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  • Segundo módulo de excelência farmacêutica acontece nos dias 21 e 22 de julho

    Segundo módulo de excelência farmacêutica acontece nos dias 21 e 22 de julho

    Nos próximos dias 21 e 22 de julho acontece o segundo módulo do Curso Excelência Farmacêutica. Neste segundo módulo serão discutidos os temas voltados para os serviços farmacêuticos em farmácias comunitárias.

    Entre os assuntos abordados neste módulo estão aspectos legais dos serviços farmacêuticos, principais serviços farmacêuticos definidos pelo Profar, manejo dos problemas de saúde autolimitados, com enfoque na prescrição farmacêutica, remuneração pelos serviços farmacêuticos e outros.

    O objetivo do curso é capacitar os farmacêuticos para administrar melhor seus próprios negócios. No primeiro módulo os alunos já saíram com uma visão administrativa e agora, a ideia é fazer com os serviços de saúde ofertados pelo estabelecimento tenham uma excelência porque assim, o cliente voltará mais vezes trazendo lucros para o proprietário.

    Faça sua inscrição aqui

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Vacinação contra gripe começa segunda

    Vacinação contra gripe começa segunda

    Após um aumento de casos fora de época no ano passado, a campanha nacional de vacinação contra gripe começa mais cedo neste ano, na próxima segunda-feira (17). A mobilização segue até 26 de maio. Ao todo, serão distribuídas 60 milhões de doses — foram 54 milhões em 2016.

    O aumento ocorre diante da ampliação do público-alvo para a vacina, que passa a incluir neste ano professores das redes público e privada.

    Outros grupos para quem a vacina é indicada são idosos, crianças de seis meses até cinco anos, trabalhadores de saúde, gestantes, puérperas (mulheres até 45 dias após o parto),indígenas,presos,adolescentes que cumprem medidas socioeducativas e funcionários do sistema prisional.

    Segundo o Ministério da Saúde, tratam-se de grupos com maior risco de complicações devido à gripe. Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão,também podem ser imunizadas, desde que haja prescrição médica.

    A meta deste ano é vacinar 90% do público-alvo, índice maior do que nos anos anteriores, quando o objetivo girava em torno de 80%.A mudança ocorre devido ao aumento na adesão à vacina nos últimos anos.

    Apesar de a data de início da campanha nacional estar prevista para o dia 17,a vacinação já ocorre em alguns Estados, segundo o ministério.

    Isso porque os governos têm liberdade para iniciar a imunização assim que receberem as doses.

    Já o dia de mobilização nacional para a campanha,o conhecido dia D, está marcado para 13 de maio,quando postos de vacinação ficarão abertos em todo o país.

    Professores também terão a possibilidade de receber a vacinação nas escolas em datas específicas: 2 e 3 de maio.

    VACINA E CENÁRIO ATUAL

    A vacina ofertada no SUS protege contra três tipos de vírus da gripe,definidos a cada ano após análise da OMS (Organização Mundial de Saúde).Em geral, são variações do vírus A (H1N1), A (H3N2) e gripe B que mais circularam nos últimos meses. A proteção dura um ano. O objetivo é reduzir o número de hospitalizações e o risco de mortes devido à gripe.

    Até o momento, dados do Ministério da Saúde apontam redução de casos neste ano em relação ao ano passado, quando houve registros fora do período esperado e predominância da circulação do vírus da gripe A (H1N1). Em 2016, houve ao menos 12 mil ocorrências, com 2.220 mortes em decorrência da gripe. Já neste ano, balanço até o dia 1º de abril aponta 276 casos, com 48 mortes.

    Para a coordenadora do PNI (Programa Nacional de Imunizações), Carla Domingues, os dados indicam a possibilidade de um número menor neste ano.

