Categoria: Notícias

  • Novartis otimista sobre nova droga para coração mesmo sem apoio na Europa

    Novartis otimista sobre nova droga para coração mesmo sem apoio na Europa

    A empresa farmacêutica Novartis ainda vê seu medicamento para insuficiência cardíaca, o Serelaxin, como um possível sucesso de vendas, mesmo após recuar de seus planos originais de lançamento quando o regulador de saúde europeu não concedeu apoio à droga.
     
    O Serelaxin é uma peça-chave em uma série de fármacos potencialmente “campeões de vendas” aos quais a farmacêutica suíça está se voltando conforme aposta em tratamentos para câncer, coração e problemas respiratórios para preencher o vazio deixado pela expiração de patentes de drogas como o Diovan, que passou a sofrer concorrência de genéricos.
     
    A Novartis disse que pedirá uma aprovação condicional para o Serelaxin, em vez de uma aprovação total, e que enviará novos dados em um esforço para ganhar o apoio do órgão europeu, o que representa atrasos para as esperanças da companhia de obter a aprovação este ano. Isso também significa que a revisão europeia da droga coincidirá com uma revisão nos EUA, o outro grande mercado em potencial do Serelaxin.
     
    A Novartis expressou confiança de que o remédio ganhará o apoio inicial no segundo trimestre, chegará ao mercado, e eventualmente receberá a aprovação total.
     
    “Esperamos que as vendas sejam inicialmente modestas, mas que então realmente disparem depois que o segundo estudo clínico prove seu benefício contra a mortalidade”, disse David Epstein, chefe da divisão farmacêutica da Novartis.
     
    Analistas da Jefferies estimam que a droga, uma forma de hormônio humano que relaxa vasos sanguíneos e reduz estresse do coração e outros órgãos, gere vendas, no pico, de 1,5 bilhão de dólares ao ano.
     
    Fonte: Uol Saúde
  • Novo medicamento contra diabetes está pronto e aguarda aprovação na Europa

    Novo medicamento contra diabetes está pronto e aguarda aprovação na Europa

    A GlaxoSmithKline GSK.L declarou nesta sexta-feira (24) que reguladores europeus tinham dado sinal verde para o seu medicamento para diabetes administrado uma vez por semana, o albiglutide, que está sendo promovido com o nome Eperzan.
     
    O albiglutide pertence à mesma classe de drogas injetáveis GLP-1, como o Victoza, da Novo Nordisk NOVOb.CO, e o Byetta e Bydureon, da Bristol-Myers Squibb BMY.N e AstraZeneca  AZN.L.
     
    A recomendação positiva de uma droga pela Agência Europeia de Medicamentos é geralmente seguida por uma autorização de comercialização pela Comissão Europeia. A GSK disse que a decisão final foi antecipada para o final deste trimestre.
     
    No ano passado, reguladores dos Estados Unidos adiaram uma decisão de aprovação da droga para 15 de abril.
     
    Fonte: Uol Saúde
     
  • Vitamina D não teria efeito protetor em doenças cardíacas, diz estudo

    Vitamina D não teria efeito protetor em doenças cardíacas, diz estudo

    Para ser relevante, vitamina teria diminuir riscos em 15%.
    Apenas idosos se beneficiariam da vitamina D, em associação com cálcio.
     
    Tomar vitamina D não teria efeito protetor significativo contras as doenças cardiovasculares, o câncer, ou as fraturas, de acordo com estudo publicado nesta sexta-feira (24) na revista médica britânica “Lancet Diabetes § Endocrinology”.
     
    Pesquisadores neozelandeses consultaram mais de 40 estudos para tentar estabelecer o impacto da vitamina D na prevenção de uma série de doenças. Para tanto, estabeleceram como parâmetro que, para ser relevante, a vitamina teria que reduzir o risco de doenças em 15% ou mais.
     
    Segundo os resultados desse estudo, o suplemento de vitamina D se traduziu em uma diminuição do risco de doença cardiovascular, de câncer, ou de fratura inferior aos 15% estabelecidos como piso, sendo considerado, então, negligenciável pela equipe.
     
    Absorção de cálcio
    Apenas as pessoas idosas que vivem em instituições para a terceira idade se beneficiaram da vitamina D em associação com o cálcio, registrando uma redução do risco de mais de 15%.
     
    “Levando-se em conta esses resultados, é muito pouco justificável prescrever a vitamina D para prevenir os infartos, os acidentes vasculares cerebrais (AVC), o câncer, ou as fraturas”, destacam os autores, lembrando que metade dos americanos adultos toma vitamina D.
     
    A vitamina D tem um papel maior na mineralização óssea, estimulando a absorção intestinal do cálcio e sua fixação no osso. Ela é produzida, principalmente, pelo corpo, sob a ação de raios ultravioletas (UVB) na pele, mas também pode ser ingerida na forma medicamentosa.
     
    Vários estudos – com frequência contraditórios – foram feitos nos últimos anos sobre o papel da vitamina D, até agora vista com um efeito protetor para a saúde.
     
    Em março de 2013, cientistas britânicos demonstraram que a ingestão de vitamina D em mulheres grávidas não teve impacto na saúde óssea das crianças.
     
    Em novembro de 2012, outros pesquisadores haviam apresentado uma relação entre a carência de vitamina D observada nas mulheres que vivem em zonas geográficas de baixa incidência de luz solar e o risco aumentado de esclerose em placas nos filhos.
     
    Fonte: G1 Saúde
  • Estudo revela que nem todos os remédios são revisados igualmente pelo FDA

    Estudo revela que nem todos os remédios são revisados igualmente pelo FDA

    Embora os consumidores esperem que medicamentos liberados no mercado americano sejam seguros e completamente testados, um estudo publicado, revela que este nem sempre é o caso.
    Alguns medicamentos são submetidos a testes mais rigorosos do que outros, enquanto a maioria nunca é comparada com tratamentos existentes para ver se é melhor ou pior, revelou um estudo divulgado por pesquisadores da Universidade de Yale.
    O estudo, publicado no Jornal da Associação Médica Americana (Jama), revisou o processo pelo qual 188 novos tratamentos foram aceitos no mercado americano pela agência reguladora de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, a FDA (Food and Drug Administration), no período de sete anos.
    Trinta e sete por cento foram liberados no mercado com base em resultados de um teste simples que nunca foi replicado ou confirmado.
    Menos da metade foi comparado com tratamentos já existentes no mercado.
    “Muitos outros testes foram pequenos, curtos e se concentraram em valores de laboratório ou algumas outras métricas de efeito substitutas, ao invés de parâmetros clínicos, como a morte”, afirmou o primeiro autor e estudante da Escola de Medicina de Yale, Nicholas Downing.
    Segundo Downing, embora alguns pacientes possam pensar que os médicos prescrevem ou distribuem medicamentos seguros e eficazes, uma observação mais atenta do processo da FDA trouxe dúvidas a esse respeito.
    “Com base em nosso estudo dos dados, não podemos ter certeza de que esta expectativa seja necessariamente justificada, dada a quantidade e a qualidade da variabilidade que vimos no processo de aprovação de medicamentos”, afirmou.
    Em alguns casos, a “flexibilidade regulatória” da FDA pode abrir a via para uma aprovação mais rápida de “tratamentos potencialmente eficazes para doenças que ameaçam a vida, como alguns tipos de câncer ou aquelas doenças para as quais não existe tratamento eficaz”, revelou o estudo.
    Garantir que todos os medicamentos tivessem o mesmo padrão poderia resultar em custos mais elevados e um tempo de espera mais longo.
    Ainda assim, os cientistas alertaram que o público e a comunidade regulatória devem estar conscientes dos padrões vastamente diferentes para aprovação de remédios no mercado.
    “Baseados em nossas análises, alguns medicamentos são aprovados com base em testes clínicos amplos e de alta qualidade, enquanto outros são aprovados com base em resultados de testes menores”, afirmou o autor sênior do estudo, Joseph Ross, professor assistente de Medicina Interna da Escola de Medicina de Yale.
    “Houve uma falta de uniformidade no nível da evidência que a FDA usou”, prosseguiu.
    A FDA não exige dados sobre eficácia comparativa como parte de seu processo de aprovação, destacou o estudo do Jama.
    Ross disse que apenas 40% das aprovações de medicamentos envolveram um teste clínico que comparou uma droga nova com outra, o que ele descreveu como “um passo importante para determinar se a nova droga é uma opção melhor a drogas existentes, mais antigas”.
    Os pesquisadores descreveram seu trabalho como a primeira análise sistemática sobre o padrão usado pela FDA no processo de tomada de decisão para a aprovação de medicamentos.
    Fonte: Uol Saúde
  • Novo remédio para diabetes tipo 2 é aprovado na Europa

    Novo remédio para diabetes tipo 2 é aprovado na Europa

    A AstraZeneca afirmou, nesta quarta-feira (22), que reguladores europeus aprovaram o um novo medicamento para diabetes tipo 2, uma combinação de dose fixa de um inibidor de SGLT2 e metformina.
     
    O Xigduo combina, em um comprimido a ser tomado duas vezes ao dia, o Forxiga, um inibidor de SGLT2 que reduz a reabsorção de excesso de glicose, e a metformina, medicamento padrão no tratamento da doença.
     
    O medicamento foi desenvolvido para o tratamento de diabetes entre a empresa britânica e a Bristol-Myers Squibb. A AstraZeneca assumirá o controle total da unidade ainda neste trimestre.
     
    Fonte: Uol Saúde
     
  • Vacinação de meninas contra vírus HPV começa em 10 de março no SUS

    Vacinação de meninas contra vírus HPV começa em 10 de março no SUS

    Vacina estará em 36 mil postos e faixa etária será ampliada aos poucos.
    Meta é imunizar 80% dos 5,2 milhões de meninas de 9 a 13 anos até 2016.
     
    O Sistema Único de Saúde (SUS) vai começar a oferecer a vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) a partir de 10 de março para meninas de 11 a 13 anos, em postos de saúde e em escolas públicas e privadas de todo o país, informou nesta quarta-feira (22) o Ministério da Saúde.
     
    A dose, que ajuda a proteger contra o câncer de colo do útero, estará disponível nos 36 mil postos de saúde da rede pública durante todo o ano, de acordo com o ministério. Em 2015, o público-alvo serão as meninas de 9 a 11 anos e, a partir de 2016, a ação ficará restrita às meninas de 9 anos.
     
    Para garantir proteção completa, a imunização ocorrerá de forma estendida, em três doses. A segunda aplicação deve ser feita 6 meses depois da primeira e a terceira, 5 anos depois.
     
    Até 2016, o objetivo do ministério é imunizar 80% do total de 5,2 milhões de meninas de 9 a 13 anos no país. De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, essa faixa etária foi escolhida porque, nela, a produção de anticorpos contra o HPV tem maior eficácia.
     
    “Além disso, na grande média da população brasileira, meninas nessa idade ainda não tiveram início da atividade sexual, que é quando essas futuras mulheres estarão sob risco do vírus HPV. Então, estamos garantindo proteção para quando essas meninas tiverem vida sexual ativa”, explicou Padilha.
     
    Ao todo, há mais de cem tipos de HPV, vírus transmitido principalmente por meio de relação sexual, pelo contato direto com a pele ou mucosas infectadas. A vacina que será aplicada no Brasil protege contra os quatro tipos mais recorrentes de HPV: 6, 11, 16 e 18 – os dois primeiros ligados a 90% das verrugas genitais e os dois últimos, a 70% dos casos de câncer de colo do útero.
     
    Em 2011, 5.160 mulheres morreram em decorrência dessa doença, o terceiro câncer mais comum entre as brasileiras, atrás dos tumores de mama e colorretal. Segundo dados a Organização Mundial da Saúde (OMS), 290 milhões de mulheres no mundo têm HPV. 
     
    De acordo com a coordenadora do Programa Nacional de Imunização, Carla Domingues, a vacina que será usada pelo SUS tem eficácia de 98,8% contra o câncer de colo do útero. A imunização, porém, é preventiva e não dispensa o uso de camisinha durante a relação sexual.
     
    “A vacinação contra o HPV é uma precaução do câncer de colo do útero. Não é terapêutica, portanto, deve ser recomendada como uma medida preventiva, e não curativa. A vacina não substitui a realização do exame preventivo [papanicolau] nem o uso de preservativos”, disse Carla.
     
    Vacinação nas escolas
    Para ser vacinada na escola, a menina precisará da autorização da família e apresentar o cartão de vacinação ou um documento de identificação. O Ministério da Saúde vai orientar as secretarias estaduais e municipais para que tracem suas estratégias de imunização no ambiente escolar.
     
    “O Ministério da Saúde estimula as secretarias a fazer uma grande campanha de vacinação durante o período de aplicação da primeira dose dentro das escolas públicas e privadas”, afirmou Padilha. “Caso o município ache interessante, a segunda dose também poderá ser aplicada na escola”, completou o ministro.
     
    Fonte: Bem Estar
     
  • EUA querem limitar receita com paracetamol por lesões no fígado

    EUA querem limitar receita com paracetamol por lesões no fígado

    Os reguladores da área de Saúde nos Estados Unidos solicitaram aos médicos que não prescrevam medicamentos com mais de 325 miligramas por comprimido de acetaminofen (paracetamol), devido ao temor de que cause lesões ao fígado.
     
    As receitas de analgésicos comuns no país, como Vicodin e Percocet, contêm paracetamol e podem ser perigosos, se forem combinados com outros remédios, como Tylenol, ou com o álcool.
     
    “Não há dados disponíveis que mostrem que tomar mais de 325 miligramas de acetaminofen por dose proporciona benefícios adicionais que superem o risco aumentado de uma lesão do fígado”, afirmou a FDA, órgão que regula o setor de alimentos e remédios nos Estados Unidos.
     
    “Limitar a quantidade de acetaminofen por dose reduzirá o risco de feridas graves no fígado, devido a uma overdose não intencional de acetaminofen, que pode produzir insuficiência hepática, levar a um transplante de fígado, ou à morte”.
     
    A dose máxima diária para adultos é de 4.000 miligramas.
     
    Para evitar superar esse teto, o FDA pediu aos pacientes que não tomem mais de um remédio que contenha paracetamol por vez. Pede-se ainda que esses medicamentos sejam evitados em caso de ingestão de mais de três doses alcoólicas no mesmo dia.
     
    A FDA também recomenda que os profissionais de Saúde considerem receitar combinações de medicamentos com menos de 325 miligramas de acetaminofen, conhecido como paracetamol fora dos Estados Unidos e do Canadá.
     
    Em 2011, o FDA solicitou aos fabricantes de remédios que limitem a quantidade de paracetamol a até 325 miligramas em cada comprimido para proteger os consumidores. Em 14 de janeiro, mais da metade dos fabricantes que existem no país haviam cumprido a determinação, informou a agência.
     
    O problema é que as overdoses não intencionais – devido a combinações de remédios com esse princípio ativo – ainda são responsáveis por metade dos casos de insuficiência hepática relacionada ao paracetamol no país, alertou a agência.
     
    Fonte: Uol Saúde
     
     
  • Governo quer que similares custem 65% valor do remédio de referência

    Governo quer que similares custem 65% valor do remédio de referência

    O Ministério da Saúde quer que medicamentos similares passem a custar no máximo 65% do preço do remédio de referência, uma regra que já é aplicada para os genéricos. A proposta será apresentada pela pasta à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), colegiado que fará a revisão do preço dos produtos.
     
    A mudança na política de preços, antecipada nesta quinta-feira, 16, pelo jornal O Estado de S. Paulo, integra uma transformação maior do mercado: a partir deste ano, essa classe de medicamentos passará a ter status semelhante ao de genéricos. Com isso, farmacêutico poderá indicar o produto como substituto ao remédio de marca para o consumidor. Uma prerrogativa atualmente restrita aos genéricos. 
     
    A política deverá ser regulada por uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), cujo texto será colocado em consulta pública na sexta. Os similares passarão a ter uma nova embalagem. A exemplo do que ocorre com genéricos, vendidos em caixas com uma letra G em destaque, similares passarão a ser comercializados em embalagens com a inscrição “EQ”, símbolo de equivalente.
     
    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, avalia que as mudanças trarão maior concorrência para o mercado e, em consequência, benefícios para os consumidores. O presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, está convicto de que a proposta vai impulsionar a venda de similares e genéricos. Ele acredita que em três anos, essas duas classes de medicamentos ficarão responsáveis por 80% do mercado. Hoje, representam 62%.
     
    A indústria farmacêutica, no entanto, não gostou da proposta. O presidente da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac), Henrique Tada, disse ter ficado surpreso com a fixação do teto. “Defendíamos a intercambialidade, mas em nenhum momento se discutiu a equiparação com preço de genéricos”, observou. Ele afirma que o assunto terá de ser novamente debatido com o governo. 
     
    Para o presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo, Nelson Mussolini, a nova regra não trará impacto no bolso do consumidor. “Na prática, fabricantes de similares já cobram preços mais baixos, justamente para poder competir com genéricos”, disse. “Com a padronização, o que teremos é a retomada da empurroterapia: quem vai decidir o remédio que o consumidor comprará será o balconista, que vai se esforçar para vender produtos que lhe ofereçam maior comissão.”
     
    O presidente da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa, Antonio Brito, também tem dúvidas se a medida trará uma redução de preços. “Isso somente vai ocorrer se fabricantes e o comércio reduzirem ainda mais a margem de lucro.” A presidente da Pró-Genéricos, Telma Salles, também disse estar surpresa e que novas discussões precisam ser realizadas.
     
    Fonte: Uol Saúde
     
  • Google desenvolve lentes de contato inteligentes para diabéticos

    Google desenvolve lentes de contato inteligentes para diabéticos

    O Google anunciou nesta sexta-feira (17) que trabalha no desenvolvimento de lentes de contato capazes de medir os níveis de açúcar presentes nas lágrimas, um dispositivo projetado para as pessoas que sofrem de diabetes.
     
    As lentes de contato inteligentes são equipadas com um chip sem fio e um sensor incluídos entre duas camadas de material.
     
    Segundo o Google, este dispositivo eletrônico em miniatura é capaz de detectar os níveis de glicose obtendo a informação das lágrimas humanas.
     
    Os protótipos estudados já podem gerar uma leitura dos níveis de glicose por segundo e a intenção da companhia californiana é que possam ser utilizadas como um sistema de advertência para o paciente diabético.
     
    “Estamos explorando a integração de luzes LED minúsculas, que poderiam se acender para indicar que os níveis de glicose estão acima ou abaixo de certos parâmetros”, explicou.
     
    O projeto ainda está em “seu início”, apesar de a empresa ter informado em seu blog oficial que já realizou diversos estudos de pesquisa clínica e que está trabalhando com a FDA, a organização americana encarregada da aprovação de remédios.
     
    “Ainda falta muito trabalho para ser feito antes que esta tecnologia se transforme em um sistema que as pessoas possam usar”, destacou a empresa.
     
    No entanto, o Google divulgou seus planos para atrair parceiros que possam comercializar as lentes de contato inteligentes e que possam desenvolver aplicativos para que tanto paciente como médico sejam capazes de manejar seus dados.
     
    As lentes de contato inteligentes nasceram no laboratório Google X, cujos engenheiros também são responsáveis pelo carro sem motorista, pelos Google Glasses e pelos balões projetados para levar internet a lugares remotos (Project Loon).
     
    Nascida como uma empresa de internet dedicada às buscas online, o Google diversificou sua pesquisa e seu negócio para áreas diversas que vão desde a mobilidade à energia, passando pela saúde.
     
    Fonte: Uol Saúde
  • CONVOCAÇÃO

    CONVOCAÇÃO

    A Diretoria do Conselho Regional de Farmácia do Estado de Alagoas – CRF/AL, no uso de suas atribuições legais e regimentais. Convoca Vossa Senhoria para participar dos eventos que serão realizados em comemoração ao dia do Farmacêutico em Alagoas, conforme programação abaixo:
     
    MACEIÓ :
     
    Dia 19/01 – Caminhada na praia de Pajuçara.
    – Concentração em frente ao Clube Alagoinhas a partir da 7:00hs da manhã-
    – café da manha;
    – Caminhada com distribuição de panfletos sobre Hipertensão e Diabetes e cartilha sobre o uso correto de protetor solar
     
    Dia 20/01 – Campanha no Shopping Parque Maceió das 10:00hs as 18:00hs
    – Verificação de Glicemia Capilar;
    – Distribuição de Panfletos sobre Hipertensão e Diabetes;
    – Serviços de Assistência Farmacêutica.
     
    Dia 20/01 – Campanha no Shopping Maceió das 10:00hs as 22:00hs
    – Verificação de Glicemia Capilar;
    – Distribuição de Panfletos sobre Hipertensão e Diabetes;
    – Serviços de Assistência Farmacêutica.
     
    ARAPIRACA:
     
    Dia 20/01 – Campanha na Praça Bom Conselho das 7:00hs as 11:00hs
    – Verificação de Glicemia Capilar;
    – Distribuição de Panfletos sobre Hipertensão e Diabetes;
    – Serviços de Assistência Farmacêutica
     
    Dia 25/01 – Campanha no Shopping Pátio Arapiraca das 10:00hs as 22:00hs
    – Verificação de Glicemia Capilar;
    – Distribuição de Panfletos sobre Hipertensão e Diabetes;
    – Serviços de Assistência Farmacêutica
     
    Atenciosamente
    Dr. Alexandre Correia dos Santos
    Presidente do CRF/AL