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Consultório Farmacêutico no SUS proporciona qualidade de vida em Craíbas
Com a vinda do curso Cuidado Farmacêutico no SUS para Alagoas, muitos projetos têm surgido e mudado a qualidade de vida dos pacientes que utilizam os serviços das Unidades Básicas de Saúde em todo o estado. A exemplo do município de Craíbas, a 150 quilômetros da capital alagoana, o consultório farmacêutico implantado pelo profissional farmacêutico, Robert Nicácio, tem obtido bons resultados junto a população.
Robert conta que a implantação do consultório se deu logo após o término do curso. “O primeiro passo foi encontrar um período para a realização da consulta farmacêutica, pelo menos uma a duas vezes por mês, para atender o público alvo como os pacientes poli medicados que são aqueles que usam cinco medicamentos ou mais, portadores de doenças crônicas (diabetes, hipertensão e asma). Os pacientes chegavam ao consultório farmacêutico encaminhados por outros profissionais de saúde como médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos e educadores físicos, ao mesmo tempo que era solicitado que viessem acompanhados de seus cuidadores ou parentes responsáveis pelo cuidado em casa e pela administração dos medicamentos, para que fosse realizada uma educação em saúde, capacitando todas pessoas que acompanham ou participam do tratamento”, explicou Robert.
Atualmente, o atendimento farmacêutico também é realizado na zona rural de Craíbas, no povoado da Folha Miúda, com a proposta de levar orientação em saúde as pessoas que não conseguem se deslocar até a unidade básica para atendimento.
De acordo com Robert, muitos usuários não aderiam ao tratamento medicamentoso antes da chegada do consultório farmacêutico. “Tivemos uma grata surpresa com a aceitação de todos os envolvidos, principalmente a participação dos usuários do SUS. Os pacientes tinham dúvidas sobre o tratamento e dessa forma não retornavam ao médico para continuar o tratamento. Com o consultório farmacêutico, onde a consulta é mais longa, tenho a chance de sanar dúvidas, observar detalhes que passam despercebidos, o que permite o paciente aderir o tratamento e retornar ao médico no período correto”, disse.
São atendidos no consultório de 15 a 20 usuários, com faixa etária entre 45 a 80 anos – a maioria diabética e hipertensa -, sem contar os pacientes que retornam para tirar dúvidas, pois já conseguem seguir as orientações farmacêuticas tranquilamente.
“A experiência tem sido muito animadora, o consultório tem se desenvolvido bem e os pacientes estão voltando as consultas, aderindo ao tratamento medicamentoso de forma correta, alcançando uma taxa de 60% da adesão ao tratamento. Este resultado foi tão positivo que fomos reconhecidos pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), como primeiro consultório farmacêutico no SUS do estado”, pontuou Robert.
A atuação farmacêutica em parceria com outras áreas da saúde tem possibilitado uma maior adesão dos pacientes ao tratamento, mantendo as doenças sob controle, impedindo o uso irracional de medicamentos, elevando a qualidade de vida dos usuários do SUS.
Ascom CRF/AL
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Laboratórios oficiais são decisivos para o fornecimento de medicamentos ao SUS
Com a consolidação da sua cadeia produtiva e logística, a rede de 18 laboratórios oficiais existentes no país é um dos principais provedores de insumos estratégicos e produtos para a saúde ao SUS. A avaliação é do presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter da Silva Jorge João, a partir dos dados de uma pesquisa inédita sobre a capacidade produtiva desses estabelecimentos, realizada pela Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil (Alfob), em parceria com o conselho.
De acordo com o estudo, cujo relatório será lançado no dia 29 de outubro na sede do CFF, em Brasília, às 10h, os laboratórios oficiais do Brasil têm capacidade instalada, atualmente, de mais de seis bilhões de unidades farmacêuticas por ano, produzindo desde comprimidos até frascos-ampolas injetáveis. A produção é suficiente para suprir 100% da necessidade de soros antipeçonhentos da população brasileira; 70% da demanda por vacinas; 50% do consumo de medicamentos para HIV/aids e de grande parte dos kits para diagnóstico, além de outros produtos para a saúde.
O presidente da Alfob, Artur Roberto Couto, disse que a pesquisa cumpre missão histórica, ao revelar que os laboratórios oficiais sustentam conquistas civilizatórias do SUS, como o maior programa de vacinas público do mundo, o controle do sangue utilizado na rede hospitalar de todo o Brasil, a redução da mortalidade infantil e pelo HIV/Aids, o enfrentamento das doenças transmissíveis e a provisão de medicamentos para tratamento de doenças negligenciadas e drogas órfãs.