    “Tudo indica que teremos uma sazonalidade mais branda, chegando a entre 1.000 e 2.000 casos. Isso é uma possibilidade, não significa que vai acontecer. Pode ser que tenhamos um aumento de casos daqui para frente e que tenhamos elevação maior. Mas não há antecipação da sazonalidade como ocorreu no ano passado,quando tivemos mortes desde janeiro.” Ela reforça, porém, a necessidade de os grupos de risco procurarem os postos de saúde logo no início da campanha para obter a proteção.

    “É importante ter toda a população vacinada antes de começar o inverno,porque a vacina demora cerca de 15 dias para fazer efeito. Quanto mais eu demoro a ser vacinado, mais tenho chance de ter contato com o vírus.”

    Fonte: Folha de S.Paulo

    Autor: Natália Cancian

  • OMS lança esforço global para reduzir erros relacionados à medicação

    OMS lança esforço global para reduzir erros relacionados à medicação

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou nesta quarta-feira (29) uma iniciativa global para reduzir em 50% os danos graves e evitáveis associados a medicamentos em todos os países nos próximos cinco anos. O Global Patient Safety Challenge on Medication Safety (disponível em inglês) tem como objetivo abordar as fragilidades nos sistemas de saúde que levam a erros de medicação e os graves danos que isso pode causar.

    A iniciativa estabelece maneiras de melhorar a forma como os medicamentos são prescritos, distribuídos e consumidos, e o aumento da conscientização entre os pacientes sobre os riscos associados ao uso indevido de medicações.

    Os erros de medicação causam pelo menos uma morte todos os dias e prejudicam aproximadamente 1,3 milhões de pessoas anualmente apenas nos Estados Unidos. Embora se considere que os países de baixa e média renda tenham taxas semelhantes de eventos adversos relacionados à medicação em relação aos países de alta renda, o impacto é aproximadamente o dobro em termos do número de anos de vida saudável perdidos. Muitos países carecem de bons dados, que serão recolhidos como parte da iniciativa.

    Mundialmente, o custo associado aos erros de medicação foi estimado em US$ 42 bilhões por ano ou quase 1% do total das despesas de saúde globais.

    “Todos nós esperamos ser ajudados, não prejudicados, quando tomamos uma medicação”, disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS. “Além do custo humano, os erros de medicação colocam uma enorme e desnecessária pressão sobre os orçamentos de saúde. Prevenir erros economiza dinheiro e salva vidas”.

    Cada pessoa em todo o mundo vai, em algum momento de sua vida, tomar medicamentos para prevenir ou tratar uma doença. No entanto, os medicamentos causam, por vezes, danos graves se forem administrados incorretamente, monitorados de modo insuficiente ou como resultado de um erro, acidente ou problemas de comunicação.

    Tanto os profissionais de saúde quanto os pacientes podem cometer erros que resultam em danos graves, como ordenar, prescrever, dispensar, preparar, administrar ou consumir a medicação errada ou a dose errada no momento errado. Mas todos os erros de medicação são potencialmente evitáveis. A prevenção dos erros e danos requer colocar sistemas e procedimentos em vigor para garantir que o paciente certo receba a medicação certa, na dose certa, via certa e momento certo.

    Os erros de medicação podem ser causados pela fadiga do trabalhador de saúde, superlotação, falta de pessoal, má formação e informação errada dada aos pacientes, entre outras razões. Qualquer um destes, ou uma combinação, pode afetar a prescrição, dispensação, consumo e monitoramento de medicamentos, o que pode resultar em danos graves, deficiência e até mesmo a morte.

    A maior parte dos danos advém de falhas nos sistemas na maneira como o cuidado é organizado e coordenado, especialmente quando vários provedores de saúde estão envolvidos no cuidado do paciente. Uma cultura organizacional que implementa rotineiramente as melhores práticas e que evita a culpa quando os erros são cometidos é o melhor ambiente para cuidados seguros.

    O Desafio convoca os países a tomarem medidas prioritárias para abordar os seguintes fatores-chave: medicamentos com alto risco de dano se usados indevidamente; pacientes que tomam múltiplos medicamentos para diferentes doenças e condições; e pacientes que passam por transições de cuidados, a fim de reduzir os erros de medicação e danos.

