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  • Coordenador e fiscais do CRF/AL participarão do Encontro Nacional de Fiscalização

    Nos próximos dias 04 e 05 de agosto acontece XVI Encontro Nacional de Fiscalização em Brasília, na sede do Conselho Federal de Farmácia. Toda a equipe de fiscalização do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas participará do encontro que está marcado para iniciar às 8h30 do dia 04 de agosto.

    Serão dois dias de debates, cujos temas vão desde a fiscalização em campos de Estágio: resultados obtidos do Convênio com MPT e perspectivas futuras, passando pela judicialização e impactos da fiscalização até a vivência de inspeção fiscal em consultório farmacêutico.

    O vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Daniel Fortes, que é o coordenador de fiscalização, pontua que encontros como estes são fundamentais já que a atividade da fiscalização é muito dinâmica e constantemente sofre mudanças. “São nestes encontros que nós conseguimos nos atualizar quanto as novas situações da fiscalização para que possamos aplicar as novas regras na prática”.

    O anúncio do encontro foi feito pelo presidente do Conselho Federal de Farmácia, José Walter, em fevereiro deste ano, durante o encontro dos presidentes, vice-presidentes e gerentes de fiscalização que aconteceu aqui em Maceió.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL realiza atendimentos de saúde na comunidade do Vergel do Lago

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas realizou no dia 28 de julho, Dia mundial de luta contra as hepatites virais, uma ação de saúde na comunidade espírita Nosso Lar de rastreamento de hepatites B e C, HIV e Sífilis, além de orientação sobre hipertensão e diabetes.

    Promovida pelos Grupos de Trabalho de Farmácia Comunitária e Análises Clínicas, o objetivo foi identificar na comunidade do Vergel do Lago pacientes que tivessem alguma destas patologias para que elas fossem tratadas logo no início. Foram atendidas 100 pessoas e deste total, três delas apresentaram resultado positivo para Sífilis e uma para hepatite C.

    Eline Baracho, integrante do Grupo de Farmácia Comunitária, diz que ações como esta mostram a importância do farmacêutico para a sociedade: “Esse contato direto com a comunidade é essencial para que a gente consiga fazer essa triagem e ao mesmo tempo, mostrar a importância da realização dos exames”.

    Dinorah Dowsley, membro do Grupo de Trabalho de Análises Clínicas, explica que quando o resultado é positivo, o paciente é encaminhado para um centro de referência para confirmação do diagnóstico e início do tratamento: “Ele vai fazer um teste confirmatório, através de outros métodos, e confirmada a patologia o tratamento é iniciado. Aqui em Maceió o centro de referência é o Hospital Dr. Hélvio Auto (antigo HDT)”.

    Para estudante de farmácia Zara Passos, participar do atendimento foi importante porque teve a oportunidade de colocar em prática o que foi aprendido em sala de aula. “A gente vai se preparando para enfrentar o mercado de trabalho. O meu foco é cuidar das pessoas e estar aqui hoje, me permitiu viver essa experiência. Foi gratificante”.

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Fábio Pacheco, revelou que estas ações fazem parte do programa Farmacêutico amigo da sociedade. “A ideia é levar os serviços de saúde às comunidades carentes, e nós começamos aqui pelo Vergel do Lago graças ao apoio da comunidade espírita Nosso Lar”.

    A ação de saúde contou com a participação dos estudantes de farmácia das faculdades Pitágoras, Uninassau e Estácio.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • PIC´s: CRF/AL promove seminário no próximo dia 06 de agosto

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, por meio do Grupo de Trabalho de Práticas Integrativas e Complementares (PIC’S), promove no próximo dia 06 de agosto o I Seminário de Saberes e Fazeres em Práticas Integrativas e Complementares. O curso acontece das 8h às 17h na sede do CRF/AL tendo como público alvo profissionais e estudantes de farmácia do 9º e 10º períodos.

