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  • CFF proíbe que Conselhos Regionais registrem graduados em EaD

    O Conselho Federal de Farmácia (CFF) encaminhou um ofício circular proibindo os Conselhos Regionais de registrar graduados egressos de curso de graduação na modalidade de Ensino a Distância (EaD). A decisão do CFF foi tomada porque a formação nesta modalidade acontece de forma precária, não apresentando condições adequadas para o atendimento a sociedade.

    A orientação é para que os estudantes verifiquem junto a instituição de ensino a modalidade do curso para não ter problemas quanto ao registro profissional. Um alerta feito pelo órgão é quanto a nomenclatura semipresencial que tem sido utilizada de forma equivocada. Segundo o ofício, o Ministério da Educação (MEC) revogou a portaria que trata do ensino semipresencial, passando então, a ser uma modalidade de ensino não reconhecida.

    “As terminologias Flex, Híbrido e semipresencial ou qualquer outra utilizada para induzir uma modalidade diversa das reconhecidas pelo MEC (presencial ou Ead) podem ser interpretadas como má-fé ou intencionalidade de enganar os estudantes”, diz um trecho do ofício. Sendo assim, só poderão ter o registro profissional aqueles graduados na modalidade presencial.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL mostra o papel do farmacêutico no programa de cessação tabágica

    Recentemente, a Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia, alertou que fumantes tem 45% de chance a mais de sofrer complicações pela Covid-19. A ciência explica que o cigarro não produz um efeito protetor contra a Covid-19, pelo contrário, aumenta a produção de uma célula que facilita a penetração do coronavírus nos pulmões, favorecendo a infecção e aumentando os riscos de complicações com a Covid-19.

    No dia nacional de combate ao tabaco, comemorado em 29 de agosto, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas mostra a atuação do profissional farmacêutico no auxílio a pacientes que querem a largar o vício do cigarro no serviço público.

    Fotos tiradas antes da pandemia

    No SUS, o programa de cessação tabágica funciona com a participação de profissionais de saúde multidisciplinares no formato de reuniões com a presença de até 15 pessoas que buscam largar o vício do cigarro.
    Robert Nicácio, atua na cessão tabágica no município de Craíbas, através do NASF (Núcleo de apoio à saúde da família) e explica que no caso do farmacêutico, o acompanhamento vai desde a atenção farmacêutica até o uso dos medicamentos que auxiliam este paciente a parar de fumar.

    “São os adesivos transdermicos de nicotina, os gomas de mascar de nicotina e bupropiona. O farmacêutico vai monitorar esse paciente porque grande parte deles já fazem uso contínuo de medicamentos e é preciso observar a reação destes junto dos medicamentos”, comentou.

    Segundo o Robert, os resultados do programa são satisfatórios. “Os pacientes voltam nos agradecem e descobrem que a vida sem cigarro é mais saudável”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Sinal Vermelho: CRF/AL participa de lançamento da campanha da Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Robert Nicácio, participou na tarde da quarta-feira, 26, do lançamento campanha Sinal Vermelho contra a violência doméstica no canal do Youtube da Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados.

    O evento que aconteceu online, contou com a participação de diversas instituições envolvidas na campanha cujo objetivo é fortalecer a divulgação em Alagoas junto a Rede de Proteção a Mulher de Alagoas em âmbito municipal, estadual e federal.

    A deputada federal, Teresa Nelma, anfitriã do lançamento, ressaltou o empenho do CRF/AL em promover um engajamento dos profissionais farmacêuticos na campanha. “Obrigada por tornar essa campanha um sucesso em nosso Estado, vamos continuar neste caminho de conseguir novas adesões”, pontuou.

    Robert pontuou que aproximadamente 65% dos farmacêuticos alagoanos são do sexo feminino, o que de certa forma, sensibiliza a categoria na importância do tema, que é a violência doméstica contra mulher. “Estamos trabalhando as nossas redes sociais com as farmacêuticas, explicando que nós não seremos arrolados como testemunha e o resultado tem sido muito positivo. Estamos conseguindo novas adesões e pretendemos continuar neste caminho para que os número de farmácias sejam ainda maiores”, garantiu.

