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  • CFF inscreve trabalhos à revista

    CFF inscreve trabalhos à revista

    O Conselho Federal de Farmácia (CFF) está recebendo inscrições para a quinta edição da sua revista anual “Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS”. A publicação reúne relatos de farmacêuticos de todo o Brasil que desenvolvem trabalhos bem sucedidos no âmbito do Sistema Único de Saúde. Os interessados em participar da seleção podem encaminhar seus relatos até o dia 31 de maio (para fazer sua inscrição clique aqui. Ao fazer o cadastro, é necessário marcar a opção “Autor”).

    “Estamos muito satisfeitos com o lançamento das inscrições para a seleção de trabalhos desta nova edição, principalmente porque no final do ano passado a revista obteve o ISSN”, comenta o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João. Sigla em inglês para Número Internacional Normalizado para Publicações Seriadas, esse registro é conferido pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict). O número, que se torna único e exclusivo do título da publicação ao qual foi atribuído, agrega valor e confiabilidade à publicação.

    O coordenador do Grupo de Trabalho sobre Saúde Pública do CFF, responsável pelo processo de seleção dos relatos e edição da revista, o vice-presidente do conselho, Valmir de Santi, anuncia novidades no processo seletivo para 2017. “Uma delas é que os textos deverão ser indicados por uma instituição de ensino superior madrinha, sediada na jurisdição onde o trabalho/projeto está sendo ou foi desenvolvido” explica. A instituição madrinha necessitará atender aos pré-requisitos para indicação do trabalho (ver a seguir).

    “Outra novidade é que todo trabalho inscrito terá de contar, também, com um orientador. Esse orientador será indicado pela instituição madrinha e deverá acompanhar todo o processo de construção do texto, visando à garantia de que ele esteja adequado às diretrizes para os autores”, observa Valmir de Santi. O nome do orientador deverá constar do formulário de inscrição.

    É importante ressaltar que a partir desta edição, os textos de todos os trabalhos que envolverem a atuação clínica do farmacêutico deverão estar adequados às diretrizes do Programa de Suporte ao Cuidado Farmacêutico na Atenção à Saúde (Profar), do CFF. O livro “Serviços farmacêuticos diretamente destinados ao paciente, à família e à comunidade – Contextualização e Arcabouço Conceitual”, disponível em versão eletrônica no site do CFF, é leitura e referência obrigatória na elaboração dos trabalhos.

    De acordo com o vice-presidente do CFF, os trabalhos indicados não necessariamente serão publicados. “A seleção dos textos que integrarão o conteúdo da nova edição da revista caberá a uma Comissão de Seleção nomeada pelo CFF, por meio de seu Grupo de Trabalho sobre Saúde Pública. Serão publicados os trabalhos aprovados/selecionados por essa comissão”, assinala.

    O presidente do CFF, Walter Jorge João, destaca que a revista Experiências Exitosas de Farmacêuticos no SUS tem conseguido atingir o objetivo de sensibilizar os gestores públicos de saúde sobre a importância da atuação do farmacêutico nas atividades do SUS. “Ainda temos muito a avançar, mas é cada vez maior o número de gestores públicos conscientes de que a atuação competente do farmacêutico, quando devidamente respaldada pela administração, pode colaborar com a eficiência da gestão, a otimização dos recursos financeiros na aquisição de medicamentos e a redução das perdas de produtos adquiridos”.

    A revista Experiências Exitosas de Farmacêuticos no SUS é uma iniciativa do Conselho Federal de Farmácia (CFF) e é editada uma vez por ano. O objetivo é dar destaque aos relatos de farmacêuticos que atuam no SUS e obtiveram experiências bem sucedidas. “Os trabalhos selecionados podem servir de exemplo a outros farmacêuticos e, assim, ajudar na melhoria dos serviços de saúde em outras localidades”, acredita Valmir de Santi.



    Fique atento às dicas na hora de inscrever sua experiência exitosa

    O vice-presidente do CFF e coordenador do projeto, Valmir de Santi, reforça a importância de os autores lerem atentamente as diretrizes para escrever o trabalho. “Todas as informações ali solicitadas são fundamentais para a elaboração de um texto de qualidade, que traduza os bons resultados do projeto. Disso depende a seleção e publicação do mesmo.”