    Robert Nicácio, líder do GT Pic´s, explica que o curso irá contemplar as áreas de acupuntura, aromaterapia, ventosaterapia, argiloterapia, medicina tradicional chinesa, floralterapia e outras. “O nosso objetivo é difundir essas práticas com os colegas e mostrar à população que o farmacêutico também está atuando neste segmento”, disse.

    Segundo Robert, essa é uma prática que tem crescido bastante e que tem possibilitado ao profissional empreender, ou seja, ter o seu próprio consultório. “Além de rentabilidade, o farmacêutico pode atuar de forma independente, sem um vínculo formal, ele passa ser dono do seu próprio negócio”, afirmou.

    Ele pontua que para trabalhar com as práticas integrativas e complementares, os farmacêuticos precisam passar pelos cursos de formação e/ou especialização na área em que deseja atuar. “Na acupuntura e medicina tradicional chinesa, o farmacêutico tem que fazer o curso de especialização, que dura dois anos e averbar junto ao Conselho para atuar. Para terapia de florais de bach é exigido o curso de formação com comprovação de carga horária de curso para poder atuar. Já em outras áreas como ventosaterapia e aromaterapia, por ser tratar de uma área livre, basta que o profissional tenha apenas o curso de formação para trabalhar”, comentou.

    Programação:

    8h30 – 9h25 – Como ter um posicionamento que vende digital

    Palestrante: Wanessa Lays da Silva – mentora de produtividade para negócios digitais

    9h30 – 10h25 – Comunicação farmacêutico- paciente

    Palestrante: Tatiane Acioly e Camila Calado – Conceito farmacêutico

    10h30 – 11h25 – Como montar seu consultório farmacêutico autônomo

    Palestrante: Robert Nicácio – farmacêutico clínico, formação em PIC´S, atuante em consultório farmacêutico

    11h30 – 12h – Apresentação do Guia Prático de Autocuidado

    12h-14h – Intervalo

    14h-16h55 – Oficina de Práticas Integrativas e Complementares

    Acupressão – Kristiana Mousinho

    Óleos de massagem/óleos essenciais – Paula Viviani e Flávia Dabbur

    Argiloterapia – Janaína Peixoto

    Fitopreparados – Gabriela Corti

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • No dia de combate às hepatites virais, farmacêutico fala sobre suas formas de transmissão

    No dia de conscientização de combate às hepatites virais, 28 de julho, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas faz um alerta quanto aos cuidados e tratamento desta patologia que atingiu mais de 7 mil pessoas em Alagoas, nos últimos 20 anos, conforme dados do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde de 2021.

    O farmacêutico Humberto Medeiros, membro do Grupo de Trabalho de Análises Clínicas do CRF/AL, explica que hepatite é o nome dado a toda inflamação ou infecção que atinge o fígado, e é causada, na maioria das vezes, por uma infecção viral. “A doença se manifesta de maneira silenciosa, e isso acaba trazendo comprometimento para o organismo, e dependendo das alterações provocadas no fígado, a doença pode ser leve, moderada ou grave”, alertou.

    Quando a doença apresenta sintomas, estes podem ser: cansaço, febre, mal estar, tontura, vômito, dor abdominal, enjoo, pele e olhos amarelados, a urina escura e fezes claras.

    As hepatites virais são classificadas em cinco tipos: A, B, C, D e E, de acordo com o tipo de vírus que provoca a doença (HAV, HBV, HCV, HDV e HEV). Estes vírus podem causar hepatite aguda e até se tornar crônica. “Os vírus das hepatites B, C, D causam hepatite crônica que podem levar a cicatrizes no fígado, conhecida como cirrose, até o desenvolvimento de um câncer primário de fígado”, pontuou.

    No caso da hepatite A, o farmacêutico revela que é uma doença viral aguda que na maioria das vezes não apresenta sintomatologia, mas que raramente evolui para a falência hepática, por isso, ela é considerada benigna. É também conhecida como hepatite infecciosa. A sua transmissão acontece por meio do consumo de água e alimentos infectados pelo vírus HAV.