    O presidente do Sindicato dos Farmacêuticos Alagoanos (Sindfal), Hugo Alexandre, comentou que a campanha traz consigo o reconhecimento por parte dos criadores e da sociedade de que a farmácia é um estabelecimento de saúde e não apenas comercial. “Isso é cuidar do outro, a violência doméstica não é apenas física mas também psicológica e na farmácia elas receberão este primeiro acolhimento e assim ajudamos a reduzir os números alarmantes de violência doméstica em nosso Estado”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL informa que atendimento presencial e virtual estará suspenso nesta sexta-feira, 28

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que nesta sexta-feira, 28, os atendimentos presencial e virtual estarão suspensos. Retornamos a normalidade a partir da segunda-feira, 31 de agosto no horário das 10 às 16h.

  • Farmacêutico participa de pesquisa sobre interação química interna dos anfíbios

    Uma rã de apenas três centímetros surpreendeu estudiosos no Brasil e do mundo, após a mais nova descoberta sobre a espécie perereca pontilhada ou Boana Punctata. Descobriu-se que o anfíbio fluorescente também é capaz produzir um complexo azul para se tornar verde e se camuflar na natureza. O farmacêutico e integrante do Departamento de Ciências Biomoleculares da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da USP, Norberto Peporine Lopes, participou da pesquisa, foi publicada em julho deste ano na revista PNAS, da Sociedade Americana de Ciências, e explica a importância dessa descoberta.

    Segundo ele, para criar uma função biológica a Boana Punctata aproveita um metabólico tóxico. “Os anfíbios estudados conseguem armazenar uma grande quantidade de uma substância tóxica chamada biliverdina. Só que ao invés dela simplesmente ser descartada, ela interage com uma proteína, que foi chamada de Serpina, e forma um complexo que reflete uma cor azul no anfíbio”, afirma. Essa transformação é uma tática de proteção para esquivar dos possíveis predadores durante o dia. Entretanto, não é tão eficaz durante a noite, pois é o período que as rãs são mais ativas.

    “Descobrimos que a noite a rã é fluorescente. Ou seja, através de um composto na própria pele, ela é capaz de absorver a pouca luminosidade disponível e devolver luz no ambiente, o que gera um tom verde meio amarelado brilhante. Assim como o processo da camuflagem, a rã também acaba refletindo uma luz verde, mas é outro componente químico com outra finalidade”, esclarece Norberto.

    A atração química e a vocalização do macho são a maneira mais habitual de reprodução entre esses respectivos anfíbios. A fluorescência proporciona a fêmea enxergar a uma determinada distância onde está o macho através do seu canto, desta forma a reprodução ocorre com mais facilidade. “É um sistema evolutivo maravilhoso. Esta perereca consegue fazer uso de processos bioquímicos e biofísicos supercomplexos em diferentes aspectos de sua biologia e isso garante que ela seja mais eficiente para se reproduzir a noite e mais eficiente para não ser predada durante o dia”, conclui o farmacêutico, acrescentando que o estudo contou com a colaboração de distintas áreas como biologia evolutiva, bioquímica, farmácia com biofísicos da Argentina, Brasil, Equador e Estados Unidos.    

    Leia a matéria completa aqui: https://glo.bo/3gu0LfQ

    Fonte: Comunicação do CFF com informações do G1

  • Webinar internacional virtual sobre Covid-19 recebe inscrições

    O Instituto Aggeu Magalhães e British Consulate Recife realizam de 14 e 15 de outubro, o webinar internacional Covid-19: Cenários Atuais e Perspectivas Pós-Pandemia. O evento tem o objetivo de discutir os cenários epidemiológicos da pandemia no Brasil em relação a outros países da Europa. No evento, serão a abordados os seguintes temas: Sistemas de Vigilância e Controle do COVID-19; Coortes clínicas, Riscos e Intervenções; Diagnóstico, resposta imune, perspectivas em vacinas e Impactos Sociais.

    Participarão das discussões, pesquisadores do Instituto Aggeu Magalhães/ Fiocruz Pernambuco, Universidade de Pernambuco (UPE), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Escola Nacional de Saúde Pública/Fiocruz, Instituto Oswaldo Cruz/ Fiocruz, entre outros, e pesquisadores de instituições britânicas como London School of HygieneTropical Medicine, Imperial College, University of Liverpool e University of Oxford, que desenvolvem estudos em cooperação com pesquisadores do Brasil.

