Category: Notícias

  • Farmacêuticos criam Sociedade Brasileira de Farmácia Clínica – Regional Alagoas

    Na noite desta terça-feira (12/11), foi criada em assembléia a Sociedade Brasileira de Farmácia Clínica – Regional Alagoas, com a presença do presidente nacional da sociedade, o farmacêutico e prof. Tarcísio Palhano. A sociedade foi criada com o objetivo de realizar cursos, congressos, simpósios voltados a área, além de projetar os trabalhos desenvolvidos pelos farmacêuticos alagoanos para todo o país, visto que muitos profissionais já são referência na área clínica no estado. A criação da sociedade é um grande marco na história da farmácia em Alagoas, incentivando a pesquisa e o desenvolvimento de projetos na farmácia clínica.

    Para se associar é necessário seguir os seguintes passos:

    1) Preencher o formulário no link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf7xsT0sWGosOvMl-c2eXjU0OrscR7XxIej_FZBPJxLINbZTg/viewform?c=0&w=1

    2) transferir 100,00 reais para a Sociedade Brasileira de Farmácia Clínica:
    – Caixa Econômica Federal
    – Agência: 0974
    – Conta: 3315-5

    3) Enviar um e-mail para [email protected] com a cópia da carteira profissional ou RG e o comprovante de pagamento!

    Conheça os membros fundadores:

    1) Diretora presidente: Mônica Meira Leite Rodrigues . @monicameira_
    2) Diretora vice presidente: Eliane Aparecida Campesatto . @elianecampesatto
    3) Diretor tesoureiro: Fábio Pacheco . @fabiopachecohemato
    4) Diretor secretário: José Rui Machado Reys
    5) Diretor de desenvolvimento profissional e de certificação: Liliane Gomes Sampaio Pacheco @lilianesampaio10
    6) Diretor científico e de publicações Thiago José Matos Rocha @rochamatos_
    7) Diretor de formação: Alfredo Dias de Oliveira Filho . @fefasdias
    8) conselheira fiscal: Sabrina Joany Felizardo Neves . @sabrinaemarina
    9) conselheiro fiscal: João Paulo Toledo Voss @joaopaulovoss
    10) conselheira fiscal: Anna Cláudia de Andrade Tomaz

    Ascom CRF/AL

  • Experiências apresentadas no Enaf demonstram como educar para fiscalizar

    O final do XV Encontro Nacional de Fiscalização (Enaf-2019) contou com apresentações de experiências exitosas na fiscalização, como o projeto “Educar para fiscalizar”, do CRF-SE, o resultado de ações de fiscalização no CRF-AM, e um feedback das inspeções fiscais do CRF-RS. O Enaf ocorreu dias 7 e 8 de novembro, em Brasília, e teve como tema central CFF e CRF: novos rumos para a fiscalização do exercício profissional.

    A palestra “Educar para fiscalizar”, apresentada pelo presidente do CRF-SE Marcos Cardoso Rios, mostrou a nova estratégia de fiscalização adotada no estado de Sergipe. Ele afirmou que a nova orientação é agir de forma humanizada, buscando compreender as dificuldades dos profissionais e estabelecimentos para orientá-los antes de multar.

    Marcos explicou que o objetivo é desmistificar o exercício da fiscalização para os Responsáveis Técnicos (RT) e estabelecimentos. “A assistência farmacêutica em nosso estado é deficitária, e muito disso se deve à forma pejorativa como a fiscalização foi tratada durante muitos anos. Nesta nova visão, a fiscalização não é necessariamente punitiva, ela é orientativa também”.

    De acordo com o presidente do CRF-SE, a autarquia já tem recebido retorno positivo de alguns farmacêuticos do Estado, que relatam sentirem-se mais amparados pelo Conselho, contra a antiga imagem do fiscal como ameaça. “O fiscal deve entender que ele faz parte do processo. Então, a fiscalização não é apenas lavrar um auto de infração, mas compreender as dificuldades e orientar o colega farmacêutico sobre como agir de acordo com a legislação”.

