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  • Prêmio Jayme Torres 2019: inscrições vão de 1º de setembro a 25 de outubro

    Farmacêuticos e estudantes de Farmácia já podem acessar o edital com as regras de participação para concorrer ao Prêmio Jayme Torres 2019, do Conselho Federal de Farmácia (CFF). O tema deste ano é “Cuidado Farmacêutico e a mudança na vida da pessoa com diabetes”. Os trabalhos devem ser enviados entre os dias 1º de setembro e 25 de outubro.

    O coordenador do Grupo de Trabalho sobre o Prêmio Jayme Torres e assessor da presidência do CFF, professor Tarcísio Palhano, lembra que diabetes sempre é um tema atual. “Como nós sabemos, o diabetes afeta uma quantidade enorme de pessoas em todo o mundo. E é uma das doenças em que o farmacêutico tem uma excelente oportunidade de promover ações que resultem no controle ou ajudem as pessoas a controlar a sua doença. Então, prestar cuidado farmacêutico à pessoa com diabetes  é algo que pode ser feito na farmácia comunitária, na casa do paciente, enfim, o lugar onde o farmacêutico atua pode ser o lugar de ele desenvolver ações que resultem na melhoria da qualidade de vida da pessoa.”

    O Prêmio Jayme Torres foi instituído em 2002 pelo CFF e recebeu esse nome como forma de homenagear o primeiro presidente da instituição. Tarcísio Palhano diz que, desde a sua criação, o prêmio tem como objetivos identificar, difundir e estimular ações tanto de farmacêuticos como de estudantes de Farmácia. “O prêmio permite que ampliem o conhecimento sobre as várias áreas de atuação da profissão farmacêutica. No momento em que as pessoas tomam conhecimento do prêmio, elas podem, e a gente espera que sim, se sentir estimuladas a querer escrever sobre as suas experiências, sobre os seus trabalhos, sobre as suas publicações, inclusive anteriores, que tratem de temas relacionados ao exercício da profissão farmacêutica”.

    De acordo com o professor, como há um certo negligenciamento em relação ao registro das ações dos serviços que o farmacêutico presta e resultam em uma alteração positiva na qualidade de vida da pessoa, pois, muitas vezes, não é registrado, nem mesmo divulgado e difundido. “Então, é uma forma, também, de a gente mostrar para a sociedade que o trabalho do farmacêutico, o cuidado do farmacêutico nesse mister particular, relacionado à pessoa com diabetes, é de suma importância para levar à adesão e, em consequência, melhorar a vida da pessoa. E que essa ação seja do conhecimento da sociedade para que, espontaneamente, passem, inclusive, a solicitar serviços farmacêuticos”, afirma.

    O Grupo de Trabalho sobre o Prêmio Jayme Torres é formado também pelos farmacêuticos Paula Regina Martins Rodrigues, Marco Antônio Quintão e Jurandir Auad Beltrão. O edital está disponível no site do CFF, no barra da lateral esquerda Prêmio Jayme Torres.

    Fonte: CFF

  • CFF aprova resolução que dispõe sobre a regulamentação dos cursos livres de formação complementar

    O plenário do Conselho Federal de Farmácia (CFF) reunido em sua 485ª reunião ordinária, em Brasília (DF), aprovou hoje (29.08) a resolução que dispõe sobre a regulamentação dos cursos livres de formação complementar, presenciais e que não compreendam pós-graduação Lato e Stricto Sensu, a serem credenciados pelo CFF.

    O credenciamento de cursos livres para formação complementar deverá, entre outros requisitos, ser ofertado por sociedade, organização, associação ou outra instituição de natureza científica, técnica ou profissional que congregue farmacêuticos; ou ser ofertado por instituição educacional que desenvolva competências no âmbito profissional farmacêutico.

    “É grande o número de farmacêuticos que busca, nos Conselhos Regionais, o apostilamento de cursos livres já concluídos, mas até o momento não existia regulamentação permitindo tal procedimento. Considerando que os conselhos são importantes agentes reguladores é urgente a regulamentação do credenciamento de tais cursos”, comentou o Secretário Geral do CFF, Erlandson Uchoa.

    A resolução deve ser publicada, em breve, no Diário Oficial da União (DOU).