    1 – Os trabalhos devem conter imagens para facilitar a compreensão e visualização do conteúdo apresentado.

    “As fotos e outras informações visuais, como gráficos e planilhas são muito úteis para a demonstração de resultados”, reforça Wilson Hiroshi, membro do GT sobre Saúde Pública. “Se o projeto resultou no crescimento da adesão aos medicamentos dispensados, se houve melhora do quadro de saúde dos pacientes atendidos, tudo isso deverá ser comprovado por meio de números, com a descrição da realidade anterior, concomitante e posterior às intervenções realizadas”, exemplifica.

    2 – Além da apresentação dos resultados obtidos pelos autores de forma objetiva, preferencialmente por meio de números, em forma de tabelas ou gráficos

    Os trabalhos que integram as três edições já publicadas da revista “Experiências Exitosas” tiveram algumas características em comum: descrição bem clara e definida dos objetivos; informações sobre a metodologia utilizada para a coleta de dados ou execução das ações. “Quando isto não for possível apresentar os resultados numericamente, deve-se descrever detalhadamente qual foi a mudança ou melhoria obtida no serviço mediante às ações realizadas”, destaca o avaliador.



    Pré-requisitos exigidos da instituição madrinha, responsável pela indicação do trabalho:

    • Poderão ser madrinhas dos trabalhos candidatos à publicação as instituições superiores de ensino localizadas no estado ou município onde o projeto/trabalho foi desenvolvido. 

    • Cada instituição madrinha poderá indicar mais de um trabalho.

    • A instituição madrinha será responsável por avaliar e certificar os dados apresentados no relato, o que significa atestar perante a comissão de seleção que a experiência é de fato exitosa.

    • A instituição madrinha deverá nomear um orientador para cada trabalho indicado.



    Pré-requisitos e obrigações do orientador do trabalho:

    • Para orientador do trabalho deverá ser indicado um farmacêutico que pertença à área acadêmica. 

    • O orientador deverá responsabilizar-se por acompanhar e auxiliar o autor ou autores na redação final do trabalho, no sentido de assegurar que o mesmo esteja em conformidade com as exigências das diretrizes para autores do processo seletivo de Experiências Exitosas de Farmacêuticos no SUS.

    Fonte: CFF



     

  • Vacinação contra gripe começa segunda

    Vacinação contra gripe começa segunda

    Após um aumento de casos fora de época no ano passado, a campanha nacional de vacinação contra gripe começa mais cedo neste ano, na próxima segunda-feira (17). A mobilização segue até 26 de maio. Ao todo, serão distribuídas 60 milhões de doses — foram 54 milhões em 2016.

    O aumento ocorre diante da ampliação do público-alvo para a vacina, que passa a incluir neste ano professores das redes público e privada.

    Outros grupos para quem a vacina é indicada são idosos, crianças de seis meses até cinco anos, trabalhadores de saúde, gestantes, puérperas (mulheres até 45 dias após o parto),indígenas,presos,adolescentes que cumprem medidas socioeducativas e funcionários do sistema prisional.

    Segundo o Ministério da Saúde, tratam-se de grupos com maior risco de complicações devido à gripe. Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão,também podem ser imunizadas, desde que haja prescrição médica.

    A meta deste ano é vacinar 90% do público-alvo, índice maior do que nos anos anteriores, quando o objetivo girava em torno de 80%.A mudança ocorre devido ao aumento na adesão à vacina nos últimos anos.

    Apesar de a data de início da campanha nacional estar prevista para o dia 17,a vacinação já ocorre em alguns Estados, segundo o ministério.

    Isso porque os governos têm liberdade para iniciar a imunização assim que receberem as doses.

    Já o dia de mobilização nacional para a campanha,o conhecido dia D, está marcado para 13 de maio,quando postos de vacinação ficarão abertos em todo o país.

