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  • Covid-19: CRF-AL alerta sobre orientação da OMS em evitar uso de Ibuprofeno

    Tem circulado pelas redes sociais, a recomendação da Organização Mundial de Saúde que pessoas com sintomas do coronavirus (Covid-19) evitem o uso de ibuprofeno, isso porque estudos mostram que a quantidade de enzima ECA2 é aumentada com uso deste medicamento, e outros estudos sugerem que esta enzima é responsável pela entrada do vírus nas células do indivíduo infectado.


    O secretário-geral do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Daniel Fortes, explica que por enquanto é apenas uma hipótese que isso possa acontecer, contudo, a não utilização deste medicamento por hora é a melhor maneira de evitar o agravamento da doença. “Diante deste cenário, o uso de ibuprofeno é recomendado apenas sobre prescrição de um profissional de saúde”, alertou.

    Daniel informa que este medicamento é utilizado para dores e febre. Ele ressalta que o parecetamol e a dipirona também podem ser usados para tratar esses sintomas, e que nem sempre eles estão associados ao coronavirus. A orientação é que ao perceber febre, tosse e dificuldade de respirar, o paciente procure uma unidade de saúde e não faça a automedicação.

    “A automedicação é um risco. Se o indivíduo está com febre e dor, procure uma farmácia, converse com o farmacêutico, receba a orientação de um profissional capacitado para te ajudar a solucionar o seu problema de saúde”, falou.

    Para os pacientes que fazem tratamento de hipertensão arterial e/ou diabetes, estes devem continuar, do contrário, a suspensão ou a substituição do medicamento deve acontecer sobre orientação médica. “Os riscos eminente de uma crise hipertensiva ou hiperglicemiante pode ser muito mais fatal que o risco de agravamento da infecção por coronavirus”, falou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Conselheira do CRF/AL alerta sobre tipo de álcool gel a ser usado na limpeza da mãos

    Entre as recomendações fornecidas pelo Ministério da Saúde para prevenção do Covid-19 (coronavírus) está a limpeza das mãos com água e sabão e/ou álcool em gel. Flávia Dabbur, conselheira do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL), alerta que a população precisa ficar atenta quanto à concentração do álcool gel a ser utilizado, que deve ser 70% (peso/peso) ou 77º GL (volume/volume).

    “Não adianta as pessoas comparem qualquer álcool gel disponível no mercado, porque ele não vai ter efetividade. No rótulo desses produtos deve vir identificado como antisséptico, bactericida, higienizador de mãos, gel higienizante ou desinfetante de mãos e as concentrações podem estar descritas como 70%, 70º ou 70º INPM”, orientou.

    A farmacêutica explica que a concentração 70% de álcool etílico é ideal e é considerada uma concentração ótima para efeito fungicida, bactericida e virucida (inativa o vírus), pois os 30 % de água na formulação facilita a entrada do álcool no micro-organismo que, por sua vez, irá inativá-lo com eficiência.

    E por que álcool gel ao invés de líquido? “Porque na forma gel a evaporação do álcool é diminuída”, revelou Flávia. Outra observação feita por ela é que seja feita a lavagem correta das mãos com água e sabão ou fazer uso do álcool gel. Além disso, a farmacêutica pontua que ingerir alimentos funcionais para aumentar a imunidade como frutas, verduras, legumes, oleaginosas pode prevenir a contaminação.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL adia curso de capacitação que aconteceria no sábado, 21

    Atendendo as recomendações do Ministério da Saúde, Organização Mundial de Saúde (OMS), Secretarias de Saúde de evitar aglomerações como forma de prevenção do COVID-19 (coronavírus), o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que o curso de capacitação em métodos contraceptivos e não-hormonais destinados a farmacêuticos e estudantes de farmácia não será realizado neste sábado, 21. Uma nova data deve ser marcada e anunciada brevemente. Contamos com a compreensão de todos.

