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  • Vice-presidente do CRF/AL é um dos palestrantes III Workshop de atuação farmacêutica

    Vice-presidente do CRF/AL é um dos palestrantes III Workshop de atuação farmacêutica

    O vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Robert Nicácio, conversou na tarde deste sábado, 25, sobre a atuação do profissional farmacêutico no Nasf (Núcleo de Apoio a Saúde da Família). No encontro, ele pontuou o que é o Nasf, qual a sua composição e suas ações e falou também um pouco da sua experiência profissional no Nasf em Craíbas e em Arapiraca.

    De acordo com ele, o farmacêutico tem um papel importante dentro dos grupos formados pelo programa, a exemplo de combate ao tabagismo, dos pacientes usuários de insulina, de planejamento familiar e outros. “A maioria das ações do Nasf e da Atenção Básica que tem o medicamento como principal ator, o farmacêutico pode liderar essas ações”, afirmou.

    Robert pontua que a principal diretriz do Nasf é trabalhar a promoção da saúde com foco na prevenção e seguindo esse protocolo, o farmacêutico faz parte dessa equipe multidisciplinar.

    Lucas Vitor, um dos organizadores do encontro, revelou que a ideia foi mostrar aos estudantes onde os farmacêuticos podem atuar e o Nasf é uma delas. “A ideia é que a gente pudesse explorar esse trabalho tão importante que o farmacêutico tem dentro do Núcleo e o Robert apresentou isso de forma grandiosa”, comentou.

    Para Lucas, o encontro foi grandioso, sobretudo, porque trouxe para os futuros profissionais decidirem onde querem atuar quando chegar ao mercado de trabalho. “Falamos da atenção farmacêutica, da relação com o cliente, do Nasf e agora, com tanto conhecimento adquirido é só direcionar a área de atuação’, argumentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Para reduzir gastos, gestão Temer quer rever distribuição de remédio

    Para reduzir gastos, gestão Temer quer rever distribuição de remédio

    Um dos mais conhecidos programas do Ministério da Saúde, o Farmácia Popular, iniciativa que oferta medicamentos gratuitos ou com até 90% de desconto, deve passar por mudanças. Para o setor farmacêutico, as medidas o colocam em risco.

    Após fechar cerca de 400 farmácias da rede própria que mantinha no programa, o governo quer agora mudar o modelo de pagamento para farmácias particulares credenciadas. Hoje, há cerca de 30 mil estabelecimentos que ofertam os medicamentos no Aqui Tem Farmácia Popular, nome dado ao eixo do programa na rede particular.

    Para o ministro Ricardo Barros (Saúde), o objetivo é reduzir gastos, tidos como mais altos do que na compra centralizada de remédios no SUS.

    Representantes do setor e sanitaristas, porém, dizem que as novas propostas colocam o programa em xeque.

    Hoje, farmácias recebem um reembolso do governo a cada produto dispensado, com base em uma tabela de valores de referência pré-definidos para cada um deles.

    O governo quer renegociar esses valores. De acordo o ministro, a ideia é propor um novo cálculo, definido por um preço base no atacado e 40% de margem para compensar os custos de aquisição e distribuição dos produtos.

    Hoje, não há uma margem padrão, o que leva à diferença de valores, justifica.

    “Vamos atualizar os preços para esse momento de mercado”, disse à Folha.

    “Se fizemos essa margem, economizaremos R$ 600 milhões ao ano.” O programa, criado em 2004 no governo Lula, custa R$ 2,7 bilhões.

    Há ainda um modelo alternativo em estudo, semelhante ao aplicado nas lotéricas.

    Neste caso, as farmácias receberiam um valor fixo pelo procedimento de entrega do medicamento, não importa qual deles entregou. Neste caso, os medicamentos seriam do Ministério da Saúde.

    As mudanças, porém, dependem de negociação com o setor. Segundo Sérgio Barreto, da Abrafarma, associação que reúne as redes de farmácias, os preços sugeridos na proposta, e que preveem redução de até 60%, não compensam os custos.

