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  • Nota de Condolência

    Nota de Condolência

     

    NOTA DE CONDOLÊNCIAS
    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Alexandre Correia, comunica o falecimento da farmacêutica Tânia Bernadete ocorrido neste domingo, 02 de julho. Seu corpo está sendo velado no Parque das Flores, e o sepultamento acontece nesta segunda-feira, 03 de julho.
    A diretoria e todos os colaboradores do Conselho Regional de Farmácia se solidarizam com a dor dos familiares, amigos e dos que com ela conviveram nas esferas profissional e pessoal, rendendo homenagens ao trabalho por ela realizado na diretoria desta instituição, bem como em toda a sua carreira profissional.

  • Representante do CRF/AL conhece projeto Farmácia Viva do Ceará

    Representante do CRF/AL conhece projeto Farmácia Viva do Ceará

    O representante da Câmara Técnica do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Fernando Minervo juntamente com membros do projeto Farmácia Viva de Arapiraca estiveram no estado do Ceará fazendo uma visita técnica a Farmácia Viva daquele estado.

    Durante o encontro, eles conversaram Julio Peixe, que é pioneiro nesse trabalho no Brasil. “Essa visita nos trouxe novas ideias, voltamos para Arapiraca com a bagagem cheia de conhecimento e sobretudo, de como não deixar um projeto tão importante e que atende a população morrer por falta de apoio do poder público”, ressaltou o farmacêutico.

    Eles conheceram o laboratório onde esses medicamentos são produzidos e também a horta onde as plantas medicinais são plantadas. “Pela manhã estivemos na Unifor e a tarde fomos a Farmácia Viva de Maracanaú (Horto da Farmácia Viva de Maracanaú). É um sonho e nós queremos transforma o nosso projeto e conseguimos saber os caminhos a serem traçados daqui pra frente”, afirmou.

    A farmacêutica, Cristiane Barros, que é a responsável técnica pela projeto em Arapiraca pontuou que a visita técnica às Farmácias Vivas do Ceará foi de grande importância para toda a equipe. “Fomos conhecer de perto o funcionamento dessas Farmácias Vivas que são referência nacional, conhecemos a estrutura de laboratório, onde visitamos um laboratório super moderno da UNIFOR-CE, equipamentos necessários, visita aos hortos medicinais de Maracanaú -CE e UFC-CE, recursos humanos e conhecimento científico para implantarmos com mais segurança e eficiência em nosso projeto”, revelou.

    Para ela, conhecer a realidade de perto trouxe novas experiências e encorajamento para que o projeto continue progredindo.

    O farmacêutico, Saulo Sales, que é da Vigilância Sanitária de Arapiraca, pontuou que a visita no Ceará foi maravilhosa porque só fortaleceu que o projeto desenvolvido em Alagoas deve crescer. “Esse é o nosso objetivo. Estamos com planos de profissionalizar a nossa produção, comercializar esses produtos para toda população, tudo dentro do que determina a lei e a ida ao Ceará só nos mostrou que é possível e viável o aumento da nossa escala de produção”, argumentou.

    Saulo agradeceu o apoio do CRF/AL que proporcionou esse encontro com o projeto pioneiro no Brasil e que os resultados são incríveis. “Fomos muito bem recebidos lá no Ceará, foram dias muito proveitosos e o apoio do CRF/AL foi importante, voltamos com muitos contatos e agora é implantar as ideias e proporcionar o crescimento do nosso projeto aqui em Arapiraca”, falou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Conselhos de Farmácia defendem regulamentação dos serviços de vacinação em farmácias

    Conselhos de Farmácia defendem regulamentação dos serviços de vacinação em farmácias

    As farmácias têm permissão para dispor de vacinas e soros para atendimento à população, desde 2014, quando foi publicada a Lei nº 13.021, mas, na prática, apenas as clínicas de vacinação podem prestar esse serviço à população. Quase três anos depois, a lei ainda não foi regulamentada. Os conselhos federal e regionais de Farmácia defendem a imediata publicação de uma norma pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que venha corrigir essa distorção.