    O webinar será transmitido por meio da plataforma Zoom e pelo canal do YouTube da Fiocruz Pernambuco. Para baixar a plataforma, clique no link de acesso e siga o passo a passo usando tablet, smartphone ou desktop. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas por meio do site. O participante receberá o link de transmissão diretamente no seu e-mail.

    Todos os certificados do WEBINAR COVID-19 estarão disponíveis no site oficial do evento três dias úteis depois da transmissão. Para o acesso, bastará ao participante entrar em sua conta pessoal cadastrada no Sympla e clicar no menu “Meus Pedidos”. Mais informações podem ser obtidas por telefone – + 55 (81) 9 9849-2526 – ou pelo e-mail [email protected]

    Fonte: Comunicação do CFF

  • Justiça atesta proibição do uso de Cannabis por farmácias

    Após acolhimento dos argumentos da Advocacia Geral da União (AGU) a 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, negou o requerimento de uma farmácia de manipulação de alimentos naturais e cosméticos deseja manipular produtos com princípios derivados da Cannabis sativa sem restrição de aprovação sanitária. Em sua justificativa a farmácia alegava não se diferenciar da indústria farmacêutica.

    Utilizada em vários produtos a Cannabis é uma planta que proporciona a extração de substâncias para utilização em tratamento de epilepsias, a exemplo do canabidiol. Segundo o tribunal, a deliberação está de acordo com os preceitos adotados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária na normatização de produtos a base da cannabis. “Com essa decisão, o Judiciário reafirma a legalidade da atuação da Agência na liberação de produtos à base de cannabis para fins essencialmente medicinais. A Anvisa vem adotando cautela nesse assunto, já que são produtos que ainda não tem eficácia, segurança e qualidade totalmente estabelecidos, então é preciso que se sigam as etapas necessárias para que ao final esses produtos apresentem os benefícios”, apontou a Procuradora Federal, Lucia Penna.

    A AGU afirmou que é a possibilidade da extração de substâncias entorpecentes da Cannabis responsáveis por causar efeitos nocivos à saúde, tais como, alucinações, distúrbios e confusão mental. Também esclareceu que é necessário preconizar complexos requisitos técnicos para fabricação, prescrição, importação, comercialização, monitoramento e fiscalização de produtos derivados da Cannabis para uso terapêutico, pois o princípio da planta direcionado para práticas ilícitas.

    Na ação impetrada, a farmácia pleiteava que dois artigos de uma resolução da ANVISA fossem considerados como ilegais. De acordo com a autora da ação, a delimitação caracterizada pela Agência originaram “uma reserva de mercado que violaria a livre iniciativa e a liberdade econômica”.

    A empresa recorreu à instância superior após a negativa da 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal.

    Fonte: Comunicação do CFF com informações do R7

  • CFF lança livro voltado ao público infantil sobre a pandemia da Covid-19

    A Turma da Cacilda chegou! O Conselho Federal de Farmácia (CFF), através do Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos (Cebrim/CFF), lança na sexta-feira, 21 de agosto, o livro infantil “SOS O Corona Chegou”. Como parte do “Projeto em Educação em Saúde Pública na Pediatria”, também conhecido como “Cacilda, Saúde e Cia”, o material foi produzido por uma equipe multiprofissional de saúde, coordenado por farmacêutica integrante do CFF, e conta a história da personagem Cacilda com relatos, dúvidas e dicas sobre o novo dia a dia que as crianças enfrentam com a pandemia da Covid-19.

    O livro conta com ilustrações e linguagem adequada ao público infantil, além de atividades lúdicas como questionários, brincadeiras, exercícios e receitas. Dra. Carolina Maria Xaubet Olivera, pesquisadora responsável pelo projeto, explica como foi o processo de produção do material. “Diante do cenário da pandemia de Covid-19 em que vivemos e da necessidade urgente de informação pela população, o grupo do projeto Cacilda, Saúde e Cia se reuniu para escrever um livro sobre o novo coronavírus para crianças na faixa etária de 7 a 11 anos de idade. O material possui uma abordagem multiprofissional, incluindo a participação de autores e revisores farmacêuticos, nutricionista, médica veterinária, cirurgião-dentista e médico”, destacou a farmacêutica.