    Professores também terão a possibilidade de receber a vacinação nas escolas em datas específicas: 2 e 3 de maio.

    VACINA E CENÁRIO ATUAL

    A vacina ofertada no SUS protege contra três tipos de vírus da gripe,definidos a cada ano após análise da OMS (Organização Mundial de Saúde).Em geral, são variações do vírus A (H1N1), A (H3N2) e gripe B que mais circularam nos últimos meses. A proteção dura um ano. O objetivo é reduzir o número de hospitalizações e o risco de mortes devido à gripe.

    Até o momento, dados do Ministério da Saúde apontam redução de casos neste ano em relação ao ano passado, quando houve registros fora do período esperado e predominância da circulação do vírus da gripe A (H1N1). Em 2016, houve ao menos 12 mil ocorrências, com 2.220 mortes em decorrência da gripe. Já neste ano, balanço até o dia 1º de abril aponta 276 casos, com 48 mortes.

    Para a coordenadora do PNI (Programa Nacional de Imunizações), Carla Domingues, os dados indicam a possibilidade de um número menor neste ano.

    “Tudo indica que teremos uma sazonalidade mais branda, chegando a entre 1.000 e 2.000 casos. Isso é uma possibilidade, não significa que vai acontecer. Pode ser que tenhamos um aumento de casos daqui para frente e que tenhamos elevação maior. Mas não há antecipação da sazonalidade como ocorreu no ano passado,quando tivemos mortes desde janeiro.” Ela reforça, porém, a necessidade de os grupos de risco procurarem os postos de saúde logo no início da campanha para obter a proteção.

    “É importante ter toda a população vacinada antes de começar o inverno,porque a vacina demora cerca de 15 dias para fazer efeito. Quanto mais eu demoro a ser vacinado, mais tenho chance de ter contato com o vírus.”

    Fonte: Folha de S.Paulo

    Autor: Natália Cancian

  • OMS lança esforço global para reduzir erros relacionados à medicação

    OMS lança esforço global para reduzir erros relacionados à medicação

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou nesta quarta-feira (29) uma iniciativa global para reduzir em 50% os danos graves e evitáveis associados a medicamentos em todos os países nos próximos cinco anos. O Global Patient Safety Challenge on Medication Safety (disponível em inglês) tem como objetivo abordar as fragilidades nos sistemas de saúde que levam a erros de medicação e os graves danos que isso pode causar.

    A iniciativa estabelece maneiras de melhorar a forma como os medicamentos são prescritos, distribuídos e consumidos, e o aumento da conscientização entre os pacientes sobre os riscos associados ao uso indevido de medicações.

    Os erros de medicação causam pelo menos uma morte todos os dias e prejudicam aproximadamente 1,3 milhões de pessoas anualmente apenas nos Estados Unidos. Embora se considere que os países de baixa e média renda tenham taxas semelhantes de eventos adversos relacionados à medicação em relação aos países de alta renda, o impacto é aproximadamente o dobro em termos do número de anos de vida saudável perdidos. Muitos países carecem de bons dados, que serão recolhidos como parte da iniciativa.

    Mundialmente, o custo associado aos erros de medicação foi estimado em US$ 42 bilhões por ano ou quase 1% do total das despesas de saúde globais.

    “Todos nós esperamos ser ajudados, não prejudicados, quando tomamos uma medicação”, disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS. “Além do custo humano, os erros de medicação colocam uma enorme e desnecessária pressão sobre os orçamentos de saúde. Prevenir erros economiza dinheiro e salva vidas”.

    Cada pessoa em todo o mundo vai, em algum momento de sua vida, tomar medicamentos para prevenir ou tratar uma doença. No entanto, os medicamentos causam, por vezes, danos graves se forem administrados incorretamente, monitorados de modo insuficiente ou como resultado de um erro, acidente ou problemas de comunicação.

    Tanto os profissionais de saúde quanto os pacientes podem cometer erros que resultam em danos graves, como ordenar, prescrever, dispensar, preparar, administrar ou consumir a medicação errada ou a dose errada no momento errado. Mas todos os erros de medicação são potencialmente evitáveis. A prevenção dos erros e danos requer colocar sistemas e procedimentos em vigor para garantir que o paciente certo receba a medicação certa, na dose certa, via certa e momento certo.

