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  • CRF-AL realiza palestra sobre desafios no tratamento da obesidade

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL) realizou, na noite desta quarta-feira (23), a palestra Desafios da profissão farmacêutica no tratamento da obesidade, ministrada pelo professor Mestre em Ciências Farmacêuticas, Max Viana. O evento foi voltado aos farmacêuticos e alunos de farmácia residentes em Maceió. A ação faz parte da programação conselho em comemoração ao Dia Nacional do Farmacêutico.

    “É com muita alegria que estamos realizando uma semana intensa de atividades para os nossos colegas farmacêuticos e alunos do curso de farmácia de várias instituições, comemorando o dia do profissional de farmácia. Hoje, temos o prazer de assistir e participar da palestra com o Max Viana, um excelente profissional que nos traz um tema importantíssimo, que permite uma reflexão profunda sobre a forma como cuidamos da nossa alimentação e da nossa saúde”, disse a presidente do CRF-AL, Mônica Meira.

    Ao todo, 150 pessoas participaram do evento. O público participou ativamente do tema proposto pelo palestrante que abordou estudos científicos e evidências clínicas focando o uso racional da prescrição e dispensação no tratamento da obesidade.

    Para Max, o evento promovido ontem pelo CRF-AL foi foi muito enriquecedor. “Conseguimos reunir um público para os quais as informações preparadas puderam contribuir àqueles que já vivenciam a prática clínica com pacientes obesos, bem como atentar aos futuros profissionais acerca do que eles são aptos a fazer. Acredito que os participantes puderam ter a comprovação da importância que eles têm, a chande mudar a vida de um paciente obeso. É necessário colocar em prática aquilo que aprenderam, estudar e se empenhar cada vez mais. É uma enorme satisfação poder contribuir com o CRF-AL, o qual represento aonde quer que esteja, demonstrando o árduo trabalho que tem realizado em prol da classe”, destacou.

    No próximo sábado (26), Arapiraca recebe o minicurso Valorização profissional e etapas de implantação dos serviços farmacêuticos, a ser realizado na Câmara de Dirigentes Lojistas de Arapiraca (CDL), por Adriano Falvo, a partir das 08h30m. O curso é destinado aos farmacêuticos e alunos de farmácia do município de Arapiraca e cidades circunvizinhas.

    “Muito gratificante a resposta dos farmacêuticos e dos estudantes em nosso estado. Recebemos um grande apoio dos profissionais durante a nossa panfletagem em Arapiraca e divulgação do minicurso do Adriano Falvo, que acontece neste sábado (26). E Maceió, mais uma vez, nos surpreende com um grande número de inscritos para a palestra do Max, além dos vários pedidos por mais palestras e cursos para que o conselho realize. Agradecemos muito a participação de todos e, em breve, estaremos realizando mais cursos de capacitação”, pontuou a presidente.

    Clique aqui para se inscrever.

    Fonte: Assessoria de Comunicação CRF-AL

  • CFF vai regulamentar dispensação por receituário eletrônico

     

    Todos os dias, milhares de farmacêuticos de farmácias e drogarias enfrentam enormes dificuldades na hora de dispensar medicamentos prescritos. Decifrar a escrita ilegível no receituário é um exercício rotineiro e várias medidas têm sido tomadas pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) para resolver o problema, como a realização de campanhas e até a cobrança de providências das entidades médicas. A próxima promete ser uma alternativa definitiva e, não só preservar o farmacêutico como responsável técnico pela farmácia, como garantir a segurança do paciente: o conselho vai regulamentar a dispensação por meio do receituário eletrônico.

    Convencido que o uso do receituário eletrônico será uma realidade em breve, Walter Jorge João diz que o CFF está atento e entende que o mercado de prescrição brasileiro precisa de normatização padronizada para a dispensação. “A integração digital entre a prescrição e a dispensação confere segurança e credibilidade ao processo, desde a consulta médica, passando pela prescrição até a entrega do medicamento ao paciente. É o empoderamento do farmacêutico, responsável legal pela dispensação”, comenta o presidente do CFF. Na opinião de Walter Jorge João, a dispensação precisa estar vinculada à certificação digital, a chancela do responsável técnico no ambiente digital.

    Para elaboração da resolução, o conselho deve começar seus estudos a partir da experiência de implantação de uma plataforma que já está sendo testada pelo Ministério da Saúde em Votuporanga (SP). Desenvolvida pela empresa NextCorp, a ferramenta, que é inédita no país, vai integrar o receituário médico e a dispensação farmacêutica, conectando-se, ainda, ao paciente. Este terá acesso à prescrição e às orientações farmacêuticas por meio de um aplicativo. O farmacêutico poderá acessar a prescrição na farmácia usando login e senha. Nesse sitema, a assinatura digital, que é regulamentada pelo ICP Brasil, já está sendo utililizada.