    Já a hepatite B está presente no sangue e secreções, então, a sua transmissão acontece principalmente por meio de relações sexuais sem uso de preservativo, da mãe para o filho durante o parto, no compartilhamento de objetos de higiene pessoal, como por exemplo lâmina de barbear ou alicate de unha, do consumo de drogas com o compartilhamento de seringas e por meio de transfusão sanguínea.

    A hepatite C é considerada a mais grave entre as hepatites virais, se manifestando de maneira aguda ou crônica, podendo evoluir para uma cirrose hepática. “A hepatite C é a segunda forma mais frequente da doença”, disse Humberto.

    A hepatite D se desenvolve naquele paciente que tem hepatite B, é considerada a mais grave das formas crônicas, com progressão mais rápida para cirrose, maior probabilidade de progressão para descompensação, e para o câncer de fígado, podendo levar a morte do paciente.

    No caso da hepatite E, que não é comum no Brasil, o paciente apresenta uma hepatite aguda de curta duração e autolimitada, o que significa dizer que depois de um certo tempo ela desparece. “Ela pode ser grave em gestantes”, comentou.

    De acordo com o farmacêutico, a prevenção para as Hepatites Virais se faz por medidas gerais de higiene e saneamento básico, sexo seguro e vacinas para a as Hepatites A e B.

    A atuação farmacêutico na hepatite

    As unidades básicas de saúde realizam o rastreamento de infecção por hepatites virais B e C. “Qualquer usuário do SUS pode procurar a unidade de saúde mais próxima a sua residência e solicitar a realização do teste rápido. É um teste indolor, onde é feito um pequeno furo no dedo e em poucos minutos o resultado já é entregue ao usuário. Caso seja positivo, ele será encaminhado para unidade de referência para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento.

    O diagnóstico da doença é feito por meio de exames de sangue, onde se detectam anticorpos produzidos pelo organismo quando se tem o vírus.

    E o tratamento é direcionado conforme o tipo de vírus que o paciente apresenta. Alguns destes vírus tem tratamento específico, e em alguns são tratados apenas os sintomas apresentados.

     “Como farmacêuticos, nós podemos realizar esses testes e fazer a análise dos resultados, e também atuar no tratamento com a dispensação do medicamento, tanto nas farmácias, como nos hospitais, quando os pacientes estão internados. Nós atuamos desde a suspeição até o tratamento”, afirmou.

    Realização de testes

    No dia 28 de julho, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas estará no Centro Espírita Nosso Lar realizando testes para hepatite de forma gratuita das 13h às 17h. A ação será promovida pelo Grupos de Trabalhos de Farmácia Comunitária e Análises Clínicas do CRF/AL.

    Eline Baracho, líder do GT de Farmácia Comunitária, explica que o objetivo da ação é detectar as hepatites virais e encaminhar esses pacientes para tratamento. “Quero agradecer a comunidade do Nosso Lar por nos receber e permitir que a gente possa prestar esse serviço à comunidade que já é assistida por eles”, agradeceu.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Conselheiro do CRF/AL representa Alagoas em evento no Maranhão

    O Conselheiro do CRF/AL, Renê Gondim, esteve nos dias 07 e 08 de julho em São Luiz do Maranhão participando do evento do Projeto Integra, que reuniu conselheiros de saúde dos estados Maranhão, Bahia, Piauí, Amapá, Alagoas, Pernambuco e Rondônia, integrantes de entidades da sociedade civil organizada, profissionais e gestores da saúde, professores, pesquisadores e estudantes, para debater temas relevantes para a saúde pública do país.

    De acordo com ele, o encontro aconteceu para discutir dois temas importantes da área de saúde: atenção básica e vigilância em saúde e inovação em saúde e incorporação de medicamentos. “Foram dois dias de discussões, e finalizada a fase de problematização, duas propostas foram elaboradas aprovadas e serão apresentadas no 9° Simpósio Nacional de Ciência e Tecnologia e Assistência Farmacêutica, que será realizado nos dias 15 e 16 de setembro, na sede da Fiocruz, no Rio de Janeiro”.