“A pesquisa ‘Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil’ apresenta, pela primeira vez a caracterização e as competências, os desafios e as perspectivas da Rede Brasileira de Produção Pública de Medicamentos (RBPPM)”, explica o presidente da Alfob, Artur Roberto Couto. “Os laboratórios oficiais precisam se integrar cada vez mais para alcançar maior eficiência, melhorias na certificação da qualidade e inovação, sempre tendo presente que o seu foco estratégico é atender às reais necessidades de saúde, atuando para evitar a desassistência e o sofrimento das camadas desprotegidas da população”, afirma Artur Roberto Couto.
O relatório da pesquisa tem 56 páginas, foi organizado em sete capítulos e apresenta dados como o número de produtos, patentes e registros, linhas de produção, faturamento e investimentos dessas unidades fabris, que, juntas, contam com a colaboração de quase 8.500 profissionais, entre os quais, muitos farmacêuticos.
Para o presidente do CFF, Walter Jorge João, os laboratórios oficiais se encontram em plena fase de maturidade em seu desenvolvimento, com elevada capacidade produtiva instalada e prontos para atender ao desafio da inovação tecnológica que marca o setor farmacêutico. “Ao realizar essa pesquisa em parceria com a Alfob, o CFF busca fortalecer a rede oficial de laboratórios, em função dos farmacêuticos que neles atuam e também em favor da saúde da população”.
Sob a coordenação geral de Luiz Marinho e César Luz, a pesquisa foi realizada por Felipe Dias Carvalho, Rodrigo Silvestre e Tarcísio José Palhano, assessor da Presidência do CFF, que foi responsável, também, pela revisão técnica do texto. Do relatório, cuja versão digital pode ser acessada AQUI, faz parte um capítulo específico sobre a função estratégica que desempenham as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), o Programa de DST/Aids e o Programa de Imunização para a pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica da RBPPM. Também são dedicados capítulos à discussão dos desafios e perspectivas para o setor farmacêutico oficial no Brasil.
No dia do lançamento, será realizado um debate, para o qual foram convidados representantes do Ministério da Saúde, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Conselho Nacional de Saúde (CNS), do Conselho de Secretários de Saúde (Conass), do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), da Comissão de Seguridade Social e Família, do Congresso Nacional, e da Frente Parlamentar da Indústria Pública de Medicamentos.
Programação:
Lançamento da Pesquisa
“Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil” (Alfob/CFF, 2019)
PARA TER ACESSO AO RELATÓRIO, CLIQUE AQUI
Data: 29 de outubro de 2019
Horário: 10h
Local: Conselho Federal de Farmácia
Endereço: SHIS QI 15 Lote L – Lago Sul – Brasília-DF
Contato: (31) 98732-4519 (César Luz – Alfob) (61) 99335-8484
Fonte: CFF
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Ministério da Saúde abre edital para capacitação de farmacêutico no SUS em segurança do paciente
O Ministério da Saúde, em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein, abre edital para farmacêuticos do SUS se capacitarem em segurança do paciente. A capacitação será ofertada na modalidade presencial, e ocorrerá no centro de Simulação Realística do Hospital Albert Einstein na cidade de São Paulo.
Serão disponibilizadas mil vagas, distribuídas em 25 turmas durante todo o ano de 2020. Podem se inscrever profissionais da área hospitalar, urgência e emergência, oncologia e atenção psicossocial, públicos e filantrópicos, e farmacêuticos docentes de instituições públicas de ensino superior.
Os interessados podem conferir o edital completo aqui e se inscrever no período de 21 de outubro a 24 de novembro de 2019.
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Alagoas tem 13 trabalhos científicos apresentados no XX Congresso Farmacêutico em São Paulo
De 10 a 12 de outubro, aconteceu o XX Congresso Farmacêutico de São Paulo, o XII Seminário Internacional de Ciência Farmacêuticas e a Exporfar 2019. O evento debateu a atuação do farmacêutico em todos os segmentos, apontando para as novas tendências de mercado, avanços tecnológicos e pesquisas que estão em desenvolvimento no Brasil e no exterior. Na ocasião, o evento contou com a participação de profissionais farmacêuticos alagoanos e exposições de trabalhos científicos.
Confira os trabalhos que foram apresentados:
APRESENTADOR: Abiane Maria Gomes de Souza Silva
ORIENTADOR: Maria das Graças Leopardi Gonçalves
INSTITUIÇÃO: Universidade Federal de Alagoas
Trabalho 1- A influência das discrepâncias medicamentosas no tempo de internação hospitalar
APRESENTADOR: Alyne Almeida de Lima
ORIENTADOR: Eliane Aparecida Campesatto
INSTITUIÇÃO: Universidade Federal de Alagoas
Trabalho 1- Efeito anti-inflamatório do extrato aquoso e etanólico da Cereus jamacaru (Mandacaru) em modelo de artrite.
