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  • #UsoRacionaldeMedicamentos

    Para um em cada quatro brasileiros que utilizaram medicamentos nos últimos seis meses, familiares, amigos e vizinhos costumam ser os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição. É o que revela pesquisa realizada pelo CFF e Datafolha, lançada no sábado, dia 27 de abril.

    Em comemoração ao dia 5 de maio, Dia Nacional pelo Uso Racional de Medicamentos, os conselhos de Farmácia estão em campanha alertar que a melhor estratégia antes de usar qualquer medicamento é consultar sempre um farmacêutico.

  • #UsoRacionaldeMedicamentos

    Dados de pesquisa realizada pelo CFF e Datafolha revelam que 37% dos brasileiros que fizeram uso de medicamentos nos últimos seis meses costumam reduzir a dose de medicamentos prescritos para eles. Os motivos mais frequentemente declarados para essa arriscada alteração foram a sensação de que “o medicamento fez mal” ou “a doença já estava controlada”, além do custo do medicamento.

    Não corra riscos. A sua saúde não é um jogo. O avanço para a próxima fase exige cuidado. Antes de usar qualquer medicamento, consulte sempre um farmacêutico.

  • Vale do Reginaldo recebe ação social voltada ao Uso Racional de Medicamentos

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL) realiza a campanha do Uso Racional de Medicamentos (URM), no Vale do Reginaldo, no bairro do Poço, neste sábado (04). A população receberá os serviços de aferição de pressão, medição de glicemia capilar, medição do índice de massa corporal e consulta farmacêutica, a partir das 8h da manhã.

    “O objetivo da ação é trazer conhecimento e saúde para a população carente de nosso estado. Sabemos das dificuldades que as pessoas se encontram, muitos não conseguem se locomover até um posto de saúde, por isso, o Conselho de Farmácia vai ao encontro das pessoas que mais necessitam”, disse a presidente do CRF-AL Mônica Meira.

    Esta é a segunda ação social promovida pelo conselho no Vale do Reginaldo neste ano. A primeira ocorreu em janeiro durante o Dia Nacional do Farmacêutico e também contou com atendimento à população.

    “Durante a nossa primeira visita no início do ano tomamos conhecimento da dimensão da comunidade do Vale do Reginaldo. Conversando com as lideranças surgiu a proposta de uma segunda ação, para atender a quem não pôde se fazer presente neste primeiro encontro”, reforçou Mônica.

    As ações sociais do CRF-AL são realizadas com base em temas que visam informar a população alagoana sobre os benefícios e os malefícios dos medicamentos e a forma correta de usá-los. A campanha do Uso Racional de Medicamentos também acontecerá na Praça Luiz Pereira Lima, no próximo sábado (11), em Arapiraca.

    Ascom CRF-AL

  • #UsoRacionaldeMedicamentos

    Se a sua saúde está em jogo, não avance nenhuma casa! Antes de usar qualquer medicamento, mesmo tendo em mãos uma prescrição, consulte um farmacêutico quanto ao uso correto, os riscos de intoxicação e as formas adequadas de armazenamento e descarte.

    Conte com o farmacêutico para que seu tratamento tenha o melhor resultado possível! Você estará preservando a sua saúde e ajudando a reverter as estatísticas apuradas em pesquisa realizada pelo CFF e DataFolha, segundo a qual 57% dos pacientes que utilizaram medicamentos nos últimos seis meses não costuma usar o medicamento conforme orientado, alterando a dose receitada.

  • #UsoRacionaldeMedicamentos

    Quase metade dos brasileiros que usaram medicamentos nos últimos seis meses abusou da sorte e, com uma frequência bastante alta, utilizou medicamentos sem qualquer prescrição. Pesquisa feita pelo CFF e Datafolha, divulgada no sábado, dia 27 de abril, mostra que 47% se automedicaram pelo menos uma vez por mês. De acordo com o estudo, a automedicação ocorre mesmo com medicamentos prescritos.
    O uso indiscriminado de medicamentos é um risco. Por isso, os conselhos de Farmácia adverte: antes de usar qualquer medicamento, consulte sempre um farmacêutico.

  • Rastreamento feito pelo CFF constata: um em cada 5 brasileiros pode ter diabetes

    O Conselho Federal de Farmácia (CFF) divulgou nesta quarta-feira, dia 24 de abril, durante a sua 481ª Reunião Plenária, em Brasília, os resultados do Rastreamento de Casos Suspeitos de Diabetes Mellitus: Novembro Diabetes Azul 2018. Realizado no final entre 14 de novembro e 12 de dezembro do ano passado pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), com o apoio da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), o estudo foi apresentado pela assessora da Presidência, Josélia Frade, e demonstrou uma prevalência de 18,4% de glicemia elevada na população pesquisada, composta por 17.580 pessoas de todas as regiões do país. Isso significa que um em cada 5 brasileiros sem diagnóstico prévio pode ter diabetes mellitus. O estudo é um dos maiores sobre o tema já realizados no país.

    PARA CONFERIR OS DADOS COMPLETOS, CLIQUE AQUI.

    Além de realizarem o teste de glicemia capilar, todos os participantes tiveram a circunferência abdominal, peso e altura medidos, além de serem submetidos à avaliação de risco de desenvolvimento do diabetes por meio do Finnish Diabetes Risk Score – FINDRISC. Os resultados do teste apontaram que 22,6% dos brasileiros sem diagnóstico prévio de diabetes mellitus apresenta risco alto (um brasileiro em cada três) ou muito alto (um brasileiro em cada dois) de desenvolver a doença nos próximos dez anos. Os fatores de risco mais presentes foram o sedentarismo (68%), a não ingestão de verduras e frutas todos os dias (43%) e o histórico familiar (37%).

    Participaram do Estudo, cerca de mil farmacêuticos de farmácias públicas e privadas, em 345 municípios. A maioria dos pacientes foi atendida em farmácias privadas (77,84%). Prevaleceram na amostra o público feminino (60%) e pessoas com menos de 45 anos (48%). A maior parcela da população pesquisada possuía 11 anos ou mais de estudo. Apenas 4,6% dos participantes não eram alfabetizadas.

    O presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, agradeceu os voluntários que participaram da campanha e destacou a importância dos resultados para a saúde pública. “Com base nas estatísticas apuradas, temos subsídios para ações efetivas voltadas à prevenção e ao controle do diabetes mellitus no país. Nossos próximos passos serão apresentar esses dados aos diferentes gestores de saúde no país, para que essas informações levantadas se revertam em medidas que possam de fato beneficiar a população”, destacou.

    A presidente da SBD, Hermelinda Pedrosa, acompanhou a apresentação dos dados e agradeceu a parceria feita com a entidade. Ela destacou o fato de que as estatísticas apuradas refletem a desigualdade social no país. “A gente precisa investir principalmente nas regiões mais pobres do País. O Brasil é um país rico, mas desigual, inclusive a gente vê que, metabolicamente, isso também ocorre. Os dados mostram claramente um pior controle no Norte e no Nordeste. A gente precisa educar, apoiar e transformar a vida dessas pessoas como profissionais de saúde.”

    Sobre o porcentual de 24,6% de exames alterados na Região Centro-Oeste, ela destacou que o índice certamente tem um vínculo com os dados de alta prevalência de sobrepeso e obesidade detectados na região por meio do Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde. “A partir desses dados, precisamos reinventar formas de abordagem e de ação, precisamos educar e apoiar as pessoas para que possamos transformar essa realidade.”

    Uma das pesquisadoras responsáveis pelo estudo, Josélia Frade destacou a singularidade do projeto, que permitiu também a integração e aproximação do CFF com a SBD. “O que a gente espera é que esses resultados não parem apenas no diagnóstico. Que os gestores de saúde desse país olhem com muito carinho para esses dados e, quem sabe, consigamos elaborar planos de ação para poder minimizar o risco nessa população.”

    Apresentado nesta quarta-feira, dia 24 de abril, a reunião plenária do CFF em Brasília, o estudo é um dos maiores sobre o tema já realizados no país.

    Os principais resultados da campanha foram apresentados, também , em matéria do Bom Dia Brasil, hoje 29.04 – Acesse – www.globoplay.globo.com/v/7575556/.

    Fonte: Comunicação CFF

  • Quase metade dos brasileiros que usaram medicamentos nos últimos seis meses se automedicou até uma vez por mês

    Uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), por meio do Instituto Datafolha, constatou que a automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros que fizeram uso de medicamentos nos últimos seis meses. Quase metade (47%) se automedica pelo menos uma vez por mês, e um quarto (25%) o faz todo dia ou pelo menos uma vez por semana. Inédita na história dos conselhos de Farmácia, a pesquisa investigou o comportamento dos brasileiros em relação à compra e ao uso de medicamentos, e servirá para subsidiar uma campanha nacional de conscientização, em comemoração ao dia 5 de maio, o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos.

    LEIA O RELATÓRIO COMPLETO AQUI.

    O estudo detectou ainda uma modalidade diferente de automedicação, a partir de medicamentos prescritos. Nesse caso, a pessoa passou pelo profissional da saúde, tem um diagnóstico, recebeu uma receita, mas não usa o medicamento conforme orientado, alterando a dose receitada. Esse comportamento foi relatado pela maioria dos entrevistados (57%), especialmente homens (60%) e jovens de 16 a 24 anos (69%). A principal alteração na posologia foi a redução da dose de pelo menos um dos medicamentos prescritos (37%). O principal motivo alegado foi a sensação de que “o medicamento fez mal” ou “a doença já estava controlada”. Para 17%, o motivo que justificou a atitude foi o custo do medicamento – “ele é muito caro”.

    Também foi observado que 22% dos entrevistados que utilizaram medicamentos nos últimos seis meses tiveram dúvidas, mesmo em relação aos medicamentos prescritos, principalmente no que diz respeito à dose (volume e tempo) e a alguma contraindicação contida na bula. O mais grave é que cerca de um terço dos entrevistados não procurou esclarecer as dúvidas e, desses a maioria parou de usar o medicamento. Depois do médico, a internet e a bula são as principais fontes de informação para sanar dúvidas relacionadas ao uso de medicamentos. Os farmacêuticos (que prescreveram ou dispensaram o medicamento) foram a quarta fonte mais consultada, tendo sido citados por 6% dos entrevistados.

    Ainda em relação ao uso de medicamentos sem prescrição, a frequência da automedicação é maior entre o público feminino. Mais da metade das entrevistadas (53%) informou utilizar medicamento por conta própria, pelo menos uma vez ao mês. Os mais conscientes em relação à importância de se orientar com um profissional da saúde antes de usar qualquer medicamento são os moradores da Região Sul, onde 29% dos entrevistados declaram não utilizar medicamentos por conta própria, sem prescrição. A maioria das pessoas entrevistadas afirmou que se automedica quando já usou o mesmo medicamento antes (61%). A facilidade de acesso ao medicamento foi outro fator determinante, principalmente entre o público jovem, de 16 a 24 anos (70%).

    Familiares, amigos e vizinhos foram citados como os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição, nos últimos seis meses (25%), embora, 21% dos entrevistados tenham citado as farmácias como a segunda fonte de informação e indicação. “Vamos trabalhar para que a população entenda que ela tem ao seu alcance, nas farmácias, um profissional da saúde especialista em medicamentos, que é o farmacêutico. Muita gente não sabe, mas o farmacêutico pode inclusive prescrever os medicamentos isentos de prescrição (MIPs). É sempre mais seguro contar com o auxílio desses profissionais do que utilizar medicamentos por conta própria”, comenta o presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter da Silva Jorge João.

    Medicamentos mais usados – Por meio da pesquisa foram identificados, também, os medicamentos mais utilizados pelos brasileiros nos últimos seis meses. É surpreendente o alto índice de utilização de antibióticos (42%), somente superado pelo porcentual declarado para analgésicos e antitérmicos (50%). Em terceiro lugar ficaram os relaxantes musculares (24%). O uso de antibióticos foi maior nas regiões Centro-Oeste e Norte (50%). Os medicamentos utilizados nos últimos seis meses com prescrição, em sua maioria, foram indicados pelos médicos (69%), mas a prescrição farmacêutica, regulada pelo Conselho Federal da Farmácia (CFF) em 2013, pela Resolução/CFF n° 586/2013, foi citada por 5% dos entrevistados.

    Aquisição dos medicamentos – A maioria dos brasileiros (88%) compra os medicamentos que utiliza, sendo que 30% consegue esses produtos na rede pública/SUS. Outras maneiras citadas foram o uso de amostras grátis ou doações. A obtenção de medicamentos na rede pública/SUS é maior entre pessoas com mais de 60 anos (50%) e entre moradores da Região Sul (41%). Com exceção dos medicamentos para diabetes (insulina, hipoglicemiantes orais), é mais comum a compra dos demais.

    Descarte – A pesquisa apurou também qual é a forma mais usual de descarte dos medicamentos que sobram ou vencem, e 76% dos entrevistados indicaram maneiras incorretas para a destinação final desses resíduos. Pelos resultados da pesquisa, a maioria da população descarta sobras de medicamentos ou medicamentos vencidos no lixo comum. Quase 10% afirmaram que jogam os restos no esgoto doméstico (pias, vasos sanitários e tanque.

    Metodologia – A pesquisa quantitativa foi realizada com a população brasileira a partir de 16 anos de idade e que utilizou medicamentos nos últimos seis meses. A coleta de dados foi feita pelo Datafolha, entre os dias 13 e 20 de março de 2019. Com uma amostra de 2.074 pessoas, o estudo teve abrangência nacional, incluindo capitais/regiões metropolitanas e cidades do Interior, de diferentes portes, em todas as regiões do Brasil. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.

    Campanha – Com o tema saúde não é jogo, a campanha nacional de conscientização pelo uso racional de medicamentos está sendo realizada pelo Conselho Federal de Farmácia e os 27 conselhos regionais vinculados ao Sistema CFF/CRFs, em alusão ao Dia Nacional pelo Uso Racional de Medicamentos, comemorado no dia 5 de maio. Com uma linguagem acessível, a campanha chama a atenção da população para que não se arrisque jogando o jogo da automedicação. A orientação é que ao usar qualquer medicamento, a pessoa consulte sempre um farmacêutico. A veiculação das peças será principalmente por meio da internet/mídias digitais.

    Alagoas – O Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos acontece a partir do próximo sábado (04), com a realização de uma ação social no Vale do Reginaldo, no bairro do Poço, em Maceió. No dia 11 de maio será a vez do município de Arapiraca receber a campanha, a ser executada na Praça Luiz Pereira Lima. A população alagoana terá acesso aos serviços de aferição de pressão, medição de glicemia capilar, medição do índice de massa corporal e consulta farmacêutica. Os atendimentos ocorrerão das 8h às 12h.

    Fonte: Comunicação CFF

  • #UsoRacionaldeMedicamentos

    Pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) e Instituto Datafolha revela que, quando o assunto é medicamento, a maioria da população costuma arriscar e usar sem orientação. A automedicação é hábito comum a quase 80% da população que usou medicamentos nos últimos seis meses.

    Não arrisque! Antes de usar qualquer medicamento, consulte sempre um farmacêutico.

    Quer saber mais sobre a pesquisa CFF/Datafolha e sobre a campanha nacional de conscientização “Saúde não é jogo”, iniciativa dos conselhos de Farmácia em comemoração ao dia 5 de maio, o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos, acesse o link – https://bit.ly/2GMR7GG

  • Brasília sedia o I Congresso de Ciências Farmacêuticas do Centro-Oeste

    O I Congresso de Ciências Farmacêuticas do Centro-Oeste será em Brasília nos dias 25, 26 e 27 de abril de 2019. Com o tema: “A Integralidade do Cuidado Farmacêutico”, o evento é resultado de uma parceria entre os conselhos regionais de Farmácia do Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. As atividades serão no hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, no Setor de Clubes Norte.

     A programação do Congresso está repleta de conteúdos técnico-científicos e foi pensada e organizada para oferecer capacitação em áreas vitais à profissão como Farmácia Clínica, Hospitalar, Análises Clínicas, Farmácia Magistral, Farmácia Estética e Cosmética, Nutracêuticos, entre outras. Para tanto, integrou o I Congresso de Análises Clínicas e Citologia Clínica do Planalto Central, o I Simpósio de Farmacêuticos Estetas do Centro-Oeste, o II Encontro Distrital de Professores e Profissionais de Farmácia Clínica, a I Jornada de Práticas Integrativas e Complementares do Centro-Oeste, o I Encontro Distrital de Residentes em Farmácia e a II Jornada Farmacêutica de Cuidado ao Idoso.

    Mais de 1.200 participantes, entre farmacêuticos, estudantes de Farmácia e demais profissionais da saúde estão inscritos para participar do evento, que oferecerá quase 30 horas de conteúdos.

    A presidente do Conselho Regional de Farmácia do Distrito Federal (CRF/DF), Gilcilene El Chaer, acredita que Brasília merecia um grande evento científico para congregar os farmacêuticos e demais profissionais da área da saúde. “O ano de 2019 foi escolhido porque o CRF/DF comemora 50 anos de existência. Atualmente, são mais de 8.000 profissionais inscritos na autarquia, e a população brasileira, em especial a do DF, reconhece a importância desse profissional como um dos principais agentes de saúde no cuidado à saúde”.

    Para debater esses temas tão relevantes à categoria, foram convidados 80 profissionais notórios e renomados do âmbito farmacêutico nacional, que vão ministrar e gerir atividades como mesas redondas, palestras, minicursos e workshops.

    Confira a programação do I Congresso de Ciências Farmacêuticas do Centro-Oeste.

    Fonte: Comunicação CFF