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  • CRF/AL apoia I Ciclo de Palestra sobre papel do farmacêutico no tratamento oncológico

    CRF/AL apoia I Ciclo de Palestra sobre papel do farmacêutico no tratamento oncológico

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas está apoiando o I Ciclo de Palestra sobre o papel do farmacêutico no tratamento oncológico. O evento acontece no auditório da faculdade Maurício de Nassau, no bairro do Farol, próximo dia 18 de outubro, das 18h30 às 22hs. As inscrições são gratuitas e só são feitas no local do evento.

    Os temas discutidos serão: atenção farmacêutica em serviço de terapia antineoplásica com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar de Alagoas, Emerson Cunha e o farmacêutico e sua contribuição no tratamento de câncer com a farmacêutica Rafaela Ribeiro. 

    Fonte: Ascom-CRF/AL

  • CFF abre inscrição para curso de educação a distância para estudantes do último ano

    CFF abre inscrição para curso de educação a distância para estudantes do último ano

    O Conselho Federal de Farmácia (CFF) acaba de liberar as inscrições ao seu curso a distância (EaD) “Prescrição Farmacêutica no Manejo de Problemas de Saúde Autolimitados” também para estudantes do último ano ou dos dois últimos períodos do curso de graduação em Farmácia.
     
    O anúncio foi feito pelo presidente do conselho, Walter da Silva Jorge João. Ele explica que o curso é indicado aos alunos que estão concluindo a graduação, pois é um curso de nivelamento dos conhecimentos, ou seja, de preparação desses acadêmicos para o exercício profissional. “Os conhecimento repassados serão de grande utilidade para estes alunos, que em breve se tornarão egressos”, comenta. 
     
    Para se inscrever, basta ao interessado acessar o site do Programa de Suporte ao Cuidado Farmacêutico na Atenção à Saúde (Profar), do conselho, e preencher um formulário on-line (http://www.profar-cff.org.br). A diferença para os estudantes é que eles terão de, no ato do preenchimento do formulário, anexar documento que comprove sua matrícula.  
     
    “Trata-se de um curso inédito, sério, de conteúdo exclusivo, com um sistema de avaliação para a obtenção do certificado. É mais uma contribuição do CFF para respaldar a atuação farmacêutica no cuidado com a saúde das pessoas.”
     
    Fonte: CFF
     
  • CRF/AL sedia I Workshop áreas de atuação farmacêutica

    CRF/AL sedia I Workshop áreas de atuação farmacêutica

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) sediou o I Workshop áreas de atuação farmacêuticas realizado pelo Centro Universitário Maurício de Nassau. O encontrou aconteceu nos dias 21 e 22 de outubro e foram debatidos os temas indústria farmacêutica e cosmética, manipulação, fitoterapia e assistência farmacêutica.

    Alexandre Correia, presidente do CRF/AL, na mesa de abertura saudou a todos os componentes e destacou o trabalho desenvolvido por cada um das instituições de classe em prol da atuação do profissional farmacêutico. “É graças à união de todos nós que estamos alcançando êxito nos pleitos da categoria, sobretudo em Brasília, onde faço parte da Comissão Parlamentar do Conselho Federal representando o Estado de Alagoas”.

    O presidente do CRF/AL foi o primeiro palestrante da noite e falou sobre o tema Gestão Farmacêutica: como ser um líder de sucesso. Alexandre apresentou aos acadêmicos de farmácia a sua experiência enquanto gestor há frente do CRF/AL, como lidar com suas equipes de trabalho para que o resultado seja obtido de forma plena. “Para ser um líder de sucesso, a gente precisa conhecer os valores de cada membro de nossa equipe e apostar no talento que eles apresentam. É nessa troca de confiança que alcançamos os resultados esperados”, destacou.

    Welton Salvador, um dos organizadores do Workshop, revelou que houve muita dedicação por parte da comissão organizadora para trazer um evento com o máximo de qualidade e excelência. “Toda a comissão organizadora fica extremamente agradecida pelo apoio e confiança de todos. Agradeço ao CRF-AL na pessoa do presidente, Alexandre Correia, que nos abraçou desde o princípio. Quero agradecer a Uninassau na pessoa do vice-reitor Pedro Guedes e meu coordenador Daniel Fortes”, pontuou.