    A vice-presidente do CRF-AM, Luana Kelly Lima Santana, apresentou o resultado de ações de fiscalização. Ela mostrou o quantitativo de estabelecimentos farmacêuticos no estado e destacou que a maior parte dos autos de infração são motivados por ausência do farmacêutico responsável. Entre as ações, o CRF vem provocando o Ministério Público Estadual (MPE) e atendendo a demandas do MPE para realizar inspeções em estabelecimentos no interior do estado. Além disso, a autarquia tem realizado reuniões com secretarias municipais de saúde, vigilância sanitária e com farmacêuticos, mas lá também estão praticando educação dos profissionais inspecionados. “A fiscalização realiza sua inspeção de rotina e finalizada, marca reuniões para dar orientações aos profissionais”.

    O CRF-RS criou uma ferramenta online de feedback das inspeções fiscais, na qual os fiscalizados podem acessar, mediante login, e avaliar a inspeção realizada pelo fiscal. De acordo com a membro da Comissão de Fiscalização do CFF, Elisandra Tramontini Tiggemann, os feedbacks surpreenderam, com 83% de considerações boas ou excelentes. “Temos um espaço para manifestações inscritas e recebemos muitos relatos com elogios e sugestões de melhorias nos processos de inspeção e autuação. Resultados positivos e negativos são passados para os fiscais mensalmente”.

    Projetos educativos em Sergipe

    Entre as ações desse processo de humanização dos fiscais, o CRF-SE editou o primeiro fascículo educativo semestral “Educar para fiscalizar”. E, mensalmente, editará um destaque da legislação sobre a fiscalização, “Educar para fiscalizar em tiras”, para dirimir dúvidas e tornar a norma mais conhecida por todos. Redes de farmácia com mais de 10 profissionais podem solicitar a palestra “Educar para fiscalizar in company”.

    Outra iniciativa implantada foi a realização de sessões plenárias nas universidades. “Essa é uma forma de já orientar os novos profissionais sobre o papel do Conselho e da fiscalização, para que eles já cheguem ao mercado de trabalho mais conscientes das responsabilidades do Conselho e das implicações éticas da assistência farmacêutica”.

    Além disso, será lançado o projeto Conselheiro por um dia, no qual um profissional ou estudante participante acompanhará todo o processo de trabalho do conselheiro de farmácia. “Ele receberá um processo administrativo e fará um parecer, de forma simbólica. Na sequência, ele acompanhará a plenária para verificar se o voto dele é parecido com o voto do conselheiro relator efetivo”.
    Fonte: CFF

  • Governo Federal libera R$ 26,8 milhões para saúde em Alagoas

    A população de Alagoas será beneficiada com o repasse de R$ 26,8 milhões para serem investidos em 23 municípios do estado. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (11), em Maceió (AL), pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Os recursos possibilitarão a ampliação da oferta de serviços na rede hospitalar de urgência e emergência, como realização de cirurgias, exames, atendimentos, habilitação de leitos, entre outros. O recurso contempla ainda o atendimento à população indígena, além de incremento para atenção primária.

    Do total do recurso disponibilizado ao estado, R$ 7,3 milhões são para ampliar o valor repassado pelo Ministério da Saúde pelo Limite Financeiro de Média e Alta Complexidade (Teto MAC) para quatro municípios. E 18 municípios receberão R$ 17 milhões de recursos de programação de custeio para o atendimento. Por meio desses recursos, os municípios custeiam serviços como consultas, exames, diagnósticos, tratamentos clínicos e cirúrgicos, reabilitações, acompanhamento pré e pós-operatório, UTI, transplantes, tratamento de doenças raras e obesidade, ortopedia, neurologia, queimados, cardiovascular entre outros serviços e procedimentos de média e alta complexidade.

    As portarias de incorporação de recursos para o teto MAC beneficiam os municípios de: Água Branca, Maceió, Arapiraca e Piaçabuçu. Já os recursos de custeio favorecem os municípios: Belo Monte, Olivença, Olho D’Água Branca, Belém, Maravilha, São Brás, Cajueiro, Coruripe, Campestre, Messias, Mirador do Negrão, Monteirópolis, Porto de Pedras, Porto Calvo, Quebrangulo, São José da Tapera, Arapiraca e Maceió. A partir de novembro os municípios citados, receberão os repasses que se somarão aos recursos transferidos pelo Ministério da Saúde.

    Também entre as portarias assinadas pelo ministro da Saúde está a liberação de R$ 826,7 mil para atendimento aos povos indígenas em três municípios. Os recursos são para reforçar o atendimento bucal e as equipes do Saúde na Hora das cidades de Leopoldina, Olho D’Água e Sebastião. A portaria assinada pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, habilita ainda sete Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) em Maceió. Fica assegurado R$ 1,5 milhão anuais para o reforço para o atendimento em saúde mental à população alagoana.

