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  • Guia de Autocuidado na Covid-19 já está disponível para farmacêuticos e população

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas lançou, na última quarta-feira, 28, o guia prático de autocuidado na Covid-19 idealizado pelo Grupo de Trabalho de Práticas Integrativas e Complementares (GT PIC´s). O evento aconteceu de forma online pelo canal de youtube do CRF/AL e contou com a presença do membros do GT, que contaram um pouco do que pode ser encontrado no guia.

    A farmacêutica Kristiana Mousinho foi quem conduziu o lançamento e revelou que o guia foi pensado porque a pandemia trouxe à tona algumas emoções de forma mais aflorada, a exemplo do medo, da angustia, da insegurança, além da alteração no sono. “No guia tanto a comunidade farmacêutica como a população em geral irão encontrar técnicas de como realizar esses procedimentos em sua própria casa”, comentou.

    O presidente do CRF/AL, Robert Nicácio, destacou a importância deste guia que traz uma diversidade de tratamentos que podem ser feitos sem o uso de medicamentos. “Ele traz práticas importantes que podem ser aplicadas neste momento, que vão desde acupressão até a homeopatia”, pontuou.

    Daniel Fortes, secretário geral do CRF/AL, destacou que diante deste trabalho o farmacêutico pode se tornar referência quando o assunto for as PIC´s. “A gente vai ocupar esse espaço com maestria e eu me sinto muito feliz em fazer parte desta gestão que tem apoiado as produções científicas dos profissionais alagoanos”, comemorou.

    Homeopatia

    Flávia Dabbur explicou que os medicamentos homeopáticos podem ser de origem animal, vegetal, mineral e fitoterápico cuja ideia é cura por semelhança. E o que isso significa? Que o medicamento vai ser manipulado a partir do que causou aquela patologia. Por exemplo, se a pessoa foi picada por uma abelha, é o apis mellifica que vai ser a base do medicamento e vai curar a causa.

    Aromaterapia

    Na aromaterapia o tratamento é feito com os óleos essenciais que são extraídos das plantas. Paula Viviane revelou que no Guia foram colocados os óleos mais conhecidos e as orientações de como ele deve ser usado tanto para tratar o emocional como também a imunidade.

    Acupressão

    É uma pressão realizada nos pontos da acupuntura. Segundo Kristiana Mousinho, o guia traz alguns pontos que podem ajudar na insônia, na concentração, acalmar a mente. Esse estímulo faz uma conexão com o Sistema Nervoso Central trazendo as respostas orgânicas que precisamos.

    Florais de Bach

    Os florais de bach são essências vibracionais extraídas das flores que trazem o equilíbrio emocional e físico. Jessiane Alves disse que no Guia, os farmacêuticos e a população em geral irão encontrar alguns florais que tem ajudado neste período que ajudam na ansiedade, insônia.

    Fitoterapia

    A fitoterapia é um método de tratamento que usa os produtos de origem vegetal para tratar, prevenir e curar doenças. Miciele Santos diz que no guia é possível encontrar dois tipos de tratamento: um voltado para a atividade calmante e outro para atividade imuno estimulante.

    Meditação

    É uma prática milenar simples que promove o relaxamento do corpo, mente e espirito com foco no controle da respiração. Micheline Lemos, pontua que no guia a meditação aparece como uma técnica para ajudar no controle do estresse, melhorar a qualidade do sono e a função imunológica. Lá é dado o passo a passo de como fazer a meditação em casa.

    Para ter acesso a publicação basta preencher o questionário abaixo, pertinente ao grupo que você pertence.

    Farmacêutico

    Estudantes de Farmácia

    Público Geral

     

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Live de lançamento de guia Prático de Autocuidado na Covid-19 acontece nesta quarta, 28, às 20h

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promove daqui a pouco, às 20h, uma live de lançamento do Guia Prático de Autocuidado na Covid-19, elaborado pelo Grupo de Trabalho de Práticas Integrativas e Complementares.

    O guia será disponibilizado de forma online e os interessados em ter acesso a publicação precisam preencher o questionário. Kristiana Mousinho, membro do GT PIC´s, explica que ele foi elaborado para três públicos distintos: farmacêuticos, estudantes de farmácia e público em geral. De acordo com ela, o principal objetivo é identificar como as PIC’s são conhecidas por estes públicos.