Trabalho 2- Avaliação da profilaxia de náuseas e vômitos pós-operatórios em uma unidade de internamento cirúrgico.
APRESENTADOR: Andressa Leite Leão
ORIENTADOR: Alfredo Dias de Oliveira Filho
INSTITUIÇÃO: Universidade Federal de Alagoas
Trabalho 1- Perfil de transtornos menores autolimitados relatados por pacientes atendidos em farmácias comunitárias privadas de Maceió
Trabalho 2- Fatores associados à de medicamentos isentos de prescrição em farmácias comunitárias de Maceió
APRESENTADOR: Flavia Scigliano Dabbur
INSTITUIÇÃO: Hospital Vida
Trabalho 1- Avaliar a estabilidade microbiológica do concentrado polieletrolitico para hemodiálise (CPHD) básico e ácido produzido por um hospital privado em Maceió.
ORIENTADOR: Flavia Scigliano Dabbur
INSTITUIÇÃO: Centro Universitário Cesmac
APRESENTADOR: Flavia Scigliano Dabbur
Trabalho 2- Avaliação físico química e antibacteriana de sabonete líquido contendo extrato de própolis vermelha 3%.
ORIENTADOR: Flavia Scigliano Dabbur
APRESENTADOR: Suzanne Pinheiro Vieira
INSTITUIÇÃO: Universidade Federal de Alagoas
Trabalho 1- Elaboração e Eficácia do Controle de Qualidade em Microencapsulados de Própolis Vermelha Alagoana.
ORIENTADOR: Ticiano Gomes do Nascimento
Trabalho 2- Propriedades Cardioprotetoras Induzidas por Alfa-Terpineol Contra o Infarto do Miocárdio em Ratos.
ORIENTADOR: Eurica Adélia Nogueira Ribeiro
APRESENTADOR: Thiago José Matos Rocha
ORIENTADOR: Valéria Cristina de Melos Lopes
INSTITUIÇÃO: Centro Universitário Cesmac
Trabalho 1 – Perfil de exames citológicos domicílio do uterino realizado em laboratório de citologia de Maceió-AL.
Trabalho 2- Perfil de mulheres com resultado da citologia LSIL, HSIL, e detecção de HPV em usuárias atendidas em laboratório de citologia clínica.
Apresentador: Willams Alves da Silva
Orientador: Kristiana Cerqueira Mousinho
Instituição: Centro Universitário Cesmac
Trabalho 1 – Avaliação do perfil da adesão medicamentosa em idosos pertencentes a grupos sociais
Trabalho 2 – Efeito da auriculoterapia na dor lombar crônica
Ascom CRF/AL
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Anvisa abre consulta pública sobre medicamentos sob prescrição se tornarem MIPs
A Anvisa abriu consulta pública sobre a conversão da classificação de medicamentos que hoje são comercializados sob prescrição médica para se tornarem isentos de prescrição (MIPs). Para participar, basta acessar a ferramenta e-Participa.
Antes de acessar o formulário, o interessado pode verificar os medicamentos que já possuem solicitação de enquadramento como MIPs, ainda sem avaliação da Anvisa. Para tanto, basta acessar a Fila de Análise de Solicitações.
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CFF emitirá nota técnica sobre dispensação de medicamentos por prescrição eletrônica
O Conselho Federal de Farmácia (CFF) deve emitir, em breve, uma nota técnica de orientação aos farmacêuticos em atuação no Brasil sobre como proceder em relação às prescrições eletrônicas que porventura possam chegar em farmácias onde atuam. Foi o que ficou decidido na primeira reunião do Grupo Interinstitucional de Trabalho (GIT) da Farmácia Digital constituído pelo conselho para subsidiar as decisões de regulamentação dos processos de transformação digital em curso na sociedade e que tem impacto na profissão farmacêutica, bem como seus processos e produtos. A reunião ocorreu durante todo o dia, na sede do CFF, em Brasília.
O objetivo desse primeiro encontro foi abordar aspectos relacionados com a prescrição eletrônica no âmbito das atividades profissionais farmacêuticas e a elaboração de plano de trabalho para 2019/2020. De acordo com o coordenador do grupo, Eugênio Rodrigo Zimmer Neves, o balanço das discussões foi muito positivo.
“As prescrições eletrônicas estão começando a chegar às farmácias e esse é um problema crítico, que precisa de uma resposta urgente. A complexidade do problema requer uma visão sistêmica e diversificada que o pluralismo da composição do GIT está ajudando a endereçar”, comentou. Além de uma nota técnica de orientação aos farmacêuticos sobre como proceder nesses casos, o GIT deverá entregar propostas de resoluções sobre o tema a serem encaminhadas ao Plenário.

