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  • EaD é destaque no Encontro Sobre Formação Profissional do FCFAS

    O ENCONTRO: FORMAÇÃO PROFISSIONAL DA ÁREA DA SAÚDE, realizado em Brasília (DF), foi marcado pelo debate sobre a formação a distância. A assessora da presidência do CFF, Zilamar Fernandes, durante a sua apresentação lembrou que está claro para todos os conselhos profissionais da Saúde que a formação na graduação na área exige o contato do aluno com a prática profissional. “E, especificamente no caso da Farmácia, essa necessidade torna-se ainda mais necessária, pois a nossa profissão segue o caminho do cuidado ao paciente, ou seja, a prática clínica”, disse.

    Com dados do Sistema E-MEC, Zilamar Fernandes informou que já somavam, em maio de 2019, mais 1.083.504 vagas de EaD autorizadas em 11 das 14 profissões da saúde, distribuídas por 351 sedes e 19.651 polos não supervisionados. Das vagas abertas, 76.090 são para o curso de Farmácia. “Há polos de curso de Farmácia em shoppings e centros comerciais, sem qualquer condição de aula em laboratório, por exemplo, e inclusive, 3 polos registrados no Japão”, completa.

    As Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação da Área da Saúde exigem Integração ensino-serviço com estágios ao longo do curso; um modelo por competências e que sejam desenvolvidas habilidades em laboratórios didáticos especializados. “Fizemos um levantamento dos cursos de Farmácia na modalidade EaD e constatamos que eles oferecem uma educação baseada somente na web, uma formação solitária, com simples repositório de conteúdo replicados e por vezes repetidos, sem diferenciação entre os polos e com média de encontros presenciais de 4 por semestre. Mesmo assim muitas instituições “vendem” os cursos como semipresencial, curso flex, curso híbrido, SEI, SEPI, todos são apenas apelidos, e não existem na legislação educacional”, informou a assessora.

    Dorisdaia Humerez, representante do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) lembrou que lembrou que “os profissionais da saúde formados na modalidade EaD são vítimas desse processo”, pois estarão no mercado sem o devido preparo, vulneráveis e expostos a erros e consequentes punições.

    Com o argumento da proteção à saúde da população e do profissional, e na sua responsabilidade social, alguns conselhos, entre eles o CFF, decidiram não inscrever egressos de EaD. “É uma atitude extrema, mas necessária. E em breve, teremos legislação para o tema”, comentou Zilamar Fernandes.

    Todos os representantes dos Conselhos Profissionais presentes no Encontro assumiram a responsabilidade de combater, por meio de estratégias políticas, legais e de comunicação, o ensino na modalidade a distância para a graduação na área da Saúde.

    Com a justificativa da flexibilização e democratização do ensino, o mercado está banalizando a graduação em saúde e consequentemente banalizando os serviços que serão prestados à sociedade. “A saúde e o bem-estar da população estão em segundo plano, por isso precisamos agir de forma rápida e eficiente para proteger a população e proteger nossos profissionais”, comentou Ivone Martini, coordenadora do Fórum dos Conselhos Federais da Área da Saúde (FCFAS), organizador do Encontro.

    O evento contou com a participação de representantes de todos os integrantes do FCFAs: Farmácia, Enfermagem, Odontologia, Medicina, Medicina Veterinária, Psicologia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Serviço Social, Técnicos em Radiologia, Biologia, Biomedicina, Educação Física, Fonoaudiologia e Nutrição.

    PONTOS DE PAUTA – além da graduação na modalidade a distância, também foram debatidos e tiveram ações conjuntas encaminhadas, os seguintes temas: a qualidade no processo de avaliação dos cursos e o convênio com a SERES/MEC; e as residências na área da saúde.

    O ENCONTRO: FORMAÇÃO PROFISSIONAL DA ÁREA DA SAÚDE foi realizado nos dias 18 e 19 de setembro, na sede do Conselho Federal de Psicologia, em Brasília (DF) e foi organizado pela Comissão de Educação do FCFAS.