    O diretor secretário-geral do CFF, Erlandson Uchôa, coordena a equipe da área técnica do conselho que se encarregará de trabalhar na resolução. “O uso do receituário eletrônico, especialmente por meio de ferramentas como a que está sendo testada em Votuporanga, coloca o farmacêutico em sintonia com o que há de mais moderno no mundo em tecnologia. O recurso favorece a qualidade da dispensação, evitando fraudes, dupla dispensação, rasuras e erros, desburocratizando o trabalho do profissional, que pode e deve se dedicar ao seu papel principal, que é o cuidado ao paciente”, destaca Erlandson Uchôa.

    Em Votuporanga, 100% das farmácias já rodam o Sistema Brasileiro de Farmácia, batizado com a sigla API Sibrafar. Usando a plataforma, os farmacêuticos têm controle total da dispensação, pois são eles que concedem e escalonam a permissão de seus auxiliares para o acesso ao sistema.

    O processo ainda oferece a vantagem da rastreabilidade da prescrição e da dispensação, o que estimula um maior cuidado com a segurança do paciente por parte dos profissionais da saúde envolvidos no atendimento, reduzindo o risco de hospitalização e, por consequência, todo o aumento de gastos que isso provoca na rede da saúde. Esse é um grande ganho. Pesquisa recente realizada na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) estima que os danos relacionados ao uso de medicamentos atingem R$ 60 bilhões por ano para o Sistema Único de Saúde (SUS).

    Comunicação CFF

  • Hospital Universitário comemora Dia Nacional do Farmacêutico

    Para comemorar e homenagear os profissionais farmacêuticos, o setor de farmácia do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA) filial da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), com o apoio do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL) realizou, nesta terça-feira (22), uma ação em alusão ao Dia Nacional do Farmacêutico. O intuito foi valorizar e divulgar junto à população o importante papel que realizado pelos farmacêuticos que trabalham no hospital.

    O evento aconteceu no hall de entrada do hospital, os farmacêuticos e estagiários acadêmicos em Farmácia recepcionaram usuários e colaboradores que chegavam. Na ocasião, foram distribuídas cartilhas, produzidas pelo CRF-AL, com orientações educativas em saúde. Logo após, reuniram-se para uma conversa sobre a profissão farmacêutica seguido de um café da manhã.

    Fonte: Assessoria de Comunicação CRF-AL

  • Conselho realiza ação de saúde no Vale de Reginaldo

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) comemorou, neste domingo (20), o Dia Nacional do Farmacêutico com uma ação de saúde no Vale do Reginaldo, no bairro do Poço. Ao todo, mais de 100 pessoas realizaram os exames de aferição de pressão, medição de glicemia e de índice de massa corpórea, além de consultas farmacêuticas. O evento contou com o apoio do conselho gestor da Unidade de Saúde da Família Reginaldo e das lideranças comunitárias.

    “Nós nos sentimos muito felizes em poder trazer essa ação de saúde para o Vale do Reginaldo, de forma a contribuir com a melhoria da qualidade de saúde da comunidade. Estamos procurando mostrar a população que o farmacêutico é um profissional da saúde de fácil acesso para sanar dúvidas e até prestar alguns serviços como estamos vendo aqui. Agradecemos o apoio dos líderes comunitários que abraçaram a ideia e a presença do conselho gestor de saúde que está aqui com profissionais da unidade de saúde auxiliando no atendimento a população”, disse a presidente do CRF/AL, Mônica Meira.

    Cada paciente recebeu um cartão de saúde com os resultados dos exames realizados. O intuito é que possam ser acompanhados por outros profissionais da saúde e até mesmo pelo conselho em ações futuras.

    Para a gerente administrativa da USF Reginaldo, Silene do Nascimento, é de extrema importância parcerias como as que foram sugeridas pelo conselho. “Muitas pessoas da comunidade só procuram o posto de saúde em última instância. Aqui temos pessoas que nunca fizeram exames como os de hoje e pessoas que há anos não procuravam se cuidar. Por isso, é muito benéfico que exista uma campanha de saúde como a que o conselho de farmácia está realizando”, pontuou.

    “Eu gostei muito da iniciativa do conselho de farmácia, mostrando que os farmacêuticos são muito mais do que as pessoas conhecem. Parabenizo a todos pelo trabalho que está sendo realizado aqui”, destacou o aposentado, José Santino, de 78 anos.