    “Estão partindo de uma base que não está correta. Não consigo receber menos do que paguei para a indústria.”

    Para ele, a medida pode inviabilizar o programa.

    Posição semelhante tem representantes da indústria. “Nos parece perigoso que um dos poucos êxitos seja posto em xeque e ameaçado”, diz Antônio Britto, da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).

    Para ele, não é possível comparar o valor de compras do SUS com o do Farmácia Popular, por serem situações e volumes diferentes de compra –o Ministério tem citado o exemplo da insulina, que custa R$ 10 o frasco SUS e R$ 26 no reembolso.

    “Estamos preocupados. Qualquer redução nos valores pode sim causar problemas ao programa, porque não tivemos reajustes nos últimos anos”, diz Nelson Mussolini, do Sindusfarma.

    À Folha o ministro afirma que, caso não haja um acordo, a pasta pode voltar a distribuir todos os medicamentos da lista apenas no SUS. “Se não quiserem fazer nessa margem que estamos propondo, vamos centralizar a compra e fazer a entrega na nossa rede, que já está paga.”

    Neste caso, diz, os valores pagos ao programa seriam direcionados a complementar as verbas de assistência farmacêutica, assim como ocorreu no fechamento das unidades próprias. Questionado se isso não indicaria o fim do programa, ele minimiza.

    “Tem 1.500 municípios do Brasil que não têm Farmácia Popular nem rede própria nem conveniada. E nem por isso deixam de receber os medicamentos”, diz ele, que nega prejuízos à população no acesso a remédios. “O que afeta o acesso é pagar caro por algum medicamento.”

    Já Arthur Chioro, que foi ministro da Saúde na gestão Dilma Rousseff, tem visão oposta. “O que observamos em relação ao Farmácia Popular é uma desmontagem do programa”, afirma ele, que lembra que o programa foi criado para aumentar o acesso a medicamentos para doenças mais comuns e, assim, reduzir custos com internação.

    “O Farmácia Popular não substitui o SUS. Ele foi pensado para dar retaguarda a usuários de planos que não têm garantia de cobertura de medicamentos, que tem peso significativo sobre o orçamento das famílias”, diz.

    “Extinguir o Farmácia Popular é colocar todo mundo em concorrência no SUS novamente”, completa.

    ACESSO

    Pacientes que utilizam o Farmácia Popular afirmam terem sido pegos de surpresa com o fechamento das unidades próprias do programa e relatam dificuldades de acesso a medicamentos no SUS.

    No Distrito Federal, a única unidade da rede própria que ainda havia do programa, em Sobradinho, foi fechada em 28 de agosto.

    Restou um aviso em papel, que comunica o “encerramento das atividades da Farmácia Popular do Brasil”.

    Foi com ele que se deparou o aposentado José Aparecido dos Santos, que buscava no local medicamentos para diabetes, hipertensão, entre outros. “Simplesmente cheguei aqui e estava fechada.”

    Desde então, usuários como ele se queixam da falta de informações sobre o fechamento e sobre onde ainda é possível retirar medicamentos antes disponíveis na rede.

    O maior impasse é o fato da lista de remédios ser menor nas redes particulares credenciadas ao Farmácia Popular em relação ao que era disponibilizado nas unidades próprias –enquanto a primeira tem 32, a anterior disponibilizava 112.

    Foi o que ocorreu com a técnica de laboratório Maria de Fátima Soares, 54, que pegava com o filho medicamentos para efeitos da artrite e tratamento de gota (no caso específico, ácido fólico e prednisona), na unidade de Sobradinho.

    De R$ 1,60 que pagava pelo que precisava na rede própria devido aos descontos, agora paga entre R$ 15 e R$ 34 em farmácias particulares –os medicamentos não constam na lista da rede credenciada. “Ninguém acreditou quando fechou”, relata ela, que trabalha ao lado da antiga unidade.

    O Ministério da Saúde afirma que todos os remédios que eram distribuídos nas unidades próprias também estão disponíveis no SUS.