    Fonte: CFF

  • Diabetes Mellitus será o tema do quarto módulo do Cuidado Farmacêutico em Farmácia Comunitárias

    Nesta sexta-feira (20) e sábado (21), acontece o quarto módulo do Cuidado Farmacêutico em Farmácias Comunitárias – Capacitação em Serviços do Conselho Federal de Farmácia (CFF), polo Maceió. Os alunos terão aulas sobre Diabetes Mellitus com a professora Dra. Inajara Rotta da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) – Paraná. Lembramos aos alunos que as aulas começam às 9h, no auditório do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL).

    Ascom CRF/AL

  • #01 O Farmacêutico fez minha vida melhor

    O farmacêutico pode atuar em diversas áreas, uma delas é a de alimentos. Compete ao farmacêutico desenvolver métodos de obtenção de produtos alimentares para uso humano e veterinário, análise bromatológica e toxicológica, realização de controle microbiológico, químico e físico-químico das matérias-primas e produtos acabados, atuação no desenvolvimento, produção e controle de qualidade de alimentos, processos fermentativos, nutracêuticos e alimentos de uso enteral e parenteral, atuação na normatização e fiscalização junto à vigilância sanitária de alimentos. Essa é uma das 135 áreas de atuação do farmacêutico, estamos entres as profissões que mais crescem e mais empregam no país.  Para comemorar o Dia Internacional do Farmacêutico (25), iniciamos hoje uma série de postagens em homenagem a vocês que trabalham, estudam e pesquisam para desenvolver cada dia mais a Farmácia no Brasil.

    #DiaInternacionaldoFarmaceutico #ValorizeSeuFarmaceutico #25deSetembro

  • CFF participa de encontro sobre formação profissional da área da saúde

    A assessora da presidência do CFF, Zilamar Fernandes, falou sobre a qualidade no processo de avaliação de cursos da área da saúde, hoje (18.09), em Brasília (DF), durante a abertura do Encontro: Formação Profissional da Área da Saúde. O evento é realizado pela Comissão de Educação do Fórum dos Conselhos Federais da Área da Saúde (FCFAS) e segue até o dia 20, com a 161ª Reunião Ordinária do FCFAS. Da pauta constam a discussão sobre o convênio SERES/MEC com os conselhos profissionais, as residências da área da saúde, a avaliação da formação profissional, e a graduação a distância (EaD) na formação de profissionais da área.

    Fonte: CFF

  • Ministério da Saúde lança campanha de combate ao Aedes aegypti

    Para mobilizar a população e garantir que não apareça novos focos do Aedes aegypti, o Ministério da Saúde lança a campanha publicitária de combate ao mosquito e convida você a se juntar nesta grande ação. O objetivo é conscientizar os gestores estaduais e municipais de saúde e toda a sociedade sobre a importância de se organizarem antes da chegada do período chuvoso no combate ao surgimento de novos criadouros do mosquito. Com o slogan “E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa por você”, a campanha, que inicia nesta quinta-feira (12), reforça a necessidade de cada um tomar a iniciativa de proteger a sua casa e de seus familiares contra o Aedes, responsável pela transmissão de três doenças: dengue, zika e chikungunya.

    “Ao invés de lançar a campanha no mês de novembro, como era feito nos outros anos, nós antecipamos para setembro para dar tempo, antes do período da chuva, para as pessoas e os gestores locais organizarem grandes mutirões de combate ao mosquito e não esperar depois que o ciclo da doença já está instalado para começar a agir”, destacou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante coletiva de imprensa de lançamento da campanha publicitária realizada hoje, em Brasília.