    Renê explica que as deliberações também serão apresentadas na 17ª Conferência Nacional de Saúde que devem ser contempladas no próximo ciclo de planejamento da União e servir de subsídio para a elaboração do Plano Nacional de Saúde e Plano Plurianual de 2024- 2027. O Conselheiro esteve representando o Estado de Alagoas por indicação do Conselho Estadual de Saúde de Alagoas – CES/AL e o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas.

    “O nosso maior propósito é ter políticas públicas de saúde que consigam atender as necessidades da população, e são por meio destes encontros que nós conseguimos unificar ideias contemplando a necessidade de cada região”, afirmou. A 17ª Conferência Nacional de Saúde que será realizada de 2 a 5 de julho de 2023 pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), juntamente com o Ministério da Saúde em Brasília com o tema “Garantir Direitos e Defender o SUS, a Vida e a Democracia – Amanhã vai ser outro dia.

    O Integra é um projeto de formação de lideranças e mobilização social, cujo objetivo é promover estratégias para integração de políticas e práticas da Vigilância em Saúde, Assistência Farmacêutica, Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde no âmbito da gestão participativa e dos movimentos sociais. Ele é promovido pela Fundação Osvaldo Cruz (Fio Cruz), pelo Conselho Nacional de Saúde e pela Escola Nacional dos Farmacêuticos.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Presidente do CRF e do sindicato dos farmacêuticos comemoram aprovação do piso do farmacêutico

    Os farmacêuticos conseguiram a primeira vitória do Projeto de Lei nº 1559/2021 e seus apensados (PLs 2028/21, 3502/21 e 799/22), que trata do piso nacional dos farmacêuticos. Aprovado pela maioria dos parlamentares na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), durante sessão na terça-feira, 13, o PL segue agora para as comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Fábio Pacheco, e o membro do Grupo de Trabalho de Assuntos Parlamentares do CRF/AL e presidente do Sindicato dos Farmacêuticos de Alagoas, Alexandre Correia, estiveram em Brasília conversando com deputados alagoanos para conseguir a aprovação na comissão.

    “Esse é um momento importante pra nossa categoria. O dia 13 será lembrado como uma grande conquista, já que tivemos 31 votos a favor da nossa categorias e apenas 1 contra. Não há dúvidas de que os farmacêuticos estão sendo reconhecidos e que merecem um salário justo”, afirmou Fábio.

    Alexandre Correia diz que existe um longo caminho a ser percorrido, com a aprovação do PL nas outras duas comissões para posteriormente seguir ao plenário da Casa. “É fundamental que os farmacêuticos continuem cobrando aos parlamentares para conquistarmos a aprovação nas outras comissões e assim garantir o nosso piso e a dignidade do nosso trabalho”, analisou.

    Apoio da bancada alagoana

    O presidente do CRF/AL e do sindicato dos farmacêuticos de Alagoas contaram com o apoio dos deputados federais Marx Beltrão, Tereza Nelma e Severino Pessoa que votaram a favor do piso nacional do farmacêutico.

    Marx Beltrão garantiu que vai acompanhar a tramitação do projeto nas demais comissões para que ele seja levado ao plenário da Casa o mais breve possível. “Aprovar um projeto como este é valorizar a categoria farmacêutica com um salário justo e digno. O texto propõe o valor de R$ 6,5 mil e correção pelo INPC, fazendo justiça e dando segurança a esses trabalhadores”, afirmou.

    O deputado federal Severino Pessoa pontua que os farmacêuticos representam uma importante categoria da área da saúde e que há muito tempo merecia esse reconhecimento mais do que merecido. “Votamos favorável a essa causa e temos a certeza que o projeto também será aprovado nas comissões de Trabalho e Serviço Público e comissão de Cidadania”, disse o parlamentar.

