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  • Estudo associa refrigerantes, biscoitos e salgadinhos ao câncer intestinal

    Estudo associa refrigerantes, biscoitos e salgadinhos ao câncer intestinal

    RIO- Refrigerantes, bolos, biscoitos, batatas fritas e sobremesas. Todos os itens desta lista de guloseimas foram identificados como fatores de risco para câncer de intestino, de acordo com uma nova pesquisa da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

     

    O estudo é o primeiro de seu tipo a encontrar uma relação entre a doença e uma dieta rica em alimentos que contêm uma grande quantidade de açúcar e gordura. Os pesquisadores analisaram também outros fatores de risco entre os voluntários, como os níveis de atividade física e tabagismo.

     

    Os cientistas analisaram mais de 170 alimentos, inclusive frutas, legumes, peixe e carne, bem como salgadinhos de alto nível calórico – como chocolates, nozes e batatas fritas e bebidas de frutas.

    Durante a pesquisa, os cientistas concluíram que o câncer colorretal tem fatores de risco já conhecidos – tais como história familiar de câncer, baixo nível de atividade física e tabagismo, mas também identificaram outros menos estudados, incluindo a alta ingestão de lanches de alta energia e bebidas adoçadas com açúcar.

     

    O estudo – que usou dados do Estudo escocês de Câncer Colorretal – realizado em 2012, baseia-se em pesquisas anteriores sobre a ligação entre o câncer de intestino e a dieta. Esses estudos identificaram dois padrões distintos de comer – um, rico em frutas, verduras e outros alimentos saudáveis; ​​e o padrão ocidental, rico em carne, gordura e açúcar.

     

    O padrão ocidental gera mais risco de câncer que o padrão rico em vegetais.

     

    Evropi Theodoratou, da Escola de Ciências da Saúde Molecular, Genética e População, da Universidade de Edimburgo, disse:

    – O que descobrimos é muito interessante e que merece uma investigação mais aprofundada usando grandes estudos populacionais. Enquanto as relações entre a dieta rica em açúcar e câncer colorretal gordura e não implicam automaticamente em uma relação de causa e efeito , é importante levar em conta o que nós encontramos, especialmente porque as pessoas nos países industrializados estão consumindo mais esses alimentos.

    Fonte: Jornal O Globo

     

  • Encontro discute aspectos técnicos de medicamentos biológicos

    Um encontro sobre medicamentos biológicos vai discutir os diferentes aspectos referentes a esta categoria de produto. Entre os temas da oficina de trabalho, estão o panorama regulatório mundial e os estudos clínicos voltados para o desenvolvimento de biológicos. Os palestrantes também vão abordar questões técnicas como a comparabilidade in vitro de moléculas e o desenvolvimento global de biológicos.



    O workshop será na próxima terça-feira (25/6), na sede da Anvisa em Brasília. Serão oferecidas 25 vagas para interessados que não fazem parte do corpo funcional da Agência. As vagas serão disponibilizadas pela ordem de chegada das inscrições.



    Para participar, basta encaminhar o nome, instituição ou empresa que representa e o telefone de contato para o e-mail: 
    [email protected]. O evento é promovido pela empresa Sandoz com o apoio da Anvisa.



    Workshop sobre medicamentos biológicos



    Onde
    : Sede da Anvisa – Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) – Trecho 5, Área Especial 57, Brasília (DF) – Sala 8, 1º andar do Bloco E (bloco do Auditório).

    Quando: terça-feira (25/6) – 09h as 12h.



    Confira a programação: 



    ▪ Visão do panorama regulatório de Biosimilares: regulamentação no mundo (40 min)

       Thomas Kirchlechner

    ▪ 
    Desafios no desenvolvimento global de Biosimilares (45 min)

      Jan Marinus Visser

    ▪ Aspectos Críticos na comparabilidade in vitro de moléculas (25 min) 

      Antonio da Silva

    ▪ 
    Estudos Clínicos em Biosimililares (35 min)

      Sigrid Balser e Carlos Sattler

     Encerramento: Discussão, Perguntas e Respostas



    Imprensa/Anvisa

  • Johnson & Johnson é notificada após recall de anticoncepcional

    Ministério questiona se medicamentos circulou no Brasil

    A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, emitiu notificação dirigida à Johnson & Johnson nesta segunda-feira (17). O caso refere-se à pílula anticoncepcional Cilest, que passou por recall no exterior.

    Em nota, o ministério informa que a notificação foi emitida na última sexta-feira, “para que esclareça se os medicamentos sujeitos ao defeito foram comercializados no Brasil e, caso tenham sido, para que inicie imediatamente o procedimento de recall em território nacional”.

    Em 6 de junho de 2013, chegou ao conhecimento da Senacon que a Johnson & Johnson anunciou recall envolvendo a pílula anticoncepcional Cilest.

    “A porta voz da empresa informou que os testes realizados na pílula indicaram que um dos dois hormônios presentes no medicamento estava sendo liberado mais lentamente do que o pretendido e que o recall compreende 179 lotes do produto”, cita a nota do MJ. Diante desse cenário, a Senacon decidiu notificar a empresa.

  • Tribunal libera venda de medicamento do grupo EMS

    A comercialização do produto era questionada pela Pfizer

    Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou a venda do medicamento para impotência Ah-Zul, fabricado pela EMS e a Legrand Pharma Indústria Farmacêutica – que também pertence ao grupo EMS. A comercialização do produto era discutida em ação proposta pela Pfizer.

    A Pfizer alegava que o Ah-Zul poderia confundir o consumidor, por fazer referência à cor e ao formato do Viagra. A empresa pedia ainda que as fabricantes do Ah-Zul deixassem de utilizar o nome Viagra em suas peças publicitárias.

    No processo, a Pfizer argumentou que a referência à cor do medicamento produzido por ela iria contra o artigo 195 da Lei nº 9.279, de 1996, que trata da propriedade industrial. A norma estabelece como crime de concorrência desleal “desviar, em proveito próprio ou alheio, clientela de outrem”.

    O recurso chegou ao STJ em maio. A relatora, ministra Nancy Andrighi, entretanto, entendeu que seria preciso analisar mais provas para julgar o caso, medida vedada ao tribunal superior. Dessa forma, manteve o entendimento do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que permitiu a venda do Ah-Zul.

    Para o TJ-SP, não está caracterizada a concorrência desleal. “A embalagem de ambos não é semelhante, enquanto a cor do comprimido em nada influenciará nessa decisão, pois não é possível visualizar qualquer dos medicamentos sem antes abrir a embalagem”, afirma o relator do caso, João Pazine Neto, da 3ª Câmara de Direito Privado.

    Fonte: Valor Econômico

  • Medicamento experimental para artrite se mostra eficaz

    Droga tem capacidade de bloquear enzimas

    As farmacêuticas Eli Lilly e Incyte afirmaram que um medicamento experimental desenvolvido para a artrite reumatoide foi eficaz na redução dos sintomas dolorosos associados à doença após 52 semanas de tratamento.

    Chamada de Baricitinib, a droga faz parte de uma nova família de medicamentos conhecidos como inibidores de JAK, com capacidade de bloquear enzimas que os pesquisadores acreditam fazerem parte do processo inflamatório.

    Se aprovada, a pílula irá competir contra medicamentos injetáveis para a artrite reumatoide, que atualmente dominam o mercado.

    Fonte: Yahoo News