    Dra. Carolina destaca que o livro busca esclarecer dúvidas relacionadas ao assunto com informação atualizada, baseada em evidências, relacionadas principalmente às medidas de prevenção do contágio pelo coronavírus e dicas para se manter saudável. “As ilustrações tornam a informação mais atrativa e convidativa para a leitura. O livro foi planejado e elaborado com muito carinho, e apesar de ser dirigido às crianças, pode ser uma ótima opção de leitura para as outras faixas etárias”, salientou a pesquisadora responsável pelo projeto.

    Clique aqui e acesse já o livro.

    Fonte: Comunicação CFF

  • Conselhos garantem vitória no julgamento do processo contra técnico em farmácia

    O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu: a responsabilidade técnica em farmácias e drogarias é exclusiva do farmacêutico registrado nos conselhos profissionais, conforme previsão da Lei nº 13.021/14. Essa importante vitória da profissão farmacêutica foi obtida no julgamento do recurso movido pelo proprietário de farmácia que pleiteava a responsabilidade técnica em sua drogaria no município de Contagem (MG). O processo, que começou a ser julgado na sexta-feira, 14/08, foi definido nesta quinta-feira, dia 20/08, com o sexto voto favorável ao Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais (CRF-MG) e ao Conselho Federal de Farmácia (CFF), completando a maioria do Pleno.

    O presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, destacou que essa vitória é fruto da vigilância, da seriedade e do empenho dos conselhos de Farmácia na defesa do âmbito de atuação da profissão. “Neste caso específico, os conselhos de Farmácia, como os únicos e legítimos representantes da categoria no processo, tiveram uma atuação especialmente contundente, que garantiu a vitória em todas as instâncias. E no julgamento do recurso pelo STF, foi primordial a contratação, pelas entidades, de um dos escritórios de advocacia mais importantes do país, além da obtenção de cinco pareceres favoráveis, de órgãos de peso na área jurídica e da saúde”, comenta.

    Walter Jorge João refere-se aos pareceres da Procuradoria Geral da República (PGR), Advocacia-Geral da União (AGU), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Consultoria Jurídica do Ministério da Saúde e Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, juntados ao processo. Os órgãos foram unânimes em reconhecer o farmacêutico como o único profissional legalmente autorizado e habilitado a assumir a responsabilidade técnica em farmácias e drogarias.

    A presidente do CRF-MG, Júnia Célia de Medeiros destacou a importância da união da classe neste momento crucial para a profissão farmacêutica. “Essa união foi fundamental para que os conselhos permanecessem fortes e vigilantes na defesa da nossa profissão”, observou. Junia Célia lembrou que a decisão do STF abrange os mais de 200 mil farmacêuticos no país. “Por isso, juntamente com o CFF foram tomadas todas as providências cabíveis para assegurar o nosso direito como farmacêuticos”, enfatizou a presidente, em referência ao investimento feito na defesa da profissão no processo.

    Em sua sustentação oral, o advogado Luiz Carlos Damas Júnior defendeu que oficiais de farmácia e até freiras, sem nenhum tipo de formação técnica, poderiam exercer a função de RT. Damas Júnior justificou o pleito de seu cliente alegando que “o farmacêutico não é valorizado” e que “ninguém o consulta na hora de tomar medicamento”.  Ainda segundo o advogado, o “fator mais relevante na hora da compra do medicamento é o preço”, a orientação do farmacêutico não importa! Os argumentos, no entanto, só reforçam a competência técnica e a importância do trabalho farmacêutico. Presentes nas farmácias, eles têm muito a contribuir para mudar a cultura da automedicação, frequente entre 77% da população, conforme pesquisa do CFF e do instituto Datafolha.