    Ronald Pereira, presidente da Federação Nacional dos Farmacêuticos (FENAFAR), explicou aos estudantes o que era a federação e como ela atua. “É a organização sindical que reúne os sindicatos dos farmacêuticos de todo o Brasil e sindicato de Alagoas é nosso filiado. Nós buscamos a valorização, o reconhecimento, o resgate da autoridade técnica do profissional farmacêutico, mostrando a sociedade a nossa atuação”, informou.

    Fonte: Luciana Martins-Ascom CRF/AL

  • CRF/AL participa de Mesa de Abertura do I Ciclo de Palestra sobre o papel do farmacêutico no tratamento oncológico

    CRF/AL participa de Mesa de Abertura do I Ciclo de Palestra sobre o papel do farmacêutico no tratamento oncológico

    O vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Robert Nicácio, participou no último dia 18 de outubro do I Ciclo de Palestra sobre o papel do farmacêutico no tratamento oncológico. O evento aconteceu no auditório do Centro Universitário Maurício de Nassau, no bairro do Farol, e discutiu os temas da atenção farmacêutica em serviço de terapia antineoplásica com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar de Alagoas, Emerson Cunha e do farmacêutico e sua contribuição no tratamento de câncer com a farmacêutica Rafaela Ribeiro.

    Robert ressalta que palestras desta natureza são importantes porque mostra a comunidade acadêmica, a diversidade de atuação do profissional de farmácia. “Nós do CRF/AL nos sentimos felizes em ver o auditório cheio e o interesse destes estudantes em ampliar sua rede de conhecimento”.

    Promovido pela Liga Acadêmica de Uso Racional de Medicamento e Orientação em Saúde (Lumem), o encontro contou com a participação de 200 alunos. Para Emanuella Paim, uma das integrantes da Lumem, o apoio do CRF/AL foi fundamental porque é a instituição que defende os interesses da categoria. “A divulgação do CRF deu credibilidade ao nosso evento, o tornou grandioso”, destacou.

    Ascom-CRF/AL

  • Justiça Federal indefere pedidos de técnicos de farmácia para venda de medicamentos

    Justiça Federal indefere pedidos de técnicos de farmácia para venda de medicamentos

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) conseguiu mais uma vitória junto a Justiça Federal. Três técnicos de farmácia impetraram com um mandado de segurança contra o CRF/AL para reverter uma decisão já concedida, pela da 3ª Vara Federal de Alagoas, em que proibia que ambos os profissionais estavam impedidos de exercer a atividade privativa da profissão farmacêutica.

    Dois anos depois de transitado em julgado, os profissionais solicitaram junto ao CRF/AL com um requerimento para que eles pudessem atuar em farmácias e drogarias com a venda de medicamentos sujeito a controle especial, que foi negado pelo Conselho. Inconformados com a decisão do Conselho procuraram a justiça, que indeferiu o pedido dos profissionais. “Não logrou a parte em demonstrar preeminência na alegada necessidade de correção da conduta administrativa adotada pela autoridade coatora, visto que somente agora, dois anos após a restrição em sua certidão de regularidade, procurou socorro da tutela jurisdicional”, diz o trecho da decisão.

    O indeferimento se deu porque o magistrado entendeu que houve ausência do perigo de demora.

    Fonte: Ascom-CRF/AL

  • Medicamentos influenciam capacidade de condução de veículos

    Medicamentos influenciam capacidade de condução de veículos

    O ato de dirigir um veículo pode parecer algo relativamente simples, no entanto, é uma atividade complexa. Conduzir um veículo exige concentração, atenção, rapidez nos reflexos, coordenação motora, equilíbrio, boas condições de visão e de audição, além de discernimento para avaliar riscos. O uso de álcool e de determinados medicamentos, não dormir ou não descansar de forma adequada são fatores que podem levar à ocorrência de acidentes de trânsito.



    O Código Brasileiro de Trânsito não traz regra específica sobre o uso de medicamentos e direção de veículos. Porém, a utilização de certos medicamentos tem efeitos nocivos sobre a concentração, a coordenação motora, a vigília e os reflexos. Os efeitos podem ser semelhantes aos provocados pela ingestão de bebida alcoólica. A preocupação também se aplica aos pedestres, pois a falta de atenção ao atravessar uma via também pode causar acidentes. Dessa forma, campanhas educativas e a oferta de informação para a população são muito úteis e necessárias não só para os condutores, mas também para os pedestres.