  • Alta do dólar e coronavírus podem fazer medicamento ficar mais caro no Brasil

    Os fabricantes de medicamentos temem impacto na produção de medicamentos no país, o que poderia levar à alta nos preços. No começo de março a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou um edital pedindo para a indústria informar sobre os estoques.

    Segundo informações do Estadão, a presidente da ProGenéricos, Telma Salles, disse que a situação “preocupa”, mas que não há relatos de associadas com problemas com fornecedores da China. Já para o presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), a alta do dólar tem pressionado mais a indústria do que o avanço do novo coronavírus. O presidente da Associação de Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac) reforça que a situação preocupa mas que não há relatos de interrupção de fornecimento da China.

    Em nota, a Anvisa disse que “está avaliando medidas que assegurem a manutenção do abastecimento”. Já o Ministério da Saúde afirmou que tem contrato com empresas da China para importação de medicamento e “não há, até o momento, nenhuma sinalização de risco de descumprimento”.

    Na última semana a Interfarma se posicionou sobre possíveis impactos do COVID-19 na cadeia produtiva brasileira de medicamentos. A entidade esclareceu que a indústria farmacêutica realiza grandes esforços para antecipar riscos de oscilações e garantir a integridade da cadeia global de medicamentos e insumos farmacêuticos diversos.

    Índia restringiu a exportação de 26 ingredientes farmacêuticos e dos medicamentos feitos a partir deles. O país é um dos grandes fornecedores mundiais de medicamentos genéricos, as fabricantes farmacêuticas indianas utilizam cerca de 70% dos ingredientes farmacêuticos ativos de origem chinesa.

    Os especialistas afirmam que ainda não é possível perceber de que forma essa restrição vai interferir na disponibilidade dos medicamentos nos países que importam da Índia e dependem da China.

    Fonte: Pfarma

  • Com apenas 24 anos, a farmacêutica Vanessa Amaral, abriu a sua própria farmácia

    “Como mulher e empreendedora senti muita dificuldade nas negociações, sobretudo, porque abri o meu negócio com apenas 24 anos”, revela a farmacêutica Vanessa Amaral. Dados da pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor, realizada em novembro de 2019, conduzida pelo Sebrae, mostram que o país tem aproximadamente 24 milhões de mulheres empreendedoras.

    Vanessa é mais uma farmacêutica que faz a diferença. Formada pelo Centro Universitário Cesmac ainda jovem optou por abrir a sua própria farmácia. De acordo com ela, no início existia resistência para negociação com ela e com o tempo, ela conseguiu se impor enquanto mulher e empreendedora. “Consegui mostrar aos fornecedores que sou segura e confiante e assim, eles entenderam que sei negociar”, afirmou.

    A farmacêutica lamenta que ainda exista este tipo de comportamento no mundo dos negócios e reconhece que alguns avanços tem sido alcançado pelas mulheres, ao longo de cinco anos como empreendedora. “Quando chego pra negociar, me vem à pergunta: quem ajuda a representar a empresa? E eu prontamente responde que sou eu mesma quem fecho os negócios”, comentou.

    Ela decidiu empreender para ajudar as pessoas e por uma satisfação pessoal. “Apesar da idade me sentia segura para ter a minha própria farmácia e hoje, o meu sentimento é de satisfação e certeza de que tomei a melhor decisão”, garantiu.

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • De farmacêutica à gestora, Liliane administra seu negócio com mais duas sócias

    Na semana da mulher, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas vai contar a história de farmacêuticas que fizeram a diferença no aspecto profissional. A nossa primeira mulher é Liliane Brito, farmacêutica graduada pela Universidade Federal de Alagoas, e proprietária de uma farmácia de manipulação e empreendedora.

    Seu primeiro emprego foi na área de manipulação na FHN juntamente com Tânia Bernadete, fundadora da farmácia que compartilhou o seu conhecimento com Liliane. “A FHN faz parte da minha história como pessoa e como profissional”, revelou.

    Depois de oito anos como farmacêutica, Liliane recebeu o convite para ser sócia da empresa que prestava serviço. “Eu aceitei o desafio e confesso que ele foi enorme. Eu não tinha ideia do tamanho da responsabilidade de um gestor e fui aprendendo no meu dia a dia e são sete anos exercendo a função de farmacêutica gestora e proprietária”, comentou.

