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  • Remdesivir: medicamento aprovado pela Anvisa é de alto custo e de uso exclusivo para hospitais

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na manhã desta sexta-feira, 12, a utilização do antiviral Remdesivir para o tratamento da Covid-19 no Brasil. A recomendação é que ele seja administrado em adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos e com peso corporal de, pelo menos, 40 kg e em paralelo deve ser usado oxigênio de baixo ou alto fluxo, ou outra ventilação não invasiva no início do tratamento.

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Robert Nicácio, ressalta que este é um medicamento de uso exclusivo para hospitais. “As farmácias não terão este medicamento disponível para venda por dois motivos: ele é de administração hospitalar e o custo é muito alto”, informou. Nos EUA, em outubro do ano passado, o tratamento com este medicamento era de US$ 3,2 mil por paciente, o equivalente a acerca de R$ 18 mil.

    Robert comenta que este medicamento já foi testado em outras patologias, como por exemplo, o ébola e os resultados não foram satisfatórios. “Ele é uma novidade no mercado brasileiro, como os custos para a fabricação de um novo medicamento é muito alto, as farmacêuticas estão aplicando testes nos produtos já existentes”, explicou.

    A orientação ainda é que a população continue seguindo todas as recomendações de saúde: como uso de máscara, álcool gel, lavagem das mãos e distanciamento social. “E aos grupos que estão contemplados com a vacina, não deixem de tomar porque ela é quem vai proteger a sua saúde”, pontuou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Veja quais medicamentos já foram testados contra o coronavírus

    Pouco menos de um ano desde que a Covid-19 foi declarada uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 11 de março de 2020, não há tratamento 100% viável para tratar casos graves e com risco de vida.

    Embora o fornecimento de vacinas para gerar resistência imunológica tenha crescido, vários medicamentos têm tentado atender à necessidade de tratamento para os casos existentes. Medicamentos como dexametasona, hidroxicloriquina e remdisivir tentaram fazer isso, com vários graus de sucesso e insucessos.

    O uso de dexametasona, originalmente usado como um antiinflamatório e imunossupressor para o tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatóide, é recomendado para o tratamento contra Covid-19. Conclusões preliminares da OMS publicadas em outubro de 2020 indicam que é eficaz na redução da mortalidade em até um terço em pacientes com ventilação assistida.

    O caso oposto é o da hidroxicloroquina, um medicamento projetado para o tratamento da malária. No último relatório da OMS sobre o assunto, afirma-se que não há benefícios substanciais desse medicamento como terapia contra o Covid-19. E mais, aponta os efeitos colaterais potencialmente perigosos para pacientes com esta doença.

    A viabilidade do remdisivir, originalmente desenvolvido para hepatite C, como um tratamento antiviral para Covid-19 ainda é incerta. Embora cerca de 50 agências nacionais, incluindo a Comissão Federal para a Proteção contra Riscos Sanitários (Cofepris) no México, tenham aprovado seu uso de emergência, a OMS emitiu uma recomendação condicional para não fazê-lo. Parte do estudo Solidarity, lançado pela OMS, com 7 mil pacientes mostraram que esse medicamento não tem efeito significativo sobre a mortalidade e gravidade da doença.

    Em 2 de março de 2021, a empresa francesa de biotecnologia Abivax anunciou que iniciará a fase de pesquisa clínica de um novo medicamento conhecido como ABX464. Este medicamento com ação antiviral, antiinflamatória e reparadora de tecidos tem comprovado sua eficácia no tratamento de inflamações causadas pela colite ulcerosa. Por meio do estudo miR-AGE, que conta com a participação do México e a aprovação do Cofepris, eles avaliarão a viabilidade do ABX464 como um tratamento antiinflamatório em pacientes graves com Covid-19.

    Desde sua aparição em Wuhan no final de 2019, a Covid-19 já infectou mais de 114 bilhões de pessoas e ceifou 2.544.000 vidas em todo o mundo, de acordo com números da Universidade Johns Hopkins. Com uma parte significativa dos esforços globais voltados para a prevenção e imunização contra o vírus, existem relativamente poucas opções farmacológicas para pacientes já infectados. Porém, ainda é necessário encontrar soluções voltadas para a melhoria das taxas de recuperação desses pacientes, bem como das internações.