    Entre os medicamentos que podem interferir nas habilidades necessárias para uma direção e tráfego seguros no trânsito estão os antidepressivos (fluoxetina, amitriptilina), ansiolíticos e sedativos (diazepam, lorazepam), antialérgicos (dexclorfeniramina), anticonvulsivantes (carbamazepina, fenobarbital), medicamentos que reduzem a glicose no sangue (glibenclamida, gliclazida), analgésicos opioides (tramadol, metadona), relaxantes musculares (ciclobenzaprina, orfenadrina), alguns antiparasitários (praziquantel), entre outros.



    Recomenda-se, portanto, que as pessoas em uso de medicamentos busquem sempre a orientação do farmacêutico, incluindo os cuidados que devem adotar em relação à condução de veículos.



    Os usuários de medicamentos devem estar atentos ao que sentem após tomá-los. Se apresentar algum sintoma que coloque em dúvida seu desempenho seguro ao volante, o recomendado é evitar dirigir. Importante frisar que nenhum tratamento deve ser interrompido sem orientação profissional.

    Fontes consultadas:



    1. Santos, J. Consumo excessivo de medicamentos, um problema de saúde pública. Ret-SUS, 2012. Disponível em:http://www.retsus.epsjv.fiocruz.br/upload/55/Retsus_55_EmRede02.pdf

    2. Rapkiewicz JC, Grobe R. Influência de medicamentos sobre a condução de veículos. Curitiba: Centro de Informação sobre Medicamentos, Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná; 2011.?

    Autor: Fernanda Alves França e Rogério Hoefleff

    Fonte: CFF

  • Novo documento define normas no controle da pressão alta

    Novo documento define normas no controle da pressão alta

    Os números associados à hipertensão são impressionantes. Trata-se de uma doença que acomete 36 milhões de brasileiros adultos. Seis em cada dez idosos sofrem dela. Quando não tratado devidamente, o problema tira dezesseis anos da vida do paciente. Pois um documento que será divulgado no 71º Congresso Brasileiro de Cardiologia, que começa amanhã em Fortaleza, define os cuidados que se deve ter com o portador da doença. Com o nome de 7a Diretriz Brasileira de Hipertensão, o texto foi elaborado pelas três maiores entidades de referência na área, as sociedades brasileiras de Cardiologia, Nefrologia e Hipertensão. A seguir, as principais observações.



    Cerca de 90% dos hipertensos necessitam de tratamento com medicamentos de uso contínuo. Pois esses casos estão associados a alterações genéticas.



    O estilo de vida é fundamental para controlar a pressão. Controlar o peso, reduzir o consumo de sal, fazer um mínimo de 150 minutos de caminhadas ou exercícios por semana, atenuar o stress e preservar o sono, são ações que podem reduzir a necessidade de medicamentos.



    Os pacientes devem medir a pressão também fora do consultório. Não só a medição feita pelo médico é importante. Medidas realizadas em casa, no trabalho e em atividades cotidianas podem ajudar a compreender o comportamento da pressão, contribuindo para o melhor tratamento.



    Consulte sempre um médico para comprar um equipamento confiável. Nem todos os aparelhos eletrônicos são bons. Evite os que medem a pressão no punho. Além disso, pessoas obesas, ou muito magras e crianças frequentemente necessitam de equipamentos especiais e braçadeiras de tamanhos específicos.



    Pressão próxima a 12 por 8 continua sendo a melhor. Essa é uma forma simples de dizer que a pressão máxima (a sistólica), está em 120, e a mínima (a diastólica), em 80 milímetros de mercúrio (mmHg). No Brasil, popularmente eliminam-se os zeros e, em vez de dizermos 120 por 80, dizemos apenas 12 por 8. Depois de recomendações díspares em passado recente, chegou-se à conclusão que o melhor mesmo é ter a pressão menor que 13 por 8 (130/80 mmHg).



    Algumas pessoas podem e devem ter a pressão acima de 12 por 8. A pressão próxima a 12 por 8 continua sendo a melhor. Mas algumas pessoas, em especial os idosos, não toleram esse nível de pressão. Elas sentem tonturas, sofrem risco de quedas, podem ter alterações nos rins. Elas podem, portanto, manter as taxas um pouco mais elevadas.



    A hipertensão não costuma ser uma doença isolada. Colesterol elevado, diabetes, sobrepeso, distúrbios hormonais, disfunções dos rins, alterações circulatórias, gota e muitas outras afecções tendem a estar presentes em quem tem hipertensão. Essas condições agravam o risco da doença e podem determinar caminhos especiais para o tratamento.

