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  • Uso de medicamentos fora do prazo de validade pode acarretar riscos à saúde

    Não é novidade que a automedicação traz sérios riscos à saúde. O uso de remédios de maneira irracional pode provocar reações alérgicas, dependência e até a morte. Mas, além desse hábito, também existe um outro tão perigoso quanto: a ingestão de medicamentos fora do prazo de validade.

    De acordo com uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia, quase metade da população brasileira faz uso de remédios, pelo menos, uma vez por mês.

    ANTIBIÓTICOS PEDEM CUIDADOS ESPECIAIS

    A farmacêutica, Eveline Macedo, explica que o prazo de validade de um droga é estabelecido com base em pesquisas que avaliam a segurança e eficácia das fórmulas durante um determinado período de tempo.

    “Os laboratórios realizam diversos testes a partir de um controle rigoroso de qualidade. A partir do momento que eu faço uso de uma droga fora da data mencionada na embalagem, estou colocando a minha saúde em risco. Lembrando que essa prática pode ser especialmente perigosa no caso dos antibióticos, já que pode fazer com que as bactérias se tornem ainda mais resistentes”, alerta a profissional.

    O uso de medicamentos vencidos também pode provocar sintomas como náuseas, vômitos e diarreias. Eveline diz que, após o prazo de validade expirar, a droga pode se tornar tóxica, demandando o seu correto descarte.

    “Na hora de descartar remédios vencidos ou fora de uso, procure um posto de coleta autorizado. Há farmácias, hospitais e postos de saúde que prestam esse serviço”, informa a farmacêutica do Sistema Hapvida. Pomadas, comprimidos, líquidos e sprays, e caixas e bulas podem ser depositados nas estações.

    ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES DE CONSERVAÇÃO DO PRODUTO

    Eveline Macedo dá dicas para conservar a medicação e manter a vida útil do produto. A primeira é manter a caixa longe de umidade e preservar a integridade física da embalagem. Também é importante prestar atenção à temperatura de acondicionamento informada pelo fornecedor.

    “Caso observe mudança de cor, manchas ou cheiro estranho, não utilize-o. Vale ressaltar que todo medicamento só deve ser usado sob prescrição médica e qualquer dúvida a respeito do seu uso, deve-se procurar orientação de um profissional farmacêutico”, conclui.

    Fonte: Ascom Sistema Hapvida Maceió

  • Rastreabilidade segue indefinida e ameaça segurança das vacinas

    Graças à apreensão de 3 mil seringas contendo água salgada, a polícia chinesa desmantelou uma rede que pretendia vender vacinas falsas contra a Covid-19 no Exterior. No Brasil, a Polícia Civil investiga a mesma prática em sites e redes sociais. A Anvisa chegou a emitir uma nota oficial para alertar a população, mas não teve a mesma agilidade para viabilizar uma medida fundamental para evitar esses riscos.

    A rastreabilidade de medicamentos está prevista na Lei Federal nº 11.903 referente ao Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM), mas depende da publicação de uma Instrução Normativa (IN). A previsão inicial era que a IN estivesse definida até dezembro de 2020, mas a Anvisa já adiou por três vezes a decisão. Esse modelo permitiria o monitoramento de remédios e vacinas de ponta a ponta, desde a saída do fabricante até a chegada à farmácia, hospital ou posto de vacinação.

    “O SNCM entra em vigor em abril de 2022 de acordo com a lei, mas algumas companhias do setor farmacêutico e hospitalar aguardam a IN para adaptarem suas operações. A adequação pode demorar em torno de um ano, mas após constantes alterações, pedidos de vista e falta de definição sobre um assunto já pacificado, as empresas se sentem inseguras para investir nessas medidas”, adverte Vinicius Bagnarolli, diretor de operações da rfxcel, especialista em projetos de rastreabilidade de medicamentos.

    Novas tecnologias anti-fraudes

    rfxcel, inclusive, desenvolveu em sua matriz nos Estados Unidos uma solução na nuvem que possibilita a profissionais de saúde o acesso a registros de imunização em tempo real. A ferramenta também permite o monitoramento do inventário e a administração das vacinas certas para o paciente certo. “Por ser uma ferramenta automatizada, os usuários podem manipulá-la praticamente sem nenhum treinamento, o que garante uma implementação rápida em ambientes críticos como as unidades de emergência”, destaca Bagnarolli.

