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  • Medicamentos influenciam capacidade de condução de veículos

    Medicamentos influenciam capacidade de condução de veículos

    O ato de dirigir um veículo pode parecer algo relativamente simples, no entanto, é uma atividade complexa. Conduzir um veículo exige concentração, atenção, rapidez nos reflexos, coordenação motora, equilíbrio, boas condições de visão e de audição, além de discernimento para avaliar riscos. O uso de álcool e de determinados medicamentos, não dormir ou não descansar de forma adequada são fatores que podem levar à ocorrência de acidentes de trânsito.



    O Código Brasileiro de Trânsito não traz regra específica sobre o uso de medicamentos e direção de veículos. Porém, a utilização de certos medicamentos tem efeitos nocivos sobre a concentração, a coordenação motora, a vigília e os reflexos. Os efeitos podem ser semelhantes aos provocados pela ingestão de bebida alcoólica. A preocupação também se aplica aos pedestres, pois a falta de atenção ao atravessar uma via também pode causar acidentes. Dessa forma, campanhas educativas e a oferta de informação para a população são muito úteis e necessárias não só para os condutores, mas também para os pedestres.



    Entre os medicamentos que podem interferir nas habilidades necessárias para uma direção e tráfego seguros no trânsito estão os antidepressivos (fluoxetina, amitriptilina), ansiolíticos e sedativos (diazepam, lorazepam), antialérgicos (dexclorfeniramina), anticonvulsivantes (carbamazepina, fenobarbital), medicamentos que reduzem a glicose no sangue (glibenclamida, gliclazida), analgésicos opioides (tramadol, metadona), relaxantes musculares (ciclobenzaprina, orfenadrina), alguns antiparasitários (praziquantel), entre outros.



    Recomenda-se, portanto, que as pessoas em uso de medicamentos busquem sempre a orientação do farmacêutico, incluindo os cuidados que devem adotar em relação à condução de veículos.



    Os usuários de medicamentos devem estar atentos ao que sentem após tomá-los. Se apresentar algum sintoma que coloque em dúvida seu desempenho seguro ao volante, o recomendado é evitar dirigir. Importante frisar que nenhum tratamento deve ser interrompido sem orientação profissional.

    Fontes consultadas:



    1. Santos, J. Consumo excessivo de medicamentos, um problema de saúde pública. Ret-SUS, 2012. Disponível em:http://www.retsus.epsjv.fiocruz.br/upload/55/Retsus_55_EmRede02.pdf

    2. Rapkiewicz JC, Grobe R. Influência de medicamentos sobre a condução de veículos. Curitiba: Centro de Informação sobre Medicamentos, Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná; 2011.?

    Autor: Fernanda Alves França e Rogério Hoefleff

    Fonte: CFF

  • Novo documento define normas no controle da pressão alta

    Novo documento define normas no controle da pressão alta

    Os números associados à hipertensão são impressionantes. Trata-se de uma doença que acomete 36 milhões de brasileiros adultos. Seis em cada dez idosos sofrem dela. Quando não tratado devidamente, o problema tira dezesseis anos da vida do paciente. Pois um documento que será divulgado no 71º Congresso Brasileiro de Cardiologia, que começa amanhã em Fortaleza, define os cuidados que se deve ter com o portador da doença. Com o nome de 7a Diretriz Brasileira de Hipertensão, o texto foi elaborado pelas três maiores entidades de referência na área, as sociedades brasileiras de Cardiologia, Nefrologia e Hipertensão. A seguir, as principais observações.



    Cerca de 90% dos hipertensos necessitam de tratamento com medicamentos de uso contínuo. Pois esses casos estão associados a alterações genéticas.



    O estilo de vida é fundamental para controlar a pressão. Controlar o peso, reduzir o consumo de sal, fazer um mínimo de 150 minutos de caminhadas ou exercícios por semana, atenuar o stress e preservar o sono, são ações que podem reduzir a necessidade de medicamentos.



    Os pacientes devem medir a pressão também fora do consultório. Não só a medição feita pelo médico é importante. Medidas realizadas em casa, no trabalho e em atividades cotidianas podem ajudar a compreender o comportamento da pressão, contribuindo para o melhor tratamento.



    Consulte sempre um médico para comprar um equipamento confiável. Nem todos os aparelhos eletrônicos são bons. Evite os que medem a pressão no punho. Além disso, pessoas obesas, ou muito magras e crianças frequentemente necessitam de equipamentos especiais e braçadeiras de tamanhos específicos.