    Ao preencher o questionário, será disponibilizado um link para que o guia possa ser baixado.  Responda o questionário pertinente ao grupo que você pertence.

    Farmacêutico

    Estudantes de Farmácia

    Público Geral

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • 28 cursos de Farmácia são avaliados com nota máxima no Enade

    O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade/2019), cujos resultados foram divulgados nesta semana pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Anísio Teixeira (Inep), avaliou 28 cursos de graduação em Farmácia com a nota máxima (5). O Enade qualifica os cursos pelo desempenho dos estudantes com menções que vão de 1 (pior situação) a 5 (melhor situação). Participaram do exame, 431 cursos de Farmácia, todos na modalidade presencial. A prova, aplicada no dia 24 de novembro de 2019, contou com a participação de 16.627 estudantes de Farmácia em todo o Brasil.

    O destaque ficou para as instituições públicas de ensino. Dos 431 cursos de Farmácia participantes, 70 (16,2%) eram ministrados em instituições federais e estaduais e, destas, 22 (31,4%) foram avaliadas com o conceito 5. Os dados são do Relatório Síntese de Área da Farmácia (http://download.inep.gov.br/educacao_superior/enade/relatorio_sintese/2019/Enade_2019_Relatorios_Sintese_Area_Farmacia.pdf), elaborado pela Diretoria de Avaliação da Educação Superior (Daes), do Sistema Nacional de Educação Superior (Sinaes).

    A coordenadora do curso de graduação em Farmácia da UnB, profa. Tais Gratieri, atribui o resultado positivo de seus alunos à vivência prática que consolida o conhecimento das diversas disciplinas ao longo dos cinco anos da formação. “Eu acho emblemático que a universidade pública tenha tido maioria de notas máximas nesse exame. Cursos científicos como o de Farmácia são muito favorecidos pela vivência em pesquisa que o aluno tem dentro de uma universidade. Há particulares que fazem pesquisa, que proporcionam essa vivência, mas temos que reconhecer que a maioria da pesquisa no país é feita nas públicas. E isso, sem dúvida, traz um reflexo na formação do aluno. Ele ter essa vivência prática”, observou.

    No Piauí, os estudantes de Farmácia mantiveram a nota máxima (5) pela segunda vez consecutiva, ratificando a qualidade do ensino na federal piauiense. A coordenadora do curso de Farmácia da UFPI, profa. Eilika Andreia, afirmou em nota que “o resultado demonstra o engajamento e comprometimento conjunto dos alunos, técnicos de laboratório, técnicos administrativos, pessoal terceirizado e docentes do curso, em cada vez mais melhorar o ensino. Mesmo tendo muitas dificuldades, consideramos um ótimo desempenho pelos alunos no Enade 2019”.

    O curso de Farmácia da UFSC também conquistou nota 5, ficando em 1º lugar entre os cursos de Farmácia de Santa Catarina e em 15º na classificação nacional. A coordenadora da graduação em Farmácia, profa. Dra. Mareni Rocha farias disse que esse é o resultado do empenho de estudantes, professores, servidores e gestores da universidade e que o curso da UFSC tem como uma de suas características marcantes uma forte integração entre as atividades de ensino, extensão e pesquisa. “O curso possui uma farmácia escola e atua no laboratório de Análises Clínicas, junto ao hospital escola, ambos 100% SUS. Possui laboratórios didáticos e equipados. Acessibilidade a cursos de ensino e grande envolvimento com pesquisas de grande impacto, que inserem estudantes nos temas emergentes e impactantes para a sociedade e oportuniza uma formação integrada à comunidade”.

    A professora Mareni também destacou a interação do corpo docente com as residências multiprofissionais em saúde, tanto no hospital universitário, quanto no âmbito da saúde da família, além de convênios para o desenvolvimento de projetos com o Ministério da Saúde e junto às secretarias estadual e municipal de saúde e projetos para iniciativa privada. “Esse excelente resultado das universidades públicas nesse tipo de avaliação é uma das formas de demonstrar o retorno do investimento feito pela sociedade na formação de profissionais altamente qualificados especialmente nas universidades públicas. Investir em educação e ciência é investir no desenvolvimento do país e requer um planejamento de longo prazo. Nesse contexto, é importante salientar que os bons resultados do investimento em educação em ciências demandam tempo, por outro lado, resultados ruins do desinvestimento podem aparecer muito rapidamente com consequências desastrosas para toda a sociedade”, relatou.