    Fonte: Comunicação CFF

  • Aviso de Expediente

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) informa aos profissionais farmacêuticos que em razão do protesto a ser realizado pelos moradores dos bairros Pinheiro, Mutange e Bebedouro na Avenida Fernandes Lima, no Farol, nesta sexta – feira (23), o conselho funcionará em horário de atendimento especial, das 8h às 15h, sem fechar para o almoço.

    Informamos também que devido ao Dia de Nossa Senhora dos Prazeres, padroeira de Maceió, o CRF/AL estará fechado na segunda (26) e terça- feira (27), retornando as atividades na quarta – feira (28), a partir das 9h.

    Ascom CRF/AL

  • Estabilidade de medicamentos será tema de audiência

    A Anvisa realiza, no dia 5 de setembro, a segunda audiência pública para tratar sobre os critérios para comprovação da estabilidade de medicamentos e de insumos farmacêuticos ativos. A audiência será na sede da Agência, em Brasília (DF), a partir das 14h. O acesso é livre e condicionado à lotação do auditório.

     

    Os estudos de estabilidade são fundamentais para garantir que um medicamento conserve suas propriedades depois de sair da fábrica até o final da sua data de validade, mantendo sua qualidade e segurança de uso. Os estudos de longa duração levam dois anos ou mais, enquanto os estudos acelerados levam cerca de seis meses. “Com esse investimento de tempo e de recursos, é necessário que as empresas que desenvolvem medicamentos tenham certeza sobre a validade dos estudos para análise pela Anvisa”, afirma Raphael Sanches, titular da Gerência de Avaliação de Tecnologia de Registro de Medicamentos Sintéticos (GRMED) da Agência.

    Processo regulatório

    Esse tema já foi tratado na Consulta Pública 453/2017 e recebeu contribuições da sociedade entre 8 de janeiro e 9 de abril de 2018. Na ocasião, o texto proposto pela Anvisa teve 973 contribuições de 34 indivíduos e entidades, sendo quatro de conselhos, sindicatos e associações de profissionais, 10 de profissionais de saúde e 20 de empresas ou entidades do setor regulado.

    Além disso, em fevereiro de 2018 foi realizada a primeira audiência pública sobre o tema, também no auditório da Anvisa. A audiência contou com a participação de diversos representantes de conselhos e associações de profissionais e de representantes do setor regulado.

    “Agora, a Agência propõe a realização de nova audiência pública sobre o tema, que tem por objetivo esclarecer as dúvidas e comentários da audiência anterior, bem como apresentar os principais pontos da proposta de texto a ser enviada para deliberação da Diretoria Colegiada”, diz o gerente da GRMED.

    2ª Audiência Pública sobre Estudos de Estabilidade de Medicamentos

    Quando: 5 de setembro de 2019, das 14h às 17h.

    Onde: Auditório da Anvisa – Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Trecho 5, Área Especial 57, Brasília/DF.

    Fonte: Anvisa

  • Farmacêutico Phellipe Brandão realiza palestra de orientação profissional em Palmeira dos Índios

    Na última sexta-feira (09), o farmacêutico Phellipe Brandão foi convidado pelo Colégio Diocesano Sagrada Família, em Palmeira dos Índios, para realizar uma palestra sobre orientação profissional. Na ocasião, Phellipe explanou sobre as áreas de atuação do profissional farmacêutico, como é o seu dia a dia na farmácia e no laboratório onde trabalha como bioquímico.

    Para Phellipe, a conversa com os alunos do Colégio Diocesano foi um momento enriquecedor. “Passar conhecimento para os jovens foi muito gratificante. São momentos como este que ajudam muitos adolescentes a conhecerem um pouco mais sobre as diversas profissões e até escolher a sua futura profissão. Espero ter influenciado algum jovem a se tornar um colega de profissão daqui a alguns anos”, disse.

    Farmacêutico, participou de algum evento, tem alguma história que mudou a vida de um paciente ou inspirou alguém? Conta pra gente!! Envie sua história para [email protected], nós teremos um grande prazer em divulga-lá.

    Ascom CRF/AL

  • Especialista alerta a população sobre o consumo de produtos a base de Aloe vera para o emagrecimento

    O crescente número de pessoas consumindo produtos a base de Aloe vera, por via oral, para o emagrecimento rápido tem preocupado profissionais da área da saúde. O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) entrevistou o farmacêutico e professor Dr. em Ciências da Saúde, Max Viana, que desmistificou o assunto.