    Entenda o caso

    O processo em questão teve início quando o CRF-MG negou, a um profissional sem curso superior, pedido de inscrição como técnico em farmácia para assumir a responsabilidade técnica da sua drogaria, em Contagem. A questão foi judicializada. Em 1º grau, foi assegurado o autor o direito de inscrição no conselho regional. Porém, foi negada a sua assunção à condição de RT. Essa decisão foi mantida pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª região e, posteriormente, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Porém, o técnico apelou ao Supremo, “alegando violação ao trabalho e dignidade humana, à livre iniciativa, à auto-organização, à livre concorrência e à saúde”.

    O primeiro voto favorável aos farmacêuticos no julgamento do recurso foi justamente o mais importante, ou seja, o do relator do processo, ministro Marco Aurélio de Mello. Na visão do relator, a responsabilidade técnica por drogaria, sem diploma universitário, causa prejuízo ao cliente, deixando-o desguarnecido de informações em relação ao medicamento prescrito, bem como ao uso inadequado e irracional. “Também revela lesão à coletividade, considerada a proteção à saúde”, escreve. Ainda segundo o ministro Marco Aurélio de Mello, “as limitações à liberdade de ofício hão de ficar orientadas pelo interesse público, jamais pelo da categoria”.

    Acompanhando o voto do relator, o ministro Alexandre de Morais argumentou que, “não há dúvidas que farmácias e drogarias são estabelecimentos cujas atividades, quando desempenhadas por profissionais desqualificados, têm o potencial de gerar nocividade à saúde da população, em virtude de serem unidades de prestação de assistência diretamente ligada à saúde”. Alexandre Morais cita em seu voto o parecer da Procuradoria Geral da República (PGR), juntado pela defesa ao processo, segundo o qual “a Lei 13.021/2014, publicada em 11.8.2014, muda o conceito de farmácia no Brasil: farmácias e drogarias deixam de ser estabelecimentos comerciais para se transformar em unidades de prestação de assistência farmacêutica, assistência à saúde e orientação sanitária individual e coletiva”. Também acompanharam o voto do relator os ministros Dias Toffoli, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Rosa Weber.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • CRF/AL promove curso de capacitação para membros do GT de ensino e pesquisa

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promoveu nos dias 20 e 21 de agosto o curso de capacitação para os membros do grupo de trabalho de ensino e pesquisa que irão avaliar as solicitações de notificação em carteira dos cursos de especialização seja ela profissional, latu sensu ou um curso livre.

    Daniel Fortes, secretário geral do CRF/AL, explica que os membros do grupo de trabalho irão analisar toda documentação apresentada para ver se estão dentro dos requisitos exigidos pelo MEC e Conselho Federal de Farmácia. “Os Conselheiros emitem o parecer e a diretoria do CRF/AL é quem vai aprovar a solicitação”, falou.

    A capacitação está sendo ministrada pelos membros do Conselho Federal de Farmácia Rui Reys e Jairo Sotero e vai permitir que os conselheiros alagoanos possam avaliar os processos que estão em atraso de gestões anteriores. “A ideia é que possamos dar agilidade a estes processos e reconhecer o título dos profissionais alagoanos”, afirmou.

    Flávia Dabbur, conselheira e membro do GT do CRF/AL, disse que o curso foi importante porque esclareceu sobre as normas e instituições que promovem cursos de pós-graduação além da diferenciação entre as especializações. “De posse destas informações, a gente consegue validar estes cursos com mais clareza. Nos foi disponibilizado todo material e futuramente teremos um sistema integrado dos CRF´s com o CFF que ajudará na validação destes cursos”, pontuou.

    Daniel Lira, que também é membro do GT de ensino e pesquisa, ressaltou a importância da capacitação promovida pelo CRF/AL. “Além de capacitar os membros da comissão, os farmacêuticos alagoanos ganham também porque estaremos a disposição para orientá-los quanto a escolha do curso, a instituição, se tem benefícios salariais e sem dúvida todos saem ganhando”, assegurou.

    O presidente do CRF/AL, Robert Nicácio, informa que esta é uma iniciativa inovadora. “Com a capacitação, o grupo de trabalho irá efetivamente exercer o seu papel, o que há muito tempo não vinha acontecendo. Existem processos de gestões anteriores que não foram analisados e que precisam ser validados para que os farmacêuticos tenham em suas carteiras a anotação da especialização”.

    Fonte: Ascom CRF/AL