    Os erros de medicação podem ser causados pela fadiga do trabalhador de saúde, superlotação, falta de pessoal, má formação e informação errada dada aos pacientes, entre outras razões. Qualquer um destes, ou uma combinação, pode afetar a prescrição, dispensação, consumo e monitoramento de medicamentos, o que pode resultar em danos graves, deficiência e até mesmo a morte.

    A maior parte dos danos advém de falhas nos sistemas na maneira como o cuidado é organizado e coordenado, especialmente quando vários provedores de saúde estão envolvidos no cuidado do paciente. Uma cultura organizacional que implementa rotineiramente as melhores práticas e que evita a culpa quando os erros são cometidos é o melhor ambiente para cuidados seguros.

    O Desafio convoca os países a tomarem medidas prioritárias para abordar os seguintes fatores-chave: medicamentos com alto risco de dano se usados indevidamente; pacientes que tomam múltiplos medicamentos para diferentes doenças e condições; e pacientes que passam por transições de cuidados, a fim de reduzir os erros de medicação e danos.

    As ações previstas no Desafio serão focadas em quatro áreas: pacientes e público; profissionais de saúde; medicamentos como produtos; e sistemas e práticas de medicação. A iniciativa visa a promoção de melhorias em cada estágio do processo do uso de medicamentos, incluindo a prescrição, a dispensação, a administração, o monitoramento e o uso. A OMS tem o objetivo de fornecer orientação e desenvolver estratégias, planos e ferramentas para garantir que o processo de medicação tenha a segurança dos pacientes em seu núcleo, em todas as instituições de saúde.

    “Ao longo dos anos, falei com muitas pessoas que perderam entes queridos por erros relacionados à medicação”, disse Sir Liam Donaldson, enviado da OMS para a Segurança do Paciente. “Suas histórias, sua calma, dignidade e aceitação de situações que nunca deveriam ter surgido me emocionaram profundamente. É em memórias de todos aqueles que morreram devido a incidentes de cuidados inseguros que este Desafio deve ser dedicado”.

    Esse é o terceiro desafio global da OMS para a segurança dos pacientes, seguindo o desafio “Clean Care is Safe Care” sobre higienização das mãos em 2005, e o desafio “Safe Surgery Saves Lives”, em 2008.

    Fonte: www.paho.org

  • MS abre espaço virtual para divulgar bons projetos pela segurança do paciente

    MS abre espaço virtual para divulgar bons projetos pela segurança do paciente

    Em comemoração ao aniversário do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), o Ministério da Saúde lançou, em abril do ano passado, um espaço virtual destinado a divulgar experiências exitosas em segurança do paciente (para conferir, clique aqui). A campanha é permanente, mas este mês, conforme ocorrerá anualmente, o site está sendo atualizado por meio de contribuições de profissionais da saúde que atuam em projetos ou mantém iniciativas voltadas à promoção de uma assistência à saúde mais segura.

    Como membro do Comitê de Implementação do Programa Nacional de Segurança do Paciente (CIPNSP), no qual é representado pelos assessores da Presidência Tarcísio José Palhano (titular) e Josélia Cintya Quintão Pena Frade (suplente), o Conselho Federal de Farmácia (CFF) conclama os farmacêuticos que atuam na área a participar. Para isso, basta publicar o conteúdo sobre o projeto no Youtube, Vimeo, Tumblr, Instagran, Facebook ou revistas digitais, e encaminhar o link para o Ministério da Saúde, pelo e-mail [email protected] 

    Podem ser enviados vídeos, textos, fotos, eventos, webinar, cursos ou depoimentos gravados em vídeos por trabalhadores da saúde (ensino, serviços de saúde ou gestão – secretarias de saúde e vigilância), desde que estejam de acordo com o escopo do PNSP e tenham ocorrido a partir de março de 2016. A qualidade de vídeo ou imagem precisará ser aprovada pela Assessoria de Comunicação. Também serão exigidos texto claro e disponibilidade de conteúdo de utilização livre, preservada a identidade autoral.

