Blog

  • Vacina contra HPV também é recomendada para homens homossexuais

    Vacina contra HPV também é recomendada para homens homossexuais

    Pesquisadores britânicos recomendam que homens homossexuais jovens sejam vacinados contra o Papilomavirus humano (HPV). Em um editorial publicado nesta segunda-feira no periódico British Medical Journal, eles citam estudos que mostram que esse grupo apresenta um risco 15 vezes maior de desenvolver câncer anal, em relação a homens heterossexuais. 

    O programa de vacinação contra HPV teve início em 2008 no Reino Unido, mas inclui apenas meninas, partindo do pressuposto de que isso seria suficiente para conter também a infecção entre os meninos. Segundo os autores, pesquisadores dos hospitais universitários Royal Liverpool e Homerton, e do hospital Chelsea e Westminster, apesar de as taxas de câncer anal serem mais elevadas entre os homens infectados pelo vírus HIV (mesmo com o tratamento antirretroviral), elas também são altas entre homossexuais que não foram infectados pelo HIV.

    Dados da Austrália mostraram que a vacinação contra o HPV entre meninas reduziu a prevalência de verrugas genitais em homens heterossexuais, mas não houve alteração na prevalência entre homossexuais. Em fevereiro deste ano, a Austrália ampliou o programa de vacinação contra HPV para meninos de 12 a 13 anos, podendo se estender para garotos de até 15 anos.

    Vacinação estratégica — Apesar de a vacina ser mais eficaz em pessoas que ainda não foram infectadas pelo HPV, evidências de estudos anteriores mostram que apenas uma minoria dos jovens homossexuais foram infectados. A estratégia de vacinar mesmo aqueles que já foram expostos a algumas cepas do vírus, no entanto, continha sendo efetiva, inclusive economicamente.

    De acordo com dados da Agência de Proteção à Saúde do Reino Unido, menos de um a cada 20 homens com menos de 25 anos haviam sido infectados por algum tipo de HPV que pudesse levar ao câncer anal. “Diante das evidências que temos, e na falta da vacinação universal contra o HPV para meninos e homens, o argumento pela introdução da vacinação para homossexuais de até 26 anos é forte”, concluem os autores do estudo.

    Brasil — O Sistema Único de Saúde (SUS) vai fornecer a vacina quadrivalente contra o HPV a partir de 2014 para meninas de 10 e 11 anos de idade. A meta da pasta é vacinar 80% dessas jovens, o equivalente a 3,3 milhões de meninas. 

    Fonte: Veja

  • Autoridades encontram arsênico em erva medicinal vendida na Suécia

    Autoridades encontram arsênico em erva medicinal vendida na Suécia

    Erva chinesa continha doses elevadas da substância tóxica.

    Vendedores afirmam que produto cura de dor de dente a febre infantil.

     

    As autoridades suecas de regulação de alimentos informaram ter encontrado doses extremamente elevadas de arsênico em uma erva medicinal chinesa vendida no país, de acordo com a Agência France Presse (AFP).

    A substância tóxica e letal foi encontrada no produto chamado Niu-Huang Chieh-tu-pien, que, segundo vendedores de medicina tradicional chinesa, cura males como dor de dente a infecções dermatológicas, passando por anorexia e febre infantil.

    “A dose recomendada fornece uma quantidade diária de arsênico inorgânico que, no pior das hipóteses, é apenas a metade da dose mais baixa que pode levar à morte”, diz o toxicologista Leif Busk em um comunicado de imprensa, de acordo com o jornal sueco Aftonbladet.

    Este produto também é comercializado com os nomes indianos de Divya Kaishore Guggul e Chandraprabha Vati.

    A Suécia informou que já alertou as demais autoridades europeias de alimentos sobre o problema e que o produto foi recolhido do mercado. Este produto também é encontrado em sites especializados no Brasil.

  • Anvisa anula concurso e candidatos terão de refazer prova

    Anvisa anula concurso e candidatos terão de refazer prova

    Nova avaliação ainda não tem data marcada

    O concurso público para provimento de cargos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aplicado no dia 2 deste mês, foi anulado. Durante a aplicação das provas, foram verificadas irregularidades em três estados. Os mais de 125 mil candidatos em todo o País terão de realizar uma nova avaliação, ainda sem data marcada. De acordo com a Anvisa, o novo concurso será elaborado pela mesma banca organizadora, a Cetro, que deverá ser multada pelo ocorrido.

    A Anvisa também informou que será solicitada a presença da Polícia Federal nos futuros locais de prova – ainda não se sabe se em todos os locais ou apenas nos em que houve irregularidade.

    No dia seguinte à prova (3), depois de constatar problemas ocorridos na aplicação do certame no Rio de Janeiro, no Distrito Federal e em Alagoas, a Agência solicitou esclarecimentos à banca organizadora do concurso.