    Foto: Pedro Paulo Souza / ASCOM MS

    A ação, que teve seu período de veiculação adiantado neste ano para setembro, reforça a necessidade de manter a mobilização nacional durante todo o ano, e não apenas nos períodos críticos, de chuva e calor. A medida traz mais tempo aos gestores locais e a população para desenvolverem ações estratégicas no combate ao Aedes aegypti, de acordo com a realidade de cada região. Geralmente, as campanhas ocorriam a partir de novembro, período de maior incidência de chuva e calor em quase todo o país, portanto, aumentando o risco de circulação das doenças.

    O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber, reforçou que este é o momento de fazer diferente e evitar o nascimento dos mosquitos no período de chuvas. “Se cada um tirar 10 minutos por semana, dentro da sua rotina, checar os locais onde o mosquito pode ter depositado ovos e que no contato com água possa nascer mosquitos. Olhar ralos, calhas, caixas d’agua, garrafas e suas tampas, pneus, e outros objetos pequenos que o mosquito tenha capacidade de colocar os ovos e ser um criadouro. Além de evitar a proliferação do mosquito também teremos um ambiente muito mais higiênico”, informou o secretário, ressaltando que os benefícios são diversos. “Desta forma a gente não protege somente a nossa casa, mas protegemos toda a nossa comunidade da circulação do mosquito”, finalizou o secretário.

    PROJETO WOLBACHIA

    Outra novidade anunciada foi a terceira etapa do projeto Wolbachia que conta com a parceria do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e que vai ofertar linhas de financiamento específico para implantação do projeto em outros municípios. Na nova etapa, o Ministério da Saúde e o BID vão visitar cidades com potencial interesse e situação epidemiológica compatível para implantação do projeto para avaliar a possibilidade de linhas de financiamento para desenvolvimento do projeto.

    A metodologia Wolbachia é inovadora, autossustentável e complementar às demais ações de prevenção ao mosquito. Consiste na liberação do Aedes com o microrganismo Wolbachia na natureza, reduzindo sua capacidade de transmissão de doenças. O projeto já está presente em 6 cidades: Campo Grande/MS, Belo Horizonte/MG, Petrolina/PE, Fortaleza/CE, Foz do Iguaçu/PR e Manaus/AM. Somente em 2019, o Ministério da Saúde investiu R$ 21,7 milhões na tecnologia.

    DADOS DAS DOENÇAS 

    Em 2019 (até 24 de agosto), foram registrados 1.439.471 de casos de dengue em todo o país, com crescimento de 599,5% em relação ao mesmo período de 2018 (205.791). A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 690,4 casos/100 mil habitantes. Entre os estados com casos, destacam-se Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Com relação ao número de óbitos, foram confirmadas 591 mortes.

    Este aumento pode ser explicado por uma associação de fatores, como condições ambientais fora do comum (alto volume de chuvas e altas temperaturas); grande número de pessoas suscetíveis, uma vez que nos dois últimos anos houve baixa ocorrência de dengue em toda a região das Américas; mudança no sorotipo predominante, entre outros.

    Os casos da febre chikungunya chegaram a 110.627 em relação ao mesmo período do ano passado, 76.742, ou seja 44,2% de aumento este ano. A taxa de incidência foi de 53,1 casos/100 mil habitantes. Entre os estados com casos, destacam-se Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte. Neste ano, foram confirmados laboratorialmente 57 óbitos.

    Já os casos de zika apresentaram aumento de 47,1%, este ano, quando foram registrados 9.813 casos, enquanto em 2018 foram 6.669 o que representa uma taxa de incidência de 4,7 casos/100 mil habitantes. Entre os estados com casos, destacam-se Tocantins, Rio Grande do Norte, Alagoas e Espírito Santo. Neste ano, foram confirmados 2 óbitos por zika.

    Confira mais informações sobre as doenças. 

    AÇÕES DE COMBATE AO AEDES AEGYPTI

    As ações de prevenção e combate ao mosquito, realizadas pelo Ministério da Saúde em conjunto com estados e municípios, são permanentes e tratadas como prioridade pelo Governo Federal. A execução das ações de prevenção, como visitas dos agentes de endemia para eliminação dos criadouros, é de responsabilidade dos gestores locais.