    O sistema acompanha a localidade, temperatura, umidade e atritos dos insumos e medicamentos à medida que eles se movem pelas cadeias de abastecimento em terra, mar e ar. Pode, inclusive, alertar desvios de rota e assegurar que os fornecedores logísticos cumpram os prazos de entrega. “A pandemia revelou deficiências em todas as cadeias de suprimentos e a corrida pela vacina aumentou a pressão sobre essa operação, o que exige avançarmos mais rapidamente em projetos como o da rastreabilidade”, observa.

    Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

  • CFF defende recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência

    Um dos grandes desafios na área da saúde é a comunicação com pessoas que possuem algum tipo de deficiência. Como orientar uma pessoa surda tendo que utilizar sinais para explicar termos técnicos? Ou ainda alguém que tem deficiência visual poder verificar qual o medicamento que está tomando ou mesmo obter conhecimento das informações da bula por conta própria? A farmacêutica Alessandra Russo, da Coordenação Técnica e Científica do Conselho Federal de Farmácia, ressalta a importância da implantação dos recursos de acessibilidade para que esse paciente possa fazer o seu tratamento com segurança.

    “É de crucial importância que as embalagens e as bulas de medicamentos possam, de fato, ser acessíveis a todas as pessoas com deficiência. É sabido que os medicamentos podem ocasionar vários riscos: riscos de intoxicações, reações adversas graves, quando utilizados de maneira equivocada, seja em relação à dose, ao intervalo entre as doses, a duração do tratamento e até mesmo administrar um medicamento errado por não se ter tido a chance de saber exatamente aquilo que se está comprando ou usando por algum tipo de barreira que venha a ser imposta às pessoas com deficiência”.

    Alessandra Russo lembra que a lei 13.146, do ano de 2015, que é o Estatuto da Pessoa com Deficiência, estabelece como barreira qualquer entrave ou atitude que limite, por exemplo, a participação social da pessoa ou o acesso à informação. Em seu artigo 24, a resolução 71/2009, da Anvisa, estabelece que embalagens de medicamentos contenham em sistema Braile: o nome comercial do medicamento ou a denominação genérica de cada princípio ativo. Mas a determinação nem sempre é cumprida.

    “Como farmacêutica e usuária de medicamentos, percebo que nem sempre existe o sistema Braille impresso na embalagem do medicamento. A RDC n.º 47/2009, da Anvisa, prevê também a bula em formato especial, que seria bula fornecida à pessoa com deficiência visual em formato apropriado para atender suas necessidades. Pode ser disponibilizada: em áudio ou em texto com formato passível de conversão para áudio, impressas em Braille ou com fonte ampliada”.

    Embora não seja responsável por regular e fiscalizar a matéria, em 2019, o conselho tem sido pioneiro em ações inclusivas no Brasil. A entidade aprovou, em 2018, a Resolução CFF nº 662, que estabelece as diretrizes para a atuação do farmacêutico no atendimento à pessoa com deficiência. A primeira legislação do gênero no país. Também foi aprovada recentemente a criação de uma plataforma e um curso online de libras para farmacêuticos. Até o final do ano deve ser lançada a primeira versão do FarmaLibras – Vocabulário Terminográfico Farmacêutico bilíngue (Português- Libras).

    O FarmaLibras é uma espécie de glossário que será gravado em vídeo com apresentação de cada termo nas duas línguas. Quem dá detalhes é uma das coordenadoras do projeto, Deuzilane Muniz Nunes, que é professora da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). “Então, a gente espera que até o final de 2021 já tenhamos a primeira versão do vocabulário FarmaLibras e estamos providenciando ainda um sistema na web que vai ajudar os farmacêuticos na comunicação com as pessoas surdas. Então, todas essas ações visam tanto que o farmacêutico, que é ouvinte, possa mediar e auxiliar mais a comunicação com a pessoa surda, para que esse farmacêutico não deixe de atender a pessoa surda, assim como facilitar ainda mais a prestação da atividade farmacêutica pelo farmacêutico que é surdo”.