    Fonte: Istoé Dinheiro

  • CRF/AL faz entrega de fraldas geriátricas para abrigo de idosos em Arapiraca

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas fez a entrega de 34 pacotes de fraldas geriátricas para o lar Antônio Jorge na tarde da quarta-feira, 03. Os pacotes foram arrecadados durante o curso de vacinação promovido pelo CRF/AL em Arapiraca.

    Robert Nicácio, presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, pontuou que a instituição desenvolve um trabalho assistencial importante e sério. “Em um momento tão difícil como o que estamos enfrentando, penso que a entrega destas fraldas seja um estímulo para que o lar continue desenvolvendo o seu trabalho”, afirmou.

    Valter Acioly, que é conselheiro da Fundação Lar Antônio Jorge, agradeceu a iniciativa do CRF/AL, sobretudo, porque neste momento de pandemia as doações diminuíram bastante. “O lar sobrevive destas doações e a entrega destas fraldas é importantíssima porque contribuem para a qualidade de vida dos nossos idosos. Nós estamos muito gratos com a ajuda do Conselho de Farmácia”, pontuou.

    Fundação Antônio Jorge

    É um lar que atende 55 idosos, entre homens e mulheres, vítimas de violência doméstica, financeira e em situação de rua. Quem quiser ajudar, basta ligar: 9 9639- 2991 ou fazer as doações através da conta:

    Caixa Econômica Federal

    Ag: 056

    Op.003

    Conta:3251-4

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmacêutica trata endometriose com medicina tradicional chinesa

    Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 8 milhões de brasileiras sofrem de endometriose. No mês da mulher e de conscientização desta doença, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas conversou com a farmacêutica Paula Cavalcante, que é membro do Grupo de Trabalho de Práticas Integrativas e Complementares (PIC’s) do CRF/AL, que trata a patologia baseada na medicina tradicional chinesa.

    Segundo a farmacêutica, a endometriose atinge entre 10 e 15% das mulheres em idade fértil e tem como principais sintomas fortes cólicas menstruais, dores na relação sexual e ovulação, além da dificuldade em engravidar. “As dores podem ser tão intensas, que as mulheres ficam incapacitadas de realizar suas atividades diárias e alguns casos, ela pode ser assintomática, ou seja, sem dores, porém a infertilidade está presente”, pontuou.

    Paula explica que na visão da medicina chinesa, a endometriose ocorre por alguns desequilíbrios (deficiências, estagnações) em meridianos específicos como fígado, rim e em alguns casos o baço-pâncreas. “O que acontece é que esta mulher agrega tantos papéis na sua vida, que acaba se fragilizando, ou seja, se desvitalizando”.

    Na medicina tradicional chinesa, a mulher é vista de forma integral, ou seja, ela possui um potencial YIN, que aquele que nutre, que é intuitivo e fértil e o potencial Yang que é aquele trabalha, faz e acontece e quando esse desequilíbrio ocorre, recursos diversos são usados no tratamento. “O tratamento é por meio de dieta, fitoterapia e também com a liberação de memórias traumáticas e psicossomáticas para sustentar essa mulher e promover um processo mais saudável para ela”, assegurou.

    A farmacêutica revela que as técnicas de tratamento têm como objetivo desbloquear esses meridianos para que a energia e o sangue fluam e diminuam os quadros de dores. “É por meio do equilíbrio da mente que conseguimos melhorar a receptividade do endométrio, ajudando na realização do sonho de gestar”, comentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL promove curso de injetáveis com foco em vacinas, na cidade de Arapiraca

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promoveu nos dias 26 e 27 de fevereiro na cidade de Arapiraca, o curso de aplicação de injetáveis com foco em vacinas. O curso foi ministrado pelos farmacêuticos Gerson Augusto Pereira, da Universidade Federal do Ceará e Antônia Fernanda Cunha da Silva farmacêutica da Maternidade Escola Assis Chateaubriand, instituição vinculada à Universidade Federal do Ceará.