    O Ministério da Saúde também oferece, continuamente aos estados e municípios, apoio técnico e insumos para o combate ao vetor. Para estas ações, o Governo Federal tem garantido orçamento crescente aos estados e municípios. Os recursos para as ações de Vigilância em Saúde, incluindo o combate ao Aedes aegypti, cresceram nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões, em 2010, para R$ 1,9 bilhão em 2018. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas dengue, zika e chikungunya e é repassado mensalmente a estados e municípios.

    PREVENÇÃO

    Durante o período de seca, a população pode realizar ações de prevenção, basta tirar 10 minutos do dia para verificar se existe algum tipo de depósito de água no quintal ou dentro de casa, por exemplo. Uma vez por semana, lavar com água, sabão e esfregar com escova os pequenos depósitos móveis, como vasilha de água do animal de estimação e vasos de plantas.

    Além disso, é preciso descartar o lixo em local adequado, não acumular no quintal ou jogar em praças e terrenos baldios. Limpar as calhas, retirando as folhas que se acumularam no inverno também é importante para evitar pequenas poças de água. Cada pessoa pode ser um vigilante permanente de atenção à saúde, com isso não teremos dengue, zika e chikungunya.

    Fonte: Agência Saúde

  • Farmacêutica alagoana conquista o segundo lugar na VIII JOFAH por trabalho desenvolvido em hospital de Maceió

    Nos dias 05 e 06 de setembro, aconteceu a VIII Jornada de Farmácia Hospitalar (JOFAH) do Hospital das Clínicas (HC) em conjunto com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no auditório do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas da UFPE , em Recife – PE. O evento teve como tema central a “Comunicação com o paciente: Base para Efetividade no Processo do Cuidado Farmacêutico”, e contou com mais de 300 participantes para a exposição de trabalhos científicos.

    Entre os expositores estava à farmacêutica alagoana do Hospital Memorial Arthur Ramos, Mônica Rocha de Melo, que trabalha há quatro anos na Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), onde desenvolveu o trabalho voltado ao controle da Sepse, que é um conjunto de manifestações em todo o organismo produzidas  por uma infecção, que de forma desgovernada causa disfunção em múltiplos órgãos.

    O trabalho desenvolvido no hospital resultou no desenvolvimento de duas pesquisas que foram enviadas a VIII JOFAH, sendo aceitos para exposição. Um de seus trabalhos, intitulado como “Análise da Adequação ao Uso do Antimicrobiano no Protocolo de Sepse em um Hospital Particular de Maceió” foi selecionado pela banca examinadora entre os três melhores de mais de 50 pesquisas inscritas, sendo premiado com 2º lugar, na categoria apresentações orais.

    Em entrevista ao Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL), Mônica descreveu a emoção de ter conquistado esse prêmio. “Foi uma surpresa muito grande ter sido selecionada para apresentar o trabalho de forma oral e ganhar o segundo lugar. Estamos muito felizes com o resultado”, disse.

    Os trabalhos apresentados por Mônica na VIII JOFAH/HC – UFPE contaram com a participação de Rosa Aliny Mota Carvalho, Yelnya Cardoso Silva Doria, Eliane Aparecida Campesatto, Rosane Maria Souza Costa Brandão, Rafaela Bastos da Silva, Paulo Henrique da Silva Valentim dos Santos e Myrlla de Souza Duarte dos Santos.

    Entusiasmada com os resultados, Mônica revela os próximos passos. “Houve o convite por parte da professora Eliane Campesatto para transformar a pesquisa em projeto de extensão, abrindo dessa forma o leque de oportunidades na pesquisa científica”, explicou.