    O Relatório Síntese de Área da Farmácia aponta, nas considerações finais, que as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Farmácia (DCNs) estabelecidas na Resolução nº 6, de 19 de outubro de 2017, apontam em seu art.11 que “O curso de graduação em Farmácia deve ter projeto pedagógico centrado na aprendizagem do estudante…”. O documento também destaca a necessidade de “buscar metodologias centradas na aprendizagem do estudante, estabelecer a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade na prática docente, articulando o ensino e a pesquisa, como descrito nas Diretrizes”.

    O presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter Jorge João, destacou que essa qualidade dos cursos presenciais de Farmácia tende a melhorar ainda mais, pois já refletem o amplo trabalho desenvolvido pela entidade desde 2014, quando iniciou um processo de construção coletiva, democrático e transparente, numa série de eventos com coordenadores de cursos de todo o país e estudantes, promovidos pelo conselho por meio da Associação Brasileira de Educação Farmacêutica (Abef), da Executiva Nacional dos Estudantes de Farmácia (Enefar) e demais entidades farmacêuticas, e que resultou no texto das novas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Farmácia (DCNs), aprovado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE/Mec), em outubro de 2017.

    “É certo que o CFF protagonizou todo esse processo. Foram anos ajustando a formação do farmacêutico contemporâneo às atuais necessidades de saúde da população, tanto no que se refere às competências científicas e habilidades técnicas, como em relação às atitudes que esses novos profissionais que chegarão ao mercado deverão ter diante dos pacientes. Mas, eu quero me reportar, de forma muito especial e carinhosa, aos acadêmicos e professores, dando-lhes os meus sinceros parabéns a cada um de vocês, por terem se esforçado para cumprir as metas estabelecidas pelos cursos de graduação e pelo Enade. É assim que vamos, cada vez mais, elevar a nossa profissão ao patamar de destaque que ela tanto merece diante da sociedade”, comentou Walter Jorge João.

    Ao todo, além dos 28 cursos que se destacaram com a nota 5; 119 obtiveram conceito 4; 178, conceito 3; 93, conceito 2; 11, conceito 1; e 2 ficaram sem conceito. Dos 16.627 estudantes que participaram do exame, 7.685 (46,2%) estudavam em universidades; 3.900 (23,5%) em centros universitários; 5.003 (30,1%) em faculdades; e 39 (0,2%) em Institutos Federais (IF).

    Confira os 28 cursos avaliados com nota 5

    • Universidade de Brasília – UnB
    • Universidade Federal do Piauí – UFPI
    • Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR
    • Universidade Estadual de Campinas – Unicamp
    • Universidade Federal de São João Del Rei – UFSJ
    • Universidade Católica de Santos – Unisantos
    • Universidade Federal do Maranhão – UFMA
    • Universidade de Fortaleza – UNIFOR
    • Universidade Federal do Paraná – UFPR
    • Universidade Federal Fluminense – UFF
    • Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ
    • Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG
    • Universidade Federal de Juiz de Fora / Campus JF – UFJF
    • Universidade Federal de Juiz de Fora / Campus Gov. Valadares – UFJF
    • Universidade Federal da Bahia – UFBA
    • Universidade Federal de Pernambuco – UFPE
    • Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS
    • Universidade Federal do Ceará – UFC
    • Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC
    • Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste
    • Universidade Vila Velha – UVV
    • Universidade Estadual de Feira de Santana – UFFS
    • Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS
    • Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG
    • Centro Universitário do Espírito Santo – Unesc
    • Faculdade Pitágoras de Ipatinga – FPI
    • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro – IFRJ
    • Universidade Federal do Oeste da Bahia – UFOB

    Fonte: Comunicação do CFF
    Autor: Murilo Caldas

  • CRF/AL funciona normalmente nesta quarta-feira, 28

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que funcionará normalmente na quarta-feira, 28. O feriado do servidor público foi transferido para sexta-feira, 30 de novembro. Os atendimentos serão retomados na terça-feira, 03, em virtude do feriado de 02 de novembro dia dos finados.