    Pressão próxima a 12 por 8 continua sendo a melhor. Essa é uma forma simples de dizer que a pressão máxima (a sistólica), está em 120, e a mínima (a diastólica), em 80 milímetros de mercúrio (mmHg). No Brasil, popularmente eliminam-se os zeros e, em vez de dizermos 120 por 80, dizemos apenas 12 por 8. Depois de recomendações díspares em passado recente, chegou-se à conclusão que o melhor mesmo é ter a pressão menor que 13 por 8 (130/80 mmHg).



    Algumas pessoas podem e devem ter a pressão acima de 12 por 8. A pressão próxima a 12 por 8 continua sendo a melhor. Mas algumas pessoas, em especial os idosos, não toleram esse nível de pressão. Elas sentem tonturas, sofrem risco de quedas, podem ter alterações nos rins. Elas podem, portanto, manter as taxas um pouco mais elevadas.



    A hipertensão não costuma ser uma doença isolada. Colesterol elevado, diabetes, sobrepeso, distúrbios hormonais, disfunções dos rins, alterações circulatórias, gota e muitas outras afecções tendem a estar presentes em quem tem hipertensão. Essas condições agravam o risco da doença e podem determinar caminhos especiais para o tratamento.

    Fonte: CFF 

  • Outubro Rosa: CRF/AL apoia essa causa

    Outubro Rosa: CRF/AL apoia essa causa

    O mês de outubro foi dedicado ao combate ao câncer de Mama e o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) apoia essa causa.

    Conheça um pouco mais da história do outubro rosa:

    O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. Ele  nasceu nos Estados Unidos, na década de 1990, para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada anualmente com o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer de mama e promover a conscientização sobre a importância da detecção precoce da doença.

    A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org).

    Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).

    A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.

    A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos  em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

    Fonte: outrubrorosa.org.br

  • TRF 5º reformula decisão e determina a presença de farmacêutico em hospital

    TRF 5º reformula decisão e determina a presença de farmacêutico em hospital

    O Tribunal Regional Federal da 5ª região julgou no dia 08 de setembro, o agravo de instrumento ingressado pelo Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) pedindo que fosse reformulada a decisão de 1º grau em que havia suspendido o direito de aplicar multa ao Hospital Santa Casa de Misericórdia de São Miguel dos Campos por não possuir em seu quadro um profissional farmacêutico.

    Na nova decisão, a corte entendeu que deveria ser levado em consideração a atualização do conceito de “pequena unidade hospitalar ou equivalente”, formalizado pelo Ministério da Saúde, e que, havendo dispensação de medicamentos por meio de farmácias ou drogarias ali instaladas, estão aquelas unidades médicas obrigadas a manter farmacêutico credenciado pelo Conselho de Fiscalização Profissional.

    De acordo o desembargador federal Manuel Maia, relator do processo, o hospital possui 132 leitos, conforme informações encaminhadas à justiça, o que a obriga manter um farmacêutico credenciado pelo Conselho de Fiscalização Profissional. “Por tais razões, dou provimento ao agravo de instrumento para reformar a decisão vergastada e autorizar o CRF no Estado de Alagoas, no exercício do seu poder de polícia, a exigir Certidão de Regularidade Técnica da Presença do Profissional Farmacêutico da agravada”, diz um trecho da decisão.

    Ascom-CRF/AL

  • CONVITE: COMEMORAÇÃO AO DIA INTERNACIONAL DO FARMACÊUTICO

    CONVITE: COMEMORAÇÃO AO DIA INTERNACIONAL DO FARMACÊUTICO

    Para comemorar o dia internacional do Farmacêutico, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas realiza no domingo, 25 de setembro, uma ação de prestação de serviços a comunidade na orla da Pajuçara em Maceió. A diretoria do CRF/AL convida todos os farmacêuticos a participaram do evento, que tem como obejtivo orientar a população sobre a importância do farmacêutico.

     

     

  • CRF/AL realiza ação de mobilização contra AEDES AEGYPTI

    CRF/AL realiza ação de mobilização contra AEDES AEGYPTI

    No próximo domingo, 25 de setembro, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) realiza uma ação contra a dengue, a chikungunya e a zika, na orla da Pajuçara. A campanha Farmacêuticos em Ação – todos contra o Aedes aegypti acontece no dia Internacional do Farmacêutico e tem como objetivo transformar cada farmacêutico desses países em um agente de combate ao mosquito e cada farmácia em um posto avançado contra o mosquito Aedes aegypti.

