A farmácia é uma unidade de prestação de serviços destinada a prestar assistência farmacêutica, assistência à saúde e orientação sanitária individual e coletiva, na qual se processe a manipulação e / ou dispensação de medicamentos magistrais, oficinais, farmacopeicos ou industrializados,cosméticos, insumos farmacêuticos, produtos farmacêuticos e correlatos. São 10 áreas de atuação e 135 especialidades. Onde tem saúde e qualidade de vida, tem um farmacêutico presente.
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CFF recebe o prêmio FIP de melhor campanha de promoção da saúde
Neste domingo, 22 de setembro, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) teve mais uma confirmação de que vem conseguindo colocar a Farmácia Brasileira como destaque no cenário mundial. O CFF, recebeu, da Federação Internacional de Farmacêuticos (FIP), durante o 79º Congresso da entidade, o prêmio de “Melhor Campanha de Promoção da Saúde 2019 ” (FIP’s 2019 Health Promotion Campaign Award) durante o ano passado. Concedida ao projeto Farmacêuticos em Ação no Bem Estar Global, a láurea, foi entregue pelo presidente da entidade, Dominique Jordan, diante de representantes de nada menos que 115 países. Assista ao vídeo da solenidade de entrega do prêmio AQUI.
Assista ao vídeo com a mensagem do presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João. CLIQUE AQUI.
Realizado durante o ano de 2018, o projeto aconteceu em 9 cidades brasileiras e promoveu a valorização do trabalho do farmacêutico entre mais de 9,7 milhões de pessoas, que assistiram ao vivo no Programa Bem Estar, da emissora. Para conferir os resultados obtidos com o trabalho, assista ao vídeo.
“A profissão farmacêutica no Brasil passou por grandes transformações nos últimos anos e o projeto Farmacêuticos em Ação no Bem Estar Global foi uma maneira de mostrar isso às pessoas”, comentou Josélia Frade, coordenadora do projeto. “Dividimos esse prêmio com cada farmacêutico, estudante de Farmácia e gestor e funcionário de conselho que trabalhou para que o projeto fosse realidade. Mais, compartilhamos esse prêmio com cada farmacêutico que tem, com o seu trabalho, contribuído para que consigamos elevar a Farmácia Brasileira ao patamar que ela merece, de destaque mundial”, observou.
Por meio do projeto Farmacêuticos em Ação no Bem Estar Global, o CFF trabalhou para garantir que farmacêuticos, os estudantes de Farmácia e o público-alvo da ação pudessem tirar o máximo proveito de um convite da Rede Globo de Televisão para participar do projeto Bem Estar Global, que a emissora realizava em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi). Para as atividades, o CFF teve a colaboração dos conselhos regionais de farmácia, de universidades e de outras associações profissionais, a fim de realizar treinamento especial para que os farmacêuticos pudessem demonstrar a extensão dos serviços que a profissão farmacêutica pode oferecer, bem como as melhores práticas clínicas durante os eventos.
Os farmacêuticos ensinaram às pessoas com diabetes como usar insulina com segurança e mostraram às pessoas com asma como produzir espaçadores caseiros para dispositivos de inalação. Em uma das edições, os farmacêuticos realizaram testes de Papanicolau e forneceram informações sobre o câncer do colo do útero. Outras doenças nas quais os cuidados farmacêuticos foram demonstrados foram hipertensão, colesterol alto e obesidade.
Durante os eventos, 1.450 pessoas tiveram sua pressão arterial medida, 796 tiveram seu colesterol medido, 1.447 medidas de glicemia capilar e 397 tiveram sua capacidade pulmonar medida – tudo por farmacêuticos. Os farmacêuticos examinaram 153 mulheres em busca de câncer do colo do útero, 3% das quais nunca haviam sido testadas, com 11 sendo encaminhadas a especialistas para tratamento.Participação na FIP – Além de concorrer à premiação pelo projeto Farmacêuticos em Ação no Bem Estar Global, que acabou de conquistar, o CFF participa de várias atividades dentro do Congresso da FIP, que começou no sábado, dia 21 de setembro, e vai até o dia 26, quinta-feira.