  • GT de farmacêuticos proprietários se reúne com diretoria do CRF/AL

    Os Grupos de Trabalho do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas tem realizado reuniões para organizar suas atividades assessoras. Na noite desta quinta-feira, 22, membros do GT de Proprietários Farmacêuticos estiveram reunidos com os diretores do CRF/AL para apresentar suas propostas de trabalho.

    Luiz Alberto, um dos membros do GT, explicou que essa era uma demanda antiga dos farmacêuticos proprietários e que a atual gestão entendeu a importância de se criar esse diálogo com os colegas empreendedores. “Essa é uma gestão que valoriza e fortalece a categoria farmacêutica e como membro do GT vejo de forma positiva o nosso primeiro encontro onde foram apresentados alguns pontos específicos dando início aos nossos trabalhos”, pontuou.

    Segundo Luiz Alberto, o objetivo principal do GT é mostrar que os colegas podem e devem empreender. “Precisamos de mais colegas se tornando proprietários de seus negócios, vale a pena empreender aqui em Alagoas e agora nós contamos com o apoio do CRF/AL para impulsionar a criação de novos negócios”, comemorou.

    Robert Nicácio, presidente do CRF/AL, informou que o GT será a ponte entre o CRF/AL e os proprietários farmacêuticos para encontrar soluções benéficas para as demandas deste segmento. “O nosso maior propósito é que estes colegas que optaram por ser empreendedores possam contar com o apoio do órgão que os representa, afinal, eles continuam sendo farmacêuticos e como instituição representativa de uma classe, queremos que todos sejam valorizados”, garantiu.

    O GT tem programado cursos na área de empreendedorismo, elaboração de vídeos educativos sobre resoluções e deliberações, discussão sobre proposta de deliberação de assuntos voltados aos farmacêuticos proprietários e apresentação de atribuições do farmacêutico empreendedor para os demais colegas.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Busca por remédio abortivo cresceu 91% durante a pandemia

    Um levantamento feito pela plataforma de comparação de preços de itens de farmácia, consulta remédios, mostrou que a busca pelo princípio ativo de um medicamento abortivo, cresceu 91% durante a pandemia da Covid-19.

    O medicamento tem venda restrita no Brasil e só é utilizado em hospitais. Os dados, obtidos com exclusividade pela Exame, comparam os meses de abril a julho, com o período entre janeiro e março.

    No total, foram mais de 500 mil buscas no período em que já eram aplicadas as restrições de circulação. Somente nos primeiros 15 dias de agosto, o número de buscas pelo princípio ativo foi de 73.521.

    “Por mais que seja um medicamento de venda restrita, o que preocupa é o fato de as pessoas estarem buscando se informar sobre um produto proibido, provavelmente para saber como age e como é possível adquiri-lo”, alerta Francielle Mathias, farmacêutica responsável pela plataforma.

    Francielle ainda destaca para que o comportamento de apenas buscar sobre o princípio ativo de um remédio controlado como este, deve ser olhado com muita atenção.

    “O aumento das pesquisas foi na página de bula do princípio ativo e do medicamento relacionado, pois essas são as únicas informações disponíveis, já que é um medicamento de uso restrito hospitalar. Porém, a busca por informações sobre, indica um comportamento a ser investigado nesse momento de pandemia”, diz a farmacêutica.

    Outros números

    O levantamento da plataforma mostra ainda que as buscas por pílula do dia seguinte cresceu 104% durante a pandemia. A procura por anticoncepcionais também teve uma alta de 116%, em comparação com o começo do ano, quando o país ainda não registrava casos de covid-19.

    A plataforma Consulta Remédios tem 20 milhões de acessos por mês e registra um número aproximado de 108 farmácias cadastradas, entre lojas pequenas e redes espalhadas pelo Brasil.

    Aborto no Brasil

    O Brasil não tem uma lei que permite o aborto, mas há exceções previstas no Código Penal de 1940. Na verdade, o conjunto de normas criminaliza a prática, com penas previstas de três a dez anos de detenção, mas não pune quem realizar o procedimento em dois casos: gravidez decorrente de estupro e risco à vida da mãe.

    Há, ainda, a permissão do aborto para o caso de anencefalia do feto, que foi incluído neste rol após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Sem uma lei, a realização do aborto legal segue, portanto, normas editadas pelo Ministério da Saúde mas que não têm força legislativa.