    Pelos menos 14 farmacêuticos surdos já foram identificados em atuação pelo país que utilizam as libras como primeira língua. A ideia é que os cursos ofertados pelo Conselho Federal também possam ser disponibilizados com tradução em libras.

    Fonte: Comunicação do CFF

  • NOTA DE FALECIMENTO

    A diretoria e todos os colaboradores do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas solidarizam-se com a dor dos familiares e amigos pela inestimável perda da farmacêutica Eliane Colatino de Melo, que faleceu na manhã desta quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021. O sepultamento acontece às 16h no Parque das Flores.

  • Carnaval: CRF/AL estará fechado nos dias 15 e 16 de fevereiro

    O CRF-AL comunica que estará fechado – em Maceió e Arapiraca –  nos dias 15 e 16 de fevereiro de 2021 e retornando as atividades no dia 17 de fevereiro a partir das 13h.  O horário de funcionamento permanece até as 17h.

    Lembrando que ao se dirigir para sede em Maceió e na seccional e/ou em Arapiraca, deverão ser respeitados os protocolos de saúde, como manter distanciamento social, uso de máscara e álcool em gel. A fim de evitar aglomeração, sugerimos aos farmacêuticos optem por fazer seus serviços por e-mail.

  • Vacinação Covid-19: CRF/AL pede prioridade para farmacêuticos arapiraquenses

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas protocolou, no dia 08 de fevereiro de 2021, um ofício no gabinete da Secretária de Saúde de Arapiraca, Luciana Fonseca, solicitando que os farmacêuticos da região façam parte do grupo prioritário da vacinação da Covid-19 na primeira fase da imunização.

    Na solicitação feita a Prefeitura de Arapiraca, o presidente do CRF/AL, Robert Nicácio, pede que os farmacêuticos contemplados não sejam apenas do setor público, mas também dos estabelecimentos de saúde particulares, a exemplo dos laboratórios, farmácias e outros.

    “Durante o lockdown as farmácias, postos de saúdes, unidades hospitalares foram considerados serviços essenciais e em cada um destes locais nós temos farmacêuticos trabalhando, por isso, solicitamos ao secretário de saúde que todos os profissionais farmacêuticos façam parte do grupo prioritário na primeira fase da imunização”, ressaltou.

    De acordo com ele, a medida foi adotada em virtude dos relatos recebidos de que em outras campanhas de imunização os farmacêuticos encontraram dificuldade de serem vacinados no grupo prioritário. “Decidimos pela comunicação oficial junto a Sesau porque entendemos que as secretarias de saúde tem autonomia quanto a estratégia de vacinação”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Diretoria do CRF/AL faz um balanço das ações promovidas no primeiro ano de gestão

    No ano de 2020, o farmacêutico foi um profissional de saúde essencial no cenário da pandemia da Covid-19. Na busca desenfreada pela cura de uma doença desconhecida, os medicamentos foram os protagonistas da  história. Informações de que medicamentos poderiam ajudar na cura e/ou prevenção da Covid-19, levaram as pessoas as farmácias para comprá-los sem qualquer orientação de um profissional de saúde.

    E foi pensando em promover o uso racional dos medicamentos, que o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas esteve na imprensa alagoana, orientando sobre os riscos do uso irracional destes medicamentos, além claro, de informar a importância de se cumprir os protocolos de saúde para evitar a contaminação com o vírus.

    Foram 27 entrevistas em rádios, 45 entrevistas em televisão, 84 matérias em sites de notícias e 4 reportagens nos jornais impressos Gazeta de Alagoas e Tribuna Independente somente em quatro meses da pandemia. Isso mostra que o profissional farmacêutico teve seu trabalho valorizado e reconhecido pela sociedade alagoana. Para os farmacêuticos foram promovidas 12 lives com o tema da Covid-19 e ofertado um tratamento complementar com as Práticas Integrativas e Complementares (PIC´s).

    Contudo, a Covid-19 não foi o único tema trabalhado pelo CRF/AL. Antes da pandemia, houve a campanha do dia nacional do farmacêutico em Maceió e Arapiraca com ação de atendimento em praças públicas e a realização de um curso para os profissionais e estudantes. A primeira turma de farmácia de Alagoas foi homenageada pelos 20 anos de formatura.