O Conselho inscreveu cinco trabalhos científicos – PHARMACISTS IN ACTION IN THE PROJECT “GLOBAL WELL-BEING”; SCREENING FOR DIABETES MELLITUS IN COMMUNITY PHARMACIES IN BRAZIL: RESULTS OF A NATIONWIDE CAMPAIGN, sobre o do RASTREAMENTO DE CASOS SUSPEITOS DE DIABETES MELLITUS: NOVEMBRO DIABETES AZUL 2018 e a campanha Diabetes não tem Cara; IMPLEMENTATION OF AN ONLINE COURSE FOR PHARMACISTS IN BRAZIL: DISSEMINATING NEW CLINICAL PRACTICES, sobre o curso “Prescrição Farmacêutica no Manejo de Problemas de Saúde Autolimitados”, ministrado dentro do Programa de Suporte Farmacêutico na Atenção à Saúde (Profar) e outros dois trabalhos sobre Residência em Farmácia – STRUCTURE OF RESIDENCIES FOR PHARMACISTS IN BRAZIL: A NATION WIDE SURVEY e CHARACTERIZING PHARMACY RESIDENCIES IN BRAZIL: A SURVEY ON FORMER RESIDENT PHARMACISTS’ OPINION.
Fonte: CFF
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#05 O farmacêutico faz minha vida melhor
O farmacêutico hospitalar é o responsável pelas atividades da farmácia de um hospital. Tem as funções básicas de selecionar (padronizar), requisitar, receber, armazenar, dispensar (conforme a evolução do sistema, em dose coletiva, individual ou unitária) e controlar os medicamentos (tanto os controlados por lei, quanto os antimicrobianos), observando os ensinamentos da farmacoeconômia, farmacovigilância e das boas práticas de armazenamento e dispensação.
Em hospitais onde há serviços de manipulação de medicamentos, o farmacêutico é o responsável, aplicando o ensinamento da farmacotécnica e das boas práticas de manipulação. Ele ainda integra algumas comissões hospitalares, como CCIH (comissão de infecção hospitalar) e CFT (comissão de farmácia e terapia).
As atribuições clínicas do farmacêutico visam à promoção, proteção e recuperação da saúde. São atribuições clínicas do farmacêutico estabelecer e conduzir uma relação de cuidado centrada no paciente, segundo preceitos profissionais e bioéticos, e participar da avaliação da farmacoterapia.
Ele deve contribuir para que o paciente utilize os medicamentos nas doses, vias de administração e duração adequadas e de forma segura, pois assim ele terá condições de realizar o tratamento conforme recomendado pela equipe de saúde.
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#03 O Farmacêutico faz minha vida melhor
Onde tem saúde e qualidade de vida, tem um farmacêutico presente. Nas universidades isso não é diferente, é na academia que os alunos têm o primeiro contato com o mundo da farmácia, com as 10 áreas de atuação e as 135 especialidades que os estudantes podem escolher para atuar na vida profissional.
Agradecemos aos mestres por dedicarem suas vidas a perpetuar o conhecimento adquirido para que a farmácia continue crescendo.
#25desetembro #DiaInternacionaldoFarmaceutico #OndeTemQualidadedeVidaTemFarmaceutico
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#02 O Farmacêutico fez a minha vida melhor
As análises clínicas é uma das áreas mais pleiteadas pelos farmacêuticos ao se formarem. O farmacêutico-bioquímico, quando está no ramo dos laboratórios de análises clínicas, atua na realização de exames toxicológicos, laboratoriais, gerenciamento de laboratórios, assessoria em análises clínicas, pesquisa e extensão, garantia e controle de qualidade dos laboratórios de análises clínicas. No laboratório, o farmacêutico prestará orientação sobre a utilização de medicamentos e sua influência nos exames.
Dia Internacional do Farmacêutico (25), onde tem saúde e qualidade de vida tem farmacêuticos. São 10 áreas de atuação, 135 áreas especialidades. Dedicação única!