    Fonte: Exame

  • OMS alerta para o risco de descontrole da tuberculose

    O Relatório da Organização Mundial da Saúde aponta que durante a pandemia da Covid-19, houve um retrocesso no controle da tuberculose porque muitos serviços de assistência à saúde foram interrompidos. Informações do novo relatório apontam que 200 países reduziram as notificações de casos no primeiro semestre deste ano. O fato se deu em virtude da realocação de recursos humanos, financeiros e outros auxílios direcionados anteriormente ao combate da tuberculose e que passaram à COVID-19. Os sistemas de coleta de dados e relatórios também foram impactados negativamente.

    A farmacêutica Elena Sales reforça essa preocupação com o serviço de assistência nas unidades de saúde. “Com o advento da pandemia houve sem dúvida uma quebra na assistência aos pacientes. Houve, digamos, uma desestruturação dos serviços nesses meses, com a falta de profissionais por conta do isolamento social, falta de profissionais para contato com os pacientes que já estavam diagnosticados tomando medicamento precisando da atenção dos profissionais de saúde para incentivar justamente na tentativa de não haver essa quebra e sim a adesão ao tratamento. Como também aqueles que eram só sintomáticos respiratórios mas precisavam do serviço. Houve de certa forma uma interrupção que vai trazer reflexos significativos no Brasil e no mundo.”

    Aproximadamente 1,4 milhão de pessoas morreram por doenças relacionadas à tuberculose em 2019. Das cerca de 10 milhões de pessoas que desenvolveram a doença naquele ano, quase três milhões não foram diagnosticados ou não foram oficialmente notificadas às autoridades nacionais. A farmacêutica destaca a necessidade do diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos pacientes para evitar a disseminação da doença. “Apesar de cura o tratamento traz dificuldades. Primeiro porque o tratamento é longo, no mínimo seis meses. Hoje todas as equipes de saúde devem ser multidisciplinares, cada um com a sua importância e todos se ajudando, mas eu diria que o farmacêutico nesse programa, de uma forma geral, tem muita importância. O tratamento é feito com várias drogas que necessitam de monitoramento, em geral ele é bem tolerado, porém existem reações adversas significativas.”

    Elena Sales é sanitarista e especialista em Hematologia Clínica. É membro do Grupo de Trabalho sobre Análises Clínicas do Conselho Federal de Farmácia. A farmacêutica coordenou por oito anos o Programa de Controle da Tuberculose, em Picos, no Piauí. Ela alerta que autoridades públicas precisam não se descuidar e reestruturar os programas para que a doença não se descontrole e isso impeça o país de atingir a meta de controle global de erradicação da enfermidade até 2030.

    Fonte: Rádio News Farma

  • Grupos de Trabalho do CRF/AL se reúnem para montar estratégias de atuação

    A atual gestão do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas tem valorizado as diversas áreas de atuação do farmacêutico desde as mais tradicionais até as mais recentes. O presidente do CRF/AL, Robert Nicácio, informou que foram criados grupos de trabalho (GT) para disseminar as práticas farmacêuticas. “Os GT’s são comissões assessoras da Diretoria e suas atribuições são desenvolver projetos e propor ações voltadas ao segmento profissional da área de estudo dos grupos de trabalho e assessorar a diretoria em assuntos que exigem conhecimentos técnicos específicos, por meio de debates e pareceres”, explicou.

    Hoje, o conselho conta com 07 grupos de trabalho: Farmácia Comunitária, Farmacêuticos Proprietários, Farmácia Estética, Práticas Integrativas e Complementares, Ensino e Pesquisa, Saúde Pública e Farmácia Clínica. As reuniões acontecem periodicamente para que cada GT possa estruturar a sua forma de trabalho. “Cada GT tem um presidente, ele juntamente com os demais integrantes são responsáveis por pensar como irão realizar suas ações”, comentou Robert.

    GT de Estética

    Na tarde desta quinta-feira, 15, o GT de Estética esteve reunido na sede do CRF/AL para discutir a elaboração de um Manual Prático direcionado aos farmacêuticos alagoanos. Juliana Braga, membro do GT, informou que será feito um levantamento junto ao setor jurídico do CRF/AL quanto as legislações que respaldam a atuação do farmacêutico na estética. “O nosso principal objetivo é ampliar o número de farmacêuticos na estética. Vamos promover cursos de educação continuada para que os colegas possam conhecer essa área ainda recente pra nossa categoria”, pontuou.