    Sem uma norma de alcance nacional, alguns estados já definiram as suas próprias regras para a aplicação de vacinas em farmácias, entre os quais, Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro. A expectativa é a de que, encerrada a consulta pública n° 328/17, a agência publique uma resolução padronizando as normas sanitárias de forma a finalmente permitir a ampla participação das farmácias e dos farmacêuticos nessa importante ação de saúde pública.

    Os conselhos encaminharam sua contribuição para o aperfeiçoamento da proposta da Anvisa e defendem:

    1 – Um melhor detalhamento do ato normativo quanto à inclusão das farmácias no rol de estabelecimentos que prestam os serviços de vacinação, conforme autorizado pela Lei nº 13.021/14.

    2 – Que mesmo nos estabelecimentos que realizem a vacinação e não sejam farmácias, o armazenamento, a guarda e a dispensação destas sejam privativos do farmacêutico, conforme previsto no Decreto nº 85.878/81.

    Vacinas, segundo definição da própria Anvisa são medicamentos, e para medicamentos em geral, essa exigência já é prevista em outras normas sanitárias. Atualmente, as clínicas de vacinação, embora armazenem, guardem e a dispensem medicamentos, não são cobradas quanto à exigência de contar com um farmacêutico presente durante o seu período de funcionamento, como ocorre com as farmácias. É preciso deixar claro que os profissionais habilitados por lei, a proceder a dispensação de medicamentos imunobiológicos são os farmacêuticos.

    3 – Que as farmácias e os farmacêuticos possam contribuir com a dispensação e administração de vacinas para doenças evitáveis contempladas no calendário oficial do Programa Nacional de Imunização (PNI), independente de prescrição médica.
    Conselhos de Farmácia afastam risco sanitário

    1 – A aplicação de vacinas é uma atividade da atenção primária. De rotina, a aplicação de vacinas é feita em postos de saúde e clínicas de vacinação. Nas campanhas, pode ocorrer em locais que nem unidades de saúde são. Então, porque excluir a farmácia, que é uma unidade de assistência à saúde da prestação desse serviço? E mais, qual é o serviço público ou privado de vacinação que tem hoje estrutura de pronto-socorro?

    2 – O Brasil é um exemplo mundial na área de imunização, porque tem um Programa Nacional de Imunização público, gratuito, em funcionamento dentro do âmbito do SUS, que envolve a equipe multiprofissional e não somente os médicos.
    3 – Já existe, por parte do Ministério da Saúde, a autoridade máxima em saúde para o país, diretrizes bem definidas para o atendimento aos eventos adversos decorrentes da aplicação de vacinas. Elas estão no Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação, do Ministério da Saúde. E esse deve continuar sendo a referência.

    4 – É importante salientar que vacinas são medicamentos seguros. Os eventos pós-vacinais graves são raros. Outros eventos adversos, como febre, reações locais, síncope, são mais frequentes, podendo ocorrer minutos, horas ou dias após a aplicação da vacina. Todos os profissionais da saúde devem identificar esses problemas e contribuir para que o paciente receba o atendimento adequado, inclusive o farmacêutico, que já colabora para a ampliação do acesso às vacinas em diversos países. Estados Unidos, Canadá, Austrália, Irlanda, Portugal, Reino Unido e Argentina estão entre os países onde já ocorre a vacinação nas farmácias.

    5 – Hoje a aplicação de medicamentos injetáveis e a conservação de medicamentos que exigem condições especiais de armazenamento já fazem parte da rotina do farmacêutico. Inclusive a Portaria nº 3.161/11, do Ministério da Saúde, autoriza os farmacêuticos a administrarem penicilina, um medicamento que pode causar reações adversas graves.

    A população ganhará com aplicação das vacinas em farmácias
    1 – A regulamentação é urgente e necessária para que a Lei nº 13.021/14 venha, de fato, beneficiar a população, ampliando o acesso à prevenção de doenças por meio da imunização, especialmente na população adulta. A vacina contra a gripe, por exemplo, é garantida pelo Programa Nacional de Imunização apenas para algumas faixas etárias e grupos prioritários.

    2 – As clínicas especializadas chegam a cobrar preços 300% superiores aos dos insumos. Uma margem de ganho altíssima, regulada pela exclusividade de que as mesmas usufruem desde a publicação da portaria conjunta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Fundação Nacional de Saúde (Funasa) nº 01/2000.