    Programação

    As atividades continuam com a palestra “Desafios da profissão farmacêutica no tratamento da obesidade”, que será ministrada por Max Viana, na quarta-feira (23), às 19h, no auditório do conselho que fica localizado na Rua Oldemburgo da Silva Paranhos (antiga Rua Goiás), nº 290, Farol.

    No sábado (26), em Arapiraca, o farmacêutico Adriano Falvo apresentará o mini-curso “Valorização profissional e etapas de implantação dos serviços farmacêuticos”, encerrando as comemorações do Dia Nacional do Farmacêutico. O curso será realizado na Câmara de Dirigentes Lojistas de Arapiraca (CDL), na Rua Professor Domingos Correia, 490 – Centro, Arapiraca – AL, a partir das 8h30m.

    As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas clicando nos links:

    Palestra “Desafios da profissão farmacêutica no tratamento da obesidade”;

    Mini-curso “Valorização profissional e etapas de implantação dos serviços farmacêuticos”.

    Fonte: CRF/AL

  • Confira a programação do Dia Nacional do Farmacêutico

    Em alusão ao Dia Nacional do Farmacêutico, que acontece no dia 20 de janeiro, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) e o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL), estão lançando uma programação especial em Maceió e Arapiraca para celebrar junto aos farmacêuticos.

    “Buscamos comemorar o dia do farmacêutico realizando ações que beneficiem o bem estar da população, sendo a principal razão da profissão. O cuidado integral da saúde é uma forma de conscientizar os profissionais e estudantes da sua importância frente às ações de saúde pública”, disse a presidente do conselho, Mônica Meira.

    A programação se inicia, nesta sexta-feira (18), com a distribuição de panfletos na Praça Luiz Pereira Lima, no Centro de Arapiraca. Na oportunidade, a presidente do CRF/AL irá visitar farmácias e conversar com os farmacêuticos da região.

    No domingo (20), das 8h às 12h, será realizada uma ação para os moradores do Vale do Reginaldo, bairro do Poço em Maceió. Serão ofertados exames de aferição de pressão, medições de glicemia e de índice de massa corpórea, além de consultas farmacêuticas.

    As atividades continuam com a palestra “Desafios da profissão farmacêutica no tratamento da obesidade”, que será ministrada por Max Viana, na quarta-feira (23), às 19h, no auditório do conselho que fica localizado na Rua Oldemburgo da Silva Paranhos (antiga Rua Goiás), nº 290, Farol.

    Em Arapiraca, o farmacêutico Adriano Falvo apresentará o mini-curso “Valorização profissional e etapas de implantação dos serviços farmacêuticos”, no sábado (26), encerrando as comemorações do Dia Nacional do Farmacêutico. O curso será realizado na Câmara de Dirigentes Lojistas de Arapiraca (CDL), na Rua Professor Domingos Correia, 490 – Centro, Arapiraca – AL, a partir das 8h30m.

    As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas clicando nos links:

    Palestra “Desafios da profissão farmacêutica no tratamento da obesidade”;

    Mini-curso “Valorização profissional e etapas de implantação dos serviços farmacêuticos”.

    Fonte: CRF/AL

  • Brasil é segundo país no mundo em casos de hanseníase

    Considerada umas das enfermidades mais antigas da humanidade, a hanseníase ainda hoje representa um problema de saúde pública. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo do mundo em número de casos novos, superado apenas pela Índia. Em 2017, foram registrados cerca de 26 mil casos.

    A doença infectocontagiosa se manifesta por meio de lesões na pele e sintomas neurológicos como dormências e diminuição de força nas mãos e nos pés. É transmitida pelas vias aéreas superiores – pela tosse ou espirros – a partir do contato próximo e prolongado com o paciente infectado. Embora o tratamento esteja disponível no sistema público , uma das principais dificuldades é a falta de adesão ao tratamento. É o que salienta o farmacêutico Carlos Augusto Sousa, do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal/Laboratório de Micobactérias (LACEN-DF). “A hanseníase está associada à resposta imunológica do paciente, independe de classe social. A hanseníase voltou a recrudescer pela queda na busca ativa de casos e pelo abandono do tratamento de alguns pacientes. O abandono é preocupante, pois, além de não curar o paciente não quebra a cadeia de transmissão da hanseníase, pode induzir a resistência do bacilo.”