    Liliane administra sua farmácia juntamente com outra sócia, Tatiane, e elas sabem que o desafio é diário. “Hoje nós temos 49 famílias que sobrevivem da nossa loja e como empreendedoras, o nosso esforço é para que todos os dias a gente consiga manter o nosso quadro de colaboradores, a nossa qualidade de atendimento e produtos”, pontuou.

    A farmacêutica destaca que a empresa é feita por pessoas e que ao longo desta jornada não sofreu qualquer tipo de preconceito, talvez, segundo ela por ser uma área cuja predominância é feminina e uma prova disto, é que o seu negócio tem uma gestão 100% feminina. “Quando a gente vê o produto o pronto, o cliente feliz e o funcionário satisfeito, tenho certeza que estou no caminho certo, que me engrandece como ser humano e como profissional”, afirmou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Ministério da Saúde abre a 3ª Oferta do Curso sobre Políticas de Saúde e Assistência Farmacêutica no SUS

    O Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde (DAF/SCTIE/MS), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz/Brasília, abre inscrições para a 3ª oferta do curso “Políticas de Saúde e Assistência Farmacêutica no SUS”, o qual tem como objetivo apresentar os princípios e as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), bem como as políticas relacionadas à Assistência Farmacêutica (AF).

    Ofertado na modalidade ensino à distância (EAD) e direcionado aos profissionais que atuam na AF e no serviço público de saúde, o curso tem carga horária de 40h e está organizado em quatro aulas: i) breve histórico da saúde no Brasil; ii) SUS em construção; iii) estruturação e organização da AF no SUS e iv) planejamento, financiamento e monitoramento da gestão da AF.

    Espera-se que ao final do curso que os participantes saibam aplicar os princípios e as diretrizes gerais do SUS na gestão da AF, reconheçam a importância do planejamento estratégico como ferramenta de gestão, ampliem a utilização de evidências para tomada de decisão e promovam o acesso e o uso racional de medicamentos.

    As inscrições ficarão abertas no período de 09 de março a 15 de maio de 2020 e poderão ser feitas pelo link: https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/efg/ead/. O curso estará disponível na plataforma até 15 de junho e, ao realizar a inscrição já é possível iniciar o curso imediatamente.

    Este é o primeiro curso da linha de aprendizagem para qualificação da assistência farmacêutica no SUS. Outros dois cursos estão sendo elaborados, a saber: “Ciência de dados para a integração e qualificação da assistência farmacêutica no SUS” e “Planejamento em saúde e gestão da Assistência Farmacêutica”. A ação faz parte do eixo educação do Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica – Qualifar-SUS, do Ministério da Saúde.

     Confira mais informações no vídeo:  https://youtu.be/P7PLgNEZIv8

  • Saúde da mulher é mais do que cuidados ginecológicos

    O atendimento integral das mulheres – com acolhimento de suas demandas e necessidades, e a garantia do acesso de forma fácil, é um desafio, que no Brasil está em processo de consolidação.

    Tradicionalmente, nos sistemas de saúde por todo o mundo, a prioridade tem sido o cuidado da mulher no campo da saúde reprodutiva, com foco na atenção ao pré-natal e parto. Mas também é importante destacar outros cuidados como a prevenção dos cânceres de colo do útero e de mama, vacinas específicas, dentre outros.

    “Há várias doenças que afligem o universo feminino que são prevenidas por meio das vacinas. Mais recentemente, podemos falar da vacina do HPV, que é uma vacina muito segura e que tem reduzido drasticamente assistência de câncer de colo do útero, entre outros tumores, mas principalmente do colo uterino”, comentou a médica ginecologista, Raquel Autran, que é responsável pela divisão de gestão do cuidado da Maternidade Escola Assis Chateaubriand, em Fortaleza, no Ceará, e que também é vinculada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares.