    Na prática, há reclamações. Santos, por exemplo, relata que, após o fechamento, nem sempre encontra o que precisa no posto de saúde. “Agora tenho que ir no posto, e quando não tem, tem que comprar”, diz.

    Funcionários de unidades de saúde do DF ouvidos pela Folha confirmam casos de falta de alguns medicamentos, sobretudo dos mais indicados, como omeprazol (para problemas de estômago) e sinvastatina (para reduzir níveis de colesterol).

    Ao saber do fechamento, a dona de casa Maria Ricarda Pereira, 71, correu para adiantar as receitas médicas e obter os medicamentos. Um dos que já utilizou, o cloridrato de verapamil, diz, não consta nas farmácias credenciadas. Agora, busca os medicamentos na unidade de saúde, onde também faz acompanhamento.

    A distância, porém ficou maior. “Antes, vinha a pé. Agora, tenho que pedir para minha filha me deixar aqui para buscar”, conta.

    Para Mailza dos Santos, 48, o programa era uma opção para os momentos em que não havia medicamento no posto de saúde. “Quando não tinha, pegava aqui”, diz.

    OUTRO LADO

    Questionado, o Ministério da Saúde afirma que direcionou todos os R$ 100 milhões antes gastos com as unidades próprias do Farmácia Popular para aumentar a oferta de medicamentos na rede pública.

    A pasta atribui o fechamento ao fato de que só 20% dos cerca de R$ 100 milhões gastos com essas unidades era para compra e distribuição de remédios. O restante era para custos operacionais.

    Sobre os relatos de falta de medicamentos, afirma que o monitoramento das unidades cabe aos municípios.

    Em nota, a secretaria de saúde do Distrito Federal informa que trabalha para manter os estoques abastecidos, mas admite que pode haver “faltas pontuais” de alguns medicamentos na rede.

    “Eventualmente, podem ocorrer faltas pontuais, mas todos os citados estão em processo de aquisição, em diferentes fases dos processos licitatórios.”

    Questionada, a pasta diz ainda que já foi possível observar um aumento recente na demanda por remédios básicos nas unidades de saúde após o fechamento da Farmácia Popular.

    Entretanto, “por se tratar de uma mudança recente, ainda não foi possível contabilizar tal valor”, informa.

    Fonte: CFF

  • CRF/AL inicia campanha do Natal Farmacêutico Solidário

    CRF/AL inicia campanha do Natal Farmacêutico Solidário

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, por meio da Comissão de Farmácia Comunitária, em parceria com o Sindicato dos Farmacêuticos de Alagoas iniciam a campanha Natal Farmacêutico Solidário. O objetivo é que os farmacêuticos e a população possam contribuir com material de higiene e brinquedos para levar esperança a crianças nesse espírito de natalino, o amor, a esperança e a renovação em Cristo.

    Alexandre Correia, presidente do CRF/AL, ressalta que a campanha é destinada a população em geral. “Esperamos contar com a contribuição de todos, essa é segunda edição da nossa campanha e queremos arrecadar no mínimo o dobro do que conseguimos ano passado”, destacou.

    Os postos para doação:

    • CRF/AL em Maceió – Rua Oldemburgo da Silva Paranhos (antiga Rua Goiás) N° 290, Farol.
    • CRF/AL em Arapiraca – Monsenhor Macedo, 103 – Centro, Arapiraca – AL.
    • Farmácia do Trabalhador JM- Rua Brasília, 123 Brasília – em frente a panificadora Brasília.

     

    Mais informações: Eline Baracho 999448127

    Juliana Braga 988041743

    Marta – 99661-9718

    Claudia- 98804-8164

     

    Fonte:Ascom CRF/AL

     

  • CRF/AL realiza curso de implantação de consultório farmacêutico e interpretação de exames laboratoriais

    CRF/AL realiza curso de implantação de consultório farmacêutico e interpretação de exames laboratoriais

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) em parceria com a Uninassau promove nos dias 8 e 9 de dezembro o curso como implantar um consultório farmacêutico e interpretação clínica de exames laboratoriais.