    A deputada federal Tereza Nelma confirma que é de extrema importância o trabalhador ter um piso salarial digno estabelecido, e que seja assegurado por lei. “Os farmacêuticos exercem papel fundamental, e merecem ser valorizados. Eu sou a favor, votarei SIM para a dignidade do farmacêutico”, garantiu.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Efeitos colaterais: CRF/AL alerta sobre os riscos da automedicação com antialérgicos

    Alagoas está com um inverno um pouco mais rigoroso este ano. As temperaturas tem estado mais baixas e a chuva com mais intensidade e é exatamente essa mudança climática que provoca as alergias respiratórias. A farmacêutica Sabrina Neves, membro do Grupo de Trabalho de Farmácia Clínica do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, explica que as alergias respiratórias são mais frequentes nas crianças e adolescentes.

    “No Brasil prevalência de rinite é de cerca de 33% em crianças com idade escolar de 6-7 anos e de 34% na faixa etária de 13 a 14 anos e quanto a asma, o Brasil é o 8º país do mundo com maior quantidade de casos”, comentou.

    De acordo com ela, as alergias respiratórias são multifatoriais, causadas pela interação de fatores genéticos e exposição a fatores ambientais, como por exemplo, poeira doméstica, ácaros, fungos, epitélio, saliva e urina de animais, barata e pólens.

    “Nos períodos de inverno e primavera, seja pelo aumento da umidade que leva a proliferação de fungos característicos do inverno, ou pelo aumento de pólen, característico da primavera há uma tendência a aumento de crises em pessoas com asma e rinite alérgica”, disse.

    O tratamento

    Ainda que o paciente esteja habituado a utilizar aquele medicamento durante a crise, a orientação da farmacêutica é procurar um profissional de saúde para fazer um tratamento adequado. Sabrina, pontua que é necessário o diagnóstico preciso com identificação dos alérgenos envolvidos, a intensidade dos sintomas, e o conhecimento da fisiopatologia, que são os elementos básicos para se estabelecer o melhor tratamento para as alergias respiratórias.

    “O tratamento pontual, por automedicação, apenas no momento dos sintomas pode trazer prejuízos aos pacientes bem como dificultar o diagnóstico. Além disso, alguns desses medicamentos podem levar a sonolência, constipação entre outros sintomas que reduzem a qualidade de vida do paciente. Desta forma o uso racional destes medicamentos precisa ser estimulado, para que seja seguro e que o paciente possa ter melhor qualidade de vida”, garantiu.

    Os efeitos colaterais

    A farmacêutica revela que, embora alguns antialérgicos sejam vendidos livremente no Brasil, ou seja, sem prescrição médica, é importante ressaltar que, como qualquer outro medicamento, é necessário usar com cautela.  “Os medicamentos mais antigos, aqueles de primeira geração dão mais sono e os de segunda geração tem menor sensação de sono e acabam sendo mais tolerados pelos pacientes, pois têm menos efeitos colaterais. Por isso, a minha dica é que você converse com o seu farmacêutico pra ver qual o melhor medicamento pra você”, informou.

    Sabrina lembra que deve existir um cuidado especial com este medicamento quando administrado em pacientes idosos porque com a sonolência pode se elevar o risco de quedas e a condutores de veículos ou operadores de máquinas que podem sofrer acidentes.

    Ela ressalta que os descongestionantes nasais, que acabam sendo usados para congestão nasal, que é um quadro que acompanha rinite que pode causar dependência. “Estudos mostram que, com medicação apropriada, orientação e educação adequadas, as alergias respiratórias podem ser bem controladas com prejuízo mínimo da qualidade de vida do paciente”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Centro Cirúrgico: Farmacêutico é o profissional responsável pelos medicamentos, insumos e correlatos

    O governo de Alagoas anunciou recentemente que a realização de uma maratona de consultas e exames para cirurgia. De acordo com ele, a expectativa é que oito mil cirurgias eletivas sejam realizadas. Para que estes procedimentos aconteçam, existe uma equipe multidisciplinar de saúde, e o farmacêutico é um deles.

    Renatha Soares, supervisora de farmácia do Hospital Metropolitano, explica que o farmacêutico é o profissional responsável pelos medicamentos e materiais que serão usados em cada cirurgia. “Somos nós quem ficamos em contato com os médicos e enfermeiros para auxiliar no procedimento”, disse.