    A babosa (Aloe succotrina e Aloe vera) é muito conhecida por seus benefícios cicatrizantes e anti-inflamatórios, além de hidratar cabelos e pele. Mas desde 2011, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não libera a comercialização de sucos ou outros alimentos industrializados contendo Aloe vera, acendendo o sinal de alerta para a venda irregular deste produto.

    De acordo com o parecer técnico da agência, a planta não apresenta evidências científicas que comprovem a segurança da ingestão de babosa e há relatos de reações adversas, inclusive em Alagoas. O uso tópico, em cosméticos e aplicações externas, é liberado.

    Para Max Viana está claro que produtos que contenham Aloe vera fazem um grande mal a saúde. “As pessoas que usam esse produto têm tido uma média de perda de quatro a seis quilos/mês, mas não ponderam ou associam os danos no fígado, ligado ao alto índice de toxicidade hepática do produto, uma vez que os sintomas não são imediatos, aparecendo após 30 ou 60 dias ao início do consumo. Casos de hepatite medicamentosa já foram identificados e ligados à composição da babosa”, disse.

    Max alerta a população sobre as plantas, por mais que sejam boas para a saúde, elas apresentam um grau de toxicidade onde existe uma faixa de segurança para a utilização.

    O professor reitera que a população deve ter o máximo de cuidado com estes tipos de produtos que prometem efeitos rápidos e ressalta a importância do acompanhamento profissional. “Farmacêuticos, médicos e nutricionistas são profissionais que podem realizar procedimentos direcionados ao emagrecimento da forma correta e adequada, respeitando as condições particulares de cada paciente, realizando o acompanhamento medicamentoso adequado, evitando efeitos colaterais e indesejáveis”, explicou.

    “A orientação profissional é de suma importância para a realização de um tratamento eficaz e seguro. O paciente que procura realizar a reeducação alimentar e ter uma rotina adequada e constante de exercícios físicos e de sono tem tudo para ser uma pessoa satisfeita com sua mente e seu corpo”, pontuou.

    Como tratar?

    Max aconselha que quem tenha feito uso desse medicamento deve procurar um hepatologista, que irá realizar o acompanhamento dos exames e medicamentoso adequada a fim de restaurar a função hepática do paciente.

    Ascom CRF/AL

  • Exame para verificação do colesterol tem novo parâmetro

    Colesterol e Triglicerídeos são importantes para o organismo, mas, quando os níveis de gordura saem da normalidade, essa alteração pode causar problemas como infarto, AVC, pancreatite e cirrose hepática. Por isso, é importante fazer exames periódicos e ter o acompanhamento de um profissional de saúde. O que muitas pessoas ainda não sabem é que as orientações para fazer a coleta de sangue mudaram. Em 2017, as sociedades brasileiras médicas de cardiologia, diabetes, endocrinologia, de análises clínicas, de patologia clínica e medicina laboratorial elaboraram um documento de consenso liberando a necessidade de fazer o jejum de 12 horas.

     A farmacêutica Marileia Scartezini explica a recomendação vale desde que o paciente não tenha uma refeição sobrecarregada de gordura e que a medida não deve ser aplicada a todos os casos. “Algumas pessoas deverão manter o jejum quando tiverem alteração de triglicerídeos acima de 440 mg/dl ou de acordo com a orientação do médico. Em indivíduos normais, os triglicerídeos irão sofrer pequenas alterações sem jejum, considerando uma refeição usual sem sobrecarga em gordura, sendo o valor desejável < 175 mg/dL”.

    A profissional explica, ainda, que a flexibilização do jejum teve como objetivo principal ajudar as pessoas que não podem ficar em jejum por muito tempo evitando casos de hipoglicemia, como os diabéticos que usam insulina. “Além das gestantes, os idosos e as crianças com dificuldade de ficar muito tempo sem se alimentar. Essa flexibilização, também permite-se aumentar a realização de exames e o comparecimento às consultas médicas.”