#DiaInternacionaldoFarmaceutico #ValorizeSeuFarmaceutico #25deSetembro
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EaD é destaque no Encontro Sobre Formação Profissional do FCFAS
O ENCONTRO: FORMAÇÃO PROFISSIONAL DA ÁREA DA SAÚDE, realizado em Brasília (DF), foi marcado pelo debate sobre a formação a distância. A assessora da presidência do CFF, Zilamar Fernandes, durante a sua apresentação lembrou que está claro para todos os conselhos profissionais da Saúde que a formação na graduação na área exige o contato do aluno com a prática profissional. “E, especificamente no caso da Farmácia, essa necessidade torna-se ainda mais necessária, pois a nossa profissão segue o caminho do cuidado ao paciente, ou seja, a prática clínica”, disse.
Com dados do Sistema E-MEC, Zilamar Fernandes informou que já somavam, em maio de 2019, mais 1.083.504 vagas de EaD autorizadas em 11 das 14 profissões da saúde, distribuídas por 351 sedes e 19.651 polos não supervisionados. Das vagas abertas, 76.090 são para o curso de Farmácia. “Há polos de curso de Farmácia em shoppings e centros comerciais, sem qualquer condição de aula em laboratório, por exemplo, e inclusive, 3 polos registrados no Japão”, completa.
As Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação da Área da Saúde exigem Integração ensino-serviço com estágios ao longo do curso; um modelo por competências e que sejam desenvolvidas habilidades em laboratórios didáticos especializados. “Fizemos um levantamento dos cursos de Farmácia na modalidade EaD e constatamos que eles oferecem uma educação baseada somente na web, uma formação solitária, com simples repositório de conteúdo replicados e por vezes repetidos, sem diferenciação entre os polos e com média de encontros presenciais de 4 por semestre. Mesmo assim muitas instituições “vendem” os cursos como semipresencial, curso flex, curso híbrido, SEI, SEPI, todos são apenas apelidos, e não existem na legislação educacional”, informou a assessora.Dorisdaia Humerez, representante do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) lembrou que lembrou que “os profissionais da saúde formados na modalidade EaD são vítimas desse processo”, pois estarão no mercado sem o devido preparo, vulneráveis e expostos a erros e consequentes punições.
Com o argumento da proteção à saúde da população e do profissional, e na sua responsabilidade social, alguns conselhos, entre eles o CFF, decidiram não inscrever egressos de EaD. “É uma atitude extrema, mas necessária. E em breve, teremos legislação para o tema”, comentou Zilamar Fernandes.
Todos os representantes dos Conselhos Profissionais presentes no Encontro assumiram a responsabilidade de combater, por meio de estratégias políticas, legais e de comunicação, o ensino na modalidade a distância para a graduação na área da Saúde.
Com a justificativa da flexibilização e democratização do ensino, o mercado está banalizando a graduação em saúde e consequentemente banalizando os serviços que serão prestados à sociedade. “A saúde e o bem-estar da população estão em segundo plano, por isso precisamos agir de forma rápida e eficiente para proteger a população e proteger nossos profissionais”, comentou Ivone Martini, coordenadora do Fórum dos Conselhos Federais da Área da Saúde (FCFAS), organizador do Encontro.
O evento contou com a participação de representantes de todos os integrantes do FCFAs: Farmácia, Enfermagem, Odontologia, Medicina, Medicina Veterinária, Psicologia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Serviço Social, Técnicos em Radiologia, Biologia, Biomedicina, Educação Física, Fonoaudiologia e Nutrição.
PONTOS DE PAUTA – além da graduação na modalidade a distância, também foram debatidos e tiveram ações conjuntas encaminhadas, os seguintes temas: a qualidade no processo de avaliação dos cursos e o convênio com a SERES/MEC; e as residências na área da saúde.
O ENCONTRO: FORMAÇÃO PROFISSIONAL DA ÁREA DA SAÚDE foi realizado nos dias 18 e 19 de setembro, na sede do Conselho Federal de Psicologia, em Brasília (DF) e foi organizado pela Comissão de Educação do FCFAS.
Fonte: CFF
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#01 O Farmacêutico fez minha vida melhor
O farmacêutico pode atuar em diversas áreas, uma delas é a de alimentos. Compete ao farmacêutico desenvolver métodos de obtenção de produtos alimentares para uso humano e veterinário, análise bromatológica e toxicológica, realização de controle microbiológico, químico e físico-químico das matérias-primas e produtos acabados, atuação no desenvolvimento, produção e controle de qualidade de alimentos, processos fermentativos, nutracêuticos e alimentos de uso enteral e parenteral, atuação na normatização e fiscalização junto à vigilância sanitária de alimentos. Essa é uma das 135 áreas de atuação do farmacêutico, estamos entres as profissões que mais crescem e mais empregam no país. Para comemorar o Dia Internacional do Farmacêutico (25), iniciamos hoje uma série de postagens em homenagem a vocês que trabalham, estudam e pesquisam para desenvolver cada dia mais a Farmácia no Brasil.