    Na sua equipe ela conta com 33 profissionais, distribuídos em cinco satélites e uma CAF. Deste total, dois farmacêuticos atuam no centro cirúrgico e um deles, é a farmacêutica Edlane Matias.

    A rotina do farmacêutica no Centro Cirúrgico

    Edlane explica que a programação das cirurgias é feita pelo coordenador médico 48 horas antes da data marcada para acontecer o procedimento. Após a confirmação da enfermagem, a farmácia recebe a demanda de materiais e medicamentos para os procedimentos.  “O atendimento pela farmácia é realizado por Kits (correlatos e anestesia) e também se tratando dos fios de acordo com o procedimento, ou que o médico solicitou’, apontou.

    Quando o paciente chega para fazer a cirurgia, ele é admitido pela enfermagem e antes do procedimento, o farmacêutico conversa com ele para saber se tem alergia a algum medicamento, se faz uso de medicamentos em casa e se tem alguma comorbidade. “Tudo é passado para o cirurgião e anestesista. Após o procedimento o paciente vai pra sala de recuperação pós anestésica e recebe a prescrição do médico e nós farmacêuticos fazemos essa orientação antes dele ter alta”, disse.

    Em um procedimento com internamento pós cirurgia, a prescrição do paciente é feita com intervenção e conciliação uma vez que ele vai se recuperar em outro setor do hospital. “A orientação quanto ao uso do medicamento também é feita caso o paciente receba a prescrição médica, como profissionais de saúde e dos medicamentos, o nosso principal objetivo é que ele tenha sua saúde recuperada o mais breve possível”, garantiu.

    Para Renatha, o grande diferencial do farmacêutico que atua no centro cirúrgico é garantir ao paciente que ele não tenha problemas de alergia aos medicamentos usados no procedimento. “Esse é o diferencial farmacêutico, colher as informações precisas sobre alergias medicamentosa, comorbidades e medicamentos que tomam de forma contínua, fazendo assim a reconciliação medicamentosa e impedindo que o paciente tenha algum problema de alergia aos medicamentos usados na cirurgia”, afirmou.

    Além disso, diz a supervisora, ele é o profissional que faz o controle dos materiais usados nas cirurgias, o que significa dizer que antes de iniciar as cirurgias, o farmacêutico analisa se todos os materiais solicitados têm no estoque para dar início a cirurgia.

    O farmacêutico do Hospital Metropolitano faz a entrevista na admissão do paciente para colher as informações precisas sobre alergias medicamentosa, comorbidades e medicamentos que tomam de forma contínua, fazendo assim a reconciliação medicamentosa e impedindo que o paciente tenha algum problema de alergia aos medicamentos usados na cirurgia.

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • Penedo: Farmacêuticos participam de minicursos promovidos pelo CRF/AL

    No último dia 01 de julho, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas esteve na cidade de Penedo, realizando cursos de atualização para os profissionais da região e a primeira reunião plenária itinerante sob o comando da nova gestão.

    Durante toda manhã, farmacêuticos de diversos municípios circunvizinhos foram contemplados com dois minicursos: Código de Ética Farmacêutica e CRF/AL e a fiscalização a serviço do farmacêutico que contemplam a promessa de campanha de possibilitar educação continuada para as diversas áreas de atuação farmacêutica na capital e demais regiões do Estado.

    Nelson Bittencourt, que é membro da Comissão de Ética do CRF/AL, ministrou o curso Código de Ética Farmacêutica e em sua palestra, ele explicou como funciona a comissão de ética e seus processos e a legislação farmacêutica. “O código de ética e o código do processo ético tiveram atualizações em 2021 e 2022. Vir até Penedo apresentar estas mudanças faz parte do caráter educativo e orientativo para evitar que o profissional infrinja a norma ética farmacêutica”, disse.

    O palestrante ressalta que no dia-a-dia, as resoluções e legislações acabam se afastando da rotina do profissional, e promover um curso como este reaviva na memória pontos importantes que o farmacêutico precisar estar atento para evitar um processo ético. “As modernizações do código de ética se deram nas novas atribuições dos farmacêuticos, na utilização da tecnologia nas informação de novas regulamentações, intimação e notificação do profissional. Tratar destes temas é garantir que os profissionais da região obtenham o conhecimento e não desrespeitem a legislação”, pontuou.