    O vice-presidente do CRF/AL, Robert Nicácio, explicou que a ideia é mostrar aos farmacêuticos que eles podem fazer esse tipo de serviço tanto em seus negócios, como nos locais onde trabalham. “Precisamos implantar os consultórios farmacêuticos, isso é bom para o profissional, bom para o paciente e bom para a empresa porque fideliza o seu cliente”, pontuou.

    Paulo Vicente, que é farmacêutico e presidente da SBFFC- Rio de Janeiro, vai falar da importância de se implantar um consultório farmacêutico, local, que segundo ele é onde o farmacêutico coloca em prática os seus conhecimentos. “É ali onde ele aplica os conceitos e as práticas da farmácia clínica para auxiliar o paciente na busca da sua saúde. Essa é essência da nossa profissão, e ela ficou perdida durante décadas aqui no Brasil quando a farmácia se tornou um mero estabelecimento comercial no qual não se importava com a saúde e o bem estar do paciente, mas apenas no interesse em vender para seus clientes”, pontuou.

    Ele explicou que o objetivo do curso é oferecer aos farmacêuticos as ferramentas necessárias para entender como implantar o seu consultório atendendo as normas sanitárias, legais, fiscais e profissionais. “Vamos trabalhar também o planejamento estratégico na escolha do local, layout, equipamentos, suprimentos, material de marketing. Enfim, tudo que será necessário para o farmacêutico ter o seu espaço adequado para as práticas dos serviços clínicos farmacêuticos”, garantiu.

    No intuito de fortalecer esse atendimento no consultório farmacêutico, o profissional também poderá no seu atendimento auxiliar o paciente na interpretação clínica dos exames laboratoriais. De acordo Rodolfo Fernandes, essa é uma ferramenta importante na atuação clínica do farmacêutico já que ele permite realizar o monitoramento fármaco terapêutico do paciente. “Essa é uma área que vem crescendo. Vamos fazer a discussão de casos clínicos, passando pela semiologia, farmacologia, parte clínica e exames laboratoriais”, revelou.

    Ainda durante o curso serão discutidas as solicitações dos exames laboratoriais, interpretação clínica do hemograma, dos marcadores bioquímicos, de exame de urina e EAS. “Nessas discussões nós vamos tratar de algumas patologias, a exemplo das doenças hepáticas, diabetes, doenças renais, infecções e outras que podem ser identificadas na interpretação destes exames”, comentou.

    Para participar basta fazer a sua inscrição e levar uma lata de leite no dia do curso.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Pílula digital pode mostrar se paciente toma remédios corretamente

    Pílula digital pode mostrar se paciente toma remédios corretamente

    A agência que controla alimentos e remédios nos Estados Unidos aprovou a venda da primeira pílula digital.

    O chip é um pouco maior que um grão de areia e vai lá no meio de um comprimido. A pessoa nem percebe. Na hora em que a pílula chega no estômago, ela se dissolve. O chip é ativado quando entra em contato com o ácido estomacal e emite um sinal.

    O sinal é captado por um sensor que fica em contato com a pele, como se fosse um pequeno curativo, e a informação então é enviada por celular do paciente. Se ele quiser, pode compartilhar os dados com o médico e com até quatro pessoas.

    A ideia é que todo mundo seja avisado que o sujeito realmente tomou seu remédio. Para os fabricantes, a tecnologia pode ajudar quem toma remédios de uso contínuo para controlar, por exemplo, hipertensão, diabetes, HIV.

    Poderia ser também útil para os idosos, que têm que tomar muito remédio e às vezes esquecem. A justificativa é que os prejuízos causados por pacientes que interrompem ou não seguem o tratamento à risca podem chegar a US$ 100 bilhões por ano nos Estados Unidos.

    Essa é a primeira pílula desse tipo aprovada nos Estados Unidos. O remédio é para o tratamento de pessoas com esquizofrenia.

    Alguns especialistas temem que pacientes possam ser pressionados a concordar com esse controle.

    O doutor Paul Appelbaum, diretor do departamento de psiquiatria da Universidade Columbia, em Nova York, e especialista em ética médica, alerta que essa tecnologia pode prejudicar a relação de confiança entre médico e paciente.