    Campanhas

    Foram promovidas campanhas educativas da Covid-19 voltadas para o uso correto de máscara de proteção e das lavagens das mãos, da orientação quanto a não comprovação científica de que ibuprofeno, dexametasona, nitazoxanida, azitromicina, hidroxicloroquina, cloroquina e ivermectina eram medicamentos que combatiam o vírus e sobre o percentual correto da proteção do álcool gel.

    Realizamos as campanhas contra a automedicação em crianças e uso racional de antimicrobianos e participamos como convidado da campanha Sinal Vermelho promovida pelo Tribunal de Justiça de Alagoas.

    Grupos de Trabalho

    Promovemos reuniões com os GT de Estética, Farmácia Clínica, PIC’s, GT de Ensino e Pesquisa e de proprietários farmacêuticos. De forma inovadora, o GT PIC´s lançou um guia de autocuidado para os farmacêuticos e para a sociedade, ensinando como as práticas integrativas podem ser feitas pelo próprio paciente. GT de Ensino e Pesquisa passou por um treinamento com os membros do Conselho Federal de Farmácia Rui Reys e Jairo Sotero sobre os processos de averbação dos títulos de especialistas.

    Atendimento aos farmacêuticos

    Com o objetivo de conhecer quantos profissionais foram infectados no Estado foi colocado à disposição de todos os farmacêuticos um questionário para que eles respondessem se já haviam sido infectados pelo vírus. Com posse das informações, estes profissionais foram encaminhados para o acompanhamento com o grupo de trabalho das práticas integrativas e complementares (PIC’s) que tem prestado este atendimento.

    Entrega de Kits

    Os fiscais do CRF/AL atendendo a resolução 684/2020 do Conselho Federal de Farmácia fizeram a distribuição dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) aos profissionais que no ato da fiscalização estivessem sem eles. Para aqueles que não receberam EPI´s em seus locais de trabalho, foi disponibilizado um canal de comunicação a fim de que eles comunicassem ao Conselho, para que posteriormente fossem entregues.

    Deliberações

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas deliberou o registro do consultório farmacêutico para pessoa física, evitando assim o pagamento de duas anuidades. Também aprovou mais duas deliberações que favorecem a categoria: a de identificação profissional e que trata da habilitação provisória de registro de títulos específicos.

    A deliberação que trata da identificação profissional, permite a partir de agora que o farmacêutico – caso seja solicitado – no ato da fiscalização apresente a cédula de identidade farmacêutica ou a carteira profissional (carteira marrom) e/ou qualquer documento oficial com foto, que pode ser a cédula de identidade civil ou carteira nacional de habilitação (CNH).

    Quanto ao registro provisório de títulos específicos, será concedido um registro provisório de seis meses válido ao farmacêutico que cursou especialização, cujo certificado de conclusão de curso ainda não tenha sido expedido. A deliberação foi aprovada em virtude do atual cenário econômico do país e com base no decreto de calamidade pública do governo federal e na medida provisória de desburocratização.

    Atendimentos

    Durante a pandemia, o CRF/AL implantou o atendimento virtual via whatsapp ampliando os canais de comunicação para os farmacêuticos e empresas alagoanas. Em novembro de 2020 aproximadamente 400 atendimentos foram realizados virtualmente, sendo a maior parte deles para a secretaria, seguido pelo financeiro e depois pela assessoria técnica.

    Na assessoria técnica grande parte dos atendimentos são voltados para os processos – onde foram analisados 1.132 somente neste primeiro ano de gestão – e para dúvidas em assuntos regulatórios, como por exemplo peticionamento eletrônico, cadastramento de empresas na Anvisa e SNGPC.

    Fiscalização

    Em julho de 2020, a fiscal Andrezza Karyninne iniciou suas atividades no CRF/AL após nomeação por parte da atual diretoria e hoje o CRF/AL conta com quatro fiscais, sendo três deles em atividades externa e um no cargo de gerente de fiscalização. Atuando para garantir a presença do profissional farmacêutico durante todo o horário de funcionamento dos estabelecimentos de saúde, a gerência de fiscalização juntamente com a Câmara Técnica garantiram que os Processos Administrativos Fiscais dos anos de 2018 e 2019 (PAF´s) que se encontravam parados fossem analisados, tramitados e concluídos.

