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  • Participe da Pesquisa sobre Conhecimento de Farmacêuticos acerca da Cannabis Medicinal no Brasil

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL) apoia e divulga a pesquisa científica intitulada “Análise do conhecimento de farmacêuticos acerca da Cannabis medicinal no Brasil”, conduzida por Alexandra Mello da Silva Campos, doutoranda na Universidade Federal Fluminense (UFF).

    O estudo, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa sob o parecer nº 7.388.645, está em conformidade com as diretrizes da Resolução CNS nº 466/12 e tem como objetivo compreender o nível de conhecimento dos farmacêuticos brasileiros sobre o uso terapêutico da Cannabis medicinal.

    A participação é anônima, voluntária e leva cerca de 10 minutos. Os resultados contribuirão para o avanço científico e para o desenvolvimento de estratégias de capacitação profissional nessa área.

    📝 Informações da pesquisa

    • Título: Análise do conhecimento de farmacêuticos acerca da Cannabis medicinal no Brasil
    • Pesquisadora responsável: Alexandra Mello da Silva Campos – Doutoranda | Universidade Federal Fluminense
    • Tempo estimado de resposta: 10 minutos
    • Participação: Anônima e voluntária
    • Link para participação: Clique aqui para responder

    O CRF-AL reforça a importância da colaboração dos profissionais registrados para garantir a representatividade dos dados e contribuir com a produção de conhecimento científico sobre um tema de crescente relevância na prática farmacêutica.

  • Capacitação em aplicação de injetáveis- Arapiraca

    Curso de capacitação de injetáveis, com o professor Carlos Andrade.

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL) promove mais uma importante ação de qualificação profissional com a Capacitação em Aplicação de Injetáveis, voltada exclusivamente para farmacêuticos.

    O curso será ministrado pelo renomado prof. Carlos Andrade, que conduzirá uma imersão teórica e prática sobre técnicas seguras e eficazes na aplicação de medicamentos injetáveis. A capacitação abordará desde os fundamentos da administração de injetáveis até os cuidados essenciais com o paciente, incluindo normas sanitárias, biossegurança e boas práticas clínicas.

    Local: Auditório do Senac – Rua Marinete Francisca Nunes, 2853, bairro Brasiliana, Arapiraca

    Data: 26 de julho

    Horário: 9h

    Carga horária: 8 horas

    Inscreva-se CLICANDO AQUI.

    Exclusivo para farmacêuticos

    Participe dessa oportunidade de aprimoramento técnico e ampliação do seu escopo de atuação clínica.

    Vagas limitadas. Garanta sua inscrição!

  • CRF-AL promoverá curso de capacitação em serviços clínicos na região Sul do estado.

    O Conselho Regional de Farmácia do Estado de Alagoas, seguindo seu compromisso em fortalecer a atuação clínica do Farmacêutico, realizará no dia 12/07/2025, no município de Penedo/AL, o curso Capacitação em Serviços Farmacêuticos.

    Programação

    9h-12h: Interpretação de Exames Laboratoriais na Farmácia Comunitária – Dr. Robert Nicácio

    12h-14h: INTERVALO

    14h-17h: Acompanhamento farmacêutico em doenças cardiovasculares – Dr. Daniel Fortes

    O evento ocorrerá na Casa da Aposentadoria, localizado na Praça Barão de Penedo – Centro Histórico.

    As Inscrições são gratuitas e realizadas acessando o link https://doity.com.br/capacitacao-em-servicos-farmaceuticos.

  • Pacientes com dermatite atópica passam a contar com tratamento integral no SUS

    A dermatite atópica – condição que acomete principalmente as crianças – poderá ser tratada de forma integral no Sistema Único de Saúde (SUS). Isso porque as pessoas que lidam com essa doença crônica – que causa inflamação na pele, ocasionando lesões e coceiras intensas, dependendo da gravidade – passam a contar com três novos medicamentos, possibilitando o cuidado desde as fases iniciais até quadros mais graves da doença.

    A novidade foi anunciada pelo Ministério da Saúde, com a publicação de três portarias, nesta terça-feira (27). Ela amplia as opções de tratamento com ganhos importantes para quem convive com a dermatite atópica em vista da incorporação, na rede pública de saúde, de duas pomadas para a pele – o tacrolimo e o furoato de mometasona – e um medicamento oral – o metotrexato.

    Com recomendação favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), o tacrolimo tópico e o furoato de mometasona poderão tratar pessoas que não podem utilizar corticoides ou apresentam resistência aos tratamentos até então disponíveis. A ampliação de acesso ao tacrolimo tópico para os pacientes do SUS é um benefício relevante, já que, por ser um medicamento de alto custo, seu acesso era mais restrito.

    A outra novidade é o metotrexato utilizado no manejo da dermatite atópica grave, principalmente para pacientes que não podem utilizar a ciclosporina, medicamento já disponibilizado na rede pública.