    Carlos Augusto trabalha na supervisão, diagnóstico e controle da hanseníase. O farmacêutico chama a atenção para os sinais e sintomas da doença, como manchas esbranquiçadas, amarronzadas e avermelhadas, bem como perda de sensibilidade de extremidades, áreas com diminuição de pelos e suor. Ao verificar esse quadro é importante buscar o diagnóstico e o tratamento o quanto antes. “O diagnóstico é clínico com exame dermatoneurológico e, também exame baciloscópico do raspado intradérmico feito ao microscópio. Hanseníase tem cura. O tratamento é feito, assim como o diagnóstico, pelo SUS de maneira gratuita através da PQT (poliquimioterapia) preconizada pela OMS, conforme a classificação que recebe em paucibacilar ou multibacilar, levando de 6 a 12 meses de tratamento, podendo ser prolongado dependendo resposta do paciente.”

    Janeiro é o mês da campanha nacional Janeiro Roxo pela luta contra a hanseníase. O objetivo é informar e oferecer o tratamento correto para a doença.

    Comunicação CFF

  • Os desafios da Lei da Prescrição Legível

    Em 17 de dezembro de 1973 foi criada a Lei 5.991, que dispõe sobre o Controle Sanitário do Comércio de Drogas, Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos, além de definir outras providências com relação ao uso dos fármacos no país. O artigo 35, ressalta as condições em que uma receita deve ser aviada, em 45 anos de sua criação muita coisa mudou desde então, é possível observar alguns avanços, mas ainda tímidos.

    Não é difícil achar quem já tenha reclamado da tipografia do prescritor. No que tange a lei, caso a receita tenha sido preenchida a mão, a letra deve estar legível para o paciente, para os profissionais que receberão a prescrição – tanto para manipulação de produtos ou para a venda de medicamentos em drogarias -, como para quem irá administrar o remédio em hospitais.

    “É extremamente necessário o fortalecimento de campanhas que integrem os profissionais e promovam a conscientização. O objetivo é minimizar o número de receitas ilegíveis e os danos que elas podem causar. Dessa forma protegemos a população, que por muitas vezes é a maior prejudicada”. Pontuou a presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL), Mônica Meira.

    A cobrança sobre a legibilidade se faz pelo fato que, em dias atuais, existe uma dificuldade por parte dos profissionais da área da saúde e pacientes ao tentar decifrar o que foi escrito pelo prescritor. Exemplos como à compra de um fármaco errado ou a administração de uma dose incorreta para um paciente podem ocasionar o agravamento de uma doença, o retardamento de um tratamento correto, ou mesmo, uma evolução para óbito. A legibilidade faz toda a diferença para a segurança do trabalho dos farmacêuticos e enfermeiros.

    Por outro lado, são perceptíveis alguns avanços, porém a passos lentos. Mesmo com a informatização de hospitais – particulares e públicos -, clínicas e consultórios médicos, nem todos utilizam da prescrição digitalizada.

    Campanha

    Na oportunidade, a presidente do CRF/AL solicita aos colegas farmacêuticos que enviem as prescrições ilegíveis para [email protected], excluindo o nome do prescritor e do paciente, para que ao recolher este material o conselho dê início à campanha.

    Fonte: CRF/AL

  • Alto consumo de antibióticos no Brasil preocupa especialistas

    O número de doses de antibióticos consumidas no Brasil está entre os maiores do mundo, superando a média da Europa, Canadá e Japão. De acordo com relatório da Organização Mundial da Saúde, o nosso país ocupa a 17ª posição entre as 65 nações pesquisadas. O alto consumo desses produtos preocupa a agência pelo fato de favorecer o surgimento de bactérias multirresistentes causadoras de infecções difíceis de curar. Na avaliação do médico e pesquisador José Rúben Bonfim – que atua na área de assistência farmacêutica no estado de São Paulo – um dos grandes fatores para essa realidade é a prescrição inadequada.

    Ele explica que muitos médicos e cirurgiões dentistas ainda tendem a receitar novos antibióticos e em situações desnecessárias, como no caso de problemas respiratórios causados por vírus. “Os antibióticos não tem ação nos vírus. Então o uso continuado do tratamento de faringite, que são virais, com antibióticos leva com o tempo à seleção de bactérias que existem na garganta, na pele e no ouvido que são resistentes a esses antibióticos.”

    Ao contrário do que é geralmente noticiado, o médico lembra que o maior número de ocorrências de resistência microbiana não é verificado nos hospitais. “Acontece que os grandes especialistas em todo mundo afirmam, com prova, que o maior problema da resistência antimicrobiana não está relacionada ao hospital, que aliás responde por uma parcela mínima, 10%. Enquanto 90% é gerada na atenção básica, nos cuidados primários de saúde, ou seja, as prescrições que se fazem em ambulatórios.”