    No início de 2020 existiam 105 processos sem análises do ano de 2018 e 696 processos do ano de 2019. Hoje na gerência de fiscalização já estão sendo analisados os processos do ano de 2020. Isso só reforça o compromisso com a categoria farmacêutica. A câmara técnica é composta pelos conselheiros Roberto Galdino da Silva, Flavia Scigliano Dabbur e Francisco Renê Leite Gondim.

    Academia Virtual de Farmácia

    Foi disponibilizado para os farmacêuticos a Academia Virtual de Farmácia que é uma plataforma de ensino do CRF/SP que oferece capacitações e atualizações à distância pela internet em uma sala de aula virtual, facilitando o acesso dos farmacêuticos que não podem comparecer aos treinamentos presenciais. Também assegura flexibilidade de horário, permitindo que o interessado aprenda o conteúdo no seu tempo livre.

    Convênios

    Foram renovados os convênios com instituições de ensino fundamental e médio, pós-graduação, planos de saúde e odontológico onde são ofertados descontos para os profissionais alagoanos.

    Capitações

    O CRF/AL respeitando todas as normas de segurança sanitária realizou cursos de capacitação voltado aos profissionais e estudantes de farmácia pelo seu canal no youtube, como o I Fórum Alagoano de Farmácia Clínica, Atendimento Farmacêutico na Obesidade, Lançamento do Guia de Autocuidado na Covid-19 e Vacinas contra covid-19: uma corrida contra o tempo.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Convênio com a Faculdade IDE oferece desconto de 20% nas mensalidades

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas renovou o convênio com a Faculdade IDE – que oferece cursos de pós-graduação na área de saúde. Farmacêuticos inscritos no CRF/AL terão 20% de desconto nas mensalidades do ano letivo de 2021, desde que os pagamentos sejam realizados na data de vencimento.

    Robert Nicácio, presidente do CRF/AL, explica que cada convênio firmado é sempre pensando no crescimento profissional dos farmacêuticos alagoanos. “A gente sabe a importância destas capacitações. O profissional de saúde precisa se atualizar e nós firmamos esse convênio para que ele tenha acesso a cursos de qualidade e num preço justo”, pontuou.

    Já estão abertas as matrículas para os cursos de pós-graduação em farmácia hospitalar e clínica e em farmácia oncológica.

    Dúvidas: [email protected]

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • Covid-19: CRF/AL pede prioridade para farmacêuticos na vacinação em Maceió

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas encaminhou, no dia 08 de janeiro de 2021, um ofício ao gabinete do Secretário de Saúde de Maceió, Pedro Madeiro, solicitando que os farmacêuticos da capital façam parte do grupo prioritário da vacinação da Covid-19 na primeira fase da imunização.

    Na solicitação feita a Prefeitura de Maceió, o presidente do CRF/AL, Robert Nicácio, pede que os farmacêuticos contemplados não sejam apenas do setor público, mas também dos estabelecimentos de saúde particulares, a exemplo dos laboratórios, farmácias e outros.

    “Durante o lockdown as farmácias, postos de saúdes, unidades hospitalares foram considerados serviços essenciais e em cada um destes locais nós temos farmacêuticos trabalhando, por isso, solicitamos ao secretário de saúde que todos os profissionais farmacêuticos façam parte do grupo prioritário na primeira fase da imunização”, ressaltou.

    De acordo com ele, a medida foi adotada em virtude dos relatos recebidos de que em outras campanhas de imunização os farmacêuticos encontraram dificuldade de serem vacinados no grupo prioritário. “Decidimos pela comunicação oficial junto a Sesau porque entendemos que as secretarias de saúde tem autonomia quanto a estratégia de vacinação”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Seccional do CRF/AL estará fechada nesta terça-feira, 02 de fevereiro

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que em virtude do feriado de Nossa Senhora do Bom Conselho, padroeira da cidade de Arapiraca, a seccional que funciona na cidade estará fechada nesta terça-feira, 02 de fevereiro. O atendimento retorna na quarta-feira, 03 de fevereiro das 9 às 17h.