Categoria: Notícias

  • Anuidade: pagamento sem juros encerra no dia 30 de julho

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas informa que no próximo dia 30 de julho se encerra o pagamento da taxa única da anuidade sem cobrança de juros, tanto para pessoas físicas como para pessoa jurídica.

    O boleto de pagamento pode ser impresso pelo próprio farmacêutico, utilizando o CRFWEB ou solicitado através do email: [email protected] e através da ouvidoria.

    Reforçamos que nenhum boleto será enviado desde que seja solicitado pelo farmacêutico.

     

  • Queiroga diz que intervalo da Pfizer deve ser reduzido de 3 meses para 21 dias

    O ministro da Saúde Marcelo Queiroga, afirmou, na segunda-feira (26), que é “muito provável” que a pasta anuncie a redução do intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina da Pfizer no Brasil. A redução seria de três meses para apenas 21 dias de intervalo entre as doses.

    O tempo de 21 dias é o previsto na bula da vacina da Pfizer. No entanto, o Ministério da Saúde (MS) havia decidido ampliá-lo para três meses para conseguir, então, imunizar mais rápido um maior número de pessoas com a primeira dose. “Naquele momento, não tínhamos certeza da quantidade de doses de Pfizer que teríamos neste ano e optamos por ampliar o número de vacinados com a primeira dose. Mas agora temos segurança nas entregas e dependemos apenas da finalização do estudo sobre a logística de distribuição interna dos imunizantes para bater o martelo sobre a redução do intervalo da Pfizer para 21 dias”, afirmou o ministro.

    Marcelo Queiroga ressalta também que a palavra final será dos técnicos e dos coordenadores do Programa Nacional de Vacinação (PNI), que estariam já em debate avançado sobre a possibilidade. De acordo com o ministro, a Pfizer “é muito pontual na entrega das vacinas” e até dezembro vai cumprir o contrato e entregar mais 100 milhões de doses.

    Outras vacinas

    A vacina AstraZeneca, produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também deve seguir com o intervalo de três meses, que é o previsto pela farmacêutica como o ideal. Sobre o imunizante, Queiroga afirmou que ainda não é o momento para se reduzir o intervalo. “Ainda faltam estudos para comprovar que a redução desse intervalo poderia ser feita”, afirmou.

    Fonte: IG Saúde/Guia da Farmácia

  • Covid-19: Proxalutamida ainda não foi aprovado e não possui registro

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a realização de estudo clínico para avaliar a segurança e eficácia do medicamento proxalutamida para o tratamento da covid-19.

    O secretário geral do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Daniel Fortes, explica que este é um medicamento que ainda não foi aprovado, portanto, não possui registro. De acordo com ele, existem, estudos desta droga para o tratamento de câncer de próstata e de mama. “Este não é um medicamento que está disponível, as pessoas se quer terão acesso”, alertou.

    Quanto ao uso do fármaco na Covid-19, Daniel diz que ainda não há artigo científico publicado mostrando a eficácia do medicamento. “Existem questionamentos por vários cientistas brasileiros e estrangeiros com os resultados apresentados, uma vez que aproximadamente 50% dos pacientes do grupo de controle morreram e não existem estudos dessa complexidade que tenham sido realizados com tanta rapidez”, revelou.

    A proxalutamida é um medicamento anti-androgênico (diminui a ação da testosterona) que impede que células do corpo reconheçam os hormônios andrógenos.

    Fonte: Ascom CRF/AL

     

  • CRF/AL faz doação de fraldas e leites para fundação de idosos em Arapiraca

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas fez a entrega de 50 latas de leite e oito pacotes de fraldas geriátricas para o lar Antônio Jorge nesta segunda-feira, 19. Os pacotes de fraldas e latas de leite foram arrecadados durante os cursos promovido pelo CRF/AL em Arapiraca.

    Robert Nicácio,  presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, pontuou que a instituição desenvolve um trabalho assistencial importante e sério. “Em um momento tão difícil como o que estamos enfrentando, penso que a entrega destas fraldas seja um estímulo para que o lar continue desenvolvendo o seu trabalho”, afirmou.

    Valter Acioly, que é conselheiro da Fundação Lar Antônio Jorge, agradeceu a iniciativa do CRF/AL, sobretudo, porque neste momento de pandemia as doações diminuíram bastante. “O lar sobrevive destas doações e a entrega destas fraldas é importantíssima porque contribuem para a qualidade de vida dos nossos idosos. Nós estamos muito gratos com a ajuda do Conselho de Farmácia”, pontuou.

    Fundação Antônio Jorge

    É um lar que atende 55 idosos, entre homens e mulheres, vítimas de violência doméstica, financeira e em situação de rua. Atualmente 50% dos residentes utilizam fralda geriátrica e conta em seu quadro, com 02 médicos, 01 fisioterapeuta, 01 psicóloga, 02 educadores físicos, 01 oficineiro, 01 nutricionista, 04 cozinheiros, 06 auxiliares de serviços gerais, 01 motorista.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Nota da Anvisa: aplicação de terceira dose ou dose de reforço

    A Anvisa esclarece que, até o momento, não há estudos conclusivos sobre a necessidade de uma terceira dose ou dose de reforço para as vacinas contra Covid-19 autorizadas no Brasil. As pesquisas são desenvolvidas pelos laboratórios farmacêuticos.   

    Até esta data, a Agência recebeu dois pedidos de autorização para pesquisa clínica que buscam investigar os efeitos de uma dose adicional do imunizante contra a Covid-19.   

    A Anvisa vem acompanhando as discussões, as publicações e os dados apresentados sobre o surgimento de novas variantes do vírus Sars-CoV-2 e seu impacto na efetividade das vacinas. Até agora, todas as vacinas autorizadas no Brasil garantem proteção contra doença grave e morte, conforme os dados publicados.    

    Estudos em andamento   

    O primeiro é um estudo da Pfizer/BioNTech que investiga os efeitos, a segurança e o benefício de uma dose de reforço da sua vacina, a Comirnaty. Neste estudo, a dose de reforço da vacina da Pfizer será aplicada em pessoas que tomaram as duas doses completas da vacina há pelo menos seis meses.   

    O estudo da Pfizer foi autorizado pela Anvisa em 18 de junho e a condução do estudo é de responsabilidade do laboratório.   

    O segundo caso é o do laboratório AstraZeneca, que desenvolveu uma segunda versão da vacina que está em uso no país, buscando a imunização contra a variante B.1.351 do Sars-CoV-2, identificada primeiro na África do Sul.    

    Um dos braços do estudo prevê que uma dose da nova versão da vacina (AZD 2816) será aplicada em pessoas que foram vacinadas com duas doses da versão atual da AstraZeneca (AZD1222) ou duas doses de uma vacina de RNA mensageiro (RNAm) contra Covid-19. Nesse caso, o estudo prevê que essa dose adicional será aplicada em pessoas cujo exame e monitoramento não identificam a produção de anticorpos capazes de atuar contra o novo coronavírus.    

    O estudo da AstraZeneca foi autorizado nesta quarta-feira (14/7). 

    Fonte: CFF

  • Anvisa aprova primeiro genérico contra asma e enfisema

    Pacientes com asma brônquica, bronquite crônica e enfisema ganham uma nova opção de tratamento. A Anvisa acaba de aprovar o primeiro genérico do sulfato de salbutamol.

    Desenvolvido pela farmacêutica Glenmark, o medicamento de prescrição atua no relaxamento das paredes dos brônquios com o auxílio de um spray nasal, que permite que os pacientes respirem com mais facilidade, além de permitir maior adesão da população. Age em até cinco minutos e seu tempo de ação no organismo varia de quatro a seis horas.

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a asma afeta mais de 334 milhões de pessoas. É a doença crônica mais comum em crianças e a que mais causa internação hospitalar desse público em países de alta renda.

    “A aprovação regulatória da Anvisa pode ser considerada uma grande vitória para os pacientes. Além disso, estamos investindo cada vez mais para expandir a linha de medicamentos, reforçando a liderança da empresa no desenvolvimento dos primeiros genéricos de moléculas”, revela o diretor de marketing Renato Borges.

    De origem indiana e com operações em mais de 80 países, a Glenmark mantém um escritório comercial na capital paulista. Seu foco está na produção de genéricos, medicamentos de marca e especialidades nas áreas de oncologia, dermatologia e respiratória.

    Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

  • Relatório aponta aumento de 7,9% no faturamento do mercado de medicamentos

    A venda de medicamentos no Brasil gerou um faturamento de R$ 85,9 bilhões para a indústria farmacêutica no país em 2019. Em termos percentuais, o valor da comercialização refletiu um crescimento de 7,9% em relação a 2018, quando a indústria faturou R$ 79,6 bilhões.

    Quanto à quantidade de embalagens, o aumento foi de 15,4% de um ano para o outro, passando de 4,6 bilhões para 5,3 bilhões.  Em 2019, foram identificados 5.897 produtos cadastrados e em comercialização no país –um crescimento de 5,3% em relação a 2018. Destes, 40,4% eram medicamentos similares e 39,6%, genéricos, correspondendo a 80% dos produtos cadastrados e em comercialização naquele anoOs outros tipos de produtos representaram 33,8% do total.   

    O faturamento dos medicamentos novos apresentou maior representatividade no mercado, somando mais de R$ 30,5 bilhões, seguido, da categoria de biológicos, que acumulou R$ 21,8 bilhões. Já em terceiro lugar ficaram os medicamentos similares, com faturamento de R$ 17,2 bilhões.  

    Publicação  

    Os dados são do Anuário Estatístico do Mercado Farmacêutico, que chega à sua 5ª edição numa versão comemorativa, trazendo dois grandes recortes de informações:

    Um dedicado ao panorama do mercado em 2019 e outro com séries históricas entre 2015 e 2019.  

    O documento usa informações do Sistema de Acompanhamento do Mercado de Medicamentos (Sammed) e é produzido pela Secretaria-Executiva da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (SCMED), unidade administrativa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).  

    O objetivo é oferecer, de forma racional e organizada, estatísticas sobre a indústria de fármacos no Brasil. Para traçar o perfil do mercado, o levantamento considerou dados consolidados até julho de 2020 sobre produtos farmacêuticos regulados pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), divididos em seis grupos distintos de fármacos: biológicos, específicos, genéricos, similares, novos e fitoterápicos.

    Preços médios dos medicamentos e o faturamento  

    O anuário destaca que o preço médio global de medicamentos praticado em 2019 foi de R$ 16,34. Os fármacos similares tiveram mediana de R$ 9,22 em 2019. A maior queda de preço médio entre 2018 e 2019 (-25,2%). 

    Na sequência ficaram os medicamentos biológicos, que apresentaram redução de 15,8% entre 2018 e 2019, com preço médio praticado de R$ 133,44.  Embora pequena, vale registrar que os medicamentos genéricos também tiveram queda de 1,7%, fechando o ano de 2019 com o menor preço médio do mercado (R$ 6,35).  Na outra ponta, ficaram os medicamentos para tratamento de câncer, com preço médio praticado de R$ 595,80.  

    Acesse os detalhes sobre preços dos medicamentos na 5ª edição do Anuário Estatístico do Mercado Farmacêutico

    Os medicamentos similares tiveram a maior quantidade de embalagens comercializadas, atingindo, o volume de cerca de 1,9 bilhão de unidades, ou 35,5% do total. Um crescimento de 35,7% em relação a 2018. Já os genéricos vêm na sequência, com 1,8 bilhão de embalagens comercializadas em 2019 (35,2% do total), representando um aumento de 5,9% em relação ao ano anterior. 

    Juntos, similares e genéricos somaram 3,7 bilhões de  embalagens, representando 70,7% das unidades comercializadas em 2019

    Empresas, apresentações e princípios ativos 

    De acordo com o anuário, o número de empresas que comercializaram medicamentos no Brasil passou de 221, em 2018, para 224, em 2019, o que significou um crescimento de 1,4%. Juntas, essas empresas venderam 13.888 apresentações de medicamentos, 4,3% a mais do que em 2018.  

    Conforme a publicação, o termo “apresentação” refere-se ao Código Nacional de Produtos (CNP), que contém, por exemplo, informações sobre concentração do princípio ativo, forma farmacêutica e também de embalagem. Este é um dado referente à rotulagem do produto.  

    Princípios ativos

    Com relação à quantidade de princípios ativos, que são as matérias-primas envolvidas na produção de medicamentos, houve aumento de 5,9% em 2019, chegando a 1.935. Em 2018, o número ficou em 1.827.

    O anuário informa também que, entre 2018 e 2019, houve um crescimento de 5% (de 478 para 502) na quantidade de subclasses terapêuticas existentes no mercado brasileiro de medicamentos. Essas subclasses representam subdivisões de classes terapêuticas, ou seja, de tratamentos, conforme a ação do medicamento no organismo.

    Fonte: Ministério da Saúde e Guia da Farmácia

  • Bioquímico: CRF orienta que farmacêuticos façam a inscrição no concurso da Sesau

    Farmacêuticos analistas clínicos/bioquímicos têm procurado o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas para saber se realizam ou não a inscrição para o cargo de bioquímico no concurso da Sesau. A orientação a todos os farmacêuticos que desejam participar do certame é que a inscrição seja feita dentro do prazo e realizem a prova, uma vez que, neste primeiro momento, não haverá exigência de comprovação de cargo.

    As medidas cabíveis já estão sendo adotadas para garantir que a categoria farmacêutica também seja contemplada no certame. A comprovação de cargo só será exigida após aprovação no concurso.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • ANS realiza debate sobre inclusão de mais um teste de Covid

    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), por intermédio da Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos (DIPRO), realizará na próxima quinta-feira (08/07) uma reunião técnica extraordinária para debater a inclusão de mais um teste de detecção de antígenos do coronavírus (Sars-Cov-2) e sua diretriz de utilização no Rol de Procedimentos obrigatórios das operadoras de planos de saúde.

    O evento pode ser assistido ao vivo no canal da ANS no YouTube, sem a necessidade de inscrições. Contudo, não será possível responder às perguntas do público durante a reunião, que está programada para ocorrer das 14h30 às 18h.

    Clique aqui para acompanhar a reunião.

     

  • CRF/AL vai a justiça para garantir vaga pra farmacêutico bioquímico

    Depois de receber o indeferimento do recurso de pedido de retificação do cargo de bioquímico para o concurso da Secretaria Estadual de Saúde, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas vai ingressar com um mandado de segurança para garantir que  os farmacêuticos bioquímicos e/ou analista clínicos com formação no curso superior de farmácia em instituição de ensino reconhecida pelo MEC e registrado no órgão de classe – Conselho Regional de Farmácia – conforme a resolução 296 de 25 de julho de 1996 do Conselho Federal de Farmácia (CFF) que normatiza o exercício das análises clínicas pelo farmacêutico possam concorrer ao cargo de bioquímico.

    Segundo, a empresa organizadora do certame, as profissões de farmacêutico bioquímico e bioquímico são distintas, com atribuições e áreas de atuação próprias, com regulamentadas por atos normativos diversos e registro em conselhos profissionais diferentes. A descrição das atividades previstas no item 2.1, Cargo 3: Bioquímico, do edital do concurso não estão em conformidade com a Resolução Normativa 277/2018, do Conselho Federal de Química, que regulamenta o exercício profissional do bacharel em bioquímica, sendo assim, não podemos aceitar.

    Também foi pedido que o conteúdo programático para o cargo seja modificado a fim de que possa contemplar as habilidade e competências para o exercício da função. A solicitação foi baseada na resolução 296 de 25 de julho de 1996 do CFF e na RDC 302 da Anvisa.

    Fonte: Ascom CRF/AL