    A ação acontece simultaneamente na Argentina, Costa Rica, Paraguai, Uruguai e Venezuela, em uma iniciativa do Fórum Farmacêutico das Américas (FFA), com apoio da Fundação Internacional Farmacêutica (FIP) e Fundação FIP. No Brasil, a campanha é desenvolvida pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), os conselhos regionais e as entidades parceiras – Sociedade Brasileira de Farmacêuticos e Farmácias Comunitárias (SBFFC), Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag), Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar (Sbrafh).

    De acordo com o presidente do CRF/AL, Alexandre Correia, farmácias e farmacêuticos estão sendo orientados a se mobilizar e contribuir com a prevenção e controle das três doenças relacionadas ao Aedes aegypti. “A população receberá a orientação de como prevenir a doença e ao mesmo tempo, os farmacêuticos irão identificar quem apresenta os sinais e sintomas sugestivos a doença, e nos casos suspeitos encaminhar para tratamento, prescrevendo terapias adequadas, quando pertinente”, pontuou.

    Alexandre reforçou que a mobilização acontece nesta data porque todos esses países continuam registrando casos de dengue, chikungunya e zika, com tendência de o problema se agravar, em função do período chuvoso que se aproxima. “Será um momento tanto para os farmacêuticos celebrarem os avanços da profissão como para reafirmarem, à sociedade, a importância da atuação profissional”, pontuou.

    Serão oferecidos também os serviços de atenção farmacêutica, verificação de glicemia capilar, distribuição de panfletos educativos.  A ação acontece das 8hs às 13hs. 

    Asscom-CRF/AL

  • Farmacêuticos e educadores criam Sociedade Brasileira de Farmácia Clínica

    Farmacêuticos e educadores criam Sociedade Brasileira de Farmácia Clínica

    Trinta e sete anos depois do surgimento do primeiro serviço de Farmácia Clínica do Brasil, um grupo de farmacêuticos e educadores ligados à área deliberou pela criação da Sociedade Brasileira de Farmácia Clínica. A decisão aconteceu durante o II Encontro Nacional de Educadores em Farmácia Clínica, na cidade de Natal. A sociedade nasceu do anseio dos farmacêuticos clínicos de ter uma entidade que lutasse pelo desenvolvimento desta área de atuação farmacêutica no país, sem a segmentação por local de atuação.

    O primeiro presidente eleito foi o professor Tarcisio José Palhano, pioneiro da Farmácia Clínica no Brasil. Em seu discurso, ele conclamou a todos a trabalhar para que a entidade seja efetiva em seus propósitos. “ Espero que as pessoas que estão assinando o manifesto não negligenciem a intenção e o esforço para que o estatuto a ser criado, não se torne uma letra morta. Que todos nós estejamos com o propósito de um final feliz. Que não façamos das dificuldades, barreiras intransponíveis que possam vir a inviabilizar essa ideia tão boa e tão salutar que é criar essa sociedade”, alertou.

    Outros participantes do encontro destacaram a preocupação de que a criação da entidade viesse a contribuir para a fragmentação da unidade dos profissionais que atuam no segmento. Mas, ao mesmo tempo, todos os que se pronunciaram reconheceram como legítima e oportuna a proposta, e manifestaram seu apoio incondicional à iniciativa.

    A presidente do Fórum Nacional de Farmácias Universitárias (FNFU), Silvia Storpirts, confessou sua dúvida inicial em apoiar a criação da nova entidade, mas disse estar segura já que a proposta é legítima e pertinente, sobretudo pelo crescimento do segmento.  Carmen Iris Tolentino, presidente da Sociedade Brasileira de Farmacêuticos e Farmácias Comunitárias (SBFFC), disse estar tranquila por ver que à frente dessa nova entidade estão o professor Tarcisio Palhano e um grupo de farmacêuticos comprometidos, sérios e muito capazes. “Tenho certeza que vou poder realizar um trabalho conjunto pelo desenvolvimento da nossa profissão”, afirmou.