    O professor parabeniza a diretoria do CRF/AL por levar este tipo de capacitação aos profissionais que atuam no interior do Estado. “Assim como os farmacêuticos da capital, contemplar os colegas que não estão na capital, é valorizar a profissão e promover conhecimento a estes colegas que também estão atuando na linha de frente da Covid-19”, comentou.

    A farmacêutica Andreia Albuquerque revela que os professores trouxeram técnicas importantes que podem ser utilizadas nas farmácias para aplicação de medicamentos intramusculares e subcutâneo. “Já estamos modificando nosso POP de aplicação de injetáveis e elaborando um treinamento de reciclagem com nossos colaboradores”, falou.

    No sábado, 27, os farmacêuticos aplicaram aproximadamente 200 doses de vacinas, dividida entre hepatite B, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e H1N1, H3N2 e Influenza B, como parte prática do curso. A ação aconteceu no Arapiraca Garden Shopping.

    Para Adriana Pereira, iniciativas como esta são importantes porque é uma oportunidade de atualizar a nossa carteira de vacinação. “A gente acaba deixando para lá, não procura colocar as vacinas em dia e por conta da ação, acabei tomando as vacinas que estavam faltando”, disse ela.

    Adriano Acioly, por sua vez, vê que neste momento de pandemia é fundamental que a população se conscientize sobre o cuidado com a saúde. “Tomando as vacinas aqui, estamos nos cuidando e cuidando dos nossos familiares, e é muito bom ter tido essa oportunidade hoje”, pontuou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • Arapiraca: Seccional estará fechada de 01 a 05 de março

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que a seccional Arapiraca estará fechada dos dias 01 a 05 de março porque a nossa colaboradora está afastada por motivos de saúde. Sugerimos aos farmacêuticos da região que optem por fazer por e-mail os serviços de justificativa de processo administrativo e fiscal, baixa de RT, alteração de endereço e emissão de boletos.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • GT de farmacêutico proprietário realiza mais uma reunião

    O Grupo de Trabalho de farmacêuticos proprietários esteve reunido no dia 19 de fevereiro na sede do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas para apresentar demandas específicas deste segmento, entre elas estava um pedido de deliberação para horário de recebimento de mercadorias.

    Robert Nicácio, presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, se comprometeu em levar ao jurídico o pedido para regular esse horário de recebimento das mercadorias conforme as legislações já existentes. “Sabemos que os farmacêuticos proprietários tem situações do dia a dia diferentes dos demais colegas. Para nós enquanto instituição, conhecer essa rotina é importante para minimizar as dificuldades enfrentadas por eles”, pontuou.

    Na reunião foi apresentada proposta de seguros para os farmacêuticos proprietários e seus estabelecimentos com uma empresa que o CRF/AL está firmando convênio com descontos de 15 a 50% para toda a categoria.

    O farmacêutico proprietário, Bruno Noé, que é conselheiro regional, destaca a relevância deste tipo de encontro entre os colegas que também são empresários. “Esse tipo de encontro só fortalece a categoria, ao mesmo tempo, que estimula o empreendedorismo entre os farmacêuticos. Quem ganha com isso é a população porque terá à frente do negócio um profissional capacitado para prestar um melhor atendimento aos seus clientes”, revelou.

    Luiz Alberto, que também é farmacêutico proprietário, valida essa iniciativa do CRF/AL criar um grupo de trabalho com os farmacêuticos proprietários. “Esse é um canal fundamental para que as nossas demandas sejam conhecidas e atendidas dentro da legislação”, disse.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Anvisa publica nova resolução sobre critérios para antimicrobianos

    Foi publicada no Diário Oficial da União da quarta-feira, 24 de fevereiro, a RDC N° 471/2021 da Anvisa, que revoga a RDC n° 20/2011. A nova resolução dispõe sobre os critérios para prescrição, dispensação, controle, embalagem e rotulagem de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos de uso sob prescrição, isolados ou em associação, listradas em instrução normativa específica.