    Tratamento adequado e enfrentamento ao preconceito

    A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (SECTICS), Fernanda De Negri, explica que os novos medicamentos possibilitarão tratamentos mais personalizados e com menos efeitos colaterais, dependendo da gravidade da condição. “Outro fator importante do tratamento é o enfrentamento a estigmas sociais impostos às pessoas que vivem com a condição, que, muitas vezes, convivem com preconceitos em vista das lesões visíveis na pele. Estamos falando de uma doença que acomete, muitas vezes, crianças em idade escolar, que podem deixar de ir às aulas por isso”, afirmou.

    Fernanda De Negri se refere aos impactos psicossociais que atingem não apenas as crianças, mas também os adultos que também podem ser acometidos pela doença. Muitas pessoas sofrem com feridas visíveis que podem impor limitações em suas atividades diárias e, portanto, da qualidade de vida, dependendo de sua condição clínica.

    Dermatite atópica, uma condição genética e crônica

    Doença não contagiosa, a dermatite atópica é uma condição genética e crônica, caracterizada principalmente por coceira intensa e pele ressecada. Ela afeta especialmente as áreas de dobras do corpo, como a parte frontal dos cotovelos, atrás dos joelhos e o pescoço. É uma das formas mais comuns de eczema, prevalente na infância, embora também possa surgir na adolescência ou na fase adulta.  

    Em crianças pequenas, a face é frequentemente uma área afetada. A doença pode variar muito de paciente para paciente, com diferentes intensidades e respostas aos tratamentos.

    Conheça detalhes dos novos medicamentos

    Incorporados ao SUS para tratar casos leves, moderados e graves, o tacrolimo tópico, furoato de mometasona e o metotrexato serão ofertados na rede pública de saúde conforme o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Dermatite Atópica. Esse documento está sendo atualizado para incluir as orientações de uso dos novos medicamentos.  Conheça mais sobre eles:

    • tacrolimo tópico será oferecido nas concentrações de 0,03% e 0,1%.  Trata-se de uma pomada que garante tratamento de lesões em áreas sensíveis, como o rosto, pois reduz a permeabilidade da pele e melhora a barreira cutânea. Ele funciona diferentemente dos corticoides que podem causar efeitos adversos significativos com o uso prolongado. SECTICS/MS, nº 18, de 12 de maio de 2025.
    • Já o furoato de mometasona 0,1%, em forma de pomada, promove alta adesão ao tratamento por sua eficácia na regeneração da pele sensível, auxiliando na cicatrização e proporcionando alívio rápido. A incorporação desse medicamento fortalece a linha de tratamento oferecida pelo SUS, que passa a atender diferentes idades e fases da doença e pacientes com restrições ao uso de outras substâncias. Confira  portaria SECTICS/MS, nº 18, de 12 de maio de 2025.
    • Já o metotrexato, medicamento oral, é um imunossupressor e atua na modulação da resposta inflamatória. Ele ajuda a controlar as crises da doença e ainda reduz a necessidade do uso contínuo de corticosteroides sistêmicos, que apresentam efeitos colaterais com o uso prolongado.

    Tratamento da doença no SUS

    Atualmente, a rede pública de saúde já oferece outras três opções de cuidado: duas pomadas para aplicação direta na pele, a dexametasona creme (1 mg/g) e acetato de hidrocortisona creme (10 mg/g – 1%). Ambas são classificadas como de potência leve. Para casos mais graves, está disponível a ciclosporina, opção oral.

    Entre 2024 e 2025, mais de 1 mil atendimentos hospitalares e mais de 500 mil ambulatoriais relacionados à dermatite atópica foram prestados na rede pública de saúde em todo o Brasil. O cuidado pode envolver consultas especializadas, exames e prescrição de medicamentos, de acordo com o quadro clínico apresentado.

    O tratamento objetiva reduzir sintomas, prevenir exacerbações, tratar infecções quando presentes, minimizar os riscos de tratamento e restaurar a integridade da pele. Na maioria dos pacientes com a forma leve da doença, os resultados positivos são alcançados apenas com o uso de terapias tópicas, que inclui hidratantes e emolientes, adaptações nos banhos, fototerapia, curativos/bandagens e uma terapia com o foco na reversão de hábitos. Já para casos moderados ou graves, o tratamento envolve também medicamentos como corticoides, comprimidos e soluções orais.

    Como acessar o tratamento na rede pública

    Para ter acesso à assistência pública, basta procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência do paciente; a partir da avaliação clínica e se houver necessidade, ocorrerá o encaminhamento para consulta com especialista para diagnóstico preciso e definição da conduta terapêutica. 