    3 – Em uma rápida pesquisa em clínicas de Brasília (DF), é possível constatar que o preço de fábrica mais barato da vacina contra a gripe é R$33,69. Essa mesma dose chega a custar 150 reais ao paciente, embora o preço máximo ao consumidor definido pela Anvisa seja R$ 58,21.

    4 – Os farmacêuticos reafirmam o seu compromisso de bem servir às necessidades de saúde da população e a disponibilização dos serviços de vacinação em farmácias, ampliando o acesso à prevenção de doenças, faz parte desse compromisso.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • CFF lança edital do Prêmio Jayme Torres 2017

    CFF lança edital do Prêmio Jayme Torres 2017

    A partir do dia 1º de agosto, o Conselho Federal de Farmácia (CFF), por meio de sua Comissão de Divulgação e Publicidade, estará recebendo trabalhos para concorrer à edição de 2017 do Prêmio Jayme Torres de Farmácia. O tema deste ano será “Serviços Farmacêuticos diretamente destinados ao paciente, à família, e à comunidade ”.

    Os artigos devem ser construídos com base nos serviços farmacêuticos relativos ao tema como rastreamento em saúde; educação em saúde; dispensação; manejo de problema de saúde autolimitado; monitorização terapêutica de medicamentos; revisão da farmacoterapia; gestão da condição de saúde; e acompanhamento farmacoterapêutico.

    Este ano, os artigos serão avaliados seguindo referencial teórico contido no livro Serviços Farmacêuticos Diretamente Destinados ao paciente, à família e à comunidade- contextualização e arcabouço conceitual, lançado pelo Conselho CFF, por meio do Programa de Suporte ao Cuidado Farmacêutico na Atenção à Saúde (ProFar).

    O Prêmio Jayme Torres contempla as categorias Farmacêutico (para profissionais com registro válido no Conselho Regional de Farmácia) e Estudantes de Farmácia (para estudantes que cursem graduação em Farmácia e tenham como comprovar vínculo com instituição de ensino). Na categoria Farmacêutico serão contemplados o primeiro e o segundo colocados, com premiação de R$ 6 mil e R$ 4 mil, respectivamente, além de certificado e troféu. Já os estudantes, podem concorrer ao prêmio de R$ 4 mil pelo melhor trabalho, com direito a um certificado.

    A premiação foi criada como forma de incentivar a produção intelectual no setor farmacêutico. A premiação tem como objetivos principais, identificar, reconhecer e difundir experiências que melhorem as condições de saúde da comunidade. A proposta é conhecer ações bem sucedidas e inovadoras de farmacêuticos nesta área de atuação.

    O Prêmio é, ainda, uma homenagem a um dos fundadores e primeiro presidente do CFF, o Dr. Jayme Torres, que também elaborou e aprovou o primeiro Código de Ética da profissão, editado pela Resolução nº 6, de 5 de junho de 1962.

    Acesse aqui o edital com o regulamento para a edição de 2017.

    Fonte: CFF

     

  • CRF/AL e Sindfal orientam farmacêuticos a não fazer contrato de prestação de serviço

    CRF/AL e Sindfal orientam farmacêuticos a não fazer contrato de prestação de serviço

     

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas juntamente com o Sindicato dos Farmacêuticos de Alagoas informam que as empresas alagoanas têm oferecido aos farmacêuticos a modalidade de trabalho por contrato de prestação de serviço, permitido pela legislação trabalhista e pela resolução 507/09 do Conselho Federal de Farmácia, desde que a jornada de trabalho comporte.

    Contudo existe uma preocupação por parte das Diretorias das entidades com relação a essa modalidade de contrato porque o trabalhador fica desprovido dos direitos que lhes são assistidos, como décimo terceiro salário, férias, horas extras, folga semanal remunerada, FGTS, licença maternidade/paternidade, seguro desemprego e outros.

    Nesta modalidade é o farmacêutico quem vai arcar com as despesas de emissão de nota fiscal e recolhimento de impostos como ISS (Imposto sobre o serviço) na Prefeitura em que a farmácia esteja situada, o Imposto de Renda e a contribuição previdenciária sobre todo o valor contratado (INSS no percentual de 20% sobre todo o valor recebido).