    Segundo Marileia Scartezini, a decisão para flexibilizar o jejum nos laboratórios teve como base as Diretrizes Europeias que analisaram diversos estudos, envolvendo 300.000 pacientes do Canadá, Estados Unidos e Dinamarca. “Ficou demonstrado não haver alterações significativas para o exame do perfil lipídico, principalmente dos triglicerídeos, entre os grupos de pacientes com jejum quando comparados com os pacientes sem jejum, em adultos, crianças e adolescentes. As evidências científicas demonstraram que a coleta de sangue para medir o perfil lipídico depois de uma refeição é mais adequada para refletir a situação metabólica habitual do paciente. Isso porque o estado alimentado predomina durante a maior parte do dia.”

    Marileia Scartezini é mestre em Bioquímica e doutora em genética pela Universidade Federal do Paraná e pós-doutora em Hipercolesterolemia familiar pela Universidade de Londres. Ela faz parte da equipe da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas e é uma das autoras do documento sobre a flexibilização do jejum (que pode ser acessado aqui) ou nas páginas das sociedade médicas e laboratoriais, publicado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    Escute essa entrevista na Rádio News Farma – www.newsfarma.org.br.

    Fonte: Comunicação CFF

  • Uso de medicamentos durante a amamentação

    É indiscutível os benefícios do aleitamento materno, sendo o principal alimento do recém-nascido nos primeiros seis meses de vida, ajudando no crescimento e desenvolvimento. Mas será que usar medicamentos enquanto amamenta faz bem? Em entrevista ao Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL), a professora Dra. da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e farmacologista, Eliane Campesatto, explica o assunto.

    Pesquisas indicam que a quantidade de medicamento excretado no leite materno não passa dos dois por cento (2%). Mesmo sendo uma quantidade pequena, a orientação médica e farmacêutica é de suma importância antes da ingestão de qualquer fármaco para as mães que estejam no período de amamentação, evitando assim riscos à saúde do bebê.

    De acordo com Eliane, alguns fármacos exigem uma atenção maior. “O farmacêutico deve orientar bem as mães sobre o uso de alguns medicamentos por causa de suas reações adversas graves, como por exemplo os anticancerígenos, os imunossupressores, as anfetaminas, a sibutramina, os hipnóticos e sedativos, os anabolizantes, as substâncias radioativas, os analgésicos opióides, entre outros”, disse.

    A professora reforça que caso seja necessário usar um medicamento contra indicado na amamentação a interrupção temporária pode ser uma alternativa. “Cada caso deve ser analisado com muito cuidado, no entanto a mãe pode ir retirando o leite com algumas semanas de antecedência e estocar em congelador para alimentar o bebê no período de uso do medicamento”, explica.

    Caso isso não seja possível, é fundamental que a mãe procure o ajuda do pediatra, que orientará sobre os alimentos que o bebê poderá receber. De maneira geral, a prescrição de medicamentos para mães em lactação baseia-se sempre no benefício maior que o risco.

    Ascom CRF/AL

  • Comissão Eleitoral Regional realiza sorteio das chapas

    Na tarde desta sexta-feira (09), a Comissão Eleitoral Regional (CER) – formada por Deives Galvão (presidente), Nelson Bittencourt (1° secretário) e Wanelli Pereira (2° secretário) – realizou o sorteio do número das chapas que irão concorrer aos cargos de diretoria do Conselho Regional de Farmácia e Conselheiro Federal de Farmácia.

    Os resultados foram estes: primeiro foram sorteados a ordem das chapas, a primeira registrada pelo sorteio foi a chapa 1. Consequentemente, o número chapa 2 ficou posterior. Após, foram sorteados os nomes dos candidatos para corresponder com a ordem das chapas. Primeiro foi “puxado” os nomes referentes dos candidatos Mônica e Fábio e, após, os nomes dos candidatos Gildo e Eulina.

    A CER informa que não houve sorteio para a chapa estadual por se tratar de chapa única. A numeração dos candidatos a conselheiro federal ficou desta forma:

    1) Chapa 1: Mônica e Fábio;

    2) Chapa 2: Gildo e Eulina.

    Estiveram presentes durante o sorteio os candidatos Robert Nicácio, candidato à presidência do CRF; Mônica Meira, candidata a conselheira federal e Fábio Pacheco, candidato a suplência do conselho federal pela vaga do Estado de Alagoas.

    Ascom CRF/AL com informações da CER