    A coordenadora-geral do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica do Departamento de Assistência Farmacêutica (DAF), do Ministério da Saúde, Mirna Poliana Furtado de Oliveira Martins, que é farmacêutica clínica, declarou o seu apoio e falou também em nome do diretor do DAF, Renato Alves Teixeira Lima. “Ele tem ciência desse movimento, de sua importância. E em seu nome, digo que o Ministério da Saúde apoia a iniciativa de criação da sociedade, estando disposto a trabalhar conjuntamente em projetos em favor da saúde da população.”

    A assessora da Presidência do Conselho Federal de Farmácia, Josélia Frade, destacou a satisfação de ver reunidas na assembleia e no movimento clínico várias gerações de farmacêuticos e educadores. Ela ressaltou a participação do Conselho como grande catalisador do segmento e pediu que os presentes se despissem de ideias preconcebidas, se engajando na luta por um sistema de saúde mais justo e por uma resposta ainda mais efetiva da profissão farmacêutica às necessidades de saúde das pessoas. “Vamos apoiar também essa entidade que está nascendo e as pessoas que farão parte dela, sem vaidades, de forma horizontal, para que essa ciranda cresça e se fortaleça ainda mais. Há muitas necessidades ainda para serem atendidas”, comentou.

    As professoras Ivonete Batista de Araújo e Lúcia de Araújo Costa Beisl Noblat auxiliaram o professor Aleixo na condução da nova entidade. 

    Fonte: CFF

     

     

     

     

  • Novo exame de sangue detecta câncer 10 anos antes dos primeiros sintomas

    Novo exame de sangue detecta câncer 10 anos antes dos primeiros sintomas

    A Universidade de Swansea, no Reino Unido, desenvolveu um teste que pode detectar a presença de mutações que levam ao desenvolvimento do câncer, e o resultado sai em apenas poucas horas.
     
    É uma verdadeira revolução, porque permite detectar a presença da doença até dez anos antes do surgimento dos sintomas, quando o tratamento já pode não surtir tanto efeito.
     
    O princípio do teste é bem simples: é como um detector de fumaça.
     
    Se onde há fumaça há fogo, então onde houver mutações nas células do sangue, provavelmente o câncer estará no organismo.
     
    O diagnóstico precoce pode permitir tratamentos eficazes e até cirurgias para evitar que o câncer se desenvolva.
     
    O cientista que lidera a pesquisa, Professor Gareth Jenkins, conta: “O teste pode ser comparado a um detector de fumaça porque quando uma casa pega fogo, não é isso o que o detector percebe, mas a fumaça. [No teste], o que aparece não é a doença em, mas seu sub-produto [a mutação]”.
     
    Os testes iniciais foram feitos em pacientes com câncer de estômago, mas os pesquisadores garantem que a tecnologia pode ser aplicada a qualquer tipo de câncer.
     
    Novos testes estão sendo realizados, agora com pacientes com câncer no pâncreas.
     
    DIAGNÓSTICO PRECOCE
     
    O que os cientistas procuram no teste são células sanguíneas que perdem um tipo de proteína que ajuda outros tipos de proteína a se fixarem nas células.
     
    Em pessoas saudáveis, a taxa de mutação dessas células é bem baixa. Porém, em pacientes com câncer, essa taxa se multiplica em mais de dez vezes.
     
    Com esta descoberta, seria possível até mesmo identificar pessoas que possuem células cancerígenas até 10 anos antes de um tumor se desenvolver.
     
    O Dr. Hasan Haboubi, que também integra a equipe de pesquisa diz que foram encontrados pacientes sem câncer com taxas mais elevadas de mutação das células do sangue.
     
    “Sabemos que, inevitavelmente, um paciente assim desenvolverá câncer em até 10 anos.”
     
    O DESAFIO AGORA É DESENVOLVER UM ESTUDO QUE VERIFIQUE QUE O EXAME NÃO APRESENTE FALSOS RESULTADOS POSITIVOS, OU QUE DEIXE DE IDENTIFICAR A PRESENÇA DO CÂNCER.
     
    O exame será relativamente barato – cerca de 150 reais – e permitirá salvar vidas, uma vez que descobrir a doença nos estágios iniciais é um dos maiores fatores de cura do câncer.
     
    Os cientistas da Universidade de Swansea esperam que o novo teste esteja disponível para o público em cerca de cinco anos.
     
    Fonte: www.awebic.com
  • Arapiraca: Seccional de CRF/AL promove palestra de atualização profissional

    Arapiraca: Seccional de CRF/AL promove palestra de atualização profissional

    Os farmacêuticos da região Agreste e Sertão de Alagoas no sábado, 10, tiveram a oportunidade de ter um dia voltado ao conhecimento e atualização. Essa é mais ação no núcleo de educação continuada do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL).