    As ações previstas no Desafio serão focadas em quatro áreas: pacientes e público; profissionais de saúde; medicamentos como produtos; e sistemas e práticas de medicação. A iniciativa visa a promoção de melhorias em cada estágio do processo do uso de medicamentos, incluindo a prescrição, a dispensação, a administração, o monitoramento e o uso. A OMS tem o objetivo de fornecer orientação e desenvolver estratégias, planos e ferramentas para garantir que o processo de medicação tenha a segurança dos pacientes em seu núcleo, em todas as instituições de saúde.

    “Ao longo dos anos, falei com muitas pessoas que perderam entes queridos por erros relacionados à medicação”, disse Sir Liam Donaldson, enviado da OMS para a Segurança do Paciente. “Suas histórias, sua calma, dignidade e aceitação de situações que nunca deveriam ter surgido me emocionaram profundamente. É em memórias de todos aqueles que morreram devido a incidentes de cuidados inseguros que este Desafio deve ser dedicado”.

    Esse é o terceiro desafio global da OMS para a segurança dos pacientes, seguindo o desafio “Clean Care is Safe Care” sobre higienização das mãos em 2005, e o desafio “Safe Surgery Saves Lives”, em 2008.

    Fonte: www.paho.org

  • MS abre espaço virtual para divulgar bons projetos pela segurança do paciente

    MS abre espaço virtual para divulgar bons projetos pela segurança do paciente

    Em comemoração ao aniversário do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), o Ministério da Saúde lançou, em abril do ano passado, um espaço virtual destinado a divulgar experiências exitosas em segurança do paciente (para conferir, clique aqui). A campanha é permanente, mas este mês, conforme ocorrerá anualmente, o site está sendo atualizado por meio de contribuições de profissionais da saúde que atuam em projetos ou mantém iniciativas voltadas à promoção de uma assistência à saúde mais segura.

    Como membro do Comitê de Implementação do Programa Nacional de Segurança do Paciente (CIPNSP), no qual é representado pelos assessores da Presidência Tarcísio José Palhano (titular) e Josélia Cintya Quintão Pena Frade (suplente), o Conselho Federal de Farmácia (CFF) conclama os farmacêuticos que atuam na área a participar. Para isso, basta publicar o conteúdo sobre o projeto no Youtube, Vimeo, Tumblr, Instagran, Facebook ou revistas digitais, e encaminhar o link para o Ministério da Saúde, pelo e-mail [email protected] 

    Podem ser enviados vídeos, textos, fotos, eventos, webinar, cursos ou depoimentos gravados em vídeos por trabalhadores da saúde (ensino, serviços de saúde ou gestão – secretarias de saúde e vigilância), desde que estejam de acordo com o escopo do PNSP e tenham ocorrido a partir de março de 2016. A qualidade de vídeo ou imagem precisará ser aprovada pela Assessoria de Comunicação. Também serão exigidos texto claro e disponibilidade de conteúdo de utilização livre, preservada a identidade autoral.

    O formato dos arquivos enviados será unicamente de links de acesso público. Em razão da capacidade de recebimento dos conteúdos e diretrizes de uso de email institucional, mensagens com anexo serão bloqueadas. Não serão aceitos também material de marketing promocional de empresas; iniciativas de autopromoção de empresas privadas; textos de autopromoção individual e marketing de cursos. Para mais informações, acesse o site da campanha.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • Brasil tem 59 mil farmácias que vendem controlados

    Brasil tem 59 mil farmácias que vendem controlados

    Os medicamentos controlados são aqueles que só podem ser comprados se você apresentar uma receita especial em duas vias ou com talonário. Essa categoria inclui medicamentos com tarja preta e os de tarja vermelha.


    O Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), criado pela Anvisa em 2007, tem hoje o cadastro de 59 mil farmácias e drogarias autorizadas a vender esse tipo de produto. No Brasil, qualquer farmácia ou drogaria que comercialize medicamentos que precisam de prescrição médica têm de enviar relatórios semanais para a Anvisa.