    Sepse

    De acordo com dados do Instituto Latino Americano de Sepse (Ilas), pelo menos 430 mil brasileiros tem sepse todos os anos, desses, 200 mil sobrevivem. Os sobreviventes, muitas vezes, desenvolvem complicações após a alta hospitalar. Além de desenvolver sequelas, 40% dos pacientes são readmitidos nos hospitais, a principal causa é a aparição de novas infecções.

    A letalidade em pacientes de terapia intensiva de adultos no Brasil é de 55%. As razões para esse alto índice são muitas e não se limitam aos pacientes adultos, incluindo também a população pediátrica e neonatal, com base nas pesquisas realizadas pelo Ilas.

    O Ilas oferece consultoria aos hospitais interessados em implementar o protocolo gerenciado de sepse.

    Ação Social

    Em alusão ao Dia Mundial da Sepse, 13 de setembro, a farmacêutica Mônica e sua equipe do CCIH estarão no Maceió Shopping realizando uma ação social de orientação e prevenção da Sepse, nesta quinta-feira (12), das 14h às 18h.

    Ascom CRF/AL

  • Curso Cuidado Farmacêutico no SUS melhora atendimento clínico em Maceió (AL)

    O município de Maceió (AL) ganhou mais qualidade no atendimento farmacêutico com a realização do curso Cuidado Farmacêutico no SUS, pelo CFF. A coordenadora local do polo deste projeto, farmacêutica Cláudia Cristina Nóbrega de Farias Aires, servidora concursada da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Maceió desde 2004, relata que, após o curso, sentiu mais motivação para o trabalho, e o projeto teve mais visibilidade junto à SMS. “A troca de experiência e o apoio dos professores e tutora foram importantes para melhorar minha forma de atendimento ao paciente”.

    Cláudia é formada em farmácia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), fez especialização em Gestão da Assistência Farmacêutica, Atenção Farmacêutica e Farmacologia Clínica e concluiu mestrado em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), em 2016. Entre 2017 e 2018 ela participou do curso Cuidado Farmacêutico e aplicou seus conhecimentos na Unidade Docente Assistencial Dr. José Lages, composta por uma equipe de estratégia de saúde da família, e que recebe estudantes e professores de diversos cursos da área de saúde do Centro Universitário Tiradentes.

    Entre abril e julho deste ano, período que inclui suas férias, Cláudia realizou 55 atendimentos individuais – segundo registro no eSUS – com 23 verificações de glicemia capilar e 43 aferições de pressão arterial. Ela também participou de 14 atividades coletivas, o que inclui palestras em sala de espera e grupo de pacientes, participação em matriciamento e Projeto Terapêutico Singular, em parceria com o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF).

    Com esses resultados, e o desejo de consolidar o Cuidado Farmacêutico no ambiente de trabalho, a farmacêutica solicitou ao setor de informática da SMS um programa que facilitasse o registro dos dados e compilação dos resultados de forma mais ágil, o qual está em processo de construção.

    Cláudia realizou o acompanhamento farmacoterapêutico a 14 usuários, com registro de uso de 71 medicamentos, média de 5 fármacos por paciente. Detectou 27 problemas farmacoterapêuticos, destacando-se um percentual de 37% para os problemas relacionados à adesão ao tratamento. Das 71 intervenções farmacêuticas realizadas, 72% foram acordadas diretamente com o usuário.

    A farmacêutica detalha que dos 13 pacientes com hipertensão, 10 têm registro de monitoramento da pressão arterial (PA) no início da prestação do serviço clínico e na última consulta farmacêutica, sendo a média inicial de 144/97 mmHg, e a média final de 134/83 mmHg, o que configura uma redução na média da PA sistólica de 10 mmHg e na PA diastólica de 14 mmHg.