    As irregularidades estão sendo investigadas pela Polícia Civil e, de acordo com a Anvisa, outras medidas cabíveis serão tomadas após as constatações das autoridades.

    Fonte: Agência Brasil

  • Neo Química moderniza embalagens

    Neo Química moderniza embalagens

    Marca padroniza caixas dos similares e genéricos

    A Neo Química apresenta sua nova identidade visual. Após intensas pesquisas com consumidores e pontos de venda, a embalagem dos medicamentos foi redesenhada. Tornou-se mais moderna e ganhou elementos que buscam ajudar tanto o profissional da saúde, quanto o consumidor.

    O trabalho resultou em caixas de layout arrojado, pensadas para deixar os medicamentos Neo Química mais visíveis e fáceis de ser encontrados. Além disso, as novas embalagens reforçam as principais informações sobre os produtos. Entre as principais mudanças, podemos destacar:

    – Novo cabeçalho e aumento do logotipo da Neo Química, para facilitar a identificação das embalagens;
    – Nova tabela posológica na lateral, que facilita o uso por parte do paciente; 
    – Identificação do medicamento na tampa, para uma organização mais prática e eficiente; 
    – Substância em destaque para melhor visualização na gôndola e no momento do uso; 
    – Aplicação de grafia em braile, para leitura dos deficientes visuais.

  • SENADO APROVA PROJETO DO ATO MÉDICO

    SENADO APROVA PROJETO DO ATO MÉDICO

    O Plenário do Senado aprovou o projeto do Ato Médico, que regulamenta a atividade médica, restringindo à categoria atos como a prescrição de medicamentos e o diagnóstico de doenças. O projeto, que tramitou quase onze anos no Congresso e foi tema de 27 audiências públicas, segue agora para sanção presidencial.

    Apresentado em 2002 pelo então senador Benício Sampaio, o projeto já saiu do Senado, em 2006, na forma de substitutivo da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), relatora na CAS. Enviado à Câmara, foi modificado novamente e voltou ao Senado como novo substitutivo (SCD 268/2002), em outubro de 2009. Esse foi o texto que serviu de base ao aprovado nesta terça.

    O projeto, na forma aprovada em Plenário, estabelece que são atividades exclusivas do médico cirurgias; aplicação de anestesia geral; internações e altas; emissão de laudos de exames endoscópicos e de imagem; procedimentos diagnósticos invasivos; exames anatomopatológicos (para o diagnóstico de doenças ou para estabelecer a evolução dos tumores).

    Com as modificações aprovadas, não serão atividades exclusivas de médicos os exames citopatológicos e seus laudos; a coleta de material biológico para análises clínico-laboratoriais; e os procedimentos através de orifícios naturais em estruturas anatômicas visando à recuperação físico-funcional e não comprometendo a estrutura celular e tecidual.

    Único a se posicionar contrariamente à matéria, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) disse não concordar com a ideia de se fixar uma lei para uma profissão tão dinâmica como a medicina. Em sua opinião, essa legislação corre o risco de ficar obsoleta em pouco tempo, já que a ciência médica está sempre em evolução.

    – Há no Brasil uma fúria regulamentadora de profissões. Sei que há uma briga pelo mercado de trabalho entre diferentes profissões que deveriam trabalhar conjuntamente, mas essa divisão, no meu entender, não comporta uma legislação – protestou.

    Já os senadores Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) e Lúcia Vânia defenderam a proposta ressaltando a sua importância para a saúde pública e para os profissionais da área. Valadares, relator da matéria na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), destacou que, das 14 profissões da área da saúde, apenas a profissão de médico ainda não era regulamentada.

    Lúcia Vânia, relatora do substitutivo na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), observou que o Ato Médico não vai interferir em nenhuma das atribuições de outras profissões da saúde. Durante a tramitação da proposta, profissionais dessas áreas manifestaram preocupação com o texto do projeto e solicitaram clareza para limitar a prescrição do médico à área médica e, assim, liberar a autonomia profissional de outras especialidades, como fisioterapia, psicologia e enfermagem.

     

    O Que muda ?

    Pelo texto , devem ser atividades exclusivas dos médicos qualquer tipo de procedimento invasivo, seja para fazer diagnóstico, terapia ou com fim estético, assim como a intubação traquial. Também fica privativa aos médicos a indicação de internação e nos serviços de atenção à saúde.

    Já atividades como aplicação de injeções, coleta de sangue e curativos ficam autorizadas a outros profissionais de saúde, como enfermeiros, bem como atendimento em casos de pessoa sob risco de morte iminente.

    Pelo projeto, avaliações de caráter psicológico e nutricional, por exemplo, poderão ser realizadas pelos respectivos profissinais dessas áreas.

    O texto diz que serão “resguardadas as competências próprias das profissões de assistente social, biólogo, biomédico, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, profissional de educação física, psicólogo, terapeuta ocupacional e técnico e tecnólogo de radiologia”.