#DiaInternacionaldoFarmaceutico #ValorizeSeuFarmaceutico #25deSetembro
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Diabetes Mellitus será o tema do quarto módulo do Cuidado Farmacêutico em Farmácia Comunitárias
Nesta sexta-feira (20) e sábado (21), acontece o quarto módulo do Cuidado Farmacêutico em Farmácias Comunitárias – Capacitação em Serviços do Conselho Federal de Farmácia (CFF), polo Maceió. Os alunos terão aulas sobre Diabetes Mellitus com a professora Dra. Inajara Rotta da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) – Paraná. Lembramos aos alunos que as aulas começam às 9h, no auditório do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL).
Ascom CRF/AL
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CFF participa de encontro sobre formação profissional da área da saúde
A assessora da presidência do CFF, Zilamar Fernandes, falou sobre a qualidade no processo de avaliação de cursos da área da saúde, hoje (18.09), em Brasília (DF), durante a abertura do Encontro: Formação Profissional da Área da Saúde. O evento é realizado pela Comissão de Educação do Fórum dos Conselhos Federais da Área da Saúde (FCFAS) e segue até o dia 20, com a 161ª Reunião Ordinária do FCFAS. Da pauta constam a discussão sobre o convênio SERES/MEC com os conselhos profissionais, as residências da área da saúde, a avaliação da formação profissional, e a graduação a distância (EaD) na formação de profissionais da área.
Fonte: CFF
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Ministério da Saúde lança campanha de combate ao Aedes aegypti
Para mobilizar a população e garantir que não apareça novos focos do Aedes aegypti, o Ministério da Saúde lança a campanha publicitária de combate ao mosquito e convida você a se juntar nesta grande ação. O objetivo é conscientizar os gestores estaduais e municipais de saúde e toda a sociedade sobre a importância de se organizarem antes da chegada do período chuvoso no combate ao surgimento de novos criadouros do mosquito. Com o slogan “E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa por você”, a campanha, que inicia nesta quinta-feira (12), reforça a necessidade de cada um tomar a iniciativa de proteger a sua casa e de seus familiares contra o Aedes, responsável pela transmissão de três doenças: dengue, zika e chikungunya.
“Ao invés de lançar a campanha no mês de novembro, como era feito nos outros anos, nós antecipamos para setembro para dar tempo, antes do período da chuva, para as pessoas e os gestores locais organizarem grandes mutirões de combate ao mosquito e não esperar depois que o ciclo da doença já está instalado para começar a agir”, destacou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante coletiva de imprensa de lançamento da campanha publicitária realizada hoje, em Brasília.

Foto: Pedro Paulo Souza / ASCOM MS A ação, que teve seu período de veiculação adiantado neste ano para setembro, reforça a necessidade de manter a mobilização nacional durante todo o ano, e não apenas nos períodos críticos, de chuva e calor. A medida traz mais tempo aos gestores locais e a população para desenvolverem ações estratégicas no combate ao Aedes aegypti, de acordo com a realidade de cada região. Geralmente, as campanhas ocorriam a partir de novembro, período de maior incidência de chuva e calor em quase todo o país, portanto, aumentando o risco de circulação das doenças.
O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber, reforçou que este é o momento de fazer diferente e evitar o nascimento dos mosquitos no período de chuvas. “Se cada um tirar 10 minutos por semana, dentro da sua rotina, checar os locais onde o mosquito pode ter depositado ovos e que no contato com água possa nascer mosquitos. Olhar ralos, calhas, caixas d’agua, garrafas e suas tampas, pneus, e outros objetos pequenos que o mosquito tenha capacidade de colocar os ovos e ser um criadouro. Além de evitar a proliferação do mosquito também teremos um ambiente muito mais higiênico”, informou o secretário, ressaltando que os benefícios são diversos. “Desta forma a gente não protege somente a nossa casa, mas protegemos toda a nossa comunidade da circulação do mosquito”, finalizou o secretário.