    Clique aqui e confira a RDC N° 471/2021.

    Acesse também a Instrução Normativa n° 83/2021 clicando aqui.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • Nova resolução altera fiscalização do exercício farmacêutico

    Foi publicada no dia 19 de fevereiro, no Diário Oficial da União, a Resolução CFF nº 700, que altera a resolução 648, de 2017, e traz uma série de atualizações ao procedimento de fiscalização dos conselhos regionais de Farmácia. As mudanças foram propostas pela Comissão de Fiscalização do Exercício Profissional (Cofisc/CFF) e aprovadas pelo Plenário após muita discussão para aperfeiçoar o trabalho dos fiscais.

    O presidente da Cofisc e conselheiro federal pelo Acre, Romeu Neto, avalia as alterações como um marco legal da fiscalização. Entre as modificações, destaca-se uma nova ferramenta criada para que o fiscal possa notificar o estabelecimento farmacêutico para corrigir alguma situação antes de aplicar um auto de infração. “Essa notificação é disciplinar com intuito de chamar atenção para pequenas correções e se aplica a situações que não sejam tão gravosas para a sociedade”, destaca.

    Romeu também explica que houve mudanças nas métricas de avaliação do perfil que é atribuído a cada empresa. Os estabelecimentos que se enquadram no perfil 1, possuem profissional devidamente registrado e habilitado e, na grande maioria das vezes, os profissionais estão presentes no momento da fiscalização. “O perfil 1 variava numa escala de 71% a 100% e baixou de 71 para 66%. E o fiscal agora é obrigado a considerar o perfil já no ato da fiscalização, sem abertura de processo administrativo”.

    A questão das substituições de responsáveis técnicos nos estabelecimentos farmacêuticos será regulamentada por meio de uma nova resolução, que será apresentada e debatida em breve.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • Covid-19: Eventos adversos após a aplicação das vacinas devem ser notificados em até 24h

    O Conselho Federal de Farmácia (CFF) orienta os farmacêuticos e demais profissionais da saúde envolvidos diretamente na execução da campanha nacional de vacinação contra a Covid-19 a realizar devidamente o registro dos dados e notificações na plataforma do Ministério da Saúde ‘notifica.saude.gov.br’, mesmo aplicativo utilizado pelos os municípios para registrar síndromes gripais relacionadas à doença.

    O registro dos possíveis eventos adversos pós-vacinação é um mecanismo de extrema importância durante a campanha nacional de vacinação e deve acontecer em até 24h após o relato ou evento possivelmente ocasionado pela imunização, conforme os protocolos e manuais de vigilância em saúde e sanitária.

    A farmacêutica da Coordenação de Assistência Farmacêutica de Porto Alegre, Ana Lucia Ely Pitta, reitera a importância. “Para o manejo apropriado dos EAPV de uma nova vacina é essencial contar com um sistema de vigilância que permita a notificação e a investigação rápida do evento ocorrido. No caso das vacinas contra o vírus SARS-CoV-2, a farmacovigilancia dos EAPV ganha destaque devido ao ineditismo das mesmas. Importante destacar que as notificações deverão primar pela qualidade, deve-se procurar documentar o evento adverso com o maior número possível de informações, possibilitando, dessa forma, a avaliação de causalidade”, pondera.

    Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) também vem alertando os profissionais estimulando a adesão à plataforma de notificação desde o início da vacinação contra a Covid por meio da campanha: #ParaSaberMais. Caso ainda não tenha acesso faça o seu cadastro e comece a colaborar com a saúde do país.

    O que fazer para realizar o registro das notificações no sistema? Como proceder dentro do sistema?. Tire essa e outras dúvidas aqui: https://bit.ly/36Z4Oiq

    #ParaSaberMais: série de tutoriais sobre como usar o SIPNI na vacinação contra Covid-19: https://bit.ly/2Z1zyLd

    Fonte: Comunicação do CFF