    Fonte: Ascom CFF

  • EaD: nota de protesto contra o novo marco regulatório da educação a distância em saúde

    O Conselho Federal de Farmácia (CFF) e os Conselhos Regionais de Farmácia (CRFs) manifestam publicamente sua profunda indignação com o decreto assinado nesta segunda-feira, 19 de maio de 2025, pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo Ministro da Educação, Camilo Santana, que institui a nova Política de Educação a Distância (EaD) no Brasil.

    Apesar dos avanços pontuais, como a classificação como presenciais de alguns cursos da área da saúde – Medicina, Enfermagem, Odontologia e Psicologia –, o decreto falha gravemente ao permitir a continuidade da oferta de cursos de Farmácia a distância, sob a roupagem de formato “semipresencial”. Na prática, o semipresencial é o antigo EaD, exigindo que apenas 30% do conteúdo programático seja ministrado presencialmente. O restante poderá ser ministrado a distância, ainda que 20% seja ao vivo. Ou seja, nada muda em relação à realidade anterior.

    É inaceitável que, diante das sucessivas denúncias de precariedade na formação EaD e dos relatórios oficiais que apontam a ausência de fiscalização, o Governo Federal insista em manter aberta a possibilidade de formação remota em uma profissão essencialmente prática, que lida diariamente com a saúde e a segurança de milhões de brasileiros.

    Os Conselhos de Farmácia, ao longo dos últimos anos, atuaram firmemente na defesa da formação presencial e de qualidade, em parceria com o próprio MEC, Ministério Público Federal e o Ministério Público do Trabalho, com ações que incluem:

    •⁠  ⁠Cooperação com o MEC desde 2009 para emissão de pareceres técnicos em processos de novos cursos;

    •⁠  ⁠Realização de um seminário nacional das profissões da saúde em 2017 contra a proliferação indiscriminada do EaD nesta área;

    •⁠  ⁠Ação judicial conjunta com o Ministério Público Federal (2022–2023), com base em acórdão do TCU, que resultou na obtenção de uma liminar suspendendo a autorização de novos cursos remotos, da qual o MEC recorreu, suspendendo temporariamente a autorização de novos cursos. O prazo do sobrestamento foi adiado por três vezes, até o lançamento do marco regulatório. Enquanto isso, até hoje não temos decisão quanto à ação movida pelo MPF e os Conselhos;

    •⁠  ⁠Acordo celebrado com o Ministério Público do Trabalho (2024) para fiscalização presencial dos estágios obrigatórios dos cursos de Farmácia, cujo relatório revelou graves irregularidades.

    Este novo marco regulatório ignora os alertas da ciência, da fiscalização profissional e do controle institucional, além do relatório do Enade 2023. Nenhum curso de graduação em Farmácia na modalidade EaD conquistou conceitos 4 e 5. A maioria teve conceitos 1 ou 2 (89,7%), sendo que apenas 10% conquistaram conceito 3. Desempenho bem abaixo dos presenciais. Destes, quase 60% obtiveram conceito entre 3 e 5.

    Reforçamos que o uso de tecnologias no ensino não pode ser confundido com a substituição da prática presencial, especialmente quando está em jogo a vida das pessoas. A Farmácia é uma profissão da linha de frente da saúde e precisa de uma formação sólida, ética e tecnicamente comprometida com o cuidado à população. Exige laboratórios, práticas clínicas supervisionadas e estágios em campo, sob acompanhamento qualificado.

    Diante disso, os Conselhos de Farmácia:

    •⁠  ⁠Reiteram seu posicionamento contrário à formação de farmacêuticos no modelo predominantemente a distância ou “semipresenciais”;

    •⁠  ⁠Requererão formalmente ao MEC a inclusão do curso de Farmácia no rol dos cursos presenciais, com base nos critérios técnicos adotados para os cinco cursos enquadrados pelo ministério neste formato de oferta;

    •⁠  ⁠Avaliarão, junto aos demais conselhos profissionais da saúde e ao Ministério Público, as medidas cabíveis para garantir que a formação dos futuros profissionais da saúde atenda aos princípios da qualidade, segurança e responsabilidade social.

    O Brasil precisa expandir o acesso à educação superior, sim. Mas isso jamais pode ser feito em detrimento da qualidade do cuidado em saúde.

    Brasília, 20 de maio de 2025.

    Conselho Federal de Farmácia – CFF e Conselhos Regionais de Farmácia.

    Em defesa da saúde, da ciência e da ética profissional.   

    Fonte: Ascom CFF

  • 26 Anos de Genéricos: a atuação do farmacêutico na quebra de preconceitos

    No dia do medicamento genérico, comemorado em 20 de maio, Robert Nicácio, vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, ressaltou que a lei do genérico, como ficou conhecida, promoveu uma mudança no panorama da saúde pública, mas acima de tudo, o acesso a medicamentos de qualidade com preço mais acessível.