    Fonte: CFF 

  • Farmacêuticos em ação: CRF/AL atende 1.500 pessoas na orla da Pajuçara

    Farmacêuticos em ação: CRF/AL atende 1.500 pessoas na orla da Pajuçara

    Neste domingo, 25 de setembro, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) esteve na orla da Pajuçara prestando atendimento a população maceioense. Cerca de 20 profissionais estiveram participando da ação que atendeu aproximadamente 1.500 pessoas, no horário de 8 às 12hs.

    O presidente do CRF/AL, Alexandre Correia, disse que o evento foi um sucesso já que o objetivo era prestar esclarecimento a população sobre os sintomas da dengue, zika e chikunguya e isso foi alcançado. “Nós distribuímos mais de dois mil folders explicativos e mostramos que ao detectar alguns dos sintomas, se deve procurar o serviço médico e não se automedicar porque isso pode mascarar e trazer agravos a doença”, pontuou.

    De acordo com ele, essas ações aproximam o profissional da comunidade e com isso a população começa a entender o papel do farmacêutico como um profissional da saúde. “Isso só fortalece o nosso papel e mostra que nós somos um profissional da saúde que compõem a equipe multidisciplinar e que a população tem em cada farmácia um profissional capacitado para fazer esse atendimento”, destacou.

    Para o aposentado Expedito Ferreira o atendimento foi importante porque identificou que ele estava acometido de hipertensão. “Eu não sabia e a minha pressão está um pouco alta, foi por conta do atendimento que descobri e agora vou ter que cuidar da minha pressão. Eu pensei porque eu ando, danço estava sadio, mas ao contrário, agora estou sabendo que não sou aquele cara que eu pensei que era. Para mim foi 10”, revelou.

    Expedito disse que foi muito bem orientado e percebeu que a partir de agora terá que cuidar mais da saúde. “Eu estava parado quando o assunto era a minha pressão e por sorte hoje encontrei vocês aqui e fui atendido. Ele (o farmacêutico) disse que eu tenho que cuidar da minha alimentação, e eu concordo com ele. Para mim foi ótimo, tudo muito organizado, vocês estão de parabéns”, falou o aposentado.

    Rodeck Borges, que estava caminhando pela orla, decidiu para no estande e auferir sua pressão e fazer o teste de glicemia, e o resultado foi positivo com todas as taxas dentro da normalidade. “Foi muito bom, fazia cinco meses que eu não fazia esse exame e estou com tudo normal, eu adorei a iniciativa e é muito importante esse atendimento. Saio daqui satisfeito”, ressaltou.

    A campanha Farmacêuticos em Ação – todos contra o Aedes aegypti aconteceu no dia Internacional do Farmacêutico simultaneamente na Argentina, Costa Rica, Paraguai, Uruguai e Venezuela, em uma iniciativa do Fórum Farmacêutico das Américas (FFA), com apoio da Fundação Internacional Farmacêutica (FIP) e Fundação FIP. No Brasil, a campanha foi desenvolvida pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), os conselhos regionais e as entidades parceiras – Sociedade Brasileira de Farmacêuticos e Farmácias Comunitárias (SBFFC), Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag), Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar (Sbrafh).

    ASCOM- CRF/AL

  • Projeto Farmácia Viva tem apoio do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas

    Projeto Farmácia Viva tem apoio do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas

    Com uma realidade de crianças acometidas de doenças e da proliferação delas, a professora Ednalva Pinheiro- coordenadora do projeto- implantou o programa Farmácia Viva na comunidade Gruta D’Água no município de Arapiraca. Com o objetivo prevenir que doenças corriqueiras se tornem um problema para aquela população, a escola criou um horto com plantas medicinais onde são produzidos os medicamentos fitoterápicos. “Não foi apenas a plantação de mudas, nós contextualizamos com o currículo escolar e hoje nossas crianças aprendem todas as disciplinas através da farmácia viva e da horta escolar”, pontuou a coordenadora.

    O projeto deu tão certo que já foi premiado 14 vezes a nível nacional e também foi reconhecido pela Unicef ( Fundos das Nações Unidas para a Infância). De acordo com a coordenadora somente no ano de 2011 foram preparados mais de 100 litros de xarope para as crianças, foram feitas pomadas, tinturas e até balas. “É muito comum nas escolas ter os piolhos e nós tratamos nossas crianças com os fitoterápicos. Começamos aplicando as mudas na cabeça delas, fizemos os sabonetes e agora já temos os shampoos”, comemorou.