    Raquel destaca também outras vacinas importantes para mulher. “Você toma vacinas quando está grávida prevenindo vírus que acomete mais mulheres gestantes, a vacina da Hepatite B que está no calendário vacinal da mulher ele vai exatamente seguindo esse ciclo de vida dela”, reforçou.

    No Sistema Único de Saúde (SUS), a maior parte dos atendimentos se iniciam na Atenção Primária, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

    Durante a consulta, se necessário, o médico solicita exames laboratoriais e de imagem, que também são ofertados pelo SUS. Após avaliação médica dos resultados, a paciente pode ou não ser encaminhada para atendimento especializado na rede pública.

    “O motivo da busca da mulher ao consultório é para fazer check-up, fazer rastreamento de algumas doenças, se preparar para engravidar. Isso tudo está dentro do contexto do cuidado com a saúde da mulher, que vai desde cuidar das doenças que são as mais prevalentes em mulheres até prevenções de doenças”, comentou Raquel.

    Cuidando do corpo

    De acordo a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 7,7% da população adulta brasileira foi diagnosticada com diabetes em 2018. As mulheres apresentam maior percentual de diagnostico com 8,1%, do que em homens 7,1%. Além disso, as mulheres apresentaram obesidade ligeiramente maior, com 20,7%, em relação aos homens,18,7%.

    Manter hábitos saudáveis é a melhor forma de evitar doenças. Uma alimentação balanceada com frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, aliada à uma ingestão menor de gordura, ajudam a ter uma vida mais sadia.

    Da mesma forma, fazer uma atividade física ao menos 30 minutos por dia, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar, são algumas das recomendações que ajudam a prevenir contra essa e outras doenças.

    “É importante se atentar para dieta e fazer sempre uma atividade física, isso começa na infância que isso é o que vai prevenir algumas doenças quando ela chegar em uma idade maior. Vale lembrar que as principais causas de mortalidade na mulher são as doenças cardiovasculares, e prevenção é praticar atividade física e fazer vistas ao profissional de saúde para avaliação”, comentou a médica.

    Planejamento reprodutivo

    O planejamento reprodutivo é um importante recurso para a saúde das mulheres. Ele contribui para uma prática sexual mais saudável, possibilita o espaçamento dos nascimentos e a recuperação do organismo da mulher após o parto, melhorando as condições que ela tem para cuidar dos filhos e para realizar outras atividades.

    “Quando a mulher ela quer engravidar o que a gente precisa principalmente afastar as doenças infecciosas. Essa mulher ao chegar no consultório ela fala do seu histórico, faz exames físicos e checagens de prevenção de doenças, como diabetes gestacional, doenças da tireoide, tudo isso identificado precocemente garante uma gravidez mais segura”, comentou Raquel.

    É importante que a mulher tenha uma consulta quando antes dela iniciar um método. “Na consulta ela vai poder dizer o que ela quer para saber quais são os métodos mais eficazes. Vai avaliar doenças que ela possa ter ou até mesmo na família que possa contraindicar algum do tipo de método. O profissional de saúde poderá dar as opções para que ela possa escolher”, destacou Raquel.

    Métodos contraceptivos

    O SUS oferece uma série de serviços que garantem acolhimento e sigilo sem discriminação, como o preservativo masculino e feminino, pílula combinada, anticoncepcional injetável mensal e trimestral, dispositivo intrauterino com cobre (DIU T Cu), diafragma, anticoncepção de emergência e minipílula.

    Mas, vale lembrar, que o uso do preservativo não serve somente para evitar gravidez. É fundamental utilizá-los para prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos, transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada.

    A transmissão de uma IST também pode acontecer, ainda, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação. Por isso, o acompanhamento pré-natal assegura o desenvolvimento da gestação, permitindo o parto de um recém-nascido saudável, sem impacto para a saúde materna, inclusive abordando aspectos psicossociais e as atividades educativas e preventivas.

    Saúde Mental

    Ampliar o olhar também perpassa o cuidado em Saúde Mental das mulheres, sendo assim, a busca do bem-estar é necessária para lidar com a complexidade do dia a dia.