PROJETO WOLBACHIA
Outra novidade anunciada foi a terceira etapa do projeto Wolbachia que conta com a parceria do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e que vai ofertar linhas de financiamento específico para implantação do projeto em outros municípios. Na nova etapa, o Ministério da Saúde e o BID vão visitar cidades com potencial interesse e situação epidemiológica compatível para implantação do projeto para avaliar a possibilidade de linhas de financiamento para desenvolvimento do projeto.
A metodologia Wolbachia é inovadora, autossustentável e complementar às demais ações de prevenção ao mosquito. Consiste na liberação do Aedes com o microrganismo Wolbachia na natureza, reduzindo sua capacidade de transmissão de doenças. O projeto já está presente em 6 cidades: Campo Grande/MS, Belo Horizonte/MG, Petrolina/PE, Fortaleza/CE, Foz do Iguaçu/PR e Manaus/AM. Somente em 2019, o Ministério da Saúde investiu R$ 21,7 milhões na tecnologia.
DADOS DAS DOENÇAS
Em 2019 (até 24 de agosto), foram registrados 1.439.471 de casos de dengue em todo o país, com crescimento de 599,5% em relação ao mesmo período de 2018 (205.791). A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 690,4 casos/100 mil habitantes. Entre os estados com casos, destacam-se Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Com relação ao número de óbitos, foram confirmadas 591 mortes.
Este aumento pode ser explicado por uma associação de fatores, como condições ambientais fora do comum (alto volume de chuvas e altas temperaturas); grande número de pessoas suscetíveis, uma vez que nos dois últimos anos houve baixa ocorrência de dengue em toda a região das Américas; mudança no sorotipo predominante, entre outros.
Os casos da febre chikungunya chegaram a 110.627 em relação ao mesmo período do ano passado, 76.742, ou seja 44,2% de aumento este ano. A taxa de incidência foi de 53,1 casos/100 mil habitantes. Entre os estados com casos, destacam-se Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte. Neste ano, foram confirmados laboratorialmente 57 óbitos.
Já os casos de zika apresentaram aumento de 47,1%, este ano, quando foram registrados 9.813 casos, enquanto em 2018 foram 6.669 o que representa uma taxa de incidência de 4,7 casos/100 mil habitantes. Entre os estados com casos, destacam-se Tocantins, Rio Grande do Norte, Alagoas e Espírito Santo. Neste ano, foram confirmados 2 óbitos por zika.
Confira mais informações sobre as doenças.
AÇÕES DE COMBATE AO AEDES AEGYPTI
As ações de prevenção e combate ao mosquito, realizadas pelo Ministério da Saúde em conjunto com estados e municípios, são permanentes e tratadas como prioridade pelo Governo Federal. A execução das ações de prevenção, como visitas dos agentes de endemia para eliminação dos criadouros, é de responsabilidade dos gestores locais.
O Ministério da Saúde também oferece, continuamente aos estados e municípios, apoio técnico e insumos para o combate ao vetor. Para estas ações, o Governo Federal tem garantido orçamento crescente aos estados e municípios. Os recursos para as ações de Vigilância em Saúde, incluindo o combate ao Aedes aegypti, cresceram nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões, em 2010, para R$ 1,9 bilhão em 2018. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas dengue, zika e chikungunya e é repassado mensalmente a estados e municípios.
PREVENÇÃO
Durante o período de seca, a população pode realizar ações de prevenção, basta tirar 10 minutos do dia para verificar se existe algum tipo de depósito de água no quintal ou dentro de casa, por exemplo. Uma vez por semana, lavar com água, sabão e esfregar com escova os pequenos depósitos móveis, como vasilha de água do animal de estimação e vasos de plantas.
Além disso, é preciso descartar o lixo em local adequado, não acumular no quintal ou jogar em praças e terrenos baldios. Limpar as calhas, retirando as folhas que se acumularam no inverno também é importante para evitar pequenas poças de água. Cada pessoa pode ser um vigilante permanente de atenção à saúde, com isso não teremos dengue, zika e chikungunya.
Fonte: Agência Saúde