    A nova lei também reserva aos médicos a direção e chefia de serviços médicos, exceto em funções administrativas. Pelo projeto, o ensino de disciplinas especificamente médicas em cursos de graduação ou pós-graduação é privativo de médicos, assim como a coordenação dos cursos de medicina.

     

    Fonte: Agência Senado

  • Site da Droga Raia ganha prêmio pela qualidade do comércio eletrônico

    Site da Droga Raia ganha prêmio pela qualidade do comércio eletrônico

    Premiação é promovida pela E-bit

    O site da Droga Raia foi um dos ganhadores do troféu Melhores Lojas Diamante, concedido às empresas com melhor desempenho na pesquisa de satisfação realizada pela E-bit – empresa especializada em informações sobre o comércio eletrônico. Com a conquista, o site Drogaraia.com.br está entre os 33 melhores do Brasil.

    No levantamento, consumidores de todas as regiões avaliaram as empresas de maior destaque no mercado nacional de e-commerce. Entre os quesitos avaliados estão: facilidade ao comprar; seleção e informação sobre os produtos; preços; facilidade de navegação; entrega; qualidade dos produtos; atendimento; política de privacidade; manuseio, e envio das mercadorias.

    É a segunda vez que o site da Droga Raia conquista esse prêmio, considerado um dos mais importantes do mercado brasileiro de e-commerce. “Esse troféu representa o comprometimento da equipe em atender às expectativas e necessidades de nossos clientes e parceiros. Além disso, reflete os investimentos em tecnologia de ponta que a empresa realiza nesse canal de venda,” comemora Diego Kilian, gerente de vendas multicanal da Raia Drogasil.

    Fonte: Guia da Farmácia

  • Normas da Anvisa são tema de audiência pública

    Normas da Anvisa são tema de audiência pública

    Setenta organizações deram opiniões na discussão

    A audiência pública sobre a futura norma de Boas Práticas Regulatórias da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu representantes de mais de setenta organizações, a maioria do setor produtivo, no auditório da Agência, em Brasília, na manhã de quinta-feira (11). Com três horas de duração e a presença de representantes da Agência para esclarecer as dúvidas, foi possível ouvir a todos os inscritos para a discussão.

    Os presentes opinaram sobre as contribuições enviadas à Consulta Pública (CP) de número 13, publicada em maio deste ano, que trata das boas práticas regulatórias. A CP 13/ 2013 esteve aberta a receber sugestões por sessenta dias, até o último dia 4 de junho, na página da Anvisa. Nesta fase, foram enviados 38 acréscimos ao texto original.

    Responsável por relatar o processo de construção da norma, o diretor da Anvisa Jaime Oliveira falou sobre a importância de formatar a regulação. “Vamos poder eleger nossas prioridades regulatórias e ter uma forma estruturada de reação para tratar assuntos imprevistos e emergenciais”, afirmou.

    Fonte: Anvisa / Foto: Shutterstock

  • Anvisa abre consulta pública sobre insumos farmacêuticos

    Anvisa abre consulta pública sobre insumos farmacêuticos

    Sugestões devem ser enviadas eletronicamente

    Até o dia 2 de setembro estará aberto o prazo para participar da Consulta Pública nº 22/13 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que dispõe sobre modificações no registro de insumos farmacêuticos ativos sintéticos utilizados para produção de medicamentos. A proposta traz uma classificação dos tipos de alterações possíveis no registro de insumos e os procedimentos que devem ser adotados em cada caso.

    A empresa produtora de insumos deverá notificar a Anvisa sobre as alterações, de acordo com o impacto desta mudança para a segurança do produto. Para determinadas alterações, a notificação deverá ser feita anualmente pela empresa, enquanto outras deverão ser informadas imediatamente após a sua implementação ou mesmo antes de sua adoção.

    Entre as mudanças possíveis no processo de registro de um insumo estão questões relacionadas à alteração do processo, alterações do local de fabricação, mudança no tamanho do lote, entre outros.

    A Consulta Pública está disponível na íntegra no portal da Anvisa. As sugestões devem ser enviadas eletronicamente pelo formulário disponível na página de consultas da Anvisa. Acesse a Consulta Pública nº 22/13: http://migre.me/ftWWr

    Fonte: Anvisa / Foto: Shutterstock

  • Teste avalia droga contra doença genética similar ao autismo

    Teste avalia droga contra doença genética similar ao autismo

    O início dos testes de uma droga contra a síndrome de Rett, um transtorno que atinge meninas com uma mutação genética, está abrindo caminho para a busca de tratamentos para o autismo –síndrome psiquiátrica de alta prevalência contra a qual não há nenhum fármaco.