    A Organização Mundial de Saúde (2000) afirma que a saúde mental feminina é afetada por seu contexto de vida ou por fatores externos (socioculturais, econômicos, de infraestrutura ou ambientais) e a identificação e a transformação desses fatores pode ser uma direção para prevenção primária.

    Nesta busca, é importante a utilização de estratégias que propiciam ambientes apoiadores, o fortalecimento da resiliência, a criação de condições individuais, sociais e ambientais que permitam aumentar a capacidade de bem-estar.

    Para promover a saúde mental e física, muitas estratégias são utilizadas, uma delas é a intervenção psicossocial, que possibilita o enfrentamento de questões pessoais como a ressignificação do sofrimento e a busca por redescobrir e potencializar as habilidades. Para isso, pode contar com a Rede de Atenção Psicossocial – RAPS.

    Por Luiza Tiné, da Agência Saúde

  • Espaço ciência oferta cursos de pós-graduação com desconto para farmacêuticos

    Mais um convênio e mais uma opção de cursos de pós-graduação e extensão. O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que existe um convênio firmado com o espaço de ciência, instituição de ensino, que oferta cursos na área de saúde.

    O presidente do CRF-AL, Robert Nicácio, ressalta que estes convênios são ofertados para que os farmacêuticos alagoanos tenham a oportunidade de se especializar com um preço acessível. “Nós buscamos instituições renomadas e com uma equipe técnica de qualidade para ofertar o que existe de melhor no Brasil para os profissionais alagoanos”, garantiu.

    A coordenadora do espaço ciência, Gabriela Beiriz, explica que desde 2017 são ofertadas pós-graduações na área de farmácia. “Hoje contamos com uma grade completa para atender todas as resoluções do Conselho Federal de Farmácia tanto em relação a prescrição farmacêutica como também pra farmacêutico hospitalar”, pontuou.

    Gabriela lembra que esta parceria com o CRF/AL é antiga e que os profissionais tem a sua disposição desconto de 15% para os farmacêuticos inscritos no Conselho e que os cursos são latu-sensu. “A pós em farmácia clínica e prescrição farmacêutica tem duração de 18 meses e ofertam os módulos de farmacologia clínica, prescrição farmacêutica, serviço de vacina em farmácia e de práticas integrativas e complementares”, comentou.

    Ela destaca que o espaço ciência é a única instituição de ensino que oferta o módulo de práticas integrativas e complementares, contemplando a atuação do farmacêutico clínico. Segundo Gabriela, este módulo contempla acupuntura, florais de bach e fitoterapia. “Os farmacêuticos que tiverem interesse em se inscrever na pós de farmácia hospitalar não é necessário que seja oriundo do espaço ciência, basta que ele tenha feito o curso de farmácia clínica”, disse.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • CRF/AL emite parecer jurídico para que farmacêutico concorra a vaga de biomédico em concurso público

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas encaminhou uma solicitação à comissão organizadora do concurso público da cidade de Penedo solicitando que a vaga destinada ao profissional biomédico também possa ser concorrida pelo farmacêutico.

    Segundo entendimento da assessoria jurídica, o pedido foi feito porque biomédicos e farmacêuticos possuem algumas atribuições idênticas, sejam durante a formação, seja no campo de atuação.

     “Vê-se com clareza que o profissional farmacêutico se encontra habilitado ao exercício das análises clínicas e, portanto, devendo concorrer com os biomédicos aos cargos”, diz um trecho do parecer.

    Além disso, existem jurisprudência com posição pacífica quanto a necessidade de existir proporcionalidade entre as profissões, aonde a justiça determina que existam nos concursos públicos a mesma quantidade de vagas tanto para o farmacêutico-bioquímico quanto para o biomédico.

    Sendo assim, a assessoria jurídica do CRF/AL entende pela possibilidade de ambas as funções (farmacêutico e biomédico) concorrem aos cargos com atribuição de análises clínicas.

    Fonte: Ascom CRF/AL