    Em funcionamento desde 2006, a coordenadora explicou que em virtude desse crescimento sentiu-se a necessidade de se ter um novo projeto de assistência farmacêutica de plantas medicinais e fitoterápicos. “Percebemos que era importante sair um pouco mais do popular e criar um projeto mais científico. Esse é um trabalho que precisa ser expandido para outras comunidades porque os fitoterápicos ajudam bastante já que trabalhamos com as comunidades carentes”, revelou.

    Neste sentido, o projeto hoje conta com o apoio do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL), que segundo ela, é muito importante para a assistência farmacêutica já que se trabalha hoje com a manipulação, capacitação e dispensação de medicamentos. “A nossa meta é efetivar o cultivo de muda das espécies selecionadas para produção, estudo e manipulação. Estamos recebendo três mil mudas e vamos trabalhar primeiramente com seis espécies: aroeira, babosa, espinheira santa, guaco, hortelã e a unha de gato”, comentou.

    Ela faz questão de ressaltar que os moradores daquela comunidade tem todo conhecimento dessa medicação, isso porque o trabalho não é apenas da criação desses medicamentos, mas, sobretudo voltado para a educação e orientação. “Por meio da educação nós podemos transformar o nosso cotidiano”, pontuou.

    Cristiane Barros, farmacêutica responsável pelo projeto, acompanha todo o processo desde a aquisição das mudas, da plantação no horto, do armazenamento, da prescrição farmacêutica, da dispensação das preparações até o transporte. Hoje, os produtos devem seguir para os postos de saúde e sendo assim, ela garantiu que vai acompanhar o trabalho os responsáveis pelas farmácias vivas. “O objetivo do farmacêutico é expandir o uso racional desses medicamentos nos postos de saúde e para isso será feito cursos de capacitação para toda equipe multidisciplinar, médicos, enfermeiros, que trabalham naquela unidade de saúde”, assegurou.

    O vice-presidente do CRF/AL, Robert Nicácio, destacou que o conselho sente-se orgulhoso em apoiar essa iniciativa da comunidade que tem apresentado resultados positivos e salvado vidas. “Nosso intuito é que a fitoterapia seja feita de forma profissionalizada e jamais poderíamos nos distanciar desse tratamento que é tão benéfico à população. Nós temos um profissional capacitado que vai auxiliar todas as pessoas envolvidas nesta iniciativa”, pontuou.

    Em visita ao projeto, o vice-presidente reconheceu o sucesso e disse que juntamente com outros profissionais farmacêuticos tentarão levar o projeto para dentro das unidades de saúde. Participaram da visita: Saulo Sales, farmacêutico da Vigilância Sanitária, Samuel Luz, farmacêutico Nasf (Núcleo de apoio à saúde da Família) e Fernando Minervo, farmacêutico da Secretaria Municipal de Saúde de Arapiraca. 

    Luciana Martins-Ascom/CRF-AL

  • Confira a nova edição de

    Confira a nova edição de

    Foi lançada a 3ª edição, do volume 28, do “Infarma – Ciências Farmacêuticas”. O tema de abrangência dos artigos é Uso Racional de Medicamentos. O editorial foi escrito por Patrícia de Carvalho Mastroianni, do Departamento de Fármacos e Medicamentos, Faculdade de Ciências Farmacêuticas, UNESP, e aborda o assunto do Acesso à Atenção Farmacêutica.

    O periódico é editado pelo Conselho Federal de Farmácia e está disponível exclusivamente por meio eletrônico. Ele tem o compromisso de divulgar trabalhos científicos na área farmacêutica e seu conteúdo contribui com a formação acadêmica de estudantes de graduação e pós-graduação e para a informação de pesquisadores e profissionais.

    O conteúdo do Infarma é livre para leitura. Só para o envio de artigos à submissão da Comissão Editorial o usuário deve se cadastrar. Os textos dos artigos são submetidos à avaliação de um corpo de revisores especializados e os autores podem acompanhar, em tempo real, todos os estágios da análise de sua publicação. O sistema também permite a busca, por meio de palavras chaves, dos artigos já publicados na revista.

    Caso tenha interesse em enviar sua contribuição, acesse este link, onde encontrará instruções detalhadas para preparar seu manuscrito, bem como proceder para a submissão online.

    Fonte: CFF