Segundo a gerente geral de Conhecimento, Inovação e Pesquisa da Anvisa, Mônica da Luz Carvalho Soares, que elogiou muito a iniciativa do CFF, de constituir o GIT, o tema transformação digital é, de fato, interdisciplinar e também já vêm sendo discutido no âmbito da Anvisa. A ideia é incentivar do aprendizado mútuo e incentivar um maior alinhamento de informações sobre questões como a prescrição farmacêutica, por exemplo. E, a partir disso, estabelecer uma regulamentação na área. “É um aprendizado coletivo e o resultado precisa estar alinhado às expectativas da saúde digital, à legislação vigente e aos novos parâmetros econômicos que vêm sendo capitaneado pelos ministérios da Economia e da Saúde”, comenta.De acordo com Ruy Ramos, assessor do diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, a prescrição eletrônica necessitará de regulamentação própria uma vez que que os documentos devem ter certificação e assinatura digital. Para ele a migração digital vai garantir mais segurança ao processo. “O modelo em papel traz uma série de problemas, desde o controle passando por fraudes, adulterações e falsificações. Uma fraude clássica é falsificar o carimbo do profissional da saúde prescritor, o que não vai mais acontecer, pois o responsável pela emissão da prescrição poderá ser facilmente rastreado”, observou.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde, Luis Gustavo Kiatake, é fundamental discutir a questão da prescrição e receita eletrônica no País, um instrumento que vai trazer mais conforto, mobilidade e redução de custos para a população brasileira. “Diversos países já implementaram esse modelo, inclusive com ganhos muito expressivos. Estamos atrasados! Então, é muito importante ver o posicionamento do CFF, de buscar soluções respeitando as legislações vigentes, como a lei de proteção de dados”.O gerente de Informática Clínica do Hospital Sírio Libanês, Vladimir Pizzo, também enalteceu a iniciativa do CFF, de promover o debate interinstitucional sobre a transformação digital na Farmácia entre as pessoas que estão pensando esses processos. “Há muita gente falando desse assunto, mas essas vozes isoladamente vão poder fazer muito pouco. No mesmo barco, remando junto, podemos, de forma mais ágil, entregar um projeto relevante e congregador para a melhoria da qualidade de vida e da saúde dos brasileiros.”
Eduardo Mugnai, representante da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) destacou a importância da discussão. “Não é um trabalho simples porque envolve uma série de atores. Não é apenas o CFF, mas a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Saúde, e também o setor privado. Acredito que construir um modelo e construir uma proposta da arquitetura de plataforma que consiga integrar tudo isso, fazendo a rastreabilidade de todo processo é fundamental não só para controles internos mas principalmente para garantir a segurança do paciente.”

Para Igor Kish, da Anvisa, esse é momento certo e a discussão interdisciplinar sobre a transformação digital é importante para acelerar esse caminho. “Esse grupo multidisciplinar, sem sombra de dúvida, tem muito a agregar e a chance de sucesso aumenta significativamente graças a essa pluralidade. Então como representante da Anvisa a gente tenta trazer um pouco da visão normativa em relação ao assunto.”Josélia Frade, assessora da Presidência do CFF e vice-coordenadora do GIT, a discussão entre os diversos setores é necessária porque o Brasil precisa trilhar um longo caminho para a implantação da prescrição eletrônica integrada à dispensação, realizada em estabelecimentos públicos ou privados. “Durante a reunião o debate permitiu aos participantes conhecer particularidades do ato de dispensar e também de outros serviços farmacêuticos, que necessitam da tecnologia não apenas para o registro, mas também, para apoio às decisões clínicas, para a melhoria da adesão aos tratamentos e para a educação dos pacientes, etc. O grupo tem um longo trabalho pela frente, e estamos iniciando a definição de prioridades”, disse ela, agradecendo aos participantes do evento pela enorme colaboração que têm prestado ao CFF nessa missão.
Fonte: CFF
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Sobrafo realiza seminário voltado a assistência farmacêutica na oncologia
A Sociedade Brasileira de Farmacologia em Oncologia (Sobrafo) realiza com o apoio do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL), o seminário regional Sobrafo 2019, com o tema central “Assistência Farmacêutica e sua Importância para a Melhoria da Qualidade do Cuidado em Oncologia”. Maceió será a única cidade do nordeste a receber o evento, que acontecerá no Hotel Ritz Lagoa da Anta, no dia 09 de novembro.
As inscrições já estão abertas, clique aqui para fazer a sua. Participe!
Ascom CRF/AL
