    O controle de medicamentos via SNGPC é obrigatório desde 2007 para os medicamentos de tarja preta e alguns de tarja vermelha e desde 2013 para os antibióticos (antimicrobianos) – tarja vermelha. O envio de informações pelo sistema é obrigatório tanto para farmácias que vendem produtos industrializados, como para aquelas que fazem medicamentos manipulados.


     

    Melhor controle de medicamentos 


    O objetivo do SNGPC é melhorar as ações da vigilância sanitária relacionadas ao monitoramento sanitário e farmacoepidemiológico dos medicamentos envolvidos. Uma das principais vantagens é ter todos os registros em meio eletrônico.

    Isso permite que os órgãos municipais e estaduais da vigilância sanitária acompanhem dados de sua região e monitorar as vendas de medicamentos à distância.

    Com a adoção dessa prática, os órgãos de vigilância sanitária locais conseguem economizar tempo e recursos financeiros e priorizar o deslocamento até os estabelecimentos farmacêuticos com problemas de escrituração.

    O sistema também permite maior acesso às farmácias e drogarias localizadas em lugares remotos onde a distância e o tempo são fatores que dificultam a fiscalização.


     

    Receita para comprar antibióticos 


    A venda de antibióticos passou a exigir receita especial para conter o uso indevido, especialmente por automedicação e o aumento da resistência microbiana (quando as bactérias se tornam mais fortes por conta do uso incorreto de antibióticos).

     

    Número do SNGPC 


    Em 2016, o SNGPC recebeu mais de 14 mil arquivos eletrônicos de movimentação de compras e vendas de medicamentos por dia. A taxa de crescimento dos arquivos eletrônicos em 2016 comparada a 2009 foi de 207%. No mesmo período, a taxa de crescimento de farmácias e drogarias cadastradas foi de 69%.

    Dados nacionais, de 2016, apontam uma média nacional de 27 estabelecimentos farmacêuticos cadastrados no SNGPC para cada 100 mil habitantes. A menor taxa foi no estado do Amazonas com 7 farmácias para cada 100 mil habitantes, a maior foi no estado de Goiás, com 52 para cada 100 mil.

    Nesses 10 anos, a equipe responsável pelo SNGPC promoveu capacitações sobre o uso do sistema para mais de 18 mil profissionais de vigilância sanitária e do setor regulado, com uma média de 1.800 profissionais treinados por ano.


     

    Vantagens do SNGPC 


    O SNGPC melhorou a eficiência e segurança no processo de escrituração dos registros de movimentação de compras e vendas de medicamentos comercializados em farmácias e drogarias privadas do país e, também, tem promovido:

    Melhorias no acesso qualificado dos antimicrobianos no país;

    Facilidade no planejamento de ações de fiscalização das vigilâncias sanitárias locais;

    Economia de recursos financeiros do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária;

    Melhorias no controle de medicamentos pelas farmácias e drogarias privadas;

    Maior segurança contra manipulações fraudulentas;

    Mais agilidade na elaboração de relatórios sobre consumo de medicamentos;

    Produção de informações, em tempo oportuno, para os tomadores de decisões;

    Práticas seguras de armazenamento e backup, em caso de extravio/ perda dos dados.


     


    Conheça o sistema e saiba mais sobre a atuação da Anvisa na área de medicamentos.


     


      


  • Fenafar realiza debate sobre valorização profissional em Alagoas

    Fenafar realiza debate sobre valorização profissional em Alagoas

    A Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar) por meio do Sindicato dos Farmacêuticos de Alagoas, em parceria com o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, a Escola Nacional dos Farmacêuticos e Associação dos Farmacêuticos de Alagoas promovem no próximo dia 19 e 20 de maio um debate sobre a valorização do trabalho farmacêutico.

    De acordo com o presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Alexandre Correia, a ideia é unir a categoria em prol do fortalecer o profissional e a atividade farmacêutica. “Esperamos a presença massiva dos colegas porque as discussões são importantes e somente unidos é que conseguiremos lutar por melhores condições de trabalho”, garantiu.