    Fonte: CFF

  • PF muda regras para controle de produtos químicos no País

    Entrou em vigor a portaria nº 240, da Polícia Federal, para o controle e fiscalização de produtos químicos no país. O objetivo da portaria é ter controle sobre o uso desses itens, identificar e evitar eventuais desvios desse material para uso ilegal como no narcotráfico. A novidade foi apresentada na plenária do Conselho Federal de Farmácia (CFF), em Brasília, no dia 29 de agosto, pelo delegado e chefe da Divisão de Controle de Produtos Químicos da Polícia Federal, Tarcísio Fernandes. A PF quer contar com a parceria dos farmacêuticos na divulgação e no controle desses produtos.

    O delegado explicou que as regras valem para empresas, produtores rurais, universidades e pessoas físicas com personalidade jurídica que utilizam produtos químicos na lista atualizada pela Polícia Federal. “A nossa preocupação é, sobretudo, com a cocaína e com drogas sintéticas. E as empresas são parcerias neste momento, já que é por intermédio desse controle que a gente consegue identificar eventuais desvios de finalidade”, detalhou Tarcísio.

    De acordo com o diretor secretário-geral do CFF, Erlandson Uchôa, o setor farmacêutico tem se mobilizado para firmar novas parcerias na área de segurança. “Em Roraima, por exemplo, conseguimos até ajuda com medicamentos para atender aos presídios que estavam com surtos de escabiose e o Estado não conseguia ajudar. Fizemos parceria com o Ministério da Defesa para ajudar na questão das farmácias militares. Precisamos fazer parceria com o Ministério da Justiça, estamos subutilizados, inclusive, na política nacional antidrogas”.

    Erlandson ressaltou, ainda, que os farmacêuticos podem ajudar não só no combate ao tráfico, mas na recuperação de usuários de drogas ilícitas. “A gente está aberto a isso, pode ter certeza que esse só foi o início de uma longa e próspera parceria. A gente precisa muito conversar, estreitar os laços e a sociedade só tem a ganhar com isso”.

    A nova legislação começa a valer em sincronia com o também novo sistema da Polícia Federal: o Siproquim 2. Entre as novidades deste sistema, está a possibilidade de expedição eletrônica de documentos, certificado de registro cadastral, licença de funcionamento e autorização especial. Com isso, não será mais necessária a entrega física desses documentos.

    Tarcísio Fernandes explicou, entre outros avanços, que a ferramenta conciliou a situação da certificação digital, que agora será um sistema que utilizará a certificação digital e não haverá mais a necessidade da entrega de documentos físicos na delegacia para remessa posterior para a divisão de controle de produtos químicos. “Temos também a extinção dos limites de isenção. A partir de agora, com essa extinção, aquela regra de 1 quilo a 2 quilos ou 1 litro a 2 litros, dentro outros que nós tínhamos na portaria 1274, nada disso valerá. Com essa extinção dos limites de isenção a partir de um grama ou mililitro a gente espera a licença da empresa e o envio dos mapas mensais respectivos.”

    As novas regras da portaria 240 da Polícia Federal começaram a valer no dia 1º de setembro, mas empresas e demais usuários dos produtos químicos terão os meses de setembro e outubro para fazerem as adaptações necessárias, sem sofrerem sanções administrativas. Saiba mais no endereço: http://www.pf.gov.br. No portal, clique no banner Produtos Químicos.

    Ouça essa e outras notícias na rádio: www.newsfarma.org.br.

    Fonte: CFF

  • Assessores de imprensa apresentam resultados da campanha sobre o Uso Racional de Medicamentos

    Na última quinta (29) e sexta-feira (30), aconteceu a 485ª (CDLXXXV) Quadringentésima Octogésima Quinta Reunião Plenária Ordinária do Conselho Federal de Farmácia (CFF), em Brasília – DF. Dentre as pautas da plenária estava à apresentação dos resultados da Campanha Nacional sobre o Uso Racional de Medicamentos, Saúde Não é Jogo, realizada em âmbito nacional durante o mês de maio. A exposição dos dados foi feita pelos assessores de comunicação dos Conselhos, Federal (CFF) e Regionais de Farmácia (CRF´s).