    ANÚNCIOS DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE
    UF MUNICÍPIO ESTABELECIMENTO GESTÃO HABILITAÇÃO QTD. SERVIÇOS QTD. LEITOS VALOR
    AL Água Branca CAPS Joyce de Mille Municipal Povos indígenas 1 0 R$ 57.742,20
    AL Maceió Hospital Dr. Osvaldo Brandão Vilela Estadual Leitos de Retaguarda 0 35 R$ 2.885.325,00
    AL Arapiraca Hospital Chama Municipal Leitos de Unidade Coronariana 0 10 R$ 2.628.000,00
    AL Arapiraca Hospital Chama Municipal Leitos de UTI Adulto 0 10 R$ 1.485.199,60
    AL Piacabucu Centro Integrado de Saúde Mental Dr. Ernani Machado Municipal CAPS 1 0 R$ 339.660,00
    TOTAL         2 55 R$ 7.395.926,80
    ANÚNCIOS DE RECURSOS DE PROGRAMAÇÃO DE CUSTEIO
    UF MUNICÍPIO AÇÃO VALOR
    AL Maceió Incremento PAB R$ 287.000,00
    AL Santana do Ipanema Incremento PAB R$ 116.043,00
    AL Maceió Incremento MAC R$ 3.213.401,00
    AL Jacuípe Incremento PAB R$ 90.000,00
    AL Coqueiro Seco Incremento PAB R$ 63.000,00
    AL Belo Monte Incremento PAB R$ 187.000,00
    AL Belo Monte Incremento MAC R$ 33.000,00
    AL Olivença Incremento PAB R$ 55.000,00
    AL Olho D´Água Grande Incremento PAB R$ 420.000,00
    AL Belém Incremento MAC R$ 65.000,00
    AL Maravilha Incremento PAB R$ 153.000,00
    AL Maravilha Incremento MAC R$ 60.000,00
    AL São Brás Incremento MAC R$ 80.000,00
    AL Cajueiro Incremento MAC R$ 164.000,00
    AL Coruripe Incremento PAB R$ 3.900.000,00
    AL Cajueiro Incremento PAB R$ 800.000,00
    AL Campestre Incremento PAB R$ 400.000,00
    AL Messias Incremento PAB R$ 650.000,00
    AL Mirador do Negrão Incremento PAB R$ 200.000,00
    AL Monteirópolis Incremento PAB R$ 400.000,00
    AL Porto de Pedras Incremento PAB R$ 179.989,00
    AL Porto Calvo Incremento PAB R$ 2.550.000,00
    AL Quebrangulo Incremento PAB R$ 800.000,00
    AL São José da Tapera Incremento PAB R$ 1.610.320,00
    AL Arapiraca Incremento MAC R$ 600.000,00
    TOTAL     R$ 17.076.753,00
    HABILITAÇÃO DE 7 SERVIÇOS DE SAÚDE MENTAL
    UF MUNICÍPIO ESTABELECIMENTO GESTÃO HABILITAÇÃO QTD. SERVIÇOS VALOR ANUAL
    TOTAL  Maceió  CAPS  Municipal Saúde mental  7 R$ 1.560.000,00
    FORTALECIMENTO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA
    UF MUNICÍPIO HABILITAÇÃO QUANTIDADE VALOR ANUAL
    AL Leopoldina Equipes de Saúde Bucal 3 R$ 117.225,00
    AL Olho D´Água USF (Adesão Saúde na Hora) 5 R$ 381.192,00
    AL Sebastião USF (Adesão Saúde na Hora) 1 R$ 273.792,00
    AL PARCELA ÚNICA R$ 54.582,00
    TOTAL     9 R$ 826.791,00

    Fonte: Agência Saúde

  • CFF incentiva participação de farmacêuticos em consultas públicas da Conitec

    O Conselho Federal de Farmácia (CFF) vai fomentar a participação de farmacêuticos em consultas públicas da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS do Ministério da Saúde (Conitec). A decisão atende solicitação formal da Coordenação Geral do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias e Inovação em Saúde do ministério. O assunto foi tema de reunião com representantes do CFF e do ministério em Brasília.