    José Rúben atua no Instituo de Saúde, órgão de pesquisa ligado à Secretaria de Saúde de São Paulo, onde avalia tecnologia de saúde. Ele também trabalha na orientação de equipes de médicos, farmacêuticos e enfermeiros no sistema público do município. O médico é também revisor dos Guias de Prática Clínica do CFF.

    Comunicação CFF

  • CRF/AL disponibiliza boletos para quitação da anuidade de 2019

    Já se encontram disponíveis, por meio do sistema online do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL), os boletos para o pagamento em cota única. Os profissionais que optarem por essa modalidade terão duas opções de vencimento, a primeira para o dia 31 de janeiro com 15% de desconto e a segunda para 28 de fevereiro com 10% de desconto. Outra opção é o parcelamento da anuidade integral de janeiro a junho.

    Os profissionais podem retirar seus boletos ao acessar a página do CRF/AL, basta clicar na aba serviços e em seguida em boletos e anuidades, depois realizar o login e imprimir a guia de pagamento. Caso este seja o primeiro acesso é necessário efetivar um cadastro rápido e simples, ou solicitar o envio do boleto através do e-mail: [email protected] .

    A anuidade é destinada as pessoas físicas e jurídicas e contam com o mesmo valor de desconto na modalidade de pagamento em cota única. A quitação da anuidade, seja em conta única ou parcelada, garante ao profissional de farmácia o livre exercício da profissão de acordo com o que determina o Conselho Federal de Farmácia (CFF) e o CRF/AL com base na Lei 3.820/60.

    Regularização

    Os profissionais que desejam regularizar parcelas que estejam em aberto podem entrar em contato com o CRF/AL e solicitar o envio da anuidade pelo e-mail, ou ir pessoalmente na sede do conselho localizada na Rua Oldemburgo da Silva Paranhos (antiga Rua Goiás), N° 290, Farol.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Campanha Nacional no combate a Diabetes chega a Maceió

    A Confederação Internacional de Diabetes divulgou, em 2017, que 425 milhões de pessoas no mundo possuem diabetes e que metade delas ainda não estão diagnosticadas. No Brasil, 5,7 milhões de brasileiros possuem diabetes e não sabem, com base nesses dados o Conselho Federal de Farmácia (CFF) lançou a campanha, Diabetes Não Tem Cara, que buscou conscientizar e realizar exames de rastreamento que identificou pessoas que possuíam diabetes e aquelas que teriam o risco de ter.

    Em Maceió, a ação foi executada na Unidade de Saúde da Família Rosane Collor (USF), localizada no Clima Bom, e em várias farmácia da cidade. O CFF, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da Prefeitura de Maceió acompanharam e apoiaram a campanha.

    A farmacêutica e coordenadora da campanha na USF Rosane Collor, Liliane Sampaio, explicou a importância de ações como a Diabetes Não Tem Cara. “Os números apontados na pesquisa são alarmantes, principalmente para as pessoas que não estão diagnosticadas. Realizar os exames de rastreamento para diabetes é de suma importância para dar o melhor encaminhamento aos pacientes”, pontuou Liliane.

    A campanha foi destinada a pessoas entre 20 a 79 anos que não possuíam diagnóstico prévio de diabetes com o objetivo de prevenir consequências do diagnóstico tardio, como por exemplo a automedicação, principalmente na população mais carente, pois, são os que menos têm acesso à exames deste porte.

    Os atendimentos foram feitos por uma equipe multidisciplinar como médicos, enfermeiros, agentes de saúde e farmacêuticos de outras unidades que se solidarizaram e apoiaram as atividades na USF Rosane Collor, a única unidade a realizar a campanha em Alagoas. “Foi um força-tarefa, toda a equipe de saúde da unidade e de profissionais de outros postos de saúde que abraçaram a causa”, informou Liliane.

    De acordo com a coordenadora da campanha o resultado atingido foi bastante significativo. “Ao todo, 92 pacientes compareceram a unidade para participar do rastreamento, destes 92, 84 efetivamente participaram do rastreamento de casos suspeito de diabetes. E dos 84 participantes, 31 foram encaminhados ao atendimento médico para elucidação diagnóstica. Os pacientes realizaram testes de glicose, massa corpórea, circunferência abdominal e avaliação farmacêutica. Os pacientes que manifestaram alto risco de desenvolver a diabetes farão parte de um grupo de atividade física e orientação nutricional para diminuir as chances de desenvolver a doença”, explicou.

    Além dos exames os pacientes tiveram acesso a outras atividades como corte de cabelo, design de sobrancelha, manicure e pedicure. A ação produziu bons resultados e mais farmacêuticos desejam realizar a campanha “Diabetes Não Tem Cara” em outras unidades de saúde.

    Fonte: Ascom CRF/AL