    Na programação haverá o lançamento das campanhas Nacionais de Sindicalização com panfletagem sobre o uso racional de medicamentos e de sindicalização em Alagoas. Serão discutidos ainda a realidade da profissão farmacêutica no mercado de trabalho atual e um curso sobre a Trajetória do Trabalhado Farmacêutico no Brasil.

    Serão disponibilizadas apenas 40 vagas e as inscrições são gratuitas.

    Mais informações pelo link: http://fenafar.org.br/index.php/atividades/palestra-e-debate

    Fonte: Ascom CRF-AL

  • CRF/AL lança campanha para o Uso Racional de Medicamentos

    CRF/AL lança campanha para o Uso Racional de Medicamentos

    A decisão de comprar, por conta própria um simples comprimido para dor de cabeça, pode trazer consequências desastrosas. A intoxicação por medicamentos é um dos acidentes mais frequentes, segundo dados da Fundação Fio Cruz, seguida por acidentes com animais peçonhentos e produtos de limpeza.

    De acordo com o último levantamento da Fundação o país registrou 150.361 intoxicações causadas por medicamentos entre 2008 e 2013, seja por acidente, tentativa de suicídio, uso terapêutico ou erro de administração. É com intuito de evitar que a população se automedique, que o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL)  em parceria com o Conselho Federal de Farmácia lançam a campanha do Uso Racional de Medicamentos.

    Alexandre Correia, presidente do CRF/AL, pontua que essa é uma campanha para alertar a população sobre os riscos de se automedicar. De acordo com ele, hoje os medicamentos que lideram o ranking de intoxicação são os benzodiazepínicos, os antigripais, os antidepressivos e os anti-inflamatórios. “A população precisa entender que tem que procurar um profissional capacitado para indicar sobre a ingestão destes medicamentos porque existem muitos riscos, inclusive de retardar o diagnóstico de uma doença grave, por exemplo”, pontuou.

    Ele lembra que a população tem a sua disposição o serviço de assistência farmacêutica gratuito para receber as orientações necessárias já que a automedicação é perigosa e pode até matar. O presidente ressalta que entre os riscos da automedicação estão intoxicação, alergias, interações medicamentosas, resultados menos eficazes, efeitos indesejáveis e outros. “O que foi bom para o seu vizinho ou para o seu amigo, não significa que será bom para você. Sete entre dez brasileiros costumam ingerir remédios sem orientação médica, confiando antes na própria avaliação ou na opinião de parentes e amigos e isso não pode acontecer”, alertou.

    O que é o Uso Racional de Medicamentos?

    De acordo com a Organização Mundial de Saúde o uso racional de medicamentos é quando pacientes recebem medicamentos apropriados para suas condições clínicas, em doses adequadas às suas necessidades individuais, por um período adequado e ao menor custo para si e para a comunidade.

    Fonte: Ascom CRF-AL

  • CRF/AL apoia V Congresso de Farmácia Comunitária

    CRF/AL apoia V Congresso de Farmácia Comunitária

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas está apoiando V Congresso de Farmácia Comunitária que acontece em Aracaju, dos dias 11 a 13 de maio de 2017. O objetivo do encontro é promover a discussão sobre o atual momento da profissão, facilitando a prática das diversas especialidades farmacêuticas regulamentadas.

    Durante o encontro serão debatidos os aspectos clínicos, mas também os científicos, o que permitirá atualização e compartilhamento de grande variedade de conhecimentos. Serão mais de 30 palestras e mesas-redondas, apresentados pelos maiores expoentes de saúde do Brasil e convidados internacionais, além de oficinas, cursos multiprofissionais e apresentação de temas livres.

    Alexandre Correia, presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, ressaltou que apoiar eventos dessa magnitude é fortalecer a profissão farmacêutica. “Precisamos unir forças em todo o Brasil, e aqui no Nordeste já estamos fazendo esse trabalho”, garantiu.