    A coordenadora geral de gestão em tecnologias de saúde do Ministério da Saúde, Clementina Corah Prado, diz que o órgão tem trabalhado com o estabelecimento de parcerias para ampliar a divulgação sobre as consultas. “Toda matéria e toda tecnologia que é submetida à avaliação no âmbito da Conitec passa por consulta pública durante, em média, 20 dias. E nós necessitamos da participação de todos os atores para perceber qual é a visão sobre a tecnologia, como ela pode ser incorporada, se deve se não deve, concordam ou não com a recomendação preliminar da Conitec. Então, é fundamental que a gente possa levar para o SUS e para o Brasil o que é a Conitec, o que são as consultas públicas, para que as pessoas possam participar”, esclarece.

    Também estão sendo discutidas estratégias que venham estreitar a distância entre o CFF e a Conitec. Clementina Prado ressalta importância do farmacêutico na avaliação das consultas. “Hoje, no departamento, nós temos 32 profissionais da farmácia. O farmacêutico é o profissional que faz a operacionalização das incorporações na ponta. É o que consegue facilitar o acesso da população. Então, é primordial. O que a gente gostaria é que, na prática, os farmacêuticos pudessem contribuir cada vez mais nas nossas consultas públicas e nos outros temas que eles acharem pertinentes”.

    A participação social em consultas públicas da Conitec foi, inclusive, tema de pesquisa de mestrado na Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fiocruz, no Rio de Janeiro. Trabalho desenvolvido pela farmacêutica e fiscal do Conselho Regional de Farmácia do Rio, Sarah Pitta. O estudo avaliou as contribuições às consultas públicas no período de 2012 a 2017.  Sarah explica que, durante os cinco anos avaliados, as consultas aumentaram quatro vezes. “Nos primeiros três anos a gente observou que as contribuições enviadas pelas consultas públicas eram de atores de segmentos mais institucionais como organizações de pacientes, sociedades médicas, instituições de ensino e de saúde. E no segundo triênio, de 2015 a 2017, foi observado que esse perfil já tinha mudado e que majoritariamente as contribuições eram enviadas por profissionais de saúde, pacientes e familiares”.

    O trabalho de Sarah Pitta também verificou a mudança do perfil dos participantes ao longo do tempo. Ficou clara, ainda, a ação assertiva da indústria farmacêutica que por todo período se manteve presente tanto de demandas de reavaliações e de contribuições nas consultas públicas. “A indústria farmacêutica foi um dos atores que mais se manteve presente durante o período nessa estratégia de participação social”, explica.

    A pesquisa foi orientada pelos farmacêuticos Rondineli Mendes da Silva e Vera Lúcia Luiza em parceira com o Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. PARA CONTRIBUIR COM AS CONSULTAS PÚBLICAS EM ANDAMENTO NA CONITEC, CLIQUE AQUI. 

  • Farmasis é apresentado no XV Encontro Nacional de Fiscalização

    Agilidade e facilidade na consulta de dados de todos os farmacêuticos brasileiros – reunidos numa base única nacional – e na realização de serviços como a fiscalização. Essas são algumas das vantagens do sistema de gestão Farmasis, que está sendo implantado em vários conselhos regionais e foi apresentado aos fiscais participantes do XV Encontro Nacional de Fiscalização 2019 (Efaf), nesta quinta-feira, dia 7 de novembro, em Brasília. O encontro que acontece a cada dois anos e tem como tema central desta edição: Novos rumos para a fiscalização do exercício profissional.

    O Farmasis é um sistema de gestão único, com desenvolvimento e suporte contínuos feitos por servidores dos conselhos Federal e regionais. Foi desenvolvido pelo CFF em parceria com os conselhos regionais do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso, com a colaboração dos regionais de Alagoas, Pará e Paraná, além de contribuições da Comissão de Fiscalização (Cofisc). O sistema envolve fiscalização, processos éticos, processos eleitorais, cadastros de pessoa física e jurídica, denúncias, CRFweb, certidões etc.

    Em sua palestra, o presidente do CRF-MT, Alexandre Magalhães, que é membro do grupo gestor do Farmasis, apresentou aos fiscais um histórico do desenvolvimento e como funciona o sistema de gestão que abrange quase todas as áreas, com exceção da contabilidade. O sistema opera em nuvem e permite acesso a todas as funcionalidades por qualquer dispositivo com acesso â internet, inclusive pelo celular. “Hoje, qualquer pessoa já pode entrar no site do Farmasis, buscar o nome de um farmacêutico do Mato Grosso e visualizar informações daquele profissional registrado”.