    “O valor chega a ser no mínimo 35% mais barato que o medicamento de referência, e em alguns casos essa diferença pode chegar até 90% mais em conta, o que torna mais acessível o tratamento, principalmente de doenças crônicas como diabetes e hipertensão, pois são tratamentos de longo prazo”, disse Robert.

    O principal desafio, segundo o vice-presidente, é desmitificar que o medicamento genérico não serve ou não faz efeito. “Infelizmente uma minoria de profissionais de saúde ainda tem esse discurso e nós farmacêuticos, precisamos desconstruir essa crença. Os medicamentos genéricos passam por testes de equivalência e biodisponibilidade, realizados pela ANVISA, o que confere a eles segurança e eficácia comprovadas”, garantiu.

    No Brasil, 97% das classes terapêuticas são atendidas pelo genérico, o que mostra a forte atuação da indústria farmacêutica e sua contribuição para um presente e um futuro de saúde. Hoje, o genérico é aceito por 80% da população, representando 33% dos medicamentos consumidos no País. Essa aprovação vem do fato de que os pacientes ou consumidores que estão usando o medicamento genérico, conseguem se tratar adequadamente e se curar com ele, atestando sua eficácia e segurança na prática.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Horário de funcionamento

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que em virtude das fortes chuvas que assolam o Estado de Alagoas, e prezando pela segurança de nossos colaboradores e usuários, dos dias 19 a 23 de maio o nosso horário de funcionamento será reduzido de 8h às 12h e 13h às 15h.

  • Comunicado

    Em virtude da previsão de fortes chuvas na região metropolitana de Maceió e o risco de alagamento nas proximidades do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, orientamos a todos os nossos usuários que priorizem o atendimento on-line, através do crf em casa ou pelo e-mail: [email protected].

    Recomendamos também que profissionais, proprietários de farmácia e empreendedores de outros municípios evitem o deslocamento para atendimento presencial, face ao incidentes nas estradas comunicados pela defesa civil.

  • CRF-AL ajuíza Ação para assegurar assistência farmacêutica qualificada em São Miguel dos Campos

    Com o objetivo de assegurar a assistência farmacêutica qualificada, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas ajuizou, na última terça-feira, 6 de maio, uma Ação Civil Pública contra o município de São Miguel dos Campos, para garantir a presença de profissional farmacêutico em todas as unidades que compõem a rede municipal de saúde.

    O CRF apurou que alguns estabelecimentos, como por exemplo, a Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF), em dois Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), em um Centro Especializado de Assistência Farmacêutica e na Farmácia do Povo pertencentes a rede pública municipal não possui farmacêuticos homologados junto ao Conselho.

    A legislação vigente, que estabelece como atividade privativa do farmacêutico a dispensação de medicamentos sujeitos a controle especial, tais como antimicrobianos e psicotrópicos e estes estabelecimentos não conseguem comprovar que as atividades privativas da profissão são exercidas por profissionais legalmente habilitados.

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas segue fazendo um levantamento em todos os municípios alagoanos, e se for identificado que o descumprimento da ação vigente, também poderão ser alvo de ações judiciais.

    A ação visa assegurar que a população de São Miguel dos Campos tenha acesso à assistência farmacêutica qualificada, conforme determina a legislação sanitária e profissional, resguardando, assim, a segurança e a eficácia no uso de medicamentos.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmacêuticos ganham nova oportunidade com Residência Multiprofissional na UFAL

    Prevista para março de 2026, a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), por meio da EBSERH/HUPAA-UFAL, vai ofertar a primeira Residência Multiprofissional em Análises Clínicas, com duas vagas destinadas a farmacêuticos. O coordenador do programa, professor Dr. Carlos Arthur C. Almeida, explicou que a residência terá duração de dois anos, sendo a parte prática realizada no Hospital Universitário da UFAL (HUPAA-UFAL) e no Hospital Veterinário de Viçosa (HUV-UFAL).

    “Além desses, estão sendo firmados convênios com outros centros colaboradores do estado, a fim de garantir uma maior diversidade de cenários de prática”, afirmou o professor Carlos. A seleção será realizada por meio do ENARE. O coordenador ressalta que o formato do programa, com a inclusão de médicos-veterinários, biólogos e biomédicos, é inédito no Brasil. “Outros programas de residência em análises clínicas para farmacêuticos já existem, mas, nesse formato multiprofissional, seremos pioneiros tanto no âmbito da UFAL, quanto no Norte e Nordeste, e também em nível nacional.”

    De acordo com o professor Carlos Arthur, a proposta da residência multiprofissional é possibilitar a integração entre esses profissionais, promovendo a troca de experiências e conhecimentos dentro de suas respectivas competências e habilidades. “Todos esses profissionais são regulamentados por seus conselhos para atuar na área de análises clínicas”, concluiu.

    Fonte: Ascom CRF/AL