    Um fato recorrente que tem acontecido no contrato de prestação de serviço firmado entre o estabelecimento e o farmacêutico é que a empresa ao conseguir a CRT (Certidão de Regularidade Técnica) e o alvará da Vigilância Sanitária, tem rescindido o contrato com o profissional já que a sua documentação está regularizada.

    As normas e resoluções do Conselho Federal de Farmácia, bem com a legislação continuam a ser aplicadas da mesma forma que aqueles que tem o vínculo trabalhista, inclusive, quanto a obrigação de estar presente durante todo o horário estipulado no contrato e responsabilidade cível e criminal pela comercialização dos medicamentos.

    As entidades ressaltam que o trabalho formal (carteira assinada) é a melhor modalidade empregatícia porque garante ao trabalhador todos os benefícios conquistados pela classe. Além disso, há uma segurança com relação à remuneração, que normalmente é preestabelecida por uma Convenção Coletiva de Trabalho.

    Assim, o  CRF/AL e o SINDFAL recomendam a todos os profissionais farmacêuticos que não realizem o contrato de prestação de serviços, pois ele transfere para o prestador, no caso o FARMACÊUTICO, todas as obrigações tributarias e fiscais.

  • Nota de Pesar

    Nota de Pesar

     

    NOTA DE PESAR

    Maceió, 27 de junho de 2017.
    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Alexandre Correia, vem publicamente expressar o seu sentimento de pesar e prestar condolências à família do advogado, José Claudionor, em decorrência de seu falecimento ocorrido no dia 27 de junho de 2017.
    Perdemos uma grande pessoa e um grande advogado, alguém dedicado à família e a toda a sociedade. A diretoria do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, em especial, permanece nutrindo a maior admiração por José Claudionor que prestou grandes serviços, sendo responsável por várias conquistas para classe Farmacêutica em Alagoas no período que esteve à frente do jurídico desta instituição.

    Alexandre Correia

    Presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas

  • Farmacêutico conversa com médicos sobre uso racional de medicamentos

    Farmacêutico conversa com médicos sobre uso racional de medicamentos

    O farmacêutico Samuel Luz, representante da Câmara Técnica do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, seccional Arapiraca, conversou com os médicos da rede pública municipal no último dia 14 de junho sobre uso racional de medicamentos.

    A conversa teve como foco o tratamento que não é realizado de forma correta. De acordo com Samuel, a maioria dos pacientes não usam o medicamento de forma correta porque não sabem ler, ou porque a prescrição vem com letra ilegível, ou porque os nomes são complexos para os pacientes. “Alguns pacientes tem vergonha de perguntar ao médico e acabam saindo da consulta com dúvidas. Muitas vezes, o médico também tem uma grande demanda de pacientes e isso acaba prejudicando a boa orientação”, analisou.

    Ele falou também das análises de prescrições, da estratégia para abordar o uso racional dos medicamentos no Sistema único de Saúde (SUS). “Trouxe um pouco da minha experiência, das visitas domiciliares, da sala de espera, dos grupos farmacêuticos, do atendimento individual e compartilhado, PTS (projeto terapêutico singular), oficinas que são os momentos em que fazemos a orientação a população num trabalho multidisciplinar”, pontuou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL é parceiro de ação social da Igreja Presbiteriana em Arapiraca

    CRF/AL é parceiro de ação social da Igreja Presbiteriana em Arapiraca

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, seccional Arapiraca, participou, no sábado 17 de junho, do projeto social promovido pela igreja Presbiteriana do Brasil, cujo objetivo foi proporcionar para a população do bairro da primavera um dia de cidadania, contemplando os atendimentos de saúde, beleza e lazer.

    Fernando Rodrigues, presbítero e responsável pelo Projeto, ressaltou que a participação do CRF/AL foi fundamental para que o projeto alcançasse um grande número de pessoas. “Eu quero agradecer a presença do Conselho Regional de Farmácia pelo apoio que nos foi dado, hoje a saúde é um ponto importante que vem sendo trabalho nas nossas ações”, pontuou.

    Robert Nicácio, vice-presidente do CRF/AL, informou que no atendimento foi feito de forma compartilhada com uma equipe multidisciplinar formada por farmacêutico, médico e enfermeiro. “Trabalhamos com orientação e promoção à saúde, bem como serviços como aferição de pa, glicemia capilar, circunferência abdominal e IMC”, comentou.

    O vice-presidente destacou que apoiar essas ações sociais é importante porque aproxima a atuação profissional da população, levando até ela os serviços farmacêuticos. “Essa é uma população carente e levar os serviços farmacêuticos a eles é muito bom porque, além da ação social, nós mostramos que o farmacêutico está disponível para fazer esse atendimento de forma gratuita em qualquer farmácia e nas unidades básicas de saúde”, disse.

    Para a estudante de farmácia, Andressa Nayara, participar das ações é uma troca de aprendizado. “É nesse momento que estou em atendimento com a população esclarecendo as dúvidas que vou aprendendo. Atendemos muitas pessoas carentes com diversos problemas de saúde, e cada ação que me envolvo, eu levo conhecimento e orgulho da profissão que escolhi”, ressaltou.

    A farmacêutica voluntária, Juliana Braga, membro da Comissão de Farmácia Comunitária do CRF/AL, diz que essas ações são muito benéficas para a população porque aproxima a igreja do povo, ao mesmo tempo, em que é ofertada além da ajuda espiritual, a ajuda de saúde e “é aí que nós farmacêuticos exercemos o nosso papel, prestando serviço de saúde, esclarecendo as dúvidas sobre os medicamentos e orientando sobre como eles devem ser tomados. Para mim, é muito bom participar dessas ações promovidas pelo Conselho de Farmácia”, comentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Diretor do Procon-Maceió elogia parceria com CRF/AL em ação no Benedito Bentes II

    Diretor do Procon-Maceió elogia parceria com CRF/AL em ação no Benedito Bentes II

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas em parceria com o Procon-Maceió esteve nos dias 19 e 20de junho, no Benedito Bentes II, orientado a população sobre o descarte correto de medicamentos. O prolongamento da campanha aconteceu depois que o Conselho recebeu o convite do Procon-Maceió e para a satisfação dos envolvidos a população atendeu ao chamado.

    A farmacêutica Amanda Nascimento que foi a responsável pela equipe destacou que nestes dois dias, a comunidade procurou os profissionais para esclarecer suas dúvidas não apenas sobre o descarte, mas também do uso de medicamentos. “Esse contato com a população é super importante, o farmacêutico é quem está mais próximo para prestar esses esclarecimentos e fazer a orientação”, informou.

    Ela revelou ainda que durante a ação, os profissionais e estudantes envolvidos puderam prestar serviço de saúde fazendo aferição de pressão, atendendo cerca de 50 pessoas nesta terça, 20. “Nós víamos o sorriso no rosto destas pessoas. O resultado foi bastante positivo, recebemos muitos medicamentos vencidos, fizemos assistência farmacêutica e as pessoas estavam felizes”, comemorou.

    Leandro Aguiar, diretor do Procon-Maceió, elogiou a parceria. “Para nós do Procon Maceió a parceria do Conselho foi excelente, o trabalho desenvolvidos pelos farmacêuticos foi fantástico. Eu espero que em outras oportunidades a gente possa contar com a participação do Conselho”, destacou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • ISMP em parceria com CRF/AL realizam curso sobre erros de medicação

    ISMP em parceria com CRF/AL realizam curso sobre erros de medicação

    O Instituto para Práticas Seguras no Uso de Medicamentos (ISMP Brasil) em parceria com o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas realizam no próximo dia 08 de julho, o curso “Erros de Medicação: Abordagem e Estratégias de Prevenção”.

    O curso será divido em duas partes, sendo a primeira parte voltada para os protocolos de segurança tratando desde Segurança do Paciente, erros de medicação: panorama, conceitos, abordagens e prioridades até notificação de eventos adversos. Na segunda parte, os alunos irão tratar das rotinas do profissional farmacêutico, discutindo as estratégias de prevenção de erros de medicação: o que funciona? Como implementar na minha instituição?, Medicamentos Potencialmente Perigosos e outros.

    As inscrições estão abertas e R$167,00. Para os farmacêuticos que estiverem em dia com a sua anuidade e para os inscritos na SBBRAFH que também estiverem em dia, o valor é de R$ 125,00.

    Clique aqui e faça a sua inscrição. 

    Fonte: Ascom CRF/AL