    O destaque da apresentação de Alexandre para os fiscais foi a possibilidade de realização da fiscalização eletrônica móvel, por meio do sistema. “A parte de fiscalização e de processos administrativos fiscais é muito forte. Toda informação feita no tablet do fiscal é gravada automaticamente no sistema. Quando o fiscal faz a inspeção, no final do dia o sistema dispara um aviso para a empresa inspecionada e para o farmacêutico, que assinam a inspeção eletronicamente”.

    A integração dos dados de todo o sistema conselho Federal e regionais permitirá a consulta online, por exemplo, da quantidade de farmacêuticos inscritos nos CRFs de todo o país. Também trará facilidades para a realização de transferências de estado. “O Farmasis dá uma numeração única nacional para cada farmacêutico, então não ocorrerá mais de dois profissionais terem o mesmo número em estados diferentes. Dessa forma, transferências de estado poderão ser feita de maneira muito simples, automaticamente”.

    O sistema já foi implantado, de forma piloto, no Rio Grande do Sul e em Mato Grosso e já está em funcionamento nestes estados. “Hoje o sistema está pronto para ser implantado em todos os regionais do Brasil. Muitos já se inscreveram e nestes estão sendo agendados processos de implantação. Já solicitaram e estão em fase de migração dos dados para o sistema, estados como o Acre, Distrito Federal, Santa Catarina, Rondônia, Roraima, entre outros. A expectativa é que todos façam adesão”, anunciou Alexandre.

    Fonte: CFF

  • CFF alerta sobre prática de marketplace em farmácias magistrais

    O Grupo de Trabalho sobre Farmácia Magistral do Conselho Federal de Farmácia (CFF) apresentou ao Plenário do conselho, na reunião do dia 31 de outubro, nota técnica sobre a prática de marketplace, conforme deliberação da última reunião plenária, realizada em setembro. “No documento, o CFF orienta os farmacêuticos responsáveis técnicos por farmácias magistrais a se absterem de utilizar esta forma de divulgação/comércio de medicamentos magistrais, em face das infrações éticas e sanitárias implicadas”, alerta o conselheiro federal de Farmácia pelo estado do Rio de Janeiro e coordenador do GT de Farmácia Magistral, Alex Sandro Rodrigues Baiense.

    O entendimento do GT, referendado pelos conselheiros federais, é o de que a venda de medicamentos magistrais via plataforma digital, chamada marketplaceimpossibilita a apresentação e verificação da prescrição por farmacêutico habilitado. Também não oferece o suporte para a orientação do paciente quanto à utilização destes. Esta prática sem o devido amparo legal, quando adotada por farmácias magistrais, em sítios de empresas hospedeiras variadas, configura infração à legislação no que se refere a vendas via internet.

    De acordo com a legislação vigente, a venda de medicamentos magistrais por internet é permitida desde que a loja virtual esteja vinculada a uma farmácia convencional regular, com endereço, CNPJ, alvará sanitário e farmacêutico responsável técnico presente durante todo o seu período de funcionamento.

    O documento destaca que a divulgação/comercialização de medicamentos magistrais em plataforma digital é vedada pela legislação vigente, uma vez que pode ser caracterizada como captação de receitas e intermediação entre diferentes empresas. Além disso, foi apontada a ausência de licenciamento sanitário, exigido para venda remota, conforme a RDC nº 44/09 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    A nota foi embasada nas leis e normas relacionadas abaixo:

    – Lei nº 8078/1990 – dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências.

    – RDC nº 44/2009, artigos 52 e 53 – trata da solicitação de medicamentos por via remota.

    – Resolução CFF nº 596/2014, artigos 4 e 8 – trata da responsabilidade farmacêutica no exercício profissional e sobre o mercantilismo.

    – Lei nº 5.991/1973, artigo 21 – trata do licenciamento necessário ao comércio de medicamentos.

    – RDC nº 67/2007, itens 5.1 e 5.4 – veda a captação de receitas contendo prescrições magistrais e oficinais em estabelecimentos não licenciados para este fim.

    Confira a Nota Técnica.