    O vice-presidente do CRF/AL, Daniel Fortes, ministrou o curso: CRF/AL e a fiscalização a serviço do farmacêutico. Como responsável do setor de fiscalização da instituição, Daniel ouviu as demandas dos profissionais da região e pontuou a importância da fiscalização como instrumento de garantia de que o farmacêutico tem o seu lugar de trabalho assegurado.

    “A fiscalização sempre foi um ponto sensível, e o nosso objetivo aqui é desmistificar a ideia de que ela é punitiva. A palestra que trouxemos aqui pra Penedo tem o caráter educativo, por isso, apresentamos os instrumentos utilizados na fiscalização que garantem legalidade quanto ao afastamento do profissional que é responsável técnico pelo estabelecimento e ao mesmo tempo resguardando que aquela farmácia não esteja desassistida”, falou.

    Daniel lembra que é importante que o farmacêutico preencha corretamente os documentos de afastamento quando for necessário, isso é o que vai garantir que a farmácia não esteja em condição de irregularidade e que o farmacêutico não sofra qualquer denúncia ética. Em sua fala, o vice-presidente destaca que essa é mais uma promessa de campanha que vem sendo cumprida, que é orientar os farmacêuticos sobre as resoluções 700 e 701 de 2021 do Conselho Federal de Farmácia que regulamentam as fiscalizações dos Conselhos Regionais.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • PL do piso nacional do farmacêutico deve ser votado nesta quarta-feira, 13, em Brasília

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 1559/21 e apensados que trata do piso nacional do farmacêutico cuja votação está marcada para próxima quarta-feira, 13 de julho.

    O conselheiro, membro do Grupo de Trabalho de Assuntos Parlamentares e presidente do Sindicato dos Farmacêuticos de Alagoas, Alexandre Correia, explica que o PL está na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) e que a votação deveria ter ocorrido na semana passada. “Os deputados Felício Laterça e Adriana Ventura pediram vistas, mas acreditamos que ele seja votado esta semana, no entanto, não temos a garantia de que um novo pedido de vista possa acontecer”, disse.

    Alexandre revela que na sessão da última quarta-feira, 06 de julho, houve um requerimento de retirada de pauta, mas que foi derrubado pela maioria dos parlamentares após votação. “Essa é a primeira vitória. Se ele não fosse pra votação agora, os prejuízos seriam enormes porque não teríamos ideia de quando ele voltaria para ser votado”, analisou.

    Segundo, o conselheiro depois de aprovado na CSSF, o projeto ainda vai passar por mais duas comissões da casa para depois ser levado ao plenário. “Nesse momento estamos discutindo o mérito e eu acredito que o projeto seja aprovado”, comentou.

    A votação

    Apesar de a votação ter sido adiada, o relator, deputado Ricardo Silva (PSD-SP) fez a leitura do seu parecer, favorável à instituição de uma remuneração mínima digna para farmacêuticos de todo o país, sem discriminação de posto de trabalho ou rede onde estes atuam, seja pública ou privada.

    Ele considerou o pedido de vistas uma manobra para retardar a votação do PL do #PISOJÁ, considerando que transcorreram cinco sessões da CSSF desde que seu relatório foi apresentado, e que, durante todo esse tempo, nenhuma emenda foi apresentada. “Foi respeitado o tempo regulamentar para que ajustes fossem feitos, e não utilizaram essa prerrogativa, o que seria o correto e democrático”, destacou.

    Brasília

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Fábio Pacheco e o membro do GT de Assuntos Parlamentares, Alexandre Correia, estão em Brasília para acompanhar a votação do PL que acontece na quarta-feira, 13. Otimistas, os representantes do CRF/AL, informaram que a bancada alagoana garantiu que vota favorável ao piso nacional do farmacêutico.

    Fonte: Ascom CRF/AL com CFF