    E diz que há ainda o risco de que os dados venham a ser acessados sem autorização, de forma a ferir a privacidade das pessoas.

    “Espero que haja estudos sérios que mostrem que há de fato benefícios nessa nova abordagem. E se os benefícios superam os riscos”, afirmou.

    Fonte: G1

  • Farmacêuticos têm 60 dias para justificar sua ausência

    Farmacêuticos têm 60 dias para justificar sua ausência

    Homologado o resultado das eleições, os farmacêuticos que não participaram do processo eleitoral precisam justificar a sua ausência. De acordo com o regulamento das eleições, publicado pelo Conselho Federal de Farmácia, o eleitor tem até 60 dias após o pleito para apresentar a comprovação de justa causa ou de impedimento.

    O formulário está disponível no endereço eletrônico https://www.votafarmaceutico.org.br/#/justificar e nele o farmacêutico deverá preencher a justificativa de ausência da votação, com possibilidade de remessa de arquivo digitalizado no formato PDF.

    O documento será apreciado pela Comissão Eleitoral Regional que fará a análise e a deliberação.

    Aquele que não justificar o seu voto, será aplicada multa no valor correspondente a 50% da anuidade da pessoa física em vigor.

    Aplicação de multa

    Da notificação da aplicação de multa, caberá defesa no prazo de três dias ao Plenário do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, que julgará as razões apresentadas. Após a decisão, ao farmacêutico caberá recurso ao Conselho Federal de Farmácia no prazo de três dias, caso contrário será formalizado o competente executivo fiscal para os fins do artigo 35 da Lei nº 3.820/60.

    O recurso ao Conselho Federal de Farmácia (CFF) deverá ser interposto perante o CRF/AL mediante o pagamento de porte de remessa e retorno dos autos através de boleto bancário oriundo de convenio especifico, em valores definidos por portaria do Presidente do CFF. Caso o farmacêutico não faça o pagamento, o recurso não será admitido.

    O CRF/AL emitirá aos que não votarem por motivo justificado, documento que os isente das sanções previstas.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmacêuticos elegem novos diretores e conselheiros

    Farmacêuticos elegem novos diretores e conselheiros

    Na última sexta-feira, 10, os farmacêuticos elegeram os seus representantes para o quadriênio 2018-2021 e o biênio 2019 -2022. O processo eleitoral foi para eleger nove conselheiros e a chapa que compõem os membros da diretoria. Em Alagoas, duas chapas foram pra disputa, e a chapa 1 – Trabalho e Valorização – foi eleita com 59, 70% dos votos.

    Como conselheiros regionais no quadriênio 2018-2021 foram eleitos: Mônica Meira com 856 votos, Alexandre Correia com 738 votos, Lizete Vitorino com 688 votos, José Gildo da Silva com 607 votos, Francisco Rene com 495 votos, Roberto Galdino com 450 votos e Flavia Dabbur com 398 votos.

    Para o quadriênio 2019 -2022 foram eleitos como conselheiros: Fábio Pacheco com 781 e Robert Nicácio com 753 votos.  As eleições iniciaram na quarta-feira, 08 ao meio dia e encerram na sexta-feira, 10 ao meio dia. Foram as urnas aproximadamente 85% dos eleitorado.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • PRF apreende caixas de Cytotec com sinais de falsificação em São Miguel dos Campos

    PRF apreende caixas de Cytotec com sinais de falsificação em São Miguel dos Campos

    Uma abordagem de rotina da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-101, trecho que pertence ao município de São Miguel dos Campos, no interior de Alagoas, resultou na prisão de um ex-reeducando nessa quarta-feira (08), suspeito de transportar medicamentos controlados  de forma irregular. Durante inspeção, constatou-se que um dos remédios era falsificado.

