subsidiar a tomada de decisões da Agência sobre determinado ato normativo.  Veja a cartilha sobre a participação em Consultas Públicas.

    Fonte: Anvisa

  • Farmacêutico é importante no tratamento de doenças reumatológicas

    Farmacêutico é importante no tratamento de doenças reumatológicas

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) é parceiro da Sociedade Alagoana de Reumatologia que esta semana faz um alerta a sociedade sobre as doenças reumáticas e seus cuidados. O médico Diogo Lucas Barros explica que o mês do reumatismo é comemorado em outubro, mas o dia mundial do Lupus (10 de maio) e da Fibromialgia (12 de maio) é celebrado esta semana. “O mês de outubro é que engloba o mês do reumatismo, no entanto, a gente precisa orientar a sociedade sobre essas doenças que acabam por ser pouco conhecidas pela população mundial”, pontuou.

    Robert Nicácio, vice-presidente do CRF/AL, afirma que o farmacêutico tem um papel importante no tratamento dessas doenças. “Junto com a equipe médica, nós orientamos os pacientes sobre o medicamento que ele vai tomar e para nós do CRF/AL é de grande satisfação ser parceiro da Sociedade Alagoana de Reumatologia nestas ações de saúde”, revelou.

    Diogo Lucas também ressalta a importância do profissional de farmácia nesta ação. “Ele é quem vai fazer a dispensação e o controle da liberação de medicamentos de alto custo para o tratamento gratuito na doença crônica e autoimune sem cura, como são as doenças reumatologicas. Além disso, ele também explica ao paciente como armazenar e transportar esse medicamento”, destacou.

    O médico informa que o tratamento dessas doenças é gratuito e neste sentido o farmacêutico é fundamental porque ele é quem é o responsável por fazer a dispensação desse medicamento pela Farmex (Farmácia de Medicamentos Excepcionais de Alagoas). “O bom relacionamento e o trabalho em conjunto do médico que prescreve e o farmacêutico que libera e orienta o paciente nas informações necessárias para adesão do tratamento são fundamentais para o resultado terapêutico positivo”, comentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL firma parceria com Plataforma Engenharia para beneficiar farmacêuticos

    CRF/AL firma parceria com Plataforma Engenharia para beneficiar farmacêuticos

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) firmou, na tarde desta quinta-feira, 04 de maio, o convênio com a Plataforma Engenharia responsável pela construção de alguns empreendimentos na capital alagoana. A parceria dará desconto de R$ 6 mil sobre o valor de tabela e os cinco primeiros adquirentes não pagarão as despesas relativas ao registro do apartamento.

    Rafael Melo, diretor da Construtora, revelou que essa parceria é referente ao Edf Venusia Oliveira. “O conselho é muito importante porque estamos trazendo aos farmacêuticos alagoanos um produto de qualidade e com uma oportunidade de adquirir o seu imóvel de forma diferenciada”, garantiu.

    O presidente do CRF/AL, Alexandre Correia, afirmou que o CRF/AL traz mais um produtos para os farmacêuticos e agora, com desconto na compra de imóvel. “É um grande empreendimento e não poderíamos de deixar de firmar esse convênio que traz para os profissionais de Alagoas”, pontuou.

    Para mais informações, o farmacêutico pode entrar em contato com a Plataforma Engenharia pelo telefone: 3221-1916 ou pelo email:[email protected]

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Emagrecimento e Suplementação foram temas de palestra para farmacêuticos do interior

    Emagrecimento e Suplementação foram temas de palestra para farmacêuticos do interior

    Os farmacêuticos do Agreste e Sertão tiveram, no último dia 29, o curso voltado para o papel do Farmacêutico no emagrecimento e na suplementação. Eliane Campesatto falou sobre a farmacologia aplicada ao emagrecimento ressaltando que a perda de peso é a adoção de hábitos saudáveis como dieta e exercício associados ao uso do medicamento. “Os resultados só serão possíveis, se houver uma mudança de vida desse paciente desde a alimentação até a prática do exercício físico”, pontuou.

    Max Viana apresentou os suplementos alimentares para hipertrofia e aumento da performance física, explicando para o que cada um servia e mostrando com base em artigos científicos o que era melhor para o pré e pós treino. “A ideia é que os farmacêuticos conhecem um pouco mais desse mercado em crescimento. Hoje a busca pelo corpo ideal é uma realidade e nós precisamos estar preparados para atender essa nova demanda”, destacou.

    Para o vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Robert Nicácio, o dia foi bastante proveitoso. “Nós tivemos um auditório cheio e com discussões interessantes que só ajudam no crescimento profissional. Estou satisfeito em ver a participação massiva dos colegas do interior no nosso evento”, comemorou. O curso foi promovido pela seccional Arapiraca, por meio do programa de Educação Continuada.

    Fonte: Ascom CRF-AL

  • Curso de Excelência Farmacêutica está com inscrições abertas

    Curso de Excelência Farmacêutica está com inscrições abertas

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas em parceria com o Conselho Federal de Farmácia e a Sociedade Brasileira de Farmacêuticos e Farmácias Comunitárias (SBFFC) lançam o curso de Excelência Farmacêutica. As aulas serão divididas em dois módulos: gestão administrativa e marketing em farmácias e drogarias e serviços clínicos farmacêuticos, sendo de 16 horas cada.