    A campanha foi desenvolvida com base em uma pesquisa realizada pelo Instituto DataFolha que possibilitou a construção de estratégias voltadas para a conscientização da população sobre o Uso Racional de Medicamentos e fortalecimento da categoria farmacêutica.

    A campanha permitiu que o CFF e os CRFs trabalhassem, pela primeira vez, de forma unificada a partir do selo criado e desenvolvido pelos assessores de comunicação, intitulado ‘Conselhos de Farmácia’. Este selo representa a união da categoria e será aplicado a ações de âmbito nacional.

    A temática ‘Saúde não é Jogo’ possibilitou a elaboração de estratégias, divulgação ações por meio de press kit para a imprensa, contato corpo a corpo com a classe farmacêutica e a participação de digitais influencers em redes sociais como o instagram e o facebook.

    Em Alagoas a campanha do URM foi trabalhada com ações sociais em dois municípios (Arapiraca e Maceió), com divulgação de folders, postagens nas redes sociais do próprio CRF/AL e de influencers digitais, além de entrevistas em emissoras de televisão e rádio.

    O CRF/AL realizou duas ações sociais, a primeira ocorreu na comunidade do Vale do Reginaldo, em Maceió, onde 150 pessoas realizaram exames de aferição de pressão, medição de glicemia capilar e medição de índice de massa corporal. Todas as pessoas que participaram da ação receberam um cartão de saúde, para que os dados coletados durante a ação social possam ter o acompanhamento dos médicos de cada paciente. Das 150 pessoas atendidas pelo conselho, 60% foram homens e 40% mulheres. Destes, 45% tinham mais de 50 anos, 35% tinham entre 20 e 49 anos, e 20% tinham até 19 anos.

    O município de Arapiraca também foi palco da campanha nacional do URM. Foram atendidos 54 homens e 39 mulheres, sendo 14 pessoas de 10 a 19 anos; 10 pessoas de 20 a 29 anos; 11 pessoas de 30 a 39 anos; 23 pessoas de 40 a 49 anos; 12 pessoas de 50 a 59; 14 pessoas de 60 a 69; e 09 pessoas de 70 a 80 anos, totalizando 93 pessoas atendidas.

     Corpo a corpo

    A diretoria do regional de Alagoas abraçou a campanha, visitou os colegas farmacêuticos, divulgando não só a campanha, mas também os resultados da pesquisa do Instituto DataFolha.

    Entrevistas

    Foram realizadas sete entrevistas, sendo quatro para emissoras de rádio e três para emissoras de televisão. Em Arapiraca, a Rádio Novo Nordeste divulgou constantemente em seus blocos comerciais a campanha #SaúdeNãoÉJogo, resultando em mais de 200 inserções no período de 01 a 11 de maio.

    Publicações no Portal do CRF/AL

    Foram realizadas 10 publicações relacionadas à campanha do URM com um total de 1.161 visualizações

    Publicações nas Redes Sociais do CRF/AL

    • Instagram:

    Foram nove publicações no perfil com um total de 487 curtidas;

    Foram 93 Stories produzidos pelo CRF/AL, por meio de farmacêuticos e estudantes de farmácia, com um total de 74.400 visualizações.

    • Facebook:

    Foram sete publicações no perfil com um total 2.540 visualizações.

    Publicações nas Redes Sociais dos Digitais Influencers

    Durante as publicações nas redes sociais nos comunicamos com três públicos: os farmacêuticos, a mídia e sociedade alagoana sobre o cuidado ao se automedicar.

    Conclusão

    A campanha #SaúdeNãoÉJogo sobre o Uso Racional de Medicamentos foi muito exitosa em nosso estado. Conseguimos levar informação para a mídia e a população sobre o uso consciente dos medicamentos, além de um alto engajamento entre a categoria farmacêutica.

    Ascom CRF/AL