    O formato dos arquivos enviados será unicamente de links de acesso público. Em razão da capacidade de recebimento dos conteúdos e diretrizes de uso de email institucional, mensagens com anexo serão bloqueadas. Não serão aceitos também material de marketing promocional de empresas; iniciativas de autopromoção de empresas privadas; textos de autopromoção individual e marketing de cursos. Para mais informações, acesse o site da campanha.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • I Conferência Estadual de Saúde da Mulher conta com a participação de farmacêuticos

    I Conferência Estadual de Saúde da Mulher conta com a participação de farmacêuticos

    Farmacêuticos alagoanos participaram nos dias 05 e 06 de julho, no Centro Cultural e de Exposição Ruth Cardoso, da I Conferência Estadual de Saúde da Mulher cujo objetivo foi discutir as políticas públicas que resultem no avanço da assistência à saúde das mulheres em Alagoas.
    Hugo Vasconcelos, um dos participantes, ressaltou que as discussões foram importantes porque englobou todos os segmentos da mulher, como desenvolvimento socioeconômico e ambiental, as relações trabalhistas, a vulnerabilidade deste segmento social e a sua participação no Sistema Único de Saúde (SUS).  “Há 30 anos não se realizava a Conferência no Brasil e voltar a discutir esses assuntos é importante. Quero destacar a participação de Maceió que conseguiu levar suas propostas para a Conferência Estadual”, pontuou.
    De acordo com ele, o resultado do encontro foi positivo porque foi possível ver quanto miscigenado a população brasileira é, e quanta diversidade existe. O farmacêutico revelou que na Conferencia Estadual houve a participação de movimentos sociais que estivessem ligados a mulher, como a matriz africana, quilombolas, mulheres com deficiência, mulheres de rua e outros. “Alagoas foi o único Estado que conseguiu realizar uma conferência com as mulheres privadas de liberdade. Para mim foi um aprendizado porque acabamos passando despercebido dessas pessoas que estão nesta situação e o sistema tem que ouvir essas pessoas para trazer um pouco mais de dignidade”, analisou.
    As propostas elaboradas pelos grupos de trabalho serão levadas para a II Conferência Nacional de Saúde das Mulheres, em Brasília, no dia 17 de agosto.
    Fonte: Ascom CRF/AL
  • Representante do CRF/AL conhece projeto Farmácia Viva do Ceará

    Representante do CRF/AL conhece projeto Farmácia Viva do Ceará

    O representante da Câmara Técnica do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Fernando Minervo juntamente com membros do projeto Farmácia Viva de Arapiraca estiveram no estado do Ceará fazendo uma visita técnica a Farmácia Viva daquele estado.

    Durante o encontro, eles conversaram Julio Peixe, que é pioneiro nesse trabalho no Brasil. “Essa visita nos trouxe novas ideias, voltamos para Arapiraca com a bagagem cheia de conhecimento e sobretudo, de como não deixar um projeto tão importante e que atende a população morrer por falta de apoio do poder público”, ressaltou o farmacêutico.

    Eles conheceram o laboratório onde esses medicamentos são produzidos e também a horta onde as plantas medicinais são plantadas. “Pela manhã estivemos na Unifor e a tarde fomos a Farmácia Viva de Maracanaú (Horto da Farmácia Viva de Maracanaú). É um sonho e nós queremos transforma o nosso projeto e conseguimos saber os caminhos a serem traçados daqui pra frente”, afirmou.

    A farmacêutica, Cristiane Barros, que é a responsável técnica pela projeto em Arapiraca pontuou que a visita técnica às Farmácias Vivas do Ceará foi de grande importância para toda a equipe. “Fomos conhecer de perto o funcionamento dessas Farmácias Vivas que são referência nacional, conhecemos a estrutura de laboratório, onde visitamos um laboratório super moderno da UNIFOR-CE, equipamentos necessários, visita aos hortos medicinais de Maracanaú -CE e UFC-CE, recursos humanos e conhecimento científico para implantarmos com mais segurança e eficiência em nosso projeto”, revelou.

    Para ela, conhecer a realidade de perto trouxe novas experiências e encorajamento para que o projeto continue progredindo.

    O farmacêutico, Saulo Sales, que é da Vigilância Sanitária de Arapiraca, pontuou que a visita no Ceará foi maravilhosa porque só fortaleceu que o projeto desenvolvido em Alagoas deve crescer. “Esse é o nosso objetivo. Estamos com planos de profissionalizar a nossa produção, comercializar esses produtos para toda população, tudo dentro do que determina a lei e a ida ao Ceará só nos mostrou que é possível e viável o aumento da nossa escala de produção”, argumentou.

    Saulo agradeceu o apoio do CRF/AL que proporcionou esse encontro com o projeto pioneiro no Brasil e que os resultados são incríveis. “Fomos muito bem recebidos lá no Ceará, foram dias muito proveitosos e o apoio do CRF/AL foi importante, voltamos com muitos contatos e agora é implantar as ideias e proporcionar o crescimento do nosso projeto aqui em Arapiraca”, falou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Nota de Condolência

    Nota de Condolência

     

    NOTA DE CONDOLÊNCIAS
    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Alexandre Correia, comunica o falecimento da farmacêutica Tânia Bernadete ocorrido neste domingo, 02 de julho. Seu corpo está sendo velado no Parque das Flores, e o sepultamento acontece nesta segunda-feira, 03 de julho.
    A diretoria e todos os colaboradores do Conselho Regional de Farmácia se solidarizam com a dor dos familiares, amigos e dos que com ela conviveram nas esferas profissional e pessoal, rendendo homenagens ao trabalho por ela realizado na diretoria desta instituição, bem como em toda a sua carreira profissional.

  • Conselhos de Farmácia defendem regulamentação dos serviços de vacinação em farmácias

    Conselhos de Farmácia defendem regulamentação dos serviços de vacinação em farmácias

    As farmácias têm permissão para dispor de vacinas e soros para atendimento à população, desde 2014, quando foi publicada a Lei nº 13.021, mas, na prática, apenas as clínicas de vacinação podem prestar esse serviço à população. Quase três anos depois, a lei ainda não foi regulamentada. Os conselhos federal e regionais de Farmácia defendem a imediata publicação de uma norma pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que venha corrigir essa distorção.

    Sem uma norma de alcance nacional, alguns estados já definiram as suas próprias regras para a aplicação de vacinas em farmácias, entre os quais, Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro. A expectativa é a de que, encerrada a consulta pública n° 328/17, a agência publique uma resolução padronizando as normas sanitárias de forma a finalmente permitir a ampla participação das farmácias e dos farmacêuticos nessa importante ação de saúde pública.

    Os conselhos encaminharam sua contribuição para o aperfeiçoamento da proposta da Anvisa e defendem:

    1 – Um melhor detalhamento do ato normativo quanto à inclusão das farmácias no rol de estabelecimentos que prestam os serviços de vacinação, conforme autorizado pela Lei nº 13.021/14.

    2 – Que mesmo nos estabelecimentos que realizem a vacinação e não sejam farmácias, o armazenamento, a guarda e a dispensação destas sejam privativos do farmacêutico, conforme previsto no Decreto nº 85.878/81.

    Vacinas, segundo definição da própria Anvisa são medicamentos, e para medicamentos em geral, essa exigência já é prevista em outras normas sanitárias. Atualmente, as clínicas de vacinação, embora armazenem, guardem e a dispensem medicamentos, não são cobradas quanto à exigência de contar com um farmacêutico presente durante o seu período de funcionamento, como ocorre com as farmácias. É preciso deixar claro que os profissionais habilitados por lei, a proceder a dispensação de medicamentos imunobiológicos são os farmacêuticos.

    3 – Que as farmácias e os farmacêuticos possam contribuir com a dispensação e administração de vacinas para doenças evitáveis contempladas no calendário oficial do Programa Nacional de Imunização (PNI), independente de prescrição médica.
    Conselhos de Farmácia afastam risco sanitário

    1 – A aplicação de vacinas é uma atividade da atenção primária. De rotina, a aplicação de vacinas é feita em postos de saúde e clínicas de vacinação. Nas campanhas, pode ocorrer em locais que nem unidades de saúde são. Então, porque excluir a farmácia, que é uma unidade de assistência à saúde da prestação desse serviço? E mais, qual é o serviço público ou privado de vacinação que tem hoje estrutura de pronto-socorro?

    2 – O Brasil é um exemplo mundial na área de imunização, porque tem um Programa Nacional de Imunização público, gratuito, em funcionamento dentro do âmbito do SUS, que envolve a equipe multiprofissional e não somente os médicos.
    3 – Já existe, por parte do Ministério da Saúde, a autoridade máxima em saúde para o país, diretrizes bem definidas para o atendimento aos eventos adversos decorrentes da aplicação de vacinas. Elas estão no Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação, do Ministério da Saúde. E esse deve continuar sendo a referência.

    4 – É importante salientar que vacinas são medicamentos seguros. Os eventos pós-vacinais graves são raros. Outros eventos adversos, como febre, reações locais, síncope, são mais frequentes, podendo ocorrer minutos, horas ou dias após a aplicação da vacina. Todos os profissionais da saúde devem identificar esses problemas e contribuir para que o paciente receba o atendimento adequado, inclusive o farmacêutico, que já colabora para a ampliação do acesso às vacinas em diversos países. Estados Unidos, Canadá, Austrália, Irlanda, Portugal, Reino Unido e Argentina estão entre os países onde já ocorre a vacinação nas farmácias.

    5 – Hoje a aplicação de medicamentos injetáveis e a conservação de medicamentos que exigem condições especiais de armazenamento já fazem parte da rotina do farmacêutico. Inclusive a Portaria nº 3.161/11, do Ministério da Saúde, autoriza os farmacêuticos a administrarem penicilina, um medicamento que pode causar reações adversas graves.

    A população ganhará com aplicação das vacinas em farmácias
    1 – A regulamentação é urgente e necessária para que a Lei nº 13.021/14 venha, de fato, beneficiar a população, ampliando o acesso à prevenção de doenças por meio da imunização, especialmente na população adulta. A vacina contra a gripe, por exemplo, é garantida pelo Programa Nacional de Imunização apenas para algumas faixas etárias e grupos prioritários.

    2 – As clínicas especializadas chegam a cobrar preços 300% superiores aos dos insumos. Uma margem de ganho altíssima, regulada pela exclusividade de que as mesmas usufruem desde a publicação da portaria conjunta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Fundação Nacional de Saúde (Funasa) nº 01/2000.

    3 – Em uma rápida pesquisa em clínicas de Brasília (DF), é possível constatar que o preço de fábrica mais barato da vacina contra a gripe é R$33,69. Essa mesma dose chega a custar 150 reais ao paciente, embora o preço máximo ao consumidor definido pela Anvisa seja R$ 58,21.

    4 – Os farmacêuticos reafirmam o seu compromisso de bem servir às necessidades de saúde da população e a disponibilização dos serviços de vacinação em farmácias, ampliando o acesso à prevenção de doenças, faz parte desse compromisso.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • CFF lança edital do Prêmio Jayme Torres 2017

    CFF lança edital do Prêmio Jayme Torres 2017

    A partir do dia 1º de agosto, o Conselho Federal de Farmácia (CFF), por meio de sua Comissão de Divulgação e Publicidade, estará recebendo trabalhos para concorrer à edição de 2017 do Prêmio Jayme Torres de Farmácia. O tema deste ano será “Serviços Farmacêuticos diretamente destinados ao paciente, à família, e à comunidade ”.

    Os artigos devem ser construídos com base nos serviços farmacêuticos relativos ao tema como rastreamento em saúde; educação em saúde; dispensação; manejo de problema de saúde autolimitado; monitorização terapêutica de medicamentos; revisão da farmacoterapia; gestão da condição de saúde; e acompanhamento farmacoterapêutico.

    Este ano, os artigos serão avaliados seguindo referencial teórico contido no livro Serviços Farmacêuticos Diretamente Destinados ao paciente, à família e à comunidade- contextualização e arcabouço conceitual, lançado pelo Conselho CFF, por meio do Programa de Suporte ao Cuidado Farmacêutico na Atenção à Saúde (ProFar).

    O Prêmio Jayme Torres contempla as categorias Farmacêutico (para profissionais com registro válido no Conselho Regional de Farmácia) e Estudantes de Farmácia (para estudantes que cursem graduação em Farmácia e tenham como comprovar vínculo com instituição de ensino). Na categoria Farmacêutico serão contemplados o primeiro e o segundo colocados, com premiação de R$ 6 mil e R$ 4 mil, respectivamente, além de certificado e troféu. Já os estudantes, podem concorrer ao prêmio de R$ 4 mil pelo melhor trabalho, com direito a um certificado.

    A premiação foi criada como forma de incentivar a produção intelectual no setor farmacêutico. A premiação tem como objetivos principais, identificar, reconhecer e difundir experiências que melhorem as condições de saúde da comunidade. A proposta é conhecer ações bem sucedidas e inovadoras de farmacêuticos nesta área de atuação.

    O Prêmio é, ainda, uma homenagem a um dos fundadores e primeiro presidente do CFF, o Dr. Jayme Torres, que também elaborou e aprovou o primeiro Código de Ética da profissão, editado pela Resolução nº 6, de 5 de junho de 1962.

    Acesse aqui o edital com o regulamento para a edição de 2017.

    Fonte: CFF

     

  • CRF/AL e Sindfal orientam farmacêuticos a não fazer contrato de prestação de serviço

    CRF/AL e Sindfal orientam farmacêuticos a não fazer contrato de prestação de serviço

     

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas juntamente com o Sindicato dos Farmacêuticos de Alagoas informam que as empresas alagoanas têm oferecido aos farmacêuticos a modalidade de trabalho por contrato de prestação de serviço, permitido pela legislação trabalhista e pela resolução 507/09 do Conselho Federal de Farmácia, desde que a jornada de trabalho comporte.

    Contudo existe uma preocupação por parte das Diretorias das entidades com relação a essa modalidade de contrato porque o trabalhador fica desprovido dos direitos que lhes são assistidos, como décimo terceiro salário, férias, horas extras, folga semanal remunerada, FGTS, licença maternidade/paternidade, seguro desemprego e outros.

    Nesta modalidade é o farmacêutico quem vai arcar com as despesas de emissão de nota fiscal e recolhimento de impostos como ISS (Imposto sobre o serviço) na Prefeitura em que a farmácia esteja situada, o Imposto de Renda e a contribuição previdenciária sobre todo o valor contratado (INSS no percentual de 20% sobre todo o valor recebido).

    Um fato recorrente que tem acontecido no contrato de prestação de serviço firmado entre o estabelecimento e o farmacêutico é que a empresa ao conseguir a CRT (Certidão de Regularidade Técnica) e o alvará da Vigilância Sanitária, tem rescindido o contrato com o profissional já que a sua documentação está regularizada.

    As normas e resoluções do Conselho Federal de Farmácia, bem com a legislação continuam a ser aplicadas da mesma forma que aqueles que tem o vínculo trabalhista, inclusive, quanto a obrigação de estar presente durante todo o horário estipulado no contrato e responsabilidade cível e criminal pela comercialização dos medicamentos.

    As entidades ressaltam que o trabalho formal (carteira assinada) é a melhor modalidade empregatícia porque garante ao trabalhador todos os benefícios conquistados pela classe. Além disso, há uma segurança com relação à remuneração, que normalmente é preestabelecida por uma Convenção Coletiva de Trabalho.

    Assim, o  CRF/AL e o SINDFAL recomendam a todos os profissionais farmacêuticos que não realizem o contrato de prestação de serviços, pois ele transfere para o prestador, no caso o FARMACÊUTICO, todas as obrigações tributarias e fiscais.