    Fonte CFF

  • CRF/AL participa do XV Encontro Nacional de Fiscalização (ENAF)

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) por meio do vice-presidente, Robert Nicácio, do secretário-geral, Alexandre Pilar, e de seus farmacêuticos-fiscais, Daiana Melo e Irajá Martins, representam o conselho no XV Encontro Nacional de Fiscalização (ENAF 2019), em Brasília (DF). O objetivo do evento é debater junto ao CFF e CRFs de todo o país os novos rumos para a fiscalização do exercício profissional. O ENAF acontece durante toda esta quinta e sexta-feira.

    Ascom CRF/AL

  • I Simpósio Alagoano de Farmácia Clínica

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) realiza o I Simpósio Alagoano de Farmácia Clínica, nos dias 12 e 13 de novembro a partir das 19h. A palestra magna será proferida pelo professor Dr. Tarcísio Palhano, serão 180 vagas, onde serão disponibilizadas 120 para os profissionais farmacêuticos e 60 para os estudantes a partir do oitavo período, que deverão levar o comprovante de matrícula ao credenciamento. O conselho solicita que os inscritos tragam um pacote de leite, as doações serão entregues a instituições carentes após o curso.

    Tarcísio é farmacêutico-bioquímico, formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), onde lecionou por 34 anos na mesma universidade as disciplinas de farmácia clínica, farmacologia aplicada, estágio supervisionado farmacêutico,deontologia e legislação farmacêutica, no curso de Farmácia. É Especialista em Farmácia Clínica pela Universidad de Chile, tendo realizado estágios em farmácias hospitalares de diversos hospitais da França. Implantou o 1º Serviço de Farmácia Clínica e o 1º Centro de Informação sobre Medicamentos (CIM) do Brasil. Atualmente, é Assessor da Presidência do Conselho Federal de Farmácia, desde 2004. Coordenador técnico-científico do Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos (Cebrim)/CFF. Presidente da Sociedade Brasileira de Farmacêuticos Clínicos (SBFC). Diretor de Educação da Associação Brasileira de Educação Farmacêutica (ABEF). Representante do Brasil no Grupo Consultivo do Programa Internacional de Serviços da ACPE (Acreditation Council for Pharmacy Education) ? Conselho de Acreditação para Educação Farmacêutica ?, com sede em Chicago, Illinois/USA e Acadêmico Titular da Academia Nacional de Farmácia/Academia Brasileira de Ciências Farmacêuticas.

    Clique aqui para fazer sua inscrição. Confira a programação completa:

    Ascom CRF/AL

  • CFF e SBFC se reúnem com Ebserh para discutir melhorias para farmacêuticos

    Nessa terça-feira, dia 29 de outubro, a vice-presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Lenira da Silva Costa, e o assessor da Presidência do conselho e presidente da Sociedade Brasileira de Farmácia Clínica (SBFC), Tarcisio Palhano, tiveram audiência na Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Inicialmente, eles se reuniram com o diretor de Gestão de Pessoas, Rodrigo Augusto Barbosa, e depois com o presidente da empresa, Oswaldo de Jesus Ferreira. A agenda foi acompanhada pela diretora de Desenvolvimento Profissional e de Certificação da SBFC, Lúcia de Araújo Costa Beisl Noblat, e pela farmacêutica Clínica da UTI da Maternidade Escola Januário Cicco/Ebserh/UFRN, Michelle Nunes. O objetivo foi tratar de assuntos de interesse da profissão, e são boas as notícias à categoria.
    Um dos pleitos feitos pelo grupo e que, de certa forma, deve ser contemplado pela Ebserh, é que os hospitais universitários sob a gestão da empresa implementassem a estrutura organizacional definida em negociação no ano de 2014, com o CFF, o Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF), do Ministério da Saúde (MS), a Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde (Sbrafh) e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Os hospitais vinculados à empresa deveriam ter a farmácia subordinada à Gerência de Atenção à Saúde, com três pêndulos: a farmácia de dispensação, a farmácia clínica e a central de abastecimento farmacêutico. A Ebserh anunciou que a estrutura organizacional está sendo revista, de modo a se adequar às características e à complexidade de cada hospital.
    “A medida anunciada fortalece e valoriza o trabalho do farmacêutico dentro desses hospitais, que também ganham muito com isso”, comenta a vice-presidente do CFF, Lenira da Silva Costa.  Neste sentido, foi entregue à Ebserh, farto material sobre como o trabalho do farmacêutico clínico tem contribuído para não só melhorar a assistência à saúde do paciente, como para reduzir custos para os sistemas de saúde. “Disponibilizamos um compilado de informações baseadas em literatura internacional com exemplos de diversos países, especialmente dos Estados Unidos, do Reino Unido, e mesmo do Brasil, em que estão mensurados os benefícios terapêuticos e econômicos resultantes da participação de farmacêuticos clínicos nas equipes de saúde”, comenta Tarcisio Palhano.
    Michelle Nunes, que atua na ponta, em um dos hospitais da Ebserh, ponderou que muitas vezes não é possível observar os ganhos financeiros proporcionados pela atuação do farmacêutico dentro dos hospitais vinculados à empresa porque não há uma padronização na coleta e no processamento dos dados nesses estabelecimentos. Ela destacou que a farmácia é o segundo centro de custo de qualquer hospital. “Portanto, é urgente a necessidade de padronização das informações e é preciso também que as farmácias tenham tratamento diferenciado, para que, com seus indicadores, possam efetivamente contribuir para a otimização de recursos, a exemplo do que ocorre no mundo moderno”, observou.
    Outra boa notícia é que, nos concursos, o título de farmacêutico egresso de programas de residência em saúde deverá ter peso superior ao título de egresso de outras especializações latu sensu. “Essa pontuação diferenciada é uma reivindicação antiga da Sbrafh e do CFF. Uma especialização de seis mil horas, com forte componente prático como é a Residência, precisa ser mais bem valorizada que um curso latu sensu de 360 horas, muitas vezes feito a distância”, comenta o assessor da Presidência do CFF e presidente da SBFC.
    O grupo comemora, ainda, o fato de a Ebserh ter sido sensível à sugestão de passar a selecionar os farmacêuticos de forma segmentada por área de atuação (farmacêutico hospitalar e clínico, e farmacêutico analista clínico), conforme previsto na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). Essa demanda motivou o pedido de audiência, sugerido pela diretora da SBFC e formalizado pelo CFF. “Assim, os aprovados seriam lotados nas áreas escolhidas, em que eles têm expertise. Isso favorece a qualidade da assistência”, observa. Como professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), vinculada ao Hospital Edgar Santos, Lúcia Noblat tem sofrido as consequências do modelo atual de seleção. “Chegam, ao hospital, analistas clínicos para preencher vagas de farmacêuticos hospitalares.”
    Gerente de Ensino e Pesquisa do Hospital Edgar Santos, Lúcia Noblat reivindicou também a mudança de foco nos hospitais vinculados à Ebserh. Segundo ela, hoje os hospitais investem muito pouco em ensino e pesquisa, priorizando a assistência à saúde. “Defendemos que sejam ampliados os investimentos em ensino e pesquisa, que caracterizam a vocação principal desses hospitais, e que o ensino e a pesquisa estejam a serviço da assistência”, argumentou. O presidente da Ebserh, Oswaldo de Jesus Ferreira, salientou que essa é uma das metas prioritárias de sua gestão.
    Insalubridade – A suspensão do pagamento de adicional de insalubridade aos farmacêuticos por alguns hospitais vinculados à Ebserh, como o Hospital Ana Bezerra, de Santa Cruz (RN), também fez parte da pauta da reunião. “A saída encontrada por esses hospitais para retirar o pagamento do benefício aos profissionais tem sido afastá-los das atividades clínicas, ou seja, do contato direto com o paciente, o que é lamentável, pois a medida caminha na contramão do que ocorre no mundo inteiro”, argumentou a vice-presidente do CFF.
    O presidente da Ebserh informou que a empresa está revisando a concessão de adicional de insalubridade de todos os servidores, porque foram verificadas disparidades entre o que é concedido pelos diferentes hospitais que integram a rede da empresa. A partir desse estudo a intenção é redistribuir os adicionais de insalubridade. “A receptividade da Ebserh nos deixou confiantes de que todas as propostas apresentadas serão cuidadosamente avaliadas pela empresa, visto que convergem para a melhoria da qualidade da assistência prestada pelos farmacêuticos clínicos aos pacientes atendidos nas unidades hospitalares”, disse o presidente da SBFC.
    Fonte: CFF