    Para saber mais informações sobre o encontro acesse: http://cfac2017.com.br/

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CFF abre inscrições ao I Congresso Brasileiro de Ciências Farmacêuticas

    CFF abre inscrições ao I Congresso Brasileiro de Ciências Farmacêuticas

    O Conselho Federal de Farmácia (CFF) tem uma boa notícia para esse início de semana: está no ar o site do congresso mais esperado deste ano pela categoria farmacêutica, o I Congresso Brasileiro de Ciências Farmacêuticas, que será realizado de 15 a 18 de novembro, em Foz do Iguaçu (PR). Com o tema central “Farmacêutico das Américas: cuidar, inovar e educar”, o evento, que é o primeiro com a marca do CFF, começa a receber as inscrições hoje, dia 8 de maio.

    Para permitir uma ampla participação, os preços das inscrições são subsidiados. E quem se inscrever até 30 de junho, pagará valores até 53,3% menores do que o da tabela final (dependendo da categoria de inscrição em que se enquadrar). Serão disponibilizadas 4 mil inscrições para farmacêuticos e estudantes de Farmácia brasileiros e de outros países das Américas. Estão programadas diversas atividades científicas, com 40 horas/aula presenciais. Ao todo serão 56 palestras, 24 mesas-redondas, 18 oficinas, 15 painéis e 12 workshops.

    O evento foi pensado e organizado para oferecer capacitação em áreas vitais para a profissão farmacêutica. Por isso, o Congresso reúne o 6º Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos, o I Congresso Pan-Americano sobre o Uso Racional de Medicamentos, o I Congresso Latino-Americano de Estudantes de Farmácia, o II Congresso Brasileiro de Farmácia Estética, o II Simpósio Farmacêutico de Nutracêuticos e o III Encontro nacional de Educadores em Farmácia Clínica.

    “Este será, sem dúvida, um grande momento para a profissão farmacêutica. Estaremos juntos, durante quatro dias, para aprimorarmos nossas práticas técnico-científicas em diversos segmentos, nos atualizarmos sobre as novidades da Farmácia e sobre as principais discussões em torno da política profissional, além de termos acesso às maiores inovações tecnológicas, que tanto nos apoiam em nossa atuação profissional”, comenta o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, que é também o presidente do congresso.

    Mais informações e inscrições estão disponíveis em www.congressobrasileiro.org.br

    Fonte: Comunicação CFF

  • Corpo jurídico do CRF/AL participa de encontro nacional dos advogados dos Conselhos

    Corpo jurídico do CRF/AL participa de encontro nacional dos advogados dos Conselhos

    O corpo jurídico do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas esteve participando do Encontro Nacional dos Advogados dos Conselho de Farmácia, que aconteceu no Estado de Minas Gerais no dia 06 de julho. Durante o encontro foram discutidos temas como a responsabilidade técnica na farmácia hospitalar e dispensário de medicamentos ante o advento da Lei Federal nº13.021/2014, situação dos técnicos de farmácia antes e após o advento da Lei Federal nº13.021/2014, validade e cobrança da certidão de regularidade técnica (CRT) e outros.

    Para o advogado Darlan Leite, o encontro foi uma excelente oportunidade para troca de experiências, inclusive para replicar, em outras regionais, as ações que já dão certo em alguma. “Mais de 20 seccionais se fizeram presente no encontro. Foram discutidos vários temas e propostas algumas ações a serem implementadas pelo Conselho Federal de Farmácia. Também foram passadas orientações aos participantes com o objetivo de padronizar as condutas em cada Regional”, comentou.

    Os encaminhamentos sugeridos foram alterações na Resolução 600/2014, que trata da fiscalização nos Conselhos de Farmácia, para melhorar os procedimentos internos e também os recursos judiciais. Além disso, foi incluída no debate a educação à distância de cursos de farmácia, que é visto com preocupação pelos advogados, pois há risco de perder a qualidade e a eficiência do ensino.

    Fonte: Ascom CRF/AL