    Na abertura do encontro, o presidente do CRF/AL, Alexandre Correia destacou a importância da aproximação com os profissionais que não estão na capital. “Trazer esse curso aqui para Arapiraca foi muito bom porque contamos com a presença dos profissionais da cidade e regiões circunvizinhas”. De acordo com ele, os profissionais farmacêuticos que participaram do encontro tiveram a oportunidade de discutir temas importantes com os melhores profissionais da área.

    Fernando Minervo, que é especialista em hematologia clínica, que trouxe como tema da sua palestra, a interpretação do eritrograma e a importância da classificação morfofisiológica das anemias, ressaltou aos profissionais que trabalham com a parte de analise clínica que é de fundamental importância observar como essas hemácias irão se apresentar porque é por meio dela que será possível identificar o tipo de anemia que esse paciente apresenta. “É através da forma que essas hemácias vão se apresentar no exame elas serão condizentes a algum tipo de anemia, que pode ser por deficiência de ferro, hemolítica, por deficiência de vitamina B12 e outros”, pontuou.

    Robert Nicácio, vice-presidente do CRF/AL, revelou que o evento foi um dos primeiros frutos da Câmara Técnica Mista do Conselho que funciona em Arapiraca é composto por nove membros representando um segmento diferente da profissão, que vão desde o serviço público até o proprietário farmacêutico. “A Câmara se reúne uma vez por mês na seccional do CRF/AL em Arapiraca e nela debatemos as melhorias para categoria, sobretudo, para o interior do Estado que é onde atuamos de maneira mais próxima”.

    Estiveram presentes na solenidade de abertura: Saulo Sales e Jaelson Carnaúba, representando a vigilância sanitária de Arapiraca, Hugo Alexandre presidente do SINDFAL, Rommel Carvalho representando o SINDFAL interior, Robert Nicácio e Lizete Viturino, diretoria do CRF/AL e Gildo Silva, conselheiro federal.

    Ascom/CRF-AL

  • Anvisa publica resolução que proíbe comercialização de cloridrato de fluoxetina

    Anvisa publica resolução que proíbe comercialização de cloridrato de fluoxetina

    O Diário Oficial da União traz uma publicação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que  determina, a proibição, em todo o território nacional, da distribuição, comercialização e uso dos lotes 593815 (Val Abril/2017) e 612915 (Val Setembro/2017) do medicamento CLORIDRATO DE FLUOXETINA 2O MG cartucho com 70 cápsulas, fabricado por Blisfarma Indústria Farmacêutica Ltda (CNPJ: 03108098/0003-55).

    CONFIRA RESOLUÇÃO NA ÍNTEGRA: 

    RESOLUÇÃO-RE Nº 2.432, DE 8 DE SETEMBRO DE 2016

    O Diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 151, V e VI, e o art. 54, I, § 1º do Regimento Interno aprovado nos termos do Anexo I da Resolução da Diretoria Colegiada – RDC nº 61, de 3 de fevereiro de 2016, e a Resolução da Diretoria Colegiada – RDC nº 99, de 02 de agosto de 2016.

    Considerando o art.  da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976;

    Considerando a Resolução-RDC nº 55/2005;

    Considerando o comunicado de recolhimento voluntário encaminhado pela Blisfarma Indústria Farmacêutica Ltda, em razão de detecção de corpo estranho em blíster e presença de blísteres sem rótulo para os lotes 593815 e 612915 respectivamente do medicamento CLORIDRATO DE FLUOXETINA 2O MG cartucho com 70 cápsulas, resolve:

    Art. 1º Determinar, como medida de interesse sanitário, a proibição, em todo o território nacional, da distribuição, comercialização e uso dos lotes 593815 (Val Abril/2017) e 612915 (Val Setembro/2017) do medicamento CLORIDRATO DE FLUOXETINA 2O MG cartucho com 70 cápsulas, fabricado por Blisfarma Indústria Farmacêutica Ltda (CNPJ: 03108098/0003-55).

    Art. 2º Determinar que a empresa promova o recolhimento do estoque existente no mercado, relativo ao produto descrito no art. 1º.

    Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

    JOSÉ CARLOS MAGALHÃES DA SILVA MOUTINHO

    SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE

     Fonte: Anvisa