    O GT de Práticas Integrativas e Complementares também esteve reunido na sede do CRF/AL na noite da quinta-feira, 15. A reunião teve como objetivo apresentar o Guia Prático de Autocuidado na Covid-19 que deve ser lançado ainda este mês de forma virtual. Segundo Kristiana Mousinho, o guia será disponibilizado para os farmacêuticos que irão participar do evento, desde que ele responda a pesquisa de mapeamento sobre as Práticas Integrativas. “Na live, quem preencher o questionário já vai receber o link para baixar o guia”, garantiu.

    GT PIC´s

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL participa de reunião sobre projeto de violência contra idoso

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas participou no último dia 07 de outubro da reunião virtual com a 59ª e 60ª promotorias de Justiça da Capital para conhecer o projeto Violência contra o Idoso: notificar é preciso.

    De acordo com Deives Galvão, representante do CRF/AL, na reunião o objetivo da reunião foi conhecer o funcionamento do projeto que tem como foco conscientizar profissionais farmacêuticos e população em geral a notificar aos órgãos de proteção indícios de crimes ou situação de risco com idosos. “As denúncias podem ser feitas através do email: [email protected] ou pelo telefone 2122-5218”, revelou.

    Além disso, ficou acordado que o CRF/AL ficará responsável por publicizar o projeto, por meio dos seus canais oficiais para que as farmácias da capital se tornem um local onde estes idosos possam buscar auxílio. “Não podemos esquecer do nosso papel enquanto agente social, nós sabemos que os idosos vão muito a farmácia, então, pra nós do CRF/AL é uma honra fazer parte de um projeto tão importante quanto este”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Mais de 80% dos pais e/ou responsáveis praticam automedicação em crianças

    Pesquisas desenvolvidas no Brasil mostram que a automedicação por parte de pais ou responsáveis é frequente, variando entre 17,7% a 80,5% a depender da faixa etária da criança e do período considerado. Os motivos alegados para a adoção da prática são diversos, indo desde a comodidade de adquirir medicamentos em drogarias até as dificuldades de acesso a atendimento médico.

    Outro dado revelado é que os pais ou responsáveis são orientados por amigos, familiares ou balconistas de farmácia. Os principais medicamentos empregados na automedicação em crianças são os analgésicos/antipiréticos, como Dipirona e Paracetamol, antigripais, xaropes expectorantes, anti-inflamatórios não-hormonais e os antibióticos. Grande parte destes medicamentos estão classificados como MIP´s (Medicamentos Isentos de Prescrição Médicas).

    A farmacêutica Sabrina Neves, membro do grupo de trabalho de ensino e pesquisa do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, explica que a intoxicação acidental acontece porque os medicamentos isentos de prescrição também apresentam riscos. “Ainda que os pais entendem que esse é um ato de cuidado com os filhos, quando falamos em medicamentos há muitos riscos envolvidos, afinal, muitos deles são utilizados de forma inadequada, como por exemplo, os antibióticos para tratar infecções de etiologia viral”, comentou.

    Além disso, existem também problemas como erros na dosagem, posologia e tempo de utilização. Em populações mais vulneráveis, como é o caso de bebês e crianças, os efeitos da automedicação podem causar prejuízos mais frequentes e de maior intensidade. “Crianças estão mais susceptíveis a problemas de intoxicação, principalmente devido a erros de dose e ao consumo acidental, uma vez que esses medicamentos muitas vezes possuem sabores, aroma ou cores atrativos as crianças”, pontuou.

    Os medicamentos mais comuns das intoxicações são aqueles administrados para o estômago, tosse ou resfriados, cremes antifúngicos e paracetamol. “A orientação é que os pais ou responsáveis procurem o farmacêutico, que é o profissional de saúde habilitado para prestar esta assistência sobre o uso de medicamentos em crianças, esclarecendo sobre os riscos e benefícios e orientando quanto ao uso seguro e racional de medicamentos”, garantiu.

    Fonte: Ascom CRF/AL