    De acordo com a PRF, os bancos traseiros do Honda Civic, com placa de Aracaju (SE) estavam cheios de caixas, chamando a atenção dos policiais. O veículo era ocupado pelo ex-preso e outra pessoa que não teve a identidade revelada. Eles afirmaram tratar-se de remédios que haviam sido comprados numa farmácia em Maceió e seriam vendidos em Aracaju. De imediato os policiais solicitaram a nota fiscal do material e autorização para transporte dos medicamentos, mas os homens disseram não possuir tais documentos, o que já configurou crime.

    Ao fazer a checagem os policiais encontraram pouco mais de nove mil comprimidos “controlados” como Sibutramina, Uni-Diazepam, Cloridrato de Sertralina e Cytotec. Para este último – Cytotec –  há uma suspeita de falsificação, pois o remédio não possuía laboratório definido e não poderia ser vendido.

    O passageiro, de 41 anos, que já possuía passagem pela polícia por descaminho e por transportar remédios de forma ilegal, assumiu a posse das mercadorias e foi preso em flagrante. Ele e todo material apreendido foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de São Miguel.

    Fonte: TNH1
  • Ministério da Saúde incorpora medicamento para Alzheimer no SUS

    Ministério da Saúde incorpora medicamento para Alzheimer no SUS

    Após avaliação, o Ministério da Saúde incluiu o medicamento memantina para casos de Alzheimer moderados e graves no SUS. A inclusão foi oficializada nesta quinta-feira (9) em publicação no Diário Oficial. O medicamento já é aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

    A memantina age impedindo a ação do excesso do glutamato nos neurônios. Altos níveis do composto facilitam a entrada do cálcio nas células neuronais, levando-os à morte.

    O medicamento foi indicado para casos moderados e graves. Não há indicação para casos leves. Para os casos graves, o composto deve ser combinado com medicamento inibidor de colinesterase, substância que inibe a ação de enzimas que destroem a acetilcolina, neurotransmissor atuante na memória. Já nos casos leves, a memantina pode ser usada isoladamente.

    A recomendação da incorporação no SUS foi feita por comissão de avaliação em julho desse ano. O relatório concluiu que “apesar do tamanho do efeito ser pequeno, ele é significativo e influencia favoravelmente a qualidade de vida dos doentes e cuidadores”, diz.

    O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que acomete 33% dos indivíduos com mais de 85 anos e compromete de mais de 35 milhões de pessoas no mundo. A condição leva ao declínio de habilidades cognitivas, como a memória e orientação no tempo e no espaço. Há também mudanças na personalidade e no comportamento, bem como prejuízos na habilidade de realizar funções diárias.

    Fonte: Bem Estar (G1)

  • Farmacêutico é eleito diretor da Escola de Enfermagem e Farmácia da UFAL

    Farmacêutico é eleito diretor da Escola de Enfermagem e Farmácia da UFAL

    Em uma votação histórica o farmacêutico Irinaldo Basílio foi eleito diretor da Escola de Enfermagem e Farmácia da Universidade Federal de Alagoas. A eleição aconteceu no último dia 08 de novembro, e a chapa 1 foi eleita com 13 votos dos técnicos, 26 docentes e 263 discentes e administrará a escola nos próximos quatro anos.

    O presidente eleito afirmou que o trabalho será voltado na busca de alternativas e estratégias para atender as demandas relacionadas as atividades de ensino, pesquisa, extensão e administração. “Aprendemos no dia a dia desta escola que ao compartilhamos objetivos, decisões e quando nos dispomos à União para concretização de desejos comuns, ficamos mais fortes e damos sentido ao nosso trabalho”, pontuou.

    A enfermeira Eveline Lucena, que é vice-diretora da Chapa 1 da Esenfar, revelou que a união entre os dois cursos foi o passo chave para o crescimento da escola, colocando a unidade de saúde em posição de destaque. “Acho importante que tenhamos um representante de cada curso porque só assim conseguiremos caminhar para o fortalecimento da nossa escola”, comentou.

    Para o presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL), Alexandre Correia, ver um colega de profissão assumindo um cargo tão importante, mostra que os farmacêuticos tem se destacado em cargos importantes dentro da profissão. “A ideia é que a gente fortaleça essa parceria tão importante para a categoria”, disse.

    Fonte: Ascom CRF/AL