    Entre os assuntos que serão ministrados estão noções do mercado farmacêutico, gestão financeira, como aumentar para o ticket médio e diminuir o CMV, área de influência para divulgação da farmácia, merchandising na farmácia e outros. Já no módulo de serviços clínicos, os interessados aprenderão mais sobre a transformação das farmácias em estabelecimentos de saúde, consulta farmacêutica e semiologia, remuneração pelos serviços clínicos farmacêuticos como forma de rentabilidade para farmácia e farmacêuticos, entre outros.

    As aulas iniciam no próximo dia 25 de maio, e os interessados podem fazer suas inscrições aqui. O curso é destinado apenas para profissionais.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmacêuticos atendem mais de 190 pessoas em ação de combate e prevenção a hipertensão arterial em Maceió

    Farmacêuticos atendem mais de 190 pessoas em ação de combate e prevenção a hipertensão arterial em Maceió

    A Comissão de Farmácia Comunitária do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas realizou, no Centro de Maceió, uma ação em comemoração ao Dia Nacional de Combate e Prevenção a Hipertensão Arterial. Mais de 190 pessoas foram atendidas e puderam verificar a sua pressão arterial e foram orientados como proceder diante do resultado apresentado.

    Roberto Galdino, presidente da Comissão, ressaltou que a ação foi importante porque hoje mais de 23% da população brasileira é hipertensa. “As pessoas estão expostas a essa doença silenciosa, uma simples dor de cabeça pode ser o primeiro sinal de que a sua pressão não anda bem, por isso é importante ter esse controle. Os farmacêuticos estão em todas as unidades de saúde para orientar a população”, pontuou.

    O farmacêutico Fabiano Leite, que participou da ação, ressaltou que a ação trouxe para a população a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre essa patologia. “Com essa ação, a sociedade percebeu que tem a sua disposição mais um profissional, que é o farmacêutico, para ajudá-lo no combate a hipertensão arterial. Nós somos um profissional de saúde que vamos ajudar na prevenção da doença, como também tirando dúvidas sobre os medicamentos que ele toma”, comentou.

    Para Neuri Cunha, que é profissional de serviços gerais e portadora da hipertensão arterial, a ação do Conselho de Farmácia de Alagoas foi maravilhosa porque muitas pessoas tem a pressão alta e não bem o que é. “Eu já tomo remédio controlado, e hoje, quando fui atendida tive a surpresa de ver que a minha pressão está muito alta e agora vou procurar o médico para saber o que está acontecendo”, revelou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Câmara Técnica de Arapiraca se reúne para discutir ações na região Agreste e Sertão

    Câmara Técnica de Arapiraca se reúne para discutir ações na região Agreste e Sertão

    Na última terça-feira, 25 de abril, a Câmara Técnica do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, seccional Arapiraca, esteve reunida para discutir ações para região do Agreste e Sertão e organizar os próximos cursos de atualização profissional que serão promovidos pelo programa de educação continuada daquela seccional.

    O vice-presidente do CRF/AL, Robert Nicácio, pontuou que esses encontros são importantes porque existe um alinhamento entre a capital e o interior. “Aqui na região do Agreste e Sertão nós temos aproximadamente 100 profissionais e é importante que eles estejam cientes do que vem sendo discutido na nossa profissão”, ressaltou.

    Durante a conversa, o farmacêutico Saulo Sales, passou para os colegas o resultado do encontro em que ele participou sobre descarte de medicamentos que aconteceu em Brasília. “Foi uma reunião institucional que contou com a presença dos Conselhos Regionais e eu fui representando o de Alagoas. Ficou decidido que deve ser publicada em breve uma carta sobre a logística reversa, no sentido de contribuir na coleta desses medicamentos”, informou.

    Saulo voltou para Alagoas repleto de ideias e já está ansioso para coloca-las em prática. De acordo com ele, o descarte de medicamentos hoje dentro das residências é feito de forma irregular e a intenção é educar a população a respeito deste assunto. “As empresas já cumprem a legislação quanto a esse descarte, agora, vamos fazer com a que a população também o faça de forma correta”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Presidente do CRF/AL participa de solenidade de abertura de simpósio sobre Toxicologia

    Presidente do CRF/AL participa de solenidade de abertura de simpósio sobre Toxicologia

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL), Alexandre Correia, compôs a mesa de abertura do Simpósio de Toxicologia e Drogas de Potencial Abuso realizado pelos estudantes do curso de farmácia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Em sua fala, ele destacou a iniciativa dos futuros profissionais em trazer uma tema tão importante para ser debatido. “Essa é uma área em que existe carência de profissionais e hoje, é um dia em que vocês poderão se aprofundar sobre o tema e tirar todas as suas dúvidas”, comentou.

    Alexandre reforçou que o Conselho está de portas abertas para apoiar todos os eventos e receber os estudantes e lembrou que 80% da comissão de ensino do CRF/AL são professores e profissionais egressos da UFAL. “Contem conosco no que for preciso. O Conselho é a instituição que representa a classe e que defende o interesse de todos os profissionais farmacêuticos”, pontuou.

    A professora Aline Fidelis, uma das coordenadoras do evento, revelou que o CRF/AL é sempre parceiro e apoio dado ao simpósio foi importante porque aproxima a instituição com os futuros profissionais. O evento aconteceu nos dias 10 e 11 de abril no auditório do Centro de Saúde da UFAL, onde foram discutidos durante os dois dias de evento vão desde os aspectos toxicológicos e farmacológicos dos psicofármacos excitatórios até a nanotecnologia em cosméticos e seus riscos/toxicidade.

    Fonte: Ascom CRF-AL