    A síndrome de Rett é uma doença rara, mas sua semelhança com o autismo típico instiga cientistas, que veem nela uma janela para investigar drogas mais gerais contra esse transtorno, caracterizado por problemas motores, de comunicação e de afeto.

    Três ensaios clínicos estão testando a ação do IGF1, um hormônio de crescimento, em meninas com Rett.

    Fonte: Folha de São Paulo

    O primeiro avaliou seis pacientes no Hospital Versilia, na Toscana (Itália), e concluiu que a droga é segura. Apesar de não ter conseguido quantificar efeito terapêutico do remédio com tão poucas pacientes, o trabalho relata que todas as meninas tiveram melhora das funções cognitivas.

    “Uma das pacientes, que não conseguia mover os braços, está agora comendo frutas sozinha usando suas mãos”, disse à Folha Daniela Tropea, médica que liderou o ensaio clínico. “Já é um grande avanço.”

    O grupo italiano ainda não conseguiu apoio para iniciar um estudo em escala maior para avaliar a eficácia da droga. Cientistas do Hospital de Crianças de Boston, porém, já têm um teste de fase dois –são necessários três para aprovar uma droga– em andamento, com objetivo de recrutar 40 meninas.
    semelhanças

    A síndrome de Rett, que era considerada um transtorno da classe do autismo, deixou de sê-lo no DSM-5, o novo manual de diagnósticos da Associação Americana de Psiquiatria, lançado neste ano.

    No entanto, Alysson Muotri, cientista brasileiro na Universidade da Califórnia em San Diego, defende a ideia de que as duas doenças têm semelhanças o suficiente para que um mesmo tipo de tratamento funcione em ambas.

    Não há nenhum teste programado da droga em crianças autistas ainda, mas Muotri já mostrou que o IGF1 é capaz de “curar” neurônios criados a partir de células de crianças autistas ou com Rett.

    O brasileiro tem dúvidas, porém, sobre se esse hormônio é pequeno o bastante para atingir todos os neurônios necessários. Seu laboratório agora busca moléculas com efeito mais potente.

    O biólogo ajudou os NIH (Institutos Nacionais de Saúde dos EUA) a montarem um centro que usa um sistema de pesquisa robotizado para testar centenas de compostos em amostras de células reprogramadas de crianças autistas e com Rett.

    Jeffrey Neul, do Baylor College, de Houston, já começou a testar em pacientes adultas uma versão alterada do IGF1.

    Com ajuda de uma farmacêutica neozelandesa, ele extraiu um peptídeo –pedaço da molécula do hormônio– e o modificou para se tornar quimicamente estável.

    Em sua nova forma, a droga penetra o cérebro com mais eficácia e previne efeitos colaterais em pacientes com problemas metabólicos –dificuldade verificada no uso de IGF1 em experimentos com camundongos.

    “Doenças como a síndrome de Rett permitem vislumbrar um pouco o autismo idiopático [clássico]. Esperamos que muitos dos tratamentos testados para essas doenças possam vir a beneficiar um subconjunto de pessoas com autismo, ainda que não seja possível ajudar todas elas”, diz Neul.

  • Perspectiva de tratamento farmacológico para autismo é vista com ceticismo

    Perspectiva de tratamento farmacológico para autismo é vista com ceticismo

    Notícias sobre os estudos do cientista brasileiro Alysson Muotri –que “curou” células autistas com um hormônio –correram rápido entre as associações de pais de crianças autistas.
    No mês passado, algumas se juntaram para pagar uma viagem do biólogo, que mora nos EUA, a São Paulo, onde ministrou uma palestra.

    “Rezamos por ele. Não perdemos a esperança de que um dia surja a cura”, disse Berenice Piana, ativista que luta por direitos de crianças portadoras do transtorno.

    A perspectiva de que um dia surja um tratamento farmacológico para o autismo, porém, é recebida com ceticismo por alguns médicos.

    Fonte: Folha de São Paulo

    “Quando ele [Muotri] diz que considera Rett um modelo genético para o autismo, está completamente equivocado”, diz José Salomão Schwartzman, psiquiatra e integrante do grupo de trabalho do Ministério da Saúde sobre políticas para a doença.

    As diferenças de perfil genético entre os pacientes das duas doenças, diz, são sinal de que não deve existir um tratamento que sirva para ambas. Para Salomão, a associação cria esperança ilusória entre pais de autistas.

    “Quem segura as pontas depois sou eu, como clínico. Todos os dias me perguntam se a cura está próxima.”

    Clínicos que trabalham nos testes para síndrome de Rett têm uma visão mais otimista, apesar de cautelosa.

    “Não existirá uma droga capaz de mudar toda a história do autismo de uma hora para a outra”, diz a médica Daniela Tropea, que coordenou o estudo da Itália.”O avanço das pesquisas vai na direção de uma melhora progressiva. Mas não vai ocorrer um milagre.”