Category: Notícias

  • CRF/AL inicia campanha de descarte de medicamentos no dia do meio ambiente

    CRF/AL inicia campanha de descarte de medicamentos no dia do meio ambiente

    Na semana de comemoração do Meio Ambiente, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) lança a campanha descarte consciente: lugar de medicamento não é no lixo.  A ideia é conscientizar a população que o descarte feito de forma incorreta compromete o meio ambiente.

    O presidente do CRF/AL, Alexandre Correia, explica que o descarte incorreto agride a água, o solo e os animais. “O descarte de medicamentos pelo esgoto e pelo lixo comum faz com que as substâncias químicas contidas neles cheguem aos rios e córregos, podendo contaminar a água que bebemos”, alertou.

    De acordo com ele, o benefício do descarte correto não é apenas ao meio ambiente, mas também para a saúde da população já que esse remédio sem o destino correto pode ocasionar, por exemplo, o uso inadvertido por outras pessoas resultando em reações adversas graves e intoxicações.

    Alexandre informa que o Conselho estará disponibilizando bombonas (caixas para descarte) durante o período de 05 a 11 de junho, na parte alta, baixa e centro da cidade para que a população possa levar o seu medicamento vencido para ser incinerado. “Tivemos uma parceria importante da empresa Serquip que é a responsável por fazer a coleta desse material. Pedimos que a população atenda o nosso chamado e vá aos pontos de descarte”, solicitou.

     

     

    Locais de descarte:

     

    Shopping Pátio Maceió – Av. Menino Marcelo, 3800 – Cidade Universitária.

    Centro – Farmácia do Trabalhador do Brasil, próximo ao antigo Produban

    Farol- CRF/AL- Rua Oldemburgo da Silva Paranhos (antiga Rua Goiás), n° 290, Farol, próximo ao Procon de Alagoas.

    Mangabeiras- Maceió Shopping- Av.Gustavo Paiva, 2990 Mangabeiras.

    Ponta Verde- Farmácia Permanente – Av Deputado José Lajes

     

    Dicas:

    Conserve medicamentos e bulas em suas embalagens originais. Você tem algum medicamento em casa que não vai mais utilizar? Doe! Existem postos de coleta que recolhem medicamentos e os repassam a quem precisa. Vá a um posto de saúde e se informe.

    Medicamentos devem ser guardados longe da luz, umidade e do calor. Leia as embalagens com atenção: elas devem conter as condições indicadas de armazenagem e conservação.

    Remédios, xampus, cremes, produtos de limpeza, inseticidas, graxas de sapato e produtos similares devem sempre estar fora do alcance de crianças e animais.

    Não utilize medicamentos após o término do tratamento. Observe a data de validade antes de comprá-los e calcule o tempo de uso.

    Caixas de remédio, bulas e cartelas de alumínio e plástico são materiais recicláveis e podem ser destinados para a coleta seletiva, desde que limpos e separados dos medicamentos.

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • Acompanhamento pós-alta hospitalar: bom para o paciente, bom para o farmacêutico

    Acompanhamento pós-alta hospitalar: bom para o paciente, bom para o farmacêutico

    Logo após a alta hospitalar, o paciente ainda inspira cuidados. Esse acompanhamento, muitas vezes, torna-se ainda mais difícil para os familiares quando eles não recebem a orientação adequada. Na quarta-feira, dia 31 de maio, a farmacêutica hospitalar, Eliete Bachrany demonstrou ao Plenário do Conselho Federal de Farmácia (CFF), que o farmacêutico pode ser o grande aliado das famílias nesses casos. Há farmácias, inclusive, estão se especializando nesse tipo de atendimento. É o caso da farmácia onde ela atua. “É bom para o paciente, para a família e é bom também para o farmacêutico, que tem um novo campo de trabalho”, destacou.

    Eliete Bachrany assinala que, para um leigo, pode ser muito complicado, por exemplo, compreender a posologia correta dos medicamentos. Ou, ainda, utilizar da forma correta os produtos ortopédicos e outros instrumentos indicados para facilitar o processo de recuperação e dar maior qualidade de vida à pessoa no período pós-internação. Com um trabalho ético, sem conflitos com profissionais de outras áreas, a farmacêutica mostrou que tem empreendido com muito sucesso em um negócio que, mais que produtos, vende saúde e, para as pessoas fora de possibilidades terapêuticas, mais qualidade de vida.

    Hoje, ela tem parceria com todos os grandes hospitais de São Paulo, incluindo AACD, AC Camargo e Hospital das Clínicas. “Isso não seria possível se o CFF não tivesse publicado as resoluções das atribuições clínicas e da prescrição farmacêutica. Muito menos se ele não tivesse se empenhado pela aprovação da Lei nº 13.021/14. Agradeço ao Dr. Walter Jorge João, nosso presidente, que foi o grande incentivador do movimento clínico no nosso país e também a vocês, conselheiros federais, que abraçaram esse processo de mudança proposto para a nossa profissão.”

    Eliete Bachrany emocionou os conselheiros e o presidente do CFF. “Não tenho como não me emocionar e não lembrar das dificuldades iniciais, dos enfrentamentos quando pensamos em regulamentar as atribuições clínicas, a prescrição farmacêutica e mesmo outras áreas, nunca imaginadas, como a perfusão sanguínea extracorpórea. Nem mesmo a gente acreditava que pudesse ir tão longe. Hoje, nem sei se podemos mais falar que a profissão ainda está em transformação. O que percebemos é que ela, de fato, se transformou, ao constatarmos tantos colegas atuando com tanta propriedade e em áreas tão diversificadas. Fico extremamente feliz por conduzir essa transformação! Parabéns à Dra. Eliete Bachrany, pelo trabalho diferenciado, humano e, em sua essência, um trabalho farmacêutico!”

    Fonte: Comunicação CFF

  • Prorrogadas as inscrições de trabalhos à revista Experiências Exitosas de Farmacêuticos no SUS

    Prorrogadas as inscrições de trabalhos à revista Experiências Exitosas de Farmacêuticos no SUS

    O prazo para as inscrições de trabalhos à quinta edição da sua revista anual “Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS” foi prorrogado. Farmacêuticos de todo o Brasil que desenvolvem trabalhos bem sucedidos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) têm até o dia 30 de junho para submeter relatos de seus trabalhos ao processo seletivo. Para inscrições, CLIQUE AQUI. Ao fazer o cadastro, é necessário marcar a opção “Autor”. A prorrogação foi autorizada atendendo à solicitação de autores que não conseguiram concluir a tempo os seus relatos.

    Esta nova edição trará alguns diferenciais. No final do ano passado a revista obteve o ISSN – sigla em inglês para Número Internacional Normalizado para Publicações Seriadas. O registro, que é conferido pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), se torna único e exclusivo do título da publicação ao qual foi atribuído, agregando valor e confiabilidade à publicação.

    É importante ficar atento, também, às novidades no processo seletivo para 2017. A partir dessa edição, os textos deverão ser indicados por uma instituição de ensino superior madrinha, sediada na jurisdição onde o trabalho/projeto está sendo ou foi desenvolvido (estado ou município, dependendo do caso).

    Outra novidade é que todo trabalho inscrito terá de contar com um orientador. Esse orientador será indicado pela instituição madrinha e deverá acompanhar todo o processo de construção do texto, visando à garantia de que ele esteja adequado às diretrizes para os autores. O nome do orientador deverá constar do formulário de inscrição.

    É importante ressaltar também que, a partir desta edição, os textos de todos os trabalhos que envolverem a atuação clínica do farmacêutico deverão estar adequados às diretrizes do Programa de Suporte ao Cuidado Farmacêutico na Atenção à Saúde (Profar), do CFF. O livro “Serviços farmacêuticos diretamente destinados ao paciente, à família e à comunidade – Contextualização e Arcabouço Conceitual”, disponível em versão eletrônica no site do CFF, é leitura e referência obrigatória na elaboração dos trabalhos.

    Os trabalhos indicados não necessariamente serão publicados. A seleção dos textos que integrarão o conteúdo da nova edição da revista caberá a uma comissão nomeada pelo CFF, por meio de seu Grupo de Trabalho sobre Saúde Pública. Serão publicados os trabalhos aprovados/selecionados por essa comissão.

    A revista Experiências Exitosas de Farmacêuticos no SUS é uma iniciativa do Conselho Federal de Farmácia (CFF) e é editada uma vez por ano. O objetivo é dar destaque aos relatos de farmacêuticos que atuam no SUS e obtiveram experiências bem sucedidas. “Os trabalhos selecionados podem servir de exemplo a outros farmacêuticos e, assim, ajudar na melhoria dos serviços de saúde em outras localidades”, acredita Valmir de Santi.

    Fonte: Comunicação CFF

  • Farmacêuticos atuantes na judicialização se reúnem em Brasília

    Farmacêuticos atuantes na judicialização se reúnem em Brasília

    Os gastos com medicamentos fornecidos pelo Sistema Unico de Saúde (SUS) mediante ação judicial cresceram mais de 1.000% em sete anos, chegando a R$1,1 bilhão em 2015. É o que aponta estudo feito pelo Instituto de Estudos Econômicos (Inesc). Neste cenário, é cada vez mais constante a presença dos farmacêuticos no Sistema de Justiça, auxiliando juízes nas decisões em processos. Onde ocorre, a cooperação técnica por farmacêuticos tem contribuído para frear esse crescimento e até reduzir o número de ações. Para fomentar a discussão de estratégias de atuação na área, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) realiza nos dias 16 e 17 de junho, em Brasília, o I Encontro de farmacêuticos que atuam na judicialização da saúde.

    O evento ocorrerá durante o XI Congresso Brasileiro de Farmácia Hospitalar, em Brasília. A palestra magna, às 17 horas do dia 16, será proferida pelo juiz federal Clenio Schulze, que foi juiz auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça até 2014. Ele falará sobre o tema “A judicialização da saúde no Brasil: Diagnóstico, propostas e ações”. No dia 17, as atividades começam às 9 da manhã e continuam até 17h20. O período vespertino será dedicado a uma mesa redonda sobre “Práticas, rotina e ações dos farmacêuticos nos processos de judicialização e qualificação das demandas judiciais”. A moderadora será a coordenadora do Grupo de Trabalho de Farmacêuticos no Sistema de Justiça do CFF (GTFSJ), Rossana Spiguel.

    O presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, lembra que 70% das demandas judiciais em saúde são por medicamentos. “O farmacêutico é o único profissional habilitado a orientar decisões que envolvem esse insumo, reduzindo os impactos ao orçamento público.” O presidente do conselho defende ainda a ampliação da presença do farmacêutico no SUS, como forma de garantir o planejamento das compras, a logística adequada e a correta dispensação de medicamentos. “Assim, também contribuímos para evitar a judicialização.”

    Veja a programação

    Dia 16/06 das 16 às 17:20h

    Palestra Magna “A judicialização da saúde no Brasil: Diagnóstico, propostas e ações”

    Palestrante: Juiz Federal – CNJ Clenio Schulze

    2º. Dia 17/06 das 09 às 17:20

    09h – Abertura

    Mesa: Representante do CFF, Representante da SBRAFH e Representante do sistema de justiça (Clenio Schulze)

    09:30 às 12:20

    Mesa: “A imprescindível participação dos farmacêuticos nos processos de desjudicialização e qualificação da justiça”

    Moderador: Martin Schulze – desembargador do TJ/RS

    Debatedores:

    • Juíza de Direito da 2ª. Vara da fazenda – Coordenadora do CEMAS/TO Milene de Carvalho Henrique

    • Farmacêutica da CONITEC – Departamento de gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde DGITS/SCTIE/MS Sarah Nascimento Silva

    • Defensor Público Geral do DF – Presidente do CONDEGE Ricardo Batista Sousa

    Intervalo para almoço 12 às 14h

    14 às 17:20

    Mesa: “Práticas, rotina e ações dos farmacêuticos nos processos de judicialização e qualificação das demandas judiciais”

    Moderadora: Rossana Spiguel

    Debatedores:

    • Farmacêutico assessor – Chefe tecnico da Subsecretaria jurídica da SES/RJ Flavio Badaró

    • Farmacêutica coordenadora da Assistência Farmacêutica do município de Santa Rosa/RS –– Presidente da Comissão de Farmácia e Terapêutica/FUMSSAR Vanessa Boeira Flores

    • Farmacêutico do Centro de Informações sobre medicamentos do RS – Defensoria Pública do Estado/RS Alexandre Sartori

    • Farmacêutica Hospitalar – Instituto Nacional do Câncer INCA/MS – Chefe do serviço da central de abastecimento e membro da comissão de farmácia e terapêutica Dra. Elaine Lazzaroni Moraes

    Fonte: Comunicação CFF

  • Farmacêuticos estão a disposição da população para ajudar no combate ao tabagismo

    Farmacêuticos estão a disposição da população para ajudar no combate ao tabagismo

    Uma boa notícia no dia mundial sem tabaco: o número de fumantes no Brasil caiu em 28% entre os anos de 1990 e 2015. Com essa redução, o país passa a ocupar o oitavo lugar no ranking de número absoluto de fumantes (7,1 milhões de mulheres e 11,1 milhões de homens) e se coloca entre os campeões de quedas do volume de pessoas que consomem tabaco, segundo a pesquisa recém-publicada na revista científica The Lancet.

    Ainda sim, a Organização Mundial de Saúde aponta que até 2030 cerca de oito milhões de pessoas poderão morrer por conta do tabagismo. O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que os farmacêuticos estão à disposição da população nos estabelecimentos de saúde para ajudar os pacientes que desejam largar o vício.

    Hoje os farmacêuticos tem um papel importante nesse combate ao tabagismo. As unidades de saúde, farmácias e Núcleos de Apoio a Saúde da Família (Nasf) desenvolvem um trabalho em todo o Estado orientado os pacientes sobre os riscos causados pelo cigarro, desde o acompanhamento desse paciente até a dispensação da medicação necessária.

    A farmacêutica, Marcia Barbosa, que coordenou o projeto em Arapiraca explicou que eram feitas reuniões semanais e cada três meses para conversar com os pacientes e orientar sobre o uso da medicação. “O uso do medicamento estava presente em todos os pacientes, fosse por meio de adesivo, chiclete ou comprimidos que eram liberados por prescrição médica. Os farmacêuticos faziam esse acompanhamento da interação e dosagem e muitas vezes no apoio psicológico porque estávamos ali disponíveis para ouvi-los, principalmente no horário de pico”, ressaltou.

    Ela deixa claro que essa medicação fornecida ao paciente é um fator de suporte para deixar de fumar e não o fator principal. “Nas reuniões a conversa era muito franca e eles entendiam o papel do farmacêutico, a gente pontuava sobre esses medicamentos e os orientava a buscar ajudar psicológica se fosse necessário”, afirmou.

    O GRUPO DE TABAGISMO

    Kelly Cristina que faz parte do grupo de Tabagismo da Unidade Básica de Saúde 4 no Centro de Arapiraca revela que esse é um grupo fechado e com vagas limitadas, cujo trabalho é desenvolvido por uma equipe multidisciplinar.

    “Fazemos a busca ativa aos pacientes fumantes com apoio da Equipe de Saúde da Família. Em seguida, convidamos esses fumantes para fazer uma anamnese, com ajuda de um questionário elaborado e aplicamos o Teste de Fagerstrom, que calcula a dependência química, nos dando suporte para avaliarmos o perfil do paciente e quais condutas iremos aplicar em cada um”, revelou.

    Na semana seguinte se inicia as sessões, com duração de 1h30min. É feito um contato grupal de convivência, onde são utilizadas metodologias ativas. “É muito gratificante para nos profissionais escutarmos o depoimento desses pacientes que deixaram de fumar”, comemorou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL capacita mais de 30 profissionais em diabetes mellitus

    CRF/AL capacita mais de 30 profissionais em diabetes mellitus

    No último sábado, 27, cerca de 30 farmacêuticos vindos de diversas regiões do Estado puderam se capacitar sobre diabetes mellitus com ênfase em glicemia capilar. O curso, que foi ministrado pelo mestre em ciências farmacêuticas e membro de comissões do CRF/SP e SBFFC, José Vanilton Almeida, abordou as fases da doença e os respectivos tratamentos a serem dados pelo farmacêutico durante a assistência farmacêutica.

    “A ideia era provocar nos alunos o momento de debate porque a diabetes é uma doença em que grande parte das pessoas tem informações superficiais e é por meio dessas discussões junto com o conteúdo ministrado que conseguimos nos aprofundar sobre o papel do farmacêutico no tratamento da diabetes”, revelou.

    Vanilton afirmou que a farmacologia ensinada durante curso foi para que o farmacêutico possa explicar ao paciente que chega a farmácia o melhor tratamento para ele, desde a leitura da bula do remédio até a melhor seringa para aplicação de insulina, se necessário. “Eu espero que os colegas tenham saído daqui com a capacidade de mudar o comportamento do farmacêutico. Ele tem que deixar de ser o entregador do caixinha, de medicamentos, de se preocupado com a logística e passar a ajudar o paciente”, comentou.

    O professor reforça que o farmacêutico precisa reconhecer em si a mesmo a importância que ele tem para o paciente, reconhecendo as necessidades de cada paciente. “Cada dia você tem que estudar mais para que você seja melhor, e o CRF/AL está de parabéns por oferecer aos profissionais do Estado essa oportunidade de se capacitar melhorando assim a prestação de serviços em Alagoas”, afirmou.

    Para a farmacêutica Camila Andrade, que é portadora da doença há 18 anos, o curso realizado pelo CRF/AL trouxe a oportunidade dela ampliar o seu conhecimento sobre a doença. “Nesse curso houve muitas novidades e pude aprimorar o meu conhecimento porque a diabetes é assim, precisamos estar sempre se atualizando sobre a doença. Valeu a pena sair de casa, interagir com os colegas, ter essa troca de conhecimento”, comemorou.

    Camila disse que a sua experiência pessoal ajuda no aconselhamento a esse paciente portador da diabetes como ela. “O conhecimento de hoje vou levar para a minha vida pessoal e profissional”, destacou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmacêuticos do interior participam de curso de aplicação de injetáveis em Arapiraca

    Farmacêuticos do interior participam de curso de aplicação de injetáveis em Arapiraca

    Em Arapiraca, os profissionais puderam aprender um pouco mais sobre a aplicação de injetáveis. A facilitadora, Ana Patrícia Ferreira Barboza, levou para os farmacêuticos do interior toda legislação que trata da aplicação de injetáveis em estabelecimentos de farmácia e drogarias.

    “Nós precisamos estar atentos ao que preconiza a lei, desde o cuidado do profissional até o preparo dessa medicação e a sua administração. Se não ficarmos atentos, podemos trazer problemas para o paciente e para a empresa”, ressaltou.

    O curso que contou com a experiência prática sobre supervisão da professora. “Aqui é o momento de acertos e erros. Trouxe a parte prática para que os alunos sintam-se seguros na hora que o paciente precisar fazer essa aplicação”, informou.

    Natalia Ferreira, que participou da capacitação na seccional de Arapiraca, disse que o curso foi muito bom e com assuntos. “Eu pude me reciclar. Já faço a aplicação de injetáveis e para mim, participar do curso trouxe a oportunidade de adquirir novos conhecimentos. Essa iniciativa do Conselho de contemplar os farmacêuticos do interior é muito importante, o curso foi muito com, valeu a pena”, argumentou.

    A farmacêutica, Renata Correia, que também participou do curso e revelou que se sentiu triste com a ausência dos colegas. “É uma pena que os colegas não tenham participado. O curso foi excelente, tivemos a parte teórica e prática. Foi um dia bastante proveitoso em termos de conhecimento. O Conselho tem feito a sua parte, agora os colegas precisam participar mais”, lamentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • CRF/AL recebe doações para desabrigados da chuvas

    CRF/AL recebe doações para desabrigados da chuvas

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas se solidariza com as famílias que estão desabrigadas em função das fortes chuvas que caem em Alagoas.  Aproveitamos para convocar os farmacêuticos alagoanos e a população para fazer doações de colchões, agasalhos, mantimentos, roupas e itens de higiene pessoal.

    Postos de recebimento de doações:

    • Maceió –  Rua Oldemburgo da Silva Paranhos (antiga Rua Goiás), 290 – Farol.
    • Arapiraca –  Avenida Rio Branco, 480 salas 02 e 03 (1º andar) Centro.
    • Marechal Deodoro-  Rua Pref. João Farias, 226.  Drogaria Alagoana.
  • Gestão farmacêutica foi o tema do primeiro módulo do Curso de Excelência Farmacêutica

    Gestão farmacêutica foi o tema do primeiro módulo do Curso de Excelência Farmacêutica

    Capacitar os farmacêuticos para administrar melhor seus próprios negócios, esse é um dos objetivos do curso de excelência farmacêutica que acontece nos dias 25 e 26 de maio no Conselho Regional de Farmácia de Alagoas. Neste primeiro módulo, os alunos aprenderam um pouco mais sobre gestão farmacêutica indo desde a questão financeira até ao pagamento de impostos.

    Rodrigo Magalhães, facilitador do curso, explicou que existe uma deficiência dos farmacêuticos em separar o que é a parte dele (pessoa física) e a parte da empresa (pessoa jurídica), bem como conseguir lucro com a farmácia. De acordo com ele, isso se dá porque o profissional de farmácia não sabe o que é margem de lucro e taxa de marcação, levando muitas vezes a prejuízos no negócio.

    “Percebemos que a falta de conhecimento administrativo tem levado os donos de farmácia a pagar imposto errado e com isso, o lucro do estabelecimento vai caindo. Aqui no curso nós mostramos de forma clara como o proprietário de farmácia deve resolver essa questão”, comentou.

    Após um dia inteiro de aula teórica, na sexta-feira, 26, os alunos puderam vivenciar na prática a solução dos problemas. Além disso, ele aprendeu a se remunerar de forma adequada com o trabalho que desenvolve. “O ganho do farmacêutico hoje não são os serviços que ele presta, até porque tradicionalmente nunca houve cobrança pela assistência farmacêutica. O lucro está no medicamento que ele vende e ele precisa deixar de pensar micro e passar a pensar macro”, afirmou.

    De acordo com Rodrigo a intenção do curso é despertar o espírito empreendedor e mostrar ao farmacêutico, que ele é capaz de ter o próprio negócio e ser bem sucedido. “Até então ele estava de cabeça baixa, achando que isso não era possível, que era apenas para os grandes, as grandes redes e que ele estava excluído. Tenho certeza que após o curso ele vai enxergar que pode e tem condições de brigar no mercado”, garantiu.

    Responsável Técnico

    Outro ponto tratado neste primeiro módulo foi mostrar ao responsável técnico de cada farmácia que ele é o agente transformador daquele local quando o assunto é aumentar lucro e consequentemente aumentar a sua remuneração. “Isso é possível se ele contribuir para que o dono da farmácia faça uma gestão melhor, com uma melhor lucratividade e pague a ele por isso. Nós temos vários casos pelo Brasil aplicando essa prática com sucesso”, analisou.

    A ideia é que o farmacêutico responsável técnico consiga conversar com o dono da farmácia sobre lucro e organizar os demonstrativos para trazer melhoria financeira da empresa e assim, ele negocia um percentual sobre a melhoria de vendas e lucratividade. “Quanto mais aumenta lucro, mais eu quero participação desse lucro e isso aumenta consideravelmente o salário desse farmacêutico. Ele tem que parar de pensar que é um coitadinho e pensar que ele é um executivo com uma gama de treinamento de técnico científico muito bom e que só falta um pouco de gestão para que ele melhore o seu salário”, argumentou.

    A farmacêutica, Claudieje Barbosa, que recentemente abriu o próprio negócio fez questão de participar da capacitação. Ela elogiou a iniciativa do Conselho de Farmácia em promover esse curso voltado para área de gestão. “Para mim como proprietária saio daqui com a vontade de querer aumentar ainda mais o negócio em termos de lucro, mas sem esquecer o lado farmacêutico que é a minha área de formação”, falou.

    Desde que se formou a farmacêutica sempre teve o desejo de montar o próprio negócio para oferecer a população um serviço de qualidade voltado para a assistência farmacêutica. “Eu tenho conciliado as duas questões, administrativa com a assistência farmacêutica e após o curso a vontade é de aumentar o lucro do meu negócio”, revelou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Vice-presidente do CRF/AL recebe Comenda Maurício de Nassau

    Vice-presidente do CRF/AL recebe Comenda Maurício de Nassau

    O vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Robert Nicácio, foi homenageado na manhã desta sexta-feira, 26, com a Comenda Uninassau. A escolha, segundo Daniel Fortes, coordenador dos cursos de farmácia e biomedicina, se deu pelo trabalho que ele vem desenvolvendo em prol dos farmacêuticos alagoanos.

    “Robert tem proporcionado aos profissionais cursos de capacitação por meio da comissão de educação continuada e os farmacêuticos necessitam desta constante atualização profissional. Além disso, ele tem sido um grande parceiro da instituição, promovendo a aproximação dos estudantes com a entidade de classe de sua formação. Esses foram os principais motivos da sua escolha”, analisou.

    A homenagem aconteceu durante o III Congresso Multiprofissional de Saúde. A comenda é concedida a instituições e personalidades nacionais e estrangeiras, que ou suas qualidades, destacam-se no campo educacional ou prestam relevantes serviços em prol da ciência e da tecnologia, do desenvolvimento econômico e social, do esporte, do ensino ou da cultura brasileira.

    Para ele foi uma honra receber a comenda de uma instituição de ensino de competência como a Universidade Maurício de Nassau, que tem compromisso com a ética e qualidade de ensino. “Quero agradecer a todos os envolvidos, meus familiares e todos os diretores aqui do Conselho porque essa homenagem é fruto do trabalho em equipe desenvolvido por nós”, pontuou.

    O vice-presidente em seu discurso mostrou aos estudantes que eles aproveitem os profissionais que têm a sua disposição porque eles é que ajudarão no caminho a ser trilhado por eles no mercado de trabalho. “Eu sei do valor que esses profissionais têm. Eu fui estudante e não me esqueço daqueles que me ajudaram quando fui estudante, foram eles que me aconselharam, deram ensinamento, me deram oportunidade de estágio e hoje como profissional eu faço questão de conversar com os estudantes. O Conselho